Combinamos com um cara que um casal amigo swinger nos recomendou pra dar uma festinha na minha esposa. Ele era o Diego, um homem alto como eu, mas mais atlético, uns 40 anos. Recebi ele, nos cumprimentamos e esperamos na sala minha esposa se preparar pra ocasião. Quando ela entrou na sala, quase desmaiei, tava radiante e sensual. Vestida só com uma lingerie sexy branca, meia com liga da mesma cor, salto altíssimo, bem maquiada e coberta com uma camisola pequena semi transparente. Só de ver ela já dava tesão. Engoli seco quando o Diego beijou ela apaixonadamente com um beijo de língua demorado.
Ela serviu uma taça de champanhe pra gente, brindamos, demos um gole e ela beijou nós dois; só que parou mais tempo naquele estranho. Pediu pra gente tirar a roupa como se fosse stripper, com movimentos lentos e demorados. Nunca tive complexo com o tamanho do meu pau, mas o Diego, além de ter um corpo de adônis, tinha um pau visivelmente maior que o meu e um pouco mais grosso.
Os olhos da minha esposa brilhavam igual brilhariam os de uma criança numa loja de brinquedos; ela chegou perto da gente e começou a chupar nossos paus como uma profissional. O Diego segurava a cabeça dela e não deixava ela se afastar enquanto minha esposa mal dava conta daquele membro. Quando ela cuidava daquele pau, ela batia uma pra mim e vice-versa.
— Meu amor, não fica bravo, quero que só o pau do Diego me penetre, do seu eu cuido.
Não consegui responder nada, ela me empurrou pro sofá e se abaixou pra continuar chupando meu pau enquanto o Diego tirava a calcinha minúscula dela e começou a chupar a buceta suculenta dela.
Ela gemia louca, parando de vez em quando de chupar meu pau, os gritos dela já detonavam meu machismo ferrado.
— Bate uma, meu amor!!! Ai... ai... ai...!!! Faz a masturbação!!!
Nessa altura, se ela queria me fazer sentir mal, tava conseguindo, mas o triste é que ela não tinha intenção nenhuma, só tava se divertindo pra caralho com aquele cara. homem.
Diego colocou uma camisinha e, bem devagar, começou a penetrar a buceta dela com muita paciência e calma. Minha mulher fez uma cara de grito mudo e, ao mesmo tempo, agarrava ele com as mãos pra não deixar ele sair. Eu obedeci com submissão ao pedido dela, resignado.
Enquanto Diego metia nela com ritmo, ela gritava, gemia, ofegava, tentava falar alguma coisa e me olhava com a melhor cara de puta que ela tinha. O rosto dela mostrava mais do que satisfação; era uma cara de safada e tarada.
Diego avisou que ia gozar quando minha esposa exigiu que eu fizesse o mesmo no rosto dela. Foi assim que o cabelo, a cara e os peitos dela ficaram cheios do meu esperma enquanto Diego enchia a camisinha.
Sem deixar a coisa esfriar, ela começou a limpar os nossos paus, chupando com força. Ver aquela mulher safada, tão diferente do normal, me excitou e não deixou meu pau cair.
— Quero uma dupla penetração. Diego, você faz a minha bundinha. Essa noite é sua.
Foi assim que colocamos as camisinhas e começamos a obedecer minha mulher. Ela gritava alucinada.
— Meu Deus, que foda que vocês tão me dando! Mmm... Aiii... Mmmm!!!
Já não era mais minha mulher, a mãe devota dos meus filhos, era uma vadia, uma puta, uma piranha — como quiser chamar, com certeza vão acertar no adjetivo.
— Meu amor, sai daí!!! Deixa o Diego me arrebentar toda!!! — ela disse enquanto me empurrava e me separava deles.
Com tesão do jeito que eu tava, me masturbei vendo o Diego arrebentar literalmente a bunda dela com aquele pau grande. Os dois, a pedido dela, gozamos na cara dela, recebendo a chuva branca de boca aberta igual um peixe faminto. Eles ficaram exaustos, eu com um tesão que só tirei mais tarde com outra boa punheta.
Ela serviu uma taça de champanhe pra gente, brindamos, demos um gole e ela beijou nós dois; só que parou mais tempo naquele estranho. Pediu pra gente tirar a roupa como se fosse stripper, com movimentos lentos e demorados. Nunca tive complexo com o tamanho do meu pau, mas o Diego, além de ter um corpo de adônis, tinha um pau visivelmente maior que o meu e um pouco mais grosso.
Os olhos da minha esposa brilhavam igual brilhariam os de uma criança numa loja de brinquedos; ela chegou perto da gente e começou a chupar nossos paus como uma profissional. O Diego segurava a cabeça dela e não deixava ela se afastar enquanto minha esposa mal dava conta daquele membro. Quando ela cuidava daquele pau, ela batia uma pra mim e vice-versa.
— Meu amor, não fica bravo, quero que só o pau do Diego me penetre, do seu eu cuido.
Não consegui responder nada, ela me empurrou pro sofá e se abaixou pra continuar chupando meu pau enquanto o Diego tirava a calcinha minúscula dela e começou a chupar a buceta suculenta dela.
Ela gemia louca, parando de vez em quando de chupar meu pau, os gritos dela já detonavam meu machismo ferrado.
— Bate uma, meu amor!!! Ai... ai... ai...!!! Faz a masturbação!!!
Nessa altura, se ela queria me fazer sentir mal, tava conseguindo, mas o triste é que ela não tinha intenção nenhuma, só tava se divertindo pra caralho com aquele cara. homem.
Diego colocou uma camisinha e, bem devagar, começou a penetrar a buceta dela com muita paciência e calma. Minha mulher fez uma cara de grito mudo e, ao mesmo tempo, agarrava ele com as mãos pra não deixar ele sair. Eu obedeci com submissão ao pedido dela, resignado.
Enquanto Diego metia nela com ritmo, ela gritava, gemia, ofegava, tentava falar alguma coisa e me olhava com a melhor cara de puta que ela tinha. O rosto dela mostrava mais do que satisfação; era uma cara de safada e tarada.
Diego avisou que ia gozar quando minha esposa exigiu que eu fizesse o mesmo no rosto dela. Foi assim que o cabelo, a cara e os peitos dela ficaram cheios do meu esperma enquanto Diego enchia a camisinha.
Sem deixar a coisa esfriar, ela começou a limpar os nossos paus, chupando com força. Ver aquela mulher safada, tão diferente do normal, me excitou e não deixou meu pau cair.
— Quero uma dupla penetração. Diego, você faz a minha bundinha. Essa noite é sua.
Foi assim que colocamos as camisinhas e começamos a obedecer minha mulher. Ela gritava alucinada.
— Meu Deus, que foda que vocês tão me dando! Mmm... Aiii... Mmmm!!!
Já não era mais minha mulher, a mãe devota dos meus filhos, era uma vadia, uma puta, uma piranha — como quiser chamar, com certeza vão acertar no adjetivo.
— Meu amor, sai daí!!! Deixa o Diego me arrebentar toda!!! — ela disse enquanto me empurrava e me separava deles.
Com tesão do jeito que eu tava, me masturbei vendo o Diego arrebentar literalmente a bunda dela com aquele pau grande. Os dois, a pedido dela, gozamos na cara dela, recebendo a chuva branca de boca aberta igual um peixe faminto. Eles ficaram exaustos, eu com um tesão que só tirei mais tarde com outra boa punheta.
1 comentários - Quinta-feira gostosa pra caralho