Férias em Família 2

Terceiro dia de praia e o dia amanheceu bem nublado, então a família decide não ir para a areia nesse dia. O que pintava ia ser um dia chato. As mulheres da casa preparam o café da manhã, uns mates gostosos com bolachinhas. Christian aproveita e liga o play. "Vamos dar umas voltas de carro, assim a gente conhece mais", diz Sandra se levantando da cadeira. "Sim!", diz Daniela contente para não ficar presa em casa. Assim, a família prepara comida pra levar, o mate e mais algumas coisas. Sandra veste um shortinho bem curtinho mostrando metade da bunda, e uma camisa amarrada só com um nó. Vero, uma minissaia de jeans claro e regata. Daniela, shortinho preto e um sutiã preto do biquíni. E Christian só de short e camiseta. E saem pra passear.

Eles rodam o centro, descem, compram coisas pra casa e continuam o passeio. O dia continua nublado e eles se afastam das praias do centro. Chegam num lugar afastado, mas parecia bem confortável e bonito, com pedras gigantes. Uma placa indicava "praia escondida". A família desce, caminha um bom pedaço e, ao longe, via algumas pessoas. "Tão pelados", diz Verónica ao olhar bem o cenário. Todas as pessoas estão nuas nessa praia. "Parece que é pra nudistas", diz a mãe. "Aqui a gente fica", completa Daniela.

Eles arrumam a toalha na areia, longe das pessoas que chegaram pra ver, e se acomodam no lugar. Sandra, depois que prepara o mate, se levanta e, na vista dos filhos, pega o short pelos lados e começa a tirá-lo devagar, mostrando os lábios rosados da buceta depilada. Ela não estava de calcinha, então fica nua ao desabotoar a camisa e tirar o sutiã. "É praia nudista, então vou cumprir a regra", fala a mãe rindo e fazendo a família rir também. Christian, que gosta de andar pelado, faz o mesmo que a mãe e fica todo nu, já mostrando o enorme pau ereto. Assim que viu a mãe nua, ficou excitado na hora. Daniela tira o sutiã e libera as pequenas tetinhas brancas. Vero larga o mate, se levanta e se despe. completa também, os pezinhos rosados dela estavam bem durinhos e a buceta dela parecia bem macia, sem nenhum pelo. Eles estavam felizes, sem frescuras entre si. Conversam, riem, jogam cartas assim, com os corpos nus. Só a Dani não ficou totalmente nua, mas os peitos dela são lindos à vista de todos. A Vero, de longe, vê um casal transando e aponta pra todo mundo, como se estivesse surpresa. E a Daniela, olhando pra mãe, pergunta: "Mãe, com quantos homens você já ficou?" Sandra, vermelha de vergonha, não sabia o que dizer. "Conta", pedem os filhos, quase os três ao mesmo tempo. Sandra pega um chimarrão, olha pra eles — "Tá bom, mas depois não venham me julgar, hein? Eu vou contar como foi minha vida sexual." Ao ouvir isso, Christian segura a pica com a mão. Então a mãe começa o relato: "Desde pequena já fui muito sexual, tudo me excitava, era muito curiosa. Quando meus peitos cresceram, comecei a me masturbar no chuveiro. Conheci o pai de vocês aos 18, mas antes só tinha transado com um cara e não foi legal. Mas com o pai de vocês, virei uma verdadeira puta na cama. Adorava tirar a pica dele e chupar onde fosse, no carro, na praça, onde vocês imaginarem", contava a mãe. Os garotos olhavam pra ela, Christian passava a mão na pele da pica bem devagar. Sandra olhava de soslaio pra ele enquanto contava. "Vou contar uma coisa: o pau do pai de vocês não era grande, era normal, e eu sempre quis uma pica grossa, grande, que me abrisse toda. Essa era minha fantasia", dizia a mãe, e olha pro filho e fala: "Assim, filho, igual a pica que você tem. Não sei como você tem ela assim, mas te vejo e juro que é igual à que sempre sonhei em chupar." Ao ouvir isso, as três mulheres olham pra pica do Christian. Sandra continua o relato, enquanto estica a mão e apoia os dedos sobre o comprimento da glande do filho. Christian sente aqueles dedos quentinhos e solta a pica, jogando o corpo nu pra trás. A mãe segue: "Como eu tava dizendo, chupar pica me encantava, me fazia pulsar e molhar toda a buceta. Sentir aquela porra quente na minha boca me tornava a maior puta de todas. mas o pai dela só ficava lá, terminava e dormia, eu sempre ficava com tesão, enfiava os dedos ou algum desodorante que tivesse à mão pra satisfazer meus desejos. Daniela, ao ouvir a mãe, levanta do chão e tira o shortinho e a tanga que ainda tinha vestida, senta e abre as pernas, assim todos podiam ver aqueles lábios pequeninos da buceta dela toda depiladinha, entre as dobras dava pra ver aquele mel que escorria em gotinhas da pussy dela. Sandra pega uma garrafa da toalha de mesa e passa a língua no bico da garrafa, lambe, beija e enfia o gargalo comprido da garrafa na boca. "Foi assim que chupei o pau do seu pai", diz a mãe, e Daniela imaginava cada chupada que ela dava na garrafa, como ela chupou o pau do pai então, e a pussy dela ficava mais e mais molhada. Sandra bate uma punheta bem devagar no pau do filho dela, Christian só sentia o pau apertado e quente da mãe dele. Vero, sentada na frente deles, se acaricia os peitos, massageia eles, e a mente e a pussy dela pediam pra ser muito fodida. Abre a bolsa e tira um desodorante comprido que ela mesma usa pra transpiração. Pega ele e apoia nos lábios — "Foi assim que chupei o pau do meu namorado uma vez" — diz, e todo mundo olha pra ela. Abre a boca e enfia metade do desodorante, mete e tira rápido. "Ai, filha, você tem que aproveitar o pau" — diz Sandra ao ver como a pequena faz, levanta e pega o desodorante da Verônica. "Abre a boca, docinho, devagar" — pede Sandra. Apoia ele nos lábios e mexe sobre a boca dela sem chegar a enfiar, passa por toda a boca e devagar vai enfiando entre os lábios da filha mais velha, enfia um pouco, tira e enfia de novo. Vero, com as mãos livres agora, aperta os próprios mamilos, estica, massageia. Os meninos olham como Verônica chupa aquele desodorante como se fosse um pau enorme. E o que ninguém esperava: cai uma chuva de repente, e todos levantam as coisas como podem e sobem assim, pelados, pro carro, pra se abrigar da tempestade. Já em casa, a Família descansa e toma banho um por um pra janta. Sandra prepara a janta do jeito que saiu do banho, completamente pelada, sem se importar mais com nada. Vero, ao sair e ver a mãe, também imita, tirando a toalha que a envolvia. Christian já estava pelado desde que chegaram e saiu do banho assim. Só Daniela, depois do banho, usava uma fina calcinha fio-dental rosa de renda, bem enfiada na bunda dela.

Depois da janta, se reúnem na sala pra ver TV, mas Verônica fala: — Mãe, continua contando dos seus namorados e do papai, como vocês transavam antes. Sandra olha pra ela e ri: — Tá bom, o que vocês querem saber? Querem que eu conte a vez que o pai de vocês me comeu por trás? — Sim!!! — responderam os três filhos ao mesmo tempo. A mãe se acomoda no sofá, enquanto os filhos se preparam pra ouvir. — A gente ainda namorava. Uma noite, o pai de vocês veio jantar em casa. Bom, quando todo mundo foi dormir, ele começou a me beijar gostoso, daquele jeito, bem tarado. Enfiava a mão nos meus peitos, na minha buceta, e eu tava toda molhada, aquilo me deixava louca de tesão. Ele tirou minha calça, minha calcinha, me deixou pelada na sala enquanto meus pais dormiam.

Christian já tava se tocando no pau, se preparando pra uma punheta gostosa na frente de todo mundo, sem se importar com nada, só pensando nisso. Enquanto isso, olhava a buceta da Verônica, que tava com as pernas abertas sem perceber, e via aqueles lábios molhadinhos se abrindo. Daniela enfiava a mão dentro da calcinha fio-dental, sem ligar se tavam olhando, se masturbando gostoso com o que tava ouvindo. Sandra continuou a história: — Ele me obriga a ficar de costas. Vejo ele molhar o dedo com saliva e passar na entrada do meu cu. Sinto ele todo molhado, como nunca, e sinto a cabecinha daquele pau bem duro querendo entrar no meu rabo. Aquilo me deixou louca de tesão.

Sandra contava e, sem perceber, enfiava o dedo fundo na bunda dela, apoiando uma perna no braço do sofá. Christian se levanta e vai até onde a mãe tá. Fica de joelhos entre as pernas dela, pega a perna que a mãe tinha aberta e apoia. No ombro dela, Sandra olha pra ele. O garoto pega a pica dele e apoia naquela auréola molhada do cu da mãe dele, e empurra só um pouquinho, e aquela cabecinha do pau entra no cu da Sandra só aquele pedacinho da pica enorme que ele tem. A mãe dá um gritinho suave de prazer. Vero também se levanta e chega mais perto pra ver melhor o que tava rolando naquele sofá, para na frente dos dois e vê como só um pedacinho de pica desaparecia dentro do cu da mãe dela. — Meteu — disse Daniela sem tirar a mão da calcinha dela. — Simmm, vem ver, ele tá comendo o cu dela — falou Vero pra Daniela. Sandra só se deixou meter, sentia o cu encharcado de sucos que saíam da buceta dela. Christian investiu um pouco mais e mais um pedaço daquela pica entrava mais fundo. Vero chega mais perto, pega o mamilo da mãe dela, aperta, massageia, e com a outra mão agarra o braço de Christian e leva a mão dele até a buceta peladinha dela. E é ela mesma que se esfrega na mão do irmão dela. O moleque enfia o dedo dentro da buceta da irmã dele e sente ela toda molhada, mete e tira rápido, e Vero geme alto se mexendo mais rápido, se deixando enfiar o dedo inteiro do irmão dela. Christian não podia acreditar, tava comendo o cu da mãe dele e enfiando o dedo dentro da buceta da irmã dele. E não aguentou mais, e dentro do buraquinho da mãe dele começou a sair porra bem grossa, sinal que o filho dela tinha gozado dentro do cu, mas como não meteu tudo, a porra começou a escorrer do cu da Sandra. — Ai, Deus, siiiim — dizia Vero, e gozou com tanta vontade que um jato saiu da buceta dela na mão do irmão dela, um jato atrás do outro saía, e Vero desabou no sofá exausta de prazer. Ela sabia que nunca tinha sentido aquilo, e muito menos porra assim. Daniela deitada com a mão dentro da buceta dela só olhava a cena, como a mãe dela e os irmãos dela tinham transado, mas ela não conseguiu terminar, tirou o dedo e chupou, saboreando o gosto da própria buceta dela. Christian ao ver a Irmã Verônica, caída no sofá, se acomoda entre as pernas abertas dela, levanta elas nos braços, e com a pica escorrendo porra mas ainda bem dura, coloca a pontinha na entrada do cu da irmã e empurra um pouco, —mmmm geme a Vero sentindo a bunda dela se abrir pra receber aquela pica grande do irmãozinho, e enfia mais, rodeando aquela auréola a grossura do pedaço de carne, Christian se move devagar pra trás e pra frente, metendo e tirando a cabeça do cu da irmã, ela só geme e resfolega de dor e prazer, a Vero não consegue ficar quieta e agarra o clitóris dela com os dedos, aperta, e massageia em círculos pequenos e outro jorro grosso de lubrificação sai da buceta dela, encharcando a própria bunda cheia de pica, Christian tira de repente o pau dele e jorra porra no buraquinho do cu aberto da Verônica, a porra cai no corpo da irmã, tão quente que ela nem ligou do irmão ter desvirginado a bunda dela.

1 comentários - Férias em Família 2

Uffff espero la continuacion y ver como se coge a daniela tamb me re calente en imaginarlas podes subir algunas fotos para ponerle caras