Minha melhor amiga me pede pra engravidar ela

O seguidor que me compartilha essa história me contou mais detalhes. Também me pediu pra adaptar tudo ao meu estilo de escrita, então o que vocês vão ler é o depoimento dele, estruturado por mim, mas a verdade, as emoções e as palavras são dele:

Os dias depois da nossa primeira tarde no quarto dela deixaram de ser normais. Se antes o fechamento do local era um fardo pesado que a gente só queria tirar das costas pra ir descansar, agora tinha virado uma antesala interminável e torturante.

Toda vez que a gente se esbarrava nos corredores da loja, bastava um roçar disfarçado de mãos na hora do inventário ou um olhar cúmplice enquanto atendia algum cliente distraído pra minha mente voltar praquele conjunto de renda preta, os arneses apertando a cintura dela, os pezinhos rosados lindos, a voz dela falando umas coisas pra inflar meu ego, os pés macios, o interior quente e molhado...

O pior — ou o mais excitante — era a presença da Lilly. Ver ela trabalhando a poucos metros, sorrindo pra mim, mas já não com a mesma naturalidade de sempre, e sim com uma cumplicidade doentia, me fazia sentir uma mistura venenosa de culpa desnecessária e adrenalina pura. Eu sabia que ela sabia o que a namorada dela e eu fazíamos; ela, na teoria, era a próxima da lista se as tentativas com a Jemima falhassem, mas só de pensar que as duas dividiam o segredo me corroía por dentro.

Será que elas falam de mim quando estão sozinhas? Será que a Jemima conta os detalhes do meu desempenho? Essa incerteza era um ímã pra minha libido.

Uma tarde, só uma semana depois de ter assinado o contrato, ficou o turno de inventário no depósito dos fundos só comigo e a Jemima. O espaço era apertado, cercado de caixas de papelão e prateleiras altas que bloqueavam a visão da entrada principal. Ela entrou atrás de mim com a desculpa de procurar umas etiquetas, fechou a porta de metal com um clique suave e se encostou nela.

— Você tá muito quieto hoje, Leo — ela disse, cruzando os braços e —me avaliando com aqueles olhos azuis que já conheciam cada fraqueza minha—. Tá pesando na consciência? Ou será que o "tio gente boa" já cansou de cumprir o dever?

Fui me aproximando devagar, sentindo o pulso acelerar. O ar no depósito cheirava a poeira e papelão velho, mas pra mim já tinha o cheiro dela impregnado.

—Não cansei de nada, Mimi... Mas sabe? É impossível agir normal quando te vejo sorrir lá fora, fingindo que tá tudo bem, sabendo que tô te enchendo de porra quase todo dia. Principalmente com a Lilly aqui...

Ela soltou uma risada curta, grave, que percorreu minha espinha. Desabotoou o primeiro botão da camisa do uniforme padrão, deixando à mostra a linha da clavícula.

—Ficar nervoso pensando na Lilly, é? —perguntou com uma malícia evidente na voz, dando um passo à frente até ficar a centímetros de mim—. Imagina como vai ser quando chegar a vez dela. Porque tenho novidades pra você... Os testes da farmácia continuam dando negativo. Ou seja, meu corpo ainda exige mais do seu sêmen. E você não pode negar... —piscou o olho com um sorriso safado—. Você assinou um papel.

O contrato. Aquela folha linda que tinha legitimado meus desejos mais obscuros e me dado carta branca pra apalpar minha melhor amiga à vontade, tinha virado minha "sentença" e meu vício favorito. Sem dizer uma palavra, agarrei sua cintura com força, jogando-a contra a porta de metal, e afundei minha boca no pescoço dela, buscando aquele ponto exato onde sabia que ela começava a perder o controle.

O roçar da minha pele na dela naquele espaço fechado deixou o ar irrespirável. Enquanto meus lábios percorriam seu pescoço, as mãos da Jemima deslizaram com total naturalidade por baixo da minha camisa de funcionário, arranhando de leve minhas costas e me guiando exatamente pro que os dois queriam.

—Aqui não... —sussurrou entre gemidos, se contendo pela metade, com um sorriso safado que entregava tudo— perigo da situação—. Alguém pode entrar pelas etiquetas a qualquer momento...
—Que entrem —respondi com uma mistura de ousadia e o tesão nublando meu julgamento.
Ela soltou uma risada abafada que terminou em um gemido quando uma das minhas mãos desceu firme pela cintura dela, apertando o quadril dela contra o meu e deixando que sentisse o quanto eu estava duro por baixo do tecido. A ideia de que a qualquer segundo alguém pudesse girar a maçaneta da porta e nos encontrar naquela posição clandestina só acelerava meu pulso a níveis perigosos.
Jemima, longe de se assustar, mordeu o lábio inferior e, usando as mãos contra meu peito, me empurrou um pouco para trás só para ganhar alguns centímetros de vantagem. Desabotoou rapidamente os dois botões restantes da camisa de trabalho, deixando à mostra o sutiã preto e aquela pele pálida que já me conhecia de cor.
—Faz rápido então, gênio... —sussurrou no meu ouvido, colando ainda mais em mim.
Não pensei duas vezes. Segurei as laterais da calça dela e puxei pra baixo de forma selvagem até tirar por completo (deixando ela só de meia-calça), e me deparei com a surpresa de que não havia nenhuma calcinha fazendo seu papel...
—Nossa, então você vinha preparada...
—A gente tem um contrato, não tem? —respondeu com safadeza.
Quando me levantei, ela colou os lábios nos meus enquanto eu, com as mãos, abaixava minha calça junto com a cueca. Meu pau já estava duro e pulsando.
Ergui ela sem esforço, envolvendo as coxas dela com meus braços enquanto ela enroscava as pernas na minha cintura. As costas dela bateram de novo contra a porta de metal, mas dessa vez o som ficou abafado pelos próprios lábios dela devorando os meus. Minhas mãos foram direto pra bunda dela, apertando com força a pele e levantando ela um pouco mais pra buscar acesso àquela buceta que nós dois estávamos pedindo aos gritos.
O atrito naquele espaço apertado, cercados de caixas e com o medo constante de que alguém abrisse a porta a qualquer momento, multiplicou a vontade. Entrei nela de uma só vez, fazendo escapar um gemido agudo que ela rapidamente tentou abafar me mordendo o ombro.

—Porra, Mimi... —sussurrei entre respirações ofegantes contra a boca dela.

O ritmo ficou selvagem, guiado pela adrenalina do lugar e pela proibição do momento. Cada estocada fazia o metal da porta vibrar levemente contra as costas dela, e ver os olhos azuis dela cravados nos meus, brilhando com aquela safadeza e satisfação, era todo o combustível que eu precisava.

Minhas mãos marcavam a bunda dela, deixando-a vermelha enquanto o calor do depósito nos envolvia por completo.

Quando finalmente gozamos, foi quase ao mesmo tempo, afogando os suspiros num último beijo longo e desesperado enquanto jorros e mais jorros de porra abriam caminho pela buceta dela. Passaram alguns segundos até o ritmo da nossa respiração começar a acalmar. Eu a baixei com cuidado, ajeitando a roupa dela e respirando fundo pra sacudir a poeira e o suor.

Ela arrumou o cabelo, soltando um sorriso debochado enquanto abotoava a camisa.

—Bom... parece que você continua cumprindo sua parte com capricho —disse com total naturalidade, abrindo a porta do depósito como se nada tivesse acontecido—. Te vejo lá fora...

Fiquei mais alguns segundos sozinho no depósito, com o ar ainda denso e o cheiro do perfume dela misturado com o nosso flutuando no ambiente. Olhei minhas mãos, ainda levemente trêmulas, e depois o volume que começava a acalmar sob minha calça.

Tava errado? Sim, claro que tava. A gente tava no horário de trabalho, no depósito da loja, mas enquanto eu ajeitava a calça e tentava recompor a postura antes de sair, percebi uma verdade esmagadora: a culpa já nem pesava mais. Tinha virado um simples sussurro no fundo da cabeça, afogado pela adrenalina, pelo vício e pela satisfação de saber que minha porra já estava cumprindo seu papel bem lá no fundo dela.
Saí do depósito com o rosto lavado, tentando colocar minha melhor cara de funcionário cansado. O jogo estava só começando, e o pior — ou o melhor — é que isso era só o início com a Jemima. Ainda faltava chegar a vez da Lilly.
O resto do expediente passou em câmera lenta. Entre atender os últimos clientes, limpar as vitrines e garantir que tudo ficasse em ordem pro dia seguinte, meus olhos se cruzavam com os da Jemima de vez em quando. Ela mantinha aquela fachada de funcionária séria e profissional na frente dos outros, mas bastava um segundo de descuido pra ela me dar um sorriso cúmplice ou morder levemente os lábios, me lembrando do que a gente tinha feito poucas horas antes no depósito.
Quando finalmente apagamos as luzes principais, o cansaço físico bateu, mas minha mente continuava a mil. Como já era de costume, saímos juntos e caminhamos, eu levaria ela pra casa.
O ar fresco da noite nos atingiu assim que pisamos na rua. Caminhamos em silêncio pelos poucos metros que separavam a entrada do local até meu carro. Uma vez dentro, enquanto ligava o motor, respirei fundo.
— Que dia que a gente teve hoje, hein? — comentei tentando manter o tom de uma conversa banal entre colegas de trabalho, enquanto engatava a primeira e começava a avançar pela rua escura.
Jemima, sentada no banco do carona, soltou uma risada suave e ajeitou o cabelo. Virou a cabeça na minha direção, cruzando as pernas com uma naturalidade que já me desmontava por completo, respondeu:
— Bom, não sei você, Leo... mas pra mim o turno no depósito me deixou com vontade de repetir...
Nós dois trocamos um olhar cúmplice sob a luz fraca dos postes da rua, sabendo perfeitamente o que aquele silêncio prolongado significava.
Jemima não esperou nem um segundo. Desabotoou o cinto de segurança e, com uma agilidade felina, deslizou pro meio, inclinando-se com decisão pra a altura da minha pélvis. As mãos rápidas dela abriram os botões da minha calça e puxaram o tecido junto com a minha cueca de uma só vez, deixando meu pau exposto, duro e pulsando.

—Eu sei que o trato envolvia inseminação, mas isso é... Um pequeno incentivo... —sussurrou roçando a ponta com o hálito quente antes de me engolir por completo.

O contraste entre o movimento da rua lá fora e o calor úmido da boca dela dentro do habitáculo fechado me fez arquear as costas contra o encosto do banco. Os lábios dela se moviam num ritmo experiente, me dominando por completo, enquanto a mão livre acariciava minhas bolas. Eu só conseguia enroscar os dedos no cabelo dela enquanto a outra mão segurava o volante, segurando os gemidos e me perdendo na adrenalina de saber que estávamos em plena via pública, à mercê de qualquer transeunte, motorista ou viatura, mas sem nos importar absolutamente nada.

Jemima não tinha pressa; ela curtia sabendo o efeito exato que causava em mim. Os lábios dela deslizavam da base até a ponta com uma suavidade desesperadora, pra depois prender minha cabeça com firmeza, chupando num ritmo experiente e profundo que me arrancava suspiros abafados.

Cada descida da cabeça dela era um golpe direto na minha sanidade. Eu sentia o calor do hálito batendo na minha virilha, enquanto a língua brincava com perícia ao redor da cabeça, estimulando cada terminação nervosa. A mão livre não ficava atrás: acariciava minhas bolas com uma delicadeza precisa, apertando e massageando ao mesmo tempo que a garganta dela engolia cada centímetro do meu pau sem hesitar.

—Porra, Jem... —balbuciei sentindo que não tinha mais defesas contra a boca dela.

Sabendo que não tinha mais margem e que o corpo inteiro tremia, Jemima pareceu notar na hora. Ao sentir a rigidez na minha postura e o pulso acelerado do meu pau, ela se agarrou ainda mais. Com uma desesperação faminta, me enfiando até o fundo da garganta enquanto os olhos azuis dela se cravavam nos meus através da penumbra do carro, cheios de uma satisfação desafiadora. Ela não me deu trégua.

—Já não aguento mais... —consegui soltar antes que o primeiro jato quente explodisse direto na boca dela.

Ela não se afastou nem por um segundo; pelo contrário, engoliu meu esperma com avidez, recebendo cada pulsação e garantindo de espremer até a última gota enquanto minha respiração se despedaçava por completo dentro do carro.

Quando finalmente terminou, ela se afastou com os lábios brilhantes e um sorriso de vitória absoluta, limpando o fio de porra que escapava pela comissura com a língua antes de se acomodar de volta no banco dela como se nada tivesse acontecido.

O motor continuava roncando suave enquanto eu tentava recuperar o fôlego, com as mãos ainda no volante e o corpo completamente relaxado pela descarga. Retomei a estrada até a casa dela, sabendo que esse jogo estava só começando a pegar fogo...

As ruas escuras passavam rápido pelo para-brisa enquanto o silêncio no carro ficava confortável, ainda impregnado pelo cheiro do que tinha acabado de rolar. No meio do caminho, Jemima virou a cabeça na minha direção, encostando as costas na porta do carona, e soltou uma proposta que fez minhas mãos se agarrarem um pouco mais no volante.

—Ei... por que você não dorme lá em casa hoje? —soltou com uma naturalidade total, como se estivesse me convidando pra qualquer coisa insignificante.

Genuinamente confuso, virei pra olhar ela por um segundo antes de voltar a atenção pra rua.

—Espera... e a Lilly? —perguntei, sentindo uma pontada de incredulidade e cautela subindo pela espinha.

Jemima soltou uma risada leve, cruzando os braços com uma tranquilidade impressionante que contrastava por completo com meu desespero.

—Ué... não tem problema nenhum com isso. Ela já sabe o que a gente vai fazer —respondeu com um sorriso torto, me olhando de canto. enquanto o carro continuava devorando os últimos metros até seu destino... O trajeto terminou em poucos minutos. Estacionei em frente à casa da Jemima com o motor morrendo num suspiro. Descemos do carro em silêncio e caminhamos até a entrada. Jemima abriu a porta da frente com a chave dela e me fez um sinal pra eu entrar primeiro. Mal cruzei a soleira, o recebimento veio com o som de passos suaves se aproximando pelo corredor. Lilly apareceu na sala. Vestia uma camiseta regata e nada além da calcinha embaixo, deixando à mostra as pernas finas dela, com o cabelo solto e aquele olhar que já não escondia nada. Ela olhou pra nós dois: primeiro pra Jemima, que ainda tinha os lábios levemente inchados e um sorriso de superioridade estampado no rosto, e depois pra mim, que tentava disfarçar o caos mental e a ereção que mal começava a acalmar. —Nossa, vocês demoraram mesmo pra fechar hoje... —disse Lilly, cruzando os braços, com um tom neutro mas carregado de uma dupla intenção evidente. Ela se aproximou devagar, parando a poucos centímetros de mim. Senti o pulso disparar de novo na hora. Jemima trancou a porta atrás da gente com o ferrolho. —Você já sabe como é isso, love... O trânsito tava um inferno e a gente teve que fazer uma parada técnica pra esticar as pernas —respondeu com uma naturalidade insultante, se aproximando pra cumprimentá-la com um beijo suave nos lábios—. Mas te garanto que ele deu conta do recado. Pergunta pra ele se não acredita em mim. Lilly soltou um suspiro debochado e deslizou uma mão fria pelo meu peito, roçando o tecido da minha camisa com as pontas dos dedos enquanto cravava os olhos nos meus. —Duvido nem por um segundo... Dá pra ver na cara dele que vocês aproveitaram bem o tempo —murmurou Lilly com voz baixa, se aproximando do meu ouvido—. Agora vai ser a minha vez de verificar se é verdade que você sempre despacha ela direitinho na loja... As palavras dela me paralisaram fácil. Eu sabia que eventualmente ia rolar com ela, mas era impossível não ser consumido pela antecipação.

O jantar rolou entre risadas cúmplices, olhares furtivos por baixo da mesa e uma normalidade tão fingida que quase beirava o absurdo. Entre nós três comemos algo rápido, e o cansaço acumulado do dia fez com que a ideia de ir descansar chegasse mais cedo do que tarde.

O problema era óbvio: só tinha um quarto e uma cama de casal. Ninguém fez menção de procurar um sofá ou um colchão inflável; o entendimento tácito era absoluto. Já tínhamos dormido os três na mesma cama... A primeira vez foi quando a Jemima e eu assinamos o contrato, mas quando a Lilly chegou em casa, nós dois já estávamos profundamente adormecidos, e quando acordamos no dia seguinte, ela já tinha ido trabalhar... As vezes seguintes foram mais do mesmo, então conscientemente nunca tínhamos ido deitar os três juntos na cama.

Esperei na sala vendo TV enquanto usava o banheiro. Na minha cabeça, ficavam girando as coisas que tínhamos feito hoje... Eu já tinha tido amantes casuais, mas nunca uma "amiga com benefícios", e agora, minha melhor amiga tinha se tornado isso.

Eu estava mais feliz do que nunca com isso. Às vezes eu olhava para ela e pensava em como tinha passado de não ser mais que um amigo que se masturbava pensando nela escondido, para literalmente encher o útero dela quase todo dia.

Quando ela terminou no chuveiro, foi a minha vez. A água quente escorrendo pelo meu corpo me relaxava e aliviava a tensão nos meus músculos. Esse sempre era o meu momento de desconexão do dia. Ao terminar, saí do banheiro usando apenas minhas cuecas para dormir. Não tinha nenhuma troca de roupa naquela casa, já que todas as vezes que fiquei para dormir, tinha feito isso pelado...

Ao entrar no quarto, as duas já estavam prontas para dormir. Nenhuma vestia mais do que roupa íntima... Isso, obviamente, causou um volume por baixo da minha cueca.

Ao apagar as luzes e nos enfiarmos debaixo dos lençóis, a distribuição ficou selada. A Lilly se acomodou do lado esquerdo, virando as costas pra gente na hora e caindo num silêncio profundo, respirando com aquele peso de quem já se entregou pro sono. No meio fiquei eu de barriga pra cima, e na borda direita, a Jemima de lado.

O quarto ficou imerso na penumbra, mal iluminado pela luz da rua que passava pela janela. No começo reinou a calmaria, mas bastaram alguns minutos pra eu sentir o roçar imperceptível de um pé descalço subindo pela minha panturrilha.

A Jemima não ia perder tempo.

Sem fazer o menor barulho que pudesse acordar a Lilly, a perna dela deslizou com uma lentidão deliberada até tocar a raiz da minha coxa, enquanto uma mão começava a traçar círculos quentes e firmes sobre o tecido da minha cueca...

Virei a cabeça com cautela na escuridão, me deparando com os olhos dela brilhando de safadeza a poucos centímetros dos meus. Com os lábios quase se mexendo, sem emitir som, ela sussurrou roçando minha orelha:

— Parece que nossa companheira de cama apagou rapidinho... Mas a gente ainda tem contas a acertar, gênio.

Não precisei responder. Minha respiração ofegante e o volume firme por baixo da cueca já tinham dado a resposta que ela procurava.
Com uma destreza silenciosa, a Jemima deslizou por baixo dos lençóis, encurtando a distância entre nós dois sem soltar um único som.

Os dedos ágeis dela baixaram o tecido da minha cueca com total naturalidade, deixando meu pau completamente livre e exposto ao ar fresco do quarto. Antes que eu pudesse reagir ou soltar um suspiro, ela já tinha se movido pra baixo, se posicionando entre minhas pernas com uma precisão calculista.

Senti o calor úmido da língua dela traçar uma linha lenta da base até a ponta, me fazendo morder o lábio pra não soltar nenhum som. A Lilly estava a só alguns centímetros, respirando com um ritmo pesado, o que transformava cada movimento num exercício absoluto de perigo e adrenalina. Jemima não teve piedade. Pegou meu pau com uma mão e começou a deslizar a boca pra baixo num ritmo constante, afundando fundo enquanto os olhos dela ficavam presos nos meus no meio da penumbra. Cada chupada era calculada, faminta, absorvendo cada centímetro de mim com uma destreza que fazia minhas costas arquearam de um jeito quase imperceptível pra não sacudir a cama e acordar a Lilly.

—Porra... Jem... —sussurrei num sopro, enterrando os dedos nos lençóis.

Me sentindo à beira do abismo, com o pulso disparado e o calor concentrado ameaçando quebrar meu autocontrole, sabia que não tinha muita margem. Meu quadril começou a arquear involuntariamente, buscando seguir o compasso dos lábios dela, enquanto minhas mãos se agarravam desesperadas nos lençóis pra não soltar um gemido.

A Jemima, já expert em ler cada expressão minha, notou na hora como meu corpo inteiro ficava tenso. Em vez de afrouxar o ritmo pra deixar eu gozar na boca dela como da outra vez, parou de repente.

Ela deslizou de volta pra cima, rastejando ao meu lado devagar sobre os lençóis com um sorriso safado e os lábios brilhando de saliva, até ficar de novo na altura do meu rosto.

—Não tão rápido, gênio... Ainda não terminei com você, e a nossa convidada com certeza adoraria ter uma prévia do que espera ela se você não conseguir me engravidar... Claro, isso se ela abrisse os olhos —murmurou num fio de voz, colada no meu ouvido, e depois lambeu ao redor da minha orelha com descaramento.

Sem me deixar recuperar o fôlego, ela se virou com suavidade na cama, montando em cima do meu quadril com uma fluidez impressionante. Ajeitou minha glande bem na entrada dela, roçando nos lábios da buceta e sentindo a umidade prévia enquanto me encarava, me desafiando a manter o silêncio absoluto com a Lilly dormindo a poucos centímetros.

Com o coração batendo forte nas costelas e a respiração presa na garganta, respirei fundo e lentidão. Jemima se debruçava sobre mim, com o cabelo caindo dos lados do rosto e aquele olhar desafiador que me enlouquecia. Segurei sua cintura com firmeza, sentindo a pele quente sob minhas mãos, e comecei a erguer o quadril num movimento lento e medido. Minha glande deslizou para dentro da sua cavidade com uma suavidade desesperadora, encontrando uma fricção úmida e apertada que me fez fechar os olhos com força de puro prazer.

Cada investida tinha que ser milimétrica. Rápido demais e a cama rangeria nos delatando; fundo demais e o gemido escaparia dos meus lábios.

Jemima se apoiou com as palmas das mãos no meu peito, ditando o ritmo de cima. Ela mesma começou a se balançar, arqueando as costas de forma rítmica para receber cada centímetro do meu pau sem fazer barulho. Sua respiração virou um assobio quente que batia no meu pescoço, e cada vez que descia por completo, seus quadris batiam nos meus com um baque surdo, quase imperceptível, mas carregado de uma urgência elétrica.

A poucos centímetros de nós, Lilly seguia de olhos fechados, alheia ao que acontecia. Mas o simples fato de saber que ela respirava ao nosso lado, que bastaria esticar uma mão para nos tocar, transformava cada fricção num ato de puro delírio proibido.

— Caralho, Jem... — sussurrei mexendo apenas os lábios, sentindo o calor se acumular de novo com força na base da minha espinha, exigindo muito mais do que a prudência permitia.

Ao me ouvir, Jemima se inclinou devagar até meu ouvido, com os lábios roçando a cartilagem, e soltou uma risadinha debochada e cheia de veneno puro.

— Que foi? Tá com medo de que minha namorada acorde e nos descubra? — sussurrou com uma voz tão baixa e rouca que um arrepio percorreu toda a minha espinha —. Ou pior ainda... Tá com medo de que ela abra os olhos e veja como você tá me enchendo por dentro enquanto ela dorme?

Suas palavras agiram como gasolina direta no fogo.
—Me fala... —continuou me provocando, acelerando o passo e retomando o ritmo com uma cadência mais pesada e deliberada—. Mostra que garanhão você é, me faz saber o quanto você quer me engravidar... Vai, goza dentro de mim... Me faz sentir o quão fundo você chega... Me faz saber o quanto você quer emprenhar sua melhor amiga...
—Sim... Jem —respondi com um fio de voz, perdendo o pouco controle que me restava e apertando o quadril contra o dela—. Quero te dar um filho... quero que você sinta cada gota dentro de você, bem fundo...
Jemima soltou um suspiro abafado, com os olhos escurecidos de desejo, e acelerou o ritmo de forma implacável, buscando cada canto com desespero.
—Isso, garanhão... me mostra do que você é capaz —sussurrou no limite do fôlego, cravando as unhas com força nos meus ombros—. Enche meu útero, me faz tua bem na cara dela... Vai, vem, se apressa e me mostra que você é meu!
Essas palavras fizeram meu corpo explodir por dentro. A fricção ficou insuportável da melhor forma possível, e com um último impulso profundo e selvagem, senti o orgasmo percorrer desde a base da coluna.
Apertei os dentes com toda a força que me restava, abafando um gemido rouco contra o ombro dela, enquanto soltava jato após jato de porra quente direto no fundo do útero dela, e ao mesmo tempo minha pélvis se molhava com os fluidos dela. Ela também tinha acabado de gozar.
Cada pulsação era uma descarga elétrica que me deixava sem forças, sentindo as paredes dela se contraírem com avidez para reter cada mililitro de mim, garantindo que nenhuma gota escapasse enquanto minha respiração se quebrava na escuridão do quarto.
Por cima de mim, Jemima aproximou meus lábios dos dela e então começou um beijo passivo. Era tranquilo, a língua dela se adentrou buscando a minha, que correspondeu com emoção. Minhas mãos deslizavam das nádegas dela para as costas, acariciando sua pele quente e pele branca. Naquele instante, mais do que minha melhor amiga, ela parecia minha mulher...

Depois de alguns minutos, ela se afastou com cuidado, levantando da cama na ponta dos pés.

—Volto num minuto... Vou ao banheiro me refrescar um pouco — sussurrou com um sorriso safado e cúmplice na penumbra, antes de sumir na pontinha dos pés pelo corredor.

Com o corpo pesado, completamente relaxado e sentindo o calor do que acabávamos de fazer, me acomodei melhor sob os lençóis. A adrenalina começava a dissipar, dando lugar a um torpor gostoso. Fiquei meio sonolento, com a mente vagando num loop doentio, recriando uma e outra vez a imagem da Jemima gemendo em silêncio por cima de mim, sabendo que acabava de gozar dentro dela... Imaginando como seria repetir aquilo, realizando cada uma das fantasias mais sujas que passavam pela minha cabeça.

Estava prestes a me render de vez ao sono quando senti o toque inconfundível de uns pés deslizando devagar pela minha panturrilha.

Um arrepio subiu pela minha espinha, me tirando do torpor na hora. Virei a cabeça lentamente, sentindo o coração voltar a bater forte contra as costelas, e me deparei com o olhar fixo e brilhante da Lilly na escuridão. Os lábios dela se curvaram num sorriso lento, carregado de uma cumplicidade perigosa, antes de sussurrar direto no meu ouvido com um fio de voz:

—Nossa, então é isso que me espera... Tô ansiosa, garanhão.

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