Comendo uma coroa gostosa

Como eu comi a mãe do meu melhor amigo
Naquela época eu tinha 14 anos, precoce, meu pau de 18 cm e tava no segundo ano. A gente tinha ido com a escola numa viagem escolar pra San Luis. A viagem era de duas semanas. Saímos num domingo às 6h30 da manhã com todos os meus colegas de escola. Nos acompanhavam duas mães e a coordenadora. A coordenadora tinha uns 40 anos, meio gordinha, morena e sem corpo bom. Uma das mães era a mãe do meu melhor amigo, Gabriela (não é o nome real), que tinha umas tetas enormes, loira e uma bunda aceitável. A outra mãe eu não conhecia, mas tinha uma cara de puta bonitinha, uma raba mais ou menos e uns peitos bons com os bicos aparecendo. Então partimos com todos os meus amigos e amigas. Na viagem, de sacanagem, encostei meu pau na perna de uma colega e ela não falou nada, ou seja, comecei com o pé direito.

Depois de uma viagem de 5 horas, chegamos no hotel em San Luis capital. O hotel era show, com piscina e TV em todos os quartos. Tava me divertindo, apalpando minhas colegas bem putinhas na piscina, zoando com meus amigos e indo nas excursões. Três dias depois, caí na cama com 40 graus de febre. Chamaram um médico e ele diagnosticou gripe. "Que merda", pensei. Naquela noite, a coordenadora me atendeu super bem. Na manhã seguinte, meus colegas tinham uma excursão que ia durar o dia inteiro. A Gabriela ficou com pena e se ofereceu pra ficar comigo.

Bom, lá pelas 11 horas meus colegas foram embora. Eu tava vendo TV no meu quarto, até que meio-dia a febre subiu pra 40. Tomei o antibiótico que o médico receitou, mas não baixava. Fiquei assim uma hora, até que a Gabriela falou: "Bom, vou fazer uns paninhos com gelo pra você". "Sim, sim", respondi eu, que tava nas nuvens por causa da temperatura. Ela colocou um pano num balde com gelo que tinha preparado. Botou na minha testa e nas axilas por 15 minutos, mas a febre não baixava. Foi aí que ela disse: "Fede, não se assusta, mas tenho que colocar o pano em... bom, perto do seu genitais, porque é uma área cheia de gânglios, e vai ajudar a baixar a febre? Sim, sim, eu falei. Não me incomodava nada, porque como já disse, eu tava viajando. Lembro que quando era pequeno, minha mãe fazia isso quando eu ficava doente. Ela enfiou a mão por baixo da minha cueca e apoiou o lenço no meu pelo pubiano. Quando trocou de lado, roçou os dedos na cabeça da minha piroca. Eu nem notei, e meu pau não subiu por causa da febre. Ela trocou de lado de novo, e aí, mais descaradamente, passou a palma da mão suavemente por cima. Ficou assim por 15 minutos, me tocando a rola sem eu perceber. Quando a febre baixou, fiquei pensando no que aconteceu, "deve ser minha imaginação", pensei. Mas não podia ficar na dúvida. Gabriela me deu o termômetro pra eu medir a febre, que ela ia comer algo e voltava em 5 minutos. Na hora, tive uma ideia, coloquei o termômetro na lâmpada. Depois de um tempo, o termômetro marcava 40 e meio. Quando ela voltou, mostrei pra ela. Ela foi buscar o lenço e a bacia. "Aqui vamos nós", eu me fazia de delirante. Ao ver meu estado, ela baixou minha cueca deixando minhas bolas à mostra. Depois de alguns minutos, baixou mais deixando meu pau à mostra. Meu pau começou a ficar excitado. Isso era algo que eu não tinha pensado. A putinha, dessa vez, achando que eu tava delirando, acariciou toda a minha pica. Ela não aguentou e subiu. Ao ver isso, ela desconfiou e pediu pra eu medir a temperatura. Eu medi, dei o termômetro pra ela, ela olhou, riu e disse que eu já tava bem. Por um lado, me senti mal porque meu plano falhou, mas por outro, confirmei que a punhetada tinha sido real. Como ela não apareceu por uma hora, pensei se ela tinha ficado brava. Fui até a porta do quarto dela. Espiei porque tava entreaberta, e vi ela enfiando os dedos. Isso me excitou e eu bati uma punheta ali mesmo. Fui pra cama e depois de um tempo ela apareceu. Ela disse: "Fede, vou deitar aqui porque sozinha fico entediada". "Sem problema", falei. Ela se jogou na outra cama. cama que tinha no quarto e pegou um livro. Daí a pouco, caiu (ou jogou de propósito) do lado da minha cama. Se abaixou pra pegar, me mostrando toda a raba. Era uma legging, e dava pra ver a fio dental. Não aguentei e passei a mão. Ela me olhou e deitou. Eu levantei, me joguei em cima dela e comecei a beijar. Apertei os peitos dela, e depois enfiei a mão na buceta, primeiro por cima e depois por baixo da fio dental. Enfiei dois dedos e ela começou a gemer enquanto me tocava a piroca e me batia uma. "Tira tudo, putinha?" Ela tirou a roupa rápido. Quando vi aqueles peitos, não resisti e chupei eles por uns 10 minutos. Ela me afastou e chupou minha piroca. Enfiava até a garganta, chupava minhas bolas, eu não aguentava mais de prazer e ela continuava metendo na boca, engolia tudo, eu não podia acreditar. Avisei que ia gozar, e a putinha bateu uma e abriu a boca. Eu gemi e enchi a boca dela de porra. Nas minhas punhetas, nunca tinha saído tanta. Na hora ela ficou de quatro, mas eu falei que ia meter primeiro na buceta. Abri as pernas dela e enfiei meu pau até o fundo, gemendo a putinha se agarrava nos peitos e pedia mais. Depois de comer ela um bom tempo, ela teve o primeiro orgasmo. Eu gozei bem dentro, e ela ficou brava, porque queria a porra na cara. Virei ela, com os sucos dela lubrifiquei o cu e ela falou: "Por aí devagar, hein?" Eu não liguei e meti com tudo, e quanto mais ela gritava, mais forte eu metia. Eu empurrava com tanta tesão que bati ela contra a parede. Enfiei dois dedos na buceta e apertei os peitos. Ela teve outro orgasmo, eu tirei o pau e enchi a cara e o cabelo dela de porra, ela se desesperava pra pegar alguma na boca. Ela chupou de novo e aí se realizou engolindo toda minha porra. A mina tava toda doida, porque pedia pra eu mijar no cabelo dela, coisa que eu fiz na hora.

4 comentários - Comendo uma coroa gostosa

ema_24 +2
Jajaj todo bien, pero mucho verso amigo!