Mi hermana y yo, dos lindas trolas

Há pouco tempo, me ofereci pra escrever contos pra quem quisesse. Foi assim que conheci um jovem, com quem batemos um papo sobre alguns aspectos do conteúdo, e saiu essa história gostosa, espero que vocês curtam. Os nomes são fictícios…
……………………………………Oi, me chamo Marcos, tenho uma família gostosa, sempre deixaram a gente fazer o que quiser, eu e meus irmãos. Mas quem tenho mais intimidade é com minha irmã Paola, que não só é quem sempre me entendeu, mas também a dona das roupas que eu vivo roubando dela pra vestir, naqueles momentos em que quero me sentir uma putinha. Por um lado, sou louco por ela, ela é promotora, já me rendeu inúmeras punhetas, e por outro, dava pra ver que eu queria imitá-la, uma parada de transferência, diria, já que roubava as roupas dela e me mexia igual a ela, tirava fotos como uma mulher insaciável.Eu tenho 1,65m, peso 60 quilos, sou moreno, olhos castanhos, tenho uma cintura boa. Me ajuda que desde pequeno joguei hóquei e também malho bastante, o que me deu uma bunda bem tentadora. Joguei até dezembro do ano passado num clube conhecido. Minha família é composta pelo meu pai, minha mãe, uma irmã de 20 (promotora), um irmão de 14 e eu, com 18. Minha irmã tem um guarda-roupa cheio de roupas, desde calçados até roupas esportivas e de festa. Ela está sempre vestida de forma muito chamativa, o que eu invejo, mas ao mesmo tempo é ótimo pra usar as roupas dela.

Pela rotina, já vi ela entrar e sair do banheiro um monte de vezes, nua ou semi-nua, sempre linda e sem nenhuma timidez, o que fez com que eu fosse desejando ela cada vez mais. Espio as redes sociais dela sempre que posso, e me masturbo pesado vendo as fotos semi-nuas que ela tira, que com certeza é pra esquentar uns machos. Outra noite, estávamos vendo uma série, 365, bem hot, e eu puxei o assunto de sairmos juntas, ela com as roupas dela e eu com alguma dela que ela sugerisse, pra ir a um bar e ver se a gente pegava alguém. A primeira reação dela foi me olhar como se eu fosse louco, e claramente me disse isso, perguntou que bicho me mordeu, ou se eu tava zoando. Como a gente tinha aberto uma garrafinha de champanhe enquanto via a série, ela tava meio alta, então eu me deitei em cima dela no sofá. Ela fingia que não gostava, mas fora uma resistência fraca que fazia, ela adorava que eu apalpasse ela e até em alguns momentos sentiu claramente como meu pau esfregava na coxa dela.

Eu fui além, apalpei os peitos dela, perguntei que tamanho de sutiã usava, e até tirei um pra fora e passei a boca delicadamente. Parece que ela tem o mesmo tesão que eu, porque ela gritava mas se deixava, e avançava na conversa, perguntando onde eu queria ir, pra qual bar ia levá-la, e me zoava dizendo que nenhuma calcinha fio dental dela ia servir em mim. Meus pais tinham saído, meu irmão tava num churrasco. então a gente tava sozinho em casa, aí eu falei pra ela que se quisesse, eu mostrava como ficava nela as calcinhas fio dental, que uma vez eu já tinha vestido uma. Parece que a ideia animou ela pra caralho, fomos pro quarto dela e do armário ela pegou umas fio dental. Eu vesti uma vermelhinha que eu amava, enfiei bem na bunda, e mesmo com a pica dura pra caralho por causa da putaria do amasso, me virei de frente pra ela, pra ela me falar como tava. Ela se assustou com o volume que minha pica tinha crescido, tanto que falou “Maninho, o que rolou contigo, o que a gente tem aqui”, e me puxou até meu pau, apertando ele com a região da buceta dela. Eu tava explodindo, falei pra ela me acariciar toda (tava morrendo de vontade de sentir a mão dela na minha bunda, ou ela brincar com os dedinhos), e ela, uma velha safada e geneticamente idêntica a mim, fez exatamente isso, enfiando um dedo na minha bunda e fazendo minha pica explodir de tesão… A gente tava nessa quando chegou uma mensagem pra ela de um amigo pegador, Lucas, que chamou minha irmã pra sair, mas como ela falou que tava com um amigo, ele pediu pra ela levar uma amiga. Ela me contou na hora, falou que eu tinha que ir com ela, e que ia me chamar de Fanny. Começou a procurar roupa pra ela, e roupa pra mim; ela vestiu um shortinho rosa, com uma blusa preta de alcinhas que deixava os peitos quase à mostra pra todo mundo, tava uma delícia, levantava a bunda e perguntava se tava bonito. Pra mim ela emprestou um conjunto quase igual, só que o short era branco, com uns cortes que deixavam mais sensual, e minha blusa era azul, justa mas sem alças, porque ia dar pra ver que eu não tinha peitos… as duas calçamos umas botas cano alto pretas, tomamos uma taça de champanhe, e fomos pra porta, onde eles já tavam esperando. Não quero encher o saco de vocês com o que rolou naquela noite, uma festa do caralho, o amigo do Lucas se chamava Matías, era muito tarado, toda vez que podia me agarrava a bunda, me amassava sem parar, enquanto a Paola se dava super bem com o chongo, tanto que lá pelas 5 ela falou que a gente podia ir pra casa… já imaginava tudo o que vinha, então quando chegamos no quarto, terminamos os quatro pelados, meia-luz, muita paixão e um monte de álcool, mas uma vontade de curtir que era foda… foi uma festa do caralho, nunca esqueço as vezes que o Matías me comeu, e eu pensava que tinha terminado assim, bem promíscua, depois de ter começado apalpando os peitos da minha irmã.

2 comentários - Mi hermana y yo, dos lindas trolas

Me encanta y quisiera más sobre esta historia
Tengo que imaginarme más acciones....