Me suspenderam o outro usuário, então tô postando a mesma história com outro título. Aqui podem me chamar no privado e comentar. Essa é uma história única em várias partes. Se vocês gostarem, vou continuar escrevendo, espero que sim. Meu nome é Florencia e fui mãe muito nova. Depois de alguns anos, me separei do pai do meu filho e ele ficou morando comigo. Chegou a hora em que meu filho (Luqui) terminou o ensino médio, já tinha 18 anos e nunca tinha dado problema, ou pelo menos era o que eu achava. Depois do verão, ele ia começar a faculdade e eu resolvi fazer uma festa surpresa pra ele em casa. Falei com um amigo dele (Seba) e ele cuidou de convidar todo mundo. A maioria eu conhecia, mas alguns caras e umas minas não. Um deles me chamou a atenção (Marcos), era muito gato, grandão e com o corpo todo trabalhado, dá pra ver que malhava. Ele parecia ser popular, mas não falava muito com meu filho. A festa foi totalmente normal até eu decidir ir dormir pra eles poderem fazer coisas de adolescente sem se sentir vigiados por uma mãe. Quando eu tava indo dormir, esse cara me intercepta e começa a falar comigo de um jeito bem simpático. Tinha uma certa tensão, mas tudo muito respeitoso. Ele se aproxima devagar e fala que eu tô muito gostosa, eu tinha bebido e sorri agradecendo. Ele confessa que curte mulheres mais velhas e pega na minha mão, se aproxima rápido e me beija. Eu afasto ele na hora — Que isso, sem noção? Falo. — Você gostou, né? Ele responde — Cala a boca. Me beija de novo de um jeito delicioso e aí eu me entrego pra aqueles beijos. Sinto ele pegar na minha bunda e começo a ficar com tesão. Fico beijando ele muito, adoro o que ele faz com a língua. Ele se afasta da minha boca e eu não entendo nada, pergunto — O que foi? — Nada, queria ver sua cara. Ele responde. A gente continua se beijando e ele me leva pra minha cama. Reajo e falo... — Para!! O Luqui não pode nos ver. — Fica tranquila, ele diz, os caras vão entreter ele, já cuidei disso. Não perguntei mais. A excitação toma conta do meu corpo. A gente Fechamos no meu quarto e começo a passar a mão na pica dele por cima da calça, já tava dura e dava pra ver que era grande. Ele pega minhas duas mãos, levanta e sussurra no meu ouvido... — Ajoelha, puta. Obedeço. Ele dá um passo pra trás, abaixa a calça e a cueca, senta na minha cama e fala — Vem de quatro, puta. Vou engatinhando até a pica dele e começo a chupar. É uma delícia, gostosa pra caralho, passo a língua por toda ela e enfio quase inteira na boca. Ele me engasga e eu adoro isso. Me puxa pelo cabelo e tira, dizendo — Que puta gostosa que você é, vou te fazer minha. Ele leva minha boca de volta pra pica dele e eu continuo chupando. Me tira de novo e fala, quase rindo — Vamos brincar de uma coisa: vou meter a mão na sua calcinha fio dental... Imagino que você esteja de fio dental, né? Eu confirmo com a cabeça. — Assim que eu gosto. Se você tiver a buceta molhada, perdeu. E como você perdeu, vai ficar de quatro sozinha e falar que precisa da minha pica. Ele desabotoa minha calça, fico só de fio dental, mete a mão e eu tava encharcada. Ele fala — Que suja você é, toma, chupa esses dedos. Chupo na hora. Ele me dominava completamente e eu adorava, não entendia como um cara conseguia me dominar daquele jeito, mas eu tava louca de tesão. Sozinha, subo na cama pra ficar de quatro como ele mandou. Quando tô subindo, ele me dá um tapa bem forte e eu grito, mas de tesão, e ele responde — Ah, você gosta?! E sim, você é muito, muito puta. Reajo e falo que no gaveta tinha camisinha, mas ele ri e responde — Você quer que eu use camisinha? Acho que não... Fala a verdade, puta. Eu nego com a cabeça e depois disso ele começa a me comer de quatro. Me segura firme pela cintura e me fode tão gostoso. Fazia tempo que não me comiam assim. Ele era um amigo do meu filho, ou pelo menos era o que eu achava naquele momento. Ele me dominou por completo, me virou e me comeu por cima, depois a gente girou e eu sentei em cima dele, de costas, depois de frente... Todas as posições que ele queria, eu fazia e aproveitava cada uma. Gozei. 3 vezes e ele nada. Depois de um tempão, ele fala que queria gozar, e eu me agachei sozinha. — Vai tomar o gozo? Ele pergunta. — Sim, meu amor. Eu respondo. — Não se engana, não sou seu amor, sou seu papi, entendeu? — Sim, papi. Ele enche toda minha boca, não deixa cair nem uma gota e me obriga a engolir. Tava muuuuito gostoso. Eu caio rendida na cama... Ele, como se nada, se troca e fala que vai embora. — Slutty, isso vai se repetir, de agora em diante você é minha puta... Vou levar isso. Pega a calcinha fio-dental e vai embora, eu fico completamente dormindo, extasiada por esse encontro com um cara, mas de alto nível sexual. Não sei como a festa continuou nem como terminou, só queria dormir. Essa é a primeira parte, se derem likes e alguns comentários, conto a segunda parte. Flor
15 comentários - O "amigo" do meu filho
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