— O que você tá esperando, mano? Quer ver minha buceta molhada ou não?
Martín saiu do transe e se aproximou dela de novo.
— Siimm, quero, Agus.
— Então abaixa minha calcinha!
O mano colocou as duas mãos nos quadris da irmã mais velha, que tava de quatro, apoiada com as mãos na mesa, e pegou o elástico da calcinha de cada lado.
Enquanto Florcha observava eles atentamente, o garoto começou a abaixar devagar, puxando pra baixo. Enquanto ele abaixava a calcinha, Agustina tava curtindo de olhos fechados e mordendo os lábios, morrendo de vontade de mostrar a ppk pro irmãozinho mais novo.
Martín continuou abaixando, o elástico já tava nos músculos da coxa, e a parte do pano que cobria a buceta dela custava a descer, como se a calcinha tivesse grudada naquela ppk molhada.
O tecido tava tão úmido que quase colou na pele dos lábios da ppk da Agustina.
Ele abaixou mais um pouco, e finalmente aquela parte se soltou da ppk, descendo com o resto da calcinha até as coxas. O garoto soltou, deixando ela assim, abaixada até o meio da coxa.
Assim que soltou, olhou pra aquela parte e conseguiu ver só as dobrinhas rosadas aparecendo.
Quase gozou sem nem se tocar.
— Tá olhando minha ppk, mano? — perguntou Agustina.
— …Sim… mas só um pouco… posso me abaixar pra ver direito?
— Pode…
Martín se ajoelhou no chão, agora com o rosto na altura da raba da Agus. Uff. Agora sim ele conseguia ver bem a ppk da irmã.
Ela tava levemente aberta, com os lábios bem rosados e brilhando de tão molhados.
O moleque quase só a pica dela pura excitação.
—E aí?... Cê gostou? —Agus perguntou de novo.
—Siiiiim... é linda, mana!
Martín continuou olhando pra ela, quantas vezes tinha sonhado com esse momento, e agora era real!
Agus tava adorando mostrar a buceta pro irmãozinho dela.
Além disso, dava pra ver um pouquinho do cu dela também, todo brilhando por causa da baba da pica dele, que minutos antes tinha enfiado.
Ele se aproximou mais, até ficar bem entre as pernas da irmã.
—Posso tocar em você?
—NÃO! Era só olhar, cara!
—Tá bom! Não fica brava...
Vendo aquela rachinha molhada, que tantas vezes ele tinha sentido o cheiro, que tantas vezes tinha sonhado em ver... queria tocar, chupar, passar a língua, comer, meter pra dentro...
Ele tava vendo a buceta da linda irmã dele, enquanto ela mostrava toda gostosa.
—Pronto? —Agustina disse, segurando o elástico da calcinha.
Ela começou a subir, até vestir ela toda...
Martín se levantou de novo... e olhou pra Florcha. Ela tava tão excitada quanto a irmã, e também queria mostrar a buceta.
Enquanto a Agustina olhava também, com cara de safada, a Florcha, sem falar nada, se colocou na mesma posição e levantou bem a saia. Na hora, Martín se posicionou atrás dela, se abaixando entre as pernas dela, vendo a calcinha enfiada na raba.
—Ah... não sei... —Florencia disse, quase se arrependendo.
—Vaaaaai!... é sua vez! Quer que eu tire sua calcinha, Flor? —o garoto perguntou.
—Não... tô com muita vergonha!
Depois disso, Agustina se colocou do lado dela, e segurou o elástico da calcinha da irmã.
—Eu tiro pra você, quer? —Agus perguntou pra irmãzinha.
—...Tá bom. —Florencia concordou.
Agora sim, Agustina começou a abaixar devagar a calcinha da irmã, descendo pelas bundas, até as coxas, enquanto o garoto assistia na primeira fila o espetáculo. A irmã mais velha tirando a calcinha da mais nova pra mostrar a buceta. usa a palavra: buceta nele! Assim que baixou até as coxas dela, soltou. Dava pra ver toda a calcinha encharcada. Martín olhou pra ela, e desceu o olhar até a virilha, debaixo da Booty.
Florcha tinha a buceta mais fechada, com o grelo no meio, sem mais nada, e os lábios grandes bem gordinhos dos lados. Dava pra ver uns pelinhos escuros. O garoto também notou como ela tava toda molhada.
Mesmo estando super excitada, ela tava morrendo de vergonha.
— Já viu minha xereca, irmãozinho? — perguntou Florencia, apressada pra puxar a calcinha de novo.
— Mais um minuto, Flor… adoro como fica toda molhada…
As duas minas não aguentavam aqueles estímulos… era tão excitante. Se sentir tão putas e safadas deixava elas loucas.
— Cê gosta da xoxota da Flor? — perguntou Agustina pro irmão.
— …Muito! Gosto das duas…
Agustina continuava de pé do lado da irmã. Enquanto olhava pra ela, enfiou a mão na parte interna das coxas, acariciando ali.
Martín observava tudo e não acreditava.
Florcha tava derretendo, não ia aguentar muito.
— …Chega, Agus..! — disse pra irmã.
Agustina já sabia certinho que Florencia tava no limite do orgasmo. Subiu a mão pela coxa, até chegar na usa a palavra: buceta. A mais nova tremeu.
Agus passou a pontinha de um dedo por cima do clitóris… todo inchadinho e babado.
Assim que sentiu, Florencia se agarrou na irmã. Segurou o braço dela.
Agustina só sorriu, e agora com dois dedos, levou até os lábios vaginais e, colocando um dedo de cada lado, abriu um pouco.
— Olha bem pra ela, cara. — disse Agustina pro irmão.
O garoto ficou pasmo, agora vendo a irmã mais velha abrindo a buceta da Florcha, mostrando pra ele.
Enquanto Agus abria, os fios de lubrificação esticavam entre os lábios… agora o garoto conseguia ver os lábios menores aparecendo, avermelhados. Tudo tava extremamente molhado ali.
— Você vai me fazer gozar!! — disse Florcha, já desesperada, pra irmã dela. Agustina passou um dedo por dentro dos lábios dela, até voltar pro clitóris. Florencia não aguentou mais. Tapou a boca com a mão, enquanto começava a gemer, e o corpo dela se contorcia. Agustina continuou estimulando o clitóris dela agora a todo vapor, passando o dedo em círculos. A mais nova gemia baixinho, enquanto a irmã mais velha a masturbava e a fazia tocar o céu com tanto prazer. Depois do tremor nas pernas… tudo se acalmou… Martín observava como da buceta da Florencia saíam duas gotas de fluido, que caíam na coxa e desciam pela perna… Agustina tirou a mão de lá e subiu a calcinha da irmã. Florcha ficou parada… com a cara vermelha… mal reagiu, se levantou e ajeitou a calcinha que incomodava. Olhou pros dois e sorriu. O garoto também se levantou, enquanto se olhavam. — Adorei ver vocês..! — Eu também gostei de te mostrar, seu safadinho! — …Eu também… Martín olhou pra pica dele, super ereta e dura na frente delas. Pegou nela só com os dedos e puxou a pele pra baixo, mostrando a glande inchada pras irmãs. O rapaz ficou olhando nos olhos das duas. — O que foi? — perguntou Florencia. — É que… bom… depois de ver a buceta de vocês.. me deu uma puta vontade de foder!.. Enquanto olhava pra elas, queria meter o pau ali..! — …Bom, isso aí não dá, cara.. isso é super proibido! Entendeu? — disse Agustina. — Aaah… Entendo… mas quero foder! — Eu também agora tô com vontade de foder, irmãozinho. — disse Agustina. — Sério? — Sim.. você não viu como eu tô com a xota molhada? O rapaz concordou. — Quando as garotas tão com a buceta tão molhadinha assim é porque querem foder, irmãozinho. Mas entre nós não pode porque isso seria incesto! — É.. eu sei… bom.. você mostraria a buceta de novo, Agus? Quero ver ela de novo! A garota sorriu. Estava esperando que ele pedisse.
—Sim, pendejito…
Agustina, de frente para o irmão, levantou a saia e puxou a calcinha pro lado, mostrando a pussy de frente e o pubis depilado.
—Adoro sua pussy, irmãzinha!.. Bom, a sua também, Flor…
As duas riram. Martín olhava a virilha da irmã, vendo a rachinha…
—E por onde eu tenho que meter pra foder? Me mostra, Agus?
—Tá falando sério que não sabe?!
—Bom… mais ou menos! Vi vários vídeos na Internet, mas… Agora, na real, é diferente!
—Jaja! Quer que eu te ensine a foder de verdade?
—Siiim.
—Bom… mas vamos pro quarto! Aqui a mamãe pode nos ver!
—Ela já tá dormindo…
—Bom, mas não confio! Você porque não liga pra nada!
Agus abaixou a saia, ajeitou a calcinha e foi até o quarto dela.
Martín seguiu ela com a cock de fora, e Florcha foi a última, apagou a luz da cozinha e os três entraram no quarto das meninas.
—Fechem bem a porta!
Florencia fechou. Agustina acendeu a luz do criado-mudo, quando o phone dela tocou. Era o namorado mandando mensagem pra se verem. A garota leu.
—Esse idiota quer que a gente se veja… não enche agora, querido. — Disse Agus pros irmãos.
—O que você vai falar? — Perguntou Martín.
—Nada… que não tô afim! Jajaja.
Ela escreveu pra ele, apertou enviar.
Depois disso, Agustina subiu na cama dela.
—Sentem no chão que vou ensinar vocês dois! — Ordenou Agustina.
Os dois obedeceram, então Martín e Florcha sentaram no chão, na beira da cama, olhando pra Agustina.
—Bom, primeiro vou tirar isso…
Agustina tirou a blusa, ficando de sutiã, e também tirou a saia, agora estava de roupa íntima na cama. Que deusa que era!
Ela sentou na cama e abriu bem as pernas. Dava pra ver todo o tecido da calcinha na região da buceta bem molhada.
Agus puxou a calcinha pro lado de novo e deixou ela assim, mostrando bem a pussy pra eles. Perninhas abertas pra mostrar pro irmão e pra irmã mais nova.
— Olha aqui, irmãozinho…
A garota levou os dedos até a pussy e abriu bem os lábios vaginais, mostrando tudo.
— É aqui que você tem que meter o pau! — Disse Agustina, apontando com o dedo pro buraquinho vaginal.
Martim olhava, mas não tava reparando muito. É que nem dava pra ver o furinho direito. Só dava pra ver os lábios rosados e molhadinhos.
— Cabe aí dentro? — Perguntou o menino, surpreso.
— Sim…
Agustina enfiou um dedinho na pussy pra mostrar melhor pros irmãos.
— Tá vendo como entra?
Martim concordou, com a cock apontando pro teto.
— Pra meter o pau, a pussy tem que estar excitada, irmãozinho… igual a minha agora, entendeu?
— Sim…
Agustina tirou o dedo da pussy, todo lambuzado de fluido, e chupou ele.
— Outra coisa… quando você tiver uma namorada e for meter na pussy dela… nunca, mas NUNCA faça sem camisinha… me ouviu?
Martim concordou.
— Pra você também, Flor… nunca vá transar sem camisinha! Tô falando por precaução…
Florzinha também concordou.
— Bom… agora vou ensinar outra coisa…
Agustina se levantou e virou de costas. Se ajoelhou na cama, mostrando a Booty pros irmãos. Apoiou a cabeça no colchão pra se inclinar e levantar mais a Booty.
Ela baixou a calcinha assim… Martim quase morreu. Baixou até as coxas e deixou ela ali. Agora ele podia ver a bunda e a pussy da irmã mais velha, ajoelhada na cama!
— Também dá pra transar pela Booty… eu ainda não fiz, mas posso ensinar como se faz.
Agustina levou as duas mãos pras nádegas e abriu bem elas, mostrando o furinho pros irmãos… Ela tinha uma bunda em formato de asterisco perfeito, bem rosadinha e fechada.
— Tão vendo bem a Booty? — Perguntou Agustina.
— Sim — Responderam os dois.
— Ok… esse furinho é mais fechadinho que a pussy… pra meter lá tem que passar babinha, senão não entra!
A garota Levou um dos dedos até a entradinha, passando por cima.
— Quer enfiar o pau aqui, irmãozinho? Assim eu te ensino direitinho.
— Ok.
— Se você tentar enfiar na pussy, juro que te mato…
— …Calma! Não vou fazer isso, Agus..
— Mais te vale!
Martín se levantou, com o pau duríssimo. Tinha a irmã ajoelhada na cama, mostrando a bunda e a pussy. Deus. A pussy estava tão gostosa que era impossível não querer enfiar ali. Tão rosada e inchada, tão brilhosa e molhada… mas ele mirou mais pra cima, e encostou a cabecinha no buraquinho da booty.
Agustina sentiu, enquanto continuava abrindo a booty com as mãos.
— Mmmm… bom… pra meter pra dentro, você tem que passar babinha assim, irmãozinho…
Agustina passou um pouco de baba nos dedos e levou até o buraquinho. Passou por ali, roçando de leve no pau do irmão, lambuzando a booty de baba.
Depois que já tinha a bunda toda melada, Martín encostou de novo ali. Percebeu como deslizava bem mais. Queria abrir aquele cu virgem e tão fechadinho.
— Não empurra, senão você vai meter! — disse Agustina.
— Irmãzinha… quero meter em você! Um pouquinho que seja..
— NÃO!… Tá vendo, Flor?
— Sim…
— É sua vez agora!
— …Fico igual você?
— Sim, boba!
Florencia se levantou, tirou a saia… e se ajoelhou na cama ao lado da irmã. Dessa vez, ela mesma abaixou a calcinha.
Martín ficou atrás dela. Mãe de Deus! Agora o pau dele apontava pra bunda mais grande e perfeita do mundo, e pra pussy virgem e fechadinha da irmã Florcha…
— Então, Flor… pra comer pela booty, você tem que estar bem preparada!.. primeiro, abre ela bem!
Florcha obedeceu. Abriu os enormes glúteos com as mãos. Agora o garoto podia ver o buraquinho dela. Era mais da cor da pele, mas igualmente fechadíssimo igual ao da irmã.
— Isso, pequena!.. Agora vou passar babinha na sua booty…
Agustina se cuspiu nos dedos e passou no buraquinho da bunda da irmã dele. A Florença adorou.
- Pronto! Agora ele vai botar aí.. você vai ver que vai gostar!
Martín fez isso. Chegou perto e colocou a pica na bunda, molhando de novo a cabeça com a baba da Agustina, enquanto apertava ela no cu da Florcha.
- Tá gostando? - Perguntou a Agus.
- …Sim…
O garoto continuou brincando… empurrou um pouco, e sentiu que quase enfiou! Escorregou na baba.. mas por um momento jurou que quase meteu no cu dela…
- Assim que se fode pela bunda! Aprenderam?
As duas concordaram com a cabeça. Mas Florença queria continuar sentindo aquele pau duro na entradinha dela…
Martín se afastou, porque já tava perto de gozar.
- Agora não aguento mais, meninas.. preciso gozar!
As duas se levantaram e subiram a calcinha de novo. Sentaram na cama, olhando pro irmãozinho com a mão na pica.
Martín começou a masturbar ela, mas… parou.
- Vai! O que foi? Queremos ver você se masturbando, irmãozinho! - Incentivou a Agus.
- …É, mas… quero uma coisa!
- O quê?
- Deixam eu gozar nos peitos de vocês?
As duas se olharam.
- Em mim ou nela? - Perguntou Agustina.
- Nas duas!
Imediatamente riram.
- Sei não!... Por mim.. deixo… mas ela não sei se topa! - Respondeu Agustina.
- Você topa? Vaiii…
- Sei não!... - Disse Florença.
Martín começou a bater uma mais um pouco…
- Deixa eu gozar nos seus peitos, Flor… é a mesma coisa que na bunda!
Florcha olhou pra irmã dela… e se convenceu.
- Quer fazer as duas juntas? - Agustina.
- …Tá bom!.. mas o que eu tenho que fazer?
- Nada! Chega mais perto de mim.
Imediatamente, as duas sentaram na beira da cama, bem juntinhas.
Agora o garoto tava de pé na frente delas, a poucos centímetros. A pica ficava na altura das caras das duas. Ele dobrou um pouco os joelhos, pra apontar pros peitos das irmãs.
Dava pra ver quatro peitos muito gostosos por baixo dos sutiãs… aqueles decotes matavam ele! garotas, muito excitadas, não tiravam os olhos daquele pau duro e pulsante… queriam receber porra quente nos peitos… Martín continuou, até que ver as caras e os peitos das irmãs foi o ponto final. Ele apertou forte enquanto se masturbava, já saindo o sêmen. Apontou bem e o primeiro jato caiu no sutiã da Agustina, os restantes na parte de cima dos peitos, logo em seguida se moveu um pouco pra Florencia, enquanto ainda saía porra, e gozou nos peitos dela também… Florcha assim que sentiu a porra, agarrou o braço da irmã. As últimas gotas caíram nas pernas da Florencia, até na calcinha! O garoto, já satisfeito e cansado, se afastou. Descarregou a tesão que tinha o dia inteiro, e da melhor maneira. Tava com tanta porra acumulada, que deu pras duas. Agora as duas estavam com os peitos banhados de porra quente do irmãozinho! A parte de cima dos peitos das garotas tinha sido salpicada de sêmen… um pouco nos sutiãs… e na Florcha nas pernas e na calcinha. Que putaria! — Tá muito quente! — Disse Florcha, passando os dedos nos próprios peitos. — Gostou? — Perguntou a irmã. — Sim! Primeira vez! Agus sorriu pra ela. — Arruma algo pra gente se limpar, garoto! — Disse Agustina pro rapaz. O garoto subiu a calça jeans, abotoando, e saiu devagar do quarto. Enquanto isso, Agustina e Florencia se divertiam passando os dedos pelos peitos, se lambuzando toda com porra quentinha. Martín voltou com o rolo de papel toalha. Entregou pra irmã. Ela cortou um pedaço e deu pra Florcha, enquanto cortava papel pra ela também. — Limpa com isso, Flor. As duas começaram a passar o papel toalha no colo e nos peitos, se limpando da porra do irmão mais novo. Enfiavam o papel no meio dos peitos, e um pouco no sutiã, pra limpar o resto. Depois que terminaram de se limpar: — Bom… já tô com muito sono… vou dormir. — Disse. Martín. —Ok, maninho… pega isso aqui e joga fora. —Disse Agustina, enquanto as duas entregavam o papel cheio de porra pra ele. O garoto pegou os papéis e foi saindo do quarto. —Descansa, pervertido! —Falou Agus. O menino jogou o papel cheio de porra no lixo e foi dormir… logo apagou. Tinha sido muito naquele dia. No quarto das meninas, as duas ficaram juntinhas brincando. Agustina olhou pra irmã e notou que tinha sobrado um pouco de porra na calcinha dela, na região do púbis, e ela não tinha percebido. —Ficou um pouquinho aqui. Florcha se olhou. —Ah, é… nem vi. —Tira a calcinha senão vai sujar meu lençol e não quero ter que lavar. —Ok. Florcha tirou a calcinha cheia de fluidos e sêmen, e jogou no chão. —Tira a sua também! —Por quê? —Fico com vergonha de ficar pelada e você não! —Tá bom. Agustina riu e entendeu, também tirou a calcinha, deixando caída no chão junto com a da Florencia. —Tá excitada? —Perguntou Agustina pra irmã. —Sim… pra caralho! E você? —Também!… Deixa eu ver… Florcha abriu um pouco as pernas, mostrando o púbis peludo e a buceta toda babada. Agus esticou a mão e começou a tocar ela… enquanto se olhavam e sorriam, Florcha disse: —Adorei quando ele enfiou o pau na minha Booty! —É… viu!… Quer brincar? —Tá bom. —… Por onde a gente brinca, irmãzinha?… Pela xota ou pela Booty? —Hmm… quero brincar na Booty. —Ok!… Vira! Fica de putinha… Florencia obedeceu a irmã mais velha. Virou e se ajoelhou na cama, de quatro, mostrando a Booty e a buceta pra irmã. Agustina abriu as nádegas dela com as mãos e colocou mais baba no buraquinho… pôs um dos dedinhos em cima e começou a pressionar. —Quer que eu enfie o dedinho na sua Booty, Flor? —…Sim! Agus tentou enfiar… a unha pintada de vermelho entrou, deslizando com a babinha, mas ela empurrou um pouquinho mais, e não entrava. Aquele cu tava bem fechadinho. A mais velha tirou o dedo, e aproximou a carinha de anjo da bunda da irmã… esticou a língua, e bem devagarinho, deu uma lambida com a pontinha da língua no buraquinho fechado da irmã mais nova. — Ahhhhhhhhh!!! Sua burra!.. O que você fez? — perguntou Florencia, toda excitada. — ..Passei a língua na sua Booty!.. É outro jeito de lubrificar!. — Sério que você fez isso?! — Haha.. sim, por quê???? — Adorei!.. Mas não te dá nojo? — Claro que não, sua tonta! É super gostoso. Quer que eu faça de novo? — Siiim. Agustina enfiou a língua de novo, mas dessa vez passou ela no buraquinho de cima pra baixo e deu uma lambida com quase toda a língua. Encheu a Booty dela de baba. Florencia tava no céu, sentindo a irmã lamber o cu dela. — Deus! Adoro… gosto muito, Agus! A mais velha continuou lambendo… mexia a carinha de baixo pra cima enquanto passava a língua no cu da irmã… Florcha apoiou o rosto no travesseiro pra gemer e ninguém ouvir nada. Tava sentindo prazer demais, não acreditava que aquilo era tão gostoso. A linguinha da irmã tava bem quentinha e babada… que delícia sentir ela lambendo a Booty. Agustina já começava a sentir o cu da Flor abrindo um pouquinho mais… e de vez em quando enfiava a pontinha da língua pra dentro do cu. A irmã se mexia toda. Enquanto Agus passava a língua suavemente na Booty da irmã, Florcha gemia baixinho, devagar… viajando… totalmente entregue ao prazer, como se estivesse dormindo de tanto tesão enquanto lambiam o buraquinho dela. Agustina passava a língua no cu uma vez e outra… lento, suave, devagar… Quando Florencia já tava de olhos fechadinhos e totalmente relaxada, Agustina se afastou um pouco da bunda dela, desceu um pouquinho e passou a linguinha ao longo da pussy, pelos lábios vaginais. Florcha se assustou, mas tava tão relaxada que se deixou… A irmã dela agora tava provando os fluidos dela… enquanto passava a língua ao longo da buceta, enchendo ela de babinha também. Fazia tão devagar e suave, que a irmã dela tava totalmente viajando, com os olhinhos semicerrados e gemendo sem muita força debaixo do travesseiro, quase hipnotizada.
Agustina, com dois dedos, abriu os lábios da buceta da irmã dela, e enfiou a língua no meio, lambendo as dobras avermelhadas cheias de umidade vaginal. A mais nova se arrepiou e acordou do transe. Ia ter outro orgasmo logo.
Florencia levantou a cabeça do travesseiro de novo, pra falar algo pra irmã dela.
— Tô morrendo, Agus..! Vou gozar de novo…
— Tá gostando?..
— Sim.. sim, maninha…
A mais velha parou de lamber a buceta molhada dela, e se afastou um pouco. Chupou um dedo e colocou na entrada do cu da irmã dela. Pressionou, e agora, por estar mais dilatado e excitado, além de cheio de babinha, entrou de uma vez até a metade.
— Mmmmmmmmmm!!!!
— Entrou! Aí entrou, maninha…
Florcha segurava os gemidos, mas agora tinha meio dedo enfiado no cu.
Agustina começou a mexer, pra fora e pra dentro, bem devagarinho, enquanto enfiava cada vez mais fundo… de repente, numa dessas, enfiou ele inteiro! Deixou cravado até o fundo por uns segundos.
— Ahhhh.. ahhhhh!!!!
— Cê tem um dedo inteiro enfiado na raba, maninha!.. — Disse a Agus, divertida.
Agora continuou mexendo, tirando ele todo, reparando como o buraquinho ficava meio aberto, e depois enfiando ele inteiro de novo.
— Viu? É assim que se come pelo cu…
Florcha tava no sétimo céu enquanto enfiavam um dedo no cu dela!
Aquele dedinho entrava e saía com facilidade já, enquanto o buraquinho se dilatava.
— Como entra em você, Flor! — Disse Agustina, surpresa.
— Mmmmm…!!
— Agora podiam meter o pau em você.. já tá com a raba aberta.
A mais nova gemia enquanto se mexia também, tentando enfiar o dedo mais pra dentro. Sentir tudo.
—Mmmhhh… caralho!.. ahhh… eu adoro!
—Você teria gostado que o cara metesse o pau dentro da sua bunda?
—Siiiiiiim.
—Mmmm… que irmãzinha puta!…
Agus tirou o dedo, passou a língua na bunda dela, e meteu de novo.
—Imagina se ele tivesse aqui agora.. você deixaria seu irmãozinho comer sua bunda?.. Lembra que a gente tá brincando…
—…Sim.. sim, eu deixaria! — respondeu Florcha.
—Mmm… eu também.. até deixaria ele meter o pau na minha buceta…
As duas estavam no limite… Florcha não aguentava mais, tava possuída, e a Agustina tava com a buceta escorrendo pra caralho.. toda encharcada. Mesmo ‘brincando’, como elas diziam.. tava tudo indo pro caralho com o tesão naquele quarto.
Florencia não resistiu mais, e se tocou no clitóris enquanto gozava com o dedo da irmã enfiado na bunda. Se contorceu e tremeu, enquanto tinha o orgasmo… foi muito intenso e durou vários segundos. Era o terceiro orgasmo do dia. Tapou a boca com a mão enquanto gemia.
Caiu destruída na cama, cansada e exausta, suada.. já tava toda despenteada e os cabelos grudavam no rosto por causa do suor.
Agus tirou o dedinho do cu dela, e se deitou junto. Ficaram se olhando cara a cara, ambas deitadas na mesma cama pequena, peladas, só de sutiã, com um pouco de porra grudada nos peitos, e cheias de lubrificação e baba…
—Me desculpa não poder te devolver.. não aguento mais, Agus..
—Não importa, bobinha!
—Amanhã eu te devolvo… prometo.
—Sério? Vai ter coragem?
—Sim.. já vai ver haha.
Florcha já tava com os olhos semiabertos, morrendo de sono. Agustina teve que dormir super excitada e molhada.
—Você nunca me contou… já comeu alguém no cu, Agus?
—..Não.. no cu eu sou virgem igual você!
—Bom.. a gente já enfiou os dedinhos haha.
—Hahaha isso é verdade.. mas nunca meteram o pau no meu cu.
Ficaram conversando baixinho, se acariciando juntinhas na cama, até dormirem assim! Peladas e sem coberta! E se a mãe, de manhã antes de sair, abrisse a porta do quarto das meninas?
No meio da noite, já altas horas da madrugada, Agustina acordou. Percebeu na hora que estava pelada dormindo com a irmã na mesma cama.
“A gente dormiu!!!!!!!!!!!!!”
Pra não acordar a irmã, e como queria continuar dormindo com ela, pegou o lençol devagarzinho e colocou por cima dos corpos das duas, se cobrindo… agora, pelo menos se alguém entrasse, estavam cobertas pelo lençol. Voltou a dormir.
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Capítulo XV: Tem mais presentes?!
As horas passaram, o sol já tava saindo no horizonte e amanhecia.
Mamãe acordou primeiro, como sempre. Por sorte hoje não trabalhava, era dia 25, então feriado.
Fez algumas tarefas de casa enquanto os filhos dormiam, e já perto do meio-dia o Martín acordou. Vestiu um short e foi até a cozinha pelado, onde a mãe tava. Ela viu ele e disse:
– A tia Rosa nos convidou pra almoçar… se veste direito que daqui a pouco a gente vai, filho.
– A tia Rosa?
– Sim… anda, faz tempo que a gente não vai lá.
– Ok, mãe…
– Vou ver se aquelas já acordaram. – Disse a mãe, se referindo à Agus e à Florcha.
Andou até o quarto das meninas, abriu a porta, e viu as filhas deitadas e enroscadas na mesma cama… cobertas com um lençol.
Adorou aquela imagem das filhas dormindo juntas… era tão doce. Achou muito fofo elas estarem assim.
“Que dorminhocas… melhor não acordar.”
O que a mãe não imaginava eram as coisas que as filhas faziam, e por que estavam dormindo juntas… e que debaixo daquele lençol, as duas estavam peladas.
Saiu do quarto das meninas.
– Ainda tão dormindo… vamos nós sozinhos, filho. Vou tomar um banho e aí a gente sai. – Disse a mãe.
O garoto saiu meio desanimado… ir almoçar na tia era chato.
A mãe entrou no banheiro, Martín ouviu o chuveiro ligado e a água caindo, ela já tava se lavando.
O garoto, antes de ir pro quarto se vestir… Bem, ele entrou no quarto das irmãs. Abriu a porta e deixou aberta... assim dava pra ouvir o barulho do chuveiro no banheiro, só por precaução. Ficou surpreso pra caralho... as irmãs estavam dormindo na mesma cama. "Que estranho." Chegou perto da cama... até ficar na beirada. Elas estavam deitadas de lado, uma de frente pra outra, cara a cara, por assim dizer. Do lado da cama onde o Martín estava, tinha a Florcha... ela tava de costas pra ele. Dava pra ver o contorno da bunda dela no lençol. Silenciosamente, ele pegou o lençol e tentou puxar pra ver elas. Quando tentou, percebeu que tava preso. Puxou um pouco, e com esses movimentos, a Florencia foi acordando. Ela abriu os olhos aos poucos, vendo a irmã dormindo do lado. Logo percebeu que alguém tava puxando o lençol. Olhou pra trás e viu o irmãozinho. Ninguém disse nada, o moleque continuou puxando, até que o lençol cedeu e descobriu as duas. Tavam peladas! Na hora o pau dele ficou duro... dava pra ver a bunda da Florcha e a xota da Agustina. — Cadê a mamãe? — perguntou a Florencia, já acordada e assustada. — Tomando banho! Fica tranquila, irmãzinha. — Me assustou! — Por que vocês tão dormindo juntas... e peladas?! — A gente ficou conversando... e dormimos, querido. Com a conversa entre eles, a Agustina acordou. — Burra... ainda bem que a mamãe não viu a gente! — disse a Florencia pra irmã. — Ela tá tomando banho agora. O Martín tirou o pau já duro pra fora do short. — Ué... já de manhã cedinho começamos! — falou a Agustina. — Vou meter na sua bunda, Flor... deixa? — perguntou o garoto. — ...Sim — respondeu a Florencia, trocando olhares com a irmã e rindo, sabendo do que tinham conversado na noite anterior. Sem perder tempo, o Martín se inclinou um pouco pra deixar o pau na altura da bunda da irmã. Abriu um pouco a nádega e enfiou lá dentro, sentindo o calor gostoso. Enquanto a Florencia ficava deitada de ladinho, Irmão, na beira da cama, enfiou a rola dura na bunda dela, fazendo contato com o buraquinho. Florcha fez cara de prazer, enquanto Agus observava tudo. De repente, o barulho do chuveiro no banheiro parou. — Vai, sai logo que a mamãe já vai sair!!! — Disse Florcha. — Quero gozar, maninha… deixa eu encher sua bunda de porra! — Mmmm… tá bom, cara! Mas rápido!!! O garoto se apressou, começou a se masturbar bem rápido no cu da irmã dele, por sorte, logo veio o orgasmo. Assim que sentiu que ia gozar, parou de se tocar e cravou o pau no meio da bunda dela, enquanto os jatos de porra começavam a sair.. A glande fazia pressão no buraquinho do cu da Flor… que sentiu a porra toda escorrer no buraquinho quente dela… mal tinha acordado e já estava com porra no cu. Como a bunda ainda estava um pouco aberta depois que Agustina enfiou o dedo… sentiu um pouco do sêmen escorrer pra dentro do cu dela… foda. A porra do irmão tava entrando pelo buraquinho da bunda dela! Em que tipo de puta ela tinha se transformado… O garoto terminou, e tirou de lá, notando toda a bagunça que tinha deixado. Deixou a bunda da irmã cheia de porra. — Meninas, eu vou com a mamãe comer na tia Rosa.. Ele vestiu o short e saiu do quarto.. fechou a porta e foi pro quarto dele se trocar. Florencia e Agustina ficaram como estavam, se olhando. — Foi bom? — Perguntou Agus com cara de prazer. — Sim… ele deixou a porra escorrendo na minha bunda. Você vai ter que lavar os lençóis depois de tudo! — Jooooo… que cara de merda! — Disse Agus, enquanto riam. Ainda nem tinham se mexido das posições.. Florcha continuava deitada na mesma posição, mas agora com a bunda cheia de porra quente e grossa. Sentia escorrendo pelas coxas, enquanto se olhavam com a irmã. Mamãe saiu do banho, já vestida, e foram com Martín no carro, almoçar na tia. As garotas ouviram o barulho da garagem, agora sabiam que estavam sozinhas. -.. Acho que entrou um pouco de porra dentro da minha bunda. - Disse Florcha pra irmã dela. - Sério?.. Deixa eu ver como ele te deixou. - Ok. Florencia, com cuidado, se levantou um pouco… e ficou como ontem à noite. Ajoelhada na cama, mostrando a bunda e a buceta pra irmã mais velha. - Uff.. olha só a porra toda que ele gozou em você, irmãzinha! Agus sentou atrás dela. Ficou com água na boca.. e a buceta também. Abriu as nádegas dela com as duas mãos, e olhou todo o sêmen que o irmãozinho tarado tinha deixado… até escorria pelas coxas dela. O lençol já estava manchado. - Você sente que entrou dentro da sua bunda? - Perguntou Agus. - Sim… Agustina levou o dedo médio no furinho da bunda da irmã, e de surpresa, acariciou ele, lambuzando tudo com porra ainda quentinha. - Vou meter o dedo em você, Flor. - Você é louca? Sem responder, só sorrindo, empurrou o dedo pra dentro, e foi entrando devagar. Meteu o dedo com porra e tudo dentro da bunda dela. O sêmen estava sendo um ótimo 'lubrificante'. Se animou mais e foi enfiando e tirando o dedo, enquanto metia ele com porra dentro do furinho… - Você tá enfiando a porra na minha bunda, irmãzinha! Agus só agia.. já tava toda excitada de novo. Enfiava o sêmen pra dentro com o dedo… depois tirava, e juntava com o dedinho mais porra ao redor, mexia até deixar em cima do furinho e enfiava o dedo, pra meter toda a porra dentro da bunda. - Que porca que você é, Agus!.. você é muito nojenta… deus.. o pior é que eu adoro. - Disse Florcha. Agustina tinha dormido excitada ontem à noite.. sem se tocar. Já sentia o calorzinho do corpo voltar na hora. Ter dormido toda molhada e sem porra… hoje a irmã ia pagar! - Posso lamber sua bunda, irmãzinha? Quero provar a porra que ainda está morna! - Disse Agustina, transformada num demônio sexual, super excitada. Continua...
Martín saiu do transe e se aproximou dela de novo.
— Siimm, quero, Agus.
— Então abaixa minha calcinha!
O mano colocou as duas mãos nos quadris da irmã mais velha, que tava de quatro, apoiada com as mãos na mesa, e pegou o elástico da calcinha de cada lado.
Enquanto Florcha observava eles atentamente, o garoto começou a abaixar devagar, puxando pra baixo. Enquanto ele abaixava a calcinha, Agustina tava curtindo de olhos fechados e mordendo os lábios, morrendo de vontade de mostrar a ppk pro irmãozinho mais novo.
Martín continuou abaixando, o elástico já tava nos músculos da coxa, e a parte do pano que cobria a buceta dela custava a descer, como se a calcinha tivesse grudada naquela ppk molhada.
O tecido tava tão úmido que quase colou na pele dos lábios da ppk da Agustina.
Ele abaixou mais um pouco, e finalmente aquela parte se soltou da ppk, descendo com o resto da calcinha até as coxas. O garoto soltou, deixando ela assim, abaixada até o meio da coxa.
Assim que soltou, olhou pra aquela parte e conseguiu ver só as dobrinhas rosadas aparecendo.
Quase gozou sem nem se tocar.
— Tá olhando minha ppk, mano? — perguntou Agustina.
— …Sim… mas só um pouco… posso me abaixar pra ver direito?
— Pode…
Martín se ajoelhou no chão, agora com o rosto na altura da raba da Agus. Uff. Agora sim ele conseguia ver bem a ppk da irmã.
Ela tava levemente aberta, com os lábios bem rosados e brilhando de tão molhados.
O moleque quase só a pica dela pura excitação.
—E aí?... Cê gostou? —Agus perguntou de novo.
—Siiiiim... é linda, mana!
Martín continuou olhando pra ela, quantas vezes tinha sonhado com esse momento, e agora era real!
Agus tava adorando mostrar a buceta pro irmãozinho dela.
Além disso, dava pra ver um pouquinho do cu dela também, todo brilhando por causa da baba da pica dele, que minutos antes tinha enfiado.
Ele se aproximou mais, até ficar bem entre as pernas da irmã.
—Posso tocar em você?
—NÃO! Era só olhar, cara!
—Tá bom! Não fica brava...
Vendo aquela rachinha molhada, que tantas vezes ele tinha sentido o cheiro, que tantas vezes tinha sonhado em ver... queria tocar, chupar, passar a língua, comer, meter pra dentro...
Ele tava vendo a buceta da linda irmã dele, enquanto ela mostrava toda gostosa.
—Pronto? —Agustina disse, segurando o elástico da calcinha.
Ela começou a subir, até vestir ela toda...
Martín se levantou de novo... e olhou pra Florcha. Ela tava tão excitada quanto a irmã, e também queria mostrar a buceta.
Enquanto a Agustina olhava também, com cara de safada, a Florcha, sem falar nada, se colocou na mesma posição e levantou bem a saia. Na hora, Martín se posicionou atrás dela, se abaixando entre as pernas dela, vendo a calcinha enfiada na raba.
—Ah... não sei... —Florencia disse, quase se arrependendo.
—Vaaaaai!... é sua vez! Quer que eu tire sua calcinha, Flor? —o garoto perguntou.
—Não... tô com muita vergonha!
Depois disso, Agustina se colocou do lado dela, e segurou o elástico da calcinha da irmã.
—Eu tiro pra você, quer? —Agus perguntou pra irmãzinha.
—...Tá bom. —Florencia concordou.
Agora sim, Agustina começou a abaixar devagar a calcinha da irmã, descendo pelas bundas, até as coxas, enquanto o garoto assistia na primeira fila o espetáculo. A irmã mais velha tirando a calcinha da mais nova pra mostrar a buceta. usa a palavra: buceta nele! Assim que baixou até as coxas dela, soltou. Dava pra ver toda a calcinha encharcada. Martín olhou pra ela, e desceu o olhar até a virilha, debaixo da Booty.
Florcha tinha a buceta mais fechada, com o grelo no meio, sem mais nada, e os lábios grandes bem gordinhos dos lados. Dava pra ver uns pelinhos escuros. O garoto também notou como ela tava toda molhada.
Mesmo estando super excitada, ela tava morrendo de vergonha.
— Já viu minha xereca, irmãozinho? — perguntou Florencia, apressada pra puxar a calcinha de novo.
— Mais um minuto, Flor… adoro como fica toda molhada…
As duas minas não aguentavam aqueles estímulos… era tão excitante. Se sentir tão putas e safadas deixava elas loucas.
— Cê gosta da xoxota da Flor? — perguntou Agustina pro irmão.
— …Muito! Gosto das duas…
Agustina continuava de pé do lado da irmã. Enquanto olhava pra ela, enfiou a mão na parte interna das coxas, acariciando ali.
Martín observava tudo e não acreditava.
Florcha tava derretendo, não ia aguentar muito.
— …Chega, Agus..! — disse pra irmã.
Agustina já sabia certinho que Florencia tava no limite do orgasmo. Subiu a mão pela coxa, até chegar na usa a palavra: buceta. A mais nova tremeu.
Agus passou a pontinha de um dedo por cima do clitóris… todo inchadinho e babado.
Assim que sentiu, Florencia se agarrou na irmã. Segurou o braço dela.
Agustina só sorriu, e agora com dois dedos, levou até os lábios vaginais e, colocando um dedo de cada lado, abriu um pouco.
— Olha bem pra ela, cara. — disse Agustina pro irmão.
O garoto ficou pasmo, agora vendo a irmã mais velha abrindo a buceta da Florcha, mostrando pra ele.
Enquanto Agus abria, os fios de lubrificação esticavam entre os lábios… agora o garoto conseguia ver os lábios menores aparecendo, avermelhados. Tudo tava extremamente molhado ali.
— Você vai me fazer gozar!! — disse Florcha, já desesperada, pra irmã dela. Agustina passou um dedo por dentro dos lábios dela, até voltar pro clitóris. Florencia não aguentou mais. Tapou a boca com a mão, enquanto começava a gemer, e o corpo dela se contorcia. Agustina continuou estimulando o clitóris dela agora a todo vapor, passando o dedo em círculos. A mais nova gemia baixinho, enquanto a irmã mais velha a masturbava e a fazia tocar o céu com tanto prazer. Depois do tremor nas pernas… tudo se acalmou… Martín observava como da buceta da Florencia saíam duas gotas de fluido, que caíam na coxa e desciam pela perna… Agustina tirou a mão de lá e subiu a calcinha da irmã. Florcha ficou parada… com a cara vermelha… mal reagiu, se levantou e ajeitou a calcinha que incomodava. Olhou pros dois e sorriu. O garoto também se levantou, enquanto se olhavam. — Adorei ver vocês..! — Eu também gostei de te mostrar, seu safadinho! — …Eu também… Martín olhou pra pica dele, super ereta e dura na frente delas. Pegou nela só com os dedos e puxou a pele pra baixo, mostrando a glande inchada pras irmãs. O rapaz ficou olhando nos olhos das duas. — O que foi? — perguntou Florencia. — É que… bom… depois de ver a buceta de vocês.. me deu uma puta vontade de foder!.. Enquanto olhava pra elas, queria meter o pau ali..! — …Bom, isso aí não dá, cara.. isso é super proibido! Entendeu? — disse Agustina. — Aaah… Entendo… mas quero foder! — Eu também agora tô com vontade de foder, irmãozinho. — disse Agustina. — Sério? — Sim.. você não viu como eu tô com a xota molhada? O rapaz concordou. — Quando as garotas tão com a buceta tão molhadinha assim é porque querem foder, irmãozinho. Mas entre nós não pode porque isso seria incesto! — É.. eu sei… bom.. você mostraria a buceta de novo, Agus? Quero ver ela de novo! A garota sorriu. Estava esperando que ele pedisse.
—Sim, pendejito…
Agustina, de frente para o irmão, levantou a saia e puxou a calcinha pro lado, mostrando a pussy de frente e o pubis depilado.
—Adoro sua pussy, irmãzinha!.. Bom, a sua também, Flor…
As duas riram. Martín olhava a virilha da irmã, vendo a rachinha…
—E por onde eu tenho que meter pra foder? Me mostra, Agus?
—Tá falando sério que não sabe?!
—Bom… mais ou menos! Vi vários vídeos na Internet, mas… Agora, na real, é diferente!
—Jaja! Quer que eu te ensine a foder de verdade?
—Siiim.
—Bom… mas vamos pro quarto! Aqui a mamãe pode nos ver!
—Ela já tá dormindo…
—Bom, mas não confio! Você porque não liga pra nada!
Agus abaixou a saia, ajeitou a calcinha e foi até o quarto dela.
Martín seguiu ela com a cock de fora, e Florcha foi a última, apagou a luz da cozinha e os três entraram no quarto das meninas.
—Fechem bem a porta!
Florencia fechou. Agustina acendeu a luz do criado-mudo, quando o phone dela tocou. Era o namorado mandando mensagem pra se verem. A garota leu.
—Esse idiota quer que a gente se veja… não enche agora, querido. — Disse Agus pros irmãos.
—O que você vai falar? — Perguntou Martín.
—Nada… que não tô afim! Jajaja.
Ela escreveu pra ele, apertou enviar.
Depois disso, Agustina subiu na cama dela.
—Sentem no chão que vou ensinar vocês dois! — Ordenou Agustina.
Os dois obedeceram, então Martín e Florcha sentaram no chão, na beira da cama, olhando pra Agustina.
—Bom, primeiro vou tirar isso…
Agustina tirou a blusa, ficando de sutiã, e também tirou a saia, agora estava de roupa íntima na cama. Que deusa que era!
Ela sentou na cama e abriu bem as pernas. Dava pra ver todo o tecido da calcinha na região da buceta bem molhada.
Agus puxou a calcinha pro lado de novo e deixou ela assim, mostrando bem a pussy pra eles. Perninhas abertas pra mostrar pro irmão e pra irmã mais nova.
— Olha aqui, irmãozinho…
A garota levou os dedos até a pussy e abriu bem os lábios vaginais, mostrando tudo.
— É aqui que você tem que meter o pau! — Disse Agustina, apontando com o dedo pro buraquinho vaginal.
Martim olhava, mas não tava reparando muito. É que nem dava pra ver o furinho direito. Só dava pra ver os lábios rosados e molhadinhos.
— Cabe aí dentro? — Perguntou o menino, surpreso.
— Sim…
Agustina enfiou um dedinho na pussy pra mostrar melhor pros irmãos.
— Tá vendo como entra?
Martim concordou, com a cock apontando pro teto.
— Pra meter o pau, a pussy tem que estar excitada, irmãozinho… igual a minha agora, entendeu?
— Sim…
Agustina tirou o dedo da pussy, todo lambuzado de fluido, e chupou ele.
— Outra coisa… quando você tiver uma namorada e for meter na pussy dela… nunca, mas NUNCA faça sem camisinha… me ouviu?
Martim concordou.
— Pra você também, Flor… nunca vá transar sem camisinha! Tô falando por precaução…
Florzinha também concordou.
— Bom… agora vou ensinar outra coisa…
Agustina se levantou e virou de costas. Se ajoelhou na cama, mostrando a Booty pros irmãos. Apoiou a cabeça no colchão pra se inclinar e levantar mais a Booty.
Ela baixou a calcinha assim… Martim quase morreu. Baixou até as coxas e deixou ela ali. Agora ele podia ver a bunda e a pussy da irmã mais velha, ajoelhada na cama!
— Também dá pra transar pela Booty… eu ainda não fiz, mas posso ensinar como se faz.
Agustina levou as duas mãos pras nádegas e abriu bem elas, mostrando o furinho pros irmãos… Ela tinha uma bunda em formato de asterisco perfeito, bem rosadinha e fechada.
— Tão vendo bem a Booty? — Perguntou Agustina.
— Sim — Responderam os dois.
— Ok… esse furinho é mais fechadinho que a pussy… pra meter lá tem que passar babinha, senão não entra!
A garota Levou um dos dedos até a entradinha, passando por cima.
— Quer enfiar o pau aqui, irmãozinho? Assim eu te ensino direitinho.
— Ok.
— Se você tentar enfiar na pussy, juro que te mato…
— …Calma! Não vou fazer isso, Agus..
— Mais te vale!
Martín se levantou, com o pau duríssimo. Tinha a irmã ajoelhada na cama, mostrando a bunda e a pussy. Deus. A pussy estava tão gostosa que era impossível não querer enfiar ali. Tão rosada e inchada, tão brilhosa e molhada… mas ele mirou mais pra cima, e encostou a cabecinha no buraquinho da booty.
Agustina sentiu, enquanto continuava abrindo a booty com as mãos.
— Mmmm… bom… pra meter pra dentro, você tem que passar babinha assim, irmãozinho…
Agustina passou um pouco de baba nos dedos e levou até o buraquinho. Passou por ali, roçando de leve no pau do irmão, lambuzando a booty de baba.
Depois que já tinha a bunda toda melada, Martín encostou de novo ali. Percebeu como deslizava bem mais. Queria abrir aquele cu virgem e tão fechadinho.
— Não empurra, senão você vai meter! — disse Agustina.
— Irmãzinha… quero meter em você! Um pouquinho que seja..
— NÃO!… Tá vendo, Flor?
— Sim…
— É sua vez agora!
— …Fico igual você?
— Sim, boba!
Florencia se levantou, tirou a saia… e se ajoelhou na cama ao lado da irmã. Dessa vez, ela mesma abaixou a calcinha.
Martín ficou atrás dela. Mãe de Deus! Agora o pau dele apontava pra bunda mais grande e perfeita do mundo, e pra pussy virgem e fechadinha da irmã Florcha…
— Então, Flor… pra comer pela booty, você tem que estar bem preparada!.. primeiro, abre ela bem!
Florcha obedeceu. Abriu os enormes glúteos com as mãos. Agora o garoto podia ver o buraquinho dela. Era mais da cor da pele, mas igualmente fechadíssimo igual ao da irmã.
— Isso, pequena!.. Agora vou passar babinha na sua booty…
Agustina se cuspiu nos dedos e passou no buraquinho da bunda da irmã dele. A Florença adorou.
- Pronto! Agora ele vai botar aí.. você vai ver que vai gostar!
Martín fez isso. Chegou perto e colocou a pica na bunda, molhando de novo a cabeça com a baba da Agustina, enquanto apertava ela no cu da Florcha.
- Tá gostando? - Perguntou a Agus.
- …Sim…
O garoto continuou brincando… empurrou um pouco, e sentiu que quase enfiou! Escorregou na baba.. mas por um momento jurou que quase meteu no cu dela…
- Assim que se fode pela bunda! Aprenderam?
As duas concordaram com a cabeça. Mas Florença queria continuar sentindo aquele pau duro na entradinha dela…
Martín se afastou, porque já tava perto de gozar.
- Agora não aguento mais, meninas.. preciso gozar!
As duas se levantaram e subiram a calcinha de novo. Sentaram na cama, olhando pro irmãozinho com a mão na pica.
Martín começou a masturbar ela, mas… parou.
- Vai! O que foi? Queremos ver você se masturbando, irmãozinho! - Incentivou a Agus.
- …É, mas… quero uma coisa!
- O quê?
- Deixam eu gozar nos peitos de vocês?
As duas se olharam.
- Em mim ou nela? - Perguntou Agustina.
- Nas duas!
Imediatamente riram.
- Sei não!... Por mim.. deixo… mas ela não sei se topa! - Respondeu Agustina.
- Você topa? Vaiii…
- Sei não!... - Disse Florença.
Martín começou a bater uma mais um pouco…
- Deixa eu gozar nos seus peitos, Flor… é a mesma coisa que na bunda!
Florcha olhou pra irmã dela… e se convenceu.
- Quer fazer as duas juntas? - Agustina.
- …Tá bom!.. mas o que eu tenho que fazer?
- Nada! Chega mais perto de mim.
Imediatamente, as duas sentaram na beira da cama, bem juntinhas.
Agora o garoto tava de pé na frente delas, a poucos centímetros. A pica ficava na altura das caras das duas. Ele dobrou um pouco os joelhos, pra apontar pros peitos das irmãs.
Dava pra ver quatro peitos muito gostosos por baixo dos sutiãs… aqueles decotes matavam ele! garotas, muito excitadas, não tiravam os olhos daquele pau duro e pulsante… queriam receber porra quente nos peitos… Martín continuou, até que ver as caras e os peitos das irmãs foi o ponto final. Ele apertou forte enquanto se masturbava, já saindo o sêmen. Apontou bem e o primeiro jato caiu no sutiã da Agustina, os restantes na parte de cima dos peitos, logo em seguida se moveu um pouco pra Florencia, enquanto ainda saía porra, e gozou nos peitos dela também… Florcha assim que sentiu a porra, agarrou o braço da irmã. As últimas gotas caíram nas pernas da Florencia, até na calcinha! O garoto, já satisfeito e cansado, se afastou. Descarregou a tesão que tinha o dia inteiro, e da melhor maneira. Tava com tanta porra acumulada, que deu pras duas. Agora as duas estavam com os peitos banhados de porra quente do irmãozinho! A parte de cima dos peitos das garotas tinha sido salpicada de sêmen… um pouco nos sutiãs… e na Florcha nas pernas e na calcinha. Que putaria! — Tá muito quente! — Disse Florcha, passando os dedos nos próprios peitos. — Gostou? — Perguntou a irmã. — Sim! Primeira vez! Agus sorriu pra ela. — Arruma algo pra gente se limpar, garoto! — Disse Agustina pro rapaz. O garoto subiu a calça jeans, abotoando, e saiu devagar do quarto. Enquanto isso, Agustina e Florencia se divertiam passando os dedos pelos peitos, se lambuzando toda com porra quentinha. Martín voltou com o rolo de papel toalha. Entregou pra irmã. Ela cortou um pedaço e deu pra Florcha, enquanto cortava papel pra ela também. — Limpa com isso, Flor. As duas começaram a passar o papel toalha no colo e nos peitos, se limpando da porra do irmão mais novo. Enfiavam o papel no meio dos peitos, e um pouco no sutiã, pra limpar o resto. Depois que terminaram de se limpar: — Bom… já tô com muito sono… vou dormir. — Disse. Martín. —Ok, maninho… pega isso aqui e joga fora. —Disse Agustina, enquanto as duas entregavam o papel cheio de porra pra ele. O garoto pegou os papéis e foi saindo do quarto. —Descansa, pervertido! —Falou Agus. O menino jogou o papel cheio de porra no lixo e foi dormir… logo apagou. Tinha sido muito naquele dia. No quarto das meninas, as duas ficaram juntinhas brincando. Agustina olhou pra irmã e notou que tinha sobrado um pouco de porra na calcinha dela, na região do púbis, e ela não tinha percebido. —Ficou um pouquinho aqui. Florcha se olhou. —Ah, é… nem vi. —Tira a calcinha senão vai sujar meu lençol e não quero ter que lavar. —Ok. Florcha tirou a calcinha cheia de fluidos e sêmen, e jogou no chão. —Tira a sua também! —Por quê? —Fico com vergonha de ficar pelada e você não! —Tá bom. Agustina riu e entendeu, também tirou a calcinha, deixando caída no chão junto com a da Florencia. —Tá excitada? —Perguntou Agustina pra irmã. —Sim… pra caralho! E você? —Também!… Deixa eu ver… Florcha abriu um pouco as pernas, mostrando o púbis peludo e a buceta toda babada. Agus esticou a mão e começou a tocar ela… enquanto se olhavam e sorriam, Florcha disse: —Adorei quando ele enfiou o pau na minha Booty! —É… viu!… Quer brincar? —Tá bom. —… Por onde a gente brinca, irmãzinha?… Pela xota ou pela Booty? —Hmm… quero brincar na Booty. —Ok!… Vira! Fica de putinha… Florencia obedeceu a irmã mais velha. Virou e se ajoelhou na cama, de quatro, mostrando a Booty e a buceta pra irmã. Agustina abriu as nádegas dela com as mãos e colocou mais baba no buraquinho… pôs um dos dedinhos em cima e começou a pressionar. —Quer que eu enfie o dedinho na sua Booty, Flor? —…Sim! Agus tentou enfiar… a unha pintada de vermelho entrou, deslizando com a babinha, mas ela empurrou um pouquinho mais, e não entrava. Aquele cu tava bem fechadinho. A mais velha tirou o dedo, e aproximou a carinha de anjo da bunda da irmã… esticou a língua, e bem devagarinho, deu uma lambida com a pontinha da língua no buraquinho fechado da irmã mais nova. — Ahhhhhhhhh!!! Sua burra!.. O que você fez? — perguntou Florencia, toda excitada. — ..Passei a língua na sua Booty!.. É outro jeito de lubrificar!. — Sério que você fez isso?! — Haha.. sim, por quê???? — Adorei!.. Mas não te dá nojo? — Claro que não, sua tonta! É super gostoso. Quer que eu faça de novo? — Siiim. Agustina enfiou a língua de novo, mas dessa vez passou ela no buraquinho de cima pra baixo e deu uma lambida com quase toda a língua. Encheu a Booty dela de baba. Florencia tava no céu, sentindo a irmã lamber o cu dela. — Deus! Adoro… gosto muito, Agus! A mais velha continuou lambendo… mexia a carinha de baixo pra cima enquanto passava a língua no cu da irmã… Florcha apoiou o rosto no travesseiro pra gemer e ninguém ouvir nada. Tava sentindo prazer demais, não acreditava que aquilo era tão gostoso. A linguinha da irmã tava bem quentinha e babada… que delícia sentir ela lambendo a Booty. Agustina já começava a sentir o cu da Flor abrindo um pouquinho mais… e de vez em quando enfiava a pontinha da língua pra dentro do cu. A irmã se mexia toda. Enquanto Agus passava a língua suavemente na Booty da irmã, Florcha gemia baixinho, devagar… viajando… totalmente entregue ao prazer, como se estivesse dormindo de tanto tesão enquanto lambiam o buraquinho dela. Agustina passava a língua no cu uma vez e outra… lento, suave, devagar… Quando Florencia já tava de olhos fechadinhos e totalmente relaxada, Agustina se afastou um pouco da bunda dela, desceu um pouquinho e passou a linguinha ao longo da pussy, pelos lábios vaginais. Florcha se assustou, mas tava tão relaxada que se deixou… A irmã dela agora tava provando os fluidos dela… enquanto passava a língua ao longo da buceta, enchendo ela de babinha também. Fazia tão devagar e suave, que a irmã dela tava totalmente viajando, com os olhinhos semicerrados e gemendo sem muita força debaixo do travesseiro, quase hipnotizada.
Agustina, com dois dedos, abriu os lábios da buceta da irmã dela, e enfiou a língua no meio, lambendo as dobras avermelhadas cheias de umidade vaginal. A mais nova se arrepiou e acordou do transe. Ia ter outro orgasmo logo.
Florencia levantou a cabeça do travesseiro de novo, pra falar algo pra irmã dela.
— Tô morrendo, Agus..! Vou gozar de novo…
— Tá gostando?..
— Sim.. sim, maninha…
A mais velha parou de lamber a buceta molhada dela, e se afastou um pouco. Chupou um dedo e colocou na entrada do cu da irmã dela. Pressionou, e agora, por estar mais dilatado e excitado, além de cheio de babinha, entrou de uma vez até a metade.
— Mmmmmmmmmm!!!!
— Entrou! Aí entrou, maninha…
Florcha segurava os gemidos, mas agora tinha meio dedo enfiado no cu.
Agustina começou a mexer, pra fora e pra dentro, bem devagarinho, enquanto enfiava cada vez mais fundo… de repente, numa dessas, enfiou ele inteiro! Deixou cravado até o fundo por uns segundos.
— Ahhhh.. ahhhhh!!!!
— Cê tem um dedo inteiro enfiado na raba, maninha!.. — Disse a Agus, divertida.
Agora continuou mexendo, tirando ele todo, reparando como o buraquinho ficava meio aberto, e depois enfiando ele inteiro de novo.
— Viu? É assim que se come pelo cu…
Florcha tava no sétimo céu enquanto enfiavam um dedo no cu dela!
Aquele dedinho entrava e saía com facilidade já, enquanto o buraquinho se dilatava.
— Como entra em você, Flor! — Disse Agustina, surpresa.
— Mmmmm…!!
— Agora podiam meter o pau em você.. já tá com a raba aberta.
A mais nova gemia enquanto se mexia também, tentando enfiar o dedo mais pra dentro. Sentir tudo.
—Mmmhhh… caralho!.. ahhh… eu adoro!
—Você teria gostado que o cara metesse o pau dentro da sua bunda?
—Siiiiiiim.
—Mmmm… que irmãzinha puta!…
Agus tirou o dedo, passou a língua na bunda dela, e meteu de novo.
—Imagina se ele tivesse aqui agora.. você deixaria seu irmãozinho comer sua bunda?.. Lembra que a gente tá brincando…
—…Sim.. sim, eu deixaria! — respondeu Florcha.
—Mmm… eu também.. até deixaria ele meter o pau na minha buceta…
As duas estavam no limite… Florcha não aguentava mais, tava possuída, e a Agustina tava com a buceta escorrendo pra caralho.. toda encharcada. Mesmo ‘brincando’, como elas diziam.. tava tudo indo pro caralho com o tesão naquele quarto.
Florencia não resistiu mais, e se tocou no clitóris enquanto gozava com o dedo da irmã enfiado na bunda. Se contorceu e tremeu, enquanto tinha o orgasmo… foi muito intenso e durou vários segundos. Era o terceiro orgasmo do dia. Tapou a boca com a mão enquanto gemia.
Caiu destruída na cama, cansada e exausta, suada.. já tava toda despenteada e os cabelos grudavam no rosto por causa do suor.
Agus tirou o dedinho do cu dela, e se deitou junto. Ficaram se olhando cara a cara, ambas deitadas na mesma cama pequena, peladas, só de sutiã, com um pouco de porra grudada nos peitos, e cheias de lubrificação e baba…
—Me desculpa não poder te devolver.. não aguento mais, Agus..
—Não importa, bobinha!
—Amanhã eu te devolvo… prometo.
—Sério? Vai ter coragem?
—Sim.. já vai ver haha.
Florcha já tava com os olhos semiabertos, morrendo de sono. Agustina teve que dormir super excitada e molhada.
—Você nunca me contou… já comeu alguém no cu, Agus?
—..Não.. no cu eu sou virgem igual você!
—Bom.. a gente já enfiou os dedinhos haha.
—Hahaha isso é verdade.. mas nunca meteram o pau no meu cu.
Ficaram conversando baixinho, se acariciando juntinhas na cama, até dormirem assim! Peladas e sem coberta! E se a mãe, de manhã antes de sair, abrisse a porta do quarto das meninas?
No meio da noite, já altas horas da madrugada, Agustina acordou. Percebeu na hora que estava pelada dormindo com a irmã na mesma cama.
“A gente dormiu!!!!!!!!!!!!!”
Pra não acordar a irmã, e como queria continuar dormindo com ela, pegou o lençol devagarzinho e colocou por cima dos corpos das duas, se cobrindo… agora, pelo menos se alguém entrasse, estavam cobertas pelo lençol. Voltou a dormir.
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Capítulo XV: Tem mais presentes?!
As horas passaram, o sol já tava saindo no horizonte e amanhecia.
Mamãe acordou primeiro, como sempre. Por sorte hoje não trabalhava, era dia 25, então feriado.
Fez algumas tarefas de casa enquanto os filhos dormiam, e já perto do meio-dia o Martín acordou. Vestiu um short e foi até a cozinha pelado, onde a mãe tava. Ela viu ele e disse:
– A tia Rosa nos convidou pra almoçar… se veste direito que daqui a pouco a gente vai, filho.
– A tia Rosa?
– Sim… anda, faz tempo que a gente não vai lá.
– Ok, mãe…
– Vou ver se aquelas já acordaram. – Disse a mãe, se referindo à Agus e à Florcha.
Andou até o quarto das meninas, abriu a porta, e viu as filhas deitadas e enroscadas na mesma cama… cobertas com um lençol.
Adorou aquela imagem das filhas dormindo juntas… era tão doce. Achou muito fofo elas estarem assim.
“Que dorminhocas… melhor não acordar.”
O que a mãe não imaginava eram as coisas que as filhas faziam, e por que estavam dormindo juntas… e que debaixo daquele lençol, as duas estavam peladas.
Saiu do quarto das meninas.
– Ainda tão dormindo… vamos nós sozinhos, filho. Vou tomar um banho e aí a gente sai. – Disse a mãe.
O garoto saiu meio desanimado… ir almoçar na tia era chato.
A mãe entrou no banheiro, Martín ouviu o chuveiro ligado e a água caindo, ela já tava se lavando.
O garoto, antes de ir pro quarto se vestir… Bem, ele entrou no quarto das irmãs. Abriu a porta e deixou aberta... assim dava pra ouvir o barulho do chuveiro no banheiro, só por precaução. Ficou surpreso pra caralho... as irmãs estavam dormindo na mesma cama. "Que estranho." Chegou perto da cama... até ficar na beirada. Elas estavam deitadas de lado, uma de frente pra outra, cara a cara, por assim dizer. Do lado da cama onde o Martín estava, tinha a Florcha... ela tava de costas pra ele. Dava pra ver o contorno da bunda dela no lençol. Silenciosamente, ele pegou o lençol e tentou puxar pra ver elas. Quando tentou, percebeu que tava preso. Puxou um pouco, e com esses movimentos, a Florencia foi acordando. Ela abriu os olhos aos poucos, vendo a irmã dormindo do lado. Logo percebeu que alguém tava puxando o lençol. Olhou pra trás e viu o irmãozinho. Ninguém disse nada, o moleque continuou puxando, até que o lençol cedeu e descobriu as duas. Tavam peladas! Na hora o pau dele ficou duro... dava pra ver a bunda da Florcha e a xota da Agustina. — Cadê a mamãe? — perguntou a Florencia, já acordada e assustada. — Tomando banho! Fica tranquila, irmãzinha. — Me assustou! — Por que vocês tão dormindo juntas... e peladas?! — A gente ficou conversando... e dormimos, querido. Com a conversa entre eles, a Agustina acordou. — Burra... ainda bem que a mamãe não viu a gente! — disse a Florencia pra irmã. — Ela tá tomando banho agora. O Martín tirou o pau já duro pra fora do short. — Ué... já de manhã cedinho começamos! — falou a Agustina. — Vou meter na sua bunda, Flor... deixa? — perguntou o garoto. — ...Sim — respondeu a Florencia, trocando olhares com a irmã e rindo, sabendo do que tinham conversado na noite anterior. Sem perder tempo, o Martín se inclinou um pouco pra deixar o pau na altura da bunda da irmã. Abriu um pouco a nádega e enfiou lá dentro, sentindo o calor gostoso. Enquanto a Florencia ficava deitada de ladinho, Irmão, na beira da cama, enfiou a rola dura na bunda dela, fazendo contato com o buraquinho. Florcha fez cara de prazer, enquanto Agus observava tudo. De repente, o barulho do chuveiro no banheiro parou. — Vai, sai logo que a mamãe já vai sair!!! — Disse Florcha. — Quero gozar, maninha… deixa eu encher sua bunda de porra! — Mmmm… tá bom, cara! Mas rápido!!! O garoto se apressou, começou a se masturbar bem rápido no cu da irmã dele, por sorte, logo veio o orgasmo. Assim que sentiu que ia gozar, parou de se tocar e cravou o pau no meio da bunda dela, enquanto os jatos de porra começavam a sair.. A glande fazia pressão no buraquinho do cu da Flor… que sentiu a porra toda escorrer no buraquinho quente dela… mal tinha acordado e já estava com porra no cu. Como a bunda ainda estava um pouco aberta depois que Agustina enfiou o dedo… sentiu um pouco do sêmen escorrer pra dentro do cu dela… foda. A porra do irmão tava entrando pelo buraquinho da bunda dela! Em que tipo de puta ela tinha se transformado… O garoto terminou, e tirou de lá, notando toda a bagunça que tinha deixado. Deixou a bunda da irmã cheia de porra. — Meninas, eu vou com a mamãe comer na tia Rosa.. Ele vestiu o short e saiu do quarto.. fechou a porta e foi pro quarto dele se trocar. Florencia e Agustina ficaram como estavam, se olhando. — Foi bom? — Perguntou Agus com cara de prazer. — Sim… ele deixou a porra escorrendo na minha bunda. Você vai ter que lavar os lençóis depois de tudo! — Jooooo… que cara de merda! — Disse Agus, enquanto riam. Ainda nem tinham se mexido das posições.. Florcha continuava deitada na mesma posição, mas agora com a bunda cheia de porra quente e grossa. Sentia escorrendo pelas coxas, enquanto se olhavam com a irmã. Mamãe saiu do banho, já vestida, e foram com Martín no carro, almoçar na tia. As garotas ouviram o barulho da garagem, agora sabiam que estavam sozinhas. -.. Acho que entrou um pouco de porra dentro da minha bunda. - Disse Florcha pra irmã dela. - Sério?.. Deixa eu ver como ele te deixou. - Ok. Florencia, com cuidado, se levantou um pouco… e ficou como ontem à noite. Ajoelhada na cama, mostrando a bunda e a buceta pra irmã mais velha. - Uff.. olha só a porra toda que ele gozou em você, irmãzinha! Agus sentou atrás dela. Ficou com água na boca.. e a buceta também. Abriu as nádegas dela com as duas mãos, e olhou todo o sêmen que o irmãozinho tarado tinha deixado… até escorria pelas coxas dela. O lençol já estava manchado. - Você sente que entrou dentro da sua bunda? - Perguntou Agus. - Sim… Agustina levou o dedo médio no furinho da bunda da irmã, e de surpresa, acariciou ele, lambuzando tudo com porra ainda quentinha. - Vou meter o dedo em você, Flor. - Você é louca? Sem responder, só sorrindo, empurrou o dedo pra dentro, e foi entrando devagar. Meteu o dedo com porra e tudo dentro da bunda dela. O sêmen estava sendo um ótimo 'lubrificante'. Se animou mais e foi enfiando e tirando o dedo, enquanto metia ele com porra dentro do furinho… - Você tá enfiando a porra na minha bunda, irmãzinha! Agus só agia.. já tava toda excitada de novo. Enfiava o sêmen pra dentro com o dedo… depois tirava, e juntava com o dedinho mais porra ao redor, mexia até deixar em cima do furinho e enfiava o dedo, pra meter toda a porra dentro da bunda. - Que porca que você é, Agus!.. você é muito nojenta… deus.. o pior é que eu adoro. - Disse Florcha. Agustina tinha dormido excitada ontem à noite.. sem se tocar. Já sentia o calorzinho do corpo voltar na hora. Ter dormido toda molhada e sem porra… hoje a irmã ia pagar! - Posso lamber sua bunda, irmãzinha? Quero provar a porra que ainda está morna! - Disse Agustina, transformada num demônio sexual, super excitada. Continua...
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