E aí, galera! Tava bem gripado, nada sério, mas pegou pesado...
Bom, como contei no primeiro relato, tava morando na casa do meu amigo Leandro por causa do trabalho, duas semaninhas maravilhosas. Que coincidiram justamente com a separação momentânea da mãe do Leandro, meu amigo... Ele ia dormir na casa da namorada, a algumas quadras, e na casa ficavam a Moni (mãe do Leandro) e o irmão dela, Nestor (tio do Leandro), um quarentão bem promíscuo.
Logo no primeiro dia, na primeira noite, já comi bem gostoso a Moni, deixando a bunda dela bem cheia de porra, graças ao frio que tava e ao quanto a mamãe putinha do meu amigo tava bem disposta...
Passado o dia de trabalho, voltamos pra casa, ou seja, pra casa do Leandro. Ele sempre tomava banho primeiro pra depois ir pra casa da namorada. Mal chegamos, a Moni, a mamãe, nos cumprimenta toda contente... Perguntou como foi nosso dia, se a gente tinha comido, etc, tudo que uma mãe pergunta.
- Lavei seus lençóis, estavam sujos. - me diz a muito sem-vergonha, piscando o olho.
- Valeu, Moniii, que serviço bom! - devolvendo a indireta enquanto ria.
Ela tava com uma legging bem enfiada no cu, daquelas que dá pra ver a calcinha, ou melhor, a *bombacha*, porque como já falei no relato anterior, a Moni não usa fio dental, usa calcinhas normais pra depois enfiar o pano bem no rabo e deixar os bundões separados.
Mas dessa vez não dava pra notar muito, porque ela tava com um daqueles regataços que cobrem a bunda, com uma jaquetinha com capuz, isso sim... bem decotada, você baixava o zíper e o regataço mal chegava a cobrir os mamilos.
Leandro foi tomar banho, e a Moni seguiu para a cozinha rebolando aquele bumbum argentino lindo, sem perder tempo, aproveitando que meu amigo demora um tempão no chuveiro e o promíscuo do Nestor não estava, eu a segui, enquanto encarava a bunda dela, eu ia apalpando meu pau como se estivesse acordando ele.
- Como foi seu dia, Moni? - perguntei, enquanto enfiava a mão na bunda dela.
- Solta, che! Meu filho pode aparecer! E meu dia foi bem chato.
- Tô com saudade de você, Moni. - enquanto agarrava o pacote e mostrava pra ela.
- Que exagerado você é, cara, né?! O Leandro tá aqui, respeita ele pelo menos... além do mais, ele vai embora daqui a pouco. - me disse cúmplice, como se estivesse me dizendo pra esperar, enquanto se agachava pra pegar algo na máquina de lavar, deixando o cu à minha mercê, não hesitei... apoiei o pau inteiro entre as nádegas dela e a agarrei pela cintura.
- Mamãe, você vai estar tão gostosa hoje, que filha da puta, que bunda enorme você tem, Moni!! Tô com uma vontade de baixar sua calcinha, puxar sua tanga e enfiar a rola... - enquanto com uma mão apertava os peitos dela e com a outra enfiava dedos na buceta, obviamente não parei de apoiar nela.
- Olha, nenê, primeiro, eu estou linda todos os dias; segundo, você não vai me comer quando quiser, tem gente em casa; e terceiro, não estou de tanga. - afastou a bunda do meu pau, me olhou um pouco e começou a tocar e amassar como só uma veterana sabe, não hesitou em abrir o zíper da minha calça pra enfiar a mão, tirar meu pau pra fora e me masturbar.
- Ah, mas sua mão tá gelada, Moni!! - enquanto meus olhinhos iam pra cima.
- E você tem a rola tão quente, cara... já é hora do lanche, né? Vou fazer um café, você coloca a porra, Nico. - enquanto me masturbava, enchia a chaleira com água pro café.
Terminei de encher a chaleira e coloquei no fogo sem soltar meu pau.
- Moni, desce um pouquinho, vai, não seja má, mama ele se quiser leite pro seu café. - falei quase implorando.
- haha não!! Você tá sujo, nem tomou banho, menino!!
- Ahh, você já chupou pau sujo, desce um pouquinho, Moniii. - disse enquanto agarrava sua nuca como se fosse fazê-la se ajoelhar.
- Hahaha essa é minha sobrinha, a Andrea que chupa seu pau sujo... mas pra você ver que não sou má, vou dar só uns beijinhos, tá?
Ela se ajoelhou e passou a língua pela cabeça do meu pau, não aguentei mais... enrosquei meus dedos nos cabelos dela e enfiei meu pau na boca pra que chupasse direito, ela não resistiu e ali a tive subindo e descendo por uns 5 minutos.
- Que mamada gostosa, Moni, sua puta da mãe...
- glup plup mmm sch. - Moni tentava falar com o pau na boca.
- Para, para, para. - tirei a pica enquanto a ajudava a levantar, ela assustada, limpando a boca, me perguntou.
- O que foi, chegou alguém? - enquanto Moni olhava para todos os lados.
Não foi nada, puta, falei no ouvido dela, abaixei o zíper da jaqueta, deixando o decote da blusa à vista... ali mesmo puxei os peitos dela pelo decote enorme que ela estava usando e comecei a chupá-los enquanto apertava a bunda dessa mamãe gostosa, os mamilos ficaram duros e dava pra ver a tesão no rosto da Moni. Minhas mãos percorriam toda a sua bunda carnuda, subiam pelas costas e, quando desci, enfiei as mãos por dentro da leggings, procurando a calcinha, mas para minha surpresa, não tinha nada, ela não estava mentindo quando eu disse que queria puxar a calcinha e enfiar a pica. Olhei para ela e disse:
- Que puta que você é, hein!! Você estava me esperando sem nada por baixo da legging, Moni.
- Enfia o pau, neném, por favor. - ela disse, virando as costas e se apoiando na bancada.
Rapidamente, abaixei a leggings que estava encharcada e dei alguns passos para trás para admirar aquela bunda.
Não preciso nem dizer que chupei seu cu inteiro, incluindo o cuzinho que já estava mais que molhado, tinha um cheirinho divino... aquele cheiro de fome de sexo. Ela, com toda a experiência de uma milf veterana, me olhava de soslaio por cima do ombro. Foi aí que me preparei para enfiar meu pau todinho, estávamos tão quentes, minhas bolas batiam na sua buceta e faziam aquele famoso barulho de chinelo.
Gemia e eu fiquei com muito tesão.
- AI FILHO DA PUTA, QUE DELÍCIA ME COME, PENDEJITO FORRO AHHH AHHH SIII ME DÁ, ENFIA TODA, PAPAI SII AAHHH AHHHH TODA, ENFIA TODAAA AHHHH AHHHH SIII SII!
Ela goza e me encharca toda a pica, respingando no chão também... se desmonta na bancada cansada e suspirando baixinho diz: "que gostoso, que gostoso, borrego".
É aí que decido arrombar ela e encher o cu de porra como na noite anterior. Ela estava extasiada, entregue e sem força... e minha pica toda venosa e dura socando na buceta, ela não oferecia resistência nenhuma.
- AI PENDEJOOO!! OUTRA VEZ NÃO!! AHH AHHHGG. - dizia a Moni.
Enquanto eu tirava e metia a pica naquele cu maravilhoso, estava num frenesi absurdo...
Quando de repente se escuta o portão da frente da casa e a campainha, ao mesmo tempo que a porta do banheiro... Queria morrer!!!!
Tirei do cu da Moni, subi a leggings nela, enquanto ela arrumava a blusa e a jaqueta... eu fiz o mesmo com minha pica, enfiei como pude dentro da calça de trabalho e fechei o zíper com medo de estrangular ela porque ainda estava dura e babona ao mesmo tempo.
Fingi que não era comigo e fui pro quintal e a Moni enchia de novo a chaleira com água porque tinha evaporado. Ela tinha gozado e estava feliz, eu com muito tesão e de mau humor.
A porta do banheiro, obviamente, era meu amigo que tinha acabado de tomar banho... e a visita era a Andrea, sobrinha da Moni... "meu amor". Annndreeeaaaa (suspiro)
Eu tinha dito que estava com muito tesão e de mau humor?
CONTINUA NO PRÓXIMO POST...
Bom, como contei no primeiro relato, tava morando na casa do meu amigo Leandro por causa do trabalho, duas semaninhas maravilhosas. Que coincidiram justamente com a separação momentânea da mãe do Leandro, meu amigo... Ele ia dormir na casa da namorada, a algumas quadras, e na casa ficavam a Moni (mãe do Leandro) e o irmão dela, Nestor (tio do Leandro), um quarentão bem promíscuo.
Logo no primeiro dia, na primeira noite, já comi bem gostoso a Moni, deixando a bunda dela bem cheia de porra, graças ao frio que tava e ao quanto a mamãe putinha do meu amigo tava bem disposta...
Passado o dia de trabalho, voltamos pra casa, ou seja, pra casa do Leandro. Ele sempre tomava banho primeiro pra depois ir pra casa da namorada. Mal chegamos, a Moni, a mamãe, nos cumprimenta toda contente... Perguntou como foi nosso dia, se a gente tinha comido, etc, tudo que uma mãe pergunta.
- Lavei seus lençóis, estavam sujos. - me diz a muito sem-vergonha, piscando o olho.
- Valeu, Moniii, que serviço bom! - devolvendo a indireta enquanto ria.
Ela tava com uma legging bem enfiada no cu, daquelas que dá pra ver a calcinha, ou melhor, a *bombacha*, porque como já falei no relato anterior, a Moni não usa fio dental, usa calcinhas normais pra depois enfiar o pano bem no rabo e deixar os bundões separados.
Mas dessa vez não dava pra notar muito, porque ela tava com um daqueles regataços que cobrem a bunda, com uma jaquetinha com capuz, isso sim... bem decotada, você baixava o zíper e o regataço mal chegava a cobrir os mamilos.
Leandro foi tomar banho, e a Moni seguiu para a cozinha rebolando aquele bumbum argentino lindo, sem perder tempo, aproveitando que meu amigo demora um tempão no chuveiro e o promíscuo do Nestor não estava, eu a segui, enquanto encarava a bunda dela, eu ia apalpando meu pau como se estivesse acordando ele.- Como foi seu dia, Moni? - perguntei, enquanto enfiava a mão na bunda dela.
- Solta, che! Meu filho pode aparecer! E meu dia foi bem chato.
- Tô com saudade de você, Moni. - enquanto agarrava o pacote e mostrava pra ela.
- Que exagerado você é, cara, né?! O Leandro tá aqui, respeita ele pelo menos... além do mais, ele vai embora daqui a pouco. - me disse cúmplice, como se estivesse me dizendo pra esperar, enquanto se agachava pra pegar algo na máquina de lavar, deixando o cu à minha mercê, não hesitei... apoiei o pau inteiro entre as nádegas dela e a agarrei pela cintura.
- Mamãe, você vai estar tão gostosa hoje, que filha da puta, que bunda enorme você tem, Moni!! Tô com uma vontade de baixar sua calcinha, puxar sua tanga e enfiar a rola... - enquanto com uma mão apertava os peitos dela e com a outra enfiava dedos na buceta, obviamente não parei de apoiar nela.
- Olha, nenê, primeiro, eu estou linda todos os dias; segundo, você não vai me comer quando quiser, tem gente em casa; e terceiro, não estou de tanga. - afastou a bunda do meu pau, me olhou um pouco e começou a tocar e amassar como só uma veterana sabe, não hesitou em abrir o zíper da minha calça pra enfiar a mão, tirar meu pau pra fora e me masturbar.
- Ah, mas sua mão tá gelada, Moni!! - enquanto meus olhinhos iam pra cima.
- E você tem a rola tão quente, cara... já é hora do lanche, né? Vou fazer um café, você coloca a porra, Nico. - enquanto me masturbava, enchia a chaleira com água pro café.
Terminei de encher a chaleira e coloquei no fogo sem soltar meu pau.- Moni, desce um pouquinho, vai, não seja má, mama ele se quiser leite pro seu café. - falei quase implorando.
- haha não!! Você tá sujo, nem tomou banho, menino!!
- Ahh, você já chupou pau sujo, desce um pouquinho, Moniii. - disse enquanto agarrava sua nuca como se fosse fazê-la se ajoelhar.
- Hahaha essa é minha sobrinha, a Andrea que chupa seu pau sujo... mas pra você ver que não sou má, vou dar só uns beijinhos, tá?
Ela se ajoelhou e passou a língua pela cabeça do meu pau, não aguentei mais... enrosquei meus dedos nos cabelos dela e enfiei meu pau na boca pra que chupasse direito, ela não resistiu e ali a tive subindo e descendo por uns 5 minutos.
- Que mamada gostosa, Moni, sua puta da mãe... - glup plup mmm sch. - Moni tentava falar com o pau na boca.
- Para, para, para. - tirei a pica enquanto a ajudava a levantar, ela assustada, limpando a boca, me perguntou.
- O que foi, chegou alguém? - enquanto Moni olhava para todos os lados.
Não foi nada, puta, falei no ouvido dela, abaixei o zíper da jaqueta, deixando o decote da blusa à vista... ali mesmo puxei os peitos dela pelo decote enorme que ela estava usando e comecei a chupá-los enquanto apertava a bunda dessa mamãe gostosa, os mamilos ficaram duros e dava pra ver a tesão no rosto da Moni. Minhas mãos percorriam toda a sua bunda carnuda, subiam pelas costas e, quando desci, enfiei as mãos por dentro da leggings, procurando a calcinha, mas para minha surpresa, não tinha nada, ela não estava mentindo quando eu disse que queria puxar a calcinha e enfiar a pica. Olhei para ela e disse:
- Que puta que você é, hein!! Você estava me esperando sem nada por baixo da legging, Moni.
- Enfia o pau, neném, por favor. - ela disse, virando as costas e se apoiando na bancada.
Rapidamente, abaixei a leggings que estava encharcada e dei alguns passos para trás para admirar aquela bunda.
Não preciso nem dizer que chupei seu cu inteiro, incluindo o cuzinho que já estava mais que molhado, tinha um cheirinho divino... aquele cheiro de fome de sexo. Ela, com toda a experiência de uma milf veterana, me olhava de soslaio por cima do ombro. Foi aí que me preparei para enfiar meu pau todinho, estávamos tão quentes, minhas bolas batiam na sua buceta e faziam aquele famoso barulho de chinelo.
Gemia e eu fiquei com muito tesão. - AI FILHO DA PUTA, QUE DELÍCIA ME COME, PENDEJITO FORRO AHHH AHHH SIII ME DÁ, ENFIA TODA, PAPAI SII AAHHH AHHHH TODA, ENFIA TODAAA AHHHH AHHHH SIII SII!
Ela goza e me encharca toda a pica, respingando no chão também... se desmonta na bancada cansada e suspirando baixinho diz: "que gostoso, que gostoso, borrego".
É aí que decido arrombar ela e encher o cu de porra como na noite anterior. Ela estava extasiada, entregue e sem força... e minha pica toda venosa e dura socando na buceta, ela não oferecia resistência nenhuma.
- AI PENDEJOOO!! OUTRA VEZ NÃO!! AHH AHHHGG. - dizia a Moni.
Enquanto eu tirava e metia a pica naquele cu maravilhoso, estava num frenesi absurdo...
Quando de repente se escuta o portão da frente da casa e a campainha, ao mesmo tempo que a porta do banheiro... Queria morrer!!!!
Tirei do cu da Moni, subi a leggings nela, enquanto ela arrumava a blusa e a jaqueta... eu fiz o mesmo com minha pica, enfiei como pude dentro da calça de trabalho e fechei o zíper com medo de estrangular ela porque ainda estava dura e babona ao mesmo tempo.
Fingi que não era comigo e fui pro quintal e a Moni enchia de novo a chaleira com água porque tinha evaporado. Ela tinha gozado e estava feliz, eu com muito tesão e de mau humor.
A porta do banheiro, obviamente, era meu amigo que tinha acabado de tomar banho... e a visita era a Andrea, sobrinha da Moni... "meu amor". Annndreeeaaaa (suspiro)
Eu tinha dito que estava com muito tesão e de mau humor?
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