Olá, me chamo Alondra e isso aconteceu quando eu tinha 18 anos (tipo, faz 1 ano). Meus amigos tiveram a ideia de entrar num prédio abandonado à noite. Esse prédio era um hospital, que parou de funcionar uns 12 anos atrás, e a maioria das pessoas conseguia entrar. Uns iam pra pichar, outros pra se drogar, tinha uns vagabundos morando lá, ou só gente explorando o lugar. Éramos 8 amigos, decidimos entrar e o clima era pesado, sinistro pra caralho, tava totalmente escuro. A gente ia andando devagar com lanternas, eu tava com medo de aparecer alguma coisa, e me encostava nos meus amigos. Vimos umas escadas, resolvemos subir e fomos subindo andar por andar, parecia até filme de terror. Cada andar era muito assustador, e com a fama que os prédios abandonados têm, dava ainda mais medo, tudo escuro, quem não tinha lanterna se guiava pela luz da rua que mal iluminava. Subimos uns três andares, e eu tava naquela de querer achar um fantasma ou algo do tipo, tirava foto de alguns quartos com meu celular, na esperança de no final do dia ver se tinha captado algo paranormal, hehe. Já mais confiantes, a gente explorou o lugar com mais segurança, eu do lado de um amigo, andamos por alguns quartos, até que tinha um totalmente diferente por uns detalhes pequenos. Todos estavam vazios, ou com garrafas e lixo, mas esse tinha um colchão todo ferrado e sujo, do lado uma mesinha podre. O quarto inteiro tava rabiscado, não só com xingamentos, mas com paus, peitos, bucetas e mais coisas. Saímos dali e no fundo tinha mais dois quartos, queria ir ver o que tinha, mas meu amigo queria seguir com o grupo, então falei pra ele ir que eu alcançava depois. Peguei meu celular e com a pouca luz que ele dava dava pra ver o caminho, entrei num quarto e só tinha roupa suja e rasgada, e o outro tinha um corredor que virava noutro corredor, e esse tinha um quartinho pequeno onde não tinha nada, mas... Cheirava muito a mijo. E aqui começa o pesadelo. Quando chego no fundo desse corredor e sinto aquele fedor horrível de mijo, já ia virar e voltar pros meus amigos, mas bem nessa hora, ouço um barulho, como se alguém tivesse batido em alguma coisa lá longe, e logo depois, escuto todos os meus amigos gritando de pavor e percebo eles correndo escada acima, ouvindo eles se afastando aos poucos. Vocês não fazem ideia do medo que eu senti naquele momento, tava pior que aterrorizada. Desliguei meu celular, encolhi os ombros e fiquei com os olhos semiabertos, pra ver se via alguma coisa entrando naquele corredor onde eu tava trancada. De repente, tudo ficou em silêncio, parecia que um monstro ia sair a qualquer hora e me devorar do pior jeito possível, isso e coisas piores. Depois de um bom tempo, andei devagar pelo corredor, virei e também não tinha nada naquele corredor. Tava morrendo de medo de encontrar aquilo que fez meus amigos saírem correndo. Era um fantasma? Ou uma menina? Cada vez que pensava numa coisa ruim, vinha outra pior. Quando saí daquele quarto, não vi nada, e olhei o corredor que levava pra escada, lá no fundo o quarto do colchão, e à minha esquerda várias mesas onde provavelmente ficavam umas enfermeiras ou sei lá. Caminho até o corredor que leva pra escada e ouço alguma coisa. Fiquei imóvel, bem na esquina da parede, já quase virando praquele corredor, mas queria escutar o que tinha feito aquele barulho. Eu tava na minha de que aquilo era um fantasma ou algo paranormal, nada mais. Quando parei pra escutar o que tinha sido, de repente ouço passos de alguma coisa se aproximando de mim. Na hora, um medo enorme tomou conta de mim, abri os olhos completamente, nem tive tempo de pensar se corria ou o quê quando ouvi aquilo se aproximando. Esses passos, quando chegaram perto de mim, notei com a luz fraca da rua um cara gordo e grandão, vi o suéter dele e o cheiro de álcool que me fez saber que era um daqueles caras que costumam dormir ali. Dá pra ver a cara de irritação dele e, ao verme diz com uma voz que me fez pular de susto:
-"QUE QUE VOCÊ TÁ FAZENDO AQUI?!" Senti a voz dele ecoar pelo lugar todo, me fez tremer.
-"Nada nada, eu só tava com meus amigos"
-"POR QUE VOCÊS ENTRARAM AQUI?!"
-"A gente só queria ver o que tinha aqui, nada mais" Logo depois, ele me pegou pelo braço com tanta força que me machucou na hora, soltei até um gritinho de dor, agora não era mais medo de fantasma ou monstro, era medo da minha segurança com um cara daquele.
-"PUTOS MOLECAS, só vêm encher o saco"
-"Por favor por favor, me solta, já vou embora, sério"
-"Cadê seus putos amigos, hein?!!"
-"Não sei não sei, só ouvi que eles foram embora, por favor, já vou embora, sério" Ele me puxou até uma janela e espiou pra ver se não tava ninguém lá fora, mas uma lona de metal enorme tampava a visão.
-"Onde você tava, vamos ver" Ele me levou pros quartos onde eu tava escondida pra ver se algum dos meus amigos tava lá, nessa altura eu já tava chorando de medo.
-"TEM ALGUÉM AÍ OU O QUÊ?"
-"Nãooo, já não tem ninguém, por favor me solta, não vou voltar mais" Acho que ele ficou puto porque eu comecei a chorar e me puxou pra perto dele de um jeito agressivo que machucou ainda mais meu braço.
-"Porra, pirralha, por que você tá chorando?... por que você tá chorando?" (Me puxando cada vez mais forte) Eu, com lágrimas e um choro mais pesado, implorava pra ele me soltar.
-"*chorando* Já, por favor, me solta, juro que não vou voltar, sério" Ele me pegou pelo cabelo e deu um puxão tão forte que doeu minha cabeça.
-"PÁRA DE CHORAR, sua putinha MOLECA" Eu soltei um grito tão alto que ecoou pelo lugar todo, tava com medo que ele fosse me bater ou algo assim.
-"Não, espera espera, já já, só me solta, não vou te incomodar mais, por favor por favor"
-"Cala essa puta boca" Assim, me segurando pelo cabelo e pelo braço, ele me levou pro quarto do colchão, onde o barulho quase não saía, mesmo que eu gritasse, ninguém ia ouvir, tava no terceiro andar, então nem pensei em Ei.
— "Pô, por favor, eu imploro, por favor"
— "Vamos ver, por que você tá chorando?!... Por que você tá chorando?!..."
Toda vez que perguntava isso, me dava um tapinha leve que fazia meu rosto arder. Eu não via nada, dentro daquele quarto tava tudo escuro, só sentia a mão dele no meu cabelo e os tapas, tava chorando porque não sabia como sair dali, achei que aquele ia ser o dia da minha morte. Isso não era tudo, depois de me dar os tapas, puxou meu cabelo na direção do corpo dele, e senti a mão dele começar a apertar meu peito, tocava e amassava meus dois peitos, o que me deu mais medo:
— "Pô, pelo amor de Deus, me deixa ir, por favor, eu imploro"
— "Por que você tá chorando, vamos ver, por que você tá chorando?! Para de chorar ou vai ser pior pra você"
Ao ouvir isso, só pensei que algo ruim ia rolar naquela noite, não dava pra brigar com alguém assim, nem fugir, porque talvez ele me machucasse já que eu não via nada, sabia que iam abusar de mim naquela noite, meu choro e meus soluços ecoavam pelo quarto inteiro, até meu nariz começou a escorrer meleca. Depois ele me arrastou pro colchão aos puxões e gritou:
— "Senta aí, senta!"
Com o joelho dele bateu no meu e me jogou no colchão sujo dele, percebi pela luz de fora que ele saiu e colocou uma tábua bem grande que tava do lado de fora do quarto como porta, deixando o quarto completamente escuro, isso me deu muito mais medo e comecei a chorar mais alto, meu rosto tava cheio de lágrimas, e eu tinha uma expressão de terror, ouço os passos dele se aproximando de mim e sinto uma das mãos dele procurando onde me puxar, pega meus cabelos e puxa, me machucando pra caralho.
— "Aiii, já chega, por favor"
— "Cala a boca, garota"
Ele me deixou de joelhos do lado dele e eu percebi pelo barulho que ele tava baixando as calças.
— "Isso é o que acontece quando vocês ficam se metendo aqui... vem cá"
— "*chorando*... Pô, pelo amor de Deus, me deixa ir, eu imploro, não faz isso comigo"
— "Cala a boca... Vamos ver, já que você não se cala, vou te calar eu mesmo"
Em seguida, ele pegou com uma mano, minha cabeça sendo puxada pelo cabelo e logo depois, senti o pau dele se esfregando na minha cara. Eu imediatamente segurei as pernas dele e afastei meu rosto, dei um grito de nojo e medo. Ele era bruto e empurrava minha cabeça com muita força, na direção dele, até que minha resistência foi tanta que ele se irritou e, soltando o pau, me deu um tapa forte:
- "*Tapa* OLHA AQUI, GIRL, OU VOCÊ OBEDECE OU ENTÃO FUCK YOU, UMA PORRADA PRA VOCÊ APRENDER A OBEDECER"
Eu, com medo e sem conseguir falar nada, sinto ele puxar minha cabeça e sinto o pau dele de novo na minha cara. De novo, resisti e olhei pra baixo, o pau dele deslizava pela minha testa até que senti um golpe muito forte na minha cabeça e, me pegando pelo cabelo de novo, ele levanta meu rosto e, com o dedão, abre minha boca. O dedo dele era sujo e tinha um gosto muito salgado. Assim que ele posicionou minha boca na ponta do pau dele, com um tapa, ele diz:
- "Chupa, hein, pobre de você se me morder, porque senão eu quebro seus dentes pra você nunca mais fazer isso"
Só abri minha boca e senti um pau grosso e mole batendo na minha língua, no céu da boca, nas bochechas, até que ele me puxou pelo cabelo pra trás e disse, bem agressivo:
- "Chupa, girl... você já sabe como"
Fechei um pouco a boca e praticamente estava chupando o pau dele. Ele se movia pra frente e pra trás e, com a mão, controlava minha cabeça pra eu mamar. O pau dele tinha gosto de urina, mas conforme minhas lágrimas e saliva iam levando aquele gosto, logo notei um gosto de sujeira gordurosa. Me dava nojo, mas não conseguia abrir a boca por algum motivo. Aos poucos, minha saliva foi limpando aquele pau. Aos poucos, notei que o pau dele foi ficando duro, era grosso, uns 15 cm, mas ia ficando pontudo da base até a ponta e era curvado pra cima, parecia chifre de rinoceronte. Ele estava fodendo minha boca por um bom tempo e eu ainda não parava de chorar. Em um momento, meu celular começou a tocar, dava pra ver o brilho através da minha calça:
- "Quem tá te ligando?!... Vamos ver"
Ele começou a procurar meu celular e era um dos meus amigos. Ao pegá-lo, ele jogou no chão um pouco longe. Em seguida, começou a apalpar meus peitos de novo e me puxou pelo cabelo. Já de pé, começou a tocar minha bunda, que era um pouco gordinha e ele gostou. Começou a amassar e apertar. Eu estava usando uma calça de moletom cinza e, só com o dedão, ele a puxou pra baixo até deixar minha bunda exposta. Fiquei com mais medo ainda. Senti ele soltar meu cabelo e, com as duas mãos, abaixar minha calça até os tornozelos. Eu continuava chorando de medo, e dava pra ouvir bem alto. Eu tinha um casaco e, por baixo, uma camiseta. Ele pegou meu casaco e levantou, e com a força dele meus braços subiram, deixando meus peitos no ar. Eles não eram grandes nem pequenos, eram peitos de adolescente. Ele começou a apalpar meus peitos e, de repente, começou a chupar meus mamilos, enquanto com as mãos apertava minha bunda. Eu sentia os dentes e os lábios dele, e do outro lado, sentia as mãos e a força. Com uma das mãos, ele tocou minha buceta e eu dei um pulo, chorando mais alto. "Estou sendo estuprada", pensei.
— "Cê tá molhadinha, sua putinha."
Na verdade, eu não entendia por que estava, já que não estava nem um pouco excitada. Talvez fosse o estímulo que os lábios dele fizeram nos meus mamilos, ou algo assim. Ele me ajoelhou de novo e enfiou o pau de novo na minha boca. Depois de um tempo, com o pau já meio babado, ele me levantou e me inclinou contra a parede:
— "Espera, por favor, não, por favor."
— "Cala essa boca de puta."
Ele me inclinou e eu senti a ponta do pau dele deslizando pela minha buceta. Ele se posicionou na entrada e, com um movimento lento, senti ele deslizar pra dentro de mim. Com o pau todo dentro de mim, ele começou a me comer de um jeito tão desesperado. Eu sentia os ovos pesados dele batendo no meu clitóris, me segurando pelos quadris, me fodendo desesperadamente:
— "Uuuh, como você é boa, sua menininha."
Ele gemia e gemia, e eu chorava e chorava. Sentia o pau dele roçando nas minhas paredes vaginais. Num certo ponto, pensei que se ele me comesse, não ia me machucar, então me acalmei e, com as lágrimas no rosto, tentei... Controlar meu chilique. Dava pra ouvir o eco dos gemidos daquele gordo e o barulhão que minhas nádegas faziam com a barriga dele, só tava esperando aquele momento de terror acabar. Senti ele me dar um tapa forte na bunda, eu pulei, achei que ia começar a me bater, mas foi só um tapa. Ele me puxou pelo cabelo e continuou me comendo brutalmente, sentia a barriga toda dele se apoiar na minha bunda. Até que ele tirou o pau e senti o ar frio no buraco enorme que a verga dele tinha deixado na minha buceta, me deu medo de novo porque não sabia o que ele queria fazer. Ele me pegou pelo pescoço e me jogou no colchão dele:
— "Fica de putinha rápido"
Eu me coloquei devagar e ele, me segurando pela cintura, me ajeitou rápido. Minhas costas estavam todas arqueadas e ele disse:
— "Levanta bem a bunda, putinha"
Me deu um tapa forte na bunda que até fez eco de ida e volta, rapidamente levantei o rabo e senti o pau dele entrar de novo. Ele começou a me foder outra vez, mas agora, por causa da posição que eu tava, senti como a verga dele roçava mais fácil no meu ponto G. Sentia aquela cócega, e além disso, sentir o pau dele entrando e saindo com as paredes da minha buceta fez aquela fricção começar a me estimular. Então, involuntariamente, comecei a sentir umas cócegas de prazer dentro de mim. Ele gemia e gemia, quando comecei a sentir que o pau dele roçava de um jeito que tocava certos pontos exatos, me fazia dar pulinhos de tão bom que tava me comendo por dentro. Ele percebeu:
— "Tá gostando da sensação, né, putinha?"
— "... *respirei* Uuff..."
— "Olha só como você pula, bem que sente meu pau dentro de você"
Cada segundo que passava, meu corpo aumentava as reações que o pau dele tava me causando. Num momento, ele se apoiou tanto em mim que o pau dele descansou no meu ponto G. Quando começou a me foder desse jeito, senti todas as veias dele roçando meu ponto, minha buceta começou a sentir que um orgasmo tava chegando e o pior é que não dava pra evitar. Era tão brutal a sensação do pau dele... Pau que apertou forte o colchão e aguentou, quando ele começou umas estocadas tão desesperadas foi que senti um orgasmo percorrendo meu corpo e como ele continuava me comendo de um jeito tão frenético, meu orgasmo se prolongou tanto que não consegui torcer toda minha costa de tão gostoso que tava sentindo:
-"Uyuyuyuyuuuuuuy"
-"Cê gosta, né, putinha? Olha como você se mexe"
Esse homem continuava se movendo e fazendo fricção com minha buceta e meu orgasmo, em vez de acabar, evoluiu de tanto estímulo que tava me causando, entrando num transe onde meu orgasmo ocupava todo meu sistema, a única coisa que sentia era um orgasmo infinito que até nublou minha visão, e olha que tava tudo escuro, sentia minha boca caída e meus olhos virados, quando de repente, ele puxa o pau de uma vez e sinto um jorro enorme de água saindo disparado a toda pressão no colchão dele, me contorci igual peixe fora d'água e apertei o colchão bem forte:
-"Cê gostou, né, sua putinha?"
Sentia minha boca seca e o rosto cheio de lágrimas secas, sentia meu corpo todo suado e minha buceta toda molhada. Me virei e, olhando pra cima, ele se acomodou entre minhas pernas, aquele orgasmo tinha acabado com minha energia, e esse gordo ainda tinha as forças vivas. Pegou minhas pernas e abriu, de novo senti o pau dele entrar, senti ele se jogar pra frente se apoiando no colchão, ficou na minha frente, senti o pau dele entrando e saindo, me impressiona que ele mantenha um ritmo tão gostoso pra ser quem é, eu tava em branco, tava sendo comida, só sabia disso, não lembrava nem onde tava, o gordo pega meus pulsos e se apoia neles, começou a me estocar tão rápido que senti outro orgasmo vindo veloz, meu corpo começou a se contorcer mas não conseguia me mexer muito porque ele me mantinha submissa com as mãos, depois de aguentar meus gemidos um bom tempo, sentir meu orgasmo chegando me fez soltar eles sem mais:
-"... Aaaaaay ay yaaa"
-"Já vai gozar, putinha?"
-"Yayayaya Aaaay"
— "Sente meu pau, garota, sente ele te furando toda sua buceta"
— "Siiim, Yayaya, vou gozar, vou gozar"
Ele começou a foder mais rápido e, de novo, meu orgasmo veio primeiro. Me contorci contra ele e senti a barriga dele na minha. Ele começou a gozar também, soltando um gemido forte:
— "Ôôô, porra, Foxy, que delícia"
Na hora, senti medo. Senti os jatos dele batendo no fundo, até sentir escorrendo pela minha buceta e pelo pau dele. Ele tirou o pau e se deitou do meu lado naquele colchão. Levantei rápido e me senti muito mal:
— "Vaza logo, antes que eu te pegue de novo"
De algum jeito, umas lágrimas pequenas escorreram. Subi minha calça e senti todos os fluidos dele e meus quando minha calcinha encostou nos meus lábios. Peguei meu casaco do chão e meu celular, que estava a um metro do colchão. Quando saí, ele disse:
— "Vem outro dia, cê sabe que gostou, pirralha"
Saí daquele quarto, desviei a tábua e vesti minha camiseta e casaco. Liguei o celular e tinha 40 chamadas perdidas de todos os meus amigos. Acendi a lanterna e desci todos os andares. Enquanto descia, pensei que ia acabar espancada ou ensanguentada, até morta, mas não. Pelo contrário, saí ilesa, com uns hematomas no braço, uma dor de cabeça e até um dos melhores orgasmos que alguém já me deu na vida. "O que há de errado comigo?", pensei. Já nem me importava se um fantasma aparecesse na minha frente; meu corpo já tinha sentido o pior terror possível. Desci e vi a saída. Minhas lágrimas caíam. Quando saí, vi meus amigos vindo me buscar e, ao vê-los, comecei a chorar de novo:
— "Você tá bem?"
— "O que aconteceu?"
— "A gente te perdeu de vista!"
— "Íamos entrar pra te procurar de novo"
— "Por que não atendeu o telefone?"
Me levaram pra casa de uma amiga e passei a noite lá. No dia seguinte, comprei a pílula do dia seguinte e não saí de casa. O pior é que, quando lembro do horror que foi, meu cérebro só... Quer lembrar quando eu tava naquele transe de prazer, não sei o que acontece comigo, deveria ser algo que arruinou minha vida, não algo que eu tenho vontade de repetir. Será que devo ir de novo pra enfrentar meus traumas? Ou ficar aqui esperando me decidir a ir outra vez, meu corpo pede por isso então... Fim.
-"QUE QUE VOCÊ TÁ FAZENDO AQUI?!" Senti a voz dele ecoar pelo lugar todo, me fez tremer.
-"Nada nada, eu só tava com meus amigos"
-"POR QUE VOCÊS ENTRARAM AQUI?!"
-"A gente só queria ver o que tinha aqui, nada mais" Logo depois, ele me pegou pelo braço com tanta força que me machucou na hora, soltei até um gritinho de dor, agora não era mais medo de fantasma ou monstro, era medo da minha segurança com um cara daquele.
-"PUTOS MOLECAS, só vêm encher o saco"
-"Por favor por favor, me solta, já vou embora, sério"
-"Cadê seus putos amigos, hein?!!"
-"Não sei não sei, só ouvi que eles foram embora, por favor, já vou embora, sério" Ele me puxou até uma janela e espiou pra ver se não tava ninguém lá fora, mas uma lona de metal enorme tampava a visão.
-"Onde você tava, vamos ver" Ele me levou pros quartos onde eu tava escondida pra ver se algum dos meus amigos tava lá, nessa altura eu já tava chorando de medo.
-"TEM ALGUÉM AÍ OU O QUÊ?"
-"Nãooo, já não tem ninguém, por favor me solta, não vou voltar mais" Acho que ele ficou puto porque eu comecei a chorar e me puxou pra perto dele de um jeito agressivo que machucou ainda mais meu braço.
-"Porra, pirralha, por que você tá chorando?... por que você tá chorando?" (Me puxando cada vez mais forte) Eu, com lágrimas e um choro mais pesado, implorava pra ele me soltar.
-"*chorando* Já, por favor, me solta, juro que não vou voltar, sério" Ele me pegou pelo cabelo e deu um puxão tão forte que doeu minha cabeça.
-"PÁRA DE CHORAR, sua putinha MOLECA" Eu soltei um grito tão alto que ecoou pelo lugar todo, tava com medo que ele fosse me bater ou algo assim.
-"Não, espera espera, já já, só me solta, não vou te incomodar mais, por favor por favor"
-"Cala essa puta boca" Assim, me segurando pelo cabelo e pelo braço, ele me levou pro quarto do colchão, onde o barulho quase não saía, mesmo que eu gritasse, ninguém ia ouvir, tava no terceiro andar, então nem pensei em Ei.
— "Pô, por favor, eu imploro, por favor"
— "Vamos ver, por que você tá chorando?!... Por que você tá chorando?!..."
Toda vez que perguntava isso, me dava um tapinha leve que fazia meu rosto arder. Eu não via nada, dentro daquele quarto tava tudo escuro, só sentia a mão dele no meu cabelo e os tapas, tava chorando porque não sabia como sair dali, achei que aquele ia ser o dia da minha morte. Isso não era tudo, depois de me dar os tapas, puxou meu cabelo na direção do corpo dele, e senti a mão dele começar a apertar meu peito, tocava e amassava meus dois peitos, o que me deu mais medo:
— "Pô, pelo amor de Deus, me deixa ir, por favor, eu imploro"
— "Por que você tá chorando, vamos ver, por que você tá chorando?! Para de chorar ou vai ser pior pra você"
Ao ouvir isso, só pensei que algo ruim ia rolar naquela noite, não dava pra brigar com alguém assim, nem fugir, porque talvez ele me machucasse já que eu não via nada, sabia que iam abusar de mim naquela noite, meu choro e meus soluços ecoavam pelo quarto inteiro, até meu nariz começou a escorrer meleca. Depois ele me arrastou pro colchão aos puxões e gritou:
— "Senta aí, senta!"
Com o joelho dele bateu no meu e me jogou no colchão sujo dele, percebi pela luz de fora que ele saiu e colocou uma tábua bem grande que tava do lado de fora do quarto como porta, deixando o quarto completamente escuro, isso me deu muito mais medo e comecei a chorar mais alto, meu rosto tava cheio de lágrimas, e eu tinha uma expressão de terror, ouço os passos dele se aproximando de mim e sinto uma das mãos dele procurando onde me puxar, pega meus cabelos e puxa, me machucando pra caralho.
— "Aiii, já chega, por favor"
— "Cala a boca, garota"
Ele me deixou de joelhos do lado dele e eu percebi pelo barulho que ele tava baixando as calças.
— "Isso é o que acontece quando vocês ficam se metendo aqui... vem cá"
— "*chorando*... Pô, pelo amor de Deus, me deixa ir, eu imploro, não faz isso comigo"
— "Cala a boca... Vamos ver, já que você não se cala, vou te calar eu mesmo"
Em seguida, ele pegou com uma mano, minha cabeça sendo puxada pelo cabelo e logo depois, senti o pau dele se esfregando na minha cara. Eu imediatamente segurei as pernas dele e afastei meu rosto, dei um grito de nojo e medo. Ele era bruto e empurrava minha cabeça com muita força, na direção dele, até que minha resistência foi tanta que ele se irritou e, soltando o pau, me deu um tapa forte:
- "*Tapa* OLHA AQUI, GIRL, OU VOCÊ OBEDECE OU ENTÃO FUCK YOU, UMA PORRADA PRA VOCÊ APRENDER A OBEDECER"
Eu, com medo e sem conseguir falar nada, sinto ele puxar minha cabeça e sinto o pau dele de novo na minha cara. De novo, resisti e olhei pra baixo, o pau dele deslizava pela minha testa até que senti um golpe muito forte na minha cabeça e, me pegando pelo cabelo de novo, ele levanta meu rosto e, com o dedão, abre minha boca. O dedo dele era sujo e tinha um gosto muito salgado. Assim que ele posicionou minha boca na ponta do pau dele, com um tapa, ele diz:
- "Chupa, hein, pobre de você se me morder, porque senão eu quebro seus dentes pra você nunca mais fazer isso"
Só abri minha boca e senti um pau grosso e mole batendo na minha língua, no céu da boca, nas bochechas, até que ele me puxou pelo cabelo pra trás e disse, bem agressivo:
- "Chupa, girl... você já sabe como"
Fechei um pouco a boca e praticamente estava chupando o pau dele. Ele se movia pra frente e pra trás e, com a mão, controlava minha cabeça pra eu mamar. O pau dele tinha gosto de urina, mas conforme minhas lágrimas e saliva iam levando aquele gosto, logo notei um gosto de sujeira gordurosa. Me dava nojo, mas não conseguia abrir a boca por algum motivo. Aos poucos, minha saliva foi limpando aquele pau. Aos poucos, notei que o pau dele foi ficando duro, era grosso, uns 15 cm, mas ia ficando pontudo da base até a ponta e era curvado pra cima, parecia chifre de rinoceronte. Ele estava fodendo minha boca por um bom tempo e eu ainda não parava de chorar. Em um momento, meu celular começou a tocar, dava pra ver o brilho através da minha calça:
- "Quem tá te ligando?!... Vamos ver"
Ele começou a procurar meu celular e era um dos meus amigos. Ao pegá-lo, ele jogou no chão um pouco longe. Em seguida, começou a apalpar meus peitos de novo e me puxou pelo cabelo. Já de pé, começou a tocar minha bunda, que era um pouco gordinha e ele gostou. Começou a amassar e apertar. Eu estava usando uma calça de moletom cinza e, só com o dedão, ele a puxou pra baixo até deixar minha bunda exposta. Fiquei com mais medo ainda. Senti ele soltar meu cabelo e, com as duas mãos, abaixar minha calça até os tornozelos. Eu continuava chorando de medo, e dava pra ouvir bem alto. Eu tinha um casaco e, por baixo, uma camiseta. Ele pegou meu casaco e levantou, e com a força dele meus braços subiram, deixando meus peitos no ar. Eles não eram grandes nem pequenos, eram peitos de adolescente. Ele começou a apalpar meus peitos e, de repente, começou a chupar meus mamilos, enquanto com as mãos apertava minha bunda. Eu sentia os dentes e os lábios dele, e do outro lado, sentia as mãos e a força. Com uma das mãos, ele tocou minha buceta e eu dei um pulo, chorando mais alto. "Estou sendo estuprada", pensei.
— "Cê tá molhadinha, sua putinha."
Na verdade, eu não entendia por que estava, já que não estava nem um pouco excitada. Talvez fosse o estímulo que os lábios dele fizeram nos meus mamilos, ou algo assim. Ele me ajoelhou de novo e enfiou o pau de novo na minha boca. Depois de um tempo, com o pau já meio babado, ele me levantou e me inclinou contra a parede:
— "Espera, por favor, não, por favor."
— "Cala essa boca de puta."
Ele me inclinou e eu senti a ponta do pau dele deslizando pela minha buceta. Ele se posicionou na entrada e, com um movimento lento, senti ele deslizar pra dentro de mim. Com o pau todo dentro de mim, ele começou a me comer de um jeito tão desesperado. Eu sentia os ovos pesados dele batendo no meu clitóris, me segurando pelos quadris, me fodendo desesperadamente:
— "Uuuh, como você é boa, sua menininha."
Ele gemia e gemia, e eu chorava e chorava. Sentia o pau dele roçando nas minhas paredes vaginais. Num certo ponto, pensei que se ele me comesse, não ia me machucar, então me acalmei e, com as lágrimas no rosto, tentei... Controlar meu chilique. Dava pra ouvir o eco dos gemidos daquele gordo e o barulhão que minhas nádegas faziam com a barriga dele, só tava esperando aquele momento de terror acabar. Senti ele me dar um tapa forte na bunda, eu pulei, achei que ia começar a me bater, mas foi só um tapa. Ele me puxou pelo cabelo e continuou me comendo brutalmente, sentia a barriga toda dele se apoiar na minha bunda. Até que ele tirou o pau e senti o ar frio no buraco enorme que a verga dele tinha deixado na minha buceta, me deu medo de novo porque não sabia o que ele queria fazer. Ele me pegou pelo pescoço e me jogou no colchão dele:
— "Fica de putinha rápido"
Eu me coloquei devagar e ele, me segurando pela cintura, me ajeitou rápido. Minhas costas estavam todas arqueadas e ele disse:
— "Levanta bem a bunda, putinha"
Me deu um tapa forte na bunda que até fez eco de ida e volta, rapidamente levantei o rabo e senti o pau dele entrar de novo. Ele começou a me foder outra vez, mas agora, por causa da posição que eu tava, senti como a verga dele roçava mais fácil no meu ponto G. Sentia aquela cócega, e além disso, sentir o pau dele entrando e saindo com as paredes da minha buceta fez aquela fricção começar a me estimular. Então, involuntariamente, comecei a sentir umas cócegas de prazer dentro de mim. Ele gemia e gemia, quando comecei a sentir que o pau dele roçava de um jeito que tocava certos pontos exatos, me fazia dar pulinhos de tão bom que tava me comendo por dentro. Ele percebeu:
— "Tá gostando da sensação, né, putinha?"
— "... *respirei* Uuff..."
— "Olha só como você pula, bem que sente meu pau dentro de você"
Cada segundo que passava, meu corpo aumentava as reações que o pau dele tava me causando. Num momento, ele se apoiou tanto em mim que o pau dele descansou no meu ponto G. Quando começou a me foder desse jeito, senti todas as veias dele roçando meu ponto, minha buceta começou a sentir que um orgasmo tava chegando e o pior é que não dava pra evitar. Era tão brutal a sensação do pau dele... Pau que apertou forte o colchão e aguentou, quando ele começou umas estocadas tão desesperadas foi que senti um orgasmo percorrendo meu corpo e como ele continuava me comendo de um jeito tão frenético, meu orgasmo se prolongou tanto que não consegui torcer toda minha costa de tão gostoso que tava sentindo:
-"Uyuyuyuyuuuuuuy"
-"Cê gosta, né, putinha? Olha como você se mexe"
Esse homem continuava se movendo e fazendo fricção com minha buceta e meu orgasmo, em vez de acabar, evoluiu de tanto estímulo que tava me causando, entrando num transe onde meu orgasmo ocupava todo meu sistema, a única coisa que sentia era um orgasmo infinito que até nublou minha visão, e olha que tava tudo escuro, sentia minha boca caída e meus olhos virados, quando de repente, ele puxa o pau de uma vez e sinto um jorro enorme de água saindo disparado a toda pressão no colchão dele, me contorci igual peixe fora d'água e apertei o colchão bem forte:
-"Cê gostou, né, sua putinha?"
Sentia minha boca seca e o rosto cheio de lágrimas secas, sentia meu corpo todo suado e minha buceta toda molhada. Me virei e, olhando pra cima, ele se acomodou entre minhas pernas, aquele orgasmo tinha acabado com minha energia, e esse gordo ainda tinha as forças vivas. Pegou minhas pernas e abriu, de novo senti o pau dele entrar, senti ele se jogar pra frente se apoiando no colchão, ficou na minha frente, senti o pau dele entrando e saindo, me impressiona que ele mantenha um ritmo tão gostoso pra ser quem é, eu tava em branco, tava sendo comida, só sabia disso, não lembrava nem onde tava, o gordo pega meus pulsos e se apoia neles, começou a me estocar tão rápido que senti outro orgasmo vindo veloz, meu corpo começou a se contorcer mas não conseguia me mexer muito porque ele me mantinha submissa com as mãos, depois de aguentar meus gemidos um bom tempo, sentir meu orgasmo chegando me fez soltar eles sem mais:
-"... Aaaaaay ay yaaa"
-"Já vai gozar, putinha?"
-"Yayayaya Aaaay"
— "Sente meu pau, garota, sente ele te furando toda sua buceta"
— "Siiim, Yayaya, vou gozar, vou gozar"
Ele começou a foder mais rápido e, de novo, meu orgasmo veio primeiro. Me contorci contra ele e senti a barriga dele na minha. Ele começou a gozar também, soltando um gemido forte:
— "Ôôô, porra, Foxy, que delícia"
Na hora, senti medo. Senti os jatos dele batendo no fundo, até sentir escorrendo pela minha buceta e pelo pau dele. Ele tirou o pau e se deitou do meu lado naquele colchão. Levantei rápido e me senti muito mal:
— "Vaza logo, antes que eu te pegue de novo"
De algum jeito, umas lágrimas pequenas escorreram. Subi minha calça e senti todos os fluidos dele e meus quando minha calcinha encostou nos meus lábios. Peguei meu casaco do chão e meu celular, que estava a um metro do colchão. Quando saí, ele disse:
— "Vem outro dia, cê sabe que gostou, pirralha"
Saí daquele quarto, desviei a tábua e vesti minha camiseta e casaco. Liguei o celular e tinha 40 chamadas perdidas de todos os meus amigos. Acendi a lanterna e desci todos os andares. Enquanto descia, pensei que ia acabar espancada ou ensanguentada, até morta, mas não. Pelo contrário, saí ilesa, com uns hematomas no braço, uma dor de cabeça e até um dos melhores orgasmos que alguém já me deu na vida. "O que há de errado comigo?", pensei. Já nem me importava se um fantasma aparecesse na minha frente; meu corpo já tinha sentido o pior terror possível. Desci e vi a saída. Minhas lágrimas caíam. Quando saí, vi meus amigos vindo me buscar e, ao vê-los, comecei a chorar de novo:
— "Você tá bem?"
— "O que aconteceu?"
— "A gente te perdeu de vista!"
— "Íamos entrar pra te procurar de novo"
— "Por que não atendeu o telefone?"
Me levaram pra casa de uma amiga e passei a noite lá. No dia seguinte, comprei a pílula do dia seguinte e não saí de casa. O pior é que, quando lembro do horror que foi, meu cérebro só... Quer lembrar quando eu tava naquele transe de prazer, não sei o que acontece comigo, deveria ser algo que arruinou minha vida, não algo que eu tenho vontade de repetir. Será que devo ir de novo pra enfrentar meus traumas? Ou ficar aqui esperando me decidir a ir outra vez, meu corpo pede por isso então... Fim.
3 comentários - Violada num prédio abandonado