Superando meu cunhado (2012.08)

Não fiquei satisfeita com a decisão de me afastar sexualmente do meu cunhado, mas sabia que era o certo. Pra me distrair dessa "derrota" sentimental, aceitei o convite de um colega pra sair numa sexta. Ele me chamou pra jantar num restaurante. Foi uma noite agradável, mas sem perceber, bebi mais do que devia. Saímos do restaurante, os dois agasalhados contra o frio da brisa de outono. Peguei no braço dele, principalmente pra me manter em pé. Percebi que nunca chegaria sozinha em casa. Chamamos um táxi e, enquanto subíamos, ele perguntou meu endereço. Isso eu consegui lembrar e, pouco depois, chegamos no prédio de apartamentos.


Ao sair do táxi, perdi o equilíbrio e, sem nenhum jeito, caí na calçada, aterrissando de bunda no chão. Gritei e ri, soltando um baita fôlego. "Olha só... caí", falei, com um humor que só uma pessoa bêbada acharia graça. Manuel terminou de pagar o taxista e depois me ajudou a levantar. Sem jeito, sacudi a sujeira da parte de trás do meu casaco até os joelhos. "Tá tudo bem, Dani. Já chegamos no seu apartamento", ele disse, devagar e bem claro, querendo ter certeza de que eu entendia, "Vou te ajudar a subir e você pode dormir". "Mas não quero dormir", reclamei baixinho enquanto ele me guiava até o hall e entrávamos no elevador, "Ainda dá pra sair pra farrear".


Não, tá de boa", ela disse suave, "Já deu por hoje". Quando cheguei na porta, comecei a revirar minha bolsa, mas desisti rápido, "Não acho minha chave... Você pode achar minha chave?". "Hum, claro", ela falou, pegando a bolsinha. Na hora, o estalo bateu na minha mente confusa. "Ah... desculpa mesmo. Eu caguei todo o nosso rolê... fiz merda". "Não, não... relaxa, eu também preciso ir pra casa cedo", ela me tranquilizou, "E você provavelmente tem coisa pra fazer de manhã também".


Até bêbada, eu vi através das desculpas dele. "Não, sério. A gente se divertiu tanto, mas eu fiz merda". Meu olhar triste logo se transformou num sorriso sedutor quando uma ideia me veio à cabeça: "Bom, ainda posso compensar você... Que tal eu te chupar?".


Manuel parou de procurar a chave, visivelmente inseguro se tinha me ouvido direito. “Umm... o quê?”. “Se eu te chupar”, repeti. “Já sabe, vou chupar seu pau”. Deslizei entre ele e a porta. Meus dedos agarraram os zíperes da jaqueta aberta dele, em parte pra evitar que ele se afastasse de mim e em parte pra me manter firme. “Manu... deixa eu fazer isso por você”, me queixei, e depois continuei, fingindo um ar de elegância e compostura, “... como um pequeno e amigável agradecimento por me levar pra comer”.


“Olha, Dani, você bebeu demais... Na verdade, você exagerou. E não quero me aproveitar de você, e tenho certeza de que n-não quero fazer nada que você vá se arrepender amanhã de manhã”, ele choramingou. “Tá tudo bem”, eu o interrompi alegremente, como se não tivesse ouvido as reclamações dele. “Melhor ainda... vou chupar seu pau... E você pode fazer o que quiser comigo... Manu... você não quer só enfiar entre essas pernas?”, provoquei, esfregando minha pélvis na coxa dele. Mesmo bêbada, lembrei da minha decisão de usar um vestido curto e salto alto para provocar e atrair meu encontro. E lembrei de ter visto os olhares dele nas minhas pernas e nos meus peitos, que considero um dos meus melhores atributos. A pausa rápida do Manuel para encontrar a chave foi longa o suficiente para eu continuar. “Vou te dizer uma coisa... Que tal eu começar agora mesmo?”


Com as costas na porta pra não cair, fui deslizando devagar até ficar de cócoras. Antes que ele conseguisse gaguejar um "não" ou "espera", já tinha desabotoado a calça dele e tava enfiando a mão pra pegar o objeto da minha gratidão. Meus dedos passaram pela abertura da cueca dele e eu puxei pra fora.


Manuel remexeu na minha bolsa, tentando achar a chave, e com certeza se surpreendeu como era tão difícil de encontrar naquela carteirinha. Talvez ainda esperasse terminar esse encontro como um cavalheiro, mas, pela vida dele, não fazia ideia do porquê. As ações frenéticas dele pararam na hora quando sentiu uma sensação quente e molhada deslizando pelo pau dele.


OH, DANI", gemeu enquanto olhava para baixo e via o pau dele dentro da boca do encontro. Minha cabeça balançava devagar pra frente e pra trás, mas não dava pra saber quanto era por causa da bebida e quanto por causa do boquete.


Ela deu uma olhada de cima a baixo no corredor, se certificando de que ninguém tava vendo aquele agradecimento bizarro. A mão dela voltou pra bolsa pra uma última tentativa de achar a chave da porta, a única coisa que ia salvar ela de passar vergonha na frente de todo mundo se alguém subisse pelo elevador ou saísse de um apartamento perto dali.


Continuei chupando, minha cabeça perfeitamente penteada deslizando pra frente e pra trás enquanto o servia. Nesse ponto, eu já tava completamente alheia e totalmente cagando pro medo do Manuel de ser pego comigo daquele jeito. Na real, era quase como se o Manuel não estivesse ali, e eu tivesse sozinha, só pra chupar. Simplesmente chupando um pau sem corpo, que podia ser de qualquer um, ou de ninguém. Nas minhas ações, parecia que chupar pau era uma parte normal do dia a dia, tipo escovar os dentes ou almoçar. Como se fosse simplesmente a hora da minha boquete diário.


Freneticamente, continuou procurando até achar a chave. O alívio estampou seu rosto enquanto a tirava apressado e enfiava na fechadura. A porta se abrindo me tirou o apoio. Meus lábios escorregaram do pau dele enquanto eu caía pra trás pela porta e aterrissava no chão, sentada. "Ops!", ri, ali sentada. Minhas pernas se abriram de um jeito nada feminino, dando ao meu encontro uma bela vista do meu vestido. Quando ele se inclinou pra me ajudar a levantar, o pau dele escorregou de volta pra dentro da cueca.


Ei, pra onde ele foi? Esse é meu pinto pra chupar gostoso. Ei, isso rimou", falei, rindo da minha própria piada. "Entendeu? Pinto pra chupar gostoso". Enquanto Manuel tentava me ajudar a levantar, o pau dele escapou de novo, e de algum jeito eu acabei de joelhos com a bochecha sendo batida de leve pelo pau duro dele. "Aí está", murmurei alegremente. Então meus lábios deslizaram sobre ele de novo e a chupada recomeçou. Olhei pra ele e um sorriso apareceu nos meus lábios cheios de pica. Uma piscadinha dizia que eu já tinha decidido que isso ia rolar mesmo; mesmo que ele não quisesse.


Um gemido baixo e murmurado se desvaneceu por vontade própria. Minha boca quente e molhada estava dando a ele sensações que ele com certeza nunca tinha sentido antes. Aqui, de joelhos na frente dele, estava uma mulher que claramente adorava fazer sexo oral. Era quase como se ela vivesse para isso. A paixão com que eu chupava, lambia, balançava e sugava era quase demais para ele aguentar. Nos olhos dele, vi que a luxúria quase explodiu, ele queria agarrar minha cabeça e me dar uma penetração oral firme e vigorosa. Mas o autocontrole dele, por mais destruído que estivesse, ainda parecia impedi-lo de fazer todas as coisas que ambos sabíamos que a mente dele gritava para ele fazer.


De repente, parei o boquete e enrolei meu punho em volta do pau dele, bombeando a carne pra cima e pra baixo. Meu sorriso doce e sedutor acompanhou minhas palavras: "Então, o que você vai fazer, Manuel? ... Quer enfiar em mim ...?


A única coisa que importava pra mim naquele momento era ter um sexo bom e pesado. "Faz em mim, vou deixar você fazer o que quiser... o que for... até vou deixar você meter no meu cu". A determinação do Manuel finalmente cedeu. "Cadê o teu quarto?", perguntou sem rodeios. "Bem aqui", respondi, me levantando, pegando a mão dele e guiando. Meu quadril rebolou gostoso. Olhei pra ele por cima do ombro, dando aquela olhada sedutora.


Fechei a porta assim que entramos. Me encostei nela, como se fosse evitar que eu caísse. "Então, como você me quer?" Várias opções pareceram passar pela cabeça dela, que depois se organizaram numa aparência de ordem.


Deita na cama", ele ordenou, testando as águas, "...de bruços... e olha pra cá". Me pavoneei aos pés da minha cama. Com um olhar sensual, subi nela, engatinhei e me deitei de bruços na frente dele. Apoiei nos cotovelos, minhas mãos formaram um apoio pro meu queixo. Minhas pernas balançavam, uma depois da outra, pulando de brincadeira. "E agora, Manu?", perguntei com um jeito agora inocente. Meus olhões arregalados olharam pra ele, cheios de expectativa.


Em resposta, o pau duro e comprido do Manuel deslizou na minha boca. Sons suaves de sucção vieram de baixo quando as mãos dele foram para a parte de trás da minha cabeça. As pontas dos dedos dele traçaram as linhas do meu penteado delicado.


Alguns fios de cabelo tinham escapado do lugar durante minhas atividades até agora, mas fora isso, meu cabelo estava tão perfeitamente arrumado quanto quando nos sentamos no restaurante naquela noite. Tão elegante; tão gostosa. Quando falei ao nos conhecermos, notei que os olhos dele estavam grudados nos meus lábios. Esses mesmos lábios que agora estavam em volta do pau dele. Talvez ele já tivesse fantasiado sobre como seria ter o pau dele entre esses lábios; enchendo minha boca. E finalmente, agora na intimidade do meu quarto, toda a resistência dele em transar de vez com essa mulher bêbada sumia a cada lambida pulsante.


Suas mãos percorreram sem pudor meu cabelo, bagunçando o penteado que antes estava impecável. A paixão dele cresceu enquanto se deliciava com meus fios. Com os dedos entrelaçados nas madeixas, as palmas se apertaram contra a parte de trás da minha cabeça e ele empurrou devagar o quadril para frente. Vi como ele se alegrou por não ouvir objeções abafadas, e o pau dele deslizou fácil mais fundo até sentir meu nariz pressionando contra a barriga. Manuel gemeu com a sensação que envolvia o pau inteiro dele.


Cantei baixinho de satisfação, sem nenhum traço de náusea, enquanto a pica roçava devagar minha garganta. Manuel sorriu, como se se perguntasse se era o álcool ou simplesmente a experiência que permitia àquela mulher ficar tão relaxada enquanto fazia sexo oral nele.


O pau duro dele se afastou da minha boca o suficiente pra eu chupar de novo. Ele observou minhas pernas se mexendo de um lado pro outro, e admirou elas de meia-calça preta enquanto se contraíam só pra ele. Esticou a mão e pegou uma. Segurando meu tornozelo com uma mão, os dedos dele deslizaram pela curva da minha panturrilha e subiram pela minha perna. Recuaram um pouco e depois deslizaram entre minhas coxas levemente abertas. Como não ouviu nenhum desafio, as pontas dos dedos viajaram por uma delas até alcançar debaixo da minha saia curta. Eu ronronei debaixo dele quando a mão dele acariciou e apertou minha buceta antes de esfregar ao longo da parte interna da minha outra coxa.


Os dedos do Manuel percorreram esse caminho mais umas duas vezes enquanto acariciava a sua acompanhante disposta, embora encharcada. Na última passada, as duas mãos deslizaram pelas minhas pernas e subiram até a minha bunda. Ele curtiu a sensação suave e acetinada do meu vestido enquanto acariciava meu corpo até os ombros. Ao descer, parou na barra do meu vestido. Senti as pontas dos dedos deslizarem por baixo da roupa justa e a levantarem devagar até a cintura, o que eu ajudei com uma leve arqueada do corpo. As mãos e os olhos do Manuel pousaram na bundinha gostosa que ele tinha encarado enquanto eu me afastava dele quando ele se desculpou durante o jantar. Enquanto passava a mão pela minha bunda, ele percebeu que não sentia calcinha por baixo do tecido. "Ah, Dani", ele murmurou, e os olhos dele reviraram em agradecimento por essa mulher e pela sorte que ele tinha.


Dá uma voltinha pra mim, Dani", ele disse, com todas as reservas já tendo ido embora. Ele se afastou e, quando me virei e ele se recolocou, Manuel tirou a calça e a cueca rapidinho. Meus olhos estavam quase fechados enquanto ele guiava o pau dele em direção à boca ansiosa. Chupou minha cabeça como se eu estivesse saboreando um pirulito duro. Sons altos e eróticos encheram o quarto.


Momentos depois, abri os olhos devagar e olhei pro saco de bolas agora apertado em cima de mim. Confusa e preocupada, cuspi o pau dele e declarei com vigor de bêbada: “Ei! Teu cu tá virado! Se não levantar, vai cair”.


Manuel deu uma risadinha enquanto empurrava o pau dele pra baixo e pra trás na minha boca. “Tá de boa. Sou bom transando ao contrário. Só continua chupando ele.” Seja por satisfação com a resposta, ou por esquecer a preocupação, eu enrolei meus lábios macios em volta da cabeça que tava ali e continuei servindo o pau duro dele.


Olhou pros lábios e pras bochechas entre as pernas. O olhar dele deslizou pro meu queixo, pelo meu pescoço, sobre meu corpo ainda vestido e pelas minhas pernas. Imitando os movimentos que ele fez antes, se inclinou pra frente e passou a mão entre meus joelhos meio abertos, e foi esfregando devagar pra cima, acariciando a parte de dentro da coxa até a mão não conseguir ir mais longe. As pernas da parceira de sucção se abriram um pouco mais, como se tivessem convidando ele pra entrar. A palma da mão dele descansou no meu montinho. Sentiu o menor sinal de umidade enquanto me esfregava por cima da meia-calça preta fosca. O dedo do meio se enfiou de leve na dobra de uma buceta sempre molhada.


Depois, como que pra confirmar a avaliação dele sobre a escolha de lingerie da acompanhante — ou a falta dela —, Manuel puxou o vestido pra cima e os dedos dele deslizaram por baixo da cintura da meia-calça, acariciando primeiro minha barriga, depois indo mais pra dentro. A lycra esticou na mão dele e, aos poucos, ele foi encontrando uma pele mais macia e lisinha. As pontas dos dedos logo tocaram algo da minha virilha aparada. Ele sorriu, confiante ao pensar em como aquela mulher tinha ficado sentada na frente dele o tempo todo sem calcinha. O pau dele ficou ainda mais duro na minha boca enquanto ele com certeza se perguntava o que eu tava querendo. Mesmo que eu não tivesse bebido tanto assim, será que eu já tava planejando transar com ele? E se sim, se eu tava pensando em levar ele pro meu apê, por que sair pra jantar sem calcinha? E será que eu me preparei pra estar pronta pra uma paixão de encontro improvisado? Talvez num banheiro, ou lá fora num cantinho isolado entre os prédios do centro? Em algum lugar onde a gente pudesse se afastar, transar gostoso e com força, e do mesmo jeito rápido, eu pudesse puxar a meia e o vestido pro lugar na hora da ação.


A mão dele foi mais fundo, até que meu dedo se enrolou no meu clitóris duro e nas dobras da minha buceta bem molhada. Eu gemi. Tomada por uma nova luxúria, agarrei seus quadris, usando eles como alavanca pra puxar minha cabeça pra cima uma e outra vez pra beijar o pau dele. Ele me masturbou com o dedo, enquanto eu masturbava ele com a boca.


Ao ver a parte de baixo do meu corpo na frente dele, sentir minha fenda molhada enquanto a outra mão dele segurava a maciez da minha coxa coberta, ele deve ter ficado dominado pela vontade de me saborear e sentir meu cheiro. A cabeça dele se moveu entre minhas coxas, e elas seguraram suavemente enquanto meus joelhos se levantavam. Os lábios e a língua dele percorreram a fenda molhada que separava os dedos dele da minha buceta. Os lábios e o queixo dele já estavam banhados no meu cheiro.


Endireitando-se, Manuel passou rapidamente minhas meias sobre meus quadris e ao longo das coxas até os joelhos. O tecido esticou entre elas quando me ofereci a ele. Eu estava pronta para ele, as coxas, as meias eroticamente tensas e a tira de pelos que enfeitava acima dos lábios da minha buceta perfeitamente lisa. Enquanto ele começava a lamber minha buceta ferozmente, sua língua criava um gemido abafado, "Oh Dani..." que se arrastava ao redor do pau dele.


Minha cabeça pendia para o lado da cama, e por um instante peguei uma visão invertida da porta do meu quarto, antes de fechar os olhos pra curtir a atenção oral. Pra Manuel, a sensação maravilhosa da boca do encontro dele foi substituída pela sensação igualmente gostosa de eu batendo uma pra ele. Minha mão acariciou o pau dele coberto de saliva, enquanto a língua dele se abria caminho pelos meus lábios da buceta bem molhados. Ele saboreou minha xota doce e penetrante uma vez e outra, lambendo, chupando e sondando. Eu incentivei ele a lamber mais, e mais fundo, de cima pra baixo, e qualquer outra instrução gostosa que viesse tropeçando na minha mente embaçada pelo vinho. As sensações do momento e as lembranças passadas se misturaram. Eu nem conseguia lembrar se já tinha transado antes, ou lembrar individualmente com quem.


A língua do Manuel deslizou rápida pra cima e pra baixo no meu clitóris. "Aiiiiiiiiii sim", saiu um gemido profundo e gutural que mal reconheci como minha própria voz. "Porra...", sumiu e foi substituído por um suspiro agudo e um grito "SIIIM!", quando o Manuel deu uma sugada rápida e forte naquela dobrinha. Braços enrolados nas coxas; o aperto do Manuel ficou mais firme e o meu mais desesperado, enquanto nós dois, amantes de ocasião, nos abraçávamos no corpo um do outro.


Virei a cabeça e enterrei o rosto, sem saber que estava mordendo a coxa dele na minha paixão. Manuel enfiou dois dedos na minha buceta com facilidade. Enquanto continuava mexendo e chupando meu clitóris, ele rapidamente masturbou minha xota. Meu cabelo ficou mais solto enquanto minha cabeça balançava de um lado para o outro sob o ataque oral e dos dedos. Quando a língua dele acertou uma combinação especialmente gostosa com a boca e a mão, eu soltei um gemido vulgar. No meio de toda aquela bagunça do agarramento dele, lambendo, chupando e me masturbando, ele me fez recuar, gritando, gemendo e mordendo, e meu orgasmo me atingiu, forte e inesperado.


Minhas coxas se apertaram em volta da cabeça dele e minhas costas arquearam, empurrando minha buceta na direção dele. Um instante depois, meus quadris se soltaram e meu corpo se curvou involuntariamente debaixo dele, como se tentasse afastar meu clitóris sensível daquele prazer implacável. Mas ele não queria saber disso, e agarrou a parte de baixo do meu corpo com ainda mais força pra manter tudo bem onde ele queria. Lambeu meu clitóris com força, uma e outra vez. "Ah, sim, AIH SIM... PORRA!", gritei, "Ai, porra, Manu. Mmmmmm... uhhnnn... ah, sim... mete em mim... porra, mete em mim... mete, mete, mete... pelo amor de Deus, mete em mim...".


O ataque de língua dele em mim finalmente parou e ele se levantou. Eu me mexi rápido na cama, o quarto girando, enquanto Manuel tirava a camisa. Ele subiu na cama e, enquanto nos ajoelhávamos juntos, nós dois brincamos com os botões que iam da gola alta do meu vestido até o peito. Logo estavam todos desabotoados, e ele estava me ajudando a tirar o vestido preto curto pela cabeça. Meus peitos estavam presos num sutiã azul sexy, decotado e largo na frente. O padrão de renda fina enfeitava meus peitos mais do que os escondia, enquanto os bicos ousados apareciam através do tecido transparente.


Manuel passou a mão no meu peito enquanto me dava beijos ao redor das orelhas e no pescoço. Eu gemi baixinho, dando meu consentimento e mostrando prazer. Sem uma palavra, ele empurrou as alças finas do meu sutiã sobre meus ombros femininos. Elas deslizaram pelos meus braços. Rapidamente, alcancei minhas costas e desabotoei o sutiã, tirei ele e me mostrei toda para ele.


Meu torso nu implorava pela atenção dele. Ele me envolveu com um braço e se inclinou para capturar um dos meus peitos entre a mão e a boca. Uma língua molhada cobriu a carne, para meu grande prazer ronronante. Meus mamilos duros ficaram ainda mais duros sob o toque de Manuel. Me recostei no abraço dele, aproveitando a sensação maravilhosa que ele estava dando no meu mamilo. Nós dois nos ajoelhamos na cama, nus, exceto pelo par de meias pretas que agora estavam amontoadas em volta dos meus joelhos.


Manuel foi beijando até meu peito, minha garganta e meu queixo, até chegar nos meus lábios. Os lábios dele, vermelhos, macios e cheios de vontade.


Nós devoramos a boca um do outro. Nossas línguas brincavam de forma rude e a respiração pesada de ambos encheu o quarto. Minha mão foi até o pau dele e comecei a masturbá-lo com força. Ele gemeu na minha boca, o pau dele esfregado pela minha mão. Minhas carícias tiveram o efeito desejado, e logo ele estava duro e pronto de novo.


Camisinha", mesmo no meu estado de bêbado e excitado, tive a presença de espírito para gemer a palavra. Apontei pra gaveta do criado-mudo, onde sabia que tinha entre quinze e vinte camisinhas.


Enquanto ele procurava proteção, me deixei cair sobre os travesseiros e esperei por ele, esfregando meu clitóris molhado o tempo todo. Minhas meias de nylon preto brilhante esticaram entre meus joelhos enquanto eu tentava abrir as pernas.


T-tira essa p-porra de mim", falei arrastando as palavras, parecendo ao mesmo tempo um pedido suave e uma exigência.


Com um movimento suave do Manuel e uns chutes, minhas pernas se soltaram das meias de nylon opacas. Ele olhou com tesão enquanto eu tirava as meias e ficava pelada. Abri as pernas e enfiei o dedo na buceta. Com movimentos leves pra cima e pra baixo, ao mesmo tempo esfregava meu clitóris e enfiava um dedo na minha boceta. Manuel se ajoelhou entre minhas pernas, acariciando o pau duro enquanto me via batendo uma pra ele.


Como você me quer?", perguntei. "Vira de costas", murmurou em resposta.


Me virei e abri as pernas, esperando a entrada dele. A palma da mão de Manuel acariciou minha bunda nua antes de deslizar entre minhas coxas pra massagear minha buceta. Ele me penetrou com os dedos um par de vezes pra ter certeza de que eu tava bem e pronta pra ele.


Mmmm, esquece o dedo. Me dá tua pica", eu gemi. Sem dizer uma palavra, Manuel se inclinou sobre mim. No começo, o pau dele mal deslizou dentro da minha buceta molhada, mas até isso já foi suficiente pra mim. Meus lábios formigando agarraram ele, mandando arrepios pela minha espinha enquanto ele se movia mais pra dentro. "Aihh sim, mete tudo", eu murmurei.


Diante disso, ele começou a meter na mulher debaixo dele. Aquela que tinha se sentado recatadamente na frente dele durante o jantar. A de sorriso e modos lindos e gostosos. A que bebeu demais. A que o chupou no corredor pra entrar no apartamento. A que deixou ele brincar com o corpo dela e tirar a roupa. A que agora gemia debaixo dele. A que ofereceu a bunda pra ele.


Senti o peso do corpo dele nas minhas cadeiras, me pressionando contra a cama enquanto eu me apoiava nos cotovelos. Os beijos ocasionais que ele me dava nos ombros me molhavam ainda mais. Minha cabeça levantou do travesseiro e minhas mãos seguraram minha juba, meu cabelo bagunçado. "Continua assim, vou adorar o que você tá fazendo comigo", falei arrastando as palavras.


Ouvir minha respiração fez ele seguir em frente, e enfiou com mais paixão. Virei a cabeça e nos beijamos; nossa luxúria mútua ignorando a posição estranha do beijo. Manuel terminou beijando e lambendo meu pescoço. Eu ri, mas logo me senti dominada de novo pela sensação de ser subjugada.


Ah, Manu", eu gemi, "Manu, Manu... isso...". O cara que eu mal conhecia mergulhava em mim sem parar. O pau duro dele me dando o que eu queria naquela noite. O pau acariciando meus lábios sensíveis. A cabeça empurrando e moendo no meu ponto G. "PORRA, CARALHO", eu gemi. "NÃO PARA".


Meu corpo se contorcia debaixo dele, o máximo que o corpo dele permitia. Os dois respirávamos com dificuldade agora; o suor começou a cobrir os corpos nus. "Ahh, você é incrível", ele ofegou enquanto continuava me penetrando. Minha única resposta foi um gemido: "AI, CARALHO".


A batida implacável dela me levou cada vez mais perto do clímax. O olhar de tesão no meu rosto logo se transformou num de súplica. "Ah, sim, ah, sim, ah, sim, ah, sim", eu implorei, "Por favor... por favor... ah, sim, por favor...".


Minhas súplicas foram rapidamente recompensadas quando o orgasmo me atingiu como uma onda gigante do oceano. "UHHHHHHHNNNNNN", eu gemi. Desmaiei por um momento; a combinação do álcool e do clímax do meu corpo. Meus próprios sons me trouxeram de volta rapidamente. Ofeguei quando as ondas me atravessaram, seguidas por outro gemido longo e grave, "Ohhhhhhhhhh".


Um olhar decidido se manteve no meu rosto, enquanto eu via que ele parecia ordenar que o próprio orgasmo se segurasse. Parecia que ele queria tanto gozar comigo, mas talvez estivesse mais focado no objetivo de usar minha bunda. Felizmente pra ele, o clímax passou, mesmo enquanto ele diminuía a penetração no corpo brilhante e ofegante debaixo dele.


Mete no meu cu", eu gemi, com um abandono que só a luxúria e o álcool podiam trazer. "Tá pronta?" ele perguntou, sem fôlego. "Porra, só mete logo", respondi. Minha voz não mostrava raiva, só uma suja concessão.


Manuel tirou e alinhou o pau dele coberto com camisinha com a minha bunda. Devagar, ele empurrou o pau bem lubrificado pra dentro de mim. Minhas mãos se agarraram na cabeceira e eu gemi com uma sensação tão desejada. Um pau duro deslizando entre minhas nádegas.


Minha ficante balançou devagar dentro de mim, entrando um pouco mais a cada vez, depois saindo um pouco entre os empurrões suaves. Senti minha bunda se acostumando devagar com ele. Fechei os olhos e minha mente flutuante pairou sobre a sensação daquela pica invadindo meu cu. Quase conseguia ver ela deslizando dentro de mim. "Mmmm, siiiim... Porra, siiiim...", gemi no espaço escuro e nebuloso. Nadei na sensação. Me sentia erótica, desejada, gostosa... tantas formas de descrever como eu me sentia naquele momento.


Faz em mim pelo cuzinho", cuspi, assim que percebi que ele estava tão enfiado em mim quanto podia. Minha exigência desenfreada encontrou uma resposta silenciosa.


Manuel sentou, o pau dele ainda dentro de mim. Meus joelhos agarraram os quadris dele e minhas mãos seguraram o torso dele enquanto ele começava a meter de verdade. Eu gemia enquanto ele fodia minha bunda. “Que gostoso... aiii sim...”, incentivei. A única resposta dele foi uma risadinha suave e uma respiração pesada.


Duro, duro", eu gemi. "Mete com força no meu cu, seu merda!


Manuel fez uma pausa pra mudar de posição, abrindo minhas pernas com os joelhos enquanto se mexia entre elas. O peso dele apertou contra minha bunda e coxas; a barriga dele bateu nas minhas nádegas. "Mais forte, mais rápido", eu gemi.


Meus dedos dos pés se curvaram e minhas pernas tensas se esticaram até os cantos inferiores da cama, presas ali, com força, como se fossem laços imaginários; amarras que eu teria deixado serem reais, se algum de nós dois tivesse pensado nisso. Meu parceiro de sexo soltou uma gargalhada enquanto continuava me penetrando, agora vigoroso nos movimentos. O corpo dele saltava nas molas do colchão, com seus rangidos. Enterrei o rosto no travesseiro, mordendo a espuma muda com as sensações particularmente intensas que me percorriam. Eu ia gozar logo... sabia que ia chegar ao orgasmo em breve.


De repente, eu gritei contra o colchão quando o orgasmo chegou. "AHHH!!! SIIIIIM!!!! AHHHH ..... Porra! Porra, porra, porra... Porra!


Isso foi o suficiente pra finalmente levar Manuel ao limite. Ele desabou sobre mim enquanto seus quadris continuavam girando, bombeando o esperma dentro da camisinha. A respiração dele era pesada contra meu pescoço e ele gemeu forte no meu ouvido. A estimulação desses novos sentidos prolongou meu clímax um pouco mais enquanto meu corpo tremia debaixo dele.


Durante o que pareceram horas, nossos corpos se remexeram enquanto os dois tentávamos recuperar o fôlego. "Porra, Daniela, isso foi incrível", ele gemeu contra meu pescoço. Minha única resposta foi uma risadinha ofegante. Logo, com o cansaço do meu corpo e o efeito persistente do vinho, apaguei.


Na manhã seguinte, acordei. Tava deitada de lado, mas no momento em que me mexi, uma dor de cabeça explodiu dentro do meu crânio. "Porra", gemi, segurando a cabeça. Depois de uns segundos de pulsação, virei e minha mão foi direto pra minha bunda. "Ah, o que eu tava pensando ontem à noite?" murmurei, enquanto lembranças bem vagas passeavam pelos cantos da minha mente, lembranças que iam ficar mais claras com o tempo.


2 comentários - Superando meu cunhado (2012.08)