Olá, sou o John, um cara de 26 anos, bem alto (1,98m). Sou um cara que curte muito praticar esportes, mas não vou à academia, então, embora seja forte, tenho uma barriguinha, mas não ligo nem me incomodo com isso. Vou contar tudo o que aconteceu comigo durante um ano em que viajei para Ibiza a trabalho. Tenho que admitir que nunca esperava que isso fosse rolar comigo, foi uma surpresa muito boa.
Essa história aconteceu há alguns verões, em 2019. Fui viajar para Ibiza a trabalho, porque me contrataram numa escolinha de esportes para crianças de lá. Era uma oportunidade da hora, já que o centro pagava meu voo de ida e volta para Valência, me oferecia uma casa pra morar durante os dois meses de verão e eu tinha um salário bem bom. Além disso, o horário de trabalho era das 8 da manhã às 2 da tarde, então eu tinha todas as tardes e fins de semana livres pra fazer turismo.
Assim que cheguei em Ibiza, no aeroporto, um funcionário do centro me buscou e me levou primeiro pra casa onde eu ia morar durante esses dois meses. Era uma casa pequena, com a cozinha integrada à sala, um banheiro e dois quartos. E, a dois minutos andando, eu tinha a praia, então curti muito a casa. Depois de deixar toda a minha bagagem, fomos pro centro esportivo pra me explicarem como tudo funcionava.
Depois de duas semanas em Ibiza, numa quinta-feira, decidi sair pra tomar uma cerveja sozinho. Já tinha saído com meus colegas de trabalho vários dias, mas como aquele dia foi bem puxado, pensei que não faria mal. Então saí, fui a um pub e tomei umas duas cervejas. Durante a noite toda, quando conversava com alguma mina, não consegui nada. Tive muito azar, mas minha sorte estava prestes a mudar.
Lá pela uma e meia da manhã, decidi ir pra casa dormir, porque no dia seguinte eu trabalhava. No caminho de casa, duas minas me param. As duas eram muito gatas e estavam uma delícia. As duas eram morenas, com cabelo comprido, altura média, mais ou menos... Um pouco menos de 1,70m, uma estava com um vestido de verão e a outra com uma calça jeans justa, que marcava a bunda esplêndida que ela tinha, redonda e firme, e uma camiseta.
Uma das garotas me pediu ajuda, já que estavam de férias e era a primeira noite delas e não sabiam chegar ao hotel. Eu não conhecia o hotel, então procurei no Google Maps e, como os celulares delas estavam sem bateria, me ofereci para acompanhá-las e guiá-las até o hotel. Durante o caminho, ficamos conversando, descobrimos que os três éramos de Valência, elas duas eram amigas de infância, tinham ido a vida toda juntas, na mesma escola, no mesmo colégio, mas na universidade se separaram e, como este ano as duas tinham terminado a faculdade, decidiram viajar juntas para comemorar. Quando chegamos ao hotel, nos despedimos, mas não sem antes pegar o telefone de uma delas, Irene, a outra se chamava Clara. Mandei um WhatsApp para a Irene para que ela tivesse meu número, já que tínhamos combinado na noite seguinte para jantar e sair para beber algo os três juntos. E fui para casa dormir.
No dia seguinte, acordei e fui trabalhar. Quando cheguei em casa, comi rápido e fui tirar uma soneca, já que minha intenção era não dormir muito naquela noite. Quando chegou a hora, fui ao hotel delas buscá-las e as levei a um restaurante que meus colegas de trabalho me ensinaram. Durante o jantar, ficamos conversando sobre várias coisas. Assim que terminamos o jantar, continuamos em um pub. Eu segui a noite com cerveja, mas a Irene passou para o gin tônica e a Clara para o rum com cola. Ficamos no pub até fechar, às 4 da manhã. Como não queríamos terminar a noite, já que aparentemente fizemos uma boa amizade, falei para elas que tinha trazido de Valência uma garrafa de creme de licor de arroz, então fomos para minha casa continuar a noite. Assim que chegamos, peguei a garrafa da geladeira e três copos de dose.
Após o primeiro gole, que brindamos por Ibiza, os efeitos do álcool já começavam a aparecer e a Clara propôs jogar um Jogo do "Eu nunca..." e começamos a jogar. Várias coisas interessantes surgiram, uma delas era que nós três sentíamos curiosidade de ir a uma praia de nudismo e tínhamos intenção de ir nessa viagem (isso vou contar em outro relato). Também surgiu que ninguém tinha feito um ménage, mas não descartávamos a ideia.
Quando bebemos um quarto da garrafa, decidimos mudar de jogo, já que tínhamos bebido demais durante a noite toda. Guardei a garrafa de creme de licor de arroz e peguei uma garrafinha vazia de cerveja que tinha, porque decidimos jogar a garrafa. Clara, que era a mais inibida e que mais tarde percebi que não se intimidava com nada, foi a primeira a girar.
A garrafa apontou para mim. Ela, sendo tão direta, não se acanhou nem um pouco e me desafiou na lata, sem rodeios, a sair pelado na rua até o poste da frente e voltar. Aceitei, mas não sem antes avisá-las de que, se queriam jogar assim, eu não tinha problema nenhum, mas depois não valia recuar. Elas aceitaram. Então tirei a camiseta, a calça, virei de costas para elas e tirei a cueca, deixando-as com a vista da minha bunda, que, graças a todo o esporte que pratico, é durinha. Meu pau, que não é excessivamente comprido, tem uns 17cm, mas é bem grosso, já que camisinhas normais apertam e incomodam. De onde eu estava, elas não podiam ver, mas ele já estava durasso, porque toda a situação anterior me deixou excitado, e a ideia de vê-las peladas me deixava com muito tesão. Saí na rua, sem que vissem minha rola, até o poste. Quando me virei, elas já viram e começaram a cochichar. Eu esperava que, com o frescor da rua, ele voltasse ao normal, mas a ideia de ficarmos os três duros só me deixava mais duro ainda.
Quando voltei para onde elas estavam, sentei no meu lugar pelado e disse que era minha vez de elas se prepararem. Elas se surpreenderam por eu não tentar me vestir. Eu as provoquei, dizendo que, já que tinham me visto, que diferença fazia. que eu ficasse pelado, então elas sentaram e eu girei a garrafa. Tive a chance de me vingar, já que a garrafa apontou pra Clara. Desafiei ela a fazer uma parada de mão, ela disse que era fácil, porque quando pequena fez ginástica rítmica, mas eu adicionei o detalhe de completamente nua. Sem nenhum pudor, ela tirou o vestido, o sutiã, deixando à vista seus peitos redondinhos que ocupariam toda a minha mão, com um mamilo pequeno de tom escuro, mas muito bonito. Resumindo, ela tinha um peito maravilhoso. Usava uma tanga que marcava perfeitamente a bunda redonda e bem colocada. Nesse momento, meu pau ficou bem duro, tenho que admitir que nunca tinha visto uma mina tão gostosa pelada. Depois de tirar a tanga, pude ver a buceta completamente depilada. Quando ela fez a parada de mão, no momento em que abriu as pernas pra pegar impulso, pude ver perfeitamente a buceta dela e também percebi que estava molhada, então eu não era o único que estava com tesão. Meu pau cada vez ficava mais duro, elas estavam cientes do estado de excitação que eu tava.
Depois que Clara fez a parada de mão, nós sentamos os três de novo, ela e eu pelados, a única que continuava vestida era a Irene. Clara girou a garrafa com tanta má sorte que apontou pra mim, ou pelo menos foi o que pensei, mas Clara teve uma ótima ideia. Ela me desafiou a despir a Irene com a boca. Eu aceitei, não sem antes perguntar pra Irene se ela topava, e ela respondeu que tinham vindo pra jogar. Então nós dois levantamos, na hora Clara acrescentou que a Irene não podia me ajudar em nada pra despir ela, só podia levantar os braços e se abaixar. Então eu me ajoelhei na frente dela e peguei o vestido por baixo com a boca, me levantei pra tirar o vestido mas não foi suficiente, então ela teve que ir se abaixando. No momento em que o vestido saiu pela cabeça dela, com o movimento, meu pau, que cada vez tava mais duro, bateu na cara dela e ficou na frente da boca dela. Nesse instante, acho que ela me deu um beijo na ponta da glande, mas com o vestido na boca não pude ver com clareza. Depois ela se levantou e eu fiquei atrás dela, pra tirar o sutiã dela, reparei que ela tava usando uma tanga que marcava a bunda dela, outra bunda estupenda, redondinha igual a da Clara mas não tão firme, mas ainda assim era uma das melhores rabetas que eu já tinha visto na vida. Pra tirar o sutiã dela, foi bem difícil, porque nunca tinha feito isso com a boca e o gancho tava resistindo, depois de desabotoar o sutiã, fico na frente dela e com a boca tiro uma alça, deixando um peito no ar, os peitos dela me pareciam perfeitos, um pouco maiores que os da Clara, redondinhos e com o mamilo pequeno e rosado. Eu achei que naquele momento ia gozar, mas por sorte aguentei. Continuei tirando a outra alça, deixando o outro peito no ar, e foi aí que confirmei que eram as melhores tetas que eu já tinha visto na vida. Agora só faltava tirar a tanga dela, então ela se deitou no sofá e com a boca eu tirei a tanga dela aos poucos, deixando a buceta dela depilada mas com uma risca de pelo no meio, o que me deixava ainda mais excitado, do meu pau começou a sair um pouco de líquido pré-seminal. Depois de estarmos os três pelados, sentamos de novo, era a minha vez de girar a garrafa, naquele momento pensei que era minha chance de comer as duas. Então girei a garrafa e ela apontou pra Irene, então a desafiei pra ficar comigo. Nós dois levantamos, nossos corpos nus se juntaram e começamos a nos beijar, enquanto meu pau duro batia na barriga dela, mas isso me excitava ainda mais, uma das minhas mãos desceu até a bunda dela, que comecei a apalpar, ela fez o mesmo com uma das mãos dela, enquanto minha outra mão foi pra um dos peitos dela. Naquele momento, olhei pra Clara e vi ela mordendo o lábio, uma das mãos dela esfregando o peito e a outra se esfregando entre as pernas, então larguei a bunda da Irene por um segundo e fiz um sinal pra Clara se juntar a nós, ela se levantou e veio. Nós três começamos a nos beijar, eu Eu tava com uma mão na bunda da Irene e a outra na da Clara, enquanto elas tinham cada uma uma mão na minha e a outra na bunda da amiga, até que a Irene resolveu se ajoelhar. Aí eu passei a mão da bunda dela pro peito da Clara.
A Irene começou a me dar beijinhos na ponta da minha cabeça e foi descendo, depois com a mão dela afastou meu pau e começou a beijar minhas bolas. Em seguida, voltou a beijar a ponta da glande, mas agora com os beijos ela começava a enfiar meu pau devagar na boca dela, enquanto com a mão segurava meu pau, até que enfiou um pouco mais da metade na boca. Não conseguia enfiar mais pra dentro. Enquanto enfiava e tirava meu pau da boca, com a língua brincava com minha glande, me deixando louco. Enquanto a Irene me chupava, eu continuava beijando a Clara, com uma das mãos acariciando um dos peitos dela e com a outra acariciando o clitóris dela. Ficamos assim até que a Clara falou pra Irene não ser egoísta, que ela também queria um pouco disso.
Aí deitamos no chão, nós três. A Clara começou a chupar meu pau. Ela não começou devagar igual a Irene, não. De primeira tentou enfiar ele inteiro na boca, mas não conseguiu. Mas aos poucos foi enfiando mais e mais até que enfiou ele todo dentro da boca. Ao mesmo tempo, eu tava chupando a buceta da Irene, ela tinha uma xoxota rosada muito bonita. E a Irene chupava a buceta da Clara. Todo mundo tava recebendo prazer enquanto também dava prazer. Foi uma cena incrível.
Depois de nós três dar e receber sexo oral, eu levantei, peguei uma camisinha, coloquei e deitei. A Irene sentou no meu pau devagar, enquanto a Clara, por trás, acariciava os peitos dela. Meu pau entrou muito fácil na buceta da Irene, ela tava muito molhada, tanto pelos fluidos dela quanto pela minha baba. A Irene cavalgava meu pau. Quando a Clara soltou os peitos dela, pude ver como eles balançavam a cada pulada, uma vista maravilhosa. A Clara sentou na minha cara e eu comecei a chupar a buceta dela. Além disso, a Clara Me inclinei pra frente pra começar a beijar os peitos da Irene.
Irene continuava cavalgando em mim até que começou a gemer mais forte e a buceta dela ficava cada vez mais apertada, então tava perto de gozar, e não demorou nada pra gozar mesmo. Depois de gozar, ela tirou a boca da Clara e começou a me beijar loucamente. Eu tava alucinando com a experiência que tava vivendo, parecia um sonho estar com esses dois anjos ao mesmo tempo. Clara deitou de barriga pra cima e disse que era a vez dela. Então eu levantei e meti nela, meu pau entrou muito fácil, porque ela tava toda molhada, além disso a buceta da Clara não era tão apertada quanto a da Irene, mas ainda assim era um prazer. Irene ficou do nosso lado, ficava alternando entre me beijar e beijar a Clara, e quando beijava a Clara, acariciava os peitos dela ou brincava com o clitóris dela, foi um momento muito safado.
Quando Clara começou a gemer muito mais forte e gozou na hora, eu tirei o pau de dentro, e as duas se olharam e me disseram que não podiam me deixar assim. Tiraram a camisinha e as duas começaram a chupar meu pau juntas. Não demorei muito pra gozar, porque eu tava muito excitada, e olha que não sei como aguentei tanto. Quando avisei que ia gozar, as duas colocaram a boca na ponta da minha cabeça pra não desperdiçar nem uma gota do meu leite. Primeiro soltei uma descarga muito forte e com bastante quantidade, depois soltei mais três descargas, mas cada vez com menos força e quantidade. Depois de gozar, as duas se beijaram e trocaram o leite de boca, aí as duas engoliram e continuaram limpando o pau.
Quando terminaram, levantaram e a gente se beijou os três. Fomos os três abraçados, eu no meio segurando uma bunda de cada uma com cada mão, e elas com uma mão seguravam minha bunda. Quando chegamos no meu quarto, os três deitamos e fomos dormir pelados.
Continua...
Essa história aconteceu há alguns verões, em 2019. Fui viajar para Ibiza a trabalho, porque me contrataram numa escolinha de esportes para crianças de lá. Era uma oportunidade da hora, já que o centro pagava meu voo de ida e volta para Valência, me oferecia uma casa pra morar durante os dois meses de verão e eu tinha um salário bem bom. Além disso, o horário de trabalho era das 8 da manhã às 2 da tarde, então eu tinha todas as tardes e fins de semana livres pra fazer turismo.
Assim que cheguei em Ibiza, no aeroporto, um funcionário do centro me buscou e me levou primeiro pra casa onde eu ia morar durante esses dois meses. Era uma casa pequena, com a cozinha integrada à sala, um banheiro e dois quartos. E, a dois minutos andando, eu tinha a praia, então curti muito a casa. Depois de deixar toda a minha bagagem, fomos pro centro esportivo pra me explicarem como tudo funcionava.
Depois de duas semanas em Ibiza, numa quinta-feira, decidi sair pra tomar uma cerveja sozinho. Já tinha saído com meus colegas de trabalho vários dias, mas como aquele dia foi bem puxado, pensei que não faria mal. Então saí, fui a um pub e tomei umas duas cervejas. Durante a noite toda, quando conversava com alguma mina, não consegui nada. Tive muito azar, mas minha sorte estava prestes a mudar.
Lá pela uma e meia da manhã, decidi ir pra casa dormir, porque no dia seguinte eu trabalhava. No caminho de casa, duas minas me param. As duas eram muito gatas e estavam uma delícia. As duas eram morenas, com cabelo comprido, altura média, mais ou menos... Um pouco menos de 1,70m, uma estava com um vestido de verão e a outra com uma calça jeans justa, que marcava a bunda esplêndida que ela tinha, redonda e firme, e uma camiseta.
Uma das garotas me pediu ajuda, já que estavam de férias e era a primeira noite delas e não sabiam chegar ao hotel. Eu não conhecia o hotel, então procurei no Google Maps e, como os celulares delas estavam sem bateria, me ofereci para acompanhá-las e guiá-las até o hotel. Durante o caminho, ficamos conversando, descobrimos que os três éramos de Valência, elas duas eram amigas de infância, tinham ido a vida toda juntas, na mesma escola, no mesmo colégio, mas na universidade se separaram e, como este ano as duas tinham terminado a faculdade, decidiram viajar juntas para comemorar. Quando chegamos ao hotel, nos despedimos, mas não sem antes pegar o telefone de uma delas, Irene, a outra se chamava Clara. Mandei um WhatsApp para a Irene para que ela tivesse meu número, já que tínhamos combinado na noite seguinte para jantar e sair para beber algo os três juntos. E fui para casa dormir.
No dia seguinte, acordei e fui trabalhar. Quando cheguei em casa, comi rápido e fui tirar uma soneca, já que minha intenção era não dormir muito naquela noite. Quando chegou a hora, fui ao hotel delas buscá-las e as levei a um restaurante que meus colegas de trabalho me ensinaram. Durante o jantar, ficamos conversando sobre várias coisas. Assim que terminamos o jantar, continuamos em um pub. Eu segui a noite com cerveja, mas a Irene passou para o gin tônica e a Clara para o rum com cola. Ficamos no pub até fechar, às 4 da manhã. Como não queríamos terminar a noite, já que aparentemente fizemos uma boa amizade, falei para elas que tinha trazido de Valência uma garrafa de creme de licor de arroz, então fomos para minha casa continuar a noite. Assim que chegamos, peguei a garrafa da geladeira e três copos de dose.
Após o primeiro gole, que brindamos por Ibiza, os efeitos do álcool já começavam a aparecer e a Clara propôs jogar um Jogo do "Eu nunca..." e começamos a jogar. Várias coisas interessantes surgiram, uma delas era que nós três sentíamos curiosidade de ir a uma praia de nudismo e tínhamos intenção de ir nessa viagem (isso vou contar em outro relato). Também surgiu que ninguém tinha feito um ménage, mas não descartávamos a ideia.
Quando bebemos um quarto da garrafa, decidimos mudar de jogo, já que tínhamos bebido demais durante a noite toda. Guardei a garrafa de creme de licor de arroz e peguei uma garrafinha vazia de cerveja que tinha, porque decidimos jogar a garrafa. Clara, que era a mais inibida e que mais tarde percebi que não se intimidava com nada, foi a primeira a girar.
A garrafa apontou para mim. Ela, sendo tão direta, não se acanhou nem um pouco e me desafiou na lata, sem rodeios, a sair pelado na rua até o poste da frente e voltar. Aceitei, mas não sem antes avisá-las de que, se queriam jogar assim, eu não tinha problema nenhum, mas depois não valia recuar. Elas aceitaram. Então tirei a camiseta, a calça, virei de costas para elas e tirei a cueca, deixando-as com a vista da minha bunda, que, graças a todo o esporte que pratico, é durinha. Meu pau, que não é excessivamente comprido, tem uns 17cm, mas é bem grosso, já que camisinhas normais apertam e incomodam. De onde eu estava, elas não podiam ver, mas ele já estava durasso, porque toda a situação anterior me deixou excitado, e a ideia de vê-las peladas me deixava com muito tesão. Saí na rua, sem que vissem minha rola, até o poste. Quando me virei, elas já viram e começaram a cochichar. Eu esperava que, com o frescor da rua, ele voltasse ao normal, mas a ideia de ficarmos os três duros só me deixava mais duro ainda.
Quando voltei para onde elas estavam, sentei no meu lugar pelado e disse que era minha vez de elas se prepararem. Elas se surpreenderam por eu não tentar me vestir. Eu as provoquei, dizendo que, já que tinham me visto, que diferença fazia. que eu ficasse pelado, então elas sentaram e eu girei a garrafa. Tive a chance de me vingar, já que a garrafa apontou pra Clara. Desafiei ela a fazer uma parada de mão, ela disse que era fácil, porque quando pequena fez ginástica rítmica, mas eu adicionei o detalhe de completamente nua. Sem nenhum pudor, ela tirou o vestido, o sutiã, deixando à vista seus peitos redondinhos que ocupariam toda a minha mão, com um mamilo pequeno de tom escuro, mas muito bonito. Resumindo, ela tinha um peito maravilhoso. Usava uma tanga que marcava perfeitamente a bunda redonda e bem colocada. Nesse momento, meu pau ficou bem duro, tenho que admitir que nunca tinha visto uma mina tão gostosa pelada. Depois de tirar a tanga, pude ver a buceta completamente depilada. Quando ela fez a parada de mão, no momento em que abriu as pernas pra pegar impulso, pude ver perfeitamente a buceta dela e também percebi que estava molhada, então eu não era o único que estava com tesão. Meu pau cada vez ficava mais duro, elas estavam cientes do estado de excitação que eu tava.
Depois que Clara fez a parada de mão, nós sentamos os três de novo, ela e eu pelados, a única que continuava vestida era a Irene. Clara girou a garrafa com tanta má sorte que apontou pra mim, ou pelo menos foi o que pensei, mas Clara teve uma ótima ideia. Ela me desafiou a despir a Irene com a boca. Eu aceitei, não sem antes perguntar pra Irene se ela topava, e ela respondeu que tinham vindo pra jogar. Então nós dois levantamos, na hora Clara acrescentou que a Irene não podia me ajudar em nada pra despir ela, só podia levantar os braços e se abaixar. Então eu me ajoelhei na frente dela e peguei o vestido por baixo com a boca, me levantei pra tirar o vestido mas não foi suficiente, então ela teve que ir se abaixando. No momento em que o vestido saiu pela cabeça dela, com o movimento, meu pau, que cada vez tava mais duro, bateu na cara dela e ficou na frente da boca dela. Nesse instante, acho que ela me deu um beijo na ponta da glande, mas com o vestido na boca não pude ver com clareza. Depois ela se levantou e eu fiquei atrás dela, pra tirar o sutiã dela, reparei que ela tava usando uma tanga que marcava a bunda dela, outra bunda estupenda, redondinha igual a da Clara mas não tão firme, mas ainda assim era uma das melhores rabetas que eu já tinha visto na vida. Pra tirar o sutiã dela, foi bem difícil, porque nunca tinha feito isso com a boca e o gancho tava resistindo, depois de desabotoar o sutiã, fico na frente dela e com a boca tiro uma alça, deixando um peito no ar, os peitos dela me pareciam perfeitos, um pouco maiores que os da Clara, redondinhos e com o mamilo pequeno e rosado. Eu achei que naquele momento ia gozar, mas por sorte aguentei. Continuei tirando a outra alça, deixando o outro peito no ar, e foi aí que confirmei que eram as melhores tetas que eu já tinha visto na vida. Agora só faltava tirar a tanga dela, então ela se deitou no sofá e com a boca eu tirei a tanga dela aos poucos, deixando a buceta dela depilada mas com uma risca de pelo no meio, o que me deixava ainda mais excitado, do meu pau começou a sair um pouco de líquido pré-seminal. Depois de estarmos os três pelados, sentamos de novo, era a minha vez de girar a garrafa, naquele momento pensei que era minha chance de comer as duas. Então girei a garrafa e ela apontou pra Irene, então a desafiei pra ficar comigo. Nós dois levantamos, nossos corpos nus se juntaram e começamos a nos beijar, enquanto meu pau duro batia na barriga dela, mas isso me excitava ainda mais, uma das minhas mãos desceu até a bunda dela, que comecei a apalpar, ela fez o mesmo com uma das mãos dela, enquanto minha outra mão foi pra um dos peitos dela. Naquele momento, olhei pra Clara e vi ela mordendo o lábio, uma das mãos dela esfregando o peito e a outra se esfregando entre as pernas, então larguei a bunda da Irene por um segundo e fiz um sinal pra Clara se juntar a nós, ela se levantou e veio. Nós três começamos a nos beijar, eu Eu tava com uma mão na bunda da Irene e a outra na da Clara, enquanto elas tinham cada uma uma mão na minha e a outra na bunda da amiga, até que a Irene resolveu se ajoelhar. Aí eu passei a mão da bunda dela pro peito da Clara.
A Irene começou a me dar beijinhos na ponta da minha cabeça e foi descendo, depois com a mão dela afastou meu pau e começou a beijar minhas bolas. Em seguida, voltou a beijar a ponta da glande, mas agora com os beijos ela começava a enfiar meu pau devagar na boca dela, enquanto com a mão segurava meu pau, até que enfiou um pouco mais da metade na boca. Não conseguia enfiar mais pra dentro. Enquanto enfiava e tirava meu pau da boca, com a língua brincava com minha glande, me deixando louco. Enquanto a Irene me chupava, eu continuava beijando a Clara, com uma das mãos acariciando um dos peitos dela e com a outra acariciando o clitóris dela. Ficamos assim até que a Clara falou pra Irene não ser egoísta, que ela também queria um pouco disso.
Aí deitamos no chão, nós três. A Clara começou a chupar meu pau. Ela não começou devagar igual a Irene, não. De primeira tentou enfiar ele inteiro na boca, mas não conseguiu. Mas aos poucos foi enfiando mais e mais até que enfiou ele todo dentro da boca. Ao mesmo tempo, eu tava chupando a buceta da Irene, ela tinha uma xoxota rosada muito bonita. E a Irene chupava a buceta da Clara. Todo mundo tava recebendo prazer enquanto também dava prazer. Foi uma cena incrível.
Depois de nós três dar e receber sexo oral, eu levantei, peguei uma camisinha, coloquei e deitei. A Irene sentou no meu pau devagar, enquanto a Clara, por trás, acariciava os peitos dela. Meu pau entrou muito fácil na buceta da Irene, ela tava muito molhada, tanto pelos fluidos dela quanto pela minha baba. A Irene cavalgava meu pau. Quando a Clara soltou os peitos dela, pude ver como eles balançavam a cada pulada, uma vista maravilhosa. A Clara sentou na minha cara e eu comecei a chupar a buceta dela. Além disso, a Clara Me inclinei pra frente pra começar a beijar os peitos da Irene.
Irene continuava cavalgando em mim até que começou a gemer mais forte e a buceta dela ficava cada vez mais apertada, então tava perto de gozar, e não demorou nada pra gozar mesmo. Depois de gozar, ela tirou a boca da Clara e começou a me beijar loucamente. Eu tava alucinando com a experiência que tava vivendo, parecia um sonho estar com esses dois anjos ao mesmo tempo. Clara deitou de barriga pra cima e disse que era a vez dela. Então eu levantei e meti nela, meu pau entrou muito fácil, porque ela tava toda molhada, além disso a buceta da Clara não era tão apertada quanto a da Irene, mas ainda assim era um prazer. Irene ficou do nosso lado, ficava alternando entre me beijar e beijar a Clara, e quando beijava a Clara, acariciava os peitos dela ou brincava com o clitóris dela, foi um momento muito safado.
Quando Clara começou a gemer muito mais forte e gozou na hora, eu tirei o pau de dentro, e as duas se olharam e me disseram que não podiam me deixar assim. Tiraram a camisinha e as duas começaram a chupar meu pau juntas. Não demorei muito pra gozar, porque eu tava muito excitada, e olha que não sei como aguentei tanto. Quando avisei que ia gozar, as duas colocaram a boca na ponta da minha cabeça pra não desperdiçar nem uma gota do meu leite. Primeiro soltei uma descarga muito forte e com bastante quantidade, depois soltei mais três descargas, mas cada vez com menos força e quantidade. Depois de gozar, as duas se beijaram e trocaram o leite de boca, aí as duas engoliram e continuaram limpando o pau.
Quando terminaram, levantaram e a gente se beijou os três. Fomos os três abraçados, eu no meio segurando uma bunda de cada uma com cada mão, e elas com uma mão seguravam minha bunda. Quando chegamos no meu quarto, os três deitamos e fomos dormir pelados.
Continua...
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