Eram 10h da manhã daquele domingo, que como todo domingo, eu tava dormindo sem ter nada pra fazer, só esperando meus pais chegarem, já que eles sempre saíam pra fazer compras no fim de semana e voltavam lá pras 14h30 ou 15h pra almoçar e bater um papo.
A campainha toca e eu sinto batidas fortes na porta. Acordo e, quando levanto, percebo que o chão todo do meu apartamento tá inundado. Corro até a porta e, quando abro, tá meu vizinho, o zelador e outro cara que era o chaveiro, pronto pra arrombar a porta achando que não tinha ninguém. Tudo porque deu um vazamento no banheiro da minha casa e a água transbordou até o apartamento do lado, inundando ele também.
Eles logo me falaram que já tavam chamando e tocando a campainha fazia um tempão e ninguém atendia, e que se não consertassem rápido, a água podia chegar no andar de baixo, onde tem uma loja que vende tapete persa, o que seria pior, e que por ser domingo a loja tava fechada e não dava pra achar o dono.
Eu tava toda atordoada, entre o sono, a notícia, a inundação e o susto da situação. Nessa hora, percebi que só tava vestindo uma camisola bem curtinha e minha calcinha, e fui correndo botar uma roupa mais decente.
Não acreditava no que tava rolando. Em poucos minutos, três pessoas entraram na minha casa e começaram a tirar a água e consertar o vazamento, que não passava de uma torneira mal fechada, que imagino que tivesse assim desde as 6h da manhã, quando meus pais saíram. Meu vizinho, um cara de uns 40 anos, pintor, tava puto porque vários quadros dele, que ia expor numa galeria, tinham sido danificados pela água e não dava pra consertar, pelo menos não até o dia da exposição. O chaveiro, que tava sendo bem gente boa ajudando a drenar a água, tentava acalmar ele. Meu vizinho, mas ele ficava ainda mais furioso. O zelador, que também devia ter uns 40 anos, era bem estranho e já tinha brigado com meu pai uma vez, quase sendo demitido, então ele sempre se alegrava quando algo dava errado na nossa família.
Passou cerca de uma hora e meia, meu apartamento já estava quase seco, aí o chaveiro foi embora e eu agradeci, e ele disse que voltaria daqui a uma hora, porque tinha tentado forçar a fechadura da minha casa e ia consertar. Logo depois, meu vizinho junto com o zelador foram para o apartamento dele também para tirar toda a água que tinha chegado até lá, mas com um tom ainda de raiva ele me disse: — Bom, agora o justo é você ajudar a secar minha casa, né?!!! — Sim, pode deixar, eu ajudo (respondi, lógico). E fomos limpar o que tinha sido uma inundação de verdade. Rapidamente comecei a drenar a água para o ralo e a levantar do chão as obras de arte do meu vizinho. Nesse momento, sem querer, uma das pinturas (a maior) escorregou da minha mão e caiu no chão, rachando e acabando de vez com a esperança do meu vizinho de consertá-la.
— Que merda você fez?!!!! A melhor obra da minha exposição, você quebrou, sua puta do caralho!!!! — Me desculpa, foi sem querer, escapou da minha mão. — Você não serve pra nada, sai daqui (e ele se aproximou para me dar um tapa) — Não!! Por favor (tapa,) Ahhhiiii não me bate!!!!.
Junto com meu choro, ouvi as gargalhadas do zelador, que não parava de rir da situação. Tentei correr e sair dali, mas o piso molhado escorregadio fez com que eu caísse no chão, batendo a cabeça num móvel e ficando jogada no chão de bruços, quase inconsciente. Nesse momento, sem esperar um segundo, meu vizinho se jogou em cima de mim e começou a tirar o short que eu tinha vestido. Eu quase não consegui reagir porque a batida na cabeça me deixou muito tonta.
— O que você tá fazendo? Me deixa em paz. Chega!!! (Ele estava sentado nas minhas pernas e eu de bruços com o que quase não conseguia me mexer nem me virar pra me soltar) — Agora cala a boca ou te encho de porrada (gritava furioso) — Não, por favor, o que você quer de mim? Eu conserto as coisas que estraguei, mas me deixa em paz.
— Que merda você vai consertar, estúpida, se acha o Miguel Angel??? Sua puta!!!!
— Jááááá, Nãoooo, me solta!!!
Naquele momento, o zelador, sempre rindo, se aproximou, pegou meus braços e os colocou com força nas minhas costas, me imobilizando.
— Come ela agora. Vai, vai que eu seguro ela (disse o zelador)
— Nãoooo, por favor, tô passando mal, tão me machucando!!!
Meu vizinho puxou minha calcinha pro lado, ouvi rapidamente o barulho da fivela do cinto e do zíper da calça e, sem pensar, tentou várias vezes enfiar a pica no meu cu, mas não conseguiu por causa da posição desconfortável.
Naquele momento, meu vizinho, ainda mais furioso, me puxou pelos cabelos e gritou — Levanta a bunda!!!! Ou enfio um pincel (daqueles que ele usava pra pintar, que estavam espalhados por todo lado) e rasgo teu cu, que vai ser pior. Rápido!! Já!!
— Não, por favor, chega (chorando) Não faz isso, espera, por favor, espera...
— É que você não me entendeu.
Naquele instante, ele abriu minhas pernas na posição em que eu estava e pegou um pincel.
— Nãoooo, te imploro, isso não, faço o que você quiser, por favor...
— Assim que eu gosto, sua desgraçada.
Kkkkkkkkkkkkkkkkkk o zelador ria. Levantei minha bunda e respirei fundo, resignada. Meu vizinho voltou à tarefa e conseguiu: enfiou a ponta da pica no meu cu rápido e de uma vez, depois parou ali.
— Tô doendoooo aaaaahhhhhhh, que dor, já já já, não aguento, aí doi muito, por favor!!!
— Falei pra calar a boca, e de uma só vez enfiou o resto da pica no meu cu e começou a meter e tirar sem piedade.
— Não aguento mais!!! A dor era tão grande que senti que ia desmaiar.
— Vamos fazer uma coisa, porque você tá apertada demais e tô me arranhando: se comporta direito e a gente faz direito, senão vai ser pior pra você. Foda-se, vou arrebentar sua bunda com toda a vontade que tenho.
Tá bom, chega, não aguento mais (não tive escolha).
O zelador me soltou e disse: — Você também tem que me mimar, e assim esqueço a vingança que prometi ao seu velho, e todos ficaremos felizes. A tontura, os golpes, a dor de cabeça me fizeram dizer: — Façam o que quiserem, mas vamos acabar com isso, estou me sentindo muito mal e com muita dor, por favor.
Me levantaram do chão e me levaram ao centro da sala, onde tinha um sofá grande. Meu vizinho foi ao banheiro enquanto o zelador me despia completamente e me obrigava a chupar o pau dele, eu já não pensava em nada, olhava fixo no horizonte. No começo parecia menor, mas depois começou a crescer na minha boca e era enorme. O zelador enfiava na minha boca rapidamente, mas sem tanta brutalidade. Nesse momento, meu vizinho estava atrás de mim e passava creme na minha bunda. Depois começou a meter um dedo, dois, e chegou a enfiar quase a mão inteira no meu cu enquanto dizia ao zelador como eu era apertadinha e como ele ia arrebentar. Em poucos segundos, meu vizinho passou mais creme na pica e meteu no meu cu de uma vez só, começou a se mover, mas dessa vez mais devagar e ritmado, aproveitando cada milímetro que entrava e saía. Enfiava até o fundo, e eu sentia os ovos dele tocando minha buceta, ele empurrava tentando meter mais fundo, depois tirava inteiro, apoiava a ponta no meu cu e enfiava até o fundo de novo. Ainda doía, mas um pouco menos, porém eu não parava de chorar e gritar cada vez que ele enfiava tudo, sentia uma pressão terrível lá dentro.
Os dois continuaram no serviço, parecia que horas de sofrimento tinham passado, e meu vizinho aumentou o ritmo e a profundidade das enfiadas. De repente, começou a dizer que ia encher meu cu de porra, meteu até o fundo e gozou dentro do meu cu, eu estava quase adormecida de dor, ele ficou mais alguns segundos dentro de mim e depois tirou. O zelador naquele momento me disse: - Agora você vai chupar o meu pau o melhor que puder, tentando engolir e brincando com a língua. Vou gozar na sua boca, então se prepare pra engolir tudo. Se escapar uma gota de porra, você vai ter que me chupar de novo.
E foi assim que eu fiz, tentei engolir e movia minha língua na ponta do pau dele, que estava maior e mais duro. De repente, ele me agarrou pela nuca, me puxou pra perto dele e enfiou tudo na minha boca. Senti algo quente batendo na minha garganta e comecei a engolir por medo de ter que chupar o pau dele de novo. Tentei não deixar escapar nada, mas era tanta porra saindo que não consegui evitar, e um pouco escorreu pelo canto dos meus lábios.
Eu fiz o possível, por favor, chega, vou desmaiar. (falei chorando e implorando, ainda com o pau dele nos meus lábios) - Tá bom, garota, sai daqui!!!! Ele me deu outro tapa bem no lugar da minha testa onde tinha me batido antes, e eu caí no chão, ainda molhado e frio, completamente desmaiada. O zelador foi embora, enquanto meu vizinho descansava no quarto dele, pensando no que faria pra consertar as obras.
Um tempo depois, acordo sentindo alguém do meu lado, ainda estava no chão, nua. Pra minha surpresa, era o Chaveiro, que me disse: - Você teve uma festa de agradecimento e não me avisou? - Não, eles me... (Ele não me deixou terminar de falar, colocou uma mão suja e cheia de graxa na minha boca e a outra na minha buceta, enquanto tentava enfiar um dedo lá dentro. Tentei me soltar, mas minhas forças e minha mente não funcionavam.) - Isso sim é um bom agradecimento, vou foder essa bucetinha que você tem!!! Com certeza você ainda é virgem, do jeito que é apertada!!!
Ele começou a chupar meus peitos e morder meus mamilos, me tocava por todo lado enquanto enfiava um dedo na minha buceta e outro no meu cu. - Você já tá bem molhada, me dizia, parece que a garota quer mais!!! Ele tirou o pau da calça e me fez chupar um pouco enquanto me... continuava enfiando os dedos na buceta. - Que divina que você está!!! Tão meiga e durinha, tomara que você precise arrumar as fechaduras mais vezes. De repente, me puxou pra trás, abriu minhas pernas e se colocou por cima de mim. Senti ele apoiar a ponta da pica na entrada da buceta, e de uma vez começou a meter. Doía muito, ele parou no meio, me olhou e, de uma só vez, meteu até o fundo. Ele tava metendo e tirando a pica da buceta, eu sentia como se estivesse sendo preenchida de pica. Ele me segurou por trás e se virou, ficando eu por cima dele - Vamos, se mexe, gatinha, quero ver como suas tetinhas balançam. Eu já não aguentava mais e a única coisa que fiz foi me deitar no peito dele, completamente tonta. Tá tudo bem, daqui também posso fazer o trabalho sozinho, hahahaha. (e continuou me comendo) enquanto começou a enfiar os dedos no meu cu. Meu vizinho, que tava saindo do quarto dele, viu o que rolava e se jogou em cima da gente. Me fez chupar ele até ficar duro que nem pedra. Quando tirou, me disse: "Agora você vai poder ter duas picas dentro de você", e enquanto ria, se colocou atrás de mim e meteu a pica no meu cu de novo. Eu desmaiava de dor, e a mesma dor me fazia acordar de novo. Tava tão cheia de pica que não aguentava mais, não sabia se era dor ou prazer o que tava sentindo. Os dois me comeram sem parar ao mesmo tempo, pela frente e por trás, por vários minutos, até que meu vizinho disse pro Chaveiro: - Vamos gozar os dois na boca dela. O porteiro me disse que a putinha engole toda a porra e que parecia que a gostosa gostava. - Vamos nessa, que eu já tô quase gozando. - Beleza, vamos virar ela. Me viraram, me colocaram de costas no chão, me fizeram ficar de joelhos, e se posicionaram um de cada lado do meu rosto, se masturbando. - Abre a boca, putinha, pra ver se com esse xarope alimentício você não desmaia mais, hahaha. E gozaram os dois na minha boca. mandando eu engolir tudo. Como um pouco escapou e eu não consegui engolir, pegaram uma colher de café e recolheram tudo que tinha caído no meu rosto e nos meus peitos e me fizeram tomar e engolir.
Já tinha acabado tudo, eu estava destruída, dolorida e completamente exausta, e meu vizinho disse: — Agora nem pense em contar nada do que aconteceu, porque senão, não só pego você de novo, como também estupro sua mãe e processo seu pai pelas pinturas quebradas, ouviu, sua putinha de merda!!!
Posso ir embora, já? (respondi sem dar bola pra nada do que ele dizia)
— Pode ir, mas já sabe o que vai acontecer se abrir a boca.
Dois dias depois do que aconteceu, as lembranças de todo o sofrimento que passei vinham à minha mente, e eu pensava comigo mesma: "Acho que se tivessem feito com carinho e dedicação, provavelmente teria gostado... talvez se eu disser..."
DEPOIS DA INUNDAÇÃO
Quase duas semanas depois da inundação, eu estava sofrendo uma confusão terrível, não sabia distinguir entre o que aconteceu e o que eu gostaria que tivesse acontecido, não tinha certeza do que sentir, porque por um lado fui estuprada por três caras, mas por outro, houve momentos em que senti um prazer imenso. Saí para passear; desde aquele domingo, nunca ficava em casa sozinha e acordava cedo para sair com meus pais. Voltei às 14:30, hora de almoçar com eles, e passei na frente da loja de tapetes que fica no térreo, bem embaixo do meu apartamento.
— Mocinha!!! Vem aqui, por favor, preciso falar com você (o dono da loja, um senhor árabe muito simpático)
— Fala, o que você quer? (respondi rapidamente)
— Preciso que me explique uma coisa... Olha, ontem entramos nuns depósitos que ficam no fundo da loja e, sem entender por quê, encontrei uns tapetes molhados
— Não pode ser!!! (respondi com medo)
— Sim, e quase perdidos por completo, porque esses tapetes são muito especiais e tingidos à mão feitas artesanalmente, e perderam parte da cor original. Perguntei ao zelador se sabia de alguma irregularidade, e ele me disse pra perguntar pra você.
Não pode ser!!! (respondi de novo) pensei que a água não tinha vazado até embaixo.
É que você sabe o que aconteceu? (disse o homem, surpreso)
Sim, senhor, foi um acidente. Meu apartamento inundou por causa de um defeito, e eu só percebi quando já era tarde demais.
Que tragédia, agora eu tô com uma dívida enorme, e não posso reclamar pra seguradora porque a gente só viu ontem, e eles não cobrem sinistros reclamados depois de três dias úteis (a atitude do homem foi mudando de simpatia pra raiva). Agora me diz pra quem eu vou cobrar isso, imagino que pra você!!!!
Senhor, o que houve foi um acidente (fiquei super nervosa ao lembrar do que tinha acontecido naquele dia e não consegui continuar falando)... me desculpe, preciso ir.
Como assim vai embora? Cê acha, mocinha, que é mentira e que o que aconteceu comigo é besteira? Vem cá ver (e me pegou pelo braço e me levou até o depósito pra eu ver os tapetes molhados)
Não, senhor, eu acredito, mas foi um acidente e eu não posso fazer nada.
Entramos no depósito, e eu me assustei, pensando no que podia rolar, mas me acalmei ao ver que lá dentro várias pessoas estavam trabalhando: três peões e duas moças da limpeza.
Vem ver isso aqui (disse o homem, me mostrando pedaços de tapetes desbotados pela água)
Que horror, senhor, verdade, sinto muito.
Na real, quem tem que pagar por isso é você ou sua família, vocês deviam me indenizar esses danos, ou pelo menos comprar os tapetes que perdi pelo preço de custo, claro!!! (apareceu a veia de comerciante do homem, com sotaque árabe)
A gente não tem dinheiro pra comprar tudo isso, o senhor tá maluco? Como é que eu vou comprar isso tudo se a gente não tem nem pra comprar um pela metade do preço?
Bom, eu diria que sim (disse ironicamente estalando os dedos, e logo depois todas as pessoas que estavam ali saíram e fecharam o depósito, ficando só nós dois lá dentro)
O zelador me disse que você, mocinha, sabia como me pagar.
Não!!! Não pode ser!!!! (naquele momento, um pânico terrível me tomou e quase me mijei toda)
Kkkkkkkkkk... Agora vai me dizer que não sabe como me pagar.
Não, por favor, de novo não!!!! (fiquei paralisada enquanto o dono daquele lugar começava a se aproximar e com uma mão tentava apalpar meus peitos, eu não podia fazer nada, sabia que se resistisse, ia sofrer, já tinha passado por isso antes e decidi dizer:)
Senhor, por favor, vamos fazer um trato, eu faço o que o senhor mandar, mas não me bata, juro que vou me comportar, mas o senhor tem que me prometer que vai fazer com cuidado, por favor.
Caramba!!! Vejo que estamos nos entendendo, vamos fazer um acordo, eu não te bato e você faz tudo que eu mandar, entendeu?? TUDO, senão te encho de porrada.
Vem cá, chega mais pra perto, abre a camisa e deixa eu ver esses peitinhos que você tem.
Abri os botões da camisa e mostrei timidamente os peitos, ele os agarrou, tirou minha camisa toda e começou a chupar meus peitos e brincar com a língua nos meus mamilos, que ficaram duros.
Abaixa e cumpre o que acabou de prometer, chupa minha rola o melhor que puder.
Tá bom, mas cumpre sua promessa, ok?
Cala a boca de uma vez ou não prometo nada, abaixa e chupa.
E foi o que fiz, me abaixei e comecei a chupar aquela rola grossa e dura, não acreditava no que estava fazendo, mas no fim das contas era pelo meu bem e da minha família, já tinha passado por isso uma vez e talvez se fizesse sem violência não fosse tão traumático. Continuei chupando e chupando, o senhor começou a se mexer dentro da minha boca, e tive a ideia de me esforçar ao máximo pra ele gozar rápido e acabar logo com a dívida dos tapetes. E foi assim, em poucos minutos o senhor disse que ia gozar e enfiou até o fundo da minha garganta, gozou dentro da minha boca e sem que ele dissesse nada, engoli toda a porra.
— Que bem que tu chupa, gata, mas continua chupando que isso tá só começando.
— Queee??? (falei surpresa)
— Que tu continue chupando que vou te comer de todos os jeitos!!! Ou cê acha que com uma chupada só vai pagar os tapetes? Quer que eu processe sua buceta??
— Tá bom, mas pelo amor de Deus, com cuidado, que tá doendo muito. O que cê quer que eu faça agora??
Chupei por mais uns minutos, até ele ficar duro de novo. O senhor me levantou, me virou e me deitou sobre uma pilha de tapetes, ficando de pé, mas com metade do meu corpo apoiado nos tapetes, fazendo um ângulo perfeito de noventa graus. Ele levantou a minissaia que eu tava usando, tirou minha calcinha e enfiou dois dedos na minha buceta, entraram como se nada, porque eu tava toda molhada. Senti vergonha de estar tão excitada.
— Agora vamos ver se seu vizinho tem razão sobre o quanto você é apertadinha!!!
— Com cuidado, por favor, eu imploro, com cuidado!!!
Ele foi enfiando aos poucos a pica enorme na minha buceta, eu sentia dor, mas não era tanta, talvez porque a vez anterior tinha sido tão dolorosa. Ele enfiou tudo e começou a se mexer, eu sentia uma pressão terrível, que foi aliviando aos poucos. Ele tocava meu clitóris com a mão, aí comecei a sentir um prazer maior até sentir uma explosão dentro de mim. (Acho que foi meu primeiro orgasmo). Enquanto me comia, ele enfiava um dedo no meu cu, e depois começou a enfiar dois e três dedos.
— Você tem um cu divino, qualquer homem daria tudo pra comer esse cuzinho duro.
Depois ele tirou a pica da minha buceta e apoiou a ponta na entrada do meu cu. Eu sabia que ia doer, mas queria que ele enfiasse, então comecei a rebolar e sozinha fui recuando até enfiar tudo devagar. Aí ele tirou e enfiou de uma vez.
— Ahhhh Ahhhh Ahhhhh com cuidado, por favor... ahhhh.
Já tava há meia hora me comendo pelo cu. use the word: pussy y por el culo, eu já me sentia totalmente aberta, minha bunda estava tão dilatada que aquela pica entrava e saía com uma facilidade incrível.
- Agora vou gozar e vou encher teu cu de porra, gostosa.
Ele começou a aumentar o ritmo e as estocadas eram fortíssimas, começou, de novo, a dor extrema, mas já era a reta final e eu não podia pedir mais nada desse senhor que tinha sido pelo menos delicado comigo e me feito chegar a um prazer máximo. Até me atrevi a falar.
Vai, manda ver, quero tudo, vai, vai, ahhh, vai, ahhh!!!!!!
Sim, sim, tô gozando aaaaaaaaaaaaaaaaahhhh (depois de descansar sobre mim por um minuto ainda com o pau no meu cu) Que forte você é, garota, acho que meus sócios vão ficar felizes com o pagamento que você vai dar.
O quê??? Sócios, por acaso também tenho que fazer com seus sócios?
Claro, você também deve a eles pelos tapetes e ainda são os acionistas majoritários, e imagino que vão pedir mais pela parte deles hahahahah
Não faça isso comigo, por favor!!! Já chega.
Desculpa, amanhã às 2:00 da tarde eles vêm aqui, e se você não estiver aqui, vou até seu apartamento te buscar.
Até quando, isso tinha que acontecer comigo (falei pra mim mesma, mas em voz alta)
Fica tranquila que com eles tudo vai ficar pago, minha menina. Te espero amanhã. Agora vai embora que tô ocupado. Mas vou ficar com sua calcinha como prova pra mostrar pros seus pais o que você fez se não vier amanhã aqui.
Saí de lá, com uma sensação estranha, porque tinha sentido coisas novas que realmente tinham me dado muito prazer e não tinham me tratado mal como da primeira vez. Talvez os sócios fossem legais como esse senhor e eu terminaria de pagar a dívida dos meus pais pelos tapetes.
A campainha toca e eu sinto batidas fortes na porta. Acordo e, quando levanto, percebo que o chão todo do meu apartamento tá inundado. Corro até a porta e, quando abro, tá meu vizinho, o zelador e outro cara que era o chaveiro, pronto pra arrombar a porta achando que não tinha ninguém. Tudo porque deu um vazamento no banheiro da minha casa e a água transbordou até o apartamento do lado, inundando ele também.
Eles logo me falaram que já tavam chamando e tocando a campainha fazia um tempão e ninguém atendia, e que se não consertassem rápido, a água podia chegar no andar de baixo, onde tem uma loja que vende tapete persa, o que seria pior, e que por ser domingo a loja tava fechada e não dava pra achar o dono.
Eu tava toda atordoada, entre o sono, a notícia, a inundação e o susto da situação. Nessa hora, percebi que só tava vestindo uma camisola bem curtinha e minha calcinha, e fui correndo botar uma roupa mais decente.
Não acreditava no que tava rolando. Em poucos minutos, três pessoas entraram na minha casa e começaram a tirar a água e consertar o vazamento, que não passava de uma torneira mal fechada, que imagino que tivesse assim desde as 6h da manhã, quando meus pais saíram. Meu vizinho, um cara de uns 40 anos, pintor, tava puto porque vários quadros dele, que ia expor numa galeria, tinham sido danificados pela água e não dava pra consertar, pelo menos não até o dia da exposição. O chaveiro, que tava sendo bem gente boa ajudando a drenar a água, tentava acalmar ele. Meu vizinho, mas ele ficava ainda mais furioso. O zelador, que também devia ter uns 40 anos, era bem estranho e já tinha brigado com meu pai uma vez, quase sendo demitido, então ele sempre se alegrava quando algo dava errado na nossa família.
Passou cerca de uma hora e meia, meu apartamento já estava quase seco, aí o chaveiro foi embora e eu agradeci, e ele disse que voltaria daqui a uma hora, porque tinha tentado forçar a fechadura da minha casa e ia consertar. Logo depois, meu vizinho junto com o zelador foram para o apartamento dele também para tirar toda a água que tinha chegado até lá, mas com um tom ainda de raiva ele me disse: — Bom, agora o justo é você ajudar a secar minha casa, né?!!! — Sim, pode deixar, eu ajudo (respondi, lógico). E fomos limpar o que tinha sido uma inundação de verdade. Rapidamente comecei a drenar a água para o ralo e a levantar do chão as obras de arte do meu vizinho. Nesse momento, sem querer, uma das pinturas (a maior) escorregou da minha mão e caiu no chão, rachando e acabando de vez com a esperança do meu vizinho de consertá-la.
— Que merda você fez?!!!! A melhor obra da minha exposição, você quebrou, sua puta do caralho!!!! — Me desculpa, foi sem querer, escapou da minha mão. — Você não serve pra nada, sai daqui (e ele se aproximou para me dar um tapa) — Não!! Por favor (tapa,) Ahhhiiii não me bate!!!!.
Junto com meu choro, ouvi as gargalhadas do zelador, que não parava de rir da situação. Tentei correr e sair dali, mas o piso molhado escorregadio fez com que eu caísse no chão, batendo a cabeça num móvel e ficando jogada no chão de bruços, quase inconsciente. Nesse momento, sem esperar um segundo, meu vizinho se jogou em cima de mim e começou a tirar o short que eu tinha vestido. Eu quase não consegui reagir porque a batida na cabeça me deixou muito tonta.
— O que você tá fazendo? Me deixa em paz. Chega!!! (Ele estava sentado nas minhas pernas e eu de bruços com o que quase não conseguia me mexer nem me virar pra me soltar) — Agora cala a boca ou te encho de porrada (gritava furioso) — Não, por favor, o que você quer de mim? Eu conserto as coisas que estraguei, mas me deixa em paz.
— Que merda você vai consertar, estúpida, se acha o Miguel Angel??? Sua puta!!!!
— Jááááá, Nãoooo, me solta!!!
Naquele momento, o zelador, sempre rindo, se aproximou, pegou meus braços e os colocou com força nas minhas costas, me imobilizando.
— Come ela agora. Vai, vai que eu seguro ela (disse o zelador)
— Nãoooo, por favor, tô passando mal, tão me machucando!!!
Meu vizinho puxou minha calcinha pro lado, ouvi rapidamente o barulho da fivela do cinto e do zíper da calça e, sem pensar, tentou várias vezes enfiar a pica no meu cu, mas não conseguiu por causa da posição desconfortável.
Naquele momento, meu vizinho, ainda mais furioso, me puxou pelos cabelos e gritou — Levanta a bunda!!!! Ou enfio um pincel (daqueles que ele usava pra pintar, que estavam espalhados por todo lado) e rasgo teu cu, que vai ser pior. Rápido!! Já!!
— Não, por favor, chega (chorando) Não faz isso, espera, por favor, espera...
— É que você não me entendeu.
Naquele instante, ele abriu minhas pernas na posição em que eu estava e pegou um pincel.
— Nãoooo, te imploro, isso não, faço o que você quiser, por favor...
— Assim que eu gosto, sua desgraçada.
Kkkkkkkkkkkkkkkkkk o zelador ria. Levantei minha bunda e respirei fundo, resignada. Meu vizinho voltou à tarefa e conseguiu: enfiou a ponta da pica no meu cu rápido e de uma vez, depois parou ali.
— Tô doendoooo aaaaahhhhhhh, que dor, já já já, não aguento, aí doi muito, por favor!!!
— Falei pra calar a boca, e de uma só vez enfiou o resto da pica no meu cu e começou a meter e tirar sem piedade.
— Não aguento mais!!! A dor era tão grande que senti que ia desmaiar.
— Vamos fazer uma coisa, porque você tá apertada demais e tô me arranhando: se comporta direito e a gente faz direito, senão vai ser pior pra você. Foda-se, vou arrebentar sua bunda com toda a vontade que tenho.
Tá bom, chega, não aguento mais (não tive escolha).
O zelador me soltou e disse: — Você também tem que me mimar, e assim esqueço a vingança que prometi ao seu velho, e todos ficaremos felizes. A tontura, os golpes, a dor de cabeça me fizeram dizer: — Façam o que quiserem, mas vamos acabar com isso, estou me sentindo muito mal e com muita dor, por favor.
Me levantaram do chão e me levaram ao centro da sala, onde tinha um sofá grande. Meu vizinho foi ao banheiro enquanto o zelador me despia completamente e me obrigava a chupar o pau dele, eu já não pensava em nada, olhava fixo no horizonte. No começo parecia menor, mas depois começou a crescer na minha boca e era enorme. O zelador enfiava na minha boca rapidamente, mas sem tanta brutalidade. Nesse momento, meu vizinho estava atrás de mim e passava creme na minha bunda. Depois começou a meter um dedo, dois, e chegou a enfiar quase a mão inteira no meu cu enquanto dizia ao zelador como eu era apertadinha e como ele ia arrebentar. Em poucos segundos, meu vizinho passou mais creme na pica e meteu no meu cu de uma vez só, começou a se mover, mas dessa vez mais devagar e ritmado, aproveitando cada milímetro que entrava e saía. Enfiava até o fundo, e eu sentia os ovos dele tocando minha buceta, ele empurrava tentando meter mais fundo, depois tirava inteiro, apoiava a ponta no meu cu e enfiava até o fundo de novo. Ainda doía, mas um pouco menos, porém eu não parava de chorar e gritar cada vez que ele enfiava tudo, sentia uma pressão terrível lá dentro.
Os dois continuaram no serviço, parecia que horas de sofrimento tinham passado, e meu vizinho aumentou o ritmo e a profundidade das enfiadas. De repente, começou a dizer que ia encher meu cu de porra, meteu até o fundo e gozou dentro do meu cu, eu estava quase adormecida de dor, ele ficou mais alguns segundos dentro de mim e depois tirou. O zelador naquele momento me disse: - Agora você vai chupar o meu pau o melhor que puder, tentando engolir e brincando com a língua. Vou gozar na sua boca, então se prepare pra engolir tudo. Se escapar uma gota de porra, você vai ter que me chupar de novo.
E foi assim que eu fiz, tentei engolir e movia minha língua na ponta do pau dele, que estava maior e mais duro. De repente, ele me agarrou pela nuca, me puxou pra perto dele e enfiou tudo na minha boca. Senti algo quente batendo na minha garganta e comecei a engolir por medo de ter que chupar o pau dele de novo. Tentei não deixar escapar nada, mas era tanta porra saindo que não consegui evitar, e um pouco escorreu pelo canto dos meus lábios.
Eu fiz o possível, por favor, chega, vou desmaiar. (falei chorando e implorando, ainda com o pau dele nos meus lábios) - Tá bom, garota, sai daqui!!!! Ele me deu outro tapa bem no lugar da minha testa onde tinha me batido antes, e eu caí no chão, ainda molhado e frio, completamente desmaiada. O zelador foi embora, enquanto meu vizinho descansava no quarto dele, pensando no que faria pra consertar as obras.
Um tempo depois, acordo sentindo alguém do meu lado, ainda estava no chão, nua. Pra minha surpresa, era o Chaveiro, que me disse: - Você teve uma festa de agradecimento e não me avisou? - Não, eles me... (Ele não me deixou terminar de falar, colocou uma mão suja e cheia de graxa na minha boca e a outra na minha buceta, enquanto tentava enfiar um dedo lá dentro. Tentei me soltar, mas minhas forças e minha mente não funcionavam.) - Isso sim é um bom agradecimento, vou foder essa bucetinha que você tem!!! Com certeza você ainda é virgem, do jeito que é apertada!!!
Ele começou a chupar meus peitos e morder meus mamilos, me tocava por todo lado enquanto enfiava um dedo na minha buceta e outro no meu cu. - Você já tá bem molhada, me dizia, parece que a garota quer mais!!! Ele tirou o pau da calça e me fez chupar um pouco enquanto me... continuava enfiando os dedos na buceta. - Que divina que você está!!! Tão meiga e durinha, tomara que você precise arrumar as fechaduras mais vezes. De repente, me puxou pra trás, abriu minhas pernas e se colocou por cima de mim. Senti ele apoiar a ponta da pica na entrada da buceta, e de uma vez começou a meter. Doía muito, ele parou no meio, me olhou e, de uma só vez, meteu até o fundo. Ele tava metendo e tirando a pica da buceta, eu sentia como se estivesse sendo preenchida de pica. Ele me segurou por trás e se virou, ficando eu por cima dele - Vamos, se mexe, gatinha, quero ver como suas tetinhas balançam. Eu já não aguentava mais e a única coisa que fiz foi me deitar no peito dele, completamente tonta. Tá tudo bem, daqui também posso fazer o trabalho sozinho, hahahaha. (e continuou me comendo) enquanto começou a enfiar os dedos no meu cu. Meu vizinho, que tava saindo do quarto dele, viu o que rolava e se jogou em cima da gente. Me fez chupar ele até ficar duro que nem pedra. Quando tirou, me disse: "Agora você vai poder ter duas picas dentro de você", e enquanto ria, se colocou atrás de mim e meteu a pica no meu cu de novo. Eu desmaiava de dor, e a mesma dor me fazia acordar de novo. Tava tão cheia de pica que não aguentava mais, não sabia se era dor ou prazer o que tava sentindo. Os dois me comeram sem parar ao mesmo tempo, pela frente e por trás, por vários minutos, até que meu vizinho disse pro Chaveiro: - Vamos gozar os dois na boca dela. O porteiro me disse que a putinha engole toda a porra e que parecia que a gostosa gostava. - Vamos nessa, que eu já tô quase gozando. - Beleza, vamos virar ela. Me viraram, me colocaram de costas no chão, me fizeram ficar de joelhos, e se posicionaram um de cada lado do meu rosto, se masturbando. - Abre a boca, putinha, pra ver se com esse xarope alimentício você não desmaia mais, hahaha. E gozaram os dois na minha boca. mandando eu engolir tudo. Como um pouco escapou e eu não consegui engolir, pegaram uma colher de café e recolheram tudo que tinha caído no meu rosto e nos meus peitos e me fizeram tomar e engolir.
Já tinha acabado tudo, eu estava destruída, dolorida e completamente exausta, e meu vizinho disse: — Agora nem pense em contar nada do que aconteceu, porque senão, não só pego você de novo, como também estupro sua mãe e processo seu pai pelas pinturas quebradas, ouviu, sua putinha de merda!!!
Posso ir embora, já? (respondi sem dar bola pra nada do que ele dizia)
— Pode ir, mas já sabe o que vai acontecer se abrir a boca.
Dois dias depois do que aconteceu, as lembranças de todo o sofrimento que passei vinham à minha mente, e eu pensava comigo mesma: "Acho que se tivessem feito com carinho e dedicação, provavelmente teria gostado... talvez se eu disser..."
DEPOIS DA INUNDAÇÃO
Quase duas semanas depois da inundação, eu estava sofrendo uma confusão terrível, não sabia distinguir entre o que aconteceu e o que eu gostaria que tivesse acontecido, não tinha certeza do que sentir, porque por um lado fui estuprada por três caras, mas por outro, houve momentos em que senti um prazer imenso. Saí para passear; desde aquele domingo, nunca ficava em casa sozinha e acordava cedo para sair com meus pais. Voltei às 14:30, hora de almoçar com eles, e passei na frente da loja de tapetes que fica no térreo, bem embaixo do meu apartamento.
— Mocinha!!! Vem aqui, por favor, preciso falar com você (o dono da loja, um senhor árabe muito simpático)
— Fala, o que você quer? (respondi rapidamente)
— Preciso que me explique uma coisa... Olha, ontem entramos nuns depósitos que ficam no fundo da loja e, sem entender por quê, encontrei uns tapetes molhados
— Não pode ser!!! (respondi com medo)
— Sim, e quase perdidos por completo, porque esses tapetes são muito especiais e tingidos à mão feitas artesanalmente, e perderam parte da cor original. Perguntei ao zelador se sabia de alguma irregularidade, e ele me disse pra perguntar pra você.
Não pode ser!!! (respondi de novo) pensei que a água não tinha vazado até embaixo.
É que você sabe o que aconteceu? (disse o homem, surpreso)
Sim, senhor, foi um acidente. Meu apartamento inundou por causa de um defeito, e eu só percebi quando já era tarde demais.
Que tragédia, agora eu tô com uma dívida enorme, e não posso reclamar pra seguradora porque a gente só viu ontem, e eles não cobrem sinistros reclamados depois de três dias úteis (a atitude do homem foi mudando de simpatia pra raiva). Agora me diz pra quem eu vou cobrar isso, imagino que pra você!!!!
Senhor, o que houve foi um acidente (fiquei super nervosa ao lembrar do que tinha acontecido naquele dia e não consegui continuar falando)... me desculpe, preciso ir.
Como assim vai embora? Cê acha, mocinha, que é mentira e que o que aconteceu comigo é besteira? Vem cá ver (e me pegou pelo braço e me levou até o depósito pra eu ver os tapetes molhados)
Não, senhor, eu acredito, mas foi um acidente e eu não posso fazer nada.
Entramos no depósito, e eu me assustei, pensando no que podia rolar, mas me acalmei ao ver que lá dentro várias pessoas estavam trabalhando: três peões e duas moças da limpeza.
Vem ver isso aqui (disse o homem, me mostrando pedaços de tapetes desbotados pela água)
Que horror, senhor, verdade, sinto muito.
Na real, quem tem que pagar por isso é você ou sua família, vocês deviam me indenizar esses danos, ou pelo menos comprar os tapetes que perdi pelo preço de custo, claro!!! (apareceu a veia de comerciante do homem, com sotaque árabe)
A gente não tem dinheiro pra comprar tudo isso, o senhor tá maluco? Como é que eu vou comprar isso tudo se a gente não tem nem pra comprar um pela metade do preço?
Bom, eu diria que sim (disse ironicamente estalando os dedos, e logo depois todas as pessoas que estavam ali saíram e fecharam o depósito, ficando só nós dois lá dentro)
O zelador me disse que você, mocinha, sabia como me pagar.
Não!!! Não pode ser!!!! (naquele momento, um pânico terrível me tomou e quase me mijei toda)
Kkkkkkkkkk... Agora vai me dizer que não sabe como me pagar.
Não, por favor, de novo não!!!! (fiquei paralisada enquanto o dono daquele lugar começava a se aproximar e com uma mão tentava apalpar meus peitos, eu não podia fazer nada, sabia que se resistisse, ia sofrer, já tinha passado por isso antes e decidi dizer:)
Senhor, por favor, vamos fazer um trato, eu faço o que o senhor mandar, mas não me bata, juro que vou me comportar, mas o senhor tem que me prometer que vai fazer com cuidado, por favor.
Caramba!!! Vejo que estamos nos entendendo, vamos fazer um acordo, eu não te bato e você faz tudo que eu mandar, entendeu?? TUDO, senão te encho de porrada.
Vem cá, chega mais pra perto, abre a camisa e deixa eu ver esses peitinhos que você tem.
Abri os botões da camisa e mostrei timidamente os peitos, ele os agarrou, tirou minha camisa toda e começou a chupar meus peitos e brincar com a língua nos meus mamilos, que ficaram duros.
Abaixa e cumpre o que acabou de prometer, chupa minha rola o melhor que puder.
Tá bom, mas cumpre sua promessa, ok?
Cala a boca de uma vez ou não prometo nada, abaixa e chupa.
E foi o que fiz, me abaixei e comecei a chupar aquela rola grossa e dura, não acreditava no que estava fazendo, mas no fim das contas era pelo meu bem e da minha família, já tinha passado por isso uma vez e talvez se fizesse sem violência não fosse tão traumático. Continuei chupando e chupando, o senhor começou a se mexer dentro da minha boca, e tive a ideia de me esforçar ao máximo pra ele gozar rápido e acabar logo com a dívida dos tapetes. E foi assim, em poucos minutos o senhor disse que ia gozar e enfiou até o fundo da minha garganta, gozou dentro da minha boca e sem que ele dissesse nada, engoli toda a porra.
— Que bem que tu chupa, gata, mas continua chupando que isso tá só começando.
— Queee??? (falei surpresa)
— Que tu continue chupando que vou te comer de todos os jeitos!!! Ou cê acha que com uma chupada só vai pagar os tapetes? Quer que eu processe sua buceta??
— Tá bom, mas pelo amor de Deus, com cuidado, que tá doendo muito. O que cê quer que eu faça agora??
Chupei por mais uns minutos, até ele ficar duro de novo. O senhor me levantou, me virou e me deitou sobre uma pilha de tapetes, ficando de pé, mas com metade do meu corpo apoiado nos tapetes, fazendo um ângulo perfeito de noventa graus. Ele levantou a minissaia que eu tava usando, tirou minha calcinha e enfiou dois dedos na minha buceta, entraram como se nada, porque eu tava toda molhada. Senti vergonha de estar tão excitada.
— Agora vamos ver se seu vizinho tem razão sobre o quanto você é apertadinha!!!
— Com cuidado, por favor, eu imploro, com cuidado!!!
Ele foi enfiando aos poucos a pica enorme na minha buceta, eu sentia dor, mas não era tanta, talvez porque a vez anterior tinha sido tão dolorosa. Ele enfiou tudo e começou a se mexer, eu sentia uma pressão terrível, que foi aliviando aos poucos. Ele tocava meu clitóris com a mão, aí comecei a sentir um prazer maior até sentir uma explosão dentro de mim. (Acho que foi meu primeiro orgasmo). Enquanto me comia, ele enfiava um dedo no meu cu, e depois começou a enfiar dois e três dedos.
— Você tem um cu divino, qualquer homem daria tudo pra comer esse cuzinho duro.
Depois ele tirou a pica da minha buceta e apoiou a ponta na entrada do meu cu. Eu sabia que ia doer, mas queria que ele enfiasse, então comecei a rebolar e sozinha fui recuando até enfiar tudo devagar. Aí ele tirou e enfiou de uma vez.
— Ahhhh Ahhhh Ahhhhh com cuidado, por favor... ahhhh.
Já tava há meia hora me comendo pelo cu. use the word: pussy y por el culo, eu já me sentia totalmente aberta, minha bunda estava tão dilatada que aquela pica entrava e saía com uma facilidade incrível.
- Agora vou gozar e vou encher teu cu de porra, gostosa.
Ele começou a aumentar o ritmo e as estocadas eram fortíssimas, começou, de novo, a dor extrema, mas já era a reta final e eu não podia pedir mais nada desse senhor que tinha sido pelo menos delicado comigo e me feito chegar a um prazer máximo. Até me atrevi a falar.
Vai, manda ver, quero tudo, vai, vai, ahhh, vai, ahhh!!!!!!
Sim, sim, tô gozando aaaaaaaaaaaaaaaaahhhh (depois de descansar sobre mim por um minuto ainda com o pau no meu cu) Que forte você é, garota, acho que meus sócios vão ficar felizes com o pagamento que você vai dar.
O quê??? Sócios, por acaso também tenho que fazer com seus sócios?
Claro, você também deve a eles pelos tapetes e ainda são os acionistas majoritários, e imagino que vão pedir mais pela parte deles hahahahah
Não faça isso comigo, por favor!!! Já chega.
Desculpa, amanhã às 2:00 da tarde eles vêm aqui, e se você não estiver aqui, vou até seu apartamento te buscar.
Até quando, isso tinha que acontecer comigo (falei pra mim mesma, mas em voz alta)
Fica tranquila que com eles tudo vai ficar pago, minha menina. Te espero amanhã. Agora vai embora que tô ocupado. Mas vou ficar com sua calcinha como prova pra mostrar pros seus pais o que você fez se não vier amanhã aqui.
Saí de lá, com uma sensação estranha, porque tinha sentido coisas novas que realmente tinham me dado muito prazer e não tinham me tratado mal como da primeira vez. Talvez os sócios fossem legais como esse senhor e eu terminaria de pagar a dívida dos meus pais pelos tapetes.
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