Minha irmã viajou pra visitar nossos pais num fim de semana que preferi ficar em Santiago. Sem avisar, meu cunhado apareceu batendo na porta do apê e em questão de minutos já tava instalado no sofá do meu lado, procurando o que ver na TV.
O braço dele tava esticado na minha direção, apoiado no encosto do sofá. Lembro dele olhando direto nos meus olhos quando pediu pra eu sentar mais perto dele. Sem hesitar, me encostei do lado dele e o braço dele envolveu meu ombro. "Não é melhor assim?", ele perguntou. Apoiei minha cabeça no ombro dele e o braço dele deslizou pra trás de mim. A mão grande dele descansava no meu antebraço, me fazendo sentir pequenininha enquanto eu ficava ali aninhada contra o corpo dele. Num instante, ele se inclinou e cheirou meu cabelo, falando como ele cheirava bem.
Virei pra olhar pra ele e os lábios dele se pressionaram imediatamente contra os meus. O braço grandão dele me envolveu e o outro também me rodeou. Ele me beijou bem suave, abrindo meus lábios até a língua dele entrar na minha boca. O antebraço dele roçava sem parar no meu peito enquanto ele me beijava.
Jadeé e meu coração disparou quando ele finalmente desviou a atenção da minha boca para ir na minha orelha e pescoço. Joguei minha cabeça pra trás no sofá e a mão grande dele deslizou sobre meu peito, começando a passar pela minha camiseta.
Minha mente pirou. O que eu tava fazendo? Será que era mesmo certo ficar ali sozinha com meu cunhado? O que minha irmã ia dizer se soubesse? Minha mente corria mais rápido que meu coração. Paralisada pelo toque dele, ele beijou e chupou meu pescoço e orelha, e depois voltou pra minha boca enquanto a mão grande dele apertava e massageava meus peitões.
Sabia que era só questão de tempo até ele querer sentir minha carne pelada, e não me enganei. Quase na mesma hora, a mão dele deslizou do meu peito e foi abrindo caminho até a beirada da minha camiseta, antes de passar por baixo da barra e subir de novo até o meu peito.
No começo, ele me apertou por cima do sutiã enquanto a língua dele explorava minha boca, depois passou a mão nos meus peitos e conseguiu o que queria. A mão grande dele envolveu meu seio nu enquanto apertava. Ele beliscou de leve meu mamilo entre os dedos enquanto a gente se beijava. Minhas mãos não se mexeram. Congeladas de prazer, deixei elas onde estavam. Uma mão no sofá do meu lado, a outra enfiada no espaço entre nós. Finalmente criando coragem, deslizei minha mão pra cima e acariciei o antebraço dele enquanto ele apertava e puxava meu peito.
A outra mão dele puxou meu rosto na direção dele, segurando ali enquanto a língua continuava o ataque sensual na minha boca. Finalmente parou de me beijar e se levantou. Tirou a camiseta pela cabeça e jogou numa cadeira. O corpo durão dele era lindo e eu não conseguia tirar os olhos. Ele se abaixou e tirou minha camiseta pela cabeça, jogando na cadeira junto com a dele. Alcançando atrás de mim, desabotoou meu sutiã e tirou também, antes de me levantar.
Suas duas mãos enormes devoraram meus peitos e sua boca e língua atacaram as minhas. O aperto e a sondagem dele estavam muito mais intensos agora. Passei minhas mãos pelas costas e ombros musculosos dele antes que ele me puxasse com força para perto e suas mãos agarrassem minha bunda.
O aperto dele era firme na minha bunda e os beijos ficavam mais selvagens quando ele me puxava pra perto. Ele me deitou de costas no sofá e subiu em cima de mim. Começamos a nos beijar de novo, e as mãos fortes dele moveram minhas pernas pra ele poder se deitar entre elas. A pele dos nossos corpos se tocava enquanto a gente se beijava, e ele começou a se esfregar em mim por cima das calças. As mãos dele devoraram minha pele nua como se nunca tivesse tocado numa mulher antes. Depois de nos mexermos um pouco no sofá, ficamos de lado, e a mão dele desceu pela minha barriga até a altura do meu jeans.
Nervoso, ele esperou e brincou com a parte de cima da minha calça antes de enfiar lentamente (bem devagar) as pontas dos dedos por baixo da cintura. Tava tão gostoso, mas eu sabia que ia ter que parar ele logo. Só não sabia quando.
A mão dele empurrou a parte da frente do meu jeans pra baixo até chegar no tecido da minha calcinha fio dental que cobria minha virilha. Ele parou de me beijar e me olhou enquanto enfiava a mão mais pra baixo, até estar tocando minha buceta por cima da calcinha. Um sorrisão tomou conta do rosto dele enquanto ele deslizava os dedos sobre os lábios da minha xota. O olhar dele era intenso enquanto via minha expressão ao tocar ali. Foi aí que senti que precisava parar ele antes que tivesse mais ideias.
Coloquei minha mão por cima da dele, por cima da minha calça. "Não podemos continuar. Eu gosto muito de você, mas isso não tá certo." Ele sorriu pra mim e disse: "Tá tudo bem, a gente não vai transar. Eu prometo." A mão dele nunca saiu da minha buceta. "Ainda tá de boa?", ele fez um gesto pra mão grandona dele ainda dentro do meu jeans.
Sim, só que nada além disso por agora, ok?", sorri e ele se inclinou e me beijou. Ele se abaixou e desabotoou minha calça. Meu coração acelerou ainda mais quando ele puxou o zíper. Olhei pra ele, "O que você tá fazendo?". Ofegando perto dos meus lábios, ele disse, "Só quero que a gente se veja pelado". Claramente, não respondi rápido o suficiente, porque ele puxou minha calça pra baixo e tirou em dois segundos. Então lá estava eu, deitada só com minha micro calcinha fio-dental preta no sofá do apartamento, com meu cunhado sorrindo pra mim. Ele desabotoou a calça e deslizou pelas pernas. Dava pra ver o volume na cueca dele na hora, e tentei fingir que não tava olhando.
Ela sentou de novo no sofá e começou a moer o pau duro dela contra a minha buceta. Foi tão forte e parecia enorme quando bateu no meu osso pélvico. O tecido fino da nossa roupa íntima não deixava muita coisa pra imaginação.
Segurei o rosto dele e olhei nos olhos dele: "Não vamos transar". Ele pareceu tímido e disse: "Eu sei, mas só queria continuar". Depois de muito se esfregar, apalpar e se beijar, ele disse: "Vamos tirar a roupa, quero te ver completamente pelada e bater uma pra você". Eu fiquei mais que intrigada e murmurei: "Tá bom".
As mãos dele tremeram quando pegou minha calcinha fio-dental e puxou pra baixo das minhas coxas. Os olhos dele nunca desviaram da minha buceta quando ela ficou exposta. Coloquei minhas mãos sobre a minha xereca e falei: “Agora é sua vez!”. Ele baixou a cueca rapidinho e o pau dele caiu pra fora. Eu soltei um gemido alto com o tamanho daquele pau, que parecia enorme mesmo com a mão grande dele segurando com orgulho. Naquele momento, pensei que era o maior pau que eu já tinha visto na vida. Pelo menos num ser humano.
Ele deu umas batidinhas no pau dele na minha direção antes de sentar na ponta do sofá na minha frente. Quando eu sentei na ponta oposta, olhando pro pau dele com a mão na minha buceta, ele acariciou o pauzão dele, olhando pra minha buceta com aquele sorrisinho tímido.
Depois de alguns segundos, ele se aproximou e disse que queria me tocar enquanto se tocava. Chegou perto e colocou minha perna sobre o encosto do sofá, me expondo completamente para ele. Minha outra perna cobriu os joelhos dele enquanto a mão grande dele subia e descia lentamente pela própria pica. A outra mão apertou meu peito e puxou meu mamilo enquanto ele olhava pra minha buceta.
Soltando o pau dele, ele esfregou os dedos na minha buceta devagar, abrindo ela. Os dedos dele brincaram na minha lubrificação antes de voltar pro pau dele, onde passou eles na cabeça grossa. Continuou movendo os dedos entre minha buceta e o pau dele, fazendo a cabeça grossa brilhar com meus sucos.
Seus dedos grossos voltaram uma e outra vez, empurrando devagar mais fundo na minha abertura a cada vez, até que os dedos estavam dentro da minha buceta. Dessa vez, ele os deixou dentro de mim, movendo-os lentamente para dentro e para fora. O dedo dele mandou choques pelo meu corpo inteiro e continuou me pressionando mais até que ele enfiou dois bem fundo em mim. Ele os moveu para dentro e para fora num ritmo constante.
Ele acariciou o pau dele no mesmo ritmo enquanto enfiava os dedos grossos dentro e fora de mim. Reconheci a sensação que se acumulava na boca do meu estômago e abria caminho até meu clitóris. Meu orgasmo tava chegando e em segundos eu estaria pronta pra sentir o prazer dele. Ter esse homem acariciando minha buceta e passando a mão naquele pauzão duro dele foi mais do que eu aguentava, e gozei com força na mão dele.
Ah, sim, não para!", eu gemi. Na mesma hora, a outra mão dele apertou meu peito com força e os dedos dele se moveram mais rápido pra dentro e pra fora de mim até que eu não aguentei mais e enrolei minhas pernas no pescoço dele até ele tirar os dedos de mim. O sorriso dele era radiante quando ele voltou a acariciar o pau dele.
Depois de recuperar a compostura, sentei e ele colocou minha mão no pau dele, duro, quente e pulsando. Era grosso como meu pulso e duas vezes mais comprido que um pau de tamanho médio, como muitos que eu já tinha visto antes. Sabia que era grande, mas quando minhas mãos seguraram, percebi o gigante que era. Foi aí que, naquele momento, eu tinha vinte e oito centímetros de carne pulsando na minha mão.
Com minhas duas mãos, mal dava pra esconder metade do pau dele. Meus dedos nem se encontravam quando eu segurava. Enquanto eu apertava, ele começou a empurrar devagar a bacia pra cima e pra baixo entre minhas mãos. A mão grande dele envolveu as duas minhas enquanto eu deslizava pra cima e pra baixo junto com as estocadas dele, me mostrando como ele gostava.
Enquanto acariciava ele, não pude evitar pensar que não tinha como aquela pica caber em mim, pensamento que durou pouco ao lembrar da quantidade de homens, brinquedos e bichos que já tinha enfiado dentro de mim.
Queria que ele gozasse. Discretamente, coloquei minha saliva na mão pra deixar o pau dele escorregadio. Deslizando pra cima e pra baixo, fui adicionando mais saliva até aquela coisa enorme ficar toda molhada e deslizar fácil na minha mão. Acariciando e provocando o pau dele, atormentando a cabeça com a palma da minha mão. Ele gemeu e apertou meu peito: "Ah, chupa ele! Faz com a boca!".
Eu sabia que, assim que entrasse na minha boca, não ia conseguir me segurar e ia esquecer o que falei sobre não transar. Sabia muito bem que minha boca ia virar a porta de entrada pra minha buceta e meu cu. Continuei acariciando e dando prazer pro pau dele, tentando fazer ele gozar. "Por favor, tô morrendo de vontade de você fazer de novo com a boca", ele implorou. "Não, não quero", menti entre gemidos da minha respiração ofegante. "Então deixa eu meter em você", ele falou, sem rodeios.
Não dá! Simplesmente não dá", falei firme, por mais excitada que estivesse naquele momento, sentindo que cada centímetro do meu corpo era só uma extensão de um órgão sexual. Eu até conseguia pensar em alguns motivos pelos quais não podíamos transar, então aquilo não era uma opção. Sabia que minha única saída era fazer um boquete nele e fazer ele gozar na minha boca, mesmo correndo o risco de não conseguir parar quando levasse aquele pauzão pra dentro da minha boca.
Enquanto eu me ajoelhava, a mão dele agarrou um punhado do meu cabelo preto na base do crânio. O pau dele empurrou selvagemente nas minhas mãos quando meu rosto se aproximou. Gotas de líquido pré-seminal escorriam da ponta do pau dele. Passei a mão por cima pra não derrubar nada antes de beijar a cabeça. Juntei tudo entre meus dedos e inspirei o cheiro que saía dali, antes de lamber o fluido acumulado. Sentir o cheiro e o gosto me deu um arrepio no corpo todo. Senti meus bicos endurecerem ao máximo e algo se revirou dentro de mim, no fundo da barriga. Eu tava excitada pra caralho e, aos poucos, senti meu bom senso se nublar. Naquela hora, eu faria qualquer coisa que ele quisesse, se ele tivesse insistido um pouquinho.
Ao ver como eu reagi com o líquido pré-seminal dele, ele gemeu forte, "Você é tão gostosa!". Abri a boca e comecei a chupar a cabeça grossa dele na minha boca. Mal tinha a ponta na boca e ele começou a empurrar devagar pra dentro e pra fora da minha boca. O pau dele escorria sem parar na minha boca e eu percebi que não tinha como escapar dos jorros de líquido que escorriam do pinto dele com tesão.
Passei minha língua por toda a cabeça grossa dele enquanto ele fodia minha boca. Minha boca estava escancarada, e não demorou muito para minha mandíbula começar a doer. Acariciei o pau dele com força com as duas mãos, implorando pra ele gozar antes que eu não aguentasse mais.
Gemendo, ele continuava dizendo: "Tô tão perto, só continua chupando assim." Esperei o pau dele explodir, mas ele continuava metendo na minha boca, de vez em quando empurrando fundo demais e me fazendo engasgar com aquele tamanho surpreendente abrindo caminho pela minha garganta. Cada vez que eu engasgava, o pau dele ficava mais duro e eu achava que ia jorrar. Mas não.
Exausta, tirei meu rosto do pau dele e olhei pra ele: "Tem que ser rápido. Minha boca não aguenta muito mais isso." Admiti aquilo como uma derrota. Já tinha feito oral em vários caras ao longo dos anos, e esse foi o primeiro que resistiu tanto a gozar dentro da minha boca a ponto de cansar minha mandíbula.
As palavras que saíram da boca dele foram chocantes: “Vou meter em você, Daniela”. Lembro de murmurar que não podíamos, mas ele estava decidido a entrar em mim. Eu só queria ir com calma, mas minha buceta molhada e excitada traiu minha mente, e ele sabia disso. Ele me empurrou de volta pro sofá. Eu gemi: “Por favor, vai devagar, nunca peguei um tão grande”. A imagem de um cavalo veio à minha cabeça, mas afastei ela pra focar no momento.
Ele se aproximou e eu senti a cabeça grossa dele roçando meus lábios. Meus quadris se moveram contra o pau dele e ele começou a empurrar devagar. Eu soltei um gemido quando a cabeça começou a me esticar pra me abrir. Ele foi muito gentil e esperou eu me adaptar. Empurrou de novo e a cabeça grossa dele entrou em mim. Assim que conseguiu enfiar aquela cabeçona, começou a se mover pra dentro e pra fora gostoso e devagar, mesmo que ainda doesse. Cada estocada foi mais fundo até o pau inteiro estar enterrado em mim. Quando ele ficou completamente dentro, senti como se o apêndice dele alterasse a estrutura física do meu corpo. Não importava o quão lento e gentil ele fosse, uma coisa tão grande ia doer de qualquer jeito ao entrar em mim. Ele se inclinou pra frente e me beijou com as mãos nos meus peitos. Vi ele me beijando de olhos fechados, eu só abri a boca enquanto sufocava um choro ou grito, arregalando os olhos com a entrada do meu grande amante num corpo que não tava acostumado com tanto tamanho. Dor na minha mente, só conseguia pensar nisso até que foi diminuindo aos poucos e eu comecei a reparar em outras coisas. A cor do teto sobre a gente. O tremor exagerado das minhas pernas que tentavam prender o amante em cima de mim e como na ponta das minhas pernas estavam meus pés, e na ponta deles meus dedos, que involuntariamente se separavam uns dos outros o máximo possível. Depois disso, minha atenção foi pros dedos das minhas mãos, que cravaram as unhas nas costas do meu amante quando senti uma pancada de dor final que acabou se acalmando e dando lugar a uma sensação de prazer.
O pauzão dele deslizava pra dentro e pra fora de mim mais rápido enquanto a gente se beijava e eu parei de sentir dor. A língua dele explorava minha boca e ele gemeu na minha boca. "Ah, Dani, isso!", ele gemeu e eu senti o pau dele endurecer enquanto gozava dentro de mim. Mantendo a boca dele colada na minha, ele esvaziou as bolas na minha buceta, me enchendo com a semente genética dele.
Quando ele finalmente saiu de cima de mim, senti o esperma escorrendo da minha buceta e descendo pelo meu cuzinho. Fiquei em choque. Não conseguia acreditar que ele tinha entrado em mim. Ele me beijou de novo. Eu estava exausta demais. Não tinha gozado, mas mesmo sem chegar lá, esse homem tinha estimulado meus sentidos com prazer e dor de um jeito incrível. Demorei pra recuperar o fôlego, só sentia o coração batendo forte no peito e o jorrando saindo de mim.
Lembro que ele se inclinou pra me beijar mais uma vez e foi isso. Preto. Apaguei ali mesmo, pelada e gozada por dentro pelo meu cunhado.
O braço dele tava esticado na minha direção, apoiado no encosto do sofá. Lembro dele olhando direto nos meus olhos quando pediu pra eu sentar mais perto dele. Sem hesitar, me encostei do lado dele e o braço dele envolveu meu ombro. "Não é melhor assim?", ele perguntou. Apoiei minha cabeça no ombro dele e o braço dele deslizou pra trás de mim. A mão grande dele descansava no meu antebraço, me fazendo sentir pequenininha enquanto eu ficava ali aninhada contra o corpo dele. Num instante, ele se inclinou e cheirou meu cabelo, falando como ele cheirava bem.
Virei pra olhar pra ele e os lábios dele se pressionaram imediatamente contra os meus. O braço grandão dele me envolveu e o outro também me rodeou. Ele me beijou bem suave, abrindo meus lábios até a língua dele entrar na minha boca. O antebraço dele roçava sem parar no meu peito enquanto ele me beijava.
Jadeé e meu coração disparou quando ele finalmente desviou a atenção da minha boca para ir na minha orelha e pescoço. Joguei minha cabeça pra trás no sofá e a mão grande dele deslizou sobre meu peito, começando a passar pela minha camiseta.
Minha mente pirou. O que eu tava fazendo? Será que era mesmo certo ficar ali sozinha com meu cunhado? O que minha irmã ia dizer se soubesse? Minha mente corria mais rápido que meu coração. Paralisada pelo toque dele, ele beijou e chupou meu pescoço e orelha, e depois voltou pra minha boca enquanto a mão grande dele apertava e massageava meus peitões.
Sabia que era só questão de tempo até ele querer sentir minha carne pelada, e não me enganei. Quase na mesma hora, a mão dele deslizou do meu peito e foi abrindo caminho até a beirada da minha camiseta, antes de passar por baixo da barra e subir de novo até o meu peito.
No começo, ele me apertou por cima do sutiã enquanto a língua dele explorava minha boca, depois passou a mão nos meus peitos e conseguiu o que queria. A mão grande dele envolveu meu seio nu enquanto apertava. Ele beliscou de leve meu mamilo entre os dedos enquanto a gente se beijava. Minhas mãos não se mexeram. Congeladas de prazer, deixei elas onde estavam. Uma mão no sofá do meu lado, a outra enfiada no espaço entre nós. Finalmente criando coragem, deslizei minha mão pra cima e acariciei o antebraço dele enquanto ele apertava e puxava meu peito.
A outra mão dele puxou meu rosto na direção dele, segurando ali enquanto a língua continuava o ataque sensual na minha boca. Finalmente parou de me beijar e se levantou. Tirou a camiseta pela cabeça e jogou numa cadeira. O corpo durão dele era lindo e eu não conseguia tirar os olhos. Ele se abaixou e tirou minha camiseta pela cabeça, jogando na cadeira junto com a dele. Alcançando atrás de mim, desabotoou meu sutiã e tirou também, antes de me levantar.
Suas duas mãos enormes devoraram meus peitos e sua boca e língua atacaram as minhas. O aperto e a sondagem dele estavam muito mais intensos agora. Passei minhas mãos pelas costas e ombros musculosos dele antes que ele me puxasse com força para perto e suas mãos agarrassem minha bunda.
O aperto dele era firme na minha bunda e os beijos ficavam mais selvagens quando ele me puxava pra perto. Ele me deitou de costas no sofá e subiu em cima de mim. Começamos a nos beijar de novo, e as mãos fortes dele moveram minhas pernas pra ele poder se deitar entre elas. A pele dos nossos corpos se tocava enquanto a gente se beijava, e ele começou a se esfregar em mim por cima das calças. As mãos dele devoraram minha pele nua como se nunca tivesse tocado numa mulher antes. Depois de nos mexermos um pouco no sofá, ficamos de lado, e a mão dele desceu pela minha barriga até a altura do meu jeans.
Nervoso, ele esperou e brincou com a parte de cima da minha calça antes de enfiar lentamente (bem devagar) as pontas dos dedos por baixo da cintura. Tava tão gostoso, mas eu sabia que ia ter que parar ele logo. Só não sabia quando.
A mão dele empurrou a parte da frente do meu jeans pra baixo até chegar no tecido da minha calcinha fio dental que cobria minha virilha. Ele parou de me beijar e me olhou enquanto enfiava a mão mais pra baixo, até estar tocando minha buceta por cima da calcinha. Um sorrisão tomou conta do rosto dele enquanto ele deslizava os dedos sobre os lábios da minha xota. O olhar dele era intenso enquanto via minha expressão ao tocar ali. Foi aí que senti que precisava parar ele antes que tivesse mais ideias.
Coloquei minha mão por cima da dele, por cima da minha calça. "Não podemos continuar. Eu gosto muito de você, mas isso não tá certo." Ele sorriu pra mim e disse: "Tá tudo bem, a gente não vai transar. Eu prometo." A mão dele nunca saiu da minha buceta. "Ainda tá de boa?", ele fez um gesto pra mão grandona dele ainda dentro do meu jeans.
Sim, só que nada além disso por agora, ok?", sorri e ele se inclinou e me beijou. Ele se abaixou e desabotoou minha calça. Meu coração acelerou ainda mais quando ele puxou o zíper. Olhei pra ele, "O que você tá fazendo?". Ofegando perto dos meus lábios, ele disse, "Só quero que a gente se veja pelado". Claramente, não respondi rápido o suficiente, porque ele puxou minha calça pra baixo e tirou em dois segundos. Então lá estava eu, deitada só com minha micro calcinha fio-dental preta no sofá do apartamento, com meu cunhado sorrindo pra mim. Ele desabotoou a calça e deslizou pelas pernas. Dava pra ver o volume na cueca dele na hora, e tentei fingir que não tava olhando.
Ela sentou de novo no sofá e começou a moer o pau duro dela contra a minha buceta. Foi tão forte e parecia enorme quando bateu no meu osso pélvico. O tecido fino da nossa roupa íntima não deixava muita coisa pra imaginação.
Segurei o rosto dele e olhei nos olhos dele: "Não vamos transar". Ele pareceu tímido e disse: "Eu sei, mas só queria continuar". Depois de muito se esfregar, apalpar e se beijar, ele disse: "Vamos tirar a roupa, quero te ver completamente pelada e bater uma pra você". Eu fiquei mais que intrigada e murmurei: "Tá bom".
As mãos dele tremeram quando pegou minha calcinha fio-dental e puxou pra baixo das minhas coxas. Os olhos dele nunca desviaram da minha buceta quando ela ficou exposta. Coloquei minhas mãos sobre a minha xereca e falei: “Agora é sua vez!”. Ele baixou a cueca rapidinho e o pau dele caiu pra fora. Eu soltei um gemido alto com o tamanho daquele pau, que parecia enorme mesmo com a mão grande dele segurando com orgulho. Naquele momento, pensei que era o maior pau que eu já tinha visto na vida. Pelo menos num ser humano.
Ele deu umas batidinhas no pau dele na minha direção antes de sentar na ponta do sofá na minha frente. Quando eu sentei na ponta oposta, olhando pro pau dele com a mão na minha buceta, ele acariciou o pauzão dele, olhando pra minha buceta com aquele sorrisinho tímido.
Depois de alguns segundos, ele se aproximou e disse que queria me tocar enquanto se tocava. Chegou perto e colocou minha perna sobre o encosto do sofá, me expondo completamente para ele. Minha outra perna cobriu os joelhos dele enquanto a mão grande dele subia e descia lentamente pela própria pica. A outra mão apertou meu peito e puxou meu mamilo enquanto ele olhava pra minha buceta.
Soltando o pau dele, ele esfregou os dedos na minha buceta devagar, abrindo ela. Os dedos dele brincaram na minha lubrificação antes de voltar pro pau dele, onde passou eles na cabeça grossa. Continuou movendo os dedos entre minha buceta e o pau dele, fazendo a cabeça grossa brilhar com meus sucos.
Seus dedos grossos voltaram uma e outra vez, empurrando devagar mais fundo na minha abertura a cada vez, até que os dedos estavam dentro da minha buceta. Dessa vez, ele os deixou dentro de mim, movendo-os lentamente para dentro e para fora. O dedo dele mandou choques pelo meu corpo inteiro e continuou me pressionando mais até que ele enfiou dois bem fundo em mim. Ele os moveu para dentro e para fora num ritmo constante.
Ele acariciou o pau dele no mesmo ritmo enquanto enfiava os dedos grossos dentro e fora de mim. Reconheci a sensação que se acumulava na boca do meu estômago e abria caminho até meu clitóris. Meu orgasmo tava chegando e em segundos eu estaria pronta pra sentir o prazer dele. Ter esse homem acariciando minha buceta e passando a mão naquele pauzão duro dele foi mais do que eu aguentava, e gozei com força na mão dele.
Ah, sim, não para!", eu gemi. Na mesma hora, a outra mão dele apertou meu peito com força e os dedos dele se moveram mais rápido pra dentro e pra fora de mim até que eu não aguentei mais e enrolei minhas pernas no pescoço dele até ele tirar os dedos de mim. O sorriso dele era radiante quando ele voltou a acariciar o pau dele.
Depois de recuperar a compostura, sentei e ele colocou minha mão no pau dele, duro, quente e pulsando. Era grosso como meu pulso e duas vezes mais comprido que um pau de tamanho médio, como muitos que eu já tinha visto antes. Sabia que era grande, mas quando minhas mãos seguraram, percebi o gigante que era. Foi aí que, naquele momento, eu tinha vinte e oito centímetros de carne pulsando na minha mão.
Com minhas duas mãos, mal dava pra esconder metade do pau dele. Meus dedos nem se encontravam quando eu segurava. Enquanto eu apertava, ele começou a empurrar devagar a bacia pra cima e pra baixo entre minhas mãos. A mão grande dele envolveu as duas minhas enquanto eu deslizava pra cima e pra baixo junto com as estocadas dele, me mostrando como ele gostava.
Enquanto acariciava ele, não pude evitar pensar que não tinha como aquela pica caber em mim, pensamento que durou pouco ao lembrar da quantidade de homens, brinquedos e bichos que já tinha enfiado dentro de mim.
Queria que ele gozasse. Discretamente, coloquei minha saliva na mão pra deixar o pau dele escorregadio. Deslizando pra cima e pra baixo, fui adicionando mais saliva até aquela coisa enorme ficar toda molhada e deslizar fácil na minha mão. Acariciando e provocando o pau dele, atormentando a cabeça com a palma da minha mão. Ele gemeu e apertou meu peito: "Ah, chupa ele! Faz com a boca!".
Eu sabia que, assim que entrasse na minha boca, não ia conseguir me segurar e ia esquecer o que falei sobre não transar. Sabia muito bem que minha boca ia virar a porta de entrada pra minha buceta e meu cu. Continuei acariciando e dando prazer pro pau dele, tentando fazer ele gozar. "Por favor, tô morrendo de vontade de você fazer de novo com a boca", ele implorou. "Não, não quero", menti entre gemidos da minha respiração ofegante. "Então deixa eu meter em você", ele falou, sem rodeios.
Não dá! Simplesmente não dá", falei firme, por mais excitada que estivesse naquele momento, sentindo que cada centímetro do meu corpo era só uma extensão de um órgão sexual. Eu até conseguia pensar em alguns motivos pelos quais não podíamos transar, então aquilo não era uma opção. Sabia que minha única saída era fazer um boquete nele e fazer ele gozar na minha boca, mesmo correndo o risco de não conseguir parar quando levasse aquele pauzão pra dentro da minha boca.
Enquanto eu me ajoelhava, a mão dele agarrou um punhado do meu cabelo preto na base do crânio. O pau dele empurrou selvagemente nas minhas mãos quando meu rosto se aproximou. Gotas de líquido pré-seminal escorriam da ponta do pau dele. Passei a mão por cima pra não derrubar nada antes de beijar a cabeça. Juntei tudo entre meus dedos e inspirei o cheiro que saía dali, antes de lamber o fluido acumulado. Sentir o cheiro e o gosto me deu um arrepio no corpo todo. Senti meus bicos endurecerem ao máximo e algo se revirou dentro de mim, no fundo da barriga. Eu tava excitada pra caralho e, aos poucos, senti meu bom senso se nublar. Naquela hora, eu faria qualquer coisa que ele quisesse, se ele tivesse insistido um pouquinho.
Ao ver como eu reagi com o líquido pré-seminal dele, ele gemeu forte, "Você é tão gostosa!". Abri a boca e comecei a chupar a cabeça grossa dele na minha boca. Mal tinha a ponta na boca e ele começou a empurrar devagar pra dentro e pra fora da minha boca. O pau dele escorria sem parar na minha boca e eu percebi que não tinha como escapar dos jorros de líquido que escorriam do pinto dele com tesão.
Passei minha língua por toda a cabeça grossa dele enquanto ele fodia minha boca. Minha boca estava escancarada, e não demorou muito para minha mandíbula começar a doer. Acariciei o pau dele com força com as duas mãos, implorando pra ele gozar antes que eu não aguentasse mais.
Gemendo, ele continuava dizendo: "Tô tão perto, só continua chupando assim." Esperei o pau dele explodir, mas ele continuava metendo na minha boca, de vez em quando empurrando fundo demais e me fazendo engasgar com aquele tamanho surpreendente abrindo caminho pela minha garganta. Cada vez que eu engasgava, o pau dele ficava mais duro e eu achava que ia jorrar. Mas não.
Exausta, tirei meu rosto do pau dele e olhei pra ele: "Tem que ser rápido. Minha boca não aguenta muito mais isso." Admiti aquilo como uma derrota. Já tinha feito oral em vários caras ao longo dos anos, e esse foi o primeiro que resistiu tanto a gozar dentro da minha boca a ponto de cansar minha mandíbula.
As palavras que saíram da boca dele foram chocantes: “Vou meter em você, Daniela”. Lembro de murmurar que não podíamos, mas ele estava decidido a entrar em mim. Eu só queria ir com calma, mas minha buceta molhada e excitada traiu minha mente, e ele sabia disso. Ele me empurrou de volta pro sofá. Eu gemi: “Por favor, vai devagar, nunca peguei um tão grande”. A imagem de um cavalo veio à minha cabeça, mas afastei ela pra focar no momento.
Ele se aproximou e eu senti a cabeça grossa dele roçando meus lábios. Meus quadris se moveram contra o pau dele e ele começou a empurrar devagar. Eu soltei um gemido quando a cabeça começou a me esticar pra me abrir. Ele foi muito gentil e esperou eu me adaptar. Empurrou de novo e a cabeça grossa dele entrou em mim. Assim que conseguiu enfiar aquela cabeçona, começou a se mover pra dentro e pra fora gostoso e devagar, mesmo que ainda doesse. Cada estocada foi mais fundo até o pau inteiro estar enterrado em mim. Quando ele ficou completamente dentro, senti como se o apêndice dele alterasse a estrutura física do meu corpo. Não importava o quão lento e gentil ele fosse, uma coisa tão grande ia doer de qualquer jeito ao entrar em mim. Ele se inclinou pra frente e me beijou com as mãos nos meus peitos. Vi ele me beijando de olhos fechados, eu só abri a boca enquanto sufocava um choro ou grito, arregalando os olhos com a entrada do meu grande amante num corpo que não tava acostumado com tanto tamanho. Dor na minha mente, só conseguia pensar nisso até que foi diminuindo aos poucos e eu comecei a reparar em outras coisas. A cor do teto sobre a gente. O tremor exagerado das minhas pernas que tentavam prender o amante em cima de mim e como na ponta das minhas pernas estavam meus pés, e na ponta deles meus dedos, que involuntariamente se separavam uns dos outros o máximo possível. Depois disso, minha atenção foi pros dedos das minhas mãos, que cravaram as unhas nas costas do meu amante quando senti uma pancada de dor final que acabou se acalmando e dando lugar a uma sensação de prazer.
O pauzão dele deslizava pra dentro e pra fora de mim mais rápido enquanto a gente se beijava e eu parei de sentir dor. A língua dele explorava minha boca e ele gemeu na minha boca. "Ah, Dani, isso!", ele gemeu e eu senti o pau dele endurecer enquanto gozava dentro de mim. Mantendo a boca dele colada na minha, ele esvaziou as bolas na minha buceta, me enchendo com a semente genética dele.
Quando ele finalmente saiu de cima de mim, senti o esperma escorrendo da minha buceta e descendo pelo meu cuzinho. Fiquei em choque. Não conseguia acreditar que ele tinha entrado em mim. Ele me beijou de novo. Eu estava exausta demais. Não tinha gozado, mas mesmo sem chegar lá, esse homem tinha estimulado meus sentidos com prazer e dor de um jeito incrível. Demorei pra recuperar o fôlego, só sentia o coração batendo forte no peito e o jorrando saindo de mim.
Lembro que ele se inclinou pra me beijar mais uma vez e foi isso. Preto. Apaguei ali mesmo, pelada e gozada por dentro pelo meu cunhado.
3 comentários - Meu cunhado gostoso
Por mi parte estuve en el relato sumergido al mil por ciento, tu manera de de escribir hizo que mis 5 sentidos se conectaran con tu relato.😚😚