Desde que me mudei pra minha nova casa e conheci minha vizinha, fiquei doido por ela. Mesmo não tendo um corpão espetacular, ela é daquelas milf que têm um não sei o quê. Ela é baixinha, magrinha, peito pequeno. Talvez fosse o fato de ela ser cabeleireira — e eu tenho uma fraqueza por elas.
Então, logo que precisei cortar o cabelo, fui até ela e, aos poucos, fui quebrando o gelo, trocávamos umas palavras sempre que nos encontrávamos saindo de casa ou no mercado.
Um dia, ao sair pra levar o lixo de manhã cedo, vi ela varrendo a rua com um shortinho minúsculo que, quando se abaixava, dava pra ver o começo da bunda dela. A partir daí, todo dia eu tava cedo com o lixo, esperando ela sair pra ficar de olho naqueles shortinhos, e assim os dias iam passando, imaginando como seria estar entre as pernas da minha vizinha.
Um dia, enquanto eu podava a árvore na frente de casa, ela tava saindo da casa dela e me diz:
- Bom dia, vizinho. Vê se depois que terminar, dá uma cuidada no meu também.
- Claro, vizinha, eu adoraria.
- Que lindo, vizinho.
- Lindo? Linda é a senhora, vizinha.
- Que isso, vizinho, tô feia pra caramba.
- Nada disso, vizinha, com certeza seu marido é super feliz com a senhora, deve ficar em cima da senhora o dia inteiro.
- Kkkkkkkk, quem dera, vizinho, isso eu queria, mas não.
- Como assim, vizinha? Qualquer homem ficaria feliz em ter uma mulher como a senhora. Eu ficaria em cima da senhora o tempo todo.
- Que galanteador, vizinho, já não brinco com isso. Depois eu pego na sua palavra e você não cumpre.
- Eu adoraria cumprir, vizinha, no dia que a senhora quiser.
Os dias foram passando e começamos a trocar mensagens de texto também, depois começamos a mandar fotos, algumas com pouca roupa. Eu esperava, ansioso, pelo dia em que tudo aquilo seria meu.
Um dia, recebo uma mensagem dela perguntando se eu estava em casa. Falei que sim. Em poucos minutos, a campainha tocou: era ela. Perguntou se eu tinha tempo, eu disse que sim.
Ofereci uma bebida e começamos a conversar. Ela me contou como o marido a ignorava totalmente, mesmo ela se insinuando e insistindo, ele sempre vinha com a mesma ladainha: "tô cansado do trabalho".
Eu não tirei o pé da jaca e insisti:
— Com prazer, eu posso matar sua vontade, vizinha, sem compromisso nenhum.
— Ela dizia: "Como assim, vizinho? Tenho que ser fiel ao meu marido, e se ele descobrir?"
— Da minha parte, ele nunca vai saber. Você devia, pelo menos, tentar.
Me aproximei dela e comecei a beijá-la. Por um momento, ela correspondeu, mas de repente me afastou e se levantou, dizendo: "Isso é um erro, vizinho". Antes que ela chegasse na porta, segurei seu braço e sussurrei no ouvido dela: "Só se deixa levar, vizinha", enquanto dava um beijo no pescoço dela. Ela soltou um gemido leve, me fazendo entender que era uma parte sensível do corpo dela.
Continuei beijando o pescoço dela enquanto a encostava na porta. Ela foi cedendo aos poucos. Comecei a acariciar os glúteos dela enquanto esfregava meu pau na buceta dela. A respiração dela foi acelerando cada vez mais.
Beijei ela de novo na boca, dessa vez sem resistência. Com a mão esquerda, acariciava a buceta dela por cima da calça. Desabotoei a calça dela e fui tirando aos poucos. Comecei a acariciar a pele macia dos glúteos dela. Levei ela de volta para o sofá, deitei ela e tirei completamente a calça. Ela estava usando uma linda calcinha fio dental vermelha, que eu afastei para começar a lamber a buceta dela com a língua.
Eu percorria todos os arredores da buceta dela com minha língua, depois parava no clitóris e começava a chupar devagar, em seguida descia até a entrada e começava a enfiar a língua lá dentro. Ela gemia igual uma puta no cio, se contorcia no sofá cada vez que eu mexia na buceta dela. Fiz ela gozar um par de vezes até que começou a pedir meu pau aos gritos. Sentei no sofá e ela montou em mim, cavalgava como uma louca, dava pra ver que tava sem transar há um tempão, dava pra ver o quanto ela tava louca por um pau. Eu apertava as nádegas dela tentando controlar o ritmo, mas era impossível segurar aquela puta no cio em que ela tinha se transformado. Ela se mexia tão rápido que acabou fazendo eu gozar enquanto ela tinha outro orgasmo.
Ela ficou sentada em cima de mim com a cabeça apoiada no meu ombro, eu começando a recuperar a energia pro segundo round. Depois de alguns minutos, comecei a beijar ela, percorrer o corpo dela com as mãos, comecei a mordiscar e brincar com os mamilos dela, isso fez ela arquear as costas de prazer. Meu pau já tava duro de novo.
Coloquei ela de quatro no sofá e, com ela empinada, comecei a chupar a pussy dela um pouco pra umedecer. Quando tava pronta, coloquei meu pau na entrada da pussy dela e, aos poucos, comecei a penetrar. Devagar, aumentava o ritmo das bombadas enquanto segurava os quadris dela com força. Ela gemia de prazer enquanto dizia:
- ME METEEEE em você assim, ME METEEEE mais forte, ahhh sim, continuaaaa assimiiii eu vou gozar, vou gozar haaaaa
Eu continuei fodendo ela com força, sabia que ela não aguentaria mais antes de eu gozar. Entre a excitação dos gritos dela e a excitação de vê-la ali empinada na minha frente, demorei mais uns dois minutos pra terminar, gozando nas nádegas dela.
Depois disso, ela se vestiu rapidinho, porque tinha que ir pra casa já que o marido dela estava quase chegando. Mesmo assim, nossas aventuras continuaram.
Então, logo que precisei cortar o cabelo, fui até ela e, aos poucos, fui quebrando o gelo, trocávamos umas palavras sempre que nos encontrávamos saindo de casa ou no mercado.Um dia, ao sair pra levar o lixo de manhã cedo, vi ela varrendo a rua com um shortinho minúsculo que, quando se abaixava, dava pra ver o começo da bunda dela. A partir daí, todo dia eu tava cedo com o lixo, esperando ela sair pra ficar de olho naqueles shortinhos, e assim os dias iam passando, imaginando como seria estar entre as pernas da minha vizinha.
Um dia, enquanto eu podava a árvore na frente de casa, ela tava saindo da casa dela e me diz:
- Bom dia, vizinho. Vê se depois que terminar, dá uma cuidada no meu também.
- Claro, vizinha, eu adoraria.
- Que lindo, vizinho.
- Lindo? Linda é a senhora, vizinha.
- Que isso, vizinho, tô feia pra caramba.
- Nada disso, vizinha, com certeza seu marido é super feliz com a senhora, deve ficar em cima da senhora o dia inteiro.
- Kkkkkkkk, quem dera, vizinho, isso eu queria, mas não.
- Como assim, vizinha? Qualquer homem ficaria feliz em ter uma mulher como a senhora. Eu ficaria em cima da senhora o tempo todo.
- Que galanteador, vizinho, já não brinco com isso. Depois eu pego na sua palavra e você não cumpre.
- Eu adoraria cumprir, vizinha, no dia que a senhora quiser.
Os dias foram passando e começamos a trocar mensagens de texto também, depois começamos a mandar fotos, algumas com pouca roupa. Eu esperava, ansioso, pelo dia em que tudo aquilo seria meu.Um dia, recebo uma mensagem dela perguntando se eu estava em casa. Falei que sim. Em poucos minutos, a campainha tocou: era ela. Perguntou se eu tinha tempo, eu disse que sim.
Ofereci uma bebida e começamos a conversar. Ela me contou como o marido a ignorava totalmente, mesmo ela se insinuando e insistindo, ele sempre vinha com a mesma ladainha: "tô cansado do trabalho".
Eu não tirei o pé da jaca e insisti:
— Com prazer, eu posso matar sua vontade, vizinha, sem compromisso nenhum.
— Ela dizia: "Como assim, vizinho? Tenho que ser fiel ao meu marido, e se ele descobrir?"
— Da minha parte, ele nunca vai saber. Você devia, pelo menos, tentar.
Me aproximei dela e comecei a beijá-la. Por um momento, ela correspondeu, mas de repente me afastou e se levantou, dizendo: "Isso é um erro, vizinho". Antes que ela chegasse na porta, segurei seu braço e sussurrei no ouvido dela: "Só se deixa levar, vizinha", enquanto dava um beijo no pescoço dela. Ela soltou um gemido leve, me fazendo entender que era uma parte sensível do corpo dela.
Continuei beijando o pescoço dela enquanto a encostava na porta. Ela foi cedendo aos poucos. Comecei a acariciar os glúteos dela enquanto esfregava meu pau na buceta dela. A respiração dela foi acelerando cada vez mais.
Beijei ela de novo na boca, dessa vez sem resistência. Com a mão esquerda, acariciava a buceta dela por cima da calça. Desabotoei a calça dela e fui tirando aos poucos. Comecei a acariciar a pele macia dos glúteos dela. Levei ela de volta para o sofá, deitei ela e tirei completamente a calça. Ela estava usando uma linda calcinha fio dental vermelha, que eu afastei para começar a lamber a buceta dela com a língua.
Eu percorria todos os arredores da buceta dela com minha língua, depois parava no clitóris e começava a chupar devagar, em seguida descia até a entrada e começava a enfiar a língua lá dentro. Ela gemia igual uma puta no cio, se contorcia no sofá cada vez que eu mexia na buceta dela. Fiz ela gozar um par de vezes até que começou a pedir meu pau aos gritos. Sentei no sofá e ela montou em mim, cavalgava como uma louca, dava pra ver que tava sem transar há um tempão, dava pra ver o quanto ela tava louca por um pau. Eu apertava as nádegas dela tentando controlar o ritmo, mas era impossível segurar aquela puta no cio em que ela tinha se transformado. Ela se mexia tão rápido que acabou fazendo eu gozar enquanto ela tinha outro orgasmo.Ela ficou sentada em cima de mim com a cabeça apoiada no meu ombro, eu começando a recuperar a energia pro segundo round. Depois de alguns minutos, comecei a beijar ela, percorrer o corpo dela com as mãos, comecei a mordiscar e brincar com os mamilos dela, isso fez ela arquear as costas de prazer. Meu pau já tava duro de novo.
Coloquei ela de quatro no sofá e, com ela empinada, comecei a chupar a pussy dela um pouco pra umedecer. Quando tava pronta, coloquei meu pau na entrada da pussy dela e, aos poucos, comecei a penetrar. Devagar, aumentava o ritmo das bombadas enquanto segurava os quadris dela com força. Ela gemia de prazer enquanto dizia:
- ME METEEEE em você assim, ME METEEEE mais forte, ahhh sim, continuaaaa assimiiii eu vou gozar, vou gozar haaaaaEu continuei fodendo ela com força, sabia que ela não aguentaria mais antes de eu gozar. Entre a excitação dos gritos dela e a excitação de vê-la ali empinada na minha frente, demorei mais uns dois minutos pra terminar, gozando nas nádegas dela.
Depois disso, ela se vestiu rapidinho, porque tinha que ir pra casa já que o marido dela estava quase chegando. Mesmo assim, nossas aventuras continuaram.
4 comentários - Comendo a Vizinha Milf Carente