A primeira vez que alguém fez meu cérebro dar tilt foi quando acompanhei meu pai pra arrumar o carro dele. Fomos com o amigo dele, o mecânico, e o tempo todo ele ficava me encarando e dando sorrisinho.
Quando ficou pronto, fomos testar o carro e ele tava dando pau. Tinha parado no meio da rua, aí a gente encostou ele e o mecânico voltou pra oficina, que ficava a umas quadras, porque ele tinha que pegar as ferramentas. Meu pai e eu ficamos lá, e eu tava morrendo de tédio, o cara demorou pra caralho.
Aí pedi uma grana pro meu pai pra comprar uma parada na loja. Quando cheguei, vi um senhor gordinho, de lábios grossos e grandão, mãos gordas, e ele me cumprimentou. Me atendeu numa boa, mas sem tirar os olhos de mim.
Ele me disse: Nossa, mocinha, quantos anos tem essa bonequinha?
Respondi que ia fazer 20, ele chegou no meu ouvido e, sem mais, falou: com essa blusa dá pra ver seus biquinhos durinhos, putinha, e essa buceta já tá querendo sentir um pau desses, né? Olhei pra baixo e o cara tava com o pau pra fora, e eu não sabia o que fazer, era a primeira vez que via um assim, bem duro.
Você quer pegar ele bem durinho, subiu assim que você entrou, e eu cheguei minha mão e toquei nele, ele me puxou pra cabinezinha onde ele atendia, e me implorava pra acariciar ele, eu não sabia fazer nada e mexia devagar sem jeito, ele pegava na minha mãozinha e me ensinava como bater uma pra ele. Eu via como ele gostava, me virava e levantava minha saia e com o dedo dele tocou minha bucetinha e meus joelhos fraquejaram, ele ficava me beijando a boca toda e apertava meus peitinhos por cima da blusa até que deu um longo suspiro e encheu minhas mãozinhas de porra, eu percebi que já tinha demorado demais, falei pro senhor que precisava ir e ele não cobrou as coisas que eu levei, quando voltei pro carro o mecânico e meu pai já estavam com o carro pronto, eu de vergonha nunca mais voltei naquela loja e uns cinco meses atrás soube que o dono da venda tinha morrido, então resolvi escrever em homenagem à memória dele e ao momento gostoso e rápido que ele me deu, mas que carrego comigo até hoje.
Quando ficou pronto, fomos testar o carro e ele tava dando pau. Tinha parado no meio da rua, aí a gente encostou ele e o mecânico voltou pra oficina, que ficava a umas quadras, porque ele tinha que pegar as ferramentas. Meu pai e eu ficamos lá, e eu tava morrendo de tédio, o cara demorou pra caralho.
Aí pedi uma grana pro meu pai pra comprar uma parada na loja. Quando cheguei, vi um senhor gordinho, de lábios grossos e grandão, mãos gordas, e ele me cumprimentou. Me atendeu numa boa, mas sem tirar os olhos de mim.
Ele me disse: Nossa, mocinha, quantos anos tem essa bonequinha?
Respondi que ia fazer 20, ele chegou no meu ouvido e, sem mais, falou: com essa blusa dá pra ver seus biquinhos durinhos, putinha, e essa buceta já tá querendo sentir um pau desses, né? Olhei pra baixo e o cara tava com o pau pra fora, e eu não sabia o que fazer, era a primeira vez que via um assim, bem duro.
Você quer pegar ele bem durinho, subiu assim que você entrou, e eu cheguei minha mão e toquei nele, ele me puxou pra cabinezinha onde ele atendia, e me implorava pra acariciar ele, eu não sabia fazer nada e mexia devagar sem jeito, ele pegava na minha mãozinha e me ensinava como bater uma pra ele. Eu via como ele gostava, me virava e levantava minha saia e com o dedo dele tocou minha bucetinha e meus joelhos fraquejaram, ele ficava me beijando a boca toda e apertava meus peitinhos por cima da blusa até que deu um longo suspiro e encheu minhas mãozinhas de porra, eu percebi que já tinha demorado demais, falei pro senhor que precisava ir e ele não cobrou as coisas que eu levei, quando voltei pro carro o mecânico e meu pai já estavam com o carro pronto, eu de vergonha nunca mais voltei naquela loja e uns cinco meses atrás soube que o dono da venda tinha morrido, então resolvi escrever em homenagem à memória dele e ao momento gostoso e rápido que ele me deu, mas que carrego comigo até hoje.
1 comentários - El Tendero