Minha mãe é uma puta

Me encontrei com esse relato, então vou compartilhar com vocês. Hoje vou falar do dia em que descobri que minha mãe era uma puta chupa-pau. Eu tinha 16 anos na época, meu nome é Rafa, e voltei da escola mais cedo, umas 2 horas antes, porque faltaram dois professores. Quando cheguei em casa, estranhei não encontrar minha mãe. Ela é uma mulher de 42 anos, casada com meu pai há mais de 19 anos, e graças ao salário dele, pode se dar ao luxo de não trabalhar e ser o que geralmente se chama de dona de casa. Claro, eu a via como uma mulher super normal, doce, sensível, boa esposa e mãe — ou pelo menos essa era a imagem que ela passou nos meus 16 anos de vida. Ao chegar em casa, pensei que ela não estava, mas ouvi uns barulhos estranhos vindo do andar de cima. Chique, chique, chique. Era tipo um rangido esquisito, e resolvi subir. Os barulhos vinham do quarto dos meus pais, e de onde eu estava já dava pra ouvir vozes. Uma delas era da minha mãe: "Isso, querido, assim, muito bem, adoro, é uma delícia". Não sabia o que tava rolando, mas quando entrei no quarto, o que vi me deixou duro que nem uma estátua de gelo. Minha mãe tava pelada, de quatro na cama, e atrás dela estava Jorge, um dos meus melhores amigos, com o pau enterrado até o talo no cu da minha mãe. Jorge tava metendo com força no cu dela até que me viu e parou na hora, quase tão surpreso quanto eu de ver meu amigo comendo minha mãe. "Não para, amor, continua me dando duro". Mamãe não percebeu que eu tava ali até que, vendo que Jorge não continuava metendo no cu dela, ela olhou pra trás e me viu lá, na porta, morto de raiva vendo meu amigo foder minha mãe. Ela não se assustou muito, e o que disse me surpreendeu ainda mais: "Jorge, querido, não para por causa desse cuzão. Não sei o que ele faz tão cedo em casa, mas que não seja um problema, amor. Continua martelando minha bunda do jeito que você sabe". Jorge não se Me atrevo a continuar comendo minha mãe na minha frente e eu fiquei puto pra caralho com aquela foxy que eu tinha como mãe, falei de tudo, tanto pra ela quanto pro Jorge, mas mais uma vez, mãe me surpreendeu naquela manhã. Ela tirou a pica do Jorge do cu, veio na minha direção e me deu um tapa que quase me jogou no chão. "Quem você pensa que é, seu piranha, pra falar comigo assim? Eu sou sua mãe e você me deve respeito. Eu preciso de uma pica na minha buceta e se seu pai não consegue me satisfazer, tenho que dar meus jeitos. Já comi os amigos dele e o babaca sabe disso, mas não tem culhão pra falar nada. Agora seus amigos já são grandinhos e decidi que já é hora de comer eles também. Agora vai pro seu quarto e não enche o saco enquanto o Jorge termina comigo." Por incrível que pareça, essas palavras saíram da boca da minha mãe e eu, feito um idiota, fui pro meu quarto com a marca do tapa ainda na cara. De lá, eu podia ouvir minha mãe batendo na parede com a cabeceira da cama, sinal claro de que o Jorge tinha voltado a meter. Quando saí do quarto depois de 30 minutos, o Jorge já não estava em casa. Minha mãe estava pelada fazendo comida na cozinha e me disse que, já que eu sabia da puta que tinha como mãe, não tinha motivo pra continuar se escondendo, então a partir dali ia andar sempre nua em casa. Quando meu pai chegou em casa, minha mãe contou tudo pra ele. Parece que meu pai era um verdadeiro corno manso que já sabia que a mulher dele comia todo mundo que aparecia, então não falou nada e só disse que sentia muito eu ter descoberto daquele jeito. Eu não podia acreditar, meu pai era um boneco nas mãos da minha mãe. Os dias passaram e meu pai e eu fomos no futebol. Quando voltamos, encontramos um homem saindo de casa. Parece que era o encanador que tinha ido arrumar o banheiro que tava quebrado há 3 dias. Minha mãe saiu pelada pra se despedir dele na porta, sem nenhuma vergonha. O encanador também não teve vergonha de falar enquanto ia embora: "A senhora tem uma bunda... Gostosa, da próxima vez que tiver que vir aqui, vou meter no seu cu." Putaria que minha mãe era, e eu passei 16 anos achando que ela era uma mulher casta, pura e doce. Mesmo andando pelada pela casa e sabendo que ela já tinha fodido metade do bairro e trabalhadores de vários ofícios, além de quase todos os vizinhos do condomínio, ela nunca tinha feito isso na nossa frente. Embora não ligasse que a gente soubesse e várias vezes a víssemos se beijando na despedida na casa dos amantes, desde a vez que a vi com Jorge, ela nunca tinha transado com ninguém desde então com a gente em casa. Nunca, até o dia do meu aniversário, em que convidei só meus 3 melhores amigos, entre os quais, claro, Jorge já não estava.

Minha ideia não era que eles fossem em casa, eu já sabia o quanto minha mãe era gostosa e era muito humilhante. Marquei com eles fora, mas sem eu saber, minha mãe devia ter dito pra eles irem me buscar em casa. Lá pelas 17:30, eles chegaram em casa. Quando abri a porta, tentei impedir que entrassem, mas minha mãe veio ao encontro deles completamente pelada. Eles ficaram de boca aberta, nunca tinham visto minha mãe nua e, apesar de eu estar na frente, devoravam ela com os olhos. Minha mãe explicou que era muito liberal e sempre andava pelada pela casa. Eles não pareceram se importar nem um pouco, então entraram. Meu pai estava no sofá e eu sentei com ele. Meus 3 amigos sentaram no outro sofá enquanto minha mãe servia o bolo e o café. Ela se inclinou ao servir o café pra eles verem de perto os peitos dela, bem grandes e firmes pra idade dela. "Gurizada, não sejam tímidos, por que vocês não tiram a roupa também?" Meus amigos hesitaram, olharam pro meu pai e pra mim, mas minha mãe disse pra não se preocuparem com a gente, que em casa quem mandava era ela. Como se fosse uma brincadeira, meus amigos se pelaram. Meus amigos mostraram 3 paus enormes, com certeza motivados pela nudez da minha mãe. Minha mãe continuou na dela e, sem parar de olhar pros paus dos caras... Perguntei pros meus 3 amigos como queriam o café. Eles responderam que puro, mas minha mãe gostava com porra. Maliciosamente, ela disse que a porra tinha acabado e que teria que conseguir mais, enquanto não parava de olhar pras rolas duras dos meus amigos. Eu imaginava o que estava por vir, mas, idiota que sou, pensei que minha mãe não chegaria a esse ponto com meu pai e eu ali olhando. Também confiava nos meus amigos, mas nos dois casos eu me enganava. Ela não hesitou um minuto: mamãe, totalmente nua, se ajoelhou e, sem pensar duas vezes, pegou a rola do Andrés e meteu na boca. — Slurp, slurp... humm... ahh... slurp... slurp! — mamãe chupava, lambendo com gosto, chupando e sugando, virando a rola de um lado pro outro na boca, mastigando de leve como uma verdadeira especialista em bocetas. Meus amigos ficaram muito surpresos, principalmente o Andrés, que via minha mãe chupando a rola dele de joelhos com o filho e o marido no mesmo quarto, mas a excitação deve ter sido maior que o respeito pelo amigo. Logo esqueceram de mim e do meu pai e se entregaram ao prazer. Papai não aguentou e foi pro quarto de cima. Mamãe riu, tirou a rola da boca e disse: — Mas, marido meu, como é que você não fica pra ver como esses guris tão me dando o que eu preciso? — Isso... isso... ahhh! — gemeu Andrés. — Continua chupando! Não para! E mamãe continuou chupando. Encheu a rola toda de saliva, de cima a baixo, e tirou da boca por um momento pra lamber os ovos do Andrés. Depois, voltou a chupar: — Slurp... slurp... slurp... glups... slurp... gur... grunch... ahhh!!! — mamãe babava, uma mistura cremosa da própria saliva com os sucos do Andrés escorria pelo queixo dela. E então, largou a chupada e pulou pra outra rola. Meteu na boca e começou a chupar, com a mesma voracidade que mostrou com o Andrés. Agora era o Marcos quem curtia a boca da minha mãe. — Slurp... hum!... slurrp... ahh... chuips... sh... chups... glubs... glu... — mamãe chupava, ensopando de saliva a rola do Marcos, lambendo ela e... chupando ela, mamando do jeito que ela sabia mamar. E igual antes, mamãe também largou essa pica pra dar atenção à última, a do José, que esperava impaciente perto dela. Enfiou na boca e começou a chupar, botando em jogo, igual antes, toda a habilidade dela como chupadora de pica. E mamãe, quando calculou que o José também tava perto, largou a mamada. Por um instante, ficou observando, sorrindo, os três caras, os três com as picas duras e a ponto de gozar, cheias de veias pulsando, fibrosas e duras, molhadas e brilhando. E aí, ela esticou a língua e lambeu a ponta da pica do André, uma lambida especial, na base da glande, enquanto me olhava nos olhos. Eu não conseguia sair da sala, me sentia humilhado e magoado, mas era impossível me levantar e sair do quarto. — AAAAhhhh!!! — exclamou o André, de olhos fechados — Tô gozando... puta que pariu! Um jato forte de porra saiu disparado da pica do André, indo se espatifar na cara de mamãe. Mas a puta não perdeu tempo, rápida, passou a língua também nas outras duas picas e, um instante depois, meus três amigos estavam gozando ao mesmo tempo na cara de mamãe. Os jatos de porra, fortes e abundantes, se espatifavam uma e outra vez nas bochechas da minha mãe. Ela abriu a boca e vários jatos entraram fundo na garganta dela, obrigando ela a engolir. Meus amigos, fora de controle, gozavam com jatos potentes, que enchiam de porra não só a cara e a boca de mamãe, mas também os peitos e o cabelo loiro dela. — Humm... ahh... ahh... tô me afogando! — gemeu mamãe, com a boca cheia de porra. Ela engoliu e engoliu porra, e quando abriu a boca de novo, pude ver fios grossos de esperma pendurados nos lábios e nos dentes de mamãe. Chamei ela de puta, mas ela me ignorou completamente, assim como meus amigos. Depois, com a porra escorrendo pela cara toda, ela se aproximou deles pra terminar o serviço, com uma limpeza completa feita pela língua de puta chupadora de pica. Lambendo as pirocas delas até deixar limpinhas e brilhando, enquanto enfiava dois dedos na buceta molhada. Depois, abriu espaço na mesa do centro da sala e se deitou nela, a poucos centímetros de mim. "Vamos, gurizada, me fode bem fodida". Andres foi o primeiro, abriu ao máximo as pernas da mamãe e se jogou nela, enfiando o membro enorme direto na buceta. -Siiiim... ohhh... ohhhh!! -exclamou a mamãe, ao se sentir penetrada. -Siiiim!! -gritou Andres, investindo com fúria, afundando a rola até o fundo da buceta da puta escarrapachada que eu tinha por mãe. -AAAhhhhhh!! -gemeu a mamãe, sentindo a excitação dominar o corpo inteiro, enquanto aquela rola a fodia violentamente. Andres tirou a rola quase toda e enfiou de novo, dessa vez mais rápido. O clitóris da mamãe estava durinho e a combinação da penetração com o roçar da rola fez ela ver estrelas do êxtase sexual em segundos.. A mamãe só fazia ofegar e gemer de prazer, total e completamente tesuda, com a buceta virada num lago prestes a transbordar. Andres tornou as investidas mais fortes e, principalmente, mais rápidas. A rola entrava e saía da buceta da minha mãe uma vez atrás da outra, arrancando da mamãe uma sinfonia inteira de gemidos de prazer enquanto os peitos dela subiam e desciam no ritmo da fodida ritmada que Andres aplicava nela. E então... Com os olhos bem abertos, feito pires "ESTOU GOZANDOOO...ESTOU GOZANDOOO...!!" exclamou a mamãe Enquanto minha mãe gritava pro meu pai: "cuck, escuta lá de cima como esses machões me fodem como você nunca soube, você é um otário e seu filho é outro igual, olha ele aí, vendo os amigos dele me fodendo e não tem culhão pra fazer nada" Depois foi Andres que gozou, um jato potente de esperma quente saiu disparado da rola dele, indo se estampar nos peitos da mamãe, a esse primeiro jato seguiu outro, que se estampou dessa vez na cara dela Mãe. Um terceiro jato acertou em cheio a boca aberta da minha mãe, enquanto um quarto e um quinto jorravam de novo contra os peitos. Minha mãe olhou pro Marcos e pro José, que esperavam com os paus duros a chance de foder ela, nenhum deles tinha me dito nada até então, só estavam concentrados em foder minha mãe. Marcos ocupou o lugar do André, enfiando fundo a pica dentro da buceta da mamãe. Com a pica enfiada na buceta da minha mãe, ele se distraiu uns minutos apalpando os peitos dela, sem mais delongas, comeu ela com gosto, arrancando dela gemidos novos e selvagens de prazer. Marcos não demorou muito e logo gozou na cara e nos peitos da minha mãe, que ficou quase banhada em porra. Depois foi o José que comeu ela na mesma posição, jogando o corpo contra o dela pra penetração ser mais funda, quando chegou a hora de descarregar, aproveitou que minha mãe tava com a boca aberta por causa dos gemidos de prazer que a pica do José provocava nela, e ele, tirando a pica da buceta da mamãe, aproveitou pra derramar dentro da boca dela todo o esperma quente e viscoso… -AAAhh..assim..bebe tudo, putaaa…ahhhhh!- exclamou o José, gozando abundantemente dentro da boca da minha mãe. Naquela hora eu chorava de impotência, minha mãe era uma puta e eu não podia fazer nada pra impedir. Mamãe engolia esperma que nem uma louca, enquanto grossos riachos que não cabiam na boca escorriam pelo queixo abaixo, até os peitos molhados. Mamãe não se contentava e se virou sobre a mesa, ficando de bruços, com os peitos esmagados contra a tábua de madeira e os pés no chão, com as coxas bem abertas. "Hummm…rabo gostoso" sussurrou o André, enquanto separava com as mãos as nádegas nuas da agente federal. "Vem, meus meninos, agora usem a rota alternativa", a vagabunda falou aquilo com total lascívia, desejosa de sentir aqueles paus penetrando no cu dela. "Ah, sim, Claro que sim, vamos te comer o cu", disse Andrés, se jogando em cima da minha mãe e enfiando a pica no cu dela, sem a menor piedade. Mesmo tendo passado só alguns minutos desde que tinham fodido minha mãe, os 3 já estavam duros de novo, como, muito a contragosto dela, pude confirmar. "Mete forte no meu cu, amor", gritava minha mãe, toda arrombada. A pica do Andrés tinha penetrado no cu da minha mãe com uma violência do caralho, forçando o buraco anal a se esticar ao máximo pra passar, e a pica do Andrés entrou no reto da minha mãe pelada, fodida e arrombada pelos meus amigos. "Olha, filho, olha como seu amigo me come o cu, adoro isso". Andrés continuava arrombando minha mãe sem dó. "Tô vendo que você gosta de levar no cu, puta", exclamou Andrés, aumentando as estocadas, a pica dele indo e vindo no reto da minha mãe. E de fato, minha mãe tava adorando, uma cachoeira de sucos quentes escorria da buceta dela, molhando as coxas até as panturrilhas. "Aaaahhh... puuuuuta... vou gozar no seu cu... aahhh... siiiim... que delícia", exclamou Andrés, gozando nas nádegas da minha mãe. Minha mãe, de olhos semicerrados, cabelo bagunçado, cara toda melada de porra, sentiu os jorros de esperma quente molhando o cu dela, deixando ele escorrendo. Logo, Marcos assumiu o lugar do Andrés e outra pica entrou no buraco anal da minha mãe. Dessa vez, porém, o cu da minha mãe não resistiu, e a pica entrou com toda facilidade, empalando minha mãe sem dificuldade nenhuma. "Siiim, me comam o cu, garotos". Claro que Marcos obedeceu, metendo com força no cu da minha mãe. Aproveitando um dos muitos gemidos e pedidos dela, Andrés enfiou a pica, ainda grossa e pingando, bem na boca dela. - MMMMMMPPFFF... mmmhhh! - gemeu minha mãe, de olhos arregalados. Não conseguia falar, porque tinha a boca cheia daquela pica meio dura e molhada. - Cala a boca e chupa, vaca! - ordenou Andrés. .E a mamãe começou a chupar. Logo, as investidas de Marcos se intensificaram, ficando mais rápidas e violentas. Mamãe, com a boca cheia de pau e o cu também cheio de pau, não conseguiu evitar e teve outro orgasmo, mais forte que o anterior. Marcos gozou no cu da minha mãe. Andrés, por sua vez, que já estava de pau duro, não conseguiu evitar gozar ao ver Marcos ejacular daquele jeito no cu da minha mãe. Ela, que não esperava por isso, foi obrigada a engolir uma quantidade imensa de porra para não se afogar... — Aaah... GLUBS... GLUBS... GLLL... GLUUUBS...! — mamãe engolia e engolia, mas o Andrés não parava de jorrar. Sem tirar o pau da boca da mamãe, segurando a cabeça dela com força para que não soltasse o pau, Andrés continuou gozando dentro da boca da Scully. — PELO AMOOOOR DE DEEEEUS... TÔ GOZAAAAANDO... OOHH... GLUUBS.. GLUUBS.. GLUUBS... AHHH! — gemeu mamãe, com a boca cheia de porra quente e viscosa, engolindo e engolindo tudo que podia. Mesmo assim, era tanta porra que escorria pelo nariz dela em grossos pingos, depois de inundar a garganta dela. "Continua engolindo e bebe tudo." Mamãe continuou bebendo porra, até que, finalmente, depois do que pareceu uma eternidade, Andrés aliviou a pressão e mamãe aproveitou para tirar o pau da boca e respirar aliviada... O pau, a poucos centímetros do rosto melado da mamãe, ainda não tinha terminado. E com um gemido de prazer que deu para ouvir no quarteirão inteiro, Andrés lançou seu último jato de porra, um jato potente e certeiro, que foi se estourar bem no meio dos olhos da minha mãe fodida. Só faltava o José, e ele se jogou sobre a minha mãe encharcada e a penetrou pelo cu. Com uma facilidade impressionante, o pauzão dele afundou no reto da mamãe como se fosse manteiga, fodendo ela com uma determinação selvagem. O cu dela já estava tão aberto e lubrificado que, um segundo depois do começo dessa terceira penetração anal, ela já estava total e completamente tesuda... molhando as coxas abaixo. AAAhh...sim...sim...minha bunda...minha bundinha...ahhh...por favor...sim...ahh...continua...ahhh...—gemia a mamãe, confessando sem pudor sua safadeza, com os olhos quase fechados e a língua pra fora. José empurrava cada vez com mais força, batendo na bunda da mamãe com o corpo toda vez que enfiava até o fundo. A pica, dura, grossa e molhada, afundava uma vez atrás da outra no buraco do cu da minha mãe, um cu tão lubrificado e usado que até um caminhão passaria por ele, ou quase. José não aguentou mais de 7 minutos e, tirando o pau do cu da minha já muito fodida mãe, gozou em jorros grossos e potentes sobre as nádegas, as costas e o cabelo dela. Tudo tinha acabado, quando meu pai desceu naquele instante, depois de com certeza ter ouvido minha mãe bater na mesa ao sentir a foda dos 3 arrombados que eram seus amigos, e pôde ver minha mãe numa cena incrível e grotesca, completamente nua, despenteada e com o corpo coberto de restos de porra. O sêmen escorria dos peitos dela, escorria do rosto, do canto dos lábios, do nariz, a porra inundava a barriga dela e deixava branco cremoso o loiro dos pelos da sua entreperna.

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