Me encontrei com esse relato, então vou compartilhar com vocês. Hoje vou falar do dia em que descobri que minha mãe era uma puta chupa-pau. Eu tinha 16 anos na época, meu nome é Rafa, e voltei da escola mais cedo, umas 2 horas antes, porque faltaram dois professores. Quando cheguei em casa, estranhei não encontrar minha mãe. Ela é uma mulher de 42 anos, casada com meu pai há mais de 19 anos, e graças ao salário dele, pode se dar ao luxo de não trabalhar e ser o que geralmente se chama de dona de casa. Claro, eu a via como uma mulher super normal, doce, sensível, boa esposa e mãe — ou pelo menos essa era a imagem que ela me passou nos meus 16 anos de vida. Ao chegar em casa, pensei que ela não estava, mas ouvi uns barulhos estranhos vindo do andar de cima. Chique, chique, chique. Era tipo um rangido esquisito, e resolvi subir. Os barulhos vinham do quarto dos meus pais, e de onde eu estava já dava pra ouvir vozes. Uma delas era da minha mãe. "Isso, querido, assim, muito bem, adoro, é uma delícia." Não sabia o que estava rolando, mas quando entrei no quarto, o que vi me deixou duro que nem uma estátua de gelo. Minha mãe estava pelada, de quatro na cama, e atrás dela estava Jorge, um dos meus melhores amigos, com o pau enterrado até o talo no cu da minha mãe. Jorge estava metendo com força no cu dela até que me viu e parou na hora, quase tão surpreso ao me ver quanto eu ao ver que meu amigo estava comendo o cu da minha mãe. "Não para, amor, continua me dando duro." Mamãe não percebeu que eu estava lá até que, vendo que Jorge não continuava metendo no cu dela, ela olhou pra trás e me viu ali, na porta, morto de raiva vendo meu amigo foder minha mãe. Ela não se surpreendeu muito, e o que disse me chocou ainda mais. "Jorge, querido, não para por causa desse cuzão. Não sei o que ele faz tão cedo em casa, mas que não seja um problema, amor. Continua martelando minha bunda do jeito que você sabe." Jorge não se Me atrevo a continuar comendo a minha mãe na minha frente e eu fiquei puto pra caralho com aquela foxy que eu tinha como mãe, falei de tudo, tanto pra ela quanto pro Jorge, mas mais uma vez, mamãe me surpreendeu naquela manhã. Ela tirou a pica do Jorge do cu, veio na minha direção e me deu um tapa que quase me jogou no chão. "Quem você pensa que é, seu bundão, pra falar comigo assim? Eu sou sua mãe e você me deve respeito. Eu preciso de uma pica na minha buceta e, se seu pai não consegue me satisfazer, tenho que dar meus jeitos. Já comi todos os amigos dele e o otário sabe, mas não tem culhão pra falar nada. Agora seus amigos já são grandinhos e decidi que já é hora de comer eles também. Vai pro seu quarto agora e não enche o saco enquanto o Jorge termina comigo." Por incrível que pareça, essas palavras saíram da boca da minha mãe, e eu, feito um idiota, fui pro meu quarto com a marca do tapa ainda na cara. De lá, eu podia ouvir mamãe batendo na parede com a cabeceira da cama, sinal claro de que o Jorge tinha voltado a meter. Quando saí do quarto depois de 30 minutos, o Jorge já não estava em casa. Mamãe estava pelada na cozinha e me disse que, já que eu sabia da puta que tinha como mãe, não tinha motivo pra continuar se escondendo, então de agora em diante ia andar sempre nua em casa. Quando meu pai chegou em casa, mamãe contou tudo pra ele. Parece que meu pai era um verdadeiro corno manso que já sabia que a mulher dele comia todo mundo que aparecia, então não falou nada e só disse que sentia muito eu ter descoberto daquele jeito. Eu não podia acreditar, meu pai era um boneco nas mãos da minha mãe. Os dias passaram e eu e meu pai fomos no futebol. Quando voltamos, encontramos um homem saindo de casa. Parece que era o encanador que tinha ido arrumar o banheiro que tava quebrado há 3 dias. Minha mãe saiu pelada pra se despedir dele na porta, sem nenhuma vergonha. O encanador também não teve vergonha de falar enquanto ia embora: "A senhora tem uma bunda... Gostosa, da próxima vez que você precisar vir aqui, vou meter no seu cu." Que puta que minha mãe era, e eu passei 16 anos achando que ela era uma mulher casta, pura e doce. Mesmo que ela andasse pelada pela casa e a gente soubesse que ela tinha fodido metade do bairro e trabalhadores de vários ofícios, além de quase todos os vizinhos do condomínio, ela nunca tinha feito isso na nossa frente. Embora não se importasse que a gente soubesse e várias vezes a víssemos se beijando na despedida na casa dos amantes, desde a vez que a vi com Jorge, ela nunca tinha transado com ninguém desde então com a gente em casa, nunca até o dia do meu aniversário, em que só convidei meus 3 melhores amigos, entre os quais, claro, Jorge já não estava.
Minha ideia não era que eles fossem para casa, eu já sabia o quanto minha mãe era gostosa e era muito humilhante. Marquei com eles fora, mas sem eu saber, minha mãe devia ter dito para irem me buscar em casa. Lá pelas 17:30, eles chegaram em casa. Quando abri a porta, tentei impedir que entrassem, mas minha mãe veio ao encontro deles completamente pelada. Eles ficaram de boca aberta, nunca tinham visto minha mãe nua e, apesar de eu estar na frente, devoravam ela com os olhos. Minha mãe explicou que era muito liberal e sempre andava pelada pela casa, e eles não pareceram se importar nem um pouco, então entraram. Meu pai estava no sofá e eu sentei com ele. Meus 3 amigos sentaram no outro sofá enquanto minha mãe servia o bolo e o café. Ela se inclinou ao servir o café para que eles vissem de perto seus peitos bem grandes e firmes para a idade dela. "Gurizada, não sejam tímidos, por que vocês não tiram a roupa também?" Meus amigos hesitaram, olharam para meu pai e para mim, mas minha mãe disse para não se preocuparem com a gente, que em casa quem mandava era ela. Como se fosse uma brincadeira, meus amigos se pelaram. Meus amigos mostraram 3 ereções consideráveis, com certeza motivadas pela nudez da minha mãe. Minha mãe continuou na dela e, sem parar de olhar para as picas dos Perguntei pros meus 3 amigos como queriam o café. Eles responderam que puro, mas minha mãe gostava com porra. Maliciosamente, ela disse que a porra tinha acabado e que teria que conseguir mais, enquanto não parava de olhar pras pirocas duras dos meus amigos. Eu imaginava o que estava por vir, mas, idiota que sou, pensei que minha mãe não chegaria a esse ponto com meu pai e eu ali olhando. Também confiava nos meus amigos, mas nos dois casos eu me enganava. Ela não hesitou um minuto: mamãe, totalmente nua, se ajoelhou e, sem pensar duas vezes, pegou a pica do Andrés e enfiou na boca. — Slurp, slurp... humm... ahh... slurp... slurp! — mamãe chupava, lambendo com gosto, chupando e sugando, virando a pica de um lado pro outro na boca, mastigando de leve como uma verdadeira especialista em bocetas. Meus amigos ficaram muito surpresos, principalmente o Andrés, que via minha mãe chupando a pica dele de joelhos com o filho e o marido no mesmo quarto, mas a excitação deve ter sido maior que o respeito pelo amigo. Logo se esqueceram de mim e do meu pai e se entregaram ao prazer. Papai não aguentou e foi pro quarto de cima. Mamãe riu, tirou a pica da boca e disse: "Mas, meu marido, como assim você não fica pra ver como esses garotões me dão o que eu preciso?" — Sim... sim... ahhh! — gemeu o Andrés — Continua chupando! Não para! E mamãe continuou chupando. Encheu a pica toda de saliva, de cima a baixo, e tirou da boca por um momento pra lamber as bolas do Andrés. Depois, voltou a chupar: — Slurp... slurp... slurp... glups... slurp... gur... grunch... ahhh!!! — mamãe babava, uma mistura cremosa da própria saliva com os sucos do Andrés escorrendo pelo queixo. E então, largou a mamada e pulou pra outra pica. Enfiou na boca e começou a chupar, com a mesma voracidade que mostrou com o Andrés. Agora era o Marcos quem aproveitava a boca da minha mãe. — Slurp... hum!... slurrp... ahh... chuips... sh... chups... glubs... glu... — mamãe chupava, ensopando de saliva a pica do Marcos, lambendo ela Chupando ela, mamando do jeito que ela sabia mamar. E igual antes, mamãe também largou essa pica pra focar na última, a do José, que esperava impaciente perto dela. Enfiou na boca e começou a chupar, botando em jogo, igual antes, toda a habilidade dela como chupadora de pica. E mamãe, quando calculou que o José também tava perto, largou a mamada. Por um instante, ficou olhando sorrindo pros três caras, os três de pica dura e prontos pra gozar, cheias de veias pulsando, fibrosas e duras, molhadas e brilhando. Aí, ela esticou a língua e lambeu a ponta da pica do André, uma lambida especial, na base da glande, enquanto me olhava nos olhos. Eu não conseguia sair da sala, me sentia humilhado e magoado, mas era impossível levantar e sair do quarto. — Aaaiii! — gritou o André, de olhos fechados — Tô gozandooo… puta que pariu! Um jato forte de porra saiu disparado da pica do André, indo se espatifar na cara de mamãe. Mas a puta não perdeu tempo, rápida, passou a língua também nas outras duas picas e, um instante depois, meus três amigos estavam gozando ao mesmo tempo em cima de mamãe. Os jatos de sêmen, fortes e cheios, se espatifavam uma vez atrás da outra nas bochechas da minha mãe. Ela abriu a boca e vários jatos entraram fundo na garganta dela, fazendo ela engolir. Meus amigos, fora de controle, gozavam com jatos potentes, que enchiam de porra não só a cara e a boca de mamãe, mas também os peitos e o cabelo loiro dela. — Humm… ahh… ahh… tô me afogando! — gemeu mamãe, com a boca cheia de porra. Ela engoliu e engoliu porra, e quando abriu a boca de novo, pude ver fios grossos de esperma pendurados nos lábios e nos dentes de mamãe. Chamei ela de puta, mas ela me ignorou completamente, assim como meus amigos. Depois, com a porra escorrendo pela cara toda, ela se aproximou deles pra terminar o serviço, com uma limpeza completa feita pela língua de puta chupadora de pica. Lambendo as picas delas até deixar limpinhas e brilhando, enquanto enfiava dois dedos na buceta molhada. Depois, abriu espaço na mesa do centro da sala e se deitou nela, a poucos centímetros de mim. "Vamos, gurizada, me foder bem fodida." Andrés foi o primeiro, abriu ao máximo as pernas da mamãe e se jogou nela, enfiando o membro enorme direto na buceta. — Siiim... ohhh... ohhhh! — exclamou a mamãe, ao se sentir penetrada. — Siiim! — gritou Andrés, atacando com fúria, afundando a pica até o fundo da buceta da puta escarranchada que eu tinha por mãe. — Aaaahhhhh! — gemia a mamãe, sentindo a excitação dominar o corpo inteiro, enquanto aquela pica a fodava violentamente. Andrés tirou a pica quase toda e enfiou de novo, dessa vez mais rápido. O clitóris da mamãe estava durinho, e a combinação da penetração com o roçar da pica fez ela ver as estrelas do êxtase sexual em segundos. A mamãe só fazia ofegar e gemer de prazer, total e completamente tarada, com a buceta virada num lago prestes a transbordar. Andrés tornou as investidas mais fortes e, principalmente, mais rápidas. A pica entrava e saía da buceta da minha mãe uma vez atrás da outra, arrancando dela uma sinfonia inteira de gemidos de prazer, enquanto os peitos subiam e desciam no ritmo da fodida gostosa que Andrés tava dando nela. E então... Com os olhos bem abertos, feito pires: — TÔ GOZANDO... TÔ GOZANDOOO...! — exclamou a mamãe. Enquanto minha mãe gritava pro meu pai: "Cuck, escuta lá de cima como esses machos me fodem como você nunca soube, você é um otário e seu filho é outro igual, olha ele aí, vendo os amigos dele me fodendo e não tem culhão pra fazer nada." Depois foi Andrés que gozou, um jato potente de semen quente saiu disparado da pica dele, indo se estourar nos peitos da mamãe; a esse primeiro jato seguiu outro, que se estourou dessa vez na cara dela. Mamãe. Um terceiro jato acertou em cheio a boca aberta da minha mãe, enquanto um quarto e um quinto jorravam de novo nos peitos dela. Minha mãe olhou pro Marcos e pro José, que esperavam com os pauzinhos duros a chance de foder ela, nenhum deles tinha me dito nada o tempo todo, só estavam concentrados em foder minha mãe. Marcos ocupou o lugar do Andrés, enfiando fundo a rola dentro da buceta da mamãe. Com a rola enfiada dentro da boceta da minha mãe, ele se distraiu uns minutos apalpando os peitos dela, sem mais delongas, fodeu ela com gosto, arrancando dela gemidos novos e selvagens de prazer. Marcos não demorou muito e logo gozou na cara e nos peitos da minha mãe, que ficou quase banhada em porra. Depois foi o José que fodeu ela na mesma posição, jogando o corpo contra o dela pra penetração ser mais funda, quando chegou a hora de descarregar, aproveitou que minha mãe tava com a boca aberta por causa dos gemidos de prazer que a rola do José provocava nela, e ele, tirando a rola da boceta da mamãe, aproveitou pra derramar dentro da boca dela todo o esperma quente e viscoso… -AAAhh..assim..bebe tudo, putaaa…ahhhhh!-exclamou o José, gozando abundantemente dentro da boca da minha mãe. Naquela hora eu chorava de impotência, minha mãe era uma puta e eu não podia fazer nada pra evitar. Mamãe engolia porra que nem uma louca, enquanto grossos riachos que não cabiam na boca escorriam pelo queixo abaixo, em direção aos peitos molhados. Mamãe não se satisfez e se virou na mesa, ficando de bruços, com os peitos esmagados contra a tábua de madeira e os pés no chão, com as coxas bem abertas. "Hummm…bundinha gostosa" sussurrou o Andrés, enquanto separava com as mãos as nádegas nuas da agente federal. "Vamos, meus meninos, agora usem a rota alternativa", a muito promíscua disse aquilo com total lascívia, desejosa de sentir aqueles paus penetrando no cu dela. "Ah, sim, Claro que sim, vamos te comer o cu", disse Andrés, se jogando em cima da minha mãe e enfiando a pica no cu dela, sem a menor piedade. Mesmo tendo passado só alguns minutos desde que tinham fodido minha mãe, os três já estavam duros de novo, como, pra meu desgosto, pude ver. "Mete forte no meu cu, amor", gritava mamãe, toda empinada. A pica do Andrés tinha penetrado no cu da mamãe com uma violência do caralho, forçando o buraco anal a se esticar ao máximo pra passar, e a pica dele entrou no reto da minha mãe, nua, fodida e empinada pelos meus amigos. "Olha, filho, olha como seu amigo me come o cu, adoro isso". Andrés continuava empinando a mamãe sem dó. "Vejo que você gosta de levar no cu, puta", exclamou Andrés, aumentando as estocadas. A pica dele ia e vinha no reto da mamãe. E, de fato, mamãe tava adorando: uma cachoeira de sucos quentes escorria da buceta dela, molhando as coxas até as panturrilhas. "AAAhhh... puuuuuta... vou gozar no seu cu... ahhh... siiiim... que delícia", exclamou Andrés, gozando nos glúteos da minha mãe. Mamãe, com os olhos semicerrados, cabelo bagunçado, cara toda lambuzada de porra, sentiu os jorros de esperma quente molhando o cu dela, deixando ele escorrendo. Logo, Marcos tomou o lugar do Andrés e outra pica penetrou no buraco anal da mamãe. Dessa vez, porém, o cu da minha mãe não resistiu, e a pica entrou com toda facilidade, empalando ela sem dificuldade nenhuma. "Siiim, me comam o cu, garotos". Claro que Marcos obedeceu, metendo com força no cu da minha mãe. Aproveitando um dos muitos gemidos e súplicas dela, Andrés enfiou a pica, ainda grossa e pingando, bem na boca dela. - MMMMMMPPfff... mmmhhh! - gemeu mamãe, de olhos arregalados. Não conseguia falar, porque tinha a boca cheia daquela pica meio dura e molhada. - Cala a boca e chupa, vaca! - ordenou Andrés. .Y mamãe começou a chupar. Logo, as investidas de Marcos aumentaram, ficando mais rápidas e fortes. Mamãe, com a boca cheia de pau e o cu também cheio de pau, não conseguiu evitar e teve outro orgasmo, mais forte que o anterior. Marcos gozou no cu da minha mãe. Andrés, por sua vez, que já estava duro, não conseguiu evitar gozar ao ver Marcos ejacular daquele jeito no cu da minha mãe. Ela, que não esperava, foi obrigada a engolir uma quantidade enorme de porra para não se afogar... — Aah....GLUBS..GLUBS...GLLL..GLUUUBS...! — mamãe engolia e engolia, mas o Andrés não parava de gozar. Sem tirar o pau da boca da mamãe, segurando a cabeça dela com força para que não soltasse o pau, Andrés continuou gozando dentro da boca da Scully. — PELO AMOOOOR... TÔ ACABAANDOOO... OOHH... GLUUBS..GLUUBS..GLUUBS...AHHH!! — gemeu mamãe, com a boca cheia de porra quente e viscosa, engolindo e engolindo tudo que conseguia. Mesmo assim, era tanta porra que saía pelo nariz dela em grossos pingos, depois de inundar a garganta dela. "Continua engolindo e bebe tudo." Mamãe continuou bebendo porra, até que, finalmente, depois do que pareceu uma eternidade, Andrés aliviou a pressão e mamãe aproveitou para tirar o pau da boca e respirar aliviada... O pau, a poucos centímetros da cara melada da mamãe, ainda não tinha terminado. E com um gemido de prazer que deu para ouvir no quarteirão inteiro, Andrés lançou seu último jato de porra, um jato forte e certeiro, que foi parar bem no meio dos olhos da minha mãe fodida. Só faltava o José, e ele se jogou sobre a minha mãe encharcada e a penetrou pelo cu. Com uma facilidade impressionante, o pauzão dele afundou no reto da mamãe como se fosse manteiga, fodendo ela com uma determinação selvagem. O cu dela já estava tão aberto e lubrificado que, um segundo depois do começo dessa terceira penetração anal, ela já estava total e completamente com tesão... molhando as coxas abaixo. AAAhh..sim..sim...minha bunda..minha bundinha..ahhh...por favor...sim..ahh..continua..ahhh...- gemia a mamãe, confessando sem pudor sua safadeza, com os olhos quase fechados e a língua pra fora. José empurrava cada vez com mais força, batendo na bunda da mamãe com o corpo toda vez que enfiava até o fundo. A pica, dura, grossa e molhada, afundava uma vez atrás da outra no buraco do cu da minha mãe, um cu tão lubrificado e usado que até um caminhão passaria por ele, ou quase. José não aguentou mais de 7 minutos e, tirando o pau do cu da minha já muito fodida mãe, gozou em jatos grossos e fortes sobre as nádegas, as costas e o cabelo dela. Tudo tinha acabado, quando meu pai desceu naquele instante, depois de com certeza ter ouvido minha mãe bater na mesa ao sentir a foda dos 3 arrombados que eram seus amigos, e pôde ver minha mãe numa cena incrível e grotesca, completamente nua, despenteada e com o corpo coberto de restos de porra. O sêmen escorria dos peitos dela, escorria do rosto, do canto dos lábios, do nariz, a porra inundava a barriga dela e deixava branco cremoso o loiro dos pelos da boceta.
Minha ideia não era que eles fossem para casa, eu já sabia o quanto minha mãe era gostosa e era muito humilhante. Marquei com eles fora, mas sem eu saber, minha mãe devia ter dito para irem me buscar em casa. Lá pelas 17:30, eles chegaram em casa. Quando abri a porta, tentei impedir que entrassem, mas minha mãe veio ao encontro deles completamente pelada. Eles ficaram de boca aberta, nunca tinham visto minha mãe nua e, apesar de eu estar na frente, devoravam ela com os olhos. Minha mãe explicou que era muito liberal e sempre andava pelada pela casa, e eles não pareceram se importar nem um pouco, então entraram. Meu pai estava no sofá e eu sentei com ele. Meus 3 amigos sentaram no outro sofá enquanto minha mãe servia o bolo e o café. Ela se inclinou ao servir o café para que eles vissem de perto seus peitos bem grandes e firmes para a idade dela. "Gurizada, não sejam tímidos, por que vocês não tiram a roupa também?" Meus amigos hesitaram, olharam para meu pai e para mim, mas minha mãe disse para não se preocuparem com a gente, que em casa quem mandava era ela. Como se fosse uma brincadeira, meus amigos se pelaram. Meus amigos mostraram 3 ereções consideráveis, com certeza motivadas pela nudez da minha mãe. Minha mãe continuou na dela e, sem parar de olhar para as picas dos Perguntei pros meus 3 amigos como queriam o café. Eles responderam que puro, mas minha mãe gostava com porra. Maliciosamente, ela disse que a porra tinha acabado e que teria que conseguir mais, enquanto não parava de olhar pras pirocas duras dos meus amigos. Eu imaginava o que estava por vir, mas, idiota que sou, pensei que minha mãe não chegaria a esse ponto com meu pai e eu ali olhando. Também confiava nos meus amigos, mas nos dois casos eu me enganava. Ela não hesitou um minuto: mamãe, totalmente nua, se ajoelhou e, sem pensar duas vezes, pegou a pica do Andrés e enfiou na boca. — Slurp, slurp... humm... ahh... slurp... slurp! — mamãe chupava, lambendo com gosto, chupando e sugando, virando a pica de um lado pro outro na boca, mastigando de leve como uma verdadeira especialista em bocetas. Meus amigos ficaram muito surpresos, principalmente o Andrés, que via minha mãe chupando a pica dele de joelhos com o filho e o marido no mesmo quarto, mas a excitação deve ter sido maior que o respeito pelo amigo. Logo se esqueceram de mim e do meu pai e se entregaram ao prazer. Papai não aguentou e foi pro quarto de cima. Mamãe riu, tirou a pica da boca e disse: "Mas, meu marido, como assim você não fica pra ver como esses garotões me dão o que eu preciso?" — Sim... sim... ahhh! — gemeu o Andrés — Continua chupando! Não para! E mamãe continuou chupando. Encheu a pica toda de saliva, de cima a baixo, e tirou da boca por um momento pra lamber as bolas do Andrés. Depois, voltou a chupar: — Slurp... slurp... slurp... glups... slurp... gur... grunch... ahhh!!! — mamãe babava, uma mistura cremosa da própria saliva com os sucos do Andrés escorrendo pelo queixo. E então, largou a mamada e pulou pra outra pica. Enfiou na boca e começou a chupar, com a mesma voracidade que mostrou com o Andrés. Agora era o Marcos quem aproveitava a boca da minha mãe. — Slurp... hum!... slurrp... ahh... chuips... sh... chups... glubs... glu... — mamãe chupava, ensopando de saliva a pica do Marcos, lambendo ela Chupando ela, mamando do jeito que ela sabia mamar. E igual antes, mamãe também largou essa pica pra focar na última, a do José, que esperava impaciente perto dela. Enfiou na boca e começou a chupar, botando em jogo, igual antes, toda a habilidade dela como chupadora de pica. E mamãe, quando calculou que o José também tava perto, largou a mamada. Por um instante, ficou olhando sorrindo pros três caras, os três de pica dura e prontos pra gozar, cheias de veias pulsando, fibrosas e duras, molhadas e brilhando. Aí, ela esticou a língua e lambeu a ponta da pica do André, uma lambida especial, na base da glande, enquanto me olhava nos olhos. Eu não conseguia sair da sala, me sentia humilhado e magoado, mas era impossível levantar e sair do quarto. — Aaaiii! — gritou o André, de olhos fechados — Tô gozandooo… puta que pariu! Um jato forte de porra saiu disparado da pica do André, indo se espatifar na cara de mamãe. Mas a puta não perdeu tempo, rápida, passou a língua também nas outras duas picas e, um instante depois, meus três amigos estavam gozando ao mesmo tempo em cima de mamãe. Os jatos de sêmen, fortes e cheios, se espatifavam uma vez atrás da outra nas bochechas da minha mãe. Ela abriu a boca e vários jatos entraram fundo na garganta dela, fazendo ela engolir. Meus amigos, fora de controle, gozavam com jatos potentes, que enchiam de porra não só a cara e a boca de mamãe, mas também os peitos e o cabelo loiro dela. — Humm… ahh… ahh… tô me afogando! — gemeu mamãe, com a boca cheia de porra. Ela engoliu e engoliu porra, e quando abriu a boca de novo, pude ver fios grossos de esperma pendurados nos lábios e nos dentes de mamãe. Chamei ela de puta, mas ela me ignorou completamente, assim como meus amigos. Depois, com a porra escorrendo pela cara toda, ela se aproximou deles pra terminar o serviço, com uma limpeza completa feita pela língua de puta chupadora de pica. Lambendo as picas delas até deixar limpinhas e brilhando, enquanto enfiava dois dedos na buceta molhada. Depois, abriu espaço na mesa do centro da sala e se deitou nela, a poucos centímetros de mim. "Vamos, gurizada, me foder bem fodida." Andrés foi o primeiro, abriu ao máximo as pernas da mamãe e se jogou nela, enfiando o membro enorme direto na buceta. — Siiim... ohhh... ohhhh! — exclamou a mamãe, ao se sentir penetrada. — Siiim! — gritou Andrés, atacando com fúria, afundando a pica até o fundo da buceta da puta escarranchada que eu tinha por mãe. — Aaaahhhhh! — gemia a mamãe, sentindo a excitação dominar o corpo inteiro, enquanto aquela pica a fodava violentamente. Andrés tirou a pica quase toda e enfiou de novo, dessa vez mais rápido. O clitóris da mamãe estava durinho, e a combinação da penetração com o roçar da pica fez ela ver as estrelas do êxtase sexual em segundos. A mamãe só fazia ofegar e gemer de prazer, total e completamente tarada, com a buceta virada num lago prestes a transbordar. Andrés tornou as investidas mais fortes e, principalmente, mais rápidas. A pica entrava e saía da buceta da minha mãe uma vez atrás da outra, arrancando dela uma sinfonia inteira de gemidos de prazer, enquanto os peitos subiam e desciam no ritmo da fodida gostosa que Andrés tava dando nela. E então... Com os olhos bem abertos, feito pires: — TÔ GOZANDO... TÔ GOZANDOOO...! — exclamou a mamãe. Enquanto minha mãe gritava pro meu pai: "Cuck, escuta lá de cima como esses machos me fodem como você nunca soube, você é um otário e seu filho é outro igual, olha ele aí, vendo os amigos dele me fodendo e não tem culhão pra fazer nada." Depois foi Andrés que gozou, um jato potente de semen quente saiu disparado da pica dele, indo se estourar nos peitos da mamãe; a esse primeiro jato seguiu outro, que se estourou dessa vez na cara dela. Mamãe. Um terceiro jato acertou em cheio a boca aberta da minha mãe, enquanto um quarto e um quinto jorravam de novo nos peitos dela. Minha mãe olhou pro Marcos e pro José, que esperavam com os pauzinhos duros a chance de foder ela, nenhum deles tinha me dito nada o tempo todo, só estavam concentrados em foder minha mãe. Marcos ocupou o lugar do Andrés, enfiando fundo a rola dentro da buceta da mamãe. Com a rola enfiada dentro da boceta da minha mãe, ele se distraiu uns minutos apalpando os peitos dela, sem mais delongas, fodeu ela com gosto, arrancando dela gemidos novos e selvagens de prazer. Marcos não demorou muito e logo gozou na cara e nos peitos da minha mãe, que ficou quase banhada em porra. Depois foi o José que fodeu ela na mesma posição, jogando o corpo contra o dela pra penetração ser mais funda, quando chegou a hora de descarregar, aproveitou que minha mãe tava com a boca aberta por causa dos gemidos de prazer que a rola do José provocava nela, e ele, tirando a rola da boceta da mamãe, aproveitou pra derramar dentro da boca dela todo o esperma quente e viscoso… -AAAhh..assim..bebe tudo, putaaa…ahhhhh!-exclamou o José, gozando abundantemente dentro da boca da minha mãe. Naquela hora eu chorava de impotência, minha mãe era uma puta e eu não podia fazer nada pra evitar. Mamãe engolia porra que nem uma louca, enquanto grossos riachos que não cabiam na boca escorriam pelo queixo abaixo, em direção aos peitos molhados. Mamãe não se satisfez e se virou na mesa, ficando de bruços, com os peitos esmagados contra a tábua de madeira e os pés no chão, com as coxas bem abertas. "Hummm…bundinha gostosa" sussurrou o Andrés, enquanto separava com as mãos as nádegas nuas da agente federal. "Vamos, meus meninos, agora usem a rota alternativa", a muito promíscua disse aquilo com total lascívia, desejosa de sentir aqueles paus penetrando no cu dela. "Ah, sim, Claro que sim, vamos te comer o cu", disse Andrés, se jogando em cima da minha mãe e enfiando a pica no cu dela, sem a menor piedade. Mesmo tendo passado só alguns minutos desde que tinham fodido minha mãe, os três já estavam duros de novo, como, pra meu desgosto, pude ver. "Mete forte no meu cu, amor", gritava mamãe, toda empinada. A pica do Andrés tinha penetrado no cu da mamãe com uma violência do caralho, forçando o buraco anal a se esticar ao máximo pra passar, e a pica dele entrou no reto da minha mãe, nua, fodida e empinada pelos meus amigos. "Olha, filho, olha como seu amigo me come o cu, adoro isso". Andrés continuava empinando a mamãe sem dó. "Vejo que você gosta de levar no cu, puta", exclamou Andrés, aumentando as estocadas. A pica dele ia e vinha no reto da mamãe. E, de fato, mamãe tava adorando: uma cachoeira de sucos quentes escorria da buceta dela, molhando as coxas até as panturrilhas. "AAAhhh... puuuuuta... vou gozar no seu cu... ahhh... siiiim... que delícia", exclamou Andrés, gozando nos glúteos da minha mãe. Mamãe, com os olhos semicerrados, cabelo bagunçado, cara toda lambuzada de porra, sentiu os jorros de esperma quente molhando o cu dela, deixando ele escorrendo. Logo, Marcos tomou o lugar do Andrés e outra pica penetrou no buraco anal da mamãe. Dessa vez, porém, o cu da minha mãe não resistiu, e a pica entrou com toda facilidade, empalando ela sem dificuldade nenhuma. "Siiim, me comam o cu, garotos". Claro que Marcos obedeceu, metendo com força no cu da minha mãe. Aproveitando um dos muitos gemidos e súplicas dela, Andrés enfiou a pica, ainda grossa e pingando, bem na boca dela. - MMMMMMPPfff... mmmhhh! - gemeu mamãe, de olhos arregalados. Não conseguia falar, porque tinha a boca cheia daquela pica meio dura e molhada. - Cala a boca e chupa, vaca! - ordenou Andrés. .Y mamãe começou a chupar. Logo, as investidas de Marcos aumentaram, ficando mais rápidas e fortes. Mamãe, com a boca cheia de pau e o cu também cheio de pau, não conseguiu evitar e teve outro orgasmo, mais forte que o anterior. Marcos gozou no cu da minha mãe. Andrés, por sua vez, que já estava duro, não conseguiu evitar gozar ao ver Marcos ejacular daquele jeito no cu da minha mãe. Ela, que não esperava, foi obrigada a engolir uma quantidade enorme de porra para não se afogar... — Aah....GLUBS..GLUBS...GLLL..GLUUUBS...! — mamãe engolia e engolia, mas o Andrés não parava de gozar. Sem tirar o pau da boca da mamãe, segurando a cabeça dela com força para que não soltasse o pau, Andrés continuou gozando dentro da boca da Scully. — PELO AMOOOOR... TÔ ACABAANDOOO... OOHH... GLUUBS..GLUUBS..GLUUBS...AHHH!! — gemeu mamãe, com a boca cheia de porra quente e viscosa, engolindo e engolindo tudo que conseguia. Mesmo assim, era tanta porra que saía pelo nariz dela em grossos pingos, depois de inundar a garganta dela. "Continua engolindo e bebe tudo." Mamãe continuou bebendo porra, até que, finalmente, depois do que pareceu uma eternidade, Andrés aliviou a pressão e mamãe aproveitou para tirar o pau da boca e respirar aliviada... O pau, a poucos centímetros da cara melada da mamãe, ainda não tinha terminado. E com um gemido de prazer que deu para ouvir no quarteirão inteiro, Andrés lançou seu último jato de porra, um jato forte e certeiro, que foi parar bem no meio dos olhos da minha mãe fodida. Só faltava o José, e ele se jogou sobre a minha mãe encharcada e a penetrou pelo cu. Com uma facilidade impressionante, o pauzão dele afundou no reto da mamãe como se fosse manteiga, fodendo ela com uma determinação selvagem. O cu dela já estava tão aberto e lubrificado que, um segundo depois do começo dessa terceira penetração anal, ela já estava total e completamente com tesão... molhando as coxas abaixo. AAAhh..sim..sim...minha bunda..minha bundinha..ahhh...por favor...sim..ahh..continua..ahhh...- gemia a mamãe, confessando sem pudor sua safadeza, com os olhos quase fechados e a língua pra fora. José empurrava cada vez com mais força, batendo na bunda da mamãe com o corpo toda vez que enfiava até o fundo. A pica, dura, grossa e molhada, afundava uma vez atrás da outra no buraco do cu da minha mãe, um cu tão lubrificado e usado que até um caminhão passaria por ele, ou quase. José não aguentou mais de 7 minutos e, tirando o pau do cu da minha já muito fodida mãe, gozou em jatos grossos e fortes sobre as nádegas, as costas e o cabelo dela. Tudo tinha acabado, quando meu pai desceu naquele instante, depois de com certeza ter ouvido minha mãe bater na mesa ao sentir a foda dos 3 arrombados que eram seus amigos, e pôde ver minha mãe numa cena incrível e grotesca, completamente nua, despenteada e com o corpo coberto de restos de porra. O sêmen escorria dos peitos dela, escorria do rosto, do canto dos lábios, do nariz, a porra inundava a barriga dela e deixava branco cremoso o loiro dos pelos da boceta.
2 comentários - Mi madre es una Puta