Uns anos atrás, um cara me mandou mensagem num perfil de putaria. Ele se interessou pelo meu anúncio de "especialista em héteros que nunca experimentaram". O moleque era novinho, 21 anos. Muito gostoso. Nas fotos dele, parecia que era cantor, e tava muito sexy no palco. A gente conversou umas vezes, vendo que era exatamente o que ele queria testar. Ele dizia ser hétero, que curtia de verdade as minas, mas que tinha vários amigos gays e todos falavam que, mais cedo ou mais tarde, ele ia acabar experimentando e ia gostar. Então ele queria confirmar a profecia que as amigas viadas dele (que com certeza falavam isso porque tavam afim dele e tentavam ele pra ele cair e ver quem seria a primeira privilegiada a provar) tinham previsto sobre as preferências sexuais dele.
Ele veio na minha casa num meio-dia de fim de semana. Dava pra ver que tava muito nervoso, mas disfarçava bem. Era muito mais bonito pessoalmente. Rosto muito lindo, pernas muito boas, corpo forte mas nem gordo nem definido. Dava pra perceber que era real que nunca tinha estado numa situação sexual com um homem. Comecei tentando deixar ele à vontade, numa boa. Sempre deixei claro que se ele não quisesse que rolasse nada, podia levantar e ir embora a qualquer momento. Que isso também era parte de experimentar. Que ele não se sentisse obrigado a transar só porque tava na minha casa. E acho que ele levou isso muito ao pé da letra. Conversamos bastante, principalmente sobre a carreira de cantor que tava começando. E sobre como as minas caíam aos pés dele. E também sobre os amigos dele da área. Ele jurava que nunca tinha rolado nada com nenhum deles, mas admitia que mais de uma vez deram em cima dele e ele nunca pegou a deixa. Aí eu vi uma brecha: talvez ele tivesse vergonha de que "a fofoca se espalhasse" se rolasse algo com eles. Então deixei bem claro que eu não conhecia ninguém do círculo dele, que ninguém sequer sabia que ele tava na minha casa, que qualquer coisa que rolasse naquela tarde ia ficar entre as quatro paredes da minha casa... "E como é que começa? O que eu tenho que fazer?", ele perguntou, meio tímido e com medo... Bingo!
Sóli perguntei pra ele o que mais despertava a curiosidade dele sobre ficar com um cara, e que ele tava livre pra fazer isso comigo, que eu não ia me opor. Que o que ele quisesse fazer comigo (ou que eu fizesse nele), eu topava sem reclamar. Ele me perguntou se podia me beijar. Mas é claro! Era uma das coisas que eu mais queria fazer desde que vi ele no hall do meu prédio. Ele apoiou a mão tímida numa das minhas bochechas e me deu um beijão muito mais decidido. Além de lindo, beijava muito bem! Obviamente respondi com mais empolgação e já fui pra cima. Começou uma rodada de amasso frenético, com mãos por todo lado, menos nas zonas erógenas. Perguntei se ele não preferia ir pro quarto, pra ficar mais confortável. Deixei claro que se ele quisesse continuar assim, ou parar, tava tudo bem. Ele optou por ir pro quarto.
Lá o chupetaço e o amasso subiram de tom, embora ainda não tivéssemos tirado nada. Me animei a apalpar discretamente a virilha dele. Perguntei se podia continuar. Não só respondeu que sim; me perguntou "posso fazer o mesmo?". Mas é claro!! Aí ele soltou as mãos e começou a passá-las pelo meu corpo todo. Quando toquei o volume dele com mais vontade, notei que tinha um pedaço muito bom preso ali. Passei a mão com gosto. O cara tava curtindo pra caralho. E não parava de me beijar. "Quer chupar meu pau?", ele pergunta de repente. Não me davam as mãos pra arrancar a calça e a cueca branca imaculada que ele tava! Libertou uma rola linda: grande, grossa, proporcionada, depilada, com um belo par de bolas balançando. Comecei a chupar devagar, sem desespero, e o cara pedia mais, e mais. E eu ia aumentando o ritmo. Ele começou a guiar minha técnica oral com as mãos na minha nuca. Tava nas nuvens. O pau dele pulsava a todo vapor. Me puxou de repente, me deu um puta beijo, e eu, já de cueca, encostei minha bunda na cabeça da rola. "Não quer me comer?". "Como você quer que eu faça?". "Do jeito que você quiser! Eu cavalgo, de quatro, de bruços, colherinha...". Pediu pra eu tirar a cueca. Sugeri que ele mesmo tirasse. Meu pau, que tava durasso, saltou com força. Ele viu, soltou um "ufff" e quase sem jeito perguntou: "posso chupar o seu?". ALELUIA! Me chupou com uma devoção e uma ternura combinadas que raramente aconteceu comigo. Me deixou muito excitado e a ponto de gozar. Avisei e ele pediu "Vira". A CHUPADA DE CU QUE ELE ME DEU! Ainda alternando com bolas e pau. Se já tava aberto antes disso, depois dessa comida de rabo cabiam dois punhos! Pediu uma camisinha e começou a me penetrar bem devagarinho. Perguntava o tempo todo se tava bom, se doía. Eu tava nas nuvens. Sentia cada milímetro entrando, mas com total prazer. Depois que entrou, também, começou a se mexer calmo, suave. Eu de repente joguei toda a bunda pra Depois, enfiei tudo de uma vez, e o sinal chegou pra ele: começou a meter com tudo! Pediu pra me ver de frente, falou que achava muito lindo (e ele pra mim, nem te conto!) e colocou minhas pernas nos ombros dele. Que decisão boa que ele tomou: era uma beleza ver ele gozar com o pau dele no meu cu! Ele me serrou por um bom tempo. Já tava me deixando exausta! Pedi pra montar nele. Ele topou. Perguntei se queria experimentar eu colocar. Ele disse que não, que assim tava bom. Sem drama, sentei de frente pra ele e enfiei aquela pica até o talo. Montei nele enquanto nos beijávamos e apalpávamos tudo. Ele disse que tava muito tesudo e queria gozar. Perguntei como preferia: se no meu cu ou na boca. "Na boca. Mas rápido, porque a qualquer hora eu gozo." Tirei de uma vez e desci lá. Era verdade: não precisei rebolar muito pra uns bons jatos de leite bem carregados, acompanhados de uns gemidos mais melodiosos que a voz da Christina Aguilera, saírem da garganta dele, enquanto a minha se enchia do melhor dele...
O veredito dela foi que a experiência tinha sido boa, que ela se divertiu pra caralho comigo, mas que não sentia vontade de repetir. Que preferia mais sexo com mulheres. Ela foi embora, prometendo que se um dia repetisse, seria comigo. Infelizmente, depois de alguns dias, ela deletou o perfil e, como nunca pedi outro contato, nunca mais soube dela.
Ele veio na minha casa num meio-dia de fim de semana. Dava pra ver que tava muito nervoso, mas disfarçava bem. Era muito mais bonito pessoalmente. Rosto muito lindo, pernas muito boas, corpo forte mas nem gordo nem definido. Dava pra perceber que era real que nunca tinha estado numa situação sexual com um homem. Comecei tentando deixar ele à vontade, numa boa. Sempre deixei claro que se ele não quisesse que rolasse nada, podia levantar e ir embora a qualquer momento. Que isso também era parte de experimentar. Que ele não se sentisse obrigado a transar só porque tava na minha casa. E acho que ele levou isso muito ao pé da letra. Conversamos bastante, principalmente sobre a carreira de cantor que tava começando. E sobre como as minas caíam aos pés dele. E também sobre os amigos dele da área. Ele jurava que nunca tinha rolado nada com nenhum deles, mas admitia que mais de uma vez deram em cima dele e ele nunca pegou a deixa. Aí eu vi uma brecha: talvez ele tivesse vergonha de que "a fofoca se espalhasse" se rolasse algo com eles. Então deixei bem claro que eu não conhecia ninguém do círculo dele, que ninguém sequer sabia que ele tava na minha casa, que qualquer coisa que rolasse naquela tarde ia ficar entre as quatro paredes da minha casa... "E como é que começa? O que eu tenho que fazer?", ele perguntou, meio tímido e com medo... Bingo!
Sóli perguntei pra ele o que mais despertava a curiosidade dele sobre ficar com um cara, e que ele tava livre pra fazer isso comigo, que eu não ia me opor. Que o que ele quisesse fazer comigo (ou que eu fizesse nele), eu topava sem reclamar. Ele me perguntou se podia me beijar. Mas é claro! Era uma das coisas que eu mais queria fazer desde que vi ele no hall do meu prédio. Ele apoiou a mão tímida numa das minhas bochechas e me deu um beijão muito mais decidido. Além de lindo, beijava muito bem! Obviamente respondi com mais empolgação e já fui pra cima. Começou uma rodada de amasso frenético, com mãos por todo lado, menos nas zonas erógenas. Perguntei se ele não preferia ir pro quarto, pra ficar mais confortável. Deixei claro que se ele quisesse continuar assim, ou parar, tava tudo bem. Ele optou por ir pro quarto.
Lá o chupetaço e o amasso subiram de tom, embora ainda não tivéssemos tirado nada. Me animei a apalpar discretamente a virilha dele. Perguntei se podia continuar. Não só respondeu que sim; me perguntou "posso fazer o mesmo?". Mas é claro!! Aí ele soltou as mãos e começou a passá-las pelo meu corpo todo. Quando toquei o volume dele com mais vontade, notei que tinha um pedaço muito bom preso ali. Passei a mão com gosto. O cara tava curtindo pra caralho. E não parava de me beijar. "Quer chupar meu pau?", ele pergunta de repente. Não me davam as mãos pra arrancar a calça e a cueca branca imaculada que ele tava! Libertou uma rola linda: grande, grossa, proporcionada, depilada, com um belo par de bolas balançando. Comecei a chupar devagar, sem desespero, e o cara pedia mais, e mais. E eu ia aumentando o ritmo. Ele começou a guiar minha técnica oral com as mãos na minha nuca. Tava nas nuvens. O pau dele pulsava a todo vapor. Me puxou de repente, me deu um puta beijo, e eu, já de cueca, encostei minha bunda na cabeça da rola. "Não quer me comer?". "Como você quer que eu faça?". "Do jeito que você quiser! Eu cavalgo, de quatro, de bruços, colherinha...". Pediu pra eu tirar a cueca. Sugeri que ele mesmo tirasse. Meu pau, que tava durasso, saltou com força. Ele viu, soltou um "ufff" e quase sem jeito perguntou: "posso chupar o seu?". ALELUIA! Me chupou com uma devoção e uma ternura combinadas que raramente aconteceu comigo. Me deixou muito excitado e a ponto de gozar. Avisei e ele pediu "Vira". A CHUPADA DE CU QUE ELE ME DEU! Ainda alternando com bolas e pau. Se já tava aberto antes disso, depois dessa comida de rabo cabiam dois punhos! Pediu uma camisinha e começou a me penetrar bem devagarinho. Perguntava o tempo todo se tava bom, se doía. Eu tava nas nuvens. Sentia cada milímetro entrando, mas com total prazer. Depois que entrou, também, começou a se mexer calmo, suave. Eu de repente joguei toda a bunda pra Depois, enfiei tudo de uma vez, e o sinal chegou pra ele: começou a meter com tudo! Pediu pra me ver de frente, falou que achava muito lindo (e ele pra mim, nem te conto!) e colocou minhas pernas nos ombros dele. Que decisão boa que ele tomou: era uma beleza ver ele gozar com o pau dele no meu cu! Ele me serrou por um bom tempo. Já tava me deixando exausta! Pedi pra montar nele. Ele topou. Perguntei se queria experimentar eu colocar. Ele disse que não, que assim tava bom. Sem drama, sentei de frente pra ele e enfiei aquela pica até o talo. Montei nele enquanto nos beijávamos e apalpávamos tudo. Ele disse que tava muito tesudo e queria gozar. Perguntei como preferia: se no meu cu ou na boca. "Na boca. Mas rápido, porque a qualquer hora eu gozo." Tirei de uma vez e desci lá. Era verdade: não precisei rebolar muito pra uns bons jatos de leite bem carregados, acompanhados de uns gemidos mais melodiosos que a voz da Christina Aguilera, saírem da garganta dele, enquanto a minha se enchia do melhor dele...
O veredito dela foi que a experiência tinha sido boa, que ela se divertiu pra caralho comigo, mas que não sentia vontade de repetir. Que preferia mais sexo com mulheres. Ela foi embora, prometendo que se um dia repetisse, seria comigo. Infelizmente, depois de alguns dias, ela deletou o perfil e, como nunca pedi outro contato, nunca mais soube dela.
4 comentários - Hetero curioso