Estávamos tomando sol na varanda de casa, vi que ela enfiava a tanga que estava usando bem pra dentro da bunda. Quando perguntei o que ela tava fazendo, respondeu que era pra não ficar marca da roupa de banho, mas na real percebi que ela tinha levantado da espreguiçadeira e se virado de costas pra grade da varanda, dando um show danado pra dois adolescentes que moravam num prédio na frente e que não conseguiam se desgrudar da janela. Quando percebi e achando que a Marcela não tinha notado, avisei:
- Marce, vira pra cá que tão te olhando da frente.
- Sério?
Ela vira o rosto e, vendo os garotos, mostra a língua pra eles, passa pelos lábios, depois me olha e fala:
- Deixa eles olharem, me excita pensar que hoje à noite vão bater uma pensando em mim.
Marcela oferecendo a bunda pra uns desconhecidos olharem à vontade e ainda admitir que isso a excitava.
Não soube o que dizer, automaticamente senti que começava a ter uma ereção monstra.
Do jeito que deu, levantei da espreguiçadeira e me aproximei dela, dei um beijo na boca e, sussurrando no ouvido, comentei que o que ela tava fazendo era uma das minhas fantasias dos últimos meses e que, se ela gostava, eu não ia ficar com ciúmes; pelo contrário, ia ajudar ela a desenvolver a fantasia e ir até onde ela quisesse.
Quando ouviu isso, ela me encarou e perguntou:
- Ir até onde eu quiser?
- Sim, por quê? Até onde você quer chegar?, respondi.
- Queria mostrar a bunda pra esses garotos sem a roupinha. Você deixa?
A conversa tinha chegado num ponto que eu já não aguentava mais meu pau preso na calça.
Ela me olhava esperando a resposta, sem parar, claro, de se arquear cada vez mais pra se mostrar melhor pra esses garotos que, nessa altura, já tinham tirado os paus sem nenhum disfarce e estavam batendo uma baita bronha.
- Você não acha que seria Demais?, não te envergonha? perguntei.
- Não, de jeito nenhum, a única coisa que me dá um pouco de vergonha é confessar que sempre gostei de me exibir e especialmente me excita pra caralho quando os homens me olham e desejam minha bunda pequena.
Vi na cara dela que contar isso a deixava louca de tesão, e eu, que não ficava atrás no tesão, continuei perguntando.
- Você mostrou sua bunda pequena pra muitos caras ultimamente?
- Pra vários, quer que eu conte a última vez?
- Foi ontem quando saí do prédio pra academia com as leggings azuis e ao ver que Sérgio (o porteiro) e Ruben (o segurança) não conseguiam tirar os olhos de mim, abri um pouco as pernas, me agachei sem dobrar os joelhos e fingi que amarrava o cadarço do tênis, colocando a raba a um metro do rosto deles. Eles cravaram o olhar e eu vi o Ruben colocar a mão na calça e murmurar algo que não ouvi. Isso me excitou tanto que tive que voltar pra casa pra me trocar porque tinha me molhado toda.
Enquanto me contava isso, ela tinha aberto um pouco mais as pernas e começou a se tocar na buceta, sempre mostrando a bunda pra quem quisesse ver nas janelas em frente.
- Bom, se não te envergonha, tira a fio dental, mas espera eu ir pra dentro, pra te observar daí.
A única coisa que eu queria era não perder nada do espetáculo que minha mulher ia dar e queria ver enquanto batia uma punheta daquelas.
Quando a deixei sozinha, ela virou a cabeça pros olheiros, colocou a língua pra fora passando nos lábios, puxou o cordão de um dos lados da malha desatando o nó e voilà, lá estava ela parada na sacada com as pernas abertas, um dedo dentro da buceta e apontando a bunda pequena nua em plena luz do dia pra dezenas de janelas.
Ela se arqueava cada vez mais, abria os glúteos com a mão, mostrando o cuzinho gostoso e sempre sem parar de se masturbar, eu a ouvia dizer baixinho - Será que Gosta da minha bunda? Queriam chupar ela? Aqui está, toda pra vocês. De repente ela me olhou através do vidro e implorou pra eu meter a pica na boca dela, coisa que não pude evitar porque já ia estourar. Então saí na sacada, peguei ela pelos cabelos, e ela começou a chupar minha pica, enquanto eu, já fora de mim, gritava: "Você gosta de ser vista como uma putinha de bunda pequena? Queria ter outra pica atrás agora?" Ela balançava a cabeça e gemia como nunca tinha ouvido. Já tinha gozado umas 5 vezes. Eu continuei: "Sabe todos os senhores que devem estar batendo punheta pro seu rabo? Queria ter todos eles aqui, não quer, putinha?" "Siiim", ela dizia, mas eu não aguentei mais e tive um orgasmo monumental, que Marcela engoliu até a última gota. Dei um tapinha na bunda dela e entramos pra dentro, não sem antes ela se virar e mandar um beijo pras janelas.
Naquela noite a gente trepou como loucos.
O dia inteiro no escritório fiquei com um tesão brutal. Não via a hora de voltar pra casa pra contar pra Marcela o que tinha acontecido de manhã e ver a reação dela.
Voltando pra casa, quando chego na entrada do prédio, encontro o Ruben de novo, que me cumprimenta com um sorriso e o sem-vergonha me diz que se minha mulher precisar dele e do Sergio essa noite, é só contar, porque hoje era o dia de folga dele e tava disponível.
Eu não acreditava no que ouvia. Não respondi nada e subi o mais rápido que pude pro meu apartamento.
Quando abro a porta, encontro a Marcela cozinhando vestida só com uma tanga vermelha daquelas que entram bem no meio da bunda. Ela se aproxima pra me dar um beijo e diz que sorte eu ter chegado, porque ela já não aguentava mais de tesão e queria que eu comesse ela na sacada, na vista de todo mundo.
Falei que isso a gente não podia mais fazer, e contei que o porteiro tinha visto ela e tal, e que ele gostaria de fazer algo com a gente. Pensei que ela morreria de vergonha, mas não, estava muito enganado. Olho, ela toca a buceta e depois de um gemidinho me disse:
- Que delícia, e você, amor, o que achou da ideia?
- Na real, me pegou de surpresa, mas fiquei excitado o dia inteiro.
- Sabe que eu adoro mostrar a bundinha o tempo todo, e se você não se importa que fiquem olhando enquanto me come, a gente podia mandar eles subirem.
- Justamente hoje à noite eles estão de folga, eu falei.
- Por que você não desce e avisa eles pra virem às 10. Mas amor, não esquece de deixar bem claro que é só pra olhar, não vou deixar ninguém me tocar.
Então desci, encarei o Ruben e, sem muita enrolação, porque tava com bastante vergonha, falei que a Marce tinha topado a proposta de hoje à noite.
- Tinha certeza que ela tava morrendo de vontade de entregar a raba, ele disse.
- Entregar nada, falei, é só pra olharem, tá claro.
- Tá bem, sem problema nenhum.
Voltei pro apartamento e a gente se apressou pra preparar tudo. Decidimos que faríamos na sala, porque é o lugar maior da casa e dava pra colocar distância entre eles e a gente. Empurramos os sofás e colocamos eles virados pro colchão da cama que jogamos no chão. Trouxemos um abajur de pé que dava uma luz mais suave, mas que ao mesmo tempo iluminava tudo bem. Marcela vestiu um vestidinho turquesa que chega um pouco acima dos joelhos, de tecido fininho e justo o suficiente pra deixar ver a calcinha fio dental preta que mal cobria a raba e os biquinhos durinhos, já que ela não tava de sutiã.
Já tinha chegado a hora, e como era de esperar, pontualmente bateram na porta. Abri, e lá estavam Rubén e Sergio.
- Meu amor, já chegaram, vem dar um oi, gritei, enquanto Ruben e Sergio se acomodavam no sofá.
- Oi, como vocês estão? disse Marcela, como se fosse só uma visita social, e esticando o rosto deu um beijo na bochecha de cada um.
- Boa noite, senhora, responderam em dupla, que pelo nível de tesão que já Eles falaram meio cortado.
— Ela é muito gostosa — disse Sergio, que sempre foi o mais galanteador.
— E tem a melhor bunda do bairro — continuou Ruben —, mal posso esperar pra ver ela mostrando ela peladinha. — continuou, enquanto já tinha aberto o zíper da calça e dava pra ver uma ereção violenta.
— Então vocês querem ver minha bunda pequenininha? — respondeu Marcela, mordendo o lábio, por causa do tesão que as palavras do Rubén tinham causado nela.
— Meu amor, você deixa eu mostrar a bunda pra esses caras? — ela me perguntou, se fazendo de sonsa.
— Se você gosta, vai fundo — respondi.
Ela se virou e foi andando até o colchão, arqueou as costas, abriu um pouco as pernas e levantou um pouco o vestido, deixando metade da bunda linda à mostra. Olhou pra eles, passou a língua nos lábios e perguntou:
— Gostaram da minha bundinha? Querem ver ela toda?
— Claro, senhora, mas espera a gente tirar as calças pra gente bater uma punheta bem gostosa vendo essa bunda linda — respondeu Ruben.
E foi o que fizeram, se pelaram completamente e mostraram dois pauzões muito maiores que o meu, prestes a explodir. Quando minha mulher virou o rosto e viu aqueles paus enormes, não conseguiu evitar um gemido de prazer, que fez o Rubén comentar:
— Acho que sua mulher não gosta só de ser olhada, mas também de ver pica grande.
— É verdade isso, meu amor? — perguntei.
Marcela não respondeu, mas dava pra ver na cara que ela tinha adorado, e que tinha ficado tão excitada que quase arrancou o vestido de uma vez, ficando só com a calcinha fio dental preta que mal cobria a bunda dela. Ela ficou de quatro no colchão, arqueou as costas e mostrou uma vista fabulosa da bundinha, enquanto enfiava um dedo na buceta e perguntava:
— Isso dá muito tesão em vocês, me ver assim?
— Na verdade, o que me dá tesão é você ser tão puta, senhora — respondeu Sergio.
— Não quer tirar essa calcinha e mostrar a Buraquinho?", perguntou Ruben.
- Meu amor, deixa eu mostrar o buraquinho pros senhores?, ela me perguntou, enquanto rebolava o rabo pra frente e pra trás.
- Seu marido deixa você fazer o que quiser e como eu sei que você tá doida pra um de nós tirar sua fio dental, não vou deixar você na vontade, disse Ruben.
Naquela hora, Ruben levantou do sofá e foi direto pro colchão onde a Marcela estava. Já tinha perdido o controle e pensei que minha mulher ia resistir a ser tocada, mas me enganei. Pelo contrário, ela continuou na mesma posição e ainda arqueou mais pra deixar o Ruben enfiar os dedos nas laterais da fio dental e puxar pra baixo, deixando toda a bunda da minha mulher no ar.
- O que acharam do meu buraquinho?, perguntou Marcela, tocando nele com um dedinho.
É um cuzinho que precisa de uma linguada, ele respondeu, e na mesma hora se abaixou e enfiou a língua no cu da minha mulher, que já tava fora de si, se mexendo desesperadamente e gritando coisas tipo:
- Isso, senhor, chupa minha bucetinha, por favor. Enfia a língua toda.
Ruben só tirava a boca do cu pra gritar putarias como:
- Eu sabia que você era muito safada e que tava há tempos querendo que dois homens de verdade te comessem. Vem, Sergio, que nós dois vamos partir essa puta no meio.
Ruben levantou, me olhou como quem pede permissão e foi direto colocar a boca na bunda da Marcela, lugar que o Ruben cedeu pra ele, que foi pra cara da Marcela e comeu a boca dela com um beijo que ela respondeu colocando a língua pra fora e olhando pra ele de um jeito que pedia aos berros pra ele enfiar a pica enorme na boca dela, coisa que Ruben não fez questão. Não consigo explicar a desesperação com que ela chupava aquele pauzão.
Eu tinha sentado no sofá e contemplava a cena batendo uma punheta daquelas.
Marcela só tirava a pica da boca pra gritar pra mim: - Meu amor, sou muito puta e adoro que chupem minha bucetinha. Continuaram assim por um tempo e de repente Rubén disse a Sergio: — sai daí que vou arrebentar esse buraco que ela adora mostrar.
Rubén se ajoelhou atrás da minha esposa e, de uma só vez, enfiou o pau até o fundo, e Marcela respondeu com um grito misturado de dor e prazer.
— Não parava de se mexer e gritar descontroladamente.
— Agora o Sergio vai meter nela e você vai chupar o meu e engolir toda a porra até a última gota — ele ordenou.
Marcela, claro, obedeceu e, enquanto Sergio destruía o cu dela com aquele pedaço, ela chupou até engolir todo o sêmen do Rubén, e continuou chupando até que Sergio encheu a bunda dela toda com a porra dele.
Enquanto isso, eu já não aguentei mais e soltei toda a minha porra. Marcela ficou caída de bruços, exausta.
- Marce, vira pra cá que tão te olhando da frente.
- Sério?
Ela vira o rosto e, vendo os garotos, mostra a língua pra eles, passa pelos lábios, depois me olha e fala:
- Deixa eles olharem, me excita pensar que hoje à noite vão bater uma pensando em mim.
Marcela oferecendo a bunda pra uns desconhecidos olharem à vontade e ainda admitir que isso a excitava.
Não soube o que dizer, automaticamente senti que começava a ter uma ereção monstra.
Do jeito que deu, levantei da espreguiçadeira e me aproximei dela, dei um beijo na boca e, sussurrando no ouvido, comentei que o que ela tava fazendo era uma das minhas fantasias dos últimos meses e que, se ela gostava, eu não ia ficar com ciúmes; pelo contrário, ia ajudar ela a desenvolver a fantasia e ir até onde ela quisesse.
Quando ouviu isso, ela me encarou e perguntou:
- Ir até onde eu quiser?
- Sim, por quê? Até onde você quer chegar?, respondi.
- Queria mostrar a bunda pra esses garotos sem a roupinha. Você deixa?
A conversa tinha chegado num ponto que eu já não aguentava mais meu pau preso na calça.
Ela me olhava esperando a resposta, sem parar, claro, de se arquear cada vez mais pra se mostrar melhor pra esses garotos que, nessa altura, já tinham tirado os paus sem nenhum disfarce e estavam batendo uma baita bronha.
- Você não acha que seria Demais?, não te envergonha? perguntei.
- Não, de jeito nenhum, a única coisa que me dá um pouco de vergonha é confessar que sempre gostei de me exibir e especialmente me excita pra caralho quando os homens me olham e desejam minha bunda pequena.
Vi na cara dela que contar isso a deixava louca de tesão, e eu, que não ficava atrás no tesão, continuei perguntando.
- Você mostrou sua bunda pequena pra muitos caras ultimamente?
- Pra vários, quer que eu conte a última vez?
- Foi ontem quando saí do prédio pra academia com as leggings azuis e ao ver que Sérgio (o porteiro) e Ruben (o segurança) não conseguiam tirar os olhos de mim, abri um pouco as pernas, me agachei sem dobrar os joelhos e fingi que amarrava o cadarço do tênis, colocando a raba a um metro do rosto deles. Eles cravaram o olhar e eu vi o Ruben colocar a mão na calça e murmurar algo que não ouvi. Isso me excitou tanto que tive que voltar pra casa pra me trocar porque tinha me molhado toda.
Enquanto me contava isso, ela tinha aberto um pouco mais as pernas e começou a se tocar na buceta, sempre mostrando a bunda pra quem quisesse ver nas janelas em frente.
- Bom, se não te envergonha, tira a fio dental, mas espera eu ir pra dentro, pra te observar daí.
A única coisa que eu queria era não perder nada do espetáculo que minha mulher ia dar e queria ver enquanto batia uma punheta daquelas.
Quando a deixei sozinha, ela virou a cabeça pros olheiros, colocou a língua pra fora passando nos lábios, puxou o cordão de um dos lados da malha desatando o nó e voilà, lá estava ela parada na sacada com as pernas abertas, um dedo dentro da buceta e apontando a bunda pequena nua em plena luz do dia pra dezenas de janelas.
Ela se arqueava cada vez mais, abria os glúteos com a mão, mostrando o cuzinho gostoso e sempre sem parar de se masturbar, eu a ouvia dizer baixinho - Será que Gosta da minha bunda? Queriam chupar ela? Aqui está, toda pra vocês. De repente ela me olhou através do vidro e implorou pra eu meter a pica na boca dela, coisa que não pude evitar porque já ia estourar. Então saí na sacada, peguei ela pelos cabelos, e ela começou a chupar minha pica, enquanto eu, já fora de mim, gritava: "Você gosta de ser vista como uma putinha de bunda pequena? Queria ter outra pica atrás agora?" Ela balançava a cabeça e gemia como nunca tinha ouvido. Já tinha gozado umas 5 vezes. Eu continuei: "Sabe todos os senhores que devem estar batendo punheta pro seu rabo? Queria ter todos eles aqui, não quer, putinha?" "Siiim", ela dizia, mas eu não aguentei mais e tive um orgasmo monumental, que Marcela engoliu até a última gota. Dei um tapinha na bunda dela e entramos pra dentro, não sem antes ela se virar e mandar um beijo pras janelas.
Naquela noite a gente trepou como loucos.
O dia inteiro no escritório fiquei com um tesão brutal. Não via a hora de voltar pra casa pra contar pra Marcela o que tinha acontecido de manhã e ver a reação dela.
Voltando pra casa, quando chego na entrada do prédio, encontro o Ruben de novo, que me cumprimenta com um sorriso e o sem-vergonha me diz que se minha mulher precisar dele e do Sergio essa noite, é só contar, porque hoje era o dia de folga dele e tava disponível.
Eu não acreditava no que ouvia. Não respondi nada e subi o mais rápido que pude pro meu apartamento.
Quando abro a porta, encontro a Marcela cozinhando vestida só com uma tanga vermelha daquelas que entram bem no meio da bunda. Ela se aproxima pra me dar um beijo e diz que sorte eu ter chegado, porque ela já não aguentava mais de tesão e queria que eu comesse ela na sacada, na vista de todo mundo.
Falei que isso a gente não podia mais fazer, e contei que o porteiro tinha visto ela e tal, e que ele gostaria de fazer algo com a gente. Pensei que ela morreria de vergonha, mas não, estava muito enganado. Olho, ela toca a buceta e depois de um gemidinho me disse:
- Que delícia, e você, amor, o que achou da ideia?
- Na real, me pegou de surpresa, mas fiquei excitado o dia inteiro.
- Sabe que eu adoro mostrar a bundinha o tempo todo, e se você não se importa que fiquem olhando enquanto me come, a gente podia mandar eles subirem.
- Justamente hoje à noite eles estão de folga, eu falei.
- Por que você não desce e avisa eles pra virem às 10. Mas amor, não esquece de deixar bem claro que é só pra olhar, não vou deixar ninguém me tocar.
Então desci, encarei o Ruben e, sem muita enrolação, porque tava com bastante vergonha, falei que a Marce tinha topado a proposta de hoje à noite.
- Tinha certeza que ela tava morrendo de vontade de entregar a raba, ele disse.
- Entregar nada, falei, é só pra olharem, tá claro.
- Tá bem, sem problema nenhum.
Voltei pro apartamento e a gente se apressou pra preparar tudo. Decidimos que faríamos na sala, porque é o lugar maior da casa e dava pra colocar distância entre eles e a gente. Empurramos os sofás e colocamos eles virados pro colchão da cama que jogamos no chão. Trouxemos um abajur de pé que dava uma luz mais suave, mas que ao mesmo tempo iluminava tudo bem. Marcela vestiu um vestidinho turquesa que chega um pouco acima dos joelhos, de tecido fininho e justo o suficiente pra deixar ver a calcinha fio dental preta que mal cobria a raba e os biquinhos durinhos, já que ela não tava de sutiã.
Já tinha chegado a hora, e como era de esperar, pontualmente bateram na porta. Abri, e lá estavam Rubén e Sergio.
- Meu amor, já chegaram, vem dar um oi, gritei, enquanto Ruben e Sergio se acomodavam no sofá.
- Oi, como vocês estão? disse Marcela, como se fosse só uma visita social, e esticando o rosto deu um beijo na bochecha de cada um.
- Boa noite, senhora, responderam em dupla, que pelo nível de tesão que já Eles falaram meio cortado.
— Ela é muito gostosa — disse Sergio, que sempre foi o mais galanteador.
— E tem a melhor bunda do bairro — continuou Ruben —, mal posso esperar pra ver ela mostrando ela peladinha. — continuou, enquanto já tinha aberto o zíper da calça e dava pra ver uma ereção violenta.
— Então vocês querem ver minha bunda pequenininha? — respondeu Marcela, mordendo o lábio, por causa do tesão que as palavras do Rubén tinham causado nela.
— Meu amor, você deixa eu mostrar a bunda pra esses caras? — ela me perguntou, se fazendo de sonsa.
— Se você gosta, vai fundo — respondi.
Ela se virou e foi andando até o colchão, arqueou as costas, abriu um pouco as pernas e levantou um pouco o vestido, deixando metade da bunda linda à mostra. Olhou pra eles, passou a língua nos lábios e perguntou:
— Gostaram da minha bundinha? Querem ver ela toda?
— Claro, senhora, mas espera a gente tirar as calças pra gente bater uma punheta bem gostosa vendo essa bunda linda — respondeu Ruben.
E foi o que fizeram, se pelaram completamente e mostraram dois pauzões muito maiores que o meu, prestes a explodir. Quando minha mulher virou o rosto e viu aqueles paus enormes, não conseguiu evitar um gemido de prazer, que fez o Rubén comentar:
— Acho que sua mulher não gosta só de ser olhada, mas também de ver pica grande.
— É verdade isso, meu amor? — perguntei.
Marcela não respondeu, mas dava pra ver na cara que ela tinha adorado, e que tinha ficado tão excitada que quase arrancou o vestido de uma vez, ficando só com a calcinha fio dental preta que mal cobria a bunda dela. Ela ficou de quatro no colchão, arqueou as costas e mostrou uma vista fabulosa da bundinha, enquanto enfiava um dedo na buceta e perguntava:
— Isso dá muito tesão em vocês, me ver assim?
— Na verdade, o que me dá tesão é você ser tão puta, senhora — respondeu Sergio.
— Não quer tirar essa calcinha e mostrar a Buraquinho?", perguntou Ruben.
- Meu amor, deixa eu mostrar o buraquinho pros senhores?, ela me perguntou, enquanto rebolava o rabo pra frente e pra trás.
- Seu marido deixa você fazer o que quiser e como eu sei que você tá doida pra um de nós tirar sua fio dental, não vou deixar você na vontade, disse Ruben.
Naquela hora, Ruben levantou do sofá e foi direto pro colchão onde a Marcela estava. Já tinha perdido o controle e pensei que minha mulher ia resistir a ser tocada, mas me enganei. Pelo contrário, ela continuou na mesma posição e ainda arqueou mais pra deixar o Ruben enfiar os dedos nas laterais da fio dental e puxar pra baixo, deixando toda a bunda da minha mulher no ar.
- O que acharam do meu buraquinho?, perguntou Marcela, tocando nele com um dedinho.
É um cuzinho que precisa de uma linguada, ele respondeu, e na mesma hora se abaixou e enfiou a língua no cu da minha mulher, que já tava fora de si, se mexendo desesperadamente e gritando coisas tipo:
- Isso, senhor, chupa minha bucetinha, por favor. Enfia a língua toda.
Ruben só tirava a boca do cu pra gritar putarias como:
- Eu sabia que você era muito safada e que tava há tempos querendo que dois homens de verdade te comessem. Vem, Sergio, que nós dois vamos partir essa puta no meio.
Ruben levantou, me olhou como quem pede permissão e foi direto colocar a boca na bunda da Marcela, lugar que o Ruben cedeu pra ele, que foi pra cara da Marcela e comeu a boca dela com um beijo que ela respondeu colocando a língua pra fora e olhando pra ele de um jeito que pedia aos berros pra ele enfiar a pica enorme na boca dela, coisa que Ruben não fez questão. Não consigo explicar a desesperação com que ela chupava aquele pauzão.
Eu tinha sentado no sofá e contemplava a cena batendo uma punheta daquelas.
Marcela só tirava a pica da boca pra gritar pra mim: - Meu amor, sou muito puta e adoro que chupem minha bucetinha. Continuaram assim por um tempo e de repente Rubén disse a Sergio: — sai daí que vou arrebentar esse buraco que ela adora mostrar.
Rubén se ajoelhou atrás da minha esposa e, de uma só vez, enfiou o pau até o fundo, e Marcela respondeu com um grito misturado de dor e prazer.
— Não parava de se mexer e gritar descontroladamente.
— Agora o Sergio vai meter nela e você vai chupar o meu e engolir toda a porra até a última gota — ele ordenou.
Marcela, claro, obedeceu e, enquanto Sergio destruía o cu dela com aquele pedaço, ela chupou até engolir todo o sêmen do Rubén, e continuou chupando até que Sergio encheu a bunda dela toda com a porra dele.
Enquanto isso, eu já não aguentei mais e soltei toda a minha porra. Marcela ficou caída de bruços, exausta.
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