O amigo da minha avó é um senhor de 57 anos, muito peludo, alto (1,85m), um pouco gordo, com barriga, meio careca e com alguns fios grisalhos. Vou chamá-lo de Carlos pra não dar o nome verdadeiro. Ele trabalha na ferragem e na oficina de carros que tem há uma vida inteira. Desde que descobri minhas inclinações sexuais, sempre gostei muito do Sr. Carlos e me contentava em vê-lo de perto toda vez que ele vinha visitar minha avó. Eles eram quase irmãos. Eu curtia aqueles momentos porque ele sempre estava com o peito aberto por alguma camisa desabotoada e eu podia admirar aquele corpo peludo, bem peludo. Desde que comecei a me mostrar mais feminina, o tratamento dele comigo mudou, eu tinha certeza da tensão sexual. Um dia, eu tava à toa na casa da minha avó umas 10 horas, quando ela me disse que ele e a mulher dele viriam. Minha avó ia acompanhar a amiga dela no supermercado e o Carlos ia ficar cozinhando um leitão (leva horas). Aquela era minha chance e não ia desperdiçar. O Sr. Carlos já estava no jardim dos fundos lendo o jornal e eu me aproximei dizendo que já tava entediada de esperar... tinha alguma notícia interessante? Fiquei atrás da cadeira onde ele tava sentado (com os pés apoiados num banco) e comecei a ler o jornal. Ele disse: "olha você mesma". Num dado momento, ele começou a massagear os peitorais peludos e eu falei: - Eu: Tá doendo? - Ele: Não, é que eu gosto de sentir os pelos entre os dedos. Você já fez isso alguma vez? - Eu: Não, não sou peludo, e muito menos igual você - Ele: eu sei, quer experimentar? E eu lancei minha mão direto no peito dele. Que sensação tão especial. Passei minha mão por todo o peito dele, barriga, braços, e quando toquei nos mamilos, ele soltou um suspiro de satisfação. Isso me fez repetir várias vezes. E ele diz: - Ele: olha essa notícia. - Eu: qual? - Ele: a que tá aqui embaixo da página. Quando olhei, era um anúncio de sabonete de banho que não interessava nada. O interessante era que debaixo da notícia dava pra ver uma ereção enorme. - Eu: Que notícia grande, queria ler ela mais de perto. —Ele: vamos para o quarto pra você ver melhor. No caminho pro quarto, ele vinha atrás de mim, levantou minha camiseta e passou a mão na minha bunda. Já no quarto, ele abaixou o shortinho que tava e deixou eu ver o pau dele duro. Tinha uns 17cm, grosso, com a cabeça um pouco maior que o resto. Eu me ajoelhei e comecei a chupar aquele membro delicioso. Ele se deitou na cama e abriu as pernas. Que homem lindo. Pelado e duro, eu dei aquela mamada completa: bolas, pau, mamilos, pescoço, tudo que dava pra chupar. Ele guiava minha cabeça pra onde queria que eu chupasse, gemendo e respirando fundo. Em pouco tempo ganhei meu prêmio: uma chupada de bunda monstra... gozei sem me tocar... Ele bateu uma e gozou no meu cu... Ficamos um tempinho na cama e ele disse que tava há muitos dias sem gozar. A esposa dele tava "de mal" com ele e eu saí ganhando. Combinamos que quando ele ficasse sozinho em casa, me avisaria pra repetir. Não precisei esperar muito, porque desde aquele dia, ele passava muito tempo na casa da minha avó e com certa frequência nos deixavam sozinhos. Assim a gente seguiu por um ano e meio. Dos outros encontros, vou dar mais detalhes num próximo relato. Tchau: instagram: @Valen.nuganci
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