Fiquei nervosa e ao mesmo tempo animada quando eu e minhas duas amigas entramos no quarto do motel com três caras que conhecemos no bar. Tinha dois sofás e só uma cama, então minha mente já foi imaginando o que ia rolar, bem na hora que era uma da manhã.
Marlene, de pele bem branca e magrinha, cabelo preto até a cintura, foi quem sentou no meio dos dois caras que, entre brincadeiras, começaram a tocar e beijar ela. Liliana, que é loira, cheia de curvas e dizem que é sapatão, e a mais velha de nós duas, sentamos nas laterais do cara.
Bom, aí começamos a comer o cara de beijos e de repente ela me beijou ao mesmo tempo que abaixava o zíper da calça dele, tirando um pau enorme que levou direto pra boca.
Virei pra ver Marlene e ela já tava de joelhos, chupando um cara, e o outro cara tava com ela de calcinha no joelho, beijando a bunda dela. Eu tirei o vestido e o sutiã, deixando meus peitos serem tocados e beijados, enquanto Liliana fazia o pau crescer cada vez mais, metendo e tirando da boca até ele ficar duro e curvado. Como parecia que ela não ia dividir, então fui até minha outra amiga e tirei um cara de lá, hehehe.
Cada uma com seu parceiro, eu aproximei o pau da boca e pensei: “Mãe, me perdoa, mas vou aproveitar”. Então fui saboreando até ele tirar de mim, pensando que ia gozar, porque sabia que não ia crescer mais.
Meninas – gritou Liliana – é hora de montar, enquanto enfiava na buceta o maior pau do quarto. Prontas? – ela gritou – no 1, 2 e no 3, e começamos a cavalgar. Num instante o quarto se encheu de gemidos e gritos, cheirando a sexo.
Eu me mexia num ritmo que sabia que o cara não ia aguentar, enquanto virava pra ver minhas amigas, o suor escorrendo nos corpos delas. Ouvi Marlene pedindo pro cara meter mais forte, e Liliana gemendo sem parar, dizendo “que gostoso, você tem”.
Liliana foi a primeira a trocar de posição, abriu as pernas dela, brancas e torneadas. pernas se segurando nos saltos
dos tênis, que era a única coisa que ela vestia, ele a penetrava até o talo
enquanto os peitos dela balançavam. No final, cada um gozou com seu parceiro: na Liliana, a pica enorme
do cara inundou a buceta dela de porra e, mesmo depois de ter acabado, ainda
sobrou força pra continuar metendo até ele gozar de novo, mas dessa vez
na boca dela. Na Marlene, ele esporrou tudo na boca, e em mim o cara deu uma
quantidade generosa e quente nos meus peitos, que eu espalhei com as mãos.
A verdade é que nunca tinha visto
minhas amigas sem roupa, muito menos que a gente compartilhasse uma experiência de sexo, e
queria repetir.
Marlene, de pele bem branca e magrinha, cabelo preto até a cintura, foi quem sentou no meio dos dois caras que, entre brincadeiras, começaram a tocar e beijar ela. Liliana, que é loira, cheia de curvas e dizem que é sapatão, e a mais velha de nós duas, sentamos nas laterais do cara.
Bom, aí começamos a comer o cara de beijos e de repente ela me beijou ao mesmo tempo que abaixava o zíper da calça dele, tirando um pau enorme que levou direto pra boca.
Virei pra ver Marlene e ela já tava de joelhos, chupando um cara, e o outro cara tava com ela de calcinha no joelho, beijando a bunda dela. Eu tirei o vestido e o sutiã, deixando meus peitos serem tocados e beijados, enquanto Liliana fazia o pau crescer cada vez mais, metendo e tirando da boca até ele ficar duro e curvado. Como parecia que ela não ia dividir, então fui até minha outra amiga e tirei um cara de lá, hehehe.
Cada uma com seu parceiro, eu aproximei o pau da boca e pensei: “Mãe, me perdoa, mas vou aproveitar”. Então fui saboreando até ele tirar de mim, pensando que ia gozar, porque sabia que não ia crescer mais.
Meninas – gritou Liliana – é hora de montar, enquanto enfiava na buceta o maior pau do quarto. Prontas? – ela gritou – no 1, 2 e no 3, e começamos a cavalgar. Num instante o quarto se encheu de gemidos e gritos, cheirando a sexo.
Eu me mexia num ritmo que sabia que o cara não ia aguentar, enquanto virava pra ver minhas amigas, o suor escorrendo nos corpos delas. Ouvi Marlene pedindo pro cara meter mais forte, e Liliana gemendo sem parar, dizendo “que gostoso, você tem”.
Liliana foi a primeira a trocar de posição, abriu as pernas dela, brancas e torneadas. pernas se segurando nos saltos
dos tênis, que era a única coisa que ela vestia, ele a penetrava até o talo
enquanto os peitos dela balançavam. No final, cada um gozou com seu parceiro: na Liliana, a pica enorme
do cara inundou a buceta dela de porra e, mesmo depois de ter acabado, ainda
sobrou força pra continuar metendo até ele gozar de novo, mas dessa vez
na boca dela. Na Marlene, ele esporrou tudo na boca, e em mim o cara deu uma
quantidade generosa e quente nos meus peitos, que eu espalhei com as mãos.
A verdade é que nunca tinha visto
minhas amigas sem roupa, muito menos que a gente compartilhasse uma experiência de sexo, e
queria repetir.
1 comentários - sexo com amigos