Oi, beleza?
Aqui estou eu de novo... Adorei ter compartilhado minha experiência passada e ver suas mensagens e comentários, curti demais, por isso quero contar mais um acontecimento. Vou tentar ser breve, mas haha não prometo nada.
Pra contextualizar, depois da minha aventura que contei no post passado, eu não voltei pros cursos, em parte por vergonha e por me sentir muito desconfortável com o que rolou, simplesmente falei que não tava mais afim nem com tempo e pronto... Embora uma parte de mim quisesse voltar e fazer de novo o que fiz, às vezes eu lembrava daquele dia e ficava muito excitada, tanto que sem perceber começava a me tocar e me masturbar. Achei que sentiria nojo ao lembrar do que fiz com aquele senhor, mas nada disso, me excitava pra caralho e era por isso que eu queria voltar e fazer de novo, mas não fiz porque ficava dizendo pra mim mesma que não era certo ou que alguém poderia descobrir ou algo assim... Por sorte aquele senhor não me procurou de novo (também era um medo)... Bom, foda-se, vou começar... Eu moro só com meu pai. Um dia ele me disse que viria um cara de confiança pra fazer uns reparos em casa, e que se eu quisesse, podia passar o dia na casa da minha avó pra não ouvir o barulho e tal... Numa segunda-feira, acordei e desci pra tomar café, notei que tinha alguém lá e não era meu pai, já que era tarde e ele sai cedo pra trabalhar... Olhei e vi que era o cara que ia fazer os reparos. Quando vi ele, cumprimentei e passei reto... Mas entrei em pânico por um momento, porque eu conhecia ele, sim, SIM, EU CONHECIA ELE. Era um dos senhores do curso. Acontece que ele é um desses caras que faz de tudo, entende de alvenaria, encanamento, elétrica e tal... Ele também me reconheceu. Fui pro meu quarto, tomei banho e fui pra casa da minha avó, só voltei pra casa à noite.
No dia seguinte, desci de novo e o senhor já estava lá. Dei bom dia e ele me cumprimentou super educado... Sentei pra tomar café e, de canto de olho, vi que ele ficava me olhando muito. Pra quebrar o gelo, falei: — Ei, eu conheço o senhor, né? E ele respondeu: — Sim, você é a moça que ia nos workshops, né? E eu: — Sou eu mesma, por isso que achei familiar. E ele: — Sim, lembro bem de você. Notei que os olhos dele desciam de vez em quando pros meus peitos, e foi aí que lembrei que não tava usando sutiã, e os bicos marcavam um pouco. Isso me fez lembrar de umas coisas e me senti estranhamente excitada, e pensei que talvez pudesse me divertir um pouco de novo.
Durante o dia, eu ia até onde ele tava trabalhando e puxava conversa. Óbvio que não coloquei sutiã, e fingia que não notava que o senhor baixava o olhar pra ver meus peitos. Eu me mexia e brincava um pouco pra fazer meus peitos balançarem e deixar mais claro que não tinha nada por baixo da blusa... Quando anoitecia, o senhor se despedia e ia embora.
Uma manhã, desci com uma blusa bem decotada e me fazia de desastrada pra ele poder ver mais lá dentro. Também usava leggings sem calcinha, e o senhor babava quando me via, e eu, como sempre, fazia de conta que não percebia. que ele não percebia... Um dia, coloquei um short bem curtinho que uso pra dormir quando tá muito calor, óbvio, vesti sem calcinha e uma blusinha minúscula de alças, também sem sutiã por baixo... Quando o senhor me viu, deixei ele até nervoso, e ele nem conseguia disfarçar o olhar no meu corpo todo, e ficou evidente uma ereção. Quando percebi, fiquei super excitada, senti como me molhava, fui pro meu quarto e comecei a me tocar toda, me masturbei pensando naquilo tudo.
No dia seguinte, me joguei: fingi esquecer minha toalha, entrei no banho e comecei a chamar ele. Ele perguntou se podia entrar no meu quarto, do banheiro gritei que sim, que por favor me passasse uma toalha. Ele disse que sim e bateu na porta do banheiro. Fiquei atrás da porta e abri um pouquinho, e eu sei que de fora do banheiro dá pra ver o reflexo do espelho que tenho lá dentro. Então, quando abri a porta, a primeira coisa que o senhor viu foi meu espelho e, claro, o reflexo do meu corpo atrás da porta. Estiquei a mão, peguei a toalha e fechei. Tinha certeza de que ele tinha me visto, e eu tava super excitada. Saí rápido, coloquei uma blusinha e uma saia, sem calcinha nenhuma, desci pra ver como ele tava, se o pau dele tava duro ou só pelo tesão de saber que eu tava sem calcinha e de saia. Ao descer o primeiro degrau, escorreguei e caí sentada, soltei um gritinho, e o senhor veio correndo. De baixo, perguntou o que tinha acontecido, respondi envergonhada que tinha caído, e ele perguntou se eu tava bem. Disse que tava doendo, ele começou a subir a escada em minha direção, e eu me levantei... Ele me olhou e não tirava os olhos das minhas pernas. Me levantei e me virei pra dar a bunda pra ele, e falei: — Não sei se me machuquei, tá doendo. Ele disse: — Posso ver se você quiser. Parou uns dois degraus abaixo de mim e se inclinou na minha perna. Comecei a levantar um pouco a saia, e ele falou: — Não tô vendo vermelho. E eu perguntei: — Tem certeza? É que tá doendo mesmo. Ele disse: — Deixa eu ver mais de perto. E eu, meio que me virando... Pra trás, eu percebia como o senhor se abaixava mais pra ver melhor debaixo da minha saia. Eu falei pra ele dar uma olhada mais de perto, e ele me disse de novo: — Pois é, na perna não tá aparecendo nada vermelho. E eu respondi: — Ah, tá, é que eu dei um tombo, o golpe não foi tão embaixo. Aí eu levantei mais a saia, puxei ela até quase começar as nádegas. Eu tava tão excitada só de pensar que ele tava me vendo e que eu não tava de calcinha. O senhor se inclinava mais ou levantava minha saia ainda mais, devia estar me vendo por completo: minhas pernas, minhas nádegas e minha buceta, tudo natural, completamente pelada e tão perto... Nessa hora ele falou: — É, acho que você tá com vermelho sim, olha aqui. E ele tocou a parte da nádega que aparecia debaixo da minha saia e disse: — Acho que mais pra cima tá mais vermelho. Eu só respondi: — Que merda, sério? E, sem pensar, levantei a saia toda até as costas, fiquei pelada com as nádegas no ar e, claro, a buceta também assim... Ouvi o senhor dar um suspiro e falar: — Ai, mocinha, o que cê tá fazendo? Eu, super excitada, respondi: — Nada, é pra você ver melhor. Ele disse: — Ai, que delícia, cê é muito gostosa mesmo. Eu me joguei um pouco pra trás, levantando as nádegas até sentir minhas bundas encostarem na cara do senhor. Virei um pouco, estiquei o braço pra trás, peguei a cabeça do cara e puxei ele pro meu rabo. Senti a cara dele entre minhas nádegas, e ele começou a lamber minha bunda e meu cuzinho. Ele pegava minhas nádegas e abria pra lamber mais fundo, e começou a lamber minha buceta. Eu tava completamente excitada, sentindo um tesão do caralho. Eu só gemia enquanto ele passava a língua pra cima e pra baixo na minha buceta, apertando minhas nádegas com as mãos, me lambendo e chupando gostoso pra caralho... Minhas pernas tremiam, então eu me deixei cair de joelhos, fiquei de quatro, e ele se ajeitou pra continuar me fazendo sexo oral... Eu só gemia e rebolava. Nisso, o telefone de casa tocou, o que nos assustou um pouco. Eu caí na real do que tava rolando e me... Levantei, corri pro meu quarto e fechei a porta. Passei a mão na minha buceta e ela tava encharcada de saliva e dos meus próprios fluidos… Ainda tava muito, muito quente, então falei: "já que é isso, que venha o que tiver que vir, hehehe…" Abri a porta um pouquinho e chamei ele. Ele veio meio nervoso, pedi pra ele entrar no meu quarto e falei que o que tinha rolado tinha sido uma loucura, que por favor esquecesse. Ele me olhava fixo e ainda dava pra ver uma leve ereção. Ele disse que ia esquecer, que não tinha acontecido nada… Agradeci e falei: "Valeu por entender, você é muito gentil. Eu também sou muito gentil e quero te recompensar… Fecha os olhos e não abre." Ele obedeceu e fechou. Eu me agachei, desabotoei a calça dele e ele perguntou: "O que cê tá fazendo, menina safada?" E eu respondi: "Nada, nada… não abre os olhos, hein!" Abaixei a calça e a cueca dele, peguei no pau dele e comecei a acariciar e brincar com as mãos. Cada vez ficava maior e mais duro. Comecei a masturbar ele até ficar bem durinho. Aí comecei a chupar e lamber, brincando com a língua. Ele segurou minha cabeça e começou a me mover pra fazer o pau dele entrar e sair da minha boca. Eu continuei chupando e lambendo… Levantei e pedi pra ele continuar de olhos fechados. Ele obedeceu. Tirei a saia e a blusa, me virei e me inclinei um pouco, mostrando a bunda. Peguei o pau dele e comecei a passar entre minhas nádegas e pela minha buceta. A cabeça do pau dele deslizava entre os lábios da minha buceta e eu sentia como ela tava molhada e o pau dele mega duro. Ele só falava: "O que cê tá fazendo, mocinha? O que cê tá fazendo?" Eu só ria baixinho e gemia. Ajeitei a cabeça do pau dele na entrada da minha buceta e comecei a me empurrar pra trás pra ele ir entrando. Ele tava encostado na parede, o pau dele ia entrando em mim e minha bunda batendo na pélvis dele. Quando já tava dentro de mim, ele falou: "O que cê fez, só assim mesmo, mas tá bom. Pelado é mais gostoso, você é bem delícia e bem apertadinha." Ele segurou minha cintura e começou a me foder, me movendo. Pra frente e pra trás, eu mexia minha bunda pra sentir mais gostoso, tava gemendo e aproveitando demais. Com a mão dele, ele pegou uma das minhas tetas e começou a acariciar, e isso me excitou ainda mais. Depois, agarrou minhas nádegas e foi abrindo um pouco, tentando enfiar o pau dele mais fundo, me dando umas estocadas. Eu até me levantava na ponta dos pés quando ele fazia isso, e não conseguia segurar os gemidos. Ele ainda passava o dedo na borda do meu cuzinho, não posso negar que gostei… Ficamos assim até eu pedir pra ele deitar na minha cama. Ele deitou de barriga pra cima, e eu montei em cima dele. Coloquei minhas tetas na cara dele, e ele chupava elas, amei aquilo. Depois me ajeitei e ele enfiou o pau de novo, eu tava cavalgando ele, me movendo pra cima e pra baixo, rebolando a cintura, rápido e devagar. Ele também se mexia, deixando tudo mais gostoso. Eu me movia e minhas nádegas quicavam nele… Até que ele falou: — Acho que vou gozar. Eu respondi: — Então goza. Ele disse: — Então tira, senão vou gozar dentro. Eu só falei: — Não vou tirar não — e continuei me mexendo. Ele me agarrou firme pela cintura, me puxou, levantou a pélvis fazendo o pau dele entrar ainda mais fundo em mim, e começou a ofegar. Eu sabia que ele tava gozando dentro de mim, isso me excitou ainda mais e eu cheguei ao meu clímax… Até que ele falou: — Nossa, filha, gozei tudo dentro de você, foi bem gostoso. Eu me levantei, toquei na minha buceta e senti ela toda molhada e viscosa… Sorri pra ele e falei: — Queria mais, mas preciso tomar banho — e fui pro chuveiro.banho e fechei a porta. Se vocês gostaram, posso contar a próxima parte, mas não terminou aqui.
Valeu por me ler e beijos pra todo mundo.



Aqui estou eu de novo... Adorei ter compartilhado minha experiência passada e ver suas mensagens e comentários, curti demais, por isso quero contar mais um acontecimento. Vou tentar ser breve, mas haha não prometo nada.
Pra contextualizar, depois da minha aventura que contei no post passado, eu não voltei pros cursos, em parte por vergonha e por me sentir muito desconfortável com o que rolou, simplesmente falei que não tava mais afim nem com tempo e pronto... Embora uma parte de mim quisesse voltar e fazer de novo o que fiz, às vezes eu lembrava daquele dia e ficava muito excitada, tanto que sem perceber começava a me tocar e me masturbar. Achei que sentiria nojo ao lembrar do que fiz com aquele senhor, mas nada disso, me excitava pra caralho e era por isso que eu queria voltar e fazer de novo, mas não fiz porque ficava dizendo pra mim mesma que não era certo ou que alguém poderia descobrir ou algo assim... Por sorte aquele senhor não me procurou de novo (também era um medo)... Bom, foda-se, vou começar... Eu moro só com meu pai. Um dia ele me disse que viria um cara de confiança pra fazer uns reparos em casa, e que se eu quisesse, podia passar o dia na casa da minha avó pra não ouvir o barulho e tal... Numa segunda-feira, acordei e desci pra tomar café, notei que tinha alguém lá e não era meu pai, já que era tarde e ele sai cedo pra trabalhar... Olhei e vi que era o cara que ia fazer os reparos. Quando vi ele, cumprimentei e passei reto... Mas entrei em pânico por um momento, porque eu conhecia ele, sim, SIM, EU CONHECIA ELE. Era um dos senhores do curso. Acontece que ele é um desses caras que faz de tudo, entende de alvenaria, encanamento, elétrica e tal... Ele também me reconheceu. Fui pro meu quarto, tomei banho e fui pra casa da minha avó, só voltei pra casa à noite.
No dia seguinte, desci de novo e o senhor já estava lá. Dei bom dia e ele me cumprimentou super educado... Sentei pra tomar café e, de canto de olho, vi que ele ficava me olhando muito. Pra quebrar o gelo, falei: — Ei, eu conheço o senhor, né? E ele respondeu: — Sim, você é a moça que ia nos workshops, né? E eu: — Sou eu mesma, por isso que achei familiar. E ele: — Sim, lembro bem de você. Notei que os olhos dele desciam de vez em quando pros meus peitos, e foi aí que lembrei que não tava usando sutiã, e os bicos marcavam um pouco. Isso me fez lembrar de umas coisas e me senti estranhamente excitada, e pensei que talvez pudesse me divertir um pouco de novo.
Durante o dia, eu ia até onde ele tava trabalhando e puxava conversa. Óbvio que não coloquei sutiã, e fingia que não notava que o senhor baixava o olhar pra ver meus peitos. Eu me mexia e brincava um pouco pra fazer meus peitos balançarem e deixar mais claro que não tinha nada por baixo da blusa... Quando anoitecia, o senhor se despedia e ia embora.
Uma manhã, desci com uma blusa bem decotada e me fazia de desastrada pra ele poder ver mais lá dentro. Também usava leggings sem calcinha, e o senhor babava quando me via, e eu, como sempre, fazia de conta que não percebia. que ele não percebia... Um dia, coloquei um short bem curtinho que uso pra dormir quando tá muito calor, óbvio, vesti sem calcinha e uma blusinha minúscula de alças, também sem sutiã por baixo... Quando o senhor me viu, deixei ele até nervoso, e ele nem conseguia disfarçar o olhar no meu corpo todo, e ficou evidente uma ereção. Quando percebi, fiquei super excitada, senti como me molhava, fui pro meu quarto e comecei a me tocar toda, me masturbei pensando naquilo tudo.
No dia seguinte, me joguei: fingi esquecer minha toalha, entrei no banho e comecei a chamar ele. Ele perguntou se podia entrar no meu quarto, do banheiro gritei que sim, que por favor me passasse uma toalha. Ele disse que sim e bateu na porta do banheiro. Fiquei atrás da porta e abri um pouquinho, e eu sei que de fora do banheiro dá pra ver o reflexo do espelho que tenho lá dentro. Então, quando abri a porta, a primeira coisa que o senhor viu foi meu espelho e, claro, o reflexo do meu corpo atrás da porta. Estiquei a mão, peguei a toalha e fechei. Tinha certeza de que ele tinha me visto, e eu tava super excitada. Saí rápido, coloquei uma blusinha e uma saia, sem calcinha nenhuma, desci pra ver como ele tava, se o pau dele tava duro ou só pelo tesão de saber que eu tava sem calcinha e de saia. Ao descer o primeiro degrau, escorreguei e caí sentada, soltei um gritinho, e o senhor veio correndo. De baixo, perguntou o que tinha acontecido, respondi envergonhada que tinha caído, e ele perguntou se eu tava bem. Disse que tava doendo, ele começou a subir a escada em minha direção, e eu me levantei... Ele me olhou e não tirava os olhos das minhas pernas. Me levantei e me virei pra dar a bunda pra ele, e falei: — Não sei se me machuquei, tá doendo. Ele disse: — Posso ver se você quiser. Parou uns dois degraus abaixo de mim e se inclinou na minha perna. Comecei a levantar um pouco a saia, e ele falou: — Não tô vendo vermelho. E eu perguntei: — Tem certeza? É que tá doendo mesmo. Ele disse: — Deixa eu ver mais de perto. E eu, meio que me virando... Pra trás, eu percebia como o senhor se abaixava mais pra ver melhor debaixo da minha saia. Eu falei pra ele dar uma olhada mais de perto, e ele me disse de novo: — Pois é, na perna não tá aparecendo nada vermelho. E eu respondi: — Ah, tá, é que eu dei um tombo, o golpe não foi tão embaixo. Aí eu levantei mais a saia, puxei ela até quase começar as nádegas. Eu tava tão excitada só de pensar que ele tava me vendo e que eu não tava de calcinha. O senhor se inclinava mais ou levantava minha saia ainda mais, devia estar me vendo por completo: minhas pernas, minhas nádegas e minha buceta, tudo natural, completamente pelada e tão perto... Nessa hora ele falou: — É, acho que você tá com vermelho sim, olha aqui. E ele tocou a parte da nádega que aparecia debaixo da minha saia e disse: — Acho que mais pra cima tá mais vermelho. Eu só respondi: — Que merda, sério? E, sem pensar, levantei a saia toda até as costas, fiquei pelada com as nádegas no ar e, claro, a buceta também assim... Ouvi o senhor dar um suspiro e falar: — Ai, mocinha, o que cê tá fazendo? Eu, super excitada, respondi: — Nada, é pra você ver melhor. Ele disse: — Ai, que delícia, cê é muito gostosa mesmo. Eu me joguei um pouco pra trás, levantando as nádegas até sentir minhas bundas encostarem na cara do senhor. Virei um pouco, estiquei o braço pra trás, peguei a cabeça do cara e puxei ele pro meu rabo. Senti a cara dele entre minhas nádegas, e ele começou a lamber minha bunda e meu cuzinho. Ele pegava minhas nádegas e abria pra lamber mais fundo, e começou a lamber minha buceta. Eu tava completamente excitada, sentindo um tesão do caralho. Eu só gemia enquanto ele passava a língua pra cima e pra baixo na minha buceta, apertando minhas nádegas com as mãos, me lambendo e chupando gostoso pra caralho... Minhas pernas tremiam, então eu me deixei cair de joelhos, fiquei de quatro, e ele se ajeitou pra continuar me fazendo sexo oral... Eu só gemia e rebolava. Nisso, o telefone de casa tocou, o que nos assustou um pouco. Eu caí na real do que tava rolando e me... Levantei, corri pro meu quarto e fechei a porta. Passei a mão na minha buceta e ela tava encharcada de saliva e dos meus próprios fluidos… Ainda tava muito, muito quente, então falei: "já que é isso, que venha o que tiver que vir, hehehe…" Abri a porta um pouquinho e chamei ele. Ele veio meio nervoso, pedi pra ele entrar no meu quarto e falei que o que tinha rolado tinha sido uma loucura, que por favor esquecesse. Ele me olhava fixo e ainda dava pra ver uma leve ereção. Ele disse que ia esquecer, que não tinha acontecido nada… Agradeci e falei: "Valeu por entender, você é muito gentil. Eu também sou muito gentil e quero te recompensar… Fecha os olhos e não abre." Ele obedeceu e fechou. Eu me agachei, desabotoei a calça dele e ele perguntou: "O que cê tá fazendo, menina safada?" E eu respondi: "Nada, nada… não abre os olhos, hein!" Abaixei a calça e a cueca dele, peguei no pau dele e comecei a acariciar e brincar com as mãos. Cada vez ficava maior e mais duro. Comecei a masturbar ele até ficar bem durinho. Aí comecei a chupar e lamber, brincando com a língua. Ele segurou minha cabeça e começou a me mover pra fazer o pau dele entrar e sair da minha boca. Eu continuei chupando e lambendo… Levantei e pedi pra ele continuar de olhos fechados. Ele obedeceu. Tirei a saia e a blusa, me virei e me inclinei um pouco, mostrando a bunda. Peguei o pau dele e comecei a passar entre minhas nádegas e pela minha buceta. A cabeça do pau dele deslizava entre os lábios da minha buceta e eu sentia como ela tava molhada e o pau dele mega duro. Ele só falava: "O que cê tá fazendo, mocinha? O que cê tá fazendo?" Eu só ria baixinho e gemia. Ajeitei a cabeça do pau dele na entrada da minha buceta e comecei a me empurrar pra trás pra ele ir entrando. Ele tava encostado na parede, o pau dele ia entrando em mim e minha bunda batendo na pélvis dele. Quando já tava dentro de mim, ele falou: "O que cê fez, só assim mesmo, mas tá bom. Pelado é mais gostoso, você é bem delícia e bem apertadinha." Ele segurou minha cintura e começou a me foder, me movendo. Pra frente e pra trás, eu mexia minha bunda pra sentir mais gostoso, tava gemendo e aproveitando demais. Com a mão dele, ele pegou uma das minhas tetas e começou a acariciar, e isso me excitou ainda mais. Depois, agarrou minhas nádegas e foi abrindo um pouco, tentando enfiar o pau dele mais fundo, me dando umas estocadas. Eu até me levantava na ponta dos pés quando ele fazia isso, e não conseguia segurar os gemidos. Ele ainda passava o dedo na borda do meu cuzinho, não posso negar que gostei… Ficamos assim até eu pedir pra ele deitar na minha cama. Ele deitou de barriga pra cima, e eu montei em cima dele. Coloquei minhas tetas na cara dele, e ele chupava elas, amei aquilo. Depois me ajeitei e ele enfiou o pau de novo, eu tava cavalgando ele, me movendo pra cima e pra baixo, rebolando a cintura, rápido e devagar. Ele também se mexia, deixando tudo mais gostoso. Eu me movia e minhas nádegas quicavam nele… Até que ele falou: — Acho que vou gozar. Eu respondi: — Então goza. Ele disse: — Então tira, senão vou gozar dentro. Eu só falei: — Não vou tirar não — e continuei me mexendo. Ele me agarrou firme pela cintura, me puxou, levantou a pélvis fazendo o pau dele entrar ainda mais fundo em mim, e começou a ofegar. Eu sabia que ele tava gozando dentro de mim, isso me excitou ainda mais e eu cheguei ao meu clímax… Até que ele falou: — Nossa, filha, gozei tudo dentro de você, foi bem gostoso. Eu me levantei, toquei na minha buceta e senti ela toda molhada e viscosa… Sorri pra ele e falei: — Queria mais, mas preciso tomar banho — e fui pro chuveiro.banho e fechei a porta. Se vocês gostaram, posso contar a próxima parte, mas não terminou aqui.
Valeu por me ler e beijos pra todo mundo.



10 comentários - De novo com um coroa