Era um dia qualquer, eu tava vendo TV e esperando pra entrar no trampo à tarde, quando caiu uma notificação no celular dizendo que eu tinha ganhado um jantar com a loira peituda da Nati Jota. Na hora, pensei que era pegadinha, perguntei pra todos meus amigos e nada, ninguém tinha me feito uma brincadeira ou algo do tipo. Passaram uns dias e o dia do jantar chegou, eu ainda incrédulo, nem liguei praquilo e fui ver TV e comer alguma coisa, quando meu celular tocou. Era a própria puta peituda da Nati Jota.Nati: Oi, hoje a gente vai jantar, hein? Olha, vou te esperar no restaurante, quero te conhecer.
Eu, ao ouvir aquela voz de head master, já fiquei duro e pensei em aproveitar o jantar pra comer essa loira safada. Respondi:
— É você mesmo, Nati Jota? Sério?
Nati: Sim, sou eu, kkkk. Não é nada demais, fiz um sorteio entre meus seguidores do Instagram e você ganhou o jantar comigo. Te espero hoje à noite, te passo o endereço no privado.
— Beleza, Nati, vou estar lá. Nem louco perco um jantar com você.
Nati: Kkkk, beleza, te vejo à noite. Tchau.
Não podia acreditar que ia conhecer essa puta de peitão e de graça, tinha que aproveitar e comer ela de algum jeito, mas sendo a puta que ela é, acho que não vai ter problema com isso, é só levar ela pro momento certo.
Chegou a hora do jantar e, ao chegar no restaurante, a Nati já tava de legging apertada e uma blusa bem justinha que marcava aqueles peitões enormes que ela tem, e ainda tinha uma raba gostosa também. Cheguei na mesa e cumprimentei ela: "Oi, Nati, sou o cara que ganhou o jantar." Dei dois beijinhos na bochecha dela e senti aqueles dois peitões enormes roçando no meu peito. Nati: "Oi, sim, eu te liguei porque não queria te deixar desconfortável, espero que esse jantar não te incomode." "Não, imagina, tô super feliz em jantar com você, você é linda." Nati: "Valeu, não é pra tanto, só queria retribuir um pouco do carinho que vocês me dão nas redes. Me espera um pouquinho que vou no banheiro, já volto." "Pode ir, rainha, fico aqui te esperando, não vou sair daqui." Nati: "Beleza, vai pedindo o que a gente vai comer. Já volto.
Quando ela foi pro banheiro, me deu uma vontade louca de seguir ela e meter nela à força lá mesmo. Pensei bem e era a única chance de comer essa puta, então decidi botar meu plano em prática. Levantei e fui pro banheiro, conferi se tava vazio e entrei. A Nati tava de costas, lavando as mãos, com aquele rabo super gostoso e pronto pra ser comido, bem ao alcance da minha pica que já tava dura.
Cheguei por trás devagar, sem fazer barulho, cheguei perto dela e agarrei forte o cabelo dela. Nati: ahh para, que que cê tá fazendo, idiota? Cala a boca, puta. Eu sei que você quer que isso aconteça, olha como você veio vestida. Agora o que vai rolar é que você vai me entregar essa bunda e eu vou aproveitar. Nati: me solta ou eu grito, doente, sai daqui.
Nati tenta se soltar, mas já era impossível, eu tinha ela bem presa. Se prepara, puta, vou te dar a foda da sua vida.
Nati: Me solta, otário, ou eu começo a gritar. Me solta, não.
A primeira coisa que fiz foi amassar os peitos dela, enquanto ela chorava de raiva. Amassei por um bom tempo e encostei meu pau na bunda gostosa dela.
Nati: Me solta, aaaah, tá doendo, não faz isso, me solta, aaah.
Fica quieta, puta, isso vai te dar prazer.
Puxei meu pau pra fora e comecei a roçar na bunda dela, e ela começou a gemer. Tava gostando, tava cedendo, já não forcejava mais, tava adorando.
Nati: aaaah, sim, tô gostando, enfia, vai. Aa aaah, que gostoso.
Quer que eu enfie, puta? Pede.
Cruzei meu braço na frente dela e meti minhas mãos pra dentro da blusa, comecei a amassar os peitos dela. Eram enormes, gostosos, macios, pulavam, escapavam das minhas mãos, e os biquinhos, que delícia, eu esticava, apertava, enquanto ela gemia, enlouquecia de prazer.
Nati: aaah, cara, não para, sim, meus peitos são seus, vai, enfia no meu cu, vai, me fode, por favor. Aaaag.
Baixei a legging dela e encostei meu pau na bunda dela, perto do buraquinho, e comecei a brincar naquela posição. Fingia que ia enfiar, e ela dava gritinhos e gemidos.
Nati: Aaaay, vai, bebê, vai, não brinca assim, tô toda molhada, não aguento mais, aaay, sim, que gostoso, enfia pra dentro.
Quer ele dentro, bebê? Pede, puta peituda.
Nati: Vai, enfia pra dentro, vai, essas brincadeiras me deixam louca, não aguento mais, aaay, aaaah, sim, que gostoso. Vai, bebê.
Aí vai, se prepara, puta linda. Agarrei os peitos dela, comecei a amassar de novo, peguei meu pau e enfiei sem piedade, tudo pra dentro da bunda dela. Ela gritou tão alto, adorou, e eu gozava enquanto brincava com o buraquinho dela. pra dentro a pica e ela saiu, e ela ficava louca. Nati: Aaaah não para, tá doendo aaaaay sim, pra dentro Aaaah pelo amor de Deus, que gostosa essa pica como entra, bebê, nunca me comeram assim, tá doendo, queima, tá rasgando meu cu, que delícia. Ficamos um bom tempo assim, eu COMI ela com força, metia sem piedade nessa loira slut. Depois tirei, virei ela, peguei pelo cabelo e falei: Abaixa, slut, e chupa minha pica, vai. Nati: Adoro quando me chama de slut, quero ser sua slut, chupo ela toda. Ela se abaixou e começou a brincar com minha pica, enfiava na boca e lambia a pontinha.


Ah, como eu tava adorando, peguei a cabeça dela e empurrei pra dentro. Meu pau entrou na boquinha dela até o fundo e deixei ele lá por um tempo até ela começar a se engasgar e ter ânsia. Tirei ele e dei um tapa na cara dela. Levantei ela de novo, virei e meti no cu dela sem piedade. Entrou limpinho e ela gritou, já não aguentava mais. Nati: Aaaai, vai rasgar meu cu, papai, para aaaaaaah, Deus, não seja mau, para aaaai, Deus, não. Tirei meu pau e falei: Gostou, puta? Agora sim pode dizer que alguém te comeu bem comido, puta barata.
Nati: adorei, finalmente valeu a pena um jantar, né? (Risos).
Tchau, putinha. Adorei te foder e, se eu te encontrar de novo, aí sim vou arrebentar o outro buraco, putinha. Nati: Vê se consegue, bebê. Tchau.
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