Vou te contar uma história curta sobre algo que aconteceu não faz muito tempo.
Com a Mica, minha esposa, fomos num supermercado grande da nossa cidade, daqueles que não têm só produtos de mercearia, mas também ferramentas, utilidades, etc.
Depois de comprar o necessário pra casa, cada um foi dar uma vagabundeadinha nas prateleiras das coisas que interessam, ou seja, nos separamos um pouco.
De vez em quando a gente se cruzava ou eu via a Mica de longe. Era impossível não ver ela rápido porque ela tava vestida bem sugestiva, ou putaria, digamos, tava com uma legging azul meio elétrico (daquelas que somem na bunda), então era fácil ver ela de longe.
Num momento, enquanto eu tava vendo umas paradas de eletrônica, vejo de longe minha esposa conversando bem à vontade com um cara. Dava pra ver que ela tava se divertindo porque as risadas dela eram visíveis de longe.
De longe mesmo fiquei olhando pra ver o que rolava e a conversa não parava, o cara até metia a mão no ombro da minha esposa e ela não falava nada.
Pensando que talvez fosse algum conhecido, me aproximei pra cumprimentar. Quando chego perto deles, não reconheço a cara do cara, nem sabia quem era, embora pudesse ser algum conhecido dela, não encaixava no perfil de ninguém. Era um cara de uns 50 a 55 anos, bem vestido, grisalho, e com boa presença.
Me aproximo e cumprimento minha esposa. O cara se afastou um pouco, e ela, como se nada tivesse acontecendo, me diz: "Amor, ele é o Sérgio". Cumprimentei ele meio por cima, o cara também fez um cumprimento meio seco e ficamos em silêncio uns segundos.
Nisso, minha esposa me diz: "Talvez você possa ajudar o Sérgio". Enquanto eu perguntava no que podia ajudar, notei que o cara ficou meio desconfortável.
Mica: Acontece que o Sérgio se separou há uns meses, e bom, como qualquer um, agora tá vendo de reconstruir a vida...
Eu: (respondi "ahã"),
Mica: A questão é que como ele não usa camisinha há anos, tá meio desatualizado e me pediu Opinião: queria ver se podia dar um conselho pra ele, mas cê viu que isso é mais coisa de homem do que de mulher.
O tal do Sérgio ficou um pouco mais nervoso depois que minha esposa entregou ele com aquela conversa fiada barata, e tentou se justificar falando não sei que besteira, mas que não levasse a mal a pergunta que fez pra minha esposa.
Eu, longe de ficar puto, entrei na onda da Mica, porque se ela deu corda era por algum motivo, ou queria zoar o pobre coitado ou quem sabe onde queria chegar.
Eu: sem problema Sérgio, nada pra explicar. Olha, não sei há quanto tempo você não usa camisinha, mas cê viu que tem um monte agora, de todo tipo, tamanho...
Sérgio: faz tempo, mas não esquenta mano, não quero deixar vocês desconfortáveis.
Eu: mas qual é, entre homens a gente se ajuda ou não?
O cara deu um sorriso meio nervoso.
Eu: olha, primeiro você tem que ver o tamanho. Se você tem ela bem grande, pega uma XL, senão as comuns servem bem.
Sérgio: sei lá, normal talvez.
Eu: como não sabe o tamanho? Isso é essencial, não é, meu amor? (pergunto pra Mica)
Mica: óbvio, isso é algo que você tem que saber igual seu CPF, Sérgio...
Eu: claro, senão a camisinha vai ficar ruim, ou muito apertada ou muito larga... A Mica vive medindo, às vezes fica obcecada com as medidas...
Sérgio: como assim medindo...
Mica: não dá bola pra ele, é um exagerado, pra mim não importa o tamanho e sim como usam
Eu: hahaha não mente, o da outra vez foi um desastre e você reclamou, então (era tudo mentira pra dar a entender que minha esposa transava com outros).
Mica: cala a boca idiota!!!! Ele não sabia usar, esse foi o problema... Não liga pra ele, Sérgio
O cara não entendia nada, ou se entendia, tava surpreso com a conversa que a gente tava tendo.
Eu: olha Sérgio, eu recomendo você comprar vários tipos e ir testando, por exemplo, tem os saborizados que servem pro boquete mas pra outra coisa nem tanto, os texturizados, com tachinhas, tem aos montes.
Sérgio: ah sim, já vi, mas não entendo Isso de tachas e tal.
Eu: Isso é pra dar mais prazer pra mulher, então a Mica teria que opinar sobre o assunto. O que você acha? (olhando pra minha esposa)
Mica: sim sim, alguns são interessantes, mas, sabe, pra onde você já sabe, às vezes não são tão bons.
O cara olhou pra gente meio sem entender o que minha esposa disse.
Eu: vou traduzir porque essa agora se faz de santinha, esses às vezes pro cu não são muito confortáveis, pra mulher, e se você pega uma que curte por trás que nem essa aqui, não vão servir.
Sergio: ahhhhh... bom, também não tenho muita experiência por esses caminhos ha...
Mica: Não?!?! Por quê? Você não curte?
Sergio: não não, é que minha ex não gostava, então nunca entrei... bom, vocês me entendem kkkk
Eu: uhhhh que merda, bom, já já você vai ter oportunidade.
Sergio: simmm, também não sou louco por esse assunto, sei lá (já tava se soltando um pouco)
Eu: me fode, como assim não, olha por exemplo, imagina que você tem ela assim (peguei a Mica e virei ela de costas com a bunda apontando pro cara), onde você mete?
O cara ficou mudo, não sabia o que caralhos responder pra uma barbaridade dessas, só falava "éééé..."
Mica: para, eu, você tá deixando o Sergio nervoso. Não liga pra ele, você mete onde quiser que tá de boa.
Sergio: sim sim, e onde me deixarem kkkkkkk
Mica: kkkk sim sim... e já tem alguma moça na mira?
Sergio: (nervoso de novo) éééé, não, verdade, com essa parada da pandemia é complicado conhecer gente, e tô meio enferrujado também he he.
Mica: sim, que merda. Bom, você procura procura e procura, que uma hora acha, e quando achar pede, hoje em dia ninguém se ofende.
Eu: isso é verdade, tem que perguntar, nunca se sabe, e total o não você já tem, ou não, meu amor? (olhando pra Mica).
Mica: pufff tem que se jogar, você é um bom partido, com certeza consegue alguém hoje mesmo se procurar.
O cara ficou na dúvida se as indiretas eram de verdade ou se ele tava viajando. Não se animava a se arriscar. Beleza, apesar dos nossos problemas óbvios, mas ele também não ia saindo correndo, tinha que dar mais um empurrãozinho... inacreditável, mas foi assim.
Eu: "Ô Sergio, cê tá de carro?"
Sergio: "Tô... por quê?" (surpreso)
Eu: "É insulfilm?"
Sergio: "Não" (tava cada vez mais confuso).
Eu: "Ahhh... que merda..." (olhando pra Mica) porque eu ia perguntar se ele queria fazer um teste dos preservativos no estacionamento, talvez você pudesse ser o tester love...
Mica: "Ahhh, essa é boa... o nosso carro tem insulfilm, talvez dê... se o Sergio quiser, claro."
Eu: "É meio pequeno, mas sei lá, o que cê acha, Sergio? Topa?"
O cara não tava entendendo nada, ficou com o olhar perdido por uns segundos, até que falou meio tímido: "Beleza, bora..."
A cara da minha esposa se iluminou e na hora ela pegou ele pelo braço e fomos pra gôndola dos preservativos. Ela começou a encher o carrinho dele de todo tipo: com sabor, comum, lubrificado, texturizado, etc., fez o cara comprar umas 10 caixas de camisinha.
Eu falei pra ele pegar um lubrificante também porque com certeza ele ia se interessar pela minha esposa (dando a entender que ia comer o cu dela), e ela, morrendo de rir, colocou um lubrificante no carrinho dele.
Fomos pras filas e cada um pagou sua compra.
Já no estacionamento, falamos qual era o nosso carro. Ele foi deixar umas coisas no carro dele e a Mica entrou no banco de trás do nosso carro pra esperar. Eu fiquei do lado de fora, de olho no movimento do estacionamento e esperando o Sergio.
Quando o cara chegou e a gente ia entrar no carro, ele me parou e falou:
Sergio: "Escuta aqui, mano, que porra é essa? Vocês não vão querer me cobrar ou arrumar treta depois, né?"
Eu: "Fica tranquilo, somos um casal liberal, e se a Mica gostou de você, ela tem liberdade pra fazer o que quiser."
Sergio: "Tô falando sério, mano, não quero confusão."
Eu: "Mas eu também tô falando sério, pô. Ela tá no banco de trás, a gente espera esses que tão rondando irem embora e entra rápido. Cê tem os Capas tem?
Sergio: Tenho sim. Beleza, me fala quando eu entro.
Passaram uns minutos tensos até o estacionamento ficar tranquilo. "Vai, entra", falei.
O cara praticamente se jogou pra dentro do carro, tava morrendo de medo, dava pra ver.
Eu, mais calmo, também entrei no carro, mas no banco do motorista.
Sergio: Ehh, pera aí, que porra é essa?
Mica: Que porra é essa de quê?
Sergio: Por que você entrou?
Eu: Porque vou controlar se você usa as capas, não confio na minha mulher.
Sergio: Vou vazar, vocês vão me levar pra qualquer lugar (tentou abrir a porta).
Eu: Peraí, pega as chaves se quiser, não vou ligar o carro com a mente...
(Estendi o braço e ofereci as chaves do carro pra ele.)
Mica: Se não quiser, tudo bem, Sergio. É uma fantasia minha de transar num estacionamento com um desconhecido.
O cara ainda tava indeciso, sem saber o que fazer.
Mica: A gente é um casal liberal, então sem drama, mas o José gosta de olhar.
O cara se acalmou um pouco, mas ainda olhava desconfiado. Minha esposa começou a acariciar as pernas dele devagar pra relaxar, e de vez em quando passava a mão por cima da rola dele.
Eu: Amor, mostra um pouco da raba pra ele, isso com certeza vai ajudar a descontrair.
Ela, sorrindo e se virando como dava, ficou de costas pra ele, mostrando a buceta rachada naquela legging. Eu empurrei o banco do carona o máximo pra frente pra dar espaço, e ela conseguiu se ajeitar melhor e dar uma boa visão da bunda dela pro Sergio.
Eu: Toca à vontade, Sergio, vai. Olha só como ele tá durinho.
O cara criou coragem e começou a acariciar devagar a bunda da minha esposa por cima da legging. Ela fazia uns gestos de que tava gostando, e eu falei de novo: "Aperta com confiança, amigo". Ele começou a dar uns apertões gostosos nas nádegas, e a Mica celebrava gemendo.
Eu: Tem uma bunda boa, né...
Sergio: Uff, demais.
Eu: Abaixa a legging dela, ela tá com uma tanga azul que é uma loucura... Sergio: posso? (pedindo permissão pra Mica)
Mica: sim, por favor, hoje você pode tudo.
Devagar ele foi descendo a legging e deixando à mostra a bunda da minha esposa, partida ao meio por uma fio dental azul que combinava com a legging, e que no meio da bunda sumia entre as nádegas.
Sergio: uhhhh que bundão pelo amor de Deus!!!! (enquanto tocava timidamente)
Eu: com confiança, cara, assim! (dei um tapa na bunda da Mica, que gemeu com tom de puta, e apertei bem)
O sortudo finalmente se soltou e começou a massagear a bunda da minha esposa, que só gemia e se mexia um pouco, mostrando que tava gostando.
Eu: toca a buceta dela, certeza que já deve estar molhada, ou não, amor? (me dirigindo à minha esposa).
Mica: ufff, já faz um tempo que tá molhadinha (esse tom de puta que ela usa deixa qualquer um louco).
Ele puxou a fio dental e começou a dedilhar um pouco (por fora) e disse "uhhhh, tá bem molhada".
Eu: viu, te falei... vou te dizer mais uma vez, faz o que quiser, desde que ela deixe, come a buceta, o cu, toca ela, sei lá, o que você quiser, ela é sua por um tempo.
Ele fez que sim com a cabeça e continuou metendo a mão até começar a mordiscar as nádegas com vontade, e depois enfiou a cara no meio da bunda da minha esposa. Acho que devia estar chupando a buceta ou o cu dela, porque ela gemia cada vez mais.
Mica interrompeu: Sergio, trouxe as camisinhas?
Sergio: sim, sim, tão aqui (levantou um saquinho de plástico)
Mica: ok, me dá (procurou na bolsa) não acredito!!!!
Eu: o que foi?
Mica: não compramos as saborizadas!!!!
Eu: me fode!?!?! vou comprar se quiser...
Mica: não, já era...
O cara olhava sem dizer nada, meio que desconfiando se não era uma armadilha pra roubar ele ou algo assim, mas era óbvio que a Mica queria chupar a pica dele no pelo, ela não gosta de chupar com camisinha).
Eu: bom, sei lá, você é saudável, Sergio?
Sergio: sim, claro!! Vocês?
Eu: sim, tranquilo... bom, amor, sei lá, chupa ele assim mesmo se quiser....
Mica: vou deixas?
Eu: e... se quer chupar pica e não tem camisinha, que outra opção resta? (olhei pra ela como quem diz "não me enche o saco")
Ela me olhou com cara de quem tinha feito aquilo de propósito, deu um beijinho no Sergio e se deitou sobre as pernas do convidado. Passou a boca no pênis dele por cima da calça e depois começou a abaixar.
Quando tirou a pica do Sergio da cueca, o cara já tava duro, e ela, sem enrolação, meteu na boca e começou a chupar. O cara tinha uma pica normal, então não foi difícil pra Mica fazer um boquete bem dado. Sergio gemia de olhos fechados, curtindo um bom oral, que com certeza não recebia há tempos.
Eu: eu, Sergio, ela adora engolir tudo, então empurra um pouquinho...
O cara não me deu bola, então me estiquei e, apoiando a mão na nuca da minha esposa, fiz ela engolir inteiro. Ela nem reclamou, pelo contrário, gemeu com mais vontade. Aí o velho tomou a iniciativa e, de vez em quando, fazia ela engolir tudo. Ficaram um tempinho assim, não muito, mas o suficiente pro Sergio se soltar e curtir.
Mica: bom, vamos testar as camisinhas?
Sergio: bora, qual a gente usa?
Mica procurou na bolsa e tirou umas comuns.
Mica: sabe colocar?
Sergio: claro, como não...
Mica: ok, bora que quero pica (já tava doidinha a putinha).
Ela se ajoelhou no banco de trás, digamos, deixando a bunda empinada pra frente, e enquanto Sergio colocava a camisinha, ela dava instruções: "desenrola, aperta a bolhinha, coloca inteiro senão vai sair"... Não sei o que o cara pensou, mas parecia uma aula de educação sexual do colégio.
Depois que a camisinha tava no lugar, ela disse: "bora, coloca atrás e me come que não aguento mais"
Meio complicado, mas ele conseguiu se ajeitar, puxou a tanga dela e começou a meter, bem devagar por sinal, mas era o que tinha.
Minha esposa gemia um pouco enquanto falava: "vai, vai que tá indo bem". Filha da puta, ensinando um cara de 50 anos a transar. A cena era cômica.
Finalmente, depois de se acomodar e minha esposa estar sentada até o fundo, ele começou a bombar com vontade enquanto se regozijava olhando pra bunda dela e apertando. Depois de um tempo, minha esposa interrompeu:
Mica: Uff... para, para. Coloca aquele que tem tachinhas e eu vou sentar por cima.
O cara, o mais rápido que conseguiu (que não foi nada rápido), colocou a outra camisinha e ficou sentado no banco. Se desculpou pela lentidão, mas disse que o carro era desconfortável.
Assim que tudo ficou pronto, Mica sentou na pica do Sergio, de costas pra ele, e olhando na minha direção.
Agora quem mandava era ela, e ela montava nele com mais vontade do que ele tinha dado nela antes. Os gemidos da minha esposa puta já estavam mais altos, e eu, com a cara dela a poucos centímetros, comecei a enfiar uns dedos na boca dela, que ela chupava com gosto, imaginando que era uma pica.
Acho que um orgasmo chegou a arrancar da minha esposa, mas não tenho certeza. Num momento, interrompi a parada.
Eu: Viu que pedaço de bunda que ela tem?
Sergio (entre gemidos): Tremenda.
(Minha esposa me olhou com cara de puta)
Eu: O que foi, amor?
Mica: Posso entregar a raba pro senhor?
Eu: Se ele quiser te comer a raba, sim... O que cê acha, Sergio? Quer comer a bunda da minha esposa?
Sergio: Sim, óbvio!!!
Eu: Pronto, enfia nela então...
Mica: Não, pera, e o lubrificante?
Eu: Não precisa, vai Sergio, arrebenta o cu dela...
Ela me olhou com cara de puta e se levantou, deixando a pica do cara sair da buceta dela. "Apoia lá e me avisa, Sergio", ela disse. O cara encaixou a pica na entrada do cu dela e falou "já foi".
Mica, me encarando, começou a descer e se deixar penetrar analmente pela pica do veterano. É redundante dizer a cara de puta que ela fazia enquanto me olhava, mas era assim, ela estava montando nele pra me mostrar, a safada.
Devagar, ela montou bem montado com a bunda, mas a posição cansava ela pra caralho, então pediu pra se ajoelhar no banco de novo. Mas quando Sergio estava pra meter de novo, eu falei "vai fundo, amigão, ela gosta de ter o cu arrombado".
Dessa vez ele meteu com mais vontade, e minha esposa adorou, e mesmo a posição sendo desconfortável, a Mica tava gostando.
O Sergio avisou que ia gozar e eu interrompi.
Eu: para, para... alguém já te tomou a gozada?
Sergio: ééé, não...
Eu: amor, faz o favor e toma pra ele, quer? coitado do homem.
Ela me olhou com cara de brava, parecia não querer muito tomar a gozada do cara (não parecia ter comido ela do jeito que ela gosta), mas mesmo assim me obedeceu e se ajeitaram de novo como no começo.
Ela tirou a camisinha dele e começou a chupar com gosto pra fazer ele gozar, e não custou muito, o velho deu uma boa gozada nela, ela engoliu um pouco e o resto escorreu nele.
O Sergio demorou um tempão pra recuperar o fôlego, tanto que a Mica já tava vestida e tudo. Ela se vestiu e saiu do carro. Me pediu pra acompanhar ele até o carro dele (um mercedes novo bonitinho) e ele me ofereceu grana, que obviamente recusei.
Resumindo, ele me passou o telefone pra gente se ver outra hora, mas não sei se a Mica vai querer ligar pra ele, porque na volta pra casa ela disse que ele não tinha uma boa rola e também não sabia usar direito, embora reconhecesse que o lugar era desconfortável pra foder.
Claro, quando chegamos, eu meti uma boa foda como manda o figurino, e do jeito que ela gosta, forte e fundo, então passou bastante o gosto ruim da aventura dela com o Sergio.
Com a Mica, minha esposa, fomos num supermercado grande da nossa cidade, daqueles que não têm só produtos de mercearia, mas também ferramentas, utilidades, etc.
Depois de comprar o necessário pra casa, cada um foi dar uma vagabundeadinha nas prateleiras das coisas que interessam, ou seja, nos separamos um pouco.
De vez em quando a gente se cruzava ou eu via a Mica de longe. Era impossível não ver ela rápido porque ela tava vestida bem sugestiva, ou putaria, digamos, tava com uma legging azul meio elétrico (daquelas que somem na bunda), então era fácil ver ela de longe.
Num momento, enquanto eu tava vendo umas paradas de eletrônica, vejo de longe minha esposa conversando bem à vontade com um cara. Dava pra ver que ela tava se divertindo porque as risadas dela eram visíveis de longe.
De longe mesmo fiquei olhando pra ver o que rolava e a conversa não parava, o cara até metia a mão no ombro da minha esposa e ela não falava nada.
Pensando que talvez fosse algum conhecido, me aproximei pra cumprimentar. Quando chego perto deles, não reconheço a cara do cara, nem sabia quem era, embora pudesse ser algum conhecido dela, não encaixava no perfil de ninguém. Era um cara de uns 50 a 55 anos, bem vestido, grisalho, e com boa presença.
Me aproximo e cumprimento minha esposa. O cara se afastou um pouco, e ela, como se nada tivesse acontecendo, me diz: "Amor, ele é o Sérgio". Cumprimentei ele meio por cima, o cara também fez um cumprimento meio seco e ficamos em silêncio uns segundos.
Nisso, minha esposa me diz: "Talvez você possa ajudar o Sérgio". Enquanto eu perguntava no que podia ajudar, notei que o cara ficou meio desconfortável.
Mica: Acontece que o Sérgio se separou há uns meses, e bom, como qualquer um, agora tá vendo de reconstruir a vida...
Eu: (respondi "ahã"),
Mica: A questão é que como ele não usa camisinha há anos, tá meio desatualizado e me pediu Opinião: queria ver se podia dar um conselho pra ele, mas cê viu que isso é mais coisa de homem do que de mulher.
O tal do Sérgio ficou um pouco mais nervoso depois que minha esposa entregou ele com aquela conversa fiada barata, e tentou se justificar falando não sei que besteira, mas que não levasse a mal a pergunta que fez pra minha esposa.
Eu, longe de ficar puto, entrei na onda da Mica, porque se ela deu corda era por algum motivo, ou queria zoar o pobre coitado ou quem sabe onde queria chegar.
Eu: sem problema Sérgio, nada pra explicar. Olha, não sei há quanto tempo você não usa camisinha, mas cê viu que tem um monte agora, de todo tipo, tamanho...
Sérgio: faz tempo, mas não esquenta mano, não quero deixar vocês desconfortáveis.
Eu: mas qual é, entre homens a gente se ajuda ou não?
O cara deu um sorriso meio nervoso.
Eu: olha, primeiro você tem que ver o tamanho. Se você tem ela bem grande, pega uma XL, senão as comuns servem bem.
Sérgio: sei lá, normal talvez.
Eu: como não sabe o tamanho? Isso é essencial, não é, meu amor? (pergunto pra Mica)
Mica: óbvio, isso é algo que você tem que saber igual seu CPF, Sérgio...
Eu: claro, senão a camisinha vai ficar ruim, ou muito apertada ou muito larga... A Mica vive medindo, às vezes fica obcecada com as medidas...
Sérgio: como assim medindo...
Mica: não dá bola pra ele, é um exagerado, pra mim não importa o tamanho e sim como usam
Eu: hahaha não mente, o da outra vez foi um desastre e você reclamou, então (era tudo mentira pra dar a entender que minha esposa transava com outros).
Mica: cala a boca idiota!!!! Ele não sabia usar, esse foi o problema... Não liga pra ele, Sérgio
O cara não entendia nada, ou se entendia, tava surpreso com a conversa que a gente tava tendo.
Eu: olha Sérgio, eu recomendo você comprar vários tipos e ir testando, por exemplo, tem os saborizados que servem pro boquete mas pra outra coisa nem tanto, os texturizados, com tachinhas, tem aos montes.
Sérgio: ah sim, já vi, mas não entendo Isso de tachas e tal.
Eu: Isso é pra dar mais prazer pra mulher, então a Mica teria que opinar sobre o assunto. O que você acha? (olhando pra minha esposa)
Mica: sim sim, alguns são interessantes, mas, sabe, pra onde você já sabe, às vezes não são tão bons.
O cara olhou pra gente meio sem entender o que minha esposa disse.
Eu: vou traduzir porque essa agora se faz de santinha, esses às vezes pro cu não são muito confortáveis, pra mulher, e se você pega uma que curte por trás que nem essa aqui, não vão servir.
Sergio: ahhhhh... bom, também não tenho muita experiência por esses caminhos ha...
Mica: Não?!?! Por quê? Você não curte?
Sergio: não não, é que minha ex não gostava, então nunca entrei... bom, vocês me entendem kkkk
Eu: uhhhh que merda, bom, já já você vai ter oportunidade.
Sergio: simmm, também não sou louco por esse assunto, sei lá (já tava se soltando um pouco)
Eu: me fode, como assim não, olha por exemplo, imagina que você tem ela assim (peguei a Mica e virei ela de costas com a bunda apontando pro cara), onde você mete?
O cara ficou mudo, não sabia o que caralhos responder pra uma barbaridade dessas, só falava "éééé..."
Mica: para, eu, você tá deixando o Sergio nervoso. Não liga pra ele, você mete onde quiser que tá de boa.
Sergio: sim sim, e onde me deixarem kkkkkkk
Mica: kkkk sim sim... e já tem alguma moça na mira?
Sergio: (nervoso de novo) éééé, não, verdade, com essa parada da pandemia é complicado conhecer gente, e tô meio enferrujado também he he.
Mica: sim, que merda. Bom, você procura procura e procura, que uma hora acha, e quando achar pede, hoje em dia ninguém se ofende.
Eu: isso é verdade, tem que perguntar, nunca se sabe, e total o não você já tem, ou não, meu amor? (olhando pra Mica).
Mica: pufff tem que se jogar, você é um bom partido, com certeza consegue alguém hoje mesmo se procurar.
O cara ficou na dúvida se as indiretas eram de verdade ou se ele tava viajando. Não se animava a se arriscar. Beleza, apesar dos nossos problemas óbvios, mas ele também não ia saindo correndo, tinha que dar mais um empurrãozinho... inacreditável, mas foi assim.
Eu: "Ô Sergio, cê tá de carro?"
Sergio: "Tô... por quê?" (surpreso)
Eu: "É insulfilm?"
Sergio: "Não" (tava cada vez mais confuso).
Eu: "Ahhh... que merda..." (olhando pra Mica) porque eu ia perguntar se ele queria fazer um teste dos preservativos no estacionamento, talvez você pudesse ser o tester love...
Mica: "Ahhh, essa é boa... o nosso carro tem insulfilm, talvez dê... se o Sergio quiser, claro."
Eu: "É meio pequeno, mas sei lá, o que cê acha, Sergio? Topa?"
O cara não tava entendendo nada, ficou com o olhar perdido por uns segundos, até que falou meio tímido: "Beleza, bora..."
A cara da minha esposa se iluminou e na hora ela pegou ele pelo braço e fomos pra gôndola dos preservativos. Ela começou a encher o carrinho dele de todo tipo: com sabor, comum, lubrificado, texturizado, etc., fez o cara comprar umas 10 caixas de camisinha.
Eu falei pra ele pegar um lubrificante também porque com certeza ele ia se interessar pela minha esposa (dando a entender que ia comer o cu dela), e ela, morrendo de rir, colocou um lubrificante no carrinho dele.
Fomos pras filas e cada um pagou sua compra.
Já no estacionamento, falamos qual era o nosso carro. Ele foi deixar umas coisas no carro dele e a Mica entrou no banco de trás do nosso carro pra esperar. Eu fiquei do lado de fora, de olho no movimento do estacionamento e esperando o Sergio.
Quando o cara chegou e a gente ia entrar no carro, ele me parou e falou:
Sergio: "Escuta aqui, mano, que porra é essa? Vocês não vão querer me cobrar ou arrumar treta depois, né?"
Eu: "Fica tranquilo, somos um casal liberal, e se a Mica gostou de você, ela tem liberdade pra fazer o que quiser."
Sergio: "Tô falando sério, mano, não quero confusão."
Eu: "Mas eu também tô falando sério, pô. Ela tá no banco de trás, a gente espera esses que tão rondando irem embora e entra rápido. Cê tem os Capas tem?
Sergio: Tenho sim. Beleza, me fala quando eu entro.
Passaram uns minutos tensos até o estacionamento ficar tranquilo. "Vai, entra", falei.
O cara praticamente se jogou pra dentro do carro, tava morrendo de medo, dava pra ver.
Eu, mais calmo, também entrei no carro, mas no banco do motorista.
Sergio: Ehh, pera aí, que porra é essa?
Mica: Que porra é essa de quê?
Sergio: Por que você entrou?
Eu: Porque vou controlar se você usa as capas, não confio na minha mulher.
Sergio: Vou vazar, vocês vão me levar pra qualquer lugar (tentou abrir a porta).
Eu: Peraí, pega as chaves se quiser, não vou ligar o carro com a mente...
(Estendi o braço e ofereci as chaves do carro pra ele.)
Mica: Se não quiser, tudo bem, Sergio. É uma fantasia minha de transar num estacionamento com um desconhecido.
O cara ainda tava indeciso, sem saber o que fazer.
Mica: A gente é um casal liberal, então sem drama, mas o José gosta de olhar.
O cara se acalmou um pouco, mas ainda olhava desconfiado. Minha esposa começou a acariciar as pernas dele devagar pra relaxar, e de vez em quando passava a mão por cima da rola dele.
Eu: Amor, mostra um pouco da raba pra ele, isso com certeza vai ajudar a descontrair.
Ela, sorrindo e se virando como dava, ficou de costas pra ele, mostrando a buceta rachada naquela legging. Eu empurrei o banco do carona o máximo pra frente pra dar espaço, e ela conseguiu se ajeitar melhor e dar uma boa visão da bunda dela pro Sergio.
Eu: Toca à vontade, Sergio, vai. Olha só como ele tá durinho.
O cara criou coragem e começou a acariciar devagar a bunda da minha esposa por cima da legging. Ela fazia uns gestos de que tava gostando, e eu falei de novo: "Aperta com confiança, amigo". Ele começou a dar uns apertões gostosos nas nádegas, e a Mica celebrava gemendo.
Eu: Tem uma bunda boa, né...
Sergio: Uff, demais.
Eu: Abaixa a legging dela, ela tá com uma tanga azul que é uma loucura... Sergio: posso? (pedindo permissão pra Mica)
Mica: sim, por favor, hoje você pode tudo.
Devagar ele foi descendo a legging e deixando à mostra a bunda da minha esposa, partida ao meio por uma fio dental azul que combinava com a legging, e que no meio da bunda sumia entre as nádegas.
Sergio: uhhhh que bundão pelo amor de Deus!!!! (enquanto tocava timidamente)
Eu: com confiança, cara, assim! (dei um tapa na bunda da Mica, que gemeu com tom de puta, e apertei bem)
O sortudo finalmente se soltou e começou a massagear a bunda da minha esposa, que só gemia e se mexia um pouco, mostrando que tava gostando.
Eu: toca a buceta dela, certeza que já deve estar molhada, ou não, amor? (me dirigindo à minha esposa).
Mica: ufff, já faz um tempo que tá molhadinha (esse tom de puta que ela usa deixa qualquer um louco).
Ele puxou a fio dental e começou a dedilhar um pouco (por fora) e disse "uhhhh, tá bem molhada".
Eu: viu, te falei... vou te dizer mais uma vez, faz o que quiser, desde que ela deixe, come a buceta, o cu, toca ela, sei lá, o que você quiser, ela é sua por um tempo.
Ele fez que sim com a cabeça e continuou metendo a mão até começar a mordiscar as nádegas com vontade, e depois enfiou a cara no meio da bunda da minha esposa. Acho que devia estar chupando a buceta ou o cu dela, porque ela gemia cada vez mais.
Mica interrompeu: Sergio, trouxe as camisinhas?
Sergio: sim, sim, tão aqui (levantou um saquinho de plástico)
Mica: ok, me dá (procurou na bolsa) não acredito!!!!
Eu: o que foi?
Mica: não compramos as saborizadas!!!!
Eu: me fode!?!?! vou comprar se quiser...
Mica: não, já era...
O cara olhava sem dizer nada, meio que desconfiando se não era uma armadilha pra roubar ele ou algo assim, mas era óbvio que a Mica queria chupar a pica dele no pelo, ela não gosta de chupar com camisinha).
Eu: bom, sei lá, você é saudável, Sergio?
Sergio: sim, claro!! Vocês?
Eu: sim, tranquilo... bom, amor, sei lá, chupa ele assim mesmo se quiser....
Mica: vou deixas?
Eu: e... se quer chupar pica e não tem camisinha, que outra opção resta? (olhei pra ela como quem diz "não me enche o saco")
Ela me olhou com cara de quem tinha feito aquilo de propósito, deu um beijinho no Sergio e se deitou sobre as pernas do convidado. Passou a boca no pênis dele por cima da calça e depois começou a abaixar.
Quando tirou a pica do Sergio da cueca, o cara já tava duro, e ela, sem enrolação, meteu na boca e começou a chupar. O cara tinha uma pica normal, então não foi difícil pra Mica fazer um boquete bem dado. Sergio gemia de olhos fechados, curtindo um bom oral, que com certeza não recebia há tempos.
Eu: eu, Sergio, ela adora engolir tudo, então empurra um pouquinho...
O cara não me deu bola, então me estiquei e, apoiando a mão na nuca da minha esposa, fiz ela engolir inteiro. Ela nem reclamou, pelo contrário, gemeu com mais vontade. Aí o velho tomou a iniciativa e, de vez em quando, fazia ela engolir tudo. Ficaram um tempinho assim, não muito, mas o suficiente pro Sergio se soltar e curtir.
Mica: bom, vamos testar as camisinhas?
Sergio: bora, qual a gente usa?
Mica procurou na bolsa e tirou umas comuns.
Mica: sabe colocar?
Sergio: claro, como não...
Mica: ok, bora que quero pica (já tava doidinha a putinha).
Ela se ajoelhou no banco de trás, digamos, deixando a bunda empinada pra frente, e enquanto Sergio colocava a camisinha, ela dava instruções: "desenrola, aperta a bolhinha, coloca inteiro senão vai sair"... Não sei o que o cara pensou, mas parecia uma aula de educação sexual do colégio.
Depois que a camisinha tava no lugar, ela disse: "bora, coloca atrás e me come que não aguento mais"
Meio complicado, mas ele conseguiu se ajeitar, puxou a tanga dela e começou a meter, bem devagar por sinal, mas era o que tinha.
Minha esposa gemia um pouco enquanto falava: "vai, vai que tá indo bem". Filha da puta, ensinando um cara de 50 anos a transar. A cena era cômica.
Finalmente, depois de se acomodar e minha esposa estar sentada até o fundo, ele começou a bombar com vontade enquanto se regozijava olhando pra bunda dela e apertando. Depois de um tempo, minha esposa interrompeu:
Mica: Uff... para, para. Coloca aquele que tem tachinhas e eu vou sentar por cima.
O cara, o mais rápido que conseguiu (que não foi nada rápido), colocou a outra camisinha e ficou sentado no banco. Se desculpou pela lentidão, mas disse que o carro era desconfortável.
Assim que tudo ficou pronto, Mica sentou na pica do Sergio, de costas pra ele, e olhando na minha direção.
Agora quem mandava era ela, e ela montava nele com mais vontade do que ele tinha dado nela antes. Os gemidos da minha esposa puta já estavam mais altos, e eu, com a cara dela a poucos centímetros, comecei a enfiar uns dedos na boca dela, que ela chupava com gosto, imaginando que era uma pica.
Acho que um orgasmo chegou a arrancar da minha esposa, mas não tenho certeza. Num momento, interrompi a parada.
Eu: Viu que pedaço de bunda que ela tem?
Sergio (entre gemidos): Tremenda.
(Minha esposa me olhou com cara de puta)
Eu: O que foi, amor?
Mica: Posso entregar a raba pro senhor?
Eu: Se ele quiser te comer a raba, sim... O que cê acha, Sergio? Quer comer a bunda da minha esposa?
Sergio: Sim, óbvio!!!
Eu: Pronto, enfia nela então...
Mica: Não, pera, e o lubrificante?
Eu: Não precisa, vai Sergio, arrebenta o cu dela...
Ela me olhou com cara de puta e se levantou, deixando a pica do cara sair da buceta dela. "Apoia lá e me avisa, Sergio", ela disse. O cara encaixou a pica na entrada do cu dela e falou "já foi".
Mica, me encarando, começou a descer e se deixar penetrar analmente pela pica do veterano. É redundante dizer a cara de puta que ela fazia enquanto me olhava, mas era assim, ela estava montando nele pra me mostrar, a safada.
Devagar, ela montou bem montado com a bunda, mas a posição cansava ela pra caralho, então pediu pra se ajoelhar no banco de novo. Mas quando Sergio estava pra meter de novo, eu falei "vai fundo, amigão, ela gosta de ter o cu arrombado".
Dessa vez ele meteu com mais vontade, e minha esposa adorou, e mesmo a posição sendo desconfortável, a Mica tava gostando.
O Sergio avisou que ia gozar e eu interrompi.
Eu: para, para... alguém já te tomou a gozada?
Sergio: ééé, não...
Eu: amor, faz o favor e toma pra ele, quer? coitado do homem.
Ela me olhou com cara de brava, parecia não querer muito tomar a gozada do cara (não parecia ter comido ela do jeito que ela gosta), mas mesmo assim me obedeceu e se ajeitaram de novo como no começo.
Ela tirou a camisinha dele e começou a chupar com gosto pra fazer ele gozar, e não custou muito, o velho deu uma boa gozada nela, ela engoliu um pouco e o resto escorreu nele.
O Sergio demorou um tempão pra recuperar o fôlego, tanto que a Mica já tava vestida e tudo. Ela se vestiu e saiu do carro. Me pediu pra acompanhar ele até o carro dele (um mercedes novo bonitinho) e ele me ofereceu grana, que obviamente recusei.
Resumindo, ele me passou o telefone pra gente se ver outra hora, mas não sei se a Mica vai querer ligar pra ele, porque na volta pra casa ela disse que ele não tinha uma boa rola e também não sabia usar direito, embora reconhecesse que o lugar era desconfortável pra foder.
Claro, quando chegamos, eu meti uma boa foda como manda o figurino, e do jeito que ela gosta, forte e fundo, então passou bastante o gosto ruim da aventura dela com o Sergio.
6 comentários - Minha esposa dá a buceta pra qualquer um
Exelente relato, me dejo al palo!!!
GRACIAS!!!