Hola, ya esta es la segunda parte de casa compartida, espero la disfruten. Si les gustaría ver como comenzó todo, pueden darle al link:
http://www.poringa.net/posts/relatos/4105810/Casa-compartida.htmlExatamente como ela disse naquele dia, entrei escondido enquanto Laura e Alice dormiam à noite e usamos o segundo preservativo. Estávamos com uma tesão absurda por não termos conseguido fazer quando as outras estavam voltando, então transamos por sete minutos, segurando a vontade de gozar para aproveitar mais o sexo com ela.
Começamos na cama, decidi tentar uma posição que vi por aí e que não parava de me excitar toda vez que via: o mating press, onde você segura as pernas da sua parceira levantadas e deixa seu peso cair sobre ela, entrando o mais fundo possível. Ficamos nessa pose por um bom tempo; cada vez que eu deixava o peso dos meus quadris cair, sentia a cama tremer e como ela apertava meus braços com força, tentando segurar os gemidos. Vê-la assim só fez eu querer ir mais rápido, para ver até onde ela aguentava, então mudei de velocidade, indo rápido por um bom tempo e parando de repente para fazê-la sentir como eu começava a tirar meu pau da buceta dela, ao que ela acabou respondendo colocando as mãos na minha bunda, apertando e me obrigando a enfiar tudo de uma vez, fazendo-a gozar imediatamente.
Quando soltei tudo dentro da camisinha, estávamos ofegantes e suados de novo, mas agora estávamos de quatro contra a parede, Daisy mordendo a blusa que usava para dormir, tentando segurar os gemidos para não fazer escândalo e acordar suas inquilinas, enquanto eu só tirava o preservativo, que ela tirou das minhas mãos para engolir minha porra de novo.
— Você ainda consegue, né? — perguntou, olhando pro meu pau e lambendo os lábios.
Assenti, sabendo que já tinha gozado duas vezes, ainda tinha mais duas acumuladas. Daisy me deitou e começou a me chupar exatamente como tinha feito antes, só que agora estava à minha esquerda, então pude esticar o braço para apertar sua bunda enorme e brincar um pouco com sua vulva, ao que ela reagiu com um sorriso safado. Começou com beijos simples de novo, mas dessa vez percorrendo toda a haste do meu pau até chegar na base, onde, puxando a língua, ela deu uma lambida até voltar à cabeça. Engolindo meu pau inteiro de uma só vez, Daisy foi chupando enquanto tirava da boca, deixando sair com um barulhopopcausado por tirar ele tão de repente sem parar de chupar.
Daisy continuou assim por um bom tempo, brincando com meu pau como se fosse um brinquedo para ela se vingar, masturbando devagar e aumentando a velocidade de repente, me dando pequenas lambidas na cabeça ou chupando como se fosse um doce. Era como se ela estivesse se vingando de como eu a satisfiz à tarde, e a única coisa que eu podia fazer era brincar com sua bunda ou com sua buceta usando meus dedos.
Ficamos assim por uma hora, e ela me fez gozar as duas vezes que ainda tinha só com a boca dela, nos despedimos com outro beijo apaixonado, e ela me disse que isso seria algo normal entre nós de agora em diante, e assim tem sido.
Já se passou um mês desde aquele dia, sempre que Laura ou Alice não estão olhando, nos beijamos e brincamos entre nós como animais no cio, até cheguei ao ponto de masturbá-la na cozinha enquanto as duas estão na sala, ou ela me chupando na sala quando Alice está trancada no quarto, mas a cereja do bolo sempre é quando chega a noite, onde transamos como coelhos por tudo o que fizemos durante o dia.
Mesmo assim, muitas vezes acabo com vontade por causa das diferentes brincadeiras da Daisy, me deixando bem na hora de gozar, tudo para que, segundo ela, eu faça com ainda mais vontade na cama para extrair o que tive que aguentar.
E agora, um mês depois daquele dia, em uma das minhas aulas da faculdade, já levando quatro dias sem fazer nem me masturbar por pedido dela para muito mais prazer e para poder ter mais sêmen acumulado, mas imaginem o que é segurar a vontade de transar com alguém tão gostosa como a Daisy, agora fico com o pau duro toda hora por causa da vontade que tenho de simplesmente soltar tudo de uma vez dentro dela.
Quando minha aula terminou, vários dos meus amigos se reuniram ao meu redor, meu grupo de amigos da universidade não era grande coisa, são quatro idiotas que compartilham a maioria dos gostos comigo e entre si.
O primeiro é Juan Camilo, que a gente chama de Juan Ca por preguiça de chamar pelo nome completo, tem 24 anos e mede um metro e setenta e oito, de compleição atlética, já que ele fica malhando pra se manter bem, olhos castanhos e cabelo marrom longo que chega até as costas, tem namorada e adora ficar se exibindo com ela, a ponto de a gente já estar de saco cheio de ouvir.
O segundo é David, a gente chama de Davo, tem 25 e mede um metro e sessenta, é meio gordinho, mas não a ponto de dizer que tem problema de sobrepeso, olhos castanhos claros e cabelo preto curtinho na régua. É possivelmente o mais ativo do grupo e o que fica de zoação o tempo todo, uma vez a gente teve problema com a universidade por causa de uma coisa que ele fez.
O último é Marcelo, sim, a piada é fácil, tem 22, sendo o mais novo da gente, e é um velho amigo do colégio, nós dois nos damos bem e nos ver na faculdade de novo nos animou bastante. Mede um metro e setenta, tem olhos verdes que vêm da mãe alemã dele e cabelo loiro que chega até o pescoço, normalmente ele faz um coque pra prender. É bem fechado e foi difícil ele se enturmar quando comecei a sair com Davo e Juan Ca, mas no final ele se juntou e formamos o grupo.
—Ô, que série me recomendam, tô morto de tédio ultimamente — perguntou Juan Camilo enquanto a gente saía da sala.
—Eu acho que você devia ver Mind Hunter, vi na Netflix, que é original, e é boa.
—Também recomendo The Boys, mano — Davo seguiu o que Marcelo disse, os dois ficam vendo série o tempo todo e são os que acabam recomendando coisas pra assistir.
—Porra, não tenho Prime, vou ter que piratear em algum lugar, porque não tenho grana, mas se eu for ver, vocês sempre recomendam coisa boa... E você, Daniel, não me recomenda uma?
—Ah? Bom, acho que você pode gostar de Red vs. Blue, tá completa no YouTube, mas é animação, é comédia e tem seus momentos interessantes de ação - Respondi meio perdido, tava pensando é no quanto eu tava putamente excitado só de ficar pensando na Daisy e não poder bater uma punheta, tive sorte de ter um casaco na cintura que levei caso esfriasse, que cobriu todo o volume.
- Beleza, já tenho coisas pra ver, valeu, vamos comprar as coisas antes que comecem as próximas aulas - Disse Juan Ca enquanto começava a andar com passos largos pra sair rápido da facul e ir a uma papelaria perto, David não ficou pra trás e começou a trotar pra tentar alcançá-lo.
- Ei Daniel, tá bem? - Me perguntou Marcelo que andava do meu lado - Tô te notando meio travado e na aula você parecia meio mal.
- Não é nada, é mais que tô meio fodido com uma coisa pessoal, nada importante - Não ia contar pra ele que tava com um pau duro da porra por estar transando com minha dona e que ela tava me proibindo de me masturbar.
- Se você diz, vamos rápido, precisamos comprar papéis e eu preciso usar um computador na papelaria.
Marcelo saiu correndo pra alcançar os outros dois, me deixando caminhando no meu ritmo, tentando disfarçar como eu tava, andando, pude ver a Alicia com o canto do olho, ela tava conversando com umas minas e um ou outro cara, com certeza eram do curso dela, decidi não incomodar e continuei andando até chegar na papelaria.
Papelaria, pra quem não sabe por diferenças de linguagem, poderia chamar de lojinha de esquina onde você consegue vários materiais pra trabalhos de aula, por sorte, sempre tinha umas boas perto da nossa Universidade, a que a gente sempre ia era uma pro norte, andando dois quarteirões.
Na papelaria, Juan Camilo e Davo já tavam conversando com o dono pra conseguir uns papéis e imprimir umas coisas que a professora pediu pros trabalhos, Marcelo, que encomendou a mesma coisa, tava no computador da papelaria testando algo do pen drive dele seu projeto para tentar recuperar alguns pontos que acabou perdendo por ter ido mal nas provas.
David e Juan Camilo não são maus alunos, mas acabaram tendo problemas com a professora e ficaram com notas baixas. Juan Camilo deveria estar no próximo semestre, mas por se descuidar, acabou tendo que repetir. Marcelo estava com ainda mais problemas, tudo porque, segundo ele, vários assuntos continuam difíceis para ele. Já eu sou quem tem se saído melhor – não costumo estudar muito, porque tenho a sorte de entender quase tudo de primeira.
Enquanto a gente cuidava de comprar e pagar as impressões, sinto alguém tocar no meu ombro. Quando olho para a mão, vejo que não é a do Marcelo, já que a mão tinha unhas longas e pintadas de roxo escuro. Me virei e a pessoa que encontrei era Selene, uma amiga do meu semestre anterior, com quem não tive a oportunidade de compartilhar a aula no segundo.
– Daniel, que milagre te ver de novo – ela disse, se esticando para me dar um beijo na bochecha como cumprimento. Eu me abaixei um pouco para cumprimentá-la também.
– Pô, as aulas já são puxadas e você ainda finge que tá ofendida por não me ver, como se não estivesse fazendo as mesmas matérias.
Nós dois rimos um pouco. Selene é uma garota bem amigável, me dou muito bem com ela. Ela tem 24 anos, mede um metro e cinquenta e nove, é magrinha, com aquele corpo violão característico, cabelo preto com mechas tingidas de azul e olhos heterocrômicos – um azul e outro marrom escuro. Usa óculos por ter miopia.
Apresentei ela ao grupo, começando pelo Juan Ca, que cumprimentou com um simples aceno de mão e continuou falando com o dono da loja. David teve a brilhante ideia de tentar dar uma cantada nela.
– Ei, esses olhos são incríveis. Sabe, os olhos são a janela da alma. Ter dois olhos de cores diferentes pode significar que você divide o corpo com outra pessoa, e tenho certeza que a outra é igualmente linda.
– Você acabou de tirar isso da os ovos, e você inventa na hora, me surpreende – disse Selene, deixando Davo de boca aberta e fazendo com que eu terminasse tirando sarro dele.
Selene sempre teve que aguentar gente dando em cima dela, tudo por causa dos olhos e do tipo de corpo, então ela não tem medo de falar o que vem à cabeça. Teve uma vez que alguém tentou ir além mesmo depois de ter feito papel de bobo, mas depois de um tapa forte dela e um empurrão meu pra ele não tentar mais nada, o cara entendeu que perdeu tempo.
– Ha ha ha, ri aí, filho da puta – Davi me mostrou o dedo e terminou de falar direitinho com Selene, que o cumprimentou animada e deixou ele continuar com as compras.
– Bom, aquele lá é o Marcelo. Já falei dele pra você?
– Sim, aquele que estudou com você no colégio, né?
– Isso mesmo – Antes mesmo de eu terminar de falar, Selene já tinha ido na direção dele pra se apresentar.
– Oi, prazer em te conhecer, Marcelo. Sou amiga do Daniel – Marcelo deu um leve salto ao ouvir a voz de uma mulher de repente dizendo seu nome.
– Ah… Oi, sim, prazer, Selene – Marcelo tentou encerrar a conversa.
– Ei, por que você não tenta fazer o cálculo desse jeito? Acho que assim o design pode funcionar melhor.
– Como? – Marcelo revisou o projeto um instante e começou a fazer as correções seguindo o que Selene dizia, terminando de olhos arregalados ao perceber a quantidade de erros que tinha cometido – Porra, você me salvou de passar vergonha, valeu.
– De nada.
Selene tinha feito a mesma coisa no primeiro semestre, ajudando de vez em quando quem tava indo mal, tudo porque ela foi a que ficou em primeiro lugar na turma, e eu em quarto. Pra falar a verdade, ver a Selene inclinada e apoiada na cadeira do Marcelo deixava a bunda dela à mostra, marcada no jeans que ela tava usando. Isso, junto com o corpo e o rosto dela, fez com que no primeiro semestre eu ficasse de pau duro toda vez que a via, e se… o que eu disse quando falei sobre minhas colegas de classe, mas naquele momento, eu sempre estava sofrendo pra decidir se Selene ou Daisy seriam as mulheres com quem eu tentaria alguma coisa.
- Ei, já tenho tudo que a gente precisava, e as aulas já vão começar - disse Juan Camilo enquanto começava a sair da lojinha.
Todos caminhamos junto com ele, Selene nos acompanhando e conversando com a gente, mesmo ela não compartilhando da maioria dos nossos gostos. Juan Ca e Davo começaram a se dar bem com ela, até o Marcelo, que não parava de agradecer por ela ter ajudado no projeto.
Quando entramos na facul, Selene se separou da gente pra ir pra sua própria sala.
- Gosto da Selene - disseram os três em uníssono.
- Pô, se eu não tivesse namorada, te garanto que tentaria conquistar ela.
- Melhor não tentar, que ela vai acabar te fazendo se sentir mal - respondeu David ao Juan Camilo, que me olhou com cara de quem não entendeu nada, já que eu tava mais focado nas compras.
- Nada, o idiota aqui tentou jogar uns elogios pra Selene e ela pisoteou ele, e como ele fica bolado quando le dão um fora, agora tá todo dolorido - disse Marcelo, fazendo todo mundo rir menos o Davo, que começou a nos bater por estarmos zoando ele.
O dia continuou e as aulas terminaram, Marcelo apresentou seu projeto pra tentar salvar o semestre e a professora disse que por enquanto ele tinha se salvado, aí ele me pediu o número da Selene pra poder agradecer, o que eu dei porque não via nada de errado nisso.
Enquanto eu saía sozinho da facul, notei a Alice conversando com algumas colegas, e decidi me aproximar pra dar um oi.
- Oi, tudo bem? Alice, você gostaria de ir andando pra casa juntos?
- Claro, não tenho nada pra fazer agora. Falo com vocês pelo grupo do WhatsApp quando chegar em casa - Alice disse pras duas amigas com quem conversava.
Nós dois começamos a caminhar, como eu disse antes, Alice e eu não nos damos tão bem a ponto de Ela me considerava um amigo, mas mais de uma vez, ao sair, perguntei se ela queria caminhar junto para facilitar a volta, especialmente quando a via saindo sozinha. Mas dessa vez ela estava com algumas amigas, que me lançavam olhares que eu conseguia sentir na nuca.
Conversamos bastante durante as quatro quadras de distância entre a casa da Daisy e a universidade, o que devia equivaler a uns trezentos ou quatrocentos metros, uma diferença absurda comparada com a distância até a casa dos meus pais, uns cinco quilômetros.
Quando chegamos, Alice pegou o celular imediatamente para checar as várias mensagens que recebeu enquanto caminhávamos.
— Ha, minhas colegas estão perguntando se você é meu irmão.
— E isso? Nem nos parecemos.
— Com certeza é porque você falou sobre caminharmos juntos e associaram que somos irmãos. Agora estão obcecadas por você.
— Quem está obcecada? — perguntou Daisy, que espiou da cozinha.
A pergunta repentina acabou me deixando tenso. Eu estava de pau duro o dia todo por ficar pensando nela, e ouvi-la assim do nada fez eu pensar que meu cérebro estava pregando outra peça.
— Nada, minhas colegas, que agora não param de falar como o Daniel é gato.
— Você fala como se ele não fosse.
— Bom, ele é gato e tudo, mas não é meu tipo.
— Ah, machuca meu frágil ego — disse brincando enquanto ela começava a subir as escadas para o quarto.
— Alice, ainda não terminei de cozinhar, então te chamo depois quando acabar, e a Laura ainda está no trabalho, então não se preocupe em procurá-la.
Alice assentiu e terminou de subir as escadas, nos deixando sozinhos no primeiro andar. Daisy e eu sabíamos que, se falávamos de alguém estando fora, significava luz verde para fazermos o que quiséssemos sem sermos descobertos. Então, enquanto ela voltava para a cozinha, eu a segui para agarrar sua bunda e dar-lhe um Agarro firme, beijando seu pescoço um pouco e enfiando minha mão por baixo da sua camiseta larga.
- Sabe a tortura que foi segurar uma ereção o dia inteiro porque você não me deixa bater uma nem te comer?
- Não é problema meu, querido, eu também tenho meus surtos de tesão, mas é mil vezes melhor se a gente se desejar depois de um bom tempo - ela respondeu com tom de voz brincalhão, me beijando a bochecha e passando um dedo nos meus lábios.
A mudança da Daisy era demais pra mim, ela tinha ficado ainda mais gostosa com essa atitude, o que só dificultava eu me controlar.
Aproveitando a mão que estava por baixo da camisa dela, comecei a apalpar e massagear um dos seios por cima do sutiã, enquanto com a mão que estava na sua bunda, levei até a virilha, puxando um pouco o bermudão que ela usava, e descobri que ela não tinha calcinha.
- É que você é provocadora - falei com um sorriso enquanto começava a mover minha mão em volta da sua buceta, sentindo o toque de pelos recém-depilados que já estavam crescendo de novo - Você se depilou?
- Queria que você me lambesse com gosto, sem tanto pelo atrapalhando.
- Pra mim não atrapalha, até gosto, fica bom em você... Mas depilada também não parece tão ruim.
Nós dois rimos um pouco e comecei a masturbá-la. Daisy teve que soltar tudo pra evitar algum acidente, deixando escapar pequenos gemidos e suspiros enquanto eu beliscava seu clitóris e começava a enfiar meus dedos dentro da vulva dela, metendo três, que movi independentemente pela sua vagina. O jeito que as pernas dela tremiam me deixava louco.
- Já, já, senão você me faz gozar e eu não consigo terminar de cozinhar - ela disse me empurrando com delicadeza.
- Porra, agora também não posso te satisfazer assim? Pensei que pelo menos podia aproveitar pra te fazer gozar.
- É que você gosta de brincar comigo, por isso que te deixo assim, como uma pequena vingança... Mas te prometo que à noite a gente usa os quatro preservativos que você comprou.
Só de ouvir, fiz uma pequena comemoração interna, beijei ela de língua, envolvendo a dela com a minha e brincando um pouco, sussurrando no ouvido que "ia fazer ela gritar à noite por me fazer sofrer". Ela não me olhou, mas soltou aquele sorrisinho safado.
Enquanto saía da cozinha, me deparei com ninguém menos que Laura, que colocou o dedo nos lábios pra me fazer entender que era melhor eu ficar quieto, e que a seguisse até o quarto dela.Bom, isso foi tudo, espero que você tenha curtido a leitura. Essa história foi uma que inventei num dia que não tinha nada pra fazer, mas nunca imaginei transformá-la numa série de partes. Tomara que vocês acabem gostando. Aqui está o link para a próxima parte: http://www.poringa.net/posts/relatos/4119107/Casa-compartida-parte-III.html
Se tiverem interesse, também podem ler mais dos meus contos:
Amante japonesa: http://www.poringa.net/posts/relatos/4109453/Amante-japonesa.html
Tchau!
http://www.poringa.net/posts/relatos/4105810/Casa-compartida.htmlExatamente como ela disse naquele dia, entrei escondido enquanto Laura e Alice dormiam à noite e usamos o segundo preservativo. Estávamos com uma tesão absurda por não termos conseguido fazer quando as outras estavam voltando, então transamos por sete minutos, segurando a vontade de gozar para aproveitar mais o sexo com ela.
Começamos na cama, decidi tentar uma posição que vi por aí e que não parava de me excitar toda vez que via: o mating press, onde você segura as pernas da sua parceira levantadas e deixa seu peso cair sobre ela, entrando o mais fundo possível. Ficamos nessa pose por um bom tempo; cada vez que eu deixava o peso dos meus quadris cair, sentia a cama tremer e como ela apertava meus braços com força, tentando segurar os gemidos. Vê-la assim só fez eu querer ir mais rápido, para ver até onde ela aguentava, então mudei de velocidade, indo rápido por um bom tempo e parando de repente para fazê-la sentir como eu começava a tirar meu pau da buceta dela, ao que ela acabou respondendo colocando as mãos na minha bunda, apertando e me obrigando a enfiar tudo de uma vez, fazendo-a gozar imediatamente.
Quando soltei tudo dentro da camisinha, estávamos ofegantes e suados de novo, mas agora estávamos de quatro contra a parede, Daisy mordendo a blusa que usava para dormir, tentando segurar os gemidos para não fazer escândalo e acordar suas inquilinas, enquanto eu só tirava o preservativo, que ela tirou das minhas mãos para engolir minha porra de novo.
— Você ainda consegue, né? — perguntou, olhando pro meu pau e lambendo os lábios.
Assenti, sabendo que já tinha gozado duas vezes, ainda tinha mais duas acumuladas. Daisy me deitou e começou a me chupar exatamente como tinha feito antes, só que agora estava à minha esquerda, então pude esticar o braço para apertar sua bunda enorme e brincar um pouco com sua vulva, ao que ela reagiu com um sorriso safado. Começou com beijos simples de novo, mas dessa vez percorrendo toda a haste do meu pau até chegar na base, onde, puxando a língua, ela deu uma lambida até voltar à cabeça. Engolindo meu pau inteiro de uma só vez, Daisy foi chupando enquanto tirava da boca, deixando sair com um barulhopopcausado por tirar ele tão de repente sem parar de chupar.
Daisy continuou assim por um bom tempo, brincando com meu pau como se fosse um brinquedo para ela se vingar, masturbando devagar e aumentando a velocidade de repente, me dando pequenas lambidas na cabeça ou chupando como se fosse um doce. Era como se ela estivesse se vingando de como eu a satisfiz à tarde, e a única coisa que eu podia fazer era brincar com sua bunda ou com sua buceta usando meus dedos.
Ficamos assim por uma hora, e ela me fez gozar as duas vezes que ainda tinha só com a boca dela, nos despedimos com outro beijo apaixonado, e ela me disse que isso seria algo normal entre nós de agora em diante, e assim tem sido.
Já se passou um mês desde aquele dia, sempre que Laura ou Alice não estão olhando, nos beijamos e brincamos entre nós como animais no cio, até cheguei ao ponto de masturbá-la na cozinha enquanto as duas estão na sala, ou ela me chupando na sala quando Alice está trancada no quarto, mas a cereja do bolo sempre é quando chega a noite, onde transamos como coelhos por tudo o que fizemos durante o dia.
Mesmo assim, muitas vezes acabo com vontade por causa das diferentes brincadeiras da Daisy, me deixando bem na hora de gozar, tudo para que, segundo ela, eu faça com ainda mais vontade na cama para extrair o que tive que aguentar.
E agora, um mês depois daquele dia, em uma das minhas aulas da faculdade, já levando quatro dias sem fazer nem me masturbar por pedido dela para muito mais prazer e para poder ter mais sêmen acumulado, mas imaginem o que é segurar a vontade de transar com alguém tão gostosa como a Daisy, agora fico com o pau duro toda hora por causa da vontade que tenho de simplesmente soltar tudo de uma vez dentro dela.
Quando minha aula terminou, vários dos meus amigos se reuniram ao meu redor, meu grupo de amigos da universidade não era grande coisa, são quatro idiotas que compartilham a maioria dos gostos comigo e entre si.
O primeiro é Juan Camilo, que a gente chama de Juan Ca por preguiça de chamar pelo nome completo, tem 24 anos e mede um metro e setenta e oito, de compleição atlética, já que ele fica malhando pra se manter bem, olhos castanhos e cabelo marrom longo que chega até as costas, tem namorada e adora ficar se exibindo com ela, a ponto de a gente já estar de saco cheio de ouvir.
O segundo é David, a gente chama de Davo, tem 25 e mede um metro e sessenta, é meio gordinho, mas não a ponto de dizer que tem problema de sobrepeso, olhos castanhos claros e cabelo preto curtinho na régua. É possivelmente o mais ativo do grupo e o que fica de zoação o tempo todo, uma vez a gente teve problema com a universidade por causa de uma coisa que ele fez.
O último é Marcelo, sim, a piada é fácil, tem 22, sendo o mais novo da gente, e é um velho amigo do colégio, nós dois nos damos bem e nos ver na faculdade de novo nos animou bastante. Mede um metro e setenta, tem olhos verdes que vêm da mãe alemã dele e cabelo loiro que chega até o pescoço, normalmente ele faz um coque pra prender. É bem fechado e foi difícil ele se enturmar quando comecei a sair com Davo e Juan Ca, mas no final ele se juntou e formamos o grupo.
—Ô, que série me recomendam, tô morto de tédio ultimamente — perguntou Juan Camilo enquanto a gente saía da sala.
—Eu acho que você devia ver Mind Hunter, vi na Netflix, que é original, e é boa.
—Também recomendo The Boys, mano — Davo seguiu o que Marcelo disse, os dois ficam vendo série o tempo todo e são os que acabam recomendando coisas pra assistir.
—Porra, não tenho Prime, vou ter que piratear em algum lugar, porque não tenho grana, mas se eu for ver, vocês sempre recomendam coisa boa... E você, Daniel, não me recomenda uma?
—Ah? Bom, acho que você pode gostar de Red vs. Blue, tá completa no YouTube, mas é animação, é comédia e tem seus momentos interessantes de ação - Respondi meio perdido, tava pensando é no quanto eu tava putamente excitado só de ficar pensando na Daisy e não poder bater uma punheta, tive sorte de ter um casaco na cintura que levei caso esfriasse, que cobriu todo o volume.
- Beleza, já tenho coisas pra ver, valeu, vamos comprar as coisas antes que comecem as próximas aulas - Disse Juan Ca enquanto começava a andar com passos largos pra sair rápido da facul e ir a uma papelaria perto, David não ficou pra trás e começou a trotar pra tentar alcançá-lo.
- Ei Daniel, tá bem? - Me perguntou Marcelo que andava do meu lado - Tô te notando meio travado e na aula você parecia meio mal.
- Não é nada, é mais que tô meio fodido com uma coisa pessoal, nada importante - Não ia contar pra ele que tava com um pau duro da porra por estar transando com minha dona e que ela tava me proibindo de me masturbar.
- Se você diz, vamos rápido, precisamos comprar papéis e eu preciso usar um computador na papelaria.
Marcelo saiu correndo pra alcançar os outros dois, me deixando caminhando no meu ritmo, tentando disfarçar como eu tava, andando, pude ver a Alicia com o canto do olho, ela tava conversando com umas minas e um ou outro cara, com certeza eram do curso dela, decidi não incomodar e continuei andando até chegar na papelaria.
Papelaria, pra quem não sabe por diferenças de linguagem, poderia chamar de lojinha de esquina onde você consegue vários materiais pra trabalhos de aula, por sorte, sempre tinha umas boas perto da nossa Universidade, a que a gente sempre ia era uma pro norte, andando dois quarteirões.
Na papelaria, Juan Camilo e Davo já tavam conversando com o dono pra conseguir uns papéis e imprimir umas coisas que a professora pediu pros trabalhos, Marcelo, que encomendou a mesma coisa, tava no computador da papelaria testando algo do pen drive dele seu projeto para tentar recuperar alguns pontos que acabou perdendo por ter ido mal nas provas.
David e Juan Camilo não são maus alunos, mas acabaram tendo problemas com a professora e ficaram com notas baixas. Juan Camilo deveria estar no próximo semestre, mas por se descuidar, acabou tendo que repetir. Marcelo estava com ainda mais problemas, tudo porque, segundo ele, vários assuntos continuam difíceis para ele. Já eu sou quem tem se saído melhor – não costumo estudar muito, porque tenho a sorte de entender quase tudo de primeira.
Enquanto a gente cuidava de comprar e pagar as impressões, sinto alguém tocar no meu ombro. Quando olho para a mão, vejo que não é a do Marcelo, já que a mão tinha unhas longas e pintadas de roxo escuro. Me virei e a pessoa que encontrei era Selene, uma amiga do meu semestre anterior, com quem não tive a oportunidade de compartilhar a aula no segundo.
– Daniel, que milagre te ver de novo – ela disse, se esticando para me dar um beijo na bochecha como cumprimento. Eu me abaixei um pouco para cumprimentá-la também.
– Pô, as aulas já são puxadas e você ainda finge que tá ofendida por não me ver, como se não estivesse fazendo as mesmas matérias.
Nós dois rimos um pouco. Selene é uma garota bem amigável, me dou muito bem com ela. Ela tem 24 anos, mede um metro e cinquenta e nove, é magrinha, com aquele corpo violão característico, cabelo preto com mechas tingidas de azul e olhos heterocrômicos – um azul e outro marrom escuro. Usa óculos por ter miopia.
Apresentei ela ao grupo, começando pelo Juan Ca, que cumprimentou com um simples aceno de mão e continuou falando com o dono da loja. David teve a brilhante ideia de tentar dar uma cantada nela.
– Ei, esses olhos são incríveis. Sabe, os olhos são a janela da alma. Ter dois olhos de cores diferentes pode significar que você divide o corpo com outra pessoa, e tenho certeza que a outra é igualmente linda.
– Você acabou de tirar isso da os ovos, e você inventa na hora, me surpreende – disse Selene, deixando Davo de boca aberta e fazendo com que eu terminasse tirando sarro dele.
Selene sempre teve que aguentar gente dando em cima dela, tudo por causa dos olhos e do tipo de corpo, então ela não tem medo de falar o que vem à cabeça. Teve uma vez que alguém tentou ir além mesmo depois de ter feito papel de bobo, mas depois de um tapa forte dela e um empurrão meu pra ele não tentar mais nada, o cara entendeu que perdeu tempo.
– Ha ha ha, ri aí, filho da puta – Davi me mostrou o dedo e terminou de falar direitinho com Selene, que o cumprimentou animada e deixou ele continuar com as compras.
– Bom, aquele lá é o Marcelo. Já falei dele pra você?
– Sim, aquele que estudou com você no colégio, né?
– Isso mesmo – Antes mesmo de eu terminar de falar, Selene já tinha ido na direção dele pra se apresentar.
– Oi, prazer em te conhecer, Marcelo. Sou amiga do Daniel – Marcelo deu um leve salto ao ouvir a voz de uma mulher de repente dizendo seu nome.
– Ah… Oi, sim, prazer, Selene – Marcelo tentou encerrar a conversa.
– Ei, por que você não tenta fazer o cálculo desse jeito? Acho que assim o design pode funcionar melhor.
– Como? – Marcelo revisou o projeto um instante e começou a fazer as correções seguindo o que Selene dizia, terminando de olhos arregalados ao perceber a quantidade de erros que tinha cometido – Porra, você me salvou de passar vergonha, valeu.
– De nada.
Selene tinha feito a mesma coisa no primeiro semestre, ajudando de vez em quando quem tava indo mal, tudo porque ela foi a que ficou em primeiro lugar na turma, e eu em quarto. Pra falar a verdade, ver a Selene inclinada e apoiada na cadeira do Marcelo deixava a bunda dela à mostra, marcada no jeans que ela tava usando. Isso, junto com o corpo e o rosto dela, fez com que no primeiro semestre eu ficasse de pau duro toda vez que a via, e se… o que eu disse quando falei sobre minhas colegas de classe, mas naquele momento, eu sempre estava sofrendo pra decidir se Selene ou Daisy seriam as mulheres com quem eu tentaria alguma coisa.
- Ei, já tenho tudo que a gente precisava, e as aulas já vão começar - disse Juan Camilo enquanto começava a sair da lojinha.
Todos caminhamos junto com ele, Selene nos acompanhando e conversando com a gente, mesmo ela não compartilhando da maioria dos nossos gostos. Juan Ca e Davo começaram a se dar bem com ela, até o Marcelo, que não parava de agradecer por ela ter ajudado no projeto.
Quando entramos na facul, Selene se separou da gente pra ir pra sua própria sala.
- Gosto da Selene - disseram os três em uníssono.
- Pô, se eu não tivesse namorada, te garanto que tentaria conquistar ela.
- Melhor não tentar, que ela vai acabar te fazendo se sentir mal - respondeu David ao Juan Camilo, que me olhou com cara de quem não entendeu nada, já que eu tava mais focado nas compras.
- Nada, o idiota aqui tentou jogar uns elogios pra Selene e ela pisoteou ele, e como ele fica bolado quando le dão um fora, agora tá todo dolorido - disse Marcelo, fazendo todo mundo rir menos o Davo, que começou a nos bater por estarmos zoando ele.
O dia continuou e as aulas terminaram, Marcelo apresentou seu projeto pra tentar salvar o semestre e a professora disse que por enquanto ele tinha se salvado, aí ele me pediu o número da Selene pra poder agradecer, o que eu dei porque não via nada de errado nisso.
Enquanto eu saía sozinho da facul, notei a Alice conversando com algumas colegas, e decidi me aproximar pra dar um oi.
- Oi, tudo bem? Alice, você gostaria de ir andando pra casa juntos?
- Claro, não tenho nada pra fazer agora. Falo com vocês pelo grupo do WhatsApp quando chegar em casa - Alice disse pras duas amigas com quem conversava.
Nós dois começamos a caminhar, como eu disse antes, Alice e eu não nos damos tão bem a ponto de Ela me considerava um amigo, mas mais de uma vez, ao sair, perguntei se ela queria caminhar junto para facilitar a volta, especialmente quando a via saindo sozinha. Mas dessa vez ela estava com algumas amigas, que me lançavam olhares que eu conseguia sentir na nuca.
Conversamos bastante durante as quatro quadras de distância entre a casa da Daisy e a universidade, o que devia equivaler a uns trezentos ou quatrocentos metros, uma diferença absurda comparada com a distância até a casa dos meus pais, uns cinco quilômetros.
Quando chegamos, Alice pegou o celular imediatamente para checar as várias mensagens que recebeu enquanto caminhávamos.
— Ha, minhas colegas estão perguntando se você é meu irmão.
— E isso? Nem nos parecemos.
— Com certeza é porque você falou sobre caminharmos juntos e associaram que somos irmãos. Agora estão obcecadas por você.
— Quem está obcecada? — perguntou Daisy, que espiou da cozinha.
A pergunta repentina acabou me deixando tenso. Eu estava de pau duro o dia todo por ficar pensando nela, e ouvi-la assim do nada fez eu pensar que meu cérebro estava pregando outra peça.
— Nada, minhas colegas, que agora não param de falar como o Daniel é gato.
— Você fala como se ele não fosse.
— Bom, ele é gato e tudo, mas não é meu tipo.
— Ah, machuca meu frágil ego — disse brincando enquanto ela começava a subir as escadas para o quarto.
— Alice, ainda não terminei de cozinhar, então te chamo depois quando acabar, e a Laura ainda está no trabalho, então não se preocupe em procurá-la.
Alice assentiu e terminou de subir as escadas, nos deixando sozinhos no primeiro andar. Daisy e eu sabíamos que, se falávamos de alguém estando fora, significava luz verde para fazermos o que quiséssemos sem sermos descobertos. Então, enquanto ela voltava para a cozinha, eu a segui para agarrar sua bunda e dar-lhe um Agarro firme, beijando seu pescoço um pouco e enfiando minha mão por baixo da sua camiseta larga.
- Sabe a tortura que foi segurar uma ereção o dia inteiro porque você não me deixa bater uma nem te comer?
- Não é problema meu, querido, eu também tenho meus surtos de tesão, mas é mil vezes melhor se a gente se desejar depois de um bom tempo - ela respondeu com tom de voz brincalhão, me beijando a bochecha e passando um dedo nos meus lábios.
A mudança da Daisy era demais pra mim, ela tinha ficado ainda mais gostosa com essa atitude, o que só dificultava eu me controlar.
Aproveitando a mão que estava por baixo da camisa dela, comecei a apalpar e massagear um dos seios por cima do sutiã, enquanto com a mão que estava na sua bunda, levei até a virilha, puxando um pouco o bermudão que ela usava, e descobri que ela não tinha calcinha.
- É que você é provocadora - falei com um sorriso enquanto começava a mover minha mão em volta da sua buceta, sentindo o toque de pelos recém-depilados que já estavam crescendo de novo - Você se depilou?
- Queria que você me lambesse com gosto, sem tanto pelo atrapalhando.
- Pra mim não atrapalha, até gosto, fica bom em você... Mas depilada também não parece tão ruim.
Nós dois rimos um pouco e comecei a masturbá-la. Daisy teve que soltar tudo pra evitar algum acidente, deixando escapar pequenos gemidos e suspiros enquanto eu beliscava seu clitóris e começava a enfiar meus dedos dentro da vulva dela, metendo três, que movi independentemente pela sua vagina. O jeito que as pernas dela tremiam me deixava louco.
- Já, já, senão você me faz gozar e eu não consigo terminar de cozinhar - ela disse me empurrando com delicadeza.
- Porra, agora também não posso te satisfazer assim? Pensei que pelo menos podia aproveitar pra te fazer gozar.
- É que você gosta de brincar comigo, por isso que te deixo assim, como uma pequena vingança... Mas te prometo que à noite a gente usa os quatro preservativos que você comprou.
Só de ouvir, fiz uma pequena comemoração interna, beijei ela de língua, envolvendo a dela com a minha e brincando um pouco, sussurrando no ouvido que "ia fazer ela gritar à noite por me fazer sofrer". Ela não me olhou, mas soltou aquele sorrisinho safado.
Enquanto saía da cozinha, me deparei com ninguém menos que Laura, que colocou o dedo nos lábios pra me fazer entender que era melhor eu ficar quieto, e que a seguisse até o quarto dela.Bom, isso foi tudo, espero que você tenha curtido a leitura. Essa história foi uma que inventei num dia que não tinha nada pra fazer, mas nunca imaginei transformá-la numa série de partes. Tomara que vocês acabem gostando. Aqui está o link para a próxima parte: http://www.poringa.net/posts/relatos/4119107/Casa-compartida-parte-III.html
Se tiverem interesse, também podem ler mais dos meus contos:
Amante japonesa: http://www.poringa.net/posts/relatos/4109453/Amante-japonesa.html
Tchau!
2 comentários - Casa Compartida Parte 2