Aqui, aLinkdo Guia de leitura de todos os meus contos. Espero vocês @suaveplatense
O trabalho que me deu pra colocar esse cockcage! Meu pau queria ficar duríssimo nas mãos da Marcia e da Johana, mas por sorte o banho de água fria ajudou e consegui completar a ação.
Voltei a dormir no sofá, super desconfortável não só por ser um sofá, mas principalmente porque sabia que as duas estavam dormindo na cama de casal e eu não podia fazer nada. Tava com uma vontade doida de comer a Marcia agora que sabia que dava pra fazer um menage, mas toda vez que eu esquentava, a jaulinha cumpria o papel de segurar dolorosamente a tentativa de ereção.
O despertador tocou, eu tinha que ir trabalhar. Marcia não trabalhava e a Johana ia um pouco mais tarde, mas elas levantaram pra tomar um mate comigo.
As duas de regata justa sem sutiã e fio dental. Tentei não olhar, mas era impossível, e ainda quando me despedi, as duas me deram um beijo quente e um abraço bem apertado, esfregando os peitos lindos na minha camiseta. Porra, maldito cockcage!
Trabalhar também foi desconfortável, não tava acostumado a ter meu amigo enjaulado, mas por sorte tô num escritório sozinho.
O encontro com Alberto, por sorte, era pra sexta no fim da tarde, minhas cabeças (as duas) estavam a mil. Foi uma quinta-feira muito longa, mais uma noite em claro e uma sexta-feira de ressaca.
Marcia tava super excitada e se divertindo com as conversas que a gente tava trocando com Alberto.
Dessa vez combinamos que eu ia acompanhar ela e preparar tudo. De novo ela pediu camisinha e viagra. Acertamos que eu ia ficar no corredor, ouvindo o quanto a Johana tava se divertindo com aquela piroca gostosa e grossa.
M - Não acredito que você é tão submisso a ponto de entregar sua esposa assim, preparando ela pra ser comida e você tão sem vergonha de comer ela com ele tão perto.
J - E não é só isso - ela mostrou a língua e fez o gesto de lamber o ar, colocando a língua pra fora.
As duas riram muito e eu me senti super humilhado. Johana se trocou, me mostrou um conjunto branco minúsculo com transparências que deixava ver tanto o rosa dos bicos quanto o da... Os lábios da buceta dela. Depois ela vestiu um vestidinho super justo e curto.
M – que delícia que você tá, eu te comeria de beijos – eles se beijaram apaixonadamente – se diverte, e você também, corno de pinto pequeno – me beijou também enquanto pegava no meu carcereiro, sacudindo ele.
Chegamos na casa do Alberto, que estava nos esperando de roupão.
A – Oi, corno, trouxe de novo a puta da sua esposa?
Y – Oi, sim, justamente queria te pedir por favor pra você comer ela porque eu não consigo.
A – Beleza, mas trouxe o que eu pedi?
Entreguei o Viagra pra ele e mostrei as camisinhas.
A Johana desceu do carro e foi direto se beijar apaixonadamente com o Alberto.
J – que saudade que eu tava de te ver de novo – disse enquanto ele apalpava a raba dela.
Acompanhei eles até o quarto, deixei as camisinhas no criado-mudo enquanto ele se sentava na cadeira.
A – Tira o vestido dela – disse enquanto se desabotoava o roupão, deixando o pauzão dele à mostra, não estava no auge da rigidez, mas já dava pra ver o volume.
Deixei a Johana de calcinha e sutiã branco transparente e salto alto.
A – Na cozinha tem a bandeja com a bebida.
Encontrei uma bandeja com duas taças e um champanhe. Quando voltei, ela estava de joelhos chupando, ele colocou a mão na nuca dela e a obrigou a engolir tudo. Que cena ver ela de quatro, com um fiozinho branco tampando a raba linda dela, engasgada com um pauzão. O meu também teria ficado duro se não fosse a gaiola.
A – Valeu, corno, te aviso quando precisar de você de novo.
Deixei eles e fiquei no corredor, enquanto a Marcia me mandava um vídeo dela se masturbando pensando na situação.
Eu mandava mensagens contando o que tava rolando. Dava pra ouvir os gemidos da Johana. Ele tava comendo ela com gosto, dava pra ouvir o barulho dos corpos se chocando.
J – que pau bom que você tem, meu deus!
A – você gosta?
J – sim, adoro, é muito maior e mais grosso que o do corno.
Continuaram transando por mais um tempo até que ouvi como os grunhidos do Alberto indicavam que ele tinha terminado.
A - vem cá cuck, limpa isso -
Quando entrei, a Johana estava nua, deitada de pernas abertas, ele tinha gozado na barriga dela e se aproximou pra ela limpar a pica dele. Eu me ajoelhei de quatro e comecei a lamber os jatos de porra.
A - bem, cuck, sentiu como é gostosa a porra de um macho de verdade? Se tomar bastante, capaz que cresce sua pica, dizem que você tem ela bem pequena -
J - mostra pra ele seu amor, sua piquitinha -
Filho da puta queria me humilhar ainda mais. Sem muita vontade, me despi.
A - hahahahaha tem que ser muito cuck pra deixar te enjaularem assim hahahaha
J - vamos comprar, chega aqui -
Ficamos um do lado do outro.
J - é tipo 3 ou 4 vezes maior!! não é à toa que me dá tanto prazer -
A - se você chupar um pouco, cresce ainda mais - Johana já começou a mamar nele com toda vontade -
J - vamos ver o que acontece - começou a chupar a minha, mas claro, a gaiolinha não deixava crescer mais, só me deixava mais preso - aqui não rola nada hahahaha -
A - fica aí pra ver como sua mulher goza, de quebra traz a bandeja com as taças cheias -
Enquanto Johana colocava de novo aquela pica linda na boca sensual dela, servi as taças de champanhe e fiquei parado do lado da cama com a bandeja nas mãos, igual um servo medieval.
Ela ficou de quatro me encarando, mostrando como estava se divertindo, enquanto ele se posicionava atrás dela e começava a meter primeiro devagar, depois com mais força.
Pararam um segundo pra brindar.
A - pelo cuck - bateram as taças primeiro entre eles, depois contra meu pau. O som metálico contra o vidro ficou gravado na minha mente. Riram, largaram as taças e continuaram. Johana gemia sem parar, poucas vezes a ouvi gritar tão alto.
A - abre a boca que quero encher ela de porra -
Ele se ajoelhou do meu lado e mandou eu me ajoelhar também do lado dele.
Alberto forçou ela a fazer um Rato de garganta profunda antes de tirar o pau da boca pra começar a bater uma. Três jatos enormes de porra foram direto na boca da Johana. Ela mostrou toda a porra antes de virar pra mim e começar a me beijar apaixonadamente, passando a porra pra mim.
A - "aqui sobrou um pouco, quem vai limpar pra mim?"
Fez-se um silêncio, nós dois olhávamos pra ela.
Y - "eu, não é todo dia que posso ter um pedaço desse na boca, não vou desperdiçar não"
Terminou de limpar o pau dele que já começava a murchar, e obviamente me beijou de novo com paixão.
A - "te convidaria pra tomar um banho, mas vejo que te deixaram bem limpinha hahaha" - pegou a minúscula calcinha fio-dental branca que tava no chão - "você podia vestir ela, já que gosta tanto da porra do macho, além disso, acho que alguém tá com a pussy ardendo, então não faria mal ficar sem calcinha hahaha"
Uff, a atitude arrogante e debochada dele deixava nós dois loucos. Ela pegou a calcinha dela e, esticando o elástico pra mostrar bem, aproximou de mim. Eu vesti, o fio-dental se enfiou entre minhas nádegas e ela me fez dar uma volta pra mostrar minha bunda pra ele. Senti um tapa forte.
- "Nada mal, hein hahaha"
Terminamos de nos vestir e voltamos pro apê, onde a Marcia nos esperava só de uma calcinha fio-dental preta minúscula.
M - "vocês não fazem ideia do tesão que tô esperando vocês, quero todos os detalhes" - Eu já tinha uma ideia bem clara, tinha visto o vídeo, ha.
Ela me beijou apaixonadamente enquanto a Johana se acomodava no sofá.
J - "cê gostou da porra do Alberto? hahaha" - Marcia olhou entre surpresa e divertida.
M - "não é nada ruim não" - viu que a Johana abriu as pernas mostrando que não tava de calcinha - "e você, putinha, fazendo o que sem calcinha?" - sentou do lado dela.
J - "alguém roubou a minha"
As duas caíram na gargalhada. Enquanto Johana contava com todos os detalhes como o Alberto tinha comido ela gostoso e como tinham me humilhado, começamos com as carícias. beijos. Terminamos com a Johana com o vestidinho só na cintura, a Marcia e eu completamente pelados.
Mostrei minha gaiola e pedi pra elas me soltarem, mas elas tinham outros planos.
J – Tem duas chaves, a gente vai ficar com uma cada uma, mas como ainda não rolou nada entre vocês, digamos que vocês ainda não casaram hahaha –
M – E eu não sou nenhuma apressadinha nem fácil, você tem que me convencer de que quer casar comigo –
J – Então por enquanto ela tem as duas chaves, você já deu o consentimento pra incluir ela no nosso relacionamento, mas ela precisa comprovar que você tá disposto a satisfazer os desejos dela –
Fiquei estupefato e intrigado com o que elas estavam falando. Que fantasia a minha ex tinha? Algo que eu não sabia?
Y – Bom, mas quanto tempo mais vou ficar assim? O que eu tenho que fazer? –
M – Calma, você pode esperar até amanhã à tarde, acha que eu valho a pena? – disse abrindo as pernas e mostrando os lábios da buceta abertos – eu quis mergulhar pra lamber ela, mas a Johana, entre risadas, me segurou.
J – Não, não, não, até amanhã, as garotas vão dormir, não se toca hahahaha –
Voltei a dormir no sofá, super desconfortável não só por ser um sofá, mas principalmente porque sabia que as duas estavam dormindo na cama de casal e eu não podia fazer nada. Tava com uma vontade doida de comer a Marcia agora que sabia que dava pra fazer um menage, mas toda vez que eu esquentava, a jaulinha cumpria o papel de segurar dolorosamente a tentativa de ereção.
O despertador tocou, eu tinha que ir trabalhar. Marcia não trabalhava e a Johana ia um pouco mais tarde, mas elas levantaram pra tomar um mate comigo.
As duas de regata justa sem sutiã e fio dental. Tentei não olhar, mas era impossível, e ainda quando me despedi, as duas me deram um beijo quente e um abraço bem apertado, esfregando os peitos lindos na minha camiseta. Porra, maldito cockcage!
Trabalhar também foi desconfortável, não tava acostumado a ter meu amigo enjaulado, mas por sorte tô num escritório sozinho.
O encontro com Alberto, por sorte, era pra sexta no fim da tarde, minhas cabeças (as duas) estavam a mil. Foi uma quinta-feira muito longa, mais uma noite em claro e uma sexta-feira de ressaca.
Marcia tava super excitada e se divertindo com as conversas que a gente tava trocando com Alberto.
Dessa vez combinamos que eu ia acompanhar ela e preparar tudo. De novo ela pediu camisinha e viagra. Acertamos que eu ia ficar no corredor, ouvindo o quanto a Johana tava se divertindo com aquela piroca gostosa e grossa.
M - Não acredito que você é tão submisso a ponto de entregar sua esposa assim, preparando ela pra ser comida e você tão sem vergonha de comer ela com ele tão perto.
J - E não é só isso - ela mostrou a língua e fez o gesto de lamber o ar, colocando a língua pra fora.
As duas riram muito e eu me senti super humilhado. Johana se trocou, me mostrou um conjunto branco minúsculo com transparências que deixava ver tanto o rosa dos bicos quanto o da... Os lábios da buceta dela. Depois ela vestiu um vestidinho super justo e curto.
M – que delícia que você tá, eu te comeria de beijos – eles se beijaram apaixonadamente – se diverte, e você também, corno de pinto pequeno – me beijou também enquanto pegava no meu carcereiro, sacudindo ele.
Chegamos na casa do Alberto, que estava nos esperando de roupão.
A – Oi, corno, trouxe de novo a puta da sua esposa?
Y – Oi, sim, justamente queria te pedir por favor pra você comer ela porque eu não consigo.
A – Beleza, mas trouxe o que eu pedi?
Entreguei o Viagra pra ele e mostrei as camisinhas.
A Johana desceu do carro e foi direto se beijar apaixonadamente com o Alberto.
J – que saudade que eu tava de te ver de novo – disse enquanto ele apalpava a raba dela.
Acompanhei eles até o quarto, deixei as camisinhas no criado-mudo enquanto ele se sentava na cadeira.
A – Tira o vestido dela – disse enquanto se desabotoava o roupão, deixando o pauzão dele à mostra, não estava no auge da rigidez, mas já dava pra ver o volume.
Deixei a Johana de calcinha e sutiã branco transparente e salto alto.
A – Na cozinha tem a bandeja com a bebida.
Encontrei uma bandeja com duas taças e um champanhe. Quando voltei, ela estava de joelhos chupando, ele colocou a mão na nuca dela e a obrigou a engolir tudo. Que cena ver ela de quatro, com um fiozinho branco tampando a raba linda dela, engasgada com um pauzão. O meu também teria ficado duro se não fosse a gaiola.
A – Valeu, corno, te aviso quando precisar de você de novo.
Deixei eles e fiquei no corredor, enquanto a Marcia me mandava um vídeo dela se masturbando pensando na situação.
Eu mandava mensagens contando o que tava rolando. Dava pra ouvir os gemidos da Johana. Ele tava comendo ela com gosto, dava pra ouvir o barulho dos corpos se chocando.
J – que pau bom que você tem, meu deus!
A – você gosta?
J – sim, adoro, é muito maior e mais grosso que o do corno.
Continuaram transando por mais um tempo até que ouvi como os grunhidos do Alberto indicavam que ele tinha terminado.
A - vem cá cuck, limpa isso -
Quando entrei, a Johana estava nua, deitada de pernas abertas, ele tinha gozado na barriga dela e se aproximou pra ela limpar a pica dele. Eu me ajoelhei de quatro e comecei a lamber os jatos de porra.
A - bem, cuck, sentiu como é gostosa a porra de um macho de verdade? Se tomar bastante, capaz que cresce sua pica, dizem que você tem ela bem pequena -
J - mostra pra ele seu amor, sua piquitinha -
Filho da puta queria me humilhar ainda mais. Sem muita vontade, me despi.
A - hahahahaha tem que ser muito cuck pra deixar te enjaularem assim hahahaha
J - vamos comprar, chega aqui -
Ficamos um do lado do outro.
J - é tipo 3 ou 4 vezes maior!! não é à toa que me dá tanto prazer -
A - se você chupar um pouco, cresce ainda mais - Johana já começou a mamar nele com toda vontade -
J - vamos ver o que acontece - começou a chupar a minha, mas claro, a gaiolinha não deixava crescer mais, só me deixava mais preso - aqui não rola nada hahahaha -
A - fica aí pra ver como sua mulher goza, de quebra traz a bandeja com as taças cheias -
Enquanto Johana colocava de novo aquela pica linda na boca sensual dela, servi as taças de champanhe e fiquei parado do lado da cama com a bandeja nas mãos, igual um servo medieval.
Ela ficou de quatro me encarando, mostrando como estava se divertindo, enquanto ele se posicionava atrás dela e começava a meter primeiro devagar, depois com mais força.
Pararam um segundo pra brindar.
A - pelo cuck - bateram as taças primeiro entre eles, depois contra meu pau. O som metálico contra o vidro ficou gravado na minha mente. Riram, largaram as taças e continuaram. Johana gemia sem parar, poucas vezes a ouvi gritar tão alto.
A - abre a boca que quero encher ela de porra -
Ele se ajoelhou do meu lado e mandou eu me ajoelhar também do lado dele.
Alberto forçou ela a fazer um Rato de garganta profunda antes de tirar o pau da boca pra começar a bater uma. Três jatos enormes de porra foram direto na boca da Johana. Ela mostrou toda a porra antes de virar pra mim e começar a me beijar apaixonadamente, passando a porra pra mim.
A - "aqui sobrou um pouco, quem vai limpar pra mim?"
Fez-se um silêncio, nós dois olhávamos pra ela.
Y - "eu, não é todo dia que posso ter um pedaço desse na boca, não vou desperdiçar não"
Terminou de limpar o pau dele que já começava a murchar, e obviamente me beijou de novo com paixão.
A - "te convidaria pra tomar um banho, mas vejo que te deixaram bem limpinha hahaha" - pegou a minúscula calcinha fio-dental branca que tava no chão - "você podia vestir ela, já que gosta tanto da porra do macho, além disso, acho que alguém tá com a pussy ardendo, então não faria mal ficar sem calcinha hahaha"
Uff, a atitude arrogante e debochada dele deixava nós dois loucos. Ela pegou a calcinha dela e, esticando o elástico pra mostrar bem, aproximou de mim. Eu vesti, o fio-dental se enfiou entre minhas nádegas e ela me fez dar uma volta pra mostrar minha bunda pra ele. Senti um tapa forte.
- "Nada mal, hein hahaha"
Terminamos de nos vestir e voltamos pro apê, onde a Marcia nos esperava só de uma calcinha fio-dental preta minúscula.
M - "vocês não fazem ideia do tesão que tô esperando vocês, quero todos os detalhes" - Eu já tinha uma ideia bem clara, tinha visto o vídeo, ha.
Ela me beijou apaixonadamente enquanto a Johana se acomodava no sofá.
J - "cê gostou da porra do Alberto? hahaha" - Marcia olhou entre surpresa e divertida.
M - "não é nada ruim não" - viu que a Johana abriu as pernas mostrando que não tava de calcinha - "e você, putinha, fazendo o que sem calcinha?" - sentou do lado dela.
J - "alguém roubou a minha"
As duas caíram na gargalhada. Enquanto Johana contava com todos os detalhes como o Alberto tinha comido ela gostoso e como tinham me humilhado, começamos com as carícias. beijos. Terminamos com a Johana com o vestidinho só na cintura, a Marcia e eu completamente pelados.
Mostrei minha gaiola e pedi pra elas me soltarem, mas elas tinham outros planos.
J – Tem duas chaves, a gente vai ficar com uma cada uma, mas como ainda não rolou nada entre vocês, digamos que vocês ainda não casaram hahaha –
M – E eu não sou nenhuma apressadinha nem fácil, você tem que me convencer de que quer casar comigo –
J – Então por enquanto ela tem as duas chaves, você já deu o consentimento pra incluir ela no nosso relacionamento, mas ela precisa comprovar que você tá disposto a satisfazer os desejos dela –
Fiquei estupefato e intrigado com o que elas estavam falando. Que fantasia a minha ex tinha? Algo que eu não sabia?
Y – Bom, mas quanto tempo mais vou ficar assim? O que eu tenho que fazer? –
M – Calma, você pode esperar até amanhã à tarde, acha que eu valho a pena? – disse abrindo as pernas e mostrando os lábios da buceta abertos – eu quis mergulhar pra lamber ela, mas a Johana, entre risadas, me segurou.
J – Não, não, não, até amanhã, as garotas vão dormir, não se toca hahahaha –
4 comentários - Relato do corno 5 - Alberto repete