Relato do corno 5 - Alberto repete

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O trabalho que deu pra colocar o cockcage! Meu pau queria ficar duríssimo entre as mãos da Marcia e da Johana, mas por sorte o banho de água fria ajudou e consegui completar a ação.

Voltei a dormir no sofá, bem desconfortável, não só por ser um sofá, mas principalmente porque sabia que as duas estavam dormindo na cama de casal e eu não podia fazer nada. Tava com uma vontade danada de comer a Marcia agora que sabia que podíamos fazer um menage, mas toda vez que eu esquentava, a jaulinha cumpria o papel de segurar dolorosamente a tentativa de ereção.

O despertador tocou, eu tinha que ir trabalhar. A Marcia não trabalhava e a Johana ia um pouco mais tarde, mas elas se levantaram pra tomar um mate comigo.

As duas de regata justa sem sutiã e fio dental. Tentei não olhar, mas era impossível, e ainda quando me despedi, as duas me deram um beijo caloroso e um abraço bem apertado, encostando os peitos lindos na minha camiseta. Porra, maldito cockcage!

Trabalhar também é desconfortável, não tava acostumado a ter meu amigo enjaulado, mas por sorte tô num escritório sozinho.

O encontro com Alberto, por sorte, era pra sexta à tardinha, minhas cabeças (as duas) tavam explodindo. Foi uma quinta-feira muito longa, mais uma noite em claro e uma sexta-feira de ressaca.

A Marcia tava super excitada e se divertindo com os chats que a gente tava trocando com o Alberto.

Dessa vez combinamos que eu ia acompanhar ela e preparar tudo. De novo ela pediu camisinha e viagra. Acertamos que eu ia ficar no corredor pra qualquer coisa que precisassem, ouvindo como a Johana tava se divertindo com aquela buceta gorda e linda.

M - Não acredito que você é tão submisso a ponto de entregar sua esposa assim, preparando ela pra ser comida e você tão sem vergonha de comer ela com ele tão perto.

J - E não só isso - ela mostrou a língua e fez o gesto de lamber o ar, esticando a língua.

As duas riram muito e eu me senti muito humilhado. A Johana se trocou, me mostrou um conjunto branco minúsculo com transparências que deixava ver tanto o rosa dos mamilos quanto o da... os lábios da buceta dela. Depois ela vestiu um vestidinho super apertado e curto.

M - que delícia que você tá, eu te comeria de beijos - eles se beijaram apaixonadamente - se diverte e você também, corno de pinto pequeno - ele me beijou também enquanto segurava meu carcereiro e sacudia ele.

Chegamos na casa do Alberto, que estava nos esperando de roupão.

A - Oi corno, trouxe de novo a puta da sua esposa? -

Y - oi, sim, justamente queria te pedir por favor pra você comer ela porque eu não consigo -

A - beleza, mas trouxe o que eu pedi? -

Entreguei o viagra pra ele e mostrei as camisinhas.

Johana desceu do carro e foi direto se beijar apaixonadamente com Alberto.

J - que saudade que tava de te ver de novo - disse enquanto ele apalpava a raba dela.

Acompanhei eles até o quarto, deixei as camisinhas na mesinha de cabeceira enquanto ele se sentava na cadeira.

A - Tira o vestido dela - disse enquanto soltava o roupão deixando o pauzão dele à mostra, não tava no auge da ereção mas já dava pra ver o tamanho.

Deixei Johana só de calcinha branca transparente e salto alto.

A - Na cozinha tem a bandeja com a bebida -

Encontrei uma bandeja com duas taças e um champanhe. Quando voltei, ela tava de joelhos chupando ele, ele colocou a mão na nuca dela e forçou ela a engolir tudo. Que cena ver ela de quatro, com um fiozinho branco tampando a raba linda dela, engasgada com um pauzão. O meu também teria ficado duro se não fosse a gaiola.

A - Valeu, corno, te aviso quando precisar de você de novo -

Deixei eles e fiquei no corredor, enquanto a Marcia me mandava um vídeo dela se masturbando pensando na situação.

Eu mandei mensagens contando o que tava rolando. Dava pra ouvir os gemidos da Johana. Ele tava comendo ela com gosto, dava pra ouvir o barulho dos corpos se chocando.

J - que pau bom que você tem, meu deus -

A - você gosta? -

J - sim, adoro, é muito maior e mais grosso que o do corno -

Continuaram transando por mais um tempo até que ouvi como os grunhidos do Alberto indicavam que ele tinha acabado.

A - vem cá cuck, limpa isso -

Quando entrei, a Johana estava nua, deitada de pernas abertas, ele tinha gozado na barriga dela e se aproximou pra ela limpar a pica dele. Eu fiquei de quatro e comecei a lamber os jatos de porra.

A - bem, cuck, sentiu o gostoso que é a porra de um macho de verdade? Se tomar bastante, capaz que cresce a pica, dizem que a sua é bem pequena -

J - mostra love a sua piquitinha -

Filho da puta queria me humilhar ainda mais. Sem muita vontade, me despi.

A - hahahahaha tem que ser cuck pra deixar te enjaularem assim hahahaha

J - vamos comprar, chega aqui -

Ficamos um do lado do outro.

J - é tipo 3 ou 4 vezes maior!! não é à toa que me dá tanto prazer -

A - Se chupar um pouco, cresce ainda mais - A Johana já começou a mamar nele com toda vontade -

J - vamos ver o que acontece - começou a chupar a minha, mas claro, a gaiolinha não deixava crescer mais, só me dava mais aperto - aqui não rola nada hahahaha -

A - fica aí pra ver como sua mulher goza, de quebra traz a bandeja com as taças cheias -

Enquanto a Johana colocava de novo aquela pica linda na boca sensual dela, servi as taças de champanhe e fiquei parado do lado da cama com a bandeja na mão, igual um servo medieval.
Ela ficou de quatro me olhando de frente, mostrando como tava se divertindo, enquanto ele se posicionava atrás dela e começava a meter primeiro devagar, depois com mais força.
Pararam um segundo pra brindar.

A - pelo cuck - bateram as taças primeiro entre eles, depois contra a minha pica. O som metálico contra o vidro ficou gravado na minha mente. Riram, largaram as taças e continuaram. A Johana gemia sem parar, poucas vezes tinha ouvido ela gritar tão alto.

A - abre a boca que quero encher ela de porra -

Ele ajoelhou do meu lado e mandou eu ficar ajoelhado também.
O Alberto obrigou ela a fazer um Rato de garganta profunda antes de tirar o pau da boca pra começar a bater uma. Três jatos enormes de porra foram direto na boca da Johana. Ela mostrou toda a porra antes de virar pra mim e começar a me beijar apaixonadamente, passando a porra pra mim.

A - "aqui ficou um pouco mais, quem limpa pra mim?"

Fez-se um silêncio, nós dois olhávamos pra ela.

Y - "eu, nem todo dia posso ter um pedaço desses na boca, não vou desperdiçar não"

Terminou de limpar o pau dele que já começava a murchar e, claro, me beijou de novo apaixonadamente.

A - "te convidaria pra tomar um banho, mas vejo que te deixaram bem limpinha hahaha" - pegou a minúscula calcinha branca que tava no chão - "você podia vestir ela, já que gosta tanto da porra do macho, além disso, acho que alguém tá com a pussy ardendo, então não faria mal ficar sem calcinha hahaha"

Uff, a atitude arrogante e debochada dele deixava nós dois a mil, ela pegou a calcinha dela e, esticando o elástico pra mostrar bem, me aproximou. Eu vesti, o fio dental se enfiou entre minhas nádegas e ela me fez dar uma volta pra mostrar minha bunda pra ele. Senti um tapa forte.

- "Nada mal, hein hahaha"

Terminamos de nos vestir e voltamos pro apê, onde a Marcia nos esperava só de uma calcinha preta minúscula.

M - "vocês não fazem ideia do tesão que tô esperando vocês, quero todos os detalhes" - Eu já tinha uma ideia bem clara, tinha visto o vídeo, ha.

Ela me beijou apaixonadamente enquanto a Johana se acomodava no sofá.

J - "Cê gostou da porra do Alberto? hahaha" - Marcia olhou entre surpresa e divertida.

M - "Nada mal, não" - viu que a Johana abriu as pernas mostrando que não tava de calcinha - "e você, piranha, fazendo o que sem calcinha?" - sentou do lado dela.

J - "alguém roubou a minha"

As duas caíram na gargalhada. Enquanto Johana contava com todos os detalhes como o Alberto tinha comido ela gostoso e como tinham me humilhado, começamos com as carícias. beijos. Terminamos com a Johana com o vestidinho só na cintura, eu e a Marcia completamente pelados.
Mostrei minha gaiola e pedi pra elas me soltarem, mas elas tinham outros planos.

J - tem duas chaves, a gente vai ficar com uma cada uma, mas como ainda não rolou nada entre vocês, digamos que ainda não se casaram hahaha -

M - e eu não sou nenhuma apressadinha nem fácil, você tem que me convencer que quer casar comigo -

J - então por enquanto ela tá com as duas chaves, você já deu o consentimento pra incluir ela no nosso relacionamento, mas ela precisa ver se você tá disposto a satisfazer os desejos dela -

Fiquei estupefato e intrigado, do que elas estavam falando? Que fantasia a minha ex tinha? Algo que eu não sabia?

Y - tá, mas quanto tempo mais vou ficar assim? O que eu tenho que fazer? -

M - calma, você pode esperar até amanhã à tarde, acha que eu mereço? - disse abrindo as pernas e mostrando os lábios da buceta abertos - eu quis mergulhar pra lamber ela, mas a Johana, rindo, me segurou.

J - não, não, não, até amanhã, as meninas vão dormir, não se toca hahahaha -

4 comentários - Relato do corno 5 - Alberto repete

Que te tendrán inventado Jajaja, cogerlas como que lo veo difícil, tantas vueltas y peros, nada todavía, sigue subiendo
las mujeres tienen tiempos distintos a los nuestros jajaja