Minha Mãe, Meu Amigão e Eu


Minha Mãe, Meu Amigão e Eu


PrólogoParece que a bissexualidade tá na moda entre a juventude. Desde a revolução sexual, lá pela segunda metade do século XX, talvez o assunto da bissexualidade esteja começando a bombar agora. Já que não são poucas as pessoas, até famosas, que assumem abertamente essa inclinação sexual.

E olhando bem, na bissexualidade tem o melhor dos dois mundos e, se souber aproveitar, digamos que o prazer multiplica. Fica claro que falo isso sem querer ofender, reconhecendo que existem outras inclinações sexuais que são perfeitamente válidas e compatíveis com o prazer e a felicidade, porque é pra isso que o sexo tá aqui, além de cumprir sua função reprodutora.

Por outro lado, falando de bissexualidade, se ela for praticada em forma de trio, aí já pode ser o auge, né? E nessas interações a três, não ter frescura pra ficar com qualquer um deles multiplica as combinações de prazer, e isso também tá bem representado na obra.

Então, se você curte explorar esse mundo, seja pelo ponto de vista delas, representado aqui pela visão da mãe Susana, ou pelo deles, representado pela visão do filho, Adri, talvez essa seja a sua obra.

Aqui se conta um despertar sexual, que em muitos casos é ambíguo e onde a bissexualidade é um fato, pelo menos na mente desses jovens.

E como sempre conto do meu jeito, se você já me conhece, sabe do que tô falando, e se ainda não me conhece, que oportunidade melhor do que essa obra?

Zorro Blanco.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Quando Susana entrou na sala de estar, nem por um momento podia imaginar o que iria testemunhar ali. Uma cena que abalaria seus princípios, bem firmados até então em sua vida prazerosa…

Ela tinha passado a tarde toda, como se costuma dizer: "fazendo compras…" E estava um pouco cansada. Então foi para o apartamento, deixou as sacolas na entrada, junto com o casaco e a bolsa, e depois de pendurar as chaves num pequeno quadro perto da porta, foi para a cozinha beber um pouco d'água.

Enquanto bebia, lembrava do incidente da tarde, algo surpreendente tinha acontecido naquele provador e nem ela mesma podia acreditar que tal coisa pudesse lhe acontecer, mas por sorte foi só um pequeno contratempo.

Ela se perguntava se o filho Adri já teria voltado do parque, onde costumava ir com o melhor amigo Marcos. Então, com vontade de fazer xixi, foi para a sala e foi lá que encontrou o "bolo"…

Na televisão, aparecia uma mulher voluptuosa, montada num homem forte de barba, cujo grande pau se cravava no fundo dela por baixo. Ela, como uma deusa, estava sendo adorada por ele enquanto a olhava submisso, e ela, segurando o próprio cabelo, subia e descia, enfiando a ferramenta dele obscenamente.

Mas de repente, o olhar dela foi para o sofá, onde o filho Adriano estava junto com o amigo Marcos, e na penumbra viu claramente como ambos estavam com duas roças "de fora", apontando para o teto, e como de repente as mãos deles, que estavam tocando a que não era a sua, se retiraram rapidamente e guardaram a própria ferramenta dentro da calça. Não sem certa dificuldade, porque a ereção parecia impossibilitar que a operação tivesse sucesso com a rapidez necessária…

— Mãe, você voltou! — disse Adri, surpreso, tentando enfiar aquilo de novo na calça.

— Ah, Adri, desculpem, estou com pressa, vou fazer xixi! — disse ela, apressando o passo, sentindo que tinha interrompido algo íntimo demais…

Enquanto o jato potente caía na bacia branca, ela não se acreditava. Com os cotovelos apoiados nas coxas, a calcinha nos joelhos e o vestido na cintura, ela ficava matutando sobre as imagens chocantes que tinha intuído na penumbra iluminada pela tela grande na sala. Como era possível? — perguntava-se enquanto pensava no filho, Adri.
Cortou um pedaço grande de papel, fez uma bola e passou pela sua intimidade. Ao fazer isso, olhou pra baixo e viu seu tesão na celulose branca. Tá com tesão? — perguntou-se em voz alta —. Não, aquilo não era possível, mas talvez tivesse a ver com o incidente no provador, embora agora toda a atenção dela estivesse na cena chocante da sala.
Ela subiu a calcinha, lavou as mãos, tirou a maquiagem com um algodão e água micelar, e depois lavou o rosto pra terminar.
Enquanto se secava com a toalha, olhava o rosto refletido no espelho. Aquela imagem mostrava uma mulher madura, com experiências vividas, umas felizes e outras nem tanto, com prazeres aproveitados, rotas proibidas exploradas e sentimentos confusos.
Quando voltou pra sala, tudo parecia calmo. Adri tinha mudado de canal na TV e tava vendo clipes musicais, distraído, sentado no sofá com uma perna sobre o joelho, onde antes tinha estado numa posição mais desconfortável.
— Seu amigo já foi, Adri? — perguntou Susana.
— Ah, sim, mãe! Olha, sobre o que aconteceu antes… Vdddfad — disse Adri, tentando se explicar.
— Calma, Adri, não tem problema, acho que interrompi algo e sinto muito, acredite! Vamos, tô com fome, me ajuda com o jantar e a gente come algo?
Adri concordou, levantou-se e seguiu ela até a cozinha.
Lá, ela tirou um saco de salada da geladeira e começou a picar os complementos: um pouco de surimi, queijo, tâmaras e castanhas. Preparou uma tigela grande pros dois.
— Olha, mãe, desculpa pela sala — disse Adri enquanto descascava uns tomates.
— Não se preocupa, Adri, você já é adulto e pode fazer o que achar melhor. Você não tem Não precisa me dar explicações se não quiser.
—Sim, mas eu quero —disse Adri—. É que nos últimos meses rolaram umas coisas entre mim e o Marcos, sabe?
Foi assim que meu filho Adri começou a me contar o que aconteceu…
«Um dia, na casa do Marcos, ele me mostrou as revistas pornô do pai dele. Ele tem um monte e, bem, me deu uma delas. O negócio é que a gente começou a bater punheta com essas revistas no quarto dele.
No começo, eu ficava meio sem graça de fazer, mas o tesão que aquelas imagens despertaram nos inspirou os dois. Então, naquele dia, gozamos juntos no quarto dele.»
—Sei que é meio pesado, mãe. Se te incomoda, eu pulo os detalhes.
—Não se preocupa, Adri, não me incomoda. Entendo que esses detalhes são importantes pra você, né?
—A verdade é que sim —disse meu filho antes de continuar a história.
«Aquele dia foi especial, era a primeira vez que a gente fazia e talvez isso tenha dado mais tesão. Então, outro dia repetimos no meu quarto e também foi bom. Naquele dia, você ainda estava em casa, o que deixava tudo mais excitante.
Depois, a gente se arriscou e alugou um filme pornô que vimos aqui em casa e, bem, você vai achar ruim eu ver pornô, mas é muito excitante!»
—Bem, filho. No fim, é inevitável, todo mundo faz. Já descobri sua revista no seu quarto —disse Susana, sentando-se à mesa.
—Ah, é? Achei que tinha escondido bem! —disse Adrián, sorrindo surpreso.
—Bem, se serve de consolo, foi sem querer —confessou Susana—. Mas continua com o que estava me contando.
«Claro! O negócio é que nossas punhetas juntos eram melhores do que as que a gente fazia sozinho, não sei por quê, mãe. Talvez seja como estudar com outra pessoa, que te motiva.
A gente começou a bater punheta no parque, dando um passeio pelo campo. Enquanto contávamos histórias de como seria transar com tal ou tal professora, ou com tal ou tal mulher que conhecíamos.
Você vai se surpreender, mas o Marcos tem uma fantasia sexual com você, sabia?» Sério! —disse Susana, realmente surpresa—. Pois é, não esperava por essa, verdade seja dita, achava que vocês preferiam garotas mais novas.
—Tá enganada, mãe, a gente curte mais as coroas —riu Adri.
—Ah, valeu pelo 'coroa'! —disse Susana brincando, mas no fundo se sentia assim, só que não é legal ouvir isso da boca dos outros—. Mas Adri, me desculpa perguntar, mas antes disso, vocês estavam se tocando um ao outro?
—Bom, sim, era por aí. Um dia a gente tava aqui na sala, sozinhos, vendo um pornô que a gente tinha alugado, e o Marcos me fez uma proposta: 'Por que a gente não se masturba um ao outro?' —ele falou, pra minha surpresa.
—Sério? E você, o que disse? —perguntou a mãe, bem curiosa com a revelação.
—Falei que não! —sentenciou Adri—. Mas ele insistiu outro dia, e eu recusei de novo, porque me dava muita vergonha. E ficava me perguntando: se eu gostasse, será que eu era gay?
«O negócio é que um dia, na casa dele, no quarto, a gente tava se masturbando e quase fomos pegos pela irmã dele, que entrou de repente. O incidente fez, sei lá, parecer mais perigoso, e a gente continuou se masturbando com ainda mais vontade. Aí ele não me perguntou, só pegou na minha e começou a mexer. Fiquei chocado e tentei afastar ele, mas já tava quase gozando e acabei gozando no chão do quarto dele, na luta!
Fiquei tão surpreso que quase na hora peguei na dele também e, como se fosse uma vingança, masturbei ele até ele gozar também. A gente tava muito excitado!»
—Nossa, Adri, que impacto! E aí, o que aconteceu depois? —disse a mãe, bem intrigada.
—Nada, a gente limpou tudo e se despediu. Não falamos nada, acho que a gente tava igualmente envergonhado, e por uns dias até custou a gente se ver e sair depois da aula. Mas aí a gente conversou, ele disse que não queria me ofender com aquilo, que foi uma ideia louca que ele teve, mas eu confessei que gostei e ali mesmo a gente se masturbou de novo, escondido entre os arbustos do parque.
—Nossa Pô, Adri! —disse Susana sem saber o que fazer em seguida.
—A questão é que hoje a gente repetiu aqui na sala e, bom, você já sabe o resto…
—E eu interrompi vocês! Que raiva, né?
—Bom, não tem problema, foi um acidente. Você ficou incomodada de nos pegar assim?
Susana parou diante daquela pergunta, sem dúvida tudo tinha convergido para aquele momento decisivo. O que dissesse a seguir tinha que ser bem pensado, cada palavra, cada gesto da sua resposta…
-------------------------------------------------Minha Mãe, Meu Melhor Amigo e EuÉ a minha nova novela. E sim, quando eu dizia que continuava escrevendo, era verdade! Vamos ver o que vão dizer agora, porque alguns, muito poucos felizmente, não gostam nada disso.
No entanto, incluí o prólogo porque ele fala sobre o conteúdo e, como aviso que não é "para todos os públicos", assim se evitam mal-entendidos. Nesta nova obra, trato do tema da bissexualidade, com todas as suas consequências, e faço isso com meu estilo pessoal. Você é quem decide se quer mergulhar no conteúdo ou não…

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