Desde o terceiro ano de casados, começamos a conversar sobre a possibilidade de fazer um ménage. Minha esposa, uma mulher de corpo espetacular, uns peitos deliciosos, uma bunda firme e bem empinada, uma cintura de enlouquecer, e claro, uns gemidos que só de ouvir já levavam ao prazer, me contou que teve um sonho com uma amiga, e aquilo não saía da cabeça dela. Levamos 7 anos para finalmente, no aniversário de 10 anos, depois de muitas punhetas, muita fantasia, pensar que poderíamos colocar outra mulher na cama. Da minha parte, desde o primeiro dia eu queria fazer, mas era algo que precisava amadurecer na cabeça dela. Assim, começamos uma busca pela mulher ideal para minha esposa. Não tínhamos ideia do que procurávamos, a única condição era que fosse de boa aparência e com uma higiene impecável, mas a busca não é tão fácil quanto parece nos contos. Levamos mais de 4 meses para encontrar uma pessoa. O processo acabou ficando comigo, voltei a conversar com amigas, principalmente amigas divorciadas, e a fazer brincadeiras sobre o assunto para medir a reação delas, até que numa festa, uma amiga se aproximou de mim e disse: "Não sabia que sua esposa era tão gostosa. Além disso, depois de ter filhos, ela ainda mantém um corpo de dar inveja". Eu só comentei: "Imagina como fico quando ela tá pelada". E assim começaram as brincadeiras. Ao sair da festa, falei pra minha esposa: "Olha, minha amiga aprecia teu corpo. Com ela, a gente podia fazer um ménage, acho que vocês duas iam curtir muito". Minha esposa ficou olhando pra ela, analisou por um tempo e a resposta foi: "Me excita". Passados alguns dias, comecei a conversar de novo, a fazer brincadeiras e a insinuar o fantástico que poderia ser um triângulo amoroso, e sem esperar, minha amiga comentou que gostaria de conhecer um pouco mais minha esposa e que a gente saísse pra tomar uns vinhos no fim de semana. Faltavam duas semanas pro nosso aniversário, e as ideias iam se concretizando. Esperamos ansiosos pela sexta-feira, vendo minha esposa se preparar caso algo acontecesse. depilar a buceta, deixar ela pronta pra ser chupada, passar creme, já tava me deixando a mil, tive que me adiantar na saída e meter uma foda pra aliviar a tensão. Saímos, tomamos um vinho, minha amiga tava espetacular, mas eu não conseguia olhar ela direito, não queria que meu jeito despertasse ciúmes na minha esposa, então fomos deixando o vinho fazer o trabalho dele. Quando acabou a garrafa, minha esposa chegou no meu ouvido e falou: quero beijar ela, como eu faço? Eu não sabia o que fazer, só me animei a falar alto: Minha Nena, minha esposa quer provar uma taça de vinho na sua boca. A resposta não demorou, porque quebrou o gelo com um: já não tem vinho, mas a gente pode se beijar e ver no que dá. De repente, eu tava parado na frente de duas gostosas vendo as línguas se cruzarem, como se beijavam, como mordiam os lábios uma da outra. Aos poucos, os corpos foram cedendo, até que vi minha esposa deitada no banco de trás do carro, e nosso brinquedo novo procurando as pernas dela. Entre beijos, vi minha esposa oferecendo o pescoço pra ela sentir prazer, algo que não foi desperdiçado: começou a beijar o pescoço, era o sinal de que tinha passe livre entre as pernas dela. E aí veio um: dirige, vamos pra um lugar onde a gente possa ficar sozinho. Entrei no volante e comecei a dirigir pra um motel, enquanto pelo retrovisor acompanhava os beijos e as carícias. Quando chegamos no motel, entramos no quarto e finalmente comecei a participar do jogo: encontrar duas línguas pra mim, beijos apaixonados, quatro mãos acariciando meu corpo. Mas não era um presente pra mim, dessa vez quem ia aproveitar era minha esposa. Sentei numa poltrona e deixei o jogo seguir, só observando. Elas foram pra cama ainda de roupa, se beijando, tive que soltar o cinto da minha amiga pra dar espaço pras mãos ansiosas da minha mulher, que aproveitou pra meter logo um dedo e exclamou: você tá molhada, gostou? Eu continuei despindo as duas, sem participar muito do jogo, só deixando que elas... os corpos vão se mostrando aos poucos, pra cada uma poder curtir. Quando ficaram peladas, me chamaram pra cama, era minha hora, desceram pros meus testículos e começaram a chupar, ter duas mulheres no meio das tuas pernas, um prazer indescritível, ver elas se beijando trocando as línguas no teu pau. Foi uma noite longa, onde nós três explodimos de paixão, meu leite espalhado em dois corpos espetaculares, minha mulher cheirando a outra mulher, línguas com todos os sabores.
Desde o terceiro ano de casados, começamos a conversar sobre a possibilidade de fazer um ménage. Minha esposa, uma mulher de corpo espetacular, uns peitos deliciosos, uma bunda firme e bem empinada, uma cintura de enlouquecer, e claro, uns gemidos que só de ouvir já levavam ao prazer, me contou que teve um sonho com uma amiga, e aquilo não saía da cabeça dela. Levamos 7 anos para finalmente, no aniversário de 10 anos, depois de muitas punhetas, muita fantasia, pensar que poderíamos colocar outra mulher na cama. Da minha parte, desde o primeiro dia eu queria fazer, mas era algo que precisava amadurecer na cabeça dela. Assim, começamos uma busca pela mulher ideal para minha esposa. Não tínhamos ideia do que procurávamos, a única condição era que fosse de boa aparência e com uma higiene impecável, mas a busca não é tão fácil quanto parece nos contos. Levamos mais de 4 meses para encontrar uma pessoa. O processo acabou ficando comigo, voltei a conversar com amigas, principalmente amigas divorciadas, e a fazer brincadeiras sobre o assunto para medir a reação delas, até que numa festa, uma amiga se aproximou de mim e disse: "Não sabia que sua esposa era tão gostosa. Além disso, depois de ter filhos, ela ainda mantém um corpo de dar inveja". Eu só comentei: "Imagina como fico quando ela tá pelada". E assim começaram as brincadeiras. Ao sair da festa, falei pra minha esposa: "Olha, minha amiga aprecia teu corpo. Com ela, a gente podia fazer um ménage, acho que vocês duas iam curtir muito". Minha esposa ficou olhando pra ela, analisou por um tempo e a resposta foi: "Me excita". Passados alguns dias, comecei a conversar de novo, a fazer brincadeiras e a insinuar o fantástico que poderia ser um triângulo amoroso, e sem esperar, minha amiga comentou que gostaria de conhecer um pouco mais minha esposa e que a gente saísse pra tomar uns vinhos no fim de semana. Faltavam duas semanas pro nosso aniversário, e as ideias iam se concretizando. Esperamos ansiosos pela sexta-feira, vendo minha esposa se preparar caso algo acontecesse. depilar a buceta, deixar ela pronta pra ser chupada, passar creme, já tava me deixando a mil, tive que me adiantar na saída e meter uma foda pra aliviar a tensão. Saímos, tomamos um vinho, minha amiga tava espetacular, mas eu não conseguia olhar ela direito, não queria que meu jeito despertasse ciúmes na minha esposa, então fomos deixando o vinho fazer o trabalho dele. Quando acabou a garrafa, minha esposa chegou no meu ouvido e falou: quero beijar ela, como eu faço? Eu não sabia o que fazer, só me animei a falar alto: Minha Nena, minha esposa quer provar uma taça de vinho na sua boca. A resposta não demorou, porque quebrou o gelo com um: já não tem vinho, mas a gente pode se beijar e ver no que dá. De repente, eu tava parado na frente de duas gostosas vendo as línguas se cruzarem, como se beijavam, como mordiam os lábios uma da outra. Aos poucos, os corpos foram cedendo, até que vi minha esposa deitada no banco de trás do carro, e nosso brinquedo novo procurando as pernas dela. Entre beijos, vi minha esposa oferecendo o pescoço pra ela sentir prazer, algo que não foi desperdiçado: começou a beijar o pescoço, era o sinal de que tinha passe livre entre as pernas dela. E aí veio um: dirige, vamos pra um lugar onde a gente possa ficar sozinho. Entrei no volante e comecei a dirigir pra um motel, enquanto pelo retrovisor acompanhava os beijos e as carícias. Quando chegamos no motel, entramos no quarto e finalmente comecei a participar do jogo: encontrar duas línguas pra mim, beijos apaixonados, quatro mãos acariciando meu corpo. Mas não era um presente pra mim, dessa vez quem ia aproveitar era minha esposa. Sentei numa poltrona e deixei o jogo seguir, só observando. Elas foram pra cama ainda de roupa, se beijando, tive que soltar o cinto da minha amiga pra dar espaço pras mãos ansiosas da minha mulher, que aproveitou pra meter logo um dedo e exclamou: você tá molhada, gostou? Eu continuei despindo as duas, sem participar muito do jogo, só deixando que elas... os corpos vão se mostrando aos poucos, pra cada uma poder curtir. Quando ficaram peladas, me chamaram pra cama, era minha hora, desceram pros meus testículos e começaram a chupar, ter duas mulheres no meio das tuas pernas, um prazer indescritível, ver elas se beijando trocando as línguas no teu pau. Foi uma noite longa, onde nós três explodimos de paixão, meu leite espalhado em dois corpos espetaculares, minha mulher cheirando a outra mulher, línguas com todos os sabores.
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