> Novamente quero agradecer a todos pelo enorme apoio que me deram, sinceramente não esperava que minhas histórias fossem agradar tanto, hehe realmente muito obrigado, como já sabem, se quiserem ir direto pra ação, procurem os❤️Beijos e boa leitura!!
> Passou fácil uns dois meses desde aquele encontro. Embora eu tivesse adorado e quisesse repetir o mais rápido possível, o fato de quase ter sido descoberta me deu um certo medo de que isso me trouxesse problemas. E claro, eu não queria isso. As férias de julho tinham começado, então por duas semanas eu ficaria em casa. Toda noite eu me masturbava lembrando daquele encontro fantástico, mas sabia que meus gemidos podiam me causar problemas, então evitava fazer de novo. Só que a vontade era grande demais e eu não sabia o que fazer. Uma noite, eu estava vendo TV na sala, entediada pra caralho. Costumava ver documentários, mas como tinham atualizado nosso pacote de canais recentemente, fiquei curiosa pra ver quais eram os novos canais.
> Fui descendo na lista de canais pra ver os nomes, quando de repente vejo dois canais novos chamados Play Boy e Vênus, estavam lá embaixo, junto com outros canais destacados numa cor diferente. Aí eu fiquei pasma, não acreditava no que tava vendo, como podia passar isso na TV? Literalmente era um canal inteiro de pornô, parecia que eu tinha achado uma mina de ouro. Eu claramente fiquei olhando, bem curiosa, era estranho e excitante ver aquilo. Num certo momento, começou um filme com temática de vampiros, e depois de um tempo o filme ficou meio "sombrio".
❤️O vampiro líder agarrou uma jovem com força pelo pulso e a arrastou até uma sala, onde rasgou suas roupas com violência, deixando-a quase completamente nua, e a jogou sobre uma mesa em forma de X, onde amarrou seus pulsos e pernas separadamente. Ele se afastou levemente da tela enquanto focavam o rosto de terror dela; ela se contorcia e gritava alto por socorro, enquanto ele voltava com umas correias e o que parecia ser uma coleira com uma bola enorme no meio, que colocou na boca dela, alegando que ela fazia muito barulho. E, realmente, depois de colocar aquele objeto, ela passou de gritar a apenas balbuciar. O filme continua com o vampiro masturbando a jovem com várias coisas: vibradores, diodos, e até batendo nela com uma espécie de chicote de muitas cerdinhas.
❤️Meu corpo tava a mil por hora, eu tava bem editada, mas tão concentrada que nem conseguia me masturbar, só dava uns leves toques de vez em quando, queria aprender tudo que desse. Num certo momento, o Vampiro começou a enfiar um diodo no cu da garota, que se contorcia gritando pra caralho. Aquilo me deu uma puta excitação, mas ao mesmo tempo um pouco de nojo. Dava pra enfiar coisas lá? Fiquei pasma vendo aquela garota se contorcendo e gritando, mas ao mesmo tempo a cara dela mostrava uma excitação total. Depois de uns minutos, a garota começou a gozar, soltando uma porrada de jatos, e o Vampiro soltou ela e colocou uma coleira no pescoço dela. Enquanto ela tava de quatro, ele foi pegar o que parecia um rabo de cachorro com uma bola de metal na ponta, que enfiou no cu da garota, fazendo ela gritar abafado por causa da bola na boca. Depois de um tempo, ele tirou a garota da sala andando como se fosse uma puta. Lá fora, tinha um monte de gente numa festa, olhando pra garota numa boa, o que me deixou estranha.
❤️Mudando de cena, a garota estava deitada de costas numa mesa, com literalmente todos os homens e algumas outras mulheres do quarto ao redor dela, fazendo ela usar as mãos e as pernas. Tinham tirado a bola da boca dela, que agora estava sendo usada por um pau enorme. Ao redor dela, vários homens se masturbavam por cima dela. Não demorou muito para que os homens e mulheres gozassem em cima dela, deixando ela toda bagunçada. Essa imagem me deixou completamente excitada e não consegui evitar começar a me masturbar rapidamente, tendo o orgasmo mais rápido da minha vida. O filme terminou com a garota sentada aos pés do vampiro do início, usando uma roupa que me provocava uma excitação enorme. Era uma espécie de colete, com argolas de metal e preto, que cobria todo o corpo dela em forma de X, deixando à mostra os peitos e a buceta dela, além do corpo todo escrito com setas apontando pra buceta dela.

> Queria continuar vendo, mas ouvi barulho na porta e mudei de canal, me deitei no sofá ajeitando minha camiseta e calcinha. Minha mãe entrou como de costume, me cumprimentou e sentou do meu lado pra ver o documental que eu tava assistindo. A gente conversou por várias horas até ir dormir.
> Naquela noite eu tive um sonho molhado, não lembro direito o que foi, mas o que sei é que fez minha mãe me ouvir durante a noite. Eu realmente não sabia que dava pra gemer dormindo, o que fez com que eu e minha mãe tivéssemos uma conversa estranha naquela mesma manhã. Minha mãe me perguntou se eu tinha me "divertido" na noite passada, e eu, bem confusa, perguntei do que ela estava falando. Ela me contou que tinha me ouvido gemer por uma boa parte da noite. Nessa hora, meu rosto ficou vermelho igual pimenta e eu comecei a gaguejar. Minha adrenalina foi lá em cima e, por dentro, eu pensava que tinha estragado tudo. Mas minha mãe riu e disse: "Tá tudo bem, é natural", numa boa. Eu respirei aliviada, achando que tinha acabado, mas as coisas estavam prestes a ficar ainda piores. Ela sentou ainda mais perto de mim, me olhou meio séria e perguntou: "Você já transou?". Eu fiquei totalmente chocada e meio impactada com a pergunta, e respondi rápido, mas ainda gaguejando, com um sonoro "NÃO".
> A conversa não melhorou muito depois disso, mas foi bem informativa, ela me explicou sobre as doenças sexualmente transmissíveis, e bom, uma conversa maneira sobre prevenção, e sobre o que eu não deveria fazer, e pra ser sincero, me deu uma certa graça do jeito que minha mãe falou e explicou as coisas, por isso que eu amo ela, sempre soube me entender, afinal de contas a gente só tem 15 anos de diferença, então acho que ela falava mais por experiência própria.
> A conversa com minha mãe tinha sido bem informativa, mas também foi meio desconfortável, tipo, falar de sexo com a sua mãe não é algo que agrada muita gente. Passaram uns dias dessa conversa e posso considerar que minha mente estava bem mais madura sexualmente falando, tipo, apesar da minha pouca idade, eu já tinha duas experiências zoofílicas e tinha tido a conversa com minha mãe, supunha que pra minha idade já era uma grande conquista.
> Uma tarde saí pra pedalar, tava planejando ir num Cyber perto da minha casa pra me informar sobre mais coisas, hehe quem diria, ir num Cyber pra se informar sobre pornô hehe, enfim, acontece que do lado desse Cyber tinha um Sex Shop no mesmo bloco de lojas... (sim, eu sei, é uma combinação estranha, mas fazer o quê hehe, era assim e continua sendo até hoje) que eu sempre ignorava até hoje.
> A curiosidade me deixou bem intrigada, tipo, já tinha experimentado tudo aquilo, por que não entrar naquele lugar? Tava super nervosa. A fachada do local era bem simples: uma vitrine com um manequim vestido de lingerie erótica junto com uma estante cheia de potes. No fundo, dava pra ver um tecido vermelho bem chamativo por todos os lados, que cobria até a porta do lado direito do local, impedindo que se visse lá pra dentro. Então, o único jeito de saber o que tinha ali era entrando.
> Toma coragem com certo nervosismo, meu corpo tremia enquanto empurrava a pesada porta de vidro e minhas pernas também tremiam. Assim que abri a porta e entrei, fiquei paralisada: uma pequena sala branca com três corredores de prateleiras cheias de vibradores de todos os tipos, tamanhos e cores. Numa das paredes, havia uma estante com DVDs e revistas. No fundo, dava pra ver o balcão com uma salinha e, ao lado, outra porta com uma cortina vermelha que não deixava ver o que tinha do outro lado. Parecia o paraíso dos tarados.
> Caminhei timidamente pelos corredores até o Balcão que ficava no fundo, não parecia ter ninguém até que uma Voz feminina quebrou o silêncio vindo de uma porta que dava para um quartinho no fundo do local, eu fiquei quieta e só observava tudo com uma enorme curiosidade, até que de repente essa Voz, por uma razão estranha, me chamou pelo meu nome, Ahriel!
>Fiquei gelada... ao me virar, consegui reconhecer aquela pessoa, era a Nicole, a filha da minha vizinha, uma jovem adolescente 3 anos mais velha que eu, com quem brincava de vez em quando... fiquei pálida como um papel, não sabia onde me enfiar, de todos os lugares onde poderia ter encontrado um conhecido, dei de cara com ela nesse lugar.
> Meu corpo tava a mil, queria chorar, e quase que minhas pernas iam ceder. Nicole deu uma risadinha e parecia entender o que tinha rolado, então enquanto eu tava em estado de choque, ela chegou perto de mim e colocou a mão no meu ombro, e eu reagi assustado, caindo de bunda no chão.
- Você tá bem?
>Fico me perguntando enquanto me ajudava a levantar entre risadas
-S Sim, estou bem
>Respondi trêmula, estava totalmente nervosa e minha voz saía meio trêmula, igual quando você acabou de chorar e as palavras saem entrecortadas.
> Passavam pela minha cabeça todo tipo de problemas que isso ia me trazer, já me via minha mãe e minha vizinha me dando bronca, e até minha vizinha contando pra ela sobre os barulhos daquela noite e minha mãe entendendo tudo, já me via no fundo do poço. Nicole riu de novo e me acalmou outra vez enquanto me levava pela mão até uma cadeira ao lado do balcão.
- E me diga, o que te traz por aqui? E não me venha com essa de que entrou por engano, porque não vou cair nessa história.
>Ela disse num tom debochado enquanto me olhava com muita curiosidade. Engoli seco, o olhar dela era intimidador, por mais que tivesse um sorriso no rosto e estivesse completamente tranquila, aquele olhar estava me analisando por completo. Só sentia vontade de baixar a cabeça, mal conseguia manter contato visual com ela, o que fez ela cair na risada.
—Tranquila, se não quiser me contar, tudo bem, mas também não vou poder te ajudar a achar o que cê procura se não me falar.
> Ela falava com um tom bem calmo, o que acabou me passando uma certa confiança. Aí eu só suspirei e olhei pra ela de novo, direto nos olhos, mas ainda com um certo medo.
- Vim por curiosidade, queria saber o nome daquela bola que vai na boca com uma correia
> Nicole me olhou meio estranha, e com a mão fez um sinal pra eu esperar um segundo. Ela se levantou e foi até os fundos do local, onde tinha uma porta com cortina vermelha que ela atravessou. Depois de alguns minutos, voltou com o que eu tinha pedido. Meu coração disparou.
- É a isso que você tá se referindo?
> Fico me perguntando com um tom de surpresa e curiosidade, ao que eu simplesmente me limitei a balançar a cabeça enquanto olhava praquele objeto de forma hipnótica.
- Isso aqui se chama mordaça. Geralmente, garotas da sua idade vêm atrás de um dildo ou camisinha, mas o que te trouxe aqui atrás disso?
> Ela perguntava com um tom já de curiosidade e intriga em relação a mim, enquanto o olhar dela voltava a ficar meio ameaçador. Na verdade, diria que o olhar dela ficou como o de uma mãe que quer que você conte a verdade a todo custo. Não sei se você consegue entender o que quero dizer.
- P pois é... vi num filme... e p pois vi que serve pra evitar que você faça barulho
> Meus nervos tinham se agitado de novo e eu já não conseguia olhar na cara dela, esperava que ela me desse uma bronca ou algo assim, não sabia por quê, mas simplesmente já estava totalmente entregue ao que pudesse acontecer comigo.
- Se serve pra isso pelo menos essa versão, e me diz, o que uma garota como você pretende fazer com essa Mordaça? Hehe, será que seu namorado pediu pra você arrumar uma?
> Comentava num tom debochado enquanto se inclinava levemente sobre mim, apoiando os cotovelos nos joelhos, ao mesmo tempo que me olhava com certa malícia, mas ainda assim aterrorizante.
- N não tenho namorado!!
>Respondi rapidamente, bem envergonhada, enquanto olhava para o chão, toda sem graça.
-ah!, sério? Pois isso não é o que parece, digo, toda noite te escuto do meu quarto, mas ultimamente notei uns dias onde você deu uns "gritos" peculiarmente mais altos do que o normal hehe, até minha mãe foi ver o que tava rolando
> Disse com um tom entre debochado e arrogante, eu estava ferrada de novo, tinha esquecido completamente que o quarto dela dá direto pra minha casa, e que do segundo andar dela dava pra ouvir tudo, literalmente.
- Eu... Bem... é só... não queria que me ouvissem...
> Eu me desmanchava devagar, com lágrimas nos olhos, por dentro eu tava completamente perdida
- Ei, tranquila, te proponho um trato: se você me disser o que te faz gemer tanto toda noite, eu te dou essa mordaça, topa?
> Disse com certa malícia enquanto a entregava nas minhas mãos, enquanto eu a olhava bem confusa. Na minha cabeça passavam centenas de possíveis reações, ao mesmo tempo que eu percebia um certo brilho nos olhos dela, como um predador se divertindo com a presa encurralada. A adrenalina tava correndo nas veias a mil, e lá no fundo eu pensava: "já que o balde foi, que vá a corda também". Então respirei fundo e soltei tudo -
- Meu cachorro -
> Falei baixinho enquanto abaixava a cabeça
- O quê? Não te ouvi, pode repetir?
- Meu cachorro!... é ele que me faz gemer muito
> falei com um pouco mais de força enquanto quase chorava, meu coração batia a mil por hora e meu corpo inteiro se sentia uma merda, eu tava com medo, e por dentro pensava que tudo tinha acabado. Nicole riu de leve enquanto colocava a mão na minha cabeça e me acariciava suavemente
- Hehe, valeu por confirmar o que eu já tava desconfiando há uns dias.
> Disse com uma voz calma enquanto descia da cadeira em que estava e se ajoelhava, e com uma mão limpava suavemente as lágrimas da minha bochecha.
Fica com a mordaça, e tenho outra proposta pra você, o que acha?
> A mão quentinha dela me acalmou bastante, fiquei mais tranquila, então olhei pra ela com calma e assenti.
—Você vai me deixar ver como o Adão te monta, e em troca eu vou te ensinar tudo o que você quiser sobre o que você gostar. Você vai virar meu aprendiz.
> Fiquei pasma com a proposta dele. Ao mesmo tempo, bem animada... quer dizer, não tinha ninguém pra falar dessas coisas e agora tinha uma Mestra no assunto, então eu simplesmente concordei -
- Bom, pra começar, vou te fazer um pedidinho: a partir de agora, me chama de Mestra, e todas as suas respostas têm que terminar assim, tá claro?
> Disse com um tom dominante, mas bem "carinhoso
- Sim, Mestra
> Disse alegremente, ao que ela passou a mão na minha cabeça e fez um carinho.
- Boa menina -
> Essas palavras causaram uma enorme emoção e excitação ao mesmo tempo
- Bom, acho que já é hora de você ir, tá meio tarde. Ah, e por falar nisso! Quando você poderia me ensinar aquilo que te pedi?
> Fico me perguntando calmamente enquanto eu ficava meio pensativa, ainda não tinha terminado de entender tudo o que tinha acontecido, mas estava decidida a fechar o trato essa mesma noite.
- Esta noite, se não te incomoda, professora
> Respondi de forma decidida, já que me animava um pouco a ideia de ter uma "professora do sexo". Um sorriso se esboçou no rosto dela enquanto ela acenava com a mão quando eu saía pela porta. No caminho para casa, a adrenalina passou e minha mente me deu um choque de realidade: no que foi que me meti... Digo, essa noite eu teria alguém observando enquanto o Adão me montava, e eu nem sabia se estava pronta pra fazer aquilo de novo. Quer dizer, o que me impedia era não ter a mordaça, mas... Agora o nervosismo estava me pregando uma peça.
> Chegando em casa, tava meio angustiada. Minha mãe, que tava se arrumando pra sair, me viu e perguntou se eu tava bem. Respondi que só tava cansada e com uma dorzinha na barriga, o que era verdade — tanta adrenalina tinha me deixado com o estômago ruim. Então ela me deu um remédio e mandou eu descansar, coisa que nem consegui fazer, porque na minha cabeça as ideias voavam enquanto eu olhava pra mordaça em cima da mesa de cabeceira.
Até aqui a parte um, sei que não foi grande coisa, mas eu gosto de relatar os fatos da melhor forma possível e como vocês sabem, nem sempre é só sexo de verdade. Espero que tenham gostado e vou postar a segunda parte em breve. Fiquem tranquilos que a segunda vai ter bem mais ação.❤️BEIJOS!!
> Passou fácil uns dois meses desde aquele encontro. Embora eu tivesse adorado e quisesse repetir o mais rápido possível, o fato de quase ter sido descoberta me deu um certo medo de que isso me trouxesse problemas. E claro, eu não queria isso. As férias de julho tinham começado, então por duas semanas eu ficaria em casa. Toda noite eu me masturbava lembrando daquele encontro fantástico, mas sabia que meus gemidos podiam me causar problemas, então evitava fazer de novo. Só que a vontade era grande demais e eu não sabia o que fazer. Uma noite, eu estava vendo TV na sala, entediada pra caralho. Costumava ver documentários, mas como tinham atualizado nosso pacote de canais recentemente, fiquei curiosa pra ver quais eram os novos canais.
> Fui descendo na lista de canais pra ver os nomes, quando de repente vejo dois canais novos chamados Play Boy e Vênus, estavam lá embaixo, junto com outros canais destacados numa cor diferente. Aí eu fiquei pasma, não acreditava no que tava vendo, como podia passar isso na TV? Literalmente era um canal inteiro de pornô, parecia que eu tinha achado uma mina de ouro. Eu claramente fiquei olhando, bem curiosa, era estranho e excitante ver aquilo. Num certo momento, começou um filme com temática de vampiros, e depois de um tempo o filme ficou meio "sombrio".
❤️O vampiro líder agarrou uma jovem com força pelo pulso e a arrastou até uma sala, onde rasgou suas roupas com violência, deixando-a quase completamente nua, e a jogou sobre uma mesa em forma de X, onde amarrou seus pulsos e pernas separadamente. Ele se afastou levemente da tela enquanto focavam o rosto de terror dela; ela se contorcia e gritava alto por socorro, enquanto ele voltava com umas correias e o que parecia ser uma coleira com uma bola enorme no meio, que colocou na boca dela, alegando que ela fazia muito barulho. E, realmente, depois de colocar aquele objeto, ela passou de gritar a apenas balbuciar. O filme continua com o vampiro masturbando a jovem com várias coisas: vibradores, diodos, e até batendo nela com uma espécie de chicote de muitas cerdinhas.
❤️Meu corpo tava a mil por hora, eu tava bem editada, mas tão concentrada que nem conseguia me masturbar, só dava uns leves toques de vez em quando, queria aprender tudo que desse. Num certo momento, o Vampiro começou a enfiar um diodo no cu da garota, que se contorcia gritando pra caralho. Aquilo me deu uma puta excitação, mas ao mesmo tempo um pouco de nojo. Dava pra enfiar coisas lá? Fiquei pasma vendo aquela garota se contorcendo e gritando, mas ao mesmo tempo a cara dela mostrava uma excitação total. Depois de uns minutos, a garota começou a gozar, soltando uma porrada de jatos, e o Vampiro soltou ela e colocou uma coleira no pescoço dela. Enquanto ela tava de quatro, ele foi pegar o que parecia um rabo de cachorro com uma bola de metal na ponta, que enfiou no cu da garota, fazendo ela gritar abafado por causa da bola na boca. Depois de um tempo, ele tirou a garota da sala andando como se fosse uma puta. Lá fora, tinha um monte de gente numa festa, olhando pra garota numa boa, o que me deixou estranha.
❤️Mudando de cena, a garota estava deitada de costas numa mesa, com literalmente todos os homens e algumas outras mulheres do quarto ao redor dela, fazendo ela usar as mãos e as pernas. Tinham tirado a bola da boca dela, que agora estava sendo usada por um pau enorme. Ao redor dela, vários homens se masturbavam por cima dela. Não demorou muito para que os homens e mulheres gozassem em cima dela, deixando ela toda bagunçada. Essa imagem me deixou completamente excitada e não consegui evitar começar a me masturbar rapidamente, tendo o orgasmo mais rápido da minha vida. O filme terminou com a garota sentada aos pés do vampiro do início, usando uma roupa que me provocava uma excitação enorme. Era uma espécie de colete, com argolas de metal e preto, que cobria todo o corpo dela em forma de X, deixando à mostra os peitos e a buceta dela, além do corpo todo escrito com setas apontando pra buceta dela.

> Queria continuar vendo, mas ouvi barulho na porta e mudei de canal, me deitei no sofá ajeitando minha camiseta e calcinha. Minha mãe entrou como de costume, me cumprimentou e sentou do meu lado pra ver o documental que eu tava assistindo. A gente conversou por várias horas até ir dormir.
> Naquela noite eu tive um sonho molhado, não lembro direito o que foi, mas o que sei é que fez minha mãe me ouvir durante a noite. Eu realmente não sabia que dava pra gemer dormindo, o que fez com que eu e minha mãe tivéssemos uma conversa estranha naquela mesma manhã. Minha mãe me perguntou se eu tinha me "divertido" na noite passada, e eu, bem confusa, perguntei do que ela estava falando. Ela me contou que tinha me ouvido gemer por uma boa parte da noite. Nessa hora, meu rosto ficou vermelho igual pimenta e eu comecei a gaguejar. Minha adrenalina foi lá em cima e, por dentro, eu pensava que tinha estragado tudo. Mas minha mãe riu e disse: "Tá tudo bem, é natural", numa boa. Eu respirei aliviada, achando que tinha acabado, mas as coisas estavam prestes a ficar ainda piores. Ela sentou ainda mais perto de mim, me olhou meio séria e perguntou: "Você já transou?". Eu fiquei totalmente chocada e meio impactada com a pergunta, e respondi rápido, mas ainda gaguejando, com um sonoro "NÃO".
> A conversa não melhorou muito depois disso, mas foi bem informativa, ela me explicou sobre as doenças sexualmente transmissíveis, e bom, uma conversa maneira sobre prevenção, e sobre o que eu não deveria fazer, e pra ser sincero, me deu uma certa graça do jeito que minha mãe falou e explicou as coisas, por isso que eu amo ela, sempre soube me entender, afinal de contas a gente só tem 15 anos de diferença, então acho que ela falava mais por experiência própria.
> A conversa com minha mãe tinha sido bem informativa, mas também foi meio desconfortável, tipo, falar de sexo com a sua mãe não é algo que agrada muita gente. Passaram uns dias dessa conversa e posso considerar que minha mente estava bem mais madura sexualmente falando, tipo, apesar da minha pouca idade, eu já tinha duas experiências zoofílicas e tinha tido a conversa com minha mãe, supunha que pra minha idade já era uma grande conquista.
> Uma tarde saí pra pedalar, tava planejando ir num Cyber perto da minha casa pra me informar sobre mais coisas, hehe quem diria, ir num Cyber pra se informar sobre pornô hehe, enfim, acontece que do lado desse Cyber tinha um Sex Shop no mesmo bloco de lojas... (sim, eu sei, é uma combinação estranha, mas fazer o quê hehe, era assim e continua sendo até hoje) que eu sempre ignorava até hoje.
> A curiosidade me deixou bem intrigada, tipo, já tinha experimentado tudo aquilo, por que não entrar naquele lugar? Tava super nervosa. A fachada do local era bem simples: uma vitrine com um manequim vestido de lingerie erótica junto com uma estante cheia de potes. No fundo, dava pra ver um tecido vermelho bem chamativo por todos os lados, que cobria até a porta do lado direito do local, impedindo que se visse lá pra dentro. Então, o único jeito de saber o que tinha ali era entrando.
> Toma coragem com certo nervosismo, meu corpo tremia enquanto empurrava a pesada porta de vidro e minhas pernas também tremiam. Assim que abri a porta e entrei, fiquei paralisada: uma pequena sala branca com três corredores de prateleiras cheias de vibradores de todos os tipos, tamanhos e cores. Numa das paredes, havia uma estante com DVDs e revistas. No fundo, dava pra ver o balcão com uma salinha e, ao lado, outra porta com uma cortina vermelha que não deixava ver o que tinha do outro lado. Parecia o paraíso dos tarados.
> Caminhei timidamente pelos corredores até o Balcão que ficava no fundo, não parecia ter ninguém até que uma Voz feminina quebrou o silêncio vindo de uma porta que dava para um quartinho no fundo do local, eu fiquei quieta e só observava tudo com uma enorme curiosidade, até que de repente essa Voz, por uma razão estranha, me chamou pelo meu nome, Ahriel!
>Fiquei gelada... ao me virar, consegui reconhecer aquela pessoa, era a Nicole, a filha da minha vizinha, uma jovem adolescente 3 anos mais velha que eu, com quem brincava de vez em quando... fiquei pálida como um papel, não sabia onde me enfiar, de todos os lugares onde poderia ter encontrado um conhecido, dei de cara com ela nesse lugar.
> Meu corpo tava a mil, queria chorar, e quase que minhas pernas iam ceder. Nicole deu uma risadinha e parecia entender o que tinha rolado, então enquanto eu tava em estado de choque, ela chegou perto de mim e colocou a mão no meu ombro, e eu reagi assustado, caindo de bunda no chão.
- Você tá bem?
>Fico me perguntando enquanto me ajudava a levantar entre risadas
-S Sim, estou bem
>Respondi trêmula, estava totalmente nervosa e minha voz saía meio trêmula, igual quando você acabou de chorar e as palavras saem entrecortadas.
> Passavam pela minha cabeça todo tipo de problemas que isso ia me trazer, já me via minha mãe e minha vizinha me dando bronca, e até minha vizinha contando pra ela sobre os barulhos daquela noite e minha mãe entendendo tudo, já me via no fundo do poço. Nicole riu de novo e me acalmou outra vez enquanto me levava pela mão até uma cadeira ao lado do balcão.
- E me diga, o que te traz por aqui? E não me venha com essa de que entrou por engano, porque não vou cair nessa história.
>Ela disse num tom debochado enquanto me olhava com muita curiosidade. Engoli seco, o olhar dela era intimidador, por mais que tivesse um sorriso no rosto e estivesse completamente tranquila, aquele olhar estava me analisando por completo. Só sentia vontade de baixar a cabeça, mal conseguia manter contato visual com ela, o que fez ela cair na risada.
—Tranquila, se não quiser me contar, tudo bem, mas também não vou poder te ajudar a achar o que cê procura se não me falar.
> Ela falava com um tom bem calmo, o que acabou me passando uma certa confiança. Aí eu só suspirei e olhei pra ela de novo, direto nos olhos, mas ainda com um certo medo.
- Vim por curiosidade, queria saber o nome daquela bola que vai na boca com uma correia
> Nicole me olhou meio estranha, e com a mão fez um sinal pra eu esperar um segundo. Ela se levantou e foi até os fundos do local, onde tinha uma porta com cortina vermelha que ela atravessou. Depois de alguns minutos, voltou com o que eu tinha pedido. Meu coração disparou.
- É a isso que você tá se referindo?
> Fico me perguntando com um tom de surpresa e curiosidade, ao que eu simplesmente me limitei a balançar a cabeça enquanto olhava praquele objeto de forma hipnótica.
- Isso aqui se chama mordaça. Geralmente, garotas da sua idade vêm atrás de um dildo ou camisinha, mas o que te trouxe aqui atrás disso?
> Ela perguntava com um tom já de curiosidade e intriga em relação a mim, enquanto o olhar dela voltava a ficar meio ameaçador. Na verdade, diria que o olhar dela ficou como o de uma mãe que quer que você conte a verdade a todo custo. Não sei se você consegue entender o que quero dizer.
- P pois é... vi num filme... e p pois vi que serve pra evitar que você faça barulho
> Meus nervos tinham se agitado de novo e eu já não conseguia olhar na cara dela, esperava que ela me desse uma bronca ou algo assim, não sabia por quê, mas simplesmente já estava totalmente entregue ao que pudesse acontecer comigo.
- Se serve pra isso pelo menos essa versão, e me diz, o que uma garota como você pretende fazer com essa Mordaça? Hehe, será que seu namorado pediu pra você arrumar uma?
> Comentava num tom debochado enquanto se inclinava levemente sobre mim, apoiando os cotovelos nos joelhos, ao mesmo tempo que me olhava com certa malícia, mas ainda assim aterrorizante.
- N não tenho namorado!!
>Respondi rapidamente, bem envergonhada, enquanto olhava para o chão, toda sem graça.
-ah!, sério? Pois isso não é o que parece, digo, toda noite te escuto do meu quarto, mas ultimamente notei uns dias onde você deu uns "gritos" peculiarmente mais altos do que o normal hehe, até minha mãe foi ver o que tava rolando
> Disse com um tom entre debochado e arrogante, eu estava ferrada de novo, tinha esquecido completamente que o quarto dela dá direto pra minha casa, e que do segundo andar dela dava pra ouvir tudo, literalmente.
- Eu... Bem... é só... não queria que me ouvissem...
> Eu me desmanchava devagar, com lágrimas nos olhos, por dentro eu tava completamente perdida
- Ei, tranquila, te proponho um trato: se você me disser o que te faz gemer tanto toda noite, eu te dou essa mordaça, topa?
> Disse com certa malícia enquanto a entregava nas minhas mãos, enquanto eu a olhava bem confusa. Na minha cabeça passavam centenas de possíveis reações, ao mesmo tempo que eu percebia um certo brilho nos olhos dela, como um predador se divertindo com a presa encurralada. A adrenalina tava correndo nas veias a mil, e lá no fundo eu pensava: "já que o balde foi, que vá a corda também". Então respirei fundo e soltei tudo -
- Meu cachorro -
> Falei baixinho enquanto abaixava a cabeça
- O quê? Não te ouvi, pode repetir?
- Meu cachorro!... é ele que me faz gemer muito
> falei com um pouco mais de força enquanto quase chorava, meu coração batia a mil por hora e meu corpo inteiro se sentia uma merda, eu tava com medo, e por dentro pensava que tudo tinha acabado. Nicole riu de leve enquanto colocava a mão na minha cabeça e me acariciava suavemente
- Hehe, valeu por confirmar o que eu já tava desconfiando há uns dias.
> Disse com uma voz calma enquanto descia da cadeira em que estava e se ajoelhava, e com uma mão limpava suavemente as lágrimas da minha bochecha.
Fica com a mordaça, e tenho outra proposta pra você, o que acha?
> A mão quentinha dela me acalmou bastante, fiquei mais tranquila, então olhei pra ela com calma e assenti.
—Você vai me deixar ver como o Adão te monta, e em troca eu vou te ensinar tudo o que você quiser sobre o que você gostar. Você vai virar meu aprendiz.
> Fiquei pasma com a proposta dele. Ao mesmo tempo, bem animada... quer dizer, não tinha ninguém pra falar dessas coisas e agora tinha uma Mestra no assunto, então eu simplesmente concordei -
- Bom, pra começar, vou te fazer um pedidinho: a partir de agora, me chama de Mestra, e todas as suas respostas têm que terminar assim, tá claro?
> Disse com um tom dominante, mas bem "carinhoso
- Sim, Mestra
> Disse alegremente, ao que ela passou a mão na minha cabeça e fez um carinho.
- Boa menina -
> Essas palavras causaram uma enorme emoção e excitação ao mesmo tempo
- Bom, acho que já é hora de você ir, tá meio tarde. Ah, e por falar nisso! Quando você poderia me ensinar aquilo que te pedi?
> Fico me perguntando calmamente enquanto eu ficava meio pensativa, ainda não tinha terminado de entender tudo o que tinha acontecido, mas estava decidida a fechar o trato essa mesma noite.
- Esta noite, se não te incomoda, professora
> Respondi de forma decidida, já que me animava um pouco a ideia de ter uma "professora do sexo". Um sorriso se esboçou no rosto dela enquanto ela acenava com a mão quando eu saía pela porta. No caminho para casa, a adrenalina passou e minha mente me deu um choque de realidade: no que foi que me meti... Digo, essa noite eu teria alguém observando enquanto o Adão me montava, e eu nem sabia se estava pronta pra fazer aquilo de novo. Quer dizer, o que me impedia era não ter a mordaça, mas... Agora o nervosismo estava me pregando uma peça.
> Chegando em casa, tava meio angustiada. Minha mãe, que tava se arrumando pra sair, me viu e perguntou se eu tava bem. Respondi que só tava cansada e com uma dorzinha na barriga, o que era verdade — tanta adrenalina tinha me deixado com o estômago ruim. Então ela me deu um remédio e mandou eu descansar, coisa que nem consegui fazer, porque na minha cabeça as ideias voavam enquanto eu olhava pra mordaça em cima da mesa de cabeceira.
Até aqui a parte um, sei que não foi grande coisa, mas eu gosto de relatar os fatos da melhor forma possível e como vocês sabem, nem sempre é só sexo de verdade. Espero que tenham gostado e vou postar a segunda parte em breve. Fiquem tranquilos que a segunda vai ter bem mais ação.❤️BEIJOS!!
3 comentários - Capítulo 3: O Caminho pra Novas Fantasias (Parte 1)