Moro nuns prédios da capital federal onde as paredes parecem de papelão e dá pra ouvir tudo. São quatro apartamentos no meu andar. Tem um casal de 45 a 50 anos do lado do nosso. Falei "nosso" porque moro com minha mina. (Minha mina trabalha fora todo dia e eu, por causa da pandemia, fico em casa.) O casal de vizinhos que tenho ao lado vive brigando, e eu escuto as discussões direto, principalmente ele tentando rebaixar a parceira e fazendo ela se sentir inferior. As brigas são várias durante a semana, mas nos fins de semana, de vez em quando, dá pra ouvir eles se pegando, e isso me mata. Aqueles gemidos de prazer, e ainda por cima eu imagino o rostinho dela porque sei que é ela, me deixa louco. Mas durante a semana, as brigas voltam. Só que na terça passada tudo mudou. Depois de uma briga grande deles, onde ouvi um portão batendo e ele saindo xingando, saí pra jogar o lixo num cesto comum que temos no andar. Atrás de mim, sai ela com os olhos vermelhos. Perguntei se ela tava bem, e ela disse que sim, "certeza que é por causa dos gritos, né?" — perguntou toda angustiada. Falei que sim, que tinha ouvido, mas muito pouco, que não se preocupasse. Isso acabou com ela e encheu ela de vergonha, aí ela chorou mais alto, e só me veio a ideia de abraçar ela. Na hora, senti uma conexão linda, e acho que ela também. Abraço ela e sinto os peitos dela sem sutiã roçando em mim. Olho nos olhos dela, e ela me olha de volta. Por uns segundos, a gente se encarou, e com um sorriso no rosto, ela disse "vou pra dentro". Foi embora, e eu voltei pro meu apartamento pensando no que podia fazer. O prédio tem um grupo de WhatsApp, e procurei ela, que eu não sabia o nome, mas reconhecia pela cara. Achei e tentei mandar uma mensagem de apoio (no privado), que ela recebeu e respondeu toda doce. Passou aquela semana, e na seguinte, postei um status no WhatsApp, e ela respondeu dizendo: "Por um tempo vamos ter paz, meu marido foi embora. Não aguento mais ele." Respondi que bom que ela tava sozinha, que ia poder ter um tempo pra ela. Ela me pergunta o que eu tô fazendo, e eu falei que tinha acabado de dar uma pausa no trampo, ia tomar um mate. Ela disse que era uma excelente ideia, e eu convidei ela pra vir. Ela me deixou no visto e, depois de 7 minutos exatos, a campainha da minha casa toca. Olho pelo olho mágico e era ela. Abro a porta e ela diz: "Trouxe uns biscoitinhos." "Entra", falo. Ela tava com um vestido rosa lindo, marcando a fio dental. Vou colocar a chaleira no fogo, falo. Quando tô de costas pra ela enchendo a chaleira, ela vem por trás e mete a mão direto na minha pica. Começa a me masturbar, eu ainda enchendo a chaleira, e me viro. Ela abaixa minha calça e enfia tudo na boca. Me chupava a pica e me olhava com uma carinha linda. Levantei ela, coloquei de costas, apoiei os cotovelos dela na pia, levantei um pouco o vestido, passei cuspe na mão e lambuzei a pica toda, desviei a fio dental e meti tudo. Ela deu um gritão gostoso que me lembrava tantas noites que eu ficava ouvindo ela. Continuei penetrando ela daquele jeito até que joguei ela no sofá, coloquei uma perna dela no meu ombro e continuei metendo, enquanto ela mordia os lábios. Ficamos assim por um bom tempo, e ela gritava: "Como você come bem, cara!" Ela com uns 47 e eu 27. Quando tô quase gozando, tiro a pica e encho ela de porra nos peitos e na cara. Ela chupou minha pica e limpou toda a porra do rosto. Disse: "Muito lindo tudo", ajeitou a fio dental, pegou o pacote de biscoito e falou: "Durante a semana passo pra tomar mais mate..." Ainda não consigo acreditar.
1 comentários - A gostosa do vizinho