Um velho amigo meu foi morar no exterior há alguns anos e, antes de se estabelecer de vez por lá, ainda tinha um duplex que tentava vender, mas não conseguia por causa das condições do mercado, da crise ou sei lá o quê.
Pra não deixar o lugar vazio por muito tempo, alguém da família sempre ficava lá nos fins de semana ou alguns dias pra cuidar da casinha. Num verão, meu amigo me avisou que a família dele tinha ido viajar e me pediu pra ficar lá uma semana. Pra ajudar, aceitei.
O lugar era bem mais acessível e confortável do que onde eu costumava morar, e um pouco por isso, outro pouco porque não tinha contato com ninguém há um tempão, comecei a mandar mensagens pra algumas minas que conhecia pra ver se me ajudavam a não passar as noites sozinho, mas não teve jeito. Além da minha situação normal com as mulheres, tava numa fase ruim. Na segunda noite que passei lá, fiquei trocando ideia com a amiga de uma mina que eu já tinha pegado... a conversa esquentou, mas ela teve que ir pra cama com o marido e também não aceitou meu convite, me deixando na mão.
Na manhã seguinte, acordei com uma ereção daquelas que não passava nem com um banho frio. Revisando a conversa do WhatsApp e olhando as fotos de novo enquanto procurava algo na TV, não aguentei e pensei: "por que não?". Comecei a me masturbar no sofá imaginando como ia comer aquela peituda, a amiga dela que já tinha me dado e as duas juntas... Os dias sem sexo e a conversa excitante foram suficientes pra ser uma punheta muito boa, tava curtindo pra caralho e, quando tava no auge, ouço a fechadura da porta girar e alguém entrar.
O mais rápido que pude, enfiei o pau pra dentro da cueca, levantei e fui pro lado oposto da porta. "Desculpa, achei que não tinha ninguém", disse uma voz tímida e suave, jovem e respeitosa. Eu tava ofegante, excitado e sem calças, mas fingi normalidade e disse "Sem problema, mas quem é você? Sou amigo do dono", olhando pela primeira vez praquela mina, morena, com o cabelo quase tampando o rosto, de olhar baixo e uma mochila na mão.
"Sou a moça da limpeza", ela disse, e sem mais palavras começou a fazer o serviço. Me troquei e perguntei quanto tempo ia demorar, aí ela me deu um papel com o horário dela que tava colado na geladeira. "Brenda" tava escrito na folha de caderno, foi assim que descobri o nome dela. No dia seguinte, saí antes dela aparecer, mas quando cheguei ela ainda tava limpando, se desculpando por não ter terminado a tempo. Do sofá, fiquei observando ela um pouco, acho que sem ela perceber, e descobri que, apesar da timidez e da roupa simples (camiseta e jeans desgastado), dava pra ver que ela tinha um corpo gostoso, principalmente as pernas dela me chamaram a atenção.
Chegou o fim de semana e, como costumava fazer de vez em quando nos tempos pré-Covid, fui pra uma balada convidado pelos meus amigos. Não é meu lugar favorito, mas precisava me divertir e tentar conhecer alguma mina. Como sempre, consegui bebida, olhares, rejeições e risadas na noite. Já tava quase indo embora de vontade quando, não sei por que, chega um pessoal e fala que iam deixar a gente passar pro VIP (um lugar pequeno em cima com sofazinhos e uma varanda com caixas de som e um cano com umas minas rebolando).
Uma das minas que se mexia contra uma caixa de som chamava a atenção de todo mundo que tava lá. Shortinho preto daqueles que tão a um centímetro de deixar ver uma bunda linda, sem calcinha, decote que tentava mesmo não tendo muito o que preencher, pernas com curvas lindas, cabelo preso e uns lábios que te levavam pro inferno. Mas o que realmente era magnético era a atitude dela: dançava como se a vida dela dependesse de esquentar os outros, uma loucura.
Minha mente alcoolizada demorou uns segundos pra perceber que era ela, a moça da limpeza.
Continua http://www.poringa.net/posts/relatos/4103347/A-garota-que-limpa-Parte-II.html
Pra não deixar o lugar vazio por muito tempo, alguém da família sempre ficava lá nos fins de semana ou alguns dias pra cuidar da casinha. Num verão, meu amigo me avisou que a família dele tinha ido viajar e me pediu pra ficar lá uma semana. Pra ajudar, aceitei.
O lugar era bem mais acessível e confortável do que onde eu costumava morar, e um pouco por isso, outro pouco porque não tinha contato com ninguém há um tempão, comecei a mandar mensagens pra algumas minas que conhecia pra ver se me ajudavam a não passar as noites sozinho, mas não teve jeito. Além da minha situação normal com as mulheres, tava numa fase ruim. Na segunda noite que passei lá, fiquei trocando ideia com a amiga de uma mina que eu já tinha pegado... a conversa esquentou, mas ela teve que ir pra cama com o marido e também não aceitou meu convite, me deixando na mão.
Na manhã seguinte, acordei com uma ereção daquelas que não passava nem com um banho frio. Revisando a conversa do WhatsApp e olhando as fotos de novo enquanto procurava algo na TV, não aguentei e pensei: "por que não?". Comecei a me masturbar no sofá imaginando como ia comer aquela peituda, a amiga dela que já tinha me dado e as duas juntas... Os dias sem sexo e a conversa excitante foram suficientes pra ser uma punheta muito boa, tava curtindo pra caralho e, quando tava no auge, ouço a fechadura da porta girar e alguém entrar.
O mais rápido que pude, enfiei o pau pra dentro da cueca, levantei e fui pro lado oposto da porta. "Desculpa, achei que não tinha ninguém", disse uma voz tímida e suave, jovem e respeitosa. Eu tava ofegante, excitado e sem calças, mas fingi normalidade e disse "Sem problema, mas quem é você? Sou amigo do dono", olhando pela primeira vez praquela mina, morena, com o cabelo quase tampando o rosto, de olhar baixo e uma mochila na mão.
"Sou a moça da limpeza", ela disse, e sem mais palavras começou a fazer o serviço. Me troquei e perguntei quanto tempo ia demorar, aí ela me deu um papel com o horário dela que tava colado na geladeira. "Brenda" tava escrito na folha de caderno, foi assim que descobri o nome dela. No dia seguinte, saí antes dela aparecer, mas quando cheguei ela ainda tava limpando, se desculpando por não ter terminado a tempo. Do sofá, fiquei observando ela um pouco, acho que sem ela perceber, e descobri que, apesar da timidez e da roupa simples (camiseta e jeans desgastado), dava pra ver que ela tinha um corpo gostoso, principalmente as pernas dela me chamaram a atenção.
Chegou o fim de semana e, como costumava fazer de vez em quando nos tempos pré-Covid, fui pra uma balada convidado pelos meus amigos. Não é meu lugar favorito, mas precisava me divertir e tentar conhecer alguma mina. Como sempre, consegui bebida, olhares, rejeições e risadas na noite. Já tava quase indo embora de vontade quando, não sei por que, chega um pessoal e fala que iam deixar a gente passar pro VIP (um lugar pequeno em cima com sofazinhos e uma varanda com caixas de som e um cano com umas minas rebolando).
Uma das minas que se mexia contra uma caixa de som chamava a atenção de todo mundo que tava lá. Shortinho preto daqueles que tão a um centímetro de deixar ver uma bunda linda, sem calcinha, decote que tentava mesmo não tendo muito o que preencher, pernas com curvas lindas, cabelo preso e uns lábios que te levavam pro inferno. Mas o que realmente era magnético era a atitude dela: dançava como se a vida dela dependesse de esquentar os outros, uma loucura.
Minha mente alcoolizada demorou uns segundos pra perceber que era ela, a moça da limpeza.
Continua http://www.poringa.net/posts/relatos/4103347/A-garota-que-limpa-Parte-II.html
1 comentários - A gata da limpeza (Parte I)