Relato do corno 4 - Marcia

Aqui, aDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.do Guia de leitura de todas as minhas histórias. Espero vocês @suaveplatense




A vida te prega peças, todo mundo sabe, mas algumas são tão loucas que quando você pensa em retrospecto não consegue entender como aquilo aconteceu.
Mais ou menos no começo da nossa vida cuckold, Johana recebeu a notícia de que a melhor amiga de infância dela, Marcia, voltaria pro país e ficaria por aqui, já que os pais estavam velhos e ela queria ficar perto pra ajudar.
Elas tinham sido colegas de jardim de infância, ensino fundamental e médio, se conheciam desde sempre, "melhores amigas" é pouco. Inclusive, por alguns comentários que escaparam, sei de uns encontros entre elas, mais na adolescência, na época de experimentar.
Eu sou amigo da Johana desde o ensino médio, não éramos da mesma turma, mas íamos pro mesmo curso. Claro que ali conheci a Marcia e a gente até namorou um tempo. Namorico de ensino médio.
Embora eu não tivesse tanto contato com ela, a Johana tinha, e saber que ela voltava deixou ela muito feliz.
Obviamente, assim que ela chegou, convidamos ela pro nosso apê pra jantar.

M – Oi, gente, como vocês estão? – cumprimentou assim que abrimos a porta, abraçando primeiro a Johana com tudo e depois a mim.

Como os anos tinham feito bem pra ela, sempre foi bonita, mas agora tava melhor do que nunca. Cabelo loiro cacheado, olhos azuis, alta quase como a Johana, com uns peitões do caralho que se destacavam na regatinha branca decotada que ela vestia e uma bunda redonda linda. Quando me abraçou, não consegui evitar sentir a pressão daquela frente no meu peito, o cheirinho suave do perfume dela e aquele sex appeal que sempre teve. Tive que me controlar pra meu corpo não me entregar, mas o olhar safado da Johana deixou claro que ela tinha percebido.

J – Vamos brindar pelo reencontro – falei rápido, aproveitando pra ir até a cozinha pegar um vinho branco doce que tínhamos na geladeira. Enchi as taças e levei pra sala.

– Pelo reencontro – brindamos os três.

Enquanto as minhas se entrosavam na conversa e se abraçavam e acariciavam, eu escapei daquela fonte infernal de inspiração me escondendo na varanda onde tinha minha churrasqueirinha e tava fazendo um churrasco.
Pela janela, eu podia ver elas através das cortinas que, graças a uma brisa suave, ficavam se mexendo sem parar. As duas estavam sentadas no sofá, a Johana tava de costas pra mim, enquanto o decote e as pernas de fora até a minissaia da Márcia apontavam na minha direção e apareciam de vez em quando.
O jantar foi com muita bebida, risadas e piadas de duplo sentido.
No fim, já era tarde e a Johana insistiu pra ela ficar pra dormir.

E - Fica, durmam as duas no quarto que eu fico aqui no sofá, amanhã a gente vai sair mesmo, então já tá aqui, além disso, não é bom andar sozinha à noite.

M - Sério? São uns amores, ainda por cima me empresta sua mulher e sua cama, como você era tão idiota e agora é esse gostoso - ela disse se jogando em cima de mim pra me abraçar e me dar uns beijos na bochecha. O álcool traiu ela um pouco e ela tropeçou, caindo em cima de mim, e pra evitar que ela caísse da cadeira, eu agarrei a primeira coisa que veio na mão, que era aquela bunda voluptuosa e firme que eu tanto tinha olhado durante o jantar.
A Johana me olhou e riu.

J - Coitadinho, que sacrifício - mostrando a mão, fazendo alusão a eu estar apalpando a bunda da amiga dela - Bom, vamos, você tá muito bêbada, querida.

M - Prometo que amanhã te compenso - me cumprimentou a Márcia enquanto a Johana levava ela pra cama.
Depois de um tempo de risadas e sussurros, elas ficaram em silêncio, mas eu tava tendo dificuldade pra pegar no sono, tava bem excitado não só pelas lembranças da Márcia, mas tinha algo nos olhares cúmplices da Johana que eu não conseguia entender direito e que tava me deixando com tesão.

J - Psiu, vem cá -
Eu levantei e me aproximei do corredor.

J - Não perde isso - ela pegou na minha mão e me levou até a porta do quarto, que tava iluminada por um abajur. A Márcia tinha se deitado quase nua, mal coberta por uma micro calcinha fio dental preta que mal cobria a buceta dela. Lindas tetas naturais, com umas auréolas rosadas lindas, estavam à mostra.
Senti a mão da Johana no meu boxer, percorrendo meu pau que tava meio duro. Fiquei imóvel, não sabia como reagir. Claramente fui pego, tava afim da minha ex que era a melhor amiga dela.

J – como eu te conheço e como você me excita – disse enquanto tirava meu pau do boxer e começava a me bater uma. Olhei pra Marcia, que continuava dormindo de barriga pra cima.

J – já que você tem o que entreter a vista, eu vou descendo – sussurrou no meu ouvido.

Ela abaixou o boxer, se ajoelhou e começou a me chupar, primeiro devagar, depois com mais intensidade.
Baixei o olhar: Johana ajoelhada de sutiã, com as tetonas aparecendo e sumindo conforme ela movia a cabeça pra frente ou pra trás, me olhando de baixo. Era um espetáculo lindo.

Olhei de novo pra Marcia, que agora tava de lado e acordada. Levei um susto e quis parar a Johana, mas logo ouvi:

– Já que vocês aproveitaram a vista, eu também posso olhar, acho justo – enquanto com uma mão pegava uma daquelas tetas enormes e escondia a outra no triângulo minúsculo da frente da calcinha fio dental.

E – Vou gozar –

J – aguenta mais um pouco – diminuiu o ritmo e percebi que ela também tava se tocando, com uma mão, enquanto com a outra começou a tirar o sutiã.

Vi que elas trocaram olhares e gestos que não entendi, tão focado em não gozar que eu tava.

J – goza nas tetas – disse, ajustando o peito pra receber a descarga. Não precisei de incentivo e explodi.

Na hora ela me chupou de novo até engolir o que sobrou de porra, depois se deitou no chão ao lado da cama, onde Marcia continuava se tocando.

M – uff, tava carregado, quanto gozo –

Johana me fez sinal pra chegar perto.

ME LIMPA

Vi a cara de surpresa da Marcia e o sorriso maldoso e safado da Johana. Que momento de tesão e humilhação misturados. Obviamente não podia recusar depois de um momento desses, então... Me ajoelhei e comecei a lamber os mamilos cheios de porra.

M – Ele virou bom de língua?

J – Melhor que eu –

Não, não podiam estar falando assim, me lembrando dos meus encontros com elas e confirmando que tinham transado, eu tava com a pica a ponto de explodir de novo. Enterrei a cara entre aqueles peitos lindos e terminei de limpar toda a pele dela, não queria respirar, falar, pensar, fazer nada que pudesse estragar um momento desses. Nem nos meus melhores sonhos eróticos eu imaginava uma história assim.

M – Hum, sei não, acho que não – ela rebateu.

J – Apostamos?

Teve um silêncio estranho, a mão da Johana me empurrou pra baixo, em direção à buceta dela que tava super molhada e eu tava feliz de ter onde me esconder.

M – Você não vai ter coragem –

J – Faz assim, se ele for melhor do que eu fui, você fica essa semana aqui no apê com a gente.

M – E se não for, você me empresta uns dias pra eu ensinar? hahaha – ela rebateu com a clara intenção de fazer a Johana desistir.

J – Fechado – disse estendendo a mão.

Fiquei olhando atônito enquanto continuava fazendo sexo oral nela, tava cada vez mais excitado e já mais que molhada, encharcada. Não podia acreditar no que tava rolando. Apesar de termos compartilhado mil coisas juntos, a Johana tinha deixado claro que não queria me dividir com ninguém e que a parada de chifre era só com ela, eu não teria a chance de fazer o contrário. Isso me deixava confuso, mas cada vez mais excitado. Além disso, tinha um detalhe que as duas já davam como certo: eu queria chupar a Marcia. Claro que era verdade e não só isso, queria fazer tudo que me deixassem, mas que fosse tão óbvio pra elas me surpreendia.

Marcia ficou olhando pra ela de olhos arregalados e quase com medo apertou a mão.

M – Tem certeza? E você, topa? – as dúvidas apareceram no rosto da Marcia, mas a Johana guiou minha cara em direção às pernas da amiga.

J – Relaxa e aproveita – enquanto começaram a se beijar.

Eu tava enlouquecido, de Mais do que dizer, tirei a microtanga e comecei a beijar a virilha até chegar na buceta dela, que já estava super molhada.

Os gemidos da Marcia mostravam sem dúvida o quanto ela estava adorando, e a eletricidade que percorreu o corpo dela denunciou o orgasmo, que veio acompanhado de um forte grito de prazer.

J – Os vizinhos vão querer me matar amanhã – ela riu – acho que ganhei a aposta e acho que alguém tem que agradecer – pegou meu pau e me levou até a boca da amiga dela.

Eu já estava no ponto, super excitado.

A Marcia não reclamou, só abriu a boca pra enfiar meu pau de uma vez até o fundo.

J – Aproveita, ela é uma boa chupadora – me abraçou por trás e me beijou.

Eu quis avisar que já ia gozar, mas a Johana percebeu e com a mão dela segurou minha nuca pra continuarmos nos beijando, e com a outra obrigou a Marcia a receber toda a porra direto na garganta.

Ela até engasgou um pouco, mas não desperdiçou nem uma gota e continuou chupando até não sobrar nenhum vestígio de sêmen.

J – Dá um beijo de boa noite nela e vai descansar, amor, que amanhã a gente merece que você traga o café da manhã na cama.

Eu me abaixei pra beijar a Marcia, que primeiro me mostrou a boca ainda com um pouco de porra. Filha da puta! De novo estavam me humilhando, e o sorriso das duas mostrava que estavam adorando. Não me incomodei muito, dei um baita beijo de língua nela, depois fiz o mesmo com a Johana e fui dormir no sofá, tentando entender e assimilar o que tinha rolado.

Acordei de pau duro, ainda excitado da noite anterior. Depois de me vestir e lavar, fui preparar o café da manhã tranquilo, já que era quarta-feira, feriado.

Pelo corredor, vi as duas passarem em direção ao banheiro, só de microtanga. Ver aquelas duas gostosas de peitos de fora fez meu pau endurecer de novo.

Elas vieram tomar café de tanga e camiseta, ambas sem sutiã, deixando os bicos bem marcados.

Na hora perceberam minha excitação. o short não ajudava a disfarçar a ereção.
J - bom, love, já é quarta-feira e você sabe que dois dias antes corta tudo -

Eu tinha esquecido que na sexta tinha um novo encontro com Alberto, ele tinha gostado tanto daquela pica grossa que quis repetir quase na hora. Não me opus, o perverso que esse bull era me deixava a todo vapor, mas agora tínhamos uma convidada...

Elas se olharam e riram. Fiquei vermelho, um choque de adrenalina percorreu meu corpo inteiro. A Marcia sabia que eu era um cuck? Se sabia disso, o que mais sabia da nossa vida anterior?

A conversa continuou, mas eu não escutava nada, só me dedicava a preparar o mate e tentar entender ou adivinhar o que a Marcia podia saber.

M - ei, estamos aqui - as duas levantaram as camisetas por uns instantes e se taparam de novo - você nos leva? -

O quê? Onde? Quando? Eu tinha me perdido. Elas queriam que eu levasse elas pra ver um apartamento, era perto na verdade. Nos vestimos e fomos. Eu olhava pra elas e continuava tentando entender o que tava rolando, o que elas tinham contado uma pra outra, tava com elas mas na real tava ausente.

J - E aí? O que achou? - voltei ao planeta Terra.

Passei rápido pelo apartamento, na verdade era um semi-piso, dois quartos de casal, um terceiro um pouco menor, sala de estar e jantar ampla, cozinha separada e um terraço.
- é ótimo, parece uma casa e é super bem localizado - ficava perto do nosso apartamento, mas ainda mais perto dos nossos trabalhos. A verdade é que era lindo, mas grande demais pra Marcia sozinha.

Sentamos no chão a pedido da Johana, que queria falar de algo sério.
Meu coração acelerou, será que ela se arrependeu do que rolou ontem? Será que ia me perguntar se eu ainda sentia algo pela minha ex? Minha cabeça era um turbilhão de pensamentos e emoções.

J - bom, vamos começar, te passamos a perna, já estávamos de acordo com o de ontem, tipo, não sabíamos o que ia rolar, mas tínhamos vontade de te compartilhar -

Respirei aliviado e comecei a ficar excitado de novo

M - como dá pra ver claramente, você ainda me atrai — disse ele apontando pra minha entreperna, que já denunciava um aumento de volume.

J — Eu sei que você tem um carinho especial por ela, e não sei se, se ela não tivesse ido embora, vocês ainda estariam juntos.

M — Você também sabe que entre nós duas existe uma amizade tão forte que chega a ter uma certa atração.

Eu tava pasmo, ouvindo e tentando processar tanta informação.

J — Então a gente tem uma proposta pra você.

M — A gente mora aqui os três, tipo um trisal fixo?

Finalmente tinham soltado a bomba. Eu ia abrir a boca pra responder, mas me interromperam.

J — Antes de responder, lembra que nosso acordo de corno não muda.

M — Aliás, acho que eu toparia. O que acha de ter duas mulheres e ser cuck com as duas?

Ou seja, ela já sabia. Meu coração parou, minhas bochechas estavam pegando fogo.

J — Essa tolita também ficou muito mais depravada desde a época que vocês namoravam, quando você nem entregava a buceta — puta merda, elas contavam tudo — e tem coisas suas que ela não viu, mas que a excitaram pra caralho.

Eu não conseguia acreditar no que tava ouvindo.

M — Sempre soube que você gostava muito de sexo, mas não tanto assim. Fico super excitada longe, sabendo tudo que vocês fizeram e o que você fez na sua vida. Achava que quem experimentava virava viado, mas parece que você é a exceção.

J — Por último, e se você decidir aceitar, essa puta trouxe uma coisa pra você se preparar pra sexta-feira.

Marcia tirou da bolsa uma bolsinha de couro preta, deslizou os cordões... um cock-cage, ou cinto de castidade.

M — Não vou deixar você nos trair — disse ela, com um sorriso perverso no rosto.

6 comentários - Relato do corno 4 - Marcia

doblemente cornudo!!! terrible!!!
fue lo primero que pense cuando me lo dijeron jajajaa
lo de usar la jaulita no se si lo haria, pero ser doble cornudo debe ser lindo. Doble gozo !!
Hey no debió twrminar asi XD estoy a pelo de paja, cuando viene la parte que sigue
Sigue sigue tranquilo