Aqui, aLinkdo Guia de leitura de todos os meus contos. Espero vocês @suaveplatense
A vida te prega peças, todo mundo sabe, mas algumas são tão loucas que quando você pensa em retrospecto não consegue entender como aconteceu.
Mais ou menos no começo da nossa vida cuckold, Johana recebeu a notícia de que a melhor amiga de infância dela, Marcia, voltaria pro país e ficaria por aqui, já que os pais estavam velhinhos e ela queria ficar perto pra ajudar.
Elas tinham sido colegas de jardim de infância, ensino fundamental e médio, se conheciam desde sempre, melhores amigas é pouco, inclusive por alguns comentários que escaparam, sei de uns encontros entre elas, mais na adolescência, na época de experimentar.
Eu sou amigo da Johana desde o ensino médio, embora não fôssemos da mesma turma, íamos pro mesmo curso. Claro que lá conheci a Marcia e a gente até namorou um tempo. Namorico de colégio.
Apesar de eu não estar tão em contato com ela, a Johana estava, e saber que ela voltava deixou ela muito feliz.
Obviamente, assim que ela chegou, convidamos ela pra jantar no nosso apê.
M – Oi, galera, tudo bem? – cumprimentou assim que abrimos a porta, abraçando primeiro a Johana com tudo e depois a mim.
Como os anos tinham feito bem pra ela, sempre foi bonita, mas agora tava melhor do que nunca. Cabelo loiro cacheado, olhos azuis, alta quase igual a Johana, com uns peitões do caralho que se destacavam na regatinha branca decotada que ela vestia e uma bunda redonda linda. Quando me abraçou, não consegui evitar sentir a pressão daquela frente contra meu peito, o cheirinho suave do perfume dela e aquele sex appeal que sempre teve. Tive que me controlar pra meu corpo não me entregar, mas o olhar safado da Johana deixou claro que ela tinha percebido.
Y – Tem que brindar pelo reencontro – falei rápido, aproveitando pra ir na cozinha pegar um vinho branco doce que tínhamos na geladeira. Enchi as taças e levei pra sala.
– Pelo reencontro – brindamos os três.
Enquanto as minhas se entrosavam na conversa e se abraçavam e acariciavam, eu escapei daquela fonte terrível de... inspiração me escondendo na varanda onde tinha minha churrasqueirinha e tava fazendo um churrasco.
Pela janela dava pra ver elas através das cortinas que, graças a uma brisa suave, ficavam balançando sem parar. As duas estavam sentadas no sofá, a Johana tava de costas pra mim, enquanto o decote e as pernas de fora até a saia super curta da Marcia apontavam na minha direção e apareciam de vez em quando.
O jantar foi regado a muito álcool, risadas e piadas de baixo calão.
No fim, já era tarde e a Johana insistiu pra ela ficar pra dormir.
E – Fica, dorme as duas no quarto que eu fico aqui no sofá, amanhã a gente vai sair mesmo, então já que cê tá aqui, além disso não é bom andar sozinha de noite –
M – Tem certeza? Vocês são uns amores, ainda me empresta sua mulher e sua cama, como você era tão burro e agora virou esse gostoso – ela disse se jogando em cima de mim pra me abraçar e me dar uns beijinhos na bochecha. O álcool traiu ela um pouco, ela tropeçou e caiu em cima de mim, e pra evitar que ela caísse da cadeira, eu agarrei a primeira coisa que veio na mão, que era aquela bunda linda, voluptuosa e firme que eu tinha olhado a noite toda durante o jantar.
A Johana me olhou e riu.
J – Coitadinho, que sacrifício – mostrando a mão, fazendo alusão a que eu tava apalpando a bunda da amiga dela – Bom, vamos, cê tá muito bêbada, querida –
M – Prometo que amanhã te compenso – a Marcia me cumprimentou enquanto a Johana levava ela pra cama.
Depois de um tempo de risadas e sussurros, elas ficaram em silêncio, mas eu não conseguia pegar no sono, tava bem excitado, não só pelas lembranças da Marcia, mas tinha algo nos olhares cúmplices da Johana que eu não conseguia entender direito e que tava me deixando ainda mais tesudo.
J – Psiu, vem –
Eu levantei e espiei pelo corredor.
J – Não perde isso – ela pegou na minha mão e me levou até a porta do quarto, que tava iluminado por um abajur. A Marcia tinha se deitado quase nua, mal coberta por uma diminuta calcinha fio dental preta que mal cobria a buceta dela. As Lindas tetas naturais, com umas auréolas rosadas lindas, estavam à mostra.
Senti a mão da Johana no meu boxer, percorrendo meu pau que tava meio duro. Fiquei paralisado, não sabia como reagir. Claramente fui pego, tava afim da minha ex que era a melhor amiga dela.
J - como eu te conheço e como você me excita - disse enquanto tirava meu pau do boxer e começava a me bater uma. Olhei pra Marcia, que continuava dormindo de barriga pra cima.
J - já que você tem o que olhar, eu vou descendo - sussurrou no meu ouvido.
Ela baixou o boxer, se ajoelhou e começou a chupar meu pau, primeiro devagar, depois com mais intensidade.
Baixei o olhar, Johana ajoelhada de sutiã, com aquelas tetonas aparecendo e sumindo conforme ela movia a cabeça pra frente e pra trás, me olhando de baixo. Era um espetáculo lindo.
Olhei de novo pra Marcia, que agora tava de lado e acordada. Levei um susto e quis parar a Johana, mas logo ouvi:
- Já que vocês aproveitaram a vista, eu também posso olhar, acho justo - enquanto com uma mão pegava uma daquelas tetas enormes e escondia a outra no triângulo minúsculo da frente da calcinha fio dental.
E - Vou gozar -
J - aguenta mais um pouco - ela diminuiu o ritmo e eu percebi que ela também tava se tocando, com uma mão, enquanto com a outra começou a tirar o sutiã.
Vi que elas trocaram olhares e gestos que eu não entendi, tão focado em não gozar que eu tava.
J - goza nas tetas - disse, posicionando o peito pra receber a porra. Não precisei de incentivo e explodi.
Na hora ela chupou de novo até engolir o que sobrou de leite, depois se deitou no chão ao lado da cama, onde Marcia continuava se tocando.
M - uff, tava carregado, quanto leite -
Johana me fez sinal pra chegar perto.
ME LIMPA
Vi a cara de surpresa da Marcia e o sorriso maldoso e safado da Johana. Que momento de tesão e humilhação misturados. Obviamente não podia recusar depois de um momento desses, então... Me ajoelhei e comecei a lamber os mamilos cheios de porra.
M – Ele virou um bom lambedor?
J – Melhor que eu –
Não, não podiam estar falando assim, me lembrando dos meus encontros com elas e confirmando que tinham transado, eu tava com a pica a ponto de explodir de novo. Enfiei a cara entre aqueles peitos lindos e terminei de limpar toda a pele dela, não queria respirar, falar, pensar, fazer nada que pudesse estragar um momento desses. Nem nos meus melhores sonhos eróticos eu imaginava uma história assim.
M – Hum, sei não, acho que não – ela rebateu.
J – Apostamos?
Teve um silêncio estranho, a mão da Johana me empurrou pra baixo, em direção à buceta dela que tava super molhada e eu tava feliz em ter onde me esconder.
M – Você não vai ter coragem –
J – Vamos fazer assim: se ele for melhor do que eu fui, você fica essa semana aqui no apê com a gente.
M – E se não for, você me empresta uns dias pra eu ensinar? hahaha – ela rebateu, claramente esperando que Johana desistisse.
J – Fechado – disse estendendo a mão.
Fiquei olhando atônito enquanto continuava fazendo sexo oral nela, tava cada vez mais excitada e já mais que úmida, molhada. Não podia acreditar no que tava rolando. Apesar de termos compartilhado mil coisas juntos, Johana tinha deixado claro que não queria me dividir com ninguém e que a parada de chifre era só com ela, eu não teria chance de fazer o contrário. Isso me deixava confuso, mas cada vez mais excitado. Além disso, tinha um detalhe que as duas já davam como certo: eu queria chupar a Marcia. Óbvio que era verdade e não só isso, queria fazer tudo que me deixassem, mas que estivesse tão claro pra elas me surpreendia.
Marcia ficou olhando pra ela de olhos arregalados e quase com medo apertou a mão.
M – Tem certeza? E você topa? – a dúvida apareceu no rosto da Marcia, mas Johana guiou minha cara pra perna da amiga.
J – Relaxa e aproveita – enquanto começavam a se beijar.
Eu tava enlouquecido, de Mais do que dizer, tirei a microtanga e comecei a beijar a virilha até chegar na buceta dela, que já estava super molhada.
Os gemidos da Marcia mostravam sem dúvida o quanto ela estava adorando, e a eletricidade que percorreu o corpo dela denunciou o orgasmo, que veio acompanhado de um grito forte de prazer.
J – Os vizinhos vão querer me matar amanhã – ela riu – acho que ganhei a aposta e acho que alguém tem que agradecer – pegou meu pau e me levou até a boca da amiga dela.
Eu já estava no ponto, super excitado.
Marcia não reclamou e só abriu a boca pra enfiar meu pau de uma vez até o fundo.
J – Aproveita, ela é uma boa head master – me abraçou por trás e me beijou.
Eu quis avisar que já ia gozar, mas a Johana percebeu e com a mão dela segurou minha nuca pra continuarmos nos beijando, e com a outra obrigou a Marcia a receber toda a porra direto na garganta.
Ela até engasgou um pouco, mas não desperdiçou uma gota e continuou chupando até não sobrar nenhum vestígio de sêmen.
J – Dá um beijo de boa noite nela e vai descansar, love, que amanhã a gente merece que você traga o café da manhã na cama.
Eu me abaixei pra beijar a Marcia, que primeiro me mostrou a boca ainda com um pouco de porra, filha da puta! De novo estavam me humilhando, e o sorriso das duas mostrava que estavam adorando. Não me incomodei muito, dei um beijo de língua bem gostoso, depois fiz o mesmo com a Johana e fui dormir no sofá, tentando entender e assimilar o que tinha acontecido.
Acordei de pau duro, ainda excitado da noite anterior. Depois de me vestir e lavar, comecei a preparar o café da manhã tranquilo, afinal era uma quarta-feira feriada.
Pelo corredor, vi as duas passarem em direção ao banheiro sem nada além de uma microtanga. Ver aquelas duas gostosas de peitos de fora fez meu pau endurecer de novo.
Elas vieram tomar café de tanga e camiseta, ambas sem sutiã, deixando os bicos bem marcados.
Na hora perceberam minha excitação. O short não ajudava a disfarçar a ereção.
J - bom, love ya, é quarta-feira e você já sabe que dois dias antes corta tudo -
Eu tinha esquecido que na sexta tinha um novo encontro com o Alberto, ele tinha gostado tanto daquela cock gorda que quis repetir quase na hora. Não me opus, o perverso que esse bull era me deixava a mil, mas agora tínhamos uma convidada...
Elas se olharam e riram. Fiquei vermelho, um choque de adrenalina percorreu meu corpo inteiro. A Marcia sabia que eu era um cuck? Se sabia disso, o que mais sabia da nossa vida anterior?
A conversa continuou, mas eu não escutava nada, só ficava preparando mate e tentando entender ou adivinhar o que a Marcia podia saber.
M - ei, estamos aqui - as duas levantaram as camisetas por uns instantes e taparam de novo - você nos leva? -
O quê? Onde? Quando? Eu tinha me perdido. Elas queriam que eu levasse elas pra ver um apartamento, era perto na verdade. Nos vestimos e fomos. Eu olhava pra elas e continuava tentando entender o que tava rolando, o que elas tinham contado uma pra outra, tava com elas mas na real tava ausente.
J - E aí? O que você acha? - voltei pro planeta Terra.
Passei rápido pelo apartamento, na verdade era um meio andar, dois quartos de casal, um terceiro um pouco menor, sala e cozinha amplas, cozinha separada e um terraço.
- é ótimo, parece uma casa e é super bem localizado - ficava perto do nosso apartamento, mas ainda mais perto dos nossos trabalhos. A verdade é que era lindo, mas grande demais pra Marcia sozinha.
Sentamos no chão a pedido da Johana, que queria falar de algo sério.
Meu coração acelerou, será que ela se arrependeu do que rolou ontem? Será que ia me perguntar se ainda sentia algo pela minha ex? Minha cabeça era um turbilhão de pensamentos e emoções.
J - bom, vamos começar, te passamos a perna, já estávamos de acordo com o de ontem, tipo, não sabíamos o que ia rolar, mas estávamos com vontade de te dividir. -
Respirei aliviado e comecei a ficar excitado de novo.
M - como dá pra ver claramente, você ainda me atrai. — disse ela apontando pra minha virilha, que já mostrava um aumento de volume.
J — Eu sei que você tem um carinho especial por ela, e não sei se, se ela não tivesse ido embora, vocês ainda estariam juntos.
M — Você também sabe que entre nós duas existe uma amizade tão forte que chega a ter uma certa atração.
Eu estava pasmo, ouvindo e tentando processar tanta informação.
J — Então, temos uma proposta pra você.
M — A gente mora aqui os três, tipo um trisal fixo?
Finalmente tinham soltado a bomba. Fui abrir a boca pra responder, mas me interromperam.
J — Antes de responder, lembra que nosso acordo de corno não muda.
M — Aliás, acho que eu toparia. O que acha de ter duas mulheres e ser cuck com as duas?
Ou seja, ela já sabia. Meu coração parou, minhas bochechas estavam pegando fogo.
J — Essa tolita também ficou muito mais degenerada desde a época que vocês namoravam, quando ela nem te dava a bunda — meu deus, elas contavam tudo — e tem umas coisas suas que ela não viu, mas que a excitaram pra caralho.
Eu não conseguia acreditar no que tava ouvindo.
M — Sempre soube que você gostava muito de sexo, mas não tanto assim. Fico super excitada longe, sabendo tudo o que vocês fizeram e o que você fez na sua vida. Achava que quem experimentava passava pro outro lado, mas parece que você é a exceção.
J — Por último, e se você decidir aceitar, essa puta trouxe uma coisa pra você se preparar pra sexta-feira.
Marcia tirou da bolsa uma bolsinha de couro preta, deslizou os cordões... um cock-cage, ou cinto de castidade.
M — Não vou deixar você nos trair — disse ela, esboçando um sorriso perverso.
A vida te prega peças, todo mundo sabe, mas algumas são tão loucas que quando você pensa em retrospecto não consegue entender como aconteceu.
Mais ou menos no começo da nossa vida cuckold, Johana recebeu a notícia de que a melhor amiga de infância dela, Marcia, voltaria pro país e ficaria por aqui, já que os pais estavam velhinhos e ela queria ficar perto pra ajudar.
Elas tinham sido colegas de jardim de infância, ensino fundamental e médio, se conheciam desde sempre, melhores amigas é pouco, inclusive por alguns comentários que escaparam, sei de uns encontros entre elas, mais na adolescência, na época de experimentar.
Eu sou amigo da Johana desde o ensino médio, embora não fôssemos da mesma turma, íamos pro mesmo curso. Claro que lá conheci a Marcia e a gente até namorou um tempo. Namorico de colégio.
Apesar de eu não estar tão em contato com ela, a Johana estava, e saber que ela voltava deixou ela muito feliz.
Obviamente, assim que ela chegou, convidamos ela pra jantar no nosso apê.
M – Oi, galera, tudo bem? – cumprimentou assim que abrimos a porta, abraçando primeiro a Johana com tudo e depois a mim.
Como os anos tinham feito bem pra ela, sempre foi bonita, mas agora tava melhor do que nunca. Cabelo loiro cacheado, olhos azuis, alta quase igual a Johana, com uns peitões do caralho que se destacavam na regatinha branca decotada que ela vestia e uma bunda redonda linda. Quando me abraçou, não consegui evitar sentir a pressão daquela frente contra meu peito, o cheirinho suave do perfume dela e aquele sex appeal que sempre teve. Tive que me controlar pra meu corpo não me entregar, mas o olhar safado da Johana deixou claro que ela tinha percebido.
Y – Tem que brindar pelo reencontro – falei rápido, aproveitando pra ir na cozinha pegar um vinho branco doce que tínhamos na geladeira. Enchi as taças e levei pra sala.
– Pelo reencontro – brindamos os três.
Enquanto as minhas se entrosavam na conversa e se abraçavam e acariciavam, eu escapei daquela fonte terrível de... inspiração me escondendo na varanda onde tinha minha churrasqueirinha e tava fazendo um churrasco.
Pela janela dava pra ver elas através das cortinas que, graças a uma brisa suave, ficavam balançando sem parar. As duas estavam sentadas no sofá, a Johana tava de costas pra mim, enquanto o decote e as pernas de fora até a saia super curta da Marcia apontavam na minha direção e apareciam de vez em quando.
O jantar foi regado a muito álcool, risadas e piadas de baixo calão.
No fim, já era tarde e a Johana insistiu pra ela ficar pra dormir.
E – Fica, dorme as duas no quarto que eu fico aqui no sofá, amanhã a gente vai sair mesmo, então já que cê tá aqui, além disso não é bom andar sozinha de noite –
M – Tem certeza? Vocês são uns amores, ainda me empresta sua mulher e sua cama, como você era tão burro e agora virou esse gostoso – ela disse se jogando em cima de mim pra me abraçar e me dar uns beijinhos na bochecha. O álcool traiu ela um pouco, ela tropeçou e caiu em cima de mim, e pra evitar que ela caísse da cadeira, eu agarrei a primeira coisa que veio na mão, que era aquela bunda linda, voluptuosa e firme que eu tinha olhado a noite toda durante o jantar.
A Johana me olhou e riu.
J – Coitadinho, que sacrifício – mostrando a mão, fazendo alusão a que eu tava apalpando a bunda da amiga dela – Bom, vamos, cê tá muito bêbada, querida –
M – Prometo que amanhã te compenso – a Marcia me cumprimentou enquanto a Johana levava ela pra cama.
Depois de um tempo de risadas e sussurros, elas ficaram em silêncio, mas eu não conseguia pegar no sono, tava bem excitado, não só pelas lembranças da Marcia, mas tinha algo nos olhares cúmplices da Johana que eu não conseguia entender direito e que tava me deixando ainda mais tesudo.
J – Psiu, vem –
Eu levantei e espiei pelo corredor.
J – Não perde isso – ela pegou na minha mão e me levou até a porta do quarto, que tava iluminado por um abajur. A Marcia tinha se deitado quase nua, mal coberta por uma diminuta calcinha fio dental preta que mal cobria a buceta dela. As Lindas tetas naturais, com umas auréolas rosadas lindas, estavam à mostra.
Senti a mão da Johana no meu boxer, percorrendo meu pau que tava meio duro. Fiquei paralisado, não sabia como reagir. Claramente fui pego, tava afim da minha ex que era a melhor amiga dela.
J - como eu te conheço e como você me excita - disse enquanto tirava meu pau do boxer e começava a me bater uma. Olhei pra Marcia, que continuava dormindo de barriga pra cima.
J - já que você tem o que olhar, eu vou descendo - sussurrou no meu ouvido.
Ela baixou o boxer, se ajoelhou e começou a chupar meu pau, primeiro devagar, depois com mais intensidade.
Baixei o olhar, Johana ajoelhada de sutiã, com aquelas tetonas aparecendo e sumindo conforme ela movia a cabeça pra frente e pra trás, me olhando de baixo. Era um espetáculo lindo.
Olhei de novo pra Marcia, que agora tava de lado e acordada. Levei um susto e quis parar a Johana, mas logo ouvi:
- Já que vocês aproveitaram a vista, eu também posso olhar, acho justo - enquanto com uma mão pegava uma daquelas tetas enormes e escondia a outra no triângulo minúsculo da frente da calcinha fio dental.
E - Vou gozar -
J - aguenta mais um pouco - ela diminuiu o ritmo e eu percebi que ela também tava se tocando, com uma mão, enquanto com a outra começou a tirar o sutiã.
Vi que elas trocaram olhares e gestos que eu não entendi, tão focado em não gozar que eu tava.
J - goza nas tetas - disse, posicionando o peito pra receber a porra. Não precisei de incentivo e explodi.
Na hora ela chupou de novo até engolir o que sobrou de leite, depois se deitou no chão ao lado da cama, onde Marcia continuava se tocando.
M - uff, tava carregado, quanto leite -
Johana me fez sinal pra chegar perto.
ME LIMPA
Vi a cara de surpresa da Marcia e o sorriso maldoso e safado da Johana. Que momento de tesão e humilhação misturados. Obviamente não podia recusar depois de um momento desses, então... Me ajoelhei e comecei a lamber os mamilos cheios de porra.
M – Ele virou um bom lambedor?
J – Melhor que eu –
Não, não podiam estar falando assim, me lembrando dos meus encontros com elas e confirmando que tinham transado, eu tava com a pica a ponto de explodir de novo. Enfiei a cara entre aqueles peitos lindos e terminei de limpar toda a pele dela, não queria respirar, falar, pensar, fazer nada que pudesse estragar um momento desses. Nem nos meus melhores sonhos eróticos eu imaginava uma história assim.
M – Hum, sei não, acho que não – ela rebateu.
J – Apostamos?
Teve um silêncio estranho, a mão da Johana me empurrou pra baixo, em direção à buceta dela que tava super molhada e eu tava feliz em ter onde me esconder.
M – Você não vai ter coragem –
J – Vamos fazer assim: se ele for melhor do que eu fui, você fica essa semana aqui no apê com a gente.
M – E se não for, você me empresta uns dias pra eu ensinar? hahaha – ela rebateu, claramente esperando que Johana desistisse.
J – Fechado – disse estendendo a mão.
Fiquei olhando atônito enquanto continuava fazendo sexo oral nela, tava cada vez mais excitada e já mais que úmida, molhada. Não podia acreditar no que tava rolando. Apesar de termos compartilhado mil coisas juntos, Johana tinha deixado claro que não queria me dividir com ninguém e que a parada de chifre era só com ela, eu não teria chance de fazer o contrário. Isso me deixava confuso, mas cada vez mais excitado. Além disso, tinha um detalhe que as duas já davam como certo: eu queria chupar a Marcia. Óbvio que era verdade e não só isso, queria fazer tudo que me deixassem, mas que estivesse tão claro pra elas me surpreendia.
Marcia ficou olhando pra ela de olhos arregalados e quase com medo apertou a mão.
M – Tem certeza? E você topa? – a dúvida apareceu no rosto da Marcia, mas Johana guiou minha cara pra perna da amiga.
J – Relaxa e aproveita – enquanto começavam a se beijar.
Eu tava enlouquecido, de Mais do que dizer, tirei a microtanga e comecei a beijar a virilha até chegar na buceta dela, que já estava super molhada.
Os gemidos da Marcia mostravam sem dúvida o quanto ela estava adorando, e a eletricidade que percorreu o corpo dela denunciou o orgasmo, que veio acompanhado de um grito forte de prazer.
J – Os vizinhos vão querer me matar amanhã – ela riu – acho que ganhei a aposta e acho que alguém tem que agradecer – pegou meu pau e me levou até a boca da amiga dela.
Eu já estava no ponto, super excitado.
Marcia não reclamou e só abriu a boca pra enfiar meu pau de uma vez até o fundo.
J – Aproveita, ela é uma boa head master – me abraçou por trás e me beijou.
Eu quis avisar que já ia gozar, mas a Johana percebeu e com a mão dela segurou minha nuca pra continuarmos nos beijando, e com a outra obrigou a Marcia a receber toda a porra direto na garganta.
Ela até engasgou um pouco, mas não desperdiçou uma gota e continuou chupando até não sobrar nenhum vestígio de sêmen.
J – Dá um beijo de boa noite nela e vai descansar, love, que amanhã a gente merece que você traga o café da manhã na cama.
Eu me abaixei pra beijar a Marcia, que primeiro me mostrou a boca ainda com um pouco de porra, filha da puta! De novo estavam me humilhando, e o sorriso das duas mostrava que estavam adorando. Não me incomodei muito, dei um beijo de língua bem gostoso, depois fiz o mesmo com a Johana e fui dormir no sofá, tentando entender e assimilar o que tinha acontecido.
Acordei de pau duro, ainda excitado da noite anterior. Depois de me vestir e lavar, comecei a preparar o café da manhã tranquilo, afinal era uma quarta-feira feriada.
Pelo corredor, vi as duas passarem em direção ao banheiro sem nada além de uma microtanga. Ver aquelas duas gostosas de peitos de fora fez meu pau endurecer de novo.
Elas vieram tomar café de tanga e camiseta, ambas sem sutiã, deixando os bicos bem marcados.
Na hora perceberam minha excitação. O short não ajudava a disfarçar a ereção.
J - bom, love ya, é quarta-feira e você já sabe que dois dias antes corta tudo -
Eu tinha esquecido que na sexta tinha um novo encontro com o Alberto, ele tinha gostado tanto daquela cock gorda que quis repetir quase na hora. Não me opus, o perverso que esse bull era me deixava a mil, mas agora tínhamos uma convidada...
Elas se olharam e riram. Fiquei vermelho, um choque de adrenalina percorreu meu corpo inteiro. A Marcia sabia que eu era um cuck? Se sabia disso, o que mais sabia da nossa vida anterior?
A conversa continuou, mas eu não escutava nada, só ficava preparando mate e tentando entender ou adivinhar o que a Marcia podia saber.
M - ei, estamos aqui - as duas levantaram as camisetas por uns instantes e taparam de novo - você nos leva? -
O quê? Onde? Quando? Eu tinha me perdido. Elas queriam que eu levasse elas pra ver um apartamento, era perto na verdade. Nos vestimos e fomos. Eu olhava pra elas e continuava tentando entender o que tava rolando, o que elas tinham contado uma pra outra, tava com elas mas na real tava ausente.
J - E aí? O que você acha? - voltei pro planeta Terra.
Passei rápido pelo apartamento, na verdade era um meio andar, dois quartos de casal, um terceiro um pouco menor, sala e cozinha amplas, cozinha separada e um terraço.
- é ótimo, parece uma casa e é super bem localizado - ficava perto do nosso apartamento, mas ainda mais perto dos nossos trabalhos. A verdade é que era lindo, mas grande demais pra Marcia sozinha.
Sentamos no chão a pedido da Johana, que queria falar de algo sério.
Meu coração acelerou, será que ela se arrependeu do que rolou ontem? Será que ia me perguntar se ainda sentia algo pela minha ex? Minha cabeça era um turbilhão de pensamentos e emoções.
J - bom, vamos começar, te passamos a perna, já estávamos de acordo com o de ontem, tipo, não sabíamos o que ia rolar, mas estávamos com vontade de te dividir. -
Respirei aliviado e comecei a ficar excitado de novo.
M - como dá pra ver claramente, você ainda me atrai. — disse ela apontando pra minha virilha, que já mostrava um aumento de volume.
J — Eu sei que você tem um carinho especial por ela, e não sei se, se ela não tivesse ido embora, vocês ainda estariam juntos.
M — Você também sabe que entre nós duas existe uma amizade tão forte que chega a ter uma certa atração.
Eu estava pasmo, ouvindo e tentando processar tanta informação.
J — Então, temos uma proposta pra você.
M — A gente mora aqui os três, tipo um trisal fixo?
Finalmente tinham soltado a bomba. Fui abrir a boca pra responder, mas me interromperam.
J — Antes de responder, lembra que nosso acordo de corno não muda.
M — Aliás, acho que eu toparia. O que acha de ter duas mulheres e ser cuck com as duas?
Ou seja, ela já sabia. Meu coração parou, minhas bochechas estavam pegando fogo.
J — Essa tolita também ficou muito mais degenerada desde a época que vocês namoravam, quando ela nem te dava a bunda — meu deus, elas contavam tudo — e tem umas coisas suas que ela não viu, mas que a excitaram pra caralho.
Eu não conseguia acreditar no que tava ouvindo.
M — Sempre soube que você gostava muito de sexo, mas não tanto assim. Fico super excitada longe, sabendo tudo o que vocês fizeram e o que você fez na sua vida. Achava que quem experimentava passava pro outro lado, mas parece que você é a exceção.
J — Por último, e se você decidir aceitar, essa puta trouxe uma coisa pra você se preparar pra sexta-feira.
Marcia tirou da bolsa uma bolsinha de couro preta, deslizou os cordões... um cock-cage, ou cinto de castidade.
M — Não vou deixar você nos trair — disse ela, esboçando um sorriso perverso.
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