No horário marcado, eu estava entrando na casa do Roger. Ele vestia um short e uma camiseta. Me cumprimentou com um beijo no rosto, e uma das mãos apertou suavemente meu braço direito.
"Vamos passar uma tarde gostosa." Ele disse, e depois, conversando besteiras, subimos no barco. Saímos para o mar aberto e ele acelerou a todo vapor. Eu curtia a velocidade, a sensação de liberdade era total. Depois de um tempo, sem a costa à vista, ele parou o barco.
"Vejo que você gosta de emoções extremas." Ele disse.
"Nunca tinha andado num barco assim, e estou amando. É uma sensação maravilhosa."
Ele apertou um botão e o que parecia uma tampa se abriu, revelando um lugar embaixo do convés. Entrou e pegou duas cervejas.
"Estão bem geladas, quer com uísque ou pura?"
"Assim, pura." Eu disse.
"Você não trouxe maiô?"
"Trouxe, claro." E tirei a camiseta, ficando só de short e a parte de cima do biquíni.
Sentamos na tampa do compartimento do motor para tomar cerveja e conversar. Em nenhum momento ele mencionou meu marido, e falava comigo como se eu fosse solteira. Isso me deixava inquieta. E me excitava.
Quando ele foi pegar mais cervejas, pedi para colocar um pouco de uísque e me aproximei para pegar o copo. Nesse momento, ele apoiou o copo numa prateleira e, me segurando pela nuca, me beijou. Eu, sem muita convicção, tentei afastá-lo, mas ele não deixou. Me beijou de novo e, com muita habilidade, soltou a parte de cima do biquíni.
A boca dele desceu imediatamente para chupar meus mamilos, enquanto uma mão acariciava minha entrepernas.
Ele continuou chupando meus peitos. Sem parar, puxou meu short e a calcinha fio-dental do biquíni.
Ele pegou minha mão e levou até o pau dele, que já estava duro. Senti que, sem ser muito comprido, era grosso. Minha buceta estava bem molhada.
Ele me deitou numa cama e me penetrou na hora.
"Agora você vai ser minha amante, minha putinha. Sei que você gosta de transar bem, porque é isso que vou te dar, umas boas fodas." Quando ele disse isso, não sabia se meu marido tinha contado algo ou não, mas as palavras dele me deixaram com muito tesão. palavra: buceta. Aos poucos ela foi se acostumando com o pau dele, e minha excitação só aumentava. Ele apertava meus peitos e metia o pau dele até o fundo, sem parar. Sem pensar, segurei ele pela cintura e acompanhei os movimentos dele.
"Assim mesmo, sua putinha, é assim que eu quero você sempre, bem quente." Ouvir ele falar assim me deixava ainda mais excitada, era como eu me sentia, a putinha dele.
Eu tive um orgasmo lindo e ele ficou ali comigo por um tempo. Ele pegou minha mão e fomos lá fora, e ele se deitou onde a gente tinha tomado cerveja antes, de barriga pra cima.
"Sobe, monta em mim por um tempo." Ele disse.
Na hora eu subi e enfiei o pau todo na minha buceta. Não consigo explicar por que, mas aquele homem dominava minha vontade. Fui aumentando o ritmo aos poucos.
"Se toca." Ele disse de forma imperativa.
Uma mão desceu pro meu clitóris enquanto a outra foi pros meus peitos.
"Que gostosa que você é, assim que eu te imaginava. Muito gostosa e mal comida.
"Vai, aqui tem um homem pra te fazer gozar." E eu não aguentava mais de prazer, ou pelo menos achava que não.
Ele se levantou um pouco e me deu um tapa na bunda. Entre o pau dele na minha buceta, minhas próprias carícias e os tapas dele, fui chegando a outro orgasmo daqueles.
"Goza dentro de mim." Eu disse.
"Pede direito." Ele disse sorrindo.
"Por favor, goza bem dentro de mim, enche sua putinha de porra." Eu disse do fundo da minha sexualidade.
Ele me colocou de quatro, enfiou o pau e com uma mão me segurava pela cintura. Eu continuava me tocando. De repente, senti ele cuspir no meu cu. E sem mais, um dos dedos dele entrou completamente.
Ele começou a bombar com tudo.
"Quero ouvir você gritar de prazer, olha, a gente tá no meio do oceano, aqui você pode ser livre, e gritar seu prazer." Ele disse.
Percebi que o que ele dizia era real, e soltei minha safadeza. Gritei, xinguei e gozei como uma louca. Aquele dedo no cu já não doía mais, agora me fazia querer outro. Um tempo depois, quando eu já estava exausta de tanto gozar, ele gozou dentro de mim.
Ele saiu e eu me deitei no peito dele.
"Você me fez gozar pra caralho, Roger."
Ele, como resposta, me deu um beijo que arrebentou minha boca.
"Você é muito gostosa, curte pra valer. E gostei que você percebeu como pode gozar, tipo quando eu falei que podia gritar à vontade."
"É que me senti totalmente livre. Sem medo de ser descoberta gozando como a boa mulher que sou."
"Então, de agora em diante, você é minha amante, ou melhor, eu sou o seu, porque é você quem é casada."
"Mmm, dito assim soa muito quente, 'Tenho um amante', e me sinto uma delícia."
Voltamos a toda velocidade e fomos para o quarto dela. Nos jogamos na cama, e comecei a chupar o pau dele. Ele me ajeitou de um jeito que os dedos dele podiam brincar com minha buceta. Mas, em vez disso, um dos dedos dele entrou de novo no meu cu. Uns poucos movimentos e deixou enterrado.
"Imagina quando eu meter no teu cu, aí sim você vai gozar."
De repente, fiquei de quatro e comecei a me mexer pra aquele dedo entrar e sair do meu cu.
"Parece que teu cu gosta do meu dedo, que gentilmente recebe ele."
"Sim, o desgraçado é mais puto que eu." Falei quente enquanto chupava.
"Me olha." Ele disse imperativo de novo.
"Quero que você se masturbe o cu, enquanto me chupa, e que a gente goze junto, eu na sua boca e você se dando pelo cu." E ele tirou o dedo do meu cu pra apertar meus mamilos.
Sem pensar duas vezes, molhei um dos meus dedos com saliva e enfiei no meu cu, enquanto metia o pau dele na minha boca. Me senti uma verdadeira puta fazendo aquilo, e principalmente porque meu amante mandava, ordenava. Não sei em que momento enfiei o segundo dedo.
"Por favor, que lindo," falei olhando pra ele e masturbando ele. Ele me olhava com luxúria, sabendo que o olhar dele me esquentava até o infinito.
Como pude, enfiei o terceiro dedo. Meu cu se abria pra receber tudo que eu dava. De repente, comecei a enfiar até os nós dos dedos. E masturbei ele com fúria, queria fazer Roger, meu amante, gozar de tudo.
"Olha como eu como três dedos, me abro pra você." Falei com voz de gata. Ele gozou na minha boca e eu Engula tudo, tendo um orgasmo anal violento ao mesmo tempo.
“Que tesuda” ele me perguntou.
“Um menage” eu disse.
“Com dois homens ou com outra mulher?”
“Com outra mulher.”
Conversamos mais um pouco e, sem tomar banho, fui pra casa. Eu estava tomando banho quando o Marce chegou. Ele me cumprimentou da porta do banheiro e disse que ia me esperar pra contar uma coisa.
Eu ainda me sentia excitada, não conseguia tirar o Roger da cabeça e como ele me fez gozar. Me enxuguei e vesti só minha calcinha, uma bem sexy, e um roupão curto, que deixava minha bunda aparecendo. Fui até onde o Ale estava e dei um beijo nele. Contei que tinha passado muito bem à tarde e que foi uma pena ele não ter ido.
“O Roger acabou de me ligar” ele disse, e eu fiquei gelada. “Eu tinha contado pra ele que, antes de casarmos, você trabalhava em Relações Públicas, que ia muito bem e que largou quando casou. Acontece que a pessoa que trabalhava nisso na empresa dele vazou, e a ligação foi pra perguntar se eu não me importava dele te chamar pra oferecer o cargo, já que precisa urgente de alguém porque depois de amanhã ele viaja por dez dias e quando volta tem um evento e precisa de alguém pra cuidar. Eu disse que não tinha problema, que ele te ligasse.”
Respirei fundo, e ao mesmo tempo mil coisas passaram pela minha cabeça. Enquanto jantávamos, ele me ligou e eu atendi.
“Oi Roger, estamos aqui com o Alejandro, que tá ouvindo porque tô no viva-voz.”
“Oi pra vocês dois então. Suponho que o Ale já te contou. A proposta é que você seja a responsável pelas Relações Públicas da minha empresa. Precisaria que começasse amanhã mesmo. Salário não é problema. Mas preciso de você porque me deixaram na mão.”
“Você me surpreende, não tava pensando em trabalhar por agora, mas não posso deixar de te ajudar no que der. Me diz que horas quer que eu vá na sua empresa amanhã e a gente conversa.” eu disse.
“Estou aqui desde as 8h.”
“Então, nesse horário eu estarei lá.”
Nos despedimos e terminamos de jantar.
“Que estranho agora você não se importar que eu trabalhe?” eu perguntei pra ele. Perguntei pro Ale se ele podia me explicar, mas ele só falou besteira.
Quando fomos pra cama, tirei o roupão e me deitei. O Ale ficou me olhando, sem dizer ou fazer nada. Não quis pensar e dormi.
Às 8h em ponto, eu entrava na empresa do Roger. Me levaram até o escritório dele, e ele já estava me esperando.
"Oi, Marce, bem-vinda."
"Oi, Roger. Por favor, me conta o que é essa história do trabalho."
"Bom, uma desculpa muito boa pra ficarmos juntos, viajarmos juntos e nos divertirmos pra caralho. E ainda vou te pagar um salário bem gostoso." Ele disse, rindo.
"Você é um sem-vergonha. Mas é sério essa parada da sua viagem e do evento?"
"Sim, claro que é. Vem que vou te apresentar sua equipe. Ah, e vamos almoçar juntos. Te aviso pra gente combinar o horário."
Ele me levou pro meu escritório novo, me apresentou pro time e foi embora, não sem antes dizer: "Passo pra te buscar às 13h pro almoço."
"Claro, espero por você." Falei.
Me atualizei sobre tudo que eles estavam fazendo e sobre o evento. Às 13h em ponto, ele veio me buscar. Descemos e fomos pra um restaurante conhecido, onde ele tinha reservado uma mesa.
"Antes de falar de outras coisas, te conto que hoje à tarde vão te entregar um telefone da empresa."
"Será que seu marido desconfiou de algo?"
"Não, ele tá num limbo. Não sei o que tá rolando com ele. Eu tava só de calcinha e sutiã, e nem mexeu um músculo. Talvez ele também esteja traindo." Falei.
"E você, como se sentiu?"
"Maravilha, te digo de novo, você me fez gozar como nunca gozei, fazer coisas que nunca fiz. Me fez sentir desejada, mulher, uma puta. Tudo junto. E claro que eu adorei."
Depois do almoço, voltamos pra empresa.
Conversamos mais um pouco e cheguei em casa. Não aguentei a tentação e, enquanto tomava banho, usei o vibrador pra me dar um pouco de prazer. Quando me sequei, fui pro quarto, passei um pouco de óleo no plug e enfiei no meu cu. Entrou com um pouco de esforço. E eu gostei. Ia tirar, quando o Ale entrou.
No quarto. Nem ligou de me ver pelada, então me vesti e fui preparar o jantar.
Esse plug primeiro incomodou um pouco, mas depois fui me acostumando e fui ficando molhada. Fiquei assim a janta inteira, sem falar nada, e molhada. Quando fui me deitar, fui no banheiro, me masturbei com aquilo no meu cu, tirei e escondi entre as roupas pra lavar.
"Vamos passar uma tarde gostosa." Ele disse, e depois, conversando besteiras, subimos no barco. Saímos para o mar aberto e ele acelerou a todo vapor. Eu curtia a velocidade, a sensação de liberdade era total. Depois de um tempo, sem a costa à vista, ele parou o barco.
"Vejo que você gosta de emoções extremas." Ele disse.
"Nunca tinha andado num barco assim, e estou amando. É uma sensação maravilhosa."
Ele apertou um botão e o que parecia uma tampa se abriu, revelando um lugar embaixo do convés. Entrou e pegou duas cervejas.
"Estão bem geladas, quer com uísque ou pura?"
"Assim, pura." Eu disse.
"Você não trouxe maiô?"
"Trouxe, claro." E tirei a camiseta, ficando só de short e a parte de cima do biquíni.
Sentamos na tampa do compartimento do motor para tomar cerveja e conversar. Em nenhum momento ele mencionou meu marido, e falava comigo como se eu fosse solteira. Isso me deixava inquieta. E me excitava.
Quando ele foi pegar mais cervejas, pedi para colocar um pouco de uísque e me aproximei para pegar o copo. Nesse momento, ele apoiou o copo numa prateleira e, me segurando pela nuca, me beijou. Eu, sem muita convicção, tentei afastá-lo, mas ele não deixou. Me beijou de novo e, com muita habilidade, soltou a parte de cima do biquíni.
A boca dele desceu imediatamente para chupar meus mamilos, enquanto uma mão acariciava minha entrepernas.
Ele continuou chupando meus peitos. Sem parar, puxou meu short e a calcinha fio-dental do biquíni.
Ele pegou minha mão e levou até o pau dele, que já estava duro. Senti que, sem ser muito comprido, era grosso. Minha buceta estava bem molhada.
Ele me deitou numa cama e me penetrou na hora.
"Agora você vai ser minha amante, minha putinha. Sei que você gosta de transar bem, porque é isso que vou te dar, umas boas fodas." Quando ele disse isso, não sabia se meu marido tinha contado algo ou não, mas as palavras dele me deixaram com muito tesão. palavra: buceta. Aos poucos ela foi se acostumando com o pau dele, e minha excitação só aumentava. Ele apertava meus peitos e metia o pau dele até o fundo, sem parar. Sem pensar, segurei ele pela cintura e acompanhei os movimentos dele.
"Assim mesmo, sua putinha, é assim que eu quero você sempre, bem quente." Ouvir ele falar assim me deixava ainda mais excitada, era como eu me sentia, a putinha dele.
Eu tive um orgasmo lindo e ele ficou ali comigo por um tempo. Ele pegou minha mão e fomos lá fora, e ele se deitou onde a gente tinha tomado cerveja antes, de barriga pra cima.
"Sobe, monta em mim por um tempo." Ele disse.
Na hora eu subi e enfiei o pau todo na minha buceta. Não consigo explicar por que, mas aquele homem dominava minha vontade. Fui aumentando o ritmo aos poucos.
"Se toca." Ele disse de forma imperativa.
Uma mão desceu pro meu clitóris enquanto a outra foi pros meus peitos.
"Que gostosa que você é, assim que eu te imaginava. Muito gostosa e mal comida.
"Vai, aqui tem um homem pra te fazer gozar." E eu não aguentava mais de prazer, ou pelo menos achava que não.
Ele se levantou um pouco e me deu um tapa na bunda. Entre o pau dele na minha buceta, minhas próprias carícias e os tapas dele, fui chegando a outro orgasmo daqueles.
"Goza dentro de mim." Eu disse.
"Pede direito." Ele disse sorrindo.
"Por favor, goza bem dentro de mim, enche sua putinha de porra." Eu disse do fundo da minha sexualidade.
Ele me colocou de quatro, enfiou o pau e com uma mão me segurava pela cintura. Eu continuava me tocando. De repente, senti ele cuspir no meu cu. E sem mais, um dos dedos dele entrou completamente.
Ele começou a bombar com tudo.
"Quero ouvir você gritar de prazer, olha, a gente tá no meio do oceano, aqui você pode ser livre, e gritar seu prazer." Ele disse.
Percebi que o que ele dizia era real, e soltei minha safadeza. Gritei, xinguei e gozei como uma louca. Aquele dedo no cu já não doía mais, agora me fazia querer outro. Um tempo depois, quando eu já estava exausta de tanto gozar, ele gozou dentro de mim.
Ele saiu e eu me deitei no peito dele.
"Você me fez gozar pra caralho, Roger."
Ele, como resposta, me deu um beijo que arrebentou minha boca.
"Você é muito gostosa, curte pra valer. E gostei que você percebeu como pode gozar, tipo quando eu falei que podia gritar à vontade."
"É que me senti totalmente livre. Sem medo de ser descoberta gozando como a boa mulher que sou."
"Então, de agora em diante, você é minha amante, ou melhor, eu sou o seu, porque é você quem é casada."
"Mmm, dito assim soa muito quente, 'Tenho um amante', e me sinto uma delícia."
Voltamos a toda velocidade e fomos para o quarto dela. Nos jogamos na cama, e comecei a chupar o pau dele. Ele me ajeitou de um jeito que os dedos dele podiam brincar com minha buceta. Mas, em vez disso, um dos dedos dele entrou de novo no meu cu. Uns poucos movimentos e deixou enterrado.
"Imagina quando eu meter no teu cu, aí sim você vai gozar."
De repente, fiquei de quatro e comecei a me mexer pra aquele dedo entrar e sair do meu cu.
"Parece que teu cu gosta do meu dedo, que gentilmente recebe ele."
"Sim, o desgraçado é mais puto que eu." Falei quente enquanto chupava.
"Me olha." Ele disse imperativo de novo.
"Quero que você se masturbe o cu, enquanto me chupa, e que a gente goze junto, eu na sua boca e você se dando pelo cu." E ele tirou o dedo do meu cu pra apertar meus mamilos.
Sem pensar duas vezes, molhei um dos meus dedos com saliva e enfiei no meu cu, enquanto metia o pau dele na minha boca. Me senti uma verdadeira puta fazendo aquilo, e principalmente porque meu amante mandava, ordenava. Não sei em que momento enfiei o segundo dedo.
"Por favor, que lindo," falei olhando pra ele e masturbando ele. Ele me olhava com luxúria, sabendo que o olhar dele me esquentava até o infinito.
Como pude, enfiei o terceiro dedo. Meu cu se abria pra receber tudo que eu dava. De repente, comecei a enfiar até os nós dos dedos. E masturbei ele com fúria, queria fazer Roger, meu amante, gozar de tudo.
"Olha como eu como três dedos, me abro pra você." Falei com voz de gata. Ele gozou na minha boca e eu Engula tudo, tendo um orgasmo anal violento ao mesmo tempo.
“Que tesuda” ele me perguntou.
“Um menage” eu disse.
“Com dois homens ou com outra mulher?”
“Com outra mulher.”
Conversamos mais um pouco e, sem tomar banho, fui pra casa. Eu estava tomando banho quando o Marce chegou. Ele me cumprimentou da porta do banheiro e disse que ia me esperar pra contar uma coisa.
Eu ainda me sentia excitada, não conseguia tirar o Roger da cabeça e como ele me fez gozar. Me enxuguei e vesti só minha calcinha, uma bem sexy, e um roupão curto, que deixava minha bunda aparecendo. Fui até onde o Ale estava e dei um beijo nele. Contei que tinha passado muito bem à tarde e que foi uma pena ele não ter ido.
“O Roger acabou de me ligar” ele disse, e eu fiquei gelada. “Eu tinha contado pra ele que, antes de casarmos, você trabalhava em Relações Públicas, que ia muito bem e que largou quando casou. Acontece que a pessoa que trabalhava nisso na empresa dele vazou, e a ligação foi pra perguntar se eu não me importava dele te chamar pra oferecer o cargo, já que precisa urgente de alguém porque depois de amanhã ele viaja por dez dias e quando volta tem um evento e precisa de alguém pra cuidar. Eu disse que não tinha problema, que ele te ligasse.”
Respirei fundo, e ao mesmo tempo mil coisas passaram pela minha cabeça. Enquanto jantávamos, ele me ligou e eu atendi.
“Oi Roger, estamos aqui com o Alejandro, que tá ouvindo porque tô no viva-voz.”
“Oi pra vocês dois então. Suponho que o Ale já te contou. A proposta é que você seja a responsável pelas Relações Públicas da minha empresa. Precisaria que começasse amanhã mesmo. Salário não é problema. Mas preciso de você porque me deixaram na mão.”
“Você me surpreende, não tava pensando em trabalhar por agora, mas não posso deixar de te ajudar no que der. Me diz que horas quer que eu vá na sua empresa amanhã e a gente conversa.” eu disse.
“Estou aqui desde as 8h.”
“Então, nesse horário eu estarei lá.”
Nos despedimos e terminamos de jantar.
“Que estranho agora você não se importar que eu trabalhe?” eu perguntei pra ele. Perguntei pro Ale se ele podia me explicar, mas ele só falou besteira.
Quando fomos pra cama, tirei o roupão e me deitei. O Ale ficou me olhando, sem dizer ou fazer nada. Não quis pensar e dormi.
Às 8h em ponto, eu entrava na empresa do Roger. Me levaram até o escritório dele, e ele já estava me esperando.
"Oi, Marce, bem-vinda."
"Oi, Roger. Por favor, me conta o que é essa história do trabalho."
"Bom, uma desculpa muito boa pra ficarmos juntos, viajarmos juntos e nos divertirmos pra caralho. E ainda vou te pagar um salário bem gostoso." Ele disse, rindo.
"Você é um sem-vergonha. Mas é sério essa parada da sua viagem e do evento?"
"Sim, claro que é. Vem que vou te apresentar sua equipe. Ah, e vamos almoçar juntos. Te aviso pra gente combinar o horário."
Ele me levou pro meu escritório novo, me apresentou pro time e foi embora, não sem antes dizer: "Passo pra te buscar às 13h pro almoço."
"Claro, espero por você." Falei.
Me atualizei sobre tudo que eles estavam fazendo e sobre o evento. Às 13h em ponto, ele veio me buscar. Descemos e fomos pra um restaurante conhecido, onde ele tinha reservado uma mesa.
"Antes de falar de outras coisas, te conto que hoje à tarde vão te entregar um telefone da empresa."
"Será que seu marido desconfiou de algo?"
"Não, ele tá num limbo. Não sei o que tá rolando com ele. Eu tava só de calcinha e sutiã, e nem mexeu um músculo. Talvez ele também esteja traindo." Falei.
"E você, como se sentiu?"
"Maravilha, te digo de novo, você me fez gozar como nunca gozei, fazer coisas que nunca fiz. Me fez sentir desejada, mulher, uma puta. Tudo junto. E claro que eu adorei."
Depois do almoço, voltamos pra empresa.
Conversamos mais um pouco e cheguei em casa. Não aguentei a tentação e, enquanto tomava banho, usei o vibrador pra me dar um pouco de prazer. Quando me sequei, fui pro quarto, passei um pouco de óleo no plug e enfiei no meu cu. Entrou com um pouco de esforço. E eu gostei. Ia tirar, quando o Ale entrou.
No quarto. Nem ligou de me ver pelada, então me vesti e fui preparar o jantar. Esse plug primeiro incomodou um pouco, mas depois fui me acostumando e fui ficando molhada. Fiquei assim a janta inteira, sem falar nada, e molhada. Quando fui me deitar, fui no banheiro, me masturbei com aquilo no meu cu, tirei e escondi entre as roupas pra lavar.
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