Me chamo Gustavo e vou contar o que aconteceu com minha esposa Francys, algo que ainda não consigo processar, porque o fato é muito recente, estamos falando de um pouco antes de começar o isolamento da pandemia; ela tem 24 anos, eu 29 e estamos casados há quase três anos.
Francys é uma garota linda; os traços delicados dela enganam qualquer um que ignore a idade, a inocência que o rosto dela reflete faz ela parecer uma menina de quinze anos, tem um cabelo lindo e liso até um pouco abaixo dos ombros, os atributos também são suaves, uns peitos pequenos mas que formam uma montanhazinha no busto e uma bunda enfeitada por uma cinturinha bem desenhada, com nádegas redondas e empinadas.
Assim que casamos, fomos morar num bairro conhecido da cidade que ficasse perto do trabalho para nós dois; eu trabalho como vendedor numa joalheria de prestígio e ela como professora num jardim de infância situado numa área residencial perto dali.
Um dia eu cheguei mais cedo do que o previsto em casa, vi chegando pela persiana minha esposa com a Maritza, que a trazia no carro; Maritza é colega dela e ao mesmo tempo sua melhor amiga, é outra professora daquele jardim de infância onde trabalhavam. As duas desceram do carro e vinham conversando, eu, por pura curiosidade, me escondi atrás da porta, aproveitando que minha esposa achava que eu não estava em casa, e ouvi uma conversa estranha entre elas que me surpreendeu. Maritza estava dizendo para minha esposa algo tipo:
— E além disso é muito tarado, mas fazer o quê, o que mais se pode esperar com essa cara de pervertido que ele tem.
— Por que você diz isso? (Perguntou Francys com um tom surpreso, e logo Maritza responde)
— Ué, que estranho você não ter reparado, mas te digo que aquele velho durante quase o mês inteiro ficou te olhando dos pés à cabeça bem descaradamente e quando pode fica muito de olho na sua bunda.
— Cala a boca, não seja doida...
— Sério, tô te falando, hoje por exemplo vi ele te olhando por trás, e Ela fez um gesto como se pensamentos sujos passassem pela cabeça dela.
—Ah, tá bom, deixa ele se torturar à vontade me olhando, eu nem ligo, ainda mais pra um velho que podia até ser meu avô. Também, falta só uns dias pra ele ir embora, a sala do segundo andar já tá quase pronta.
—É, você tem razão, mas toma cuidado, esses pedreiros além de serem vulgares são muito safados.
—Bom, amiga, valeu por me trazer, vou entrar em casa, meu marido já deve estar chegando. Amanhã você me traz de novo?
—Amanhã não dá, lembra que tenho atividade lúdica com meus alunos.
—Verdade! Então beleza, a gente se vê depois de amanhã. Tchau.
Assim que ouvi elas se despedindo com um beijo no rosto, eu me sentei no sofá na hora. Foi uma surpresa danada quando ela me viu e perguntou na mesma hora:
—Oi, amor, o que você faz aqui? Não te esperava tão cedo.
—Passei da cota diária de vendas e me liberaram mais cedo. E você? Como vão as coisas no jardim? Já terminaram a sala que você me falou umas semanas atrás?
—Ainda não, mas já já.
—E quem contrataram pra isso?
Francys me olhou bem nos olhos. Tarde demais eu percebi que não devia ter perguntado aquilo se queria disfarçar que tinha escutado a conversa que ela teve com a amiga agora pouco. Ela tinha me contado essa história umas duas semanas atrás e talvez não fosse o momento certo de pedir mais detalhes sobre a obra, mas eu me deixei levar pela curiosidade pra ver se ela me contava sobre aqueles olhares que, segundo a amiga, o velho dava nela. Mas não foi assim, ela não me deu mais informação e respondeu:
—Bom, a diretora chamou um arquiteto amigo dela, e ele mandou um mestre de obras que é o responsável por terminar a sala.
—Só uma pessoa?
—É, só uma. Também não tem tanta coisa pra terminar. Por que você tá tão curioso com isso?
—Nada, deixa pra lá... Vou tomar um banho, e que tal a gente comer fora hoje, já que o dia foi bom nas vendas? O que você acha?
—Valeu, Gostaria.
Cortei a conversa na hora e mudei de assunto, porque nesse ponto ela já tinha percebido o quanto minha pergunta era irrelevante. Em vez de disfarçar, acabei me entregando, mas eu só queria que ela me contasse o que tinha falado com a amiga. Embora já não tivesse mais dúvida de que era esse o cara de quem estavam falando, ela não quis me dizer nada, mas eu já tinha confirmado o que queria saber. E, pra não deixar o clima mais estranho, resolvi não dar importância.
No dia seguinte, bati a meta de vendas na joalheria de novo e me liberaram antes do horário normal. Cheguei em casa e lembrei da conversa que minha esposa tinha tido com a Maritza no dia anterior. A amiga dela tinha dito que hoje não podia trazê-la, então decidi surpreender a Francys indo buscá-la no meu carro.
Cheguei no jardim de infância e resolvi não me mostrar pra fazer uma surpresa. Lá estava ela, se despedindo toda meiga e carinhosa, distribuindo beijos pra todo lado entre os alunos pequeninos que estavam saindo da escola. Foi quando vi que, atrás dela, passou um velho de aparência bem ruim, barrigudo, com roupa suja, carregando um saco de cimento no ombro. Não tinha dúvida de quem era: o pedreiro sobre quem elas tinham conversado no dia anterior. E a Maritza tinha razão sobre o jeito que ele olhava pra minha esposa. Ele largou o saco no chão sem tirar os olhos da bunda da minha esposa e, em seguida, entrou num dos banheiros... Quando ela se despediu do último aluno, o velho saiu do banheiro trocado, já que também tinha terminado o turno de trabalho. Nisso, vi ele se aproximar da minha esposa pra perguntar alguma coisa, e ela olhou pra ele. Me aproximei o máximo que pude pra ouvir o que estavam falando, mas a distância ainda não deixava. Embora, pelos gestos dos dois, o velho estivesse elogiando a beleza dela. Ela balançava a cabeça concordando, mas tentava se esquivar (conheço perfeitamente essas reações cortantes da minha esposa, e aquela não era diferente). (sem dúvidas)
Quando finalmente consegui chegar perto o suficiente pra ouvir o que eles estavam falando, o velho se apresentou como Jesus, 49 anos, quase fazendo 50, e disse que admirava o trabalho que ela fazia com as crianças e que gostaria de conhecê-la melhor.
Ela, só por educação, disse que se chamava Francys, tinha 24 anos, e contou que amava a profissão dela e se sentia orgulhosa disso. O velho disse que gostaria de conversar mais com ela e, aproveitando que os dois já estavam de saída, perguntou se ela aceitaria um convite pra ir tomar alguma coisa:
— Não, sou casada, e meu marido tá me esperando em casa.
— Fica tranquila, entendo, fica pra outra vez.
Com essa resposta, o velho deixou claro que pretendia continuar insistindo, mas eu senti um baita alívio por dentro quando ouvi a resposta da Francys, uma prova da fidelidade dela. Além disso, ela não devia mesmo dar trela pra um velho assediador. Nisso, Jesus se afastou, e eu aproveitei pra dar a surpresa pra minha esposa:
— Oi, love, vim te buscar.
— Oi, Gus, que surpresa boa! Te deram saída mais cedo de novo?
— Isso mesmo, nessa época as vendas aumentaram.
— Fico feliz por você, me dá um minuto, vou deixar a atividade de amanhã pronta pros meus pequenos e aí a gente vai pra casa.
À noite, quando eu tentava dormir, vi que ela ficou sentada na cama com o celular na mão. Perguntei se ela não ia dormir, e ela disse que estava se despedindo da amiga e que já ia dormir também. Tentei não prestar atenção porque o sono já tava me dominando. No dia seguinte, como de costume, acordei mais cedo pra ir trabalhar. Vi o celular da Francys do lado do travesseiro dela. A curiosidade me pegou na hora, ainda mais quando vi que ela tinha deixado sem senha. Desde que a gente casou, nunca tinha sentido necessidade de espionar ela, ainda mais depois do que presenciei no dia anterior, quando ela foi tão firme com aquele velho. Eram detalhes que me faziam ter muita confiança nela, mas minha curiosidade foi mais forte e não me segurei: peguei o celular dela pra ver as mensagens. E, de fato, a última conversa tinha sido com a amiga Maritza pelo WhatsApp. Não foi uma conversa muito longa, na verdade foi bem curta. A primeira mensagem era da minha esposa, que escreveu:
«Mari, se você soubesse o que aconteceu comigo hoje. O que você acha daquele pedreiro atrevido? Ele me convidou pra sair pra tomar um negócio... Eu disse que era casada pra ele não encher o saco, mas agora acho que você tem razão: dá pra ver que aquele velho tá afim de mim, ele me olhava de cima a baixo, e quando eu disse que não, ele falou que depois ia me convidar de novo, ou seja, além de tarado, é insistente.»
No texto seguinte, Maritza respondia:
«Amiga, toma cuidado porque você não conhece ele, é mais velho e parece bem largado, além do que vão pensar se te virem saindo com um coroa que tem o dobro da sua idade.»
Francys:
«Mas nem ferrando, além do mais nem gosto dele, é feio de cara e parece muito bruto. Que tão interessante pode ser um encontro com ele? Bom, amiga, vou deixar você, vou dormir porque se o Gustavo me ver passando muito tempo no celular, ele pode pensar qualquer coisa... Beijos.»
Já não tava gostando nada daquilo. Mesmo que elas estivessem falando mal daquele velho, já tava dando importância demais pra esse assunto. Esse coroa tinha virado o centro das atenções delas e tava deixando as duas mulheres pensando. Deixei o celular dela exatamente onde encontrei, tomei um banho, me troquei e, bem na hora que ia sair, ela abriu os olhos e viu que eu já tava indo. Quase dormindo, ela me perguntou:
— Amor, hoje você também vai me buscar?
— Acho que não, hoje vou me atrasar porque tenho uma reunião com meu chefe. Se cuida.
Menti. Quando a tarde caiu, fui procurar ela sem ser visto. O último aluno já tinha ido embora e ela já tava terminando o expediente. Eu me aproximei o máximo que pude de onde ela estava, sem ser descoberto. O O velho, que já tava de saída, se aproximou dela, mas dessa vez pra se despedir:
—Tchau, gostosa.
—Me chamo Francys.
—Tá bom, Francys, me desculpa. Aliás, cê tá esperando alguém?
—Tô, minha amiga, que vai me levar pra casa.
—E seu marido não vem te buscar? Ontem vi ele chegando pra te pegar.
—Sim, mas hoje não dá. Perguntei pra ele de manhã e ele disse que não ia dar tempo.
—Entendi. Bom, eu já vou embora de vez. Finalmente terminei a sala e sua diretora amou. Não vamos mais nos ver. Foi um prazer te conhecer, gostosa... Digo... Francys. De novo, me desculpa, é que com essa sua beleza é impossível não soltar um elogio ou outro.
Ela só balançou a cabeça com um meio sorriso falso, pra não trocar mais palavra com aquele velho e ele cair fora. Cortante como sempre foi. Aquela cena que eu acabava de ver me fez lembrar da época que conheci ela, há muitos anos, quando ela tava começando a faculdade. Essa mesma atitude ela teve comigo, e por isso foi um parto conquistar ela. Lembro que virar namorado dela foi um trampo danado que levou anos. O velho tava indo embora e eu pensei em aparecer de surpresa de novo. Quando eu ia surgir, vi que o velho tinha voltado. Eu recuei de novo, me escondi e ouvi ele dizer:
—Ó, mas o carro da sua amiga não tô vendo não. Parece que já foi.
Ela tentou localizar com o olhar o carro da Maritza no estacionamento e também não viu. Francys pegou o celular e ligou pra amiga. Vi que trocaram umas palavras e quando desligou, o velho se aproximou de novo da minha esposa:
—E aí? O que houve?
—É, não tá mesmo. Ela acabou de me falar que hoje tinha consulta no ortodontista e foi embora mais cedo.
—Pô, que merda. Mas não se preocupa, se você me deixar, posso te levar pra casa.
—Não, fica tranquilo, de jeito nenhum. Posso pegar o metrô, é só caminhar um pouco até a estação. — Anda, mulher, não seja assim também, olha que não tô te convidando pra nada, é só uma oferta formal de te levar em casa e você tá me desprezando.
Ela pensou que talvez o velho tivesse razão, desde o início foi grossa com ele e deixou claro que era casada, mas mostrar falta de educação com as pessoas não fazia parte do caráter dela. Além disso, sabia que aquele era o último dia do velho no jardim, ele já tinha terminado o serviço e a sala já estava pronta, sabia que nunca mais veria aquele velho (ou pelo menos era o que pensava). E por outro lado, ser breve no que diz e responder qualquer pergunta com monossílabos é algo que ela domina perfeitamente, pra não prolongar conversas com pessoas em quem ainda não confia. No fim, sem estar totalmente convencida, aceitou, mas só por cortesia:
— Bom, ok, espera aí que vou deixar as coisas de amanhã prontas e a gente vai.
Uma coisa que não tava me agradando, nesse ponto nada do que acontecia fazia sentido pra mim. Não sei se era ciúme me dominando, mas o coração tava disparado pela insegurança que eu sentia.
Eu segui eles até o estacionamento, onde estava o carro daquele velho. Era um carro com uma aparência bem largada, modelo bem antigo, empoeirado e com a pintura dos lados meio arranhada, um carro tão descuidado quanto ele (bem dizem por aí que as coisas se parecem com o dono).
Entrei no meu carro e comecei a segui-los de perto, com cuidado. A única coisa que conseguia ver do que rolava dentro daquele veículo largado era que ele falava bastante pra conquistá-la, mas pelo amor de Deus, aquele homem era tão feio de verdade, eu tava muito seguro de que nunca rolaria nada entre eles. (OU PELO MENOS ERA O QUE EU ACHAVA) Pensar na Francys tão linda, meiga, delicada e, acima de tudo, com classe, se meter com aquele ogro que tinha o dobro da idade dela era um pesadelo pra mim.
Quando finalmente chegaram na minha casa, vi que aquele atrevido quis dar um beijo, ela não quis e ele insistia, aproximando a boca dela, ela desviou o rosto e ele tentava beijar o pescoço dela, assim até que ela desceu rápido como se estivesse assustada, ele também desceu e foi atrás dela, aquele cenário já estava saindo do controle, e se eu não agisse a tempo, o que quer que fosse acontecer depois podia virar coisa séria, então estacionei meu carro na esquina, queria chegar de surpresa, antes que me vissem, vi que o velho tarado pegou no braço dela, ela como conseguiu se soltou, não deu bola e seguiu o caminho dela pra entrar, quando ela tava procurando as chaves na bolsa pra abrir a porta, o velho chegou de novo por trás, e dessa vez agarrou uma bunda da minha esposa... Naquela hora eu senti o sangue ferver por dentro, ele tinha desrespeitado ela, e de que jeito, isso já tinha ido longe demais, então desci do carro e fui na direção deles pra controlar a situação, mas teve uma coisa que me parou, e foi ver a reação da minha esposa, que instintivamente, cheia de raiva, deu meia-volta e com a mão direita deu um tapaço na cara daquele velho, soou tão forte, que talvez me fez manter um pouco a calma.
—SEU VELHO NOJENTO, VAI EMBORA DAQUI, NÃO QUERO TE VER NUNCA MAIS!
O velho ficou tão atordoado com o tapa que eu nem vi a cara que ele fez, ele com uma mão tapou o rosto, na bochecha dele dava pra ver marcados os dedos da minha esposa, ele preferiu não complicar as coisas, simplesmente deu um passo pra trás e sem dizer nada entrou no carro dele e foi embora, finalmente não íamos mais saber dele nunca (ou era o que eu pensava até aquele momento).
Deixei passar um bom tempo antes de entrar em casa pra que ela, mais calma, me contasse o que tinha acontecido, quando entrei perguntei:
—Oi, amor, como foi seu dia?
—Bem, eu também acabei de chegar há pouco, e já tô preparando algo pra comer, se quiser vai tomar um banho, se troca e desce pra mesa que eu te sirvo.
Infelizmente não aconteceu como eu esperava, vi ela com aquela atitude tão... normal, que pra mim ela pareceu estranha e eu perguntei de novo:
— Tem certeza que cê tá bem?
— Claro que sim, por que eu não estaria?
A atitude dela já tava muito suspeita, ela agiu como se absolutamente nada tivesse acontecido, eu perguntei de novo:
— E a Maritza te trouxe?
— Não, amor, hoje ela saiu um pouco mais cedo porque tinha consulta de ortodontia.
— E então quem te trouxe?
— Vim de metrô.
Essa foi a estocada final, agora sim definitivamente não batia nada por três motivos: primeiro, porque minutos antes ela tinha sido apalpada por um velho tarado, que tentou passar dos limites com ela e ela tava levando na esportiva; segundo, ela mentiu pra mim; terceiro, e isso é o mais grave, pela falta de confiança que ela não teve em mim, de me contar o momento tão amargo que ela tinha passado há pouco, é que nem dava pra notar uma cara feia no rosto dela, muito pelo contrário, tava sorridente e quieta como sempre. Dentro de mim eu me perguntei: por que ela não me contava nada? Será que não confia em mim, ou simplesmente não quer me estragar o momento como tinha acontecido com ela há pouco? Talvez ela pensou que o melhor era não alterar meu humor, porque sabia que eu também ia ficar puto se descobrisse que alguém tocou na minha esposa. Sim, com certeza era isso, ou era o que eu queria pensar, porque, sinceramente, por mais que eu tentasse achar outras conclusões, naquele momento não encontrei outra explicação. Quando voltei pra mesa pra comer, ela me notou muito calado e perguntou se tinha alguma coisa, e eu disse que não, mas por dentro eu ainda tava tentando buscar respostas.
No dia seguinte era sábado e, como de costume nos nossos fins de semana, a Maritza veio jantar com o marido Pedro. Terminada a janta, nossas esposas disseram que iam pra cozinha preparar uma sobremesa pra gente. Eu fiquei com Pedro na mesa, e depois de um minuto falei pro meu amigo que ia no banheiro, mas não fui. Sorrateiramente, fui até a cozinha e me escondi atrás da parede pra escutar a conversa. elas, e a primeira coisa que ouvi foi a voz da Maritza exclamando baixinho:
— NÃO ACREDITO!
— Pois acredita, ele queria me beijar e tentava passar a mão nas minhas pernas, é um tarado e foi muito abusado, e quando a gente desceu do carro antes de eu entrar em casa, o sem-vergonha ainda agarrou minha bunda.
— Que filho da puta depravado, imagino que você se fez respeitar.
— Óbvio, se você visse como ficaram marcados meus dedos na cara dele.
— Claro, imagino a raiva que você deve ter sentido...
— Mas, pra ser sincera, não foi só raiva.
— Como assim?
Com o que minha esposa disse em seguida, eu fiquei totalmente perplexo, pálido, senti um nó na garganta, senti a alma saindo do corpo, meu coração começou a bater a mil por hora, senti como se tivesse caído do penhasco mais alto, e ainda explicava claramente por que ela tinha mentido pra mim no dia anterior:
— Raiva... E talvez, algo mais...
— Não entendi, se explica melhor.
— Ah, Mari... Só vou te contar porque você é minha melhor amiga e sei que posso confiar em você, mas é que não sei como explicar, tô confusa, tipo, sim, aquele velho me dá nojo, mas ao mesmo tempo... não sei se... posso chamar de prazer culposo, ou se é que minha libido tá alta, mas cheguei a sentir uma leve excitação muito estranha.
— Mas o que você tá dizendo, ficou maluca? Tá no período do cio? Quanto tempo faz que você não transa com o Gustavo?
— Faz mais de um mês que ele nem me toca, mas não é tanto por isso, é que a vida inteira os homens que me quiseram, tanto o Gustavo quanto os que tive antes dele, foram delicados, especiais, e sempre iam até onde eu permitia, mas ontem esse velho foi ousado, muito bruto, e me tocava com muito desejo, ninguém nunca teve a coragem de passar dos limites assim comigo... Então, sei lá... são sensações novas que nunca tinha experimentado e que ontem descobri, talvez seja só isso.
— Nada disso, Francys, o que você tem é tesão acumulado. Acumulada, hoje à noite tenta de novo com seu marido, arruma uma oportunidade pra uma noite apaixonada, vai, experimenta uma lingerie nova, provoca ele, brinca com ele, sei lá, mas inventa alguma coisa em vez de ficar pensando besteira com aquele velho.
— Tá bom, amiga, vou tentar, mas não é só isso, olha só, ontem, na pressa de descer do carro dele, esqueci lá a gabardina que o Gustavo me deu de aniversário. Queria te perguntar se você sabe onde ele mora, ou um número pra eu conseguir falar com ele? Porque não sei o que dizer pro Gustavo quando ele perguntar por ela.
— Fica tranquila, amiga, mais tarde quando chegar em casa, ligo pra diretora e pergunto o endereço dele, e amanhã cedo a gente vai buscar sua gabardina.
— Ai, amiga, você me salva mesmo, me sinto mais segura se for acompanhada, te amo, obrigada.
Voltei pro meu amigo de novo, e daqui a pouco elas chegaram, terminamos a reunião e eles foram embora antes da meia-noite. Quando fomos dormir, eu tava na cama e minha esposa no banheiro se trocando, quando de repente vi o celular da Francys vibrando. Antes dela sair, peguei o celular dela, e sim, era uma mensagem no WhatsApp da amiga dela, Maritza, dizendo:
«Francys, olha, já falei com a diretora, mas ela disse que não tem o número dele, só o endereço da casa dele, que amanhã cedo ela me manda a localização por geolocalização e eu já te encaminho. Mas tenho más notícias: não posso te acompanhar. Meu marido convidou os pais dele amanhã pra uma reunião aqui em casa e tenho que receber meus sogros... Desculpa, amiga, se cuida muito.»
Deixei o celular dela como tava, e daqui a pouco ela saiu, com um baby doll transparente, bem gostoso que eu dei no último aniversário dela. Ela olhou o celular, viu a mensagem da amiga, não respondeu nada, largou o celular, se enfiou debaixo da minha coberta e começou a me abraçar, me beijava, e eu fechei os olhos, fingindo cair no sono, mas na verdade não parava de pensar na conversa que tinha ouvido delas um tempo atrás. Francys, depois de vários minutos insistindo e vendo que eu não dava atenção, virou as costas e dormiu, entediada e decepcionada. Embora eu reconheça que não era pra menos, é que a conversa que eu tinha ouvido há pouco me deixou tão frio, sentia ciúmes, insegurança, culpa, uma combinação de sentimentos frustrantes que eu não tinha cabeça pra outra coisa, e muito provavelmente não conseguiria responder satisfatoriamente aos pedidos passionais dela, o que aumentaria ainda mais minha frustração. Eu só pensava naquela conversa, passei uma noite péssima, posso até garantir que não dormi nada, completamente acordado.
E de fato, ao amanhecer do domingo, vi ela se arrumando, eu fingia que estava dormindo. Ela deixou a porta do banheiro aberta e pude observar seu corpo esplêndido nu, sua bucetinha rosada e apertada foi coberta por uma calcinha preta e os peitos por um sutiã da mesma cor. Quando saiu, escolheu o vestido menos provocante e mais antiquado, um vestido inteiro vermelho que cobria até os pés, mas mesmo assim sua montanhazinha nos peitos se destacava, e suas curvas grandes nos quadris com uma cintura moldada perfeitamente. Por mais que tentasse parecer recatada, era impossível diante da sua figura. Eu fingi acordar e perguntei:
— O que você tá fazendo acordada tão cedo e pra onde vai?
— Tenho que comprar umas coisas, amor, pra fazer uma atividade com meus alunos essa semana.
— Ok, vou tomar um banho, me trocar e em cinco minutos tô pronto.
— Não, amor, não se preocupa, quero que você descanse, por isso não te acordei. Vou sozinha.
— Como assim? Não quer que eu vá com você?
— É que essas coisas são pra atividades infantis e você vai ficar entediado, além disso, na volta vou aproveitar e entrar um pouco na igreja, te garanto que não demoro.
— Tem certeza?
— Totalmente, fica aqui descansando e melhor me ajuda com Meu vestido, por favor.
Ele se aproximou até a cama, deu meia-volta e colocou a bunda bem na minha cara, mas era pra eu subir o zíper que prendia o vestido desde o cóccix até bem acima das costas dela (que corpo da minha mulher, meu Deus). E cinco minutos depois, o carro que ela pediu pelo Uber chegou pra buscá-la. Eu me vesti rapidinho com o que encontrei pela frente, saí escondido atrás dela e a segui no meu carro, porque obviamente ela não ia fazer compras, mas sim ir pra casa daquele velho.
Segui aquele Uber por um longo trajeto, até chegarmos a um bairro da cidade não muito bom, mais pra uma área de baixa renda. Até que chegou na casa daquele velho, ela desceu do Uber, passou por um portão quebrado na entrada, bateu na porta, porque nem campainha tinha. Eu estacionei meu carro na esquina e me aproximei o máximo que pude pelo lado. Depois de um tempo, o velho abriu a porta, ao vê-la ficou surpreso, nunca esperou que uma mulher como ela fosse procurá-lo, e na hora mandou ela entrar.
— Não, Jesus, não vou entrar, vim pegar minha gabardina que esqueci na sexta no teu carro, me dá ela e vou embora.
— Vamos, entra um pouquinho, esquece tudo, vou me comportar, juro que vou ser muito respeitoso.
— Não, Jesus, sério, não quero entrar, traz ela, espero aqui.
— Ok, como você quiser, vou buscar e não sei quanto tempo demoro, mas te aviso, cuidado que por aqui tem muito ladrão. Fica registrado que eu queria que você ficasse segura, mas você é muito mal-educada, e também não quero te obrigar a nada, problema seu.
Ele bateu a porta na cara dela, e ela ficou sozinha, no meio da rua. E sim, eu também percebi que o lugar tinha um clima muito pesado, perigoso pra uma mulher refinada como ela. Eu sabia que o medo ia vencer minha esposa, e depois de um tempo vi que ela bateu na porta de novo. O velho abriu, e minha esposa disse:
— Me jura que, se eu entrar, você me dá minha gabardina e eu vou embora.
— Se foi pra isso que você veio, pode ter certeza. Assim vai ser, como já te falei, não vou te obrigar a nada, então se você quiser, entra.
O velho abriu caminho e estendeu a mão pra dentro, indicando que ela podia entrar. Ela confiou e entrou naquela casa (sem saber que tava entrando na boca do lobo).
Eu me aproximei de uma das janelas da casa, tinha umas plantas e me escondi ali pra ver o interior. Era uma casa de dois andares, mas o segundo andar era só o terraço e um quarto, onde eu suponho que o velho dormia.
Ele ofereceu um lugar pra Francys sentar, mandou ela se sentar num sofá cor de vinho, bem surrado. Ele subiu pro segundo andar e depois de um tempo desceu com a gabardina. Como um dos vidros tava quebrado, eu ouvi o que o velho falou pra minha mulher:
— Você ficou com tesão naquele dia, e por isso veio, né?
— Chega, Jesus, você me disse pra esquecermos tudo, já passou.
— É que você me deixa duro, Francys, não viu como ficou?
— Vi, mas eu sou casada e amo meu marido.
— Mas isso não impede a gente de se divertir um pouco.
— Não, me dá a gabardina e vou embora. Foi isso que combinamos.
— Sabe o que é? É que algo me diz que você também gostou do que aconteceu, mas fica se fazendo de difícil.
Aí ele começou de novo a querer apalpar ela, mesmo ela resistindo, ele abraçava e queria beijar o pescoço dela. Ele começou a passar as mãos por cima do vestido, apertando a bunda dela. Ela percebeu que foi uma merda ter entrado naquela casa, mas já era tarde demais.
— Chega, Jesus, me deixa ir embora!
— Ok, me dá um beijo e eu deixo você ir.
Sem dar tempo dela responder, ele agarrou ela com mais força nos braços e começou a beijar ela. Ela respondeu instintivamente, mas ainda tentava se afastar, mas os esforços dela eram inúteis contra a força da fera que a dominava, sem deixar ela escapar e apertando a bunda dela, ele viu que a chantagem tava dando resultado. Ela, aos poucos, foi perdendo as forças, lembrou que aquela mesma brutalidade com que ele tava Tratando foi a mesma que a esquentou dois dias atrás.
Ele não quis perder tempo, já que a tinha confusa, e pelas costas dela puxou o zíper do vestido, o mesmo que eu há pouco tinha ajudado a subir pra cobrir o corpo gostoso dela. Sentou ela no sofá, assim tão rápido já tinha despido ela, deixando só com o sutiã preto e a calcinha da mesma cor, e continuou beijando o pescoço dela, descendo devagar até os peitos delicados. Arrancou o sutiã dela rapidinho e começou a chupar aqueles biquinhos rosados que ela tem.
— AII, EI, NÃO, NÃO QUERO, ME DEIXA IR PELO AMOR DE DEUS, ISSO NÃO PODE ACONTECER.
— Não consigo, sinto o teu tesão, e vou te fazer gozar como você nem imagina.
Depois de chupar os peitos dela por uns minutos, desceu devagar pela barriga branquinha até chegar na buceta dela, que já tava exposta. Francys nem percebeu quando ele tinha puxado a calcinha dela com maior habilidade. O velho juntou os lábios dele com os da buceta da minha mulher e chupou ela por 10 minutos, deixando ela toda molhada e lubrificada com a saliva dele misturada com os fluidos vaginais. Depois, com a língua, foi babando por toda a extensão das pernas brancas dela, como quem saboreia um sorvete de baunilha, e com o dedo indicador massageava o clitóris dela.
Daí a pouco ele se levantou rápido, tirou a camisa, desabotoou a calça e mostrou o pau dele, que tinha uns 20 centímetros de comprimento e bem grosso:
— Faz comigo o mesmo que eu fiz com você, e aí você vai.
Minha esposa, confusa pela excitação, suspirava, tentava olhar pra outros lados, disfarçando um pouco os sentimentos de vergonha e culpa. Não era minha esposa, a de sempre, tava perdida, não sabia o que fazia. Eu esperava que a qualquer momento ela caísse em si, criasse coragem e fosse embora dali, mas já tava praticamente nua, a chance de voltar atrás naquela situação era mínima. Ela só virava a cabeça de um lado pro outro, obedecendo aos últimos pensamentos de fidelidade, mas o velho tarado tentando dobrar a resistência dela, pegou a cabecinha dela e colocou o pau bem na entrada da boca da minha mulher e repetiu:
- Vai, sei que você quer fazer isso...
Cedendo à submissão do velho, ela abriu a boca e começou a enfiar. Ela ali sentada no sofá enquanto metia e tirava delicadamente o pau da boca, ele abria as pernas dela e esfregava o clitóris dela com os dedos, aumentando a excitação da minha mulher e isso fazia ela chupar o pau com mais vontade.
Ele deixou ela assim por 10 minutos, minha esposa já parecia segura do que estava fazendo porque não se via mais nenhuma tentativa de resistência, ela já tinha sido totalmente dominada pela lascívia, depois disso o velho tirou o pau da boca dela, pegou minha mulher, virou ela e colocou de quatro no sofá com a bunda branca bem aberta, cuspiu nos dedos e passou no cu, ela já pressentia o que o velho queria fazer com ela, com a cabeça enterrada no sofá, entregue e submissa ao velho que estava prestes a possuí-la, ela só conseguiu dizer umas palavras:
- Cuidado, meu marido nunca conseguiu fazer por aí.
O velho abriu um pouco as pernas dela se ajustando para que o pau ficasse na altura perfeita daquele cu que estava prestes a furar... Sabia que naquela posição a penetração seria profunda. Francys temia a dor que se aproximava, já que nas poucas vezes que tentamos sexo anal nunca conseguimos terminar com sucesso, e os motivos eram evidentes pela nossa inexperiência, já que ela sempre reclamava da dor, eu nunca conseguia penetrá-la porque não lubrificava o cu dela direito, igual esse velho nojento tinha acabado de me ensinar.
O velho colocou o pau na entrada do cu que tinha acabado de lubrificar com a saliva e empurrou, só entrou a cabeça do pau e fez minha mulher cravar os dentes no sofá e soltar um grito terrível:
- AIiii!, AI, AI, TÁ DOENDO, NÃO AGUENTO.
Com um movimento levou pra fora o velho tratei de tirar a cabeça e ela saiu expelida como se o cuzinho da minha mulher impedisse o acesso daquela besta que tentava entrar na caverna dela, não seria nada fácil penetrar aquele buraquinho, percebi que o negócio exigia mais experiência do que eu pensava. então o velho dessa vez preferiu mudar o método e aproximou o rosto até o cu e cuspiu naquela bunda marrom que se dilatava e contraía por causa do invasor que acabara de rejeitar.
Voltou a colocar o pau dele na entrada e com a cabeça do membro começou a espalhar a saliva pra dentro daquele buraquinho marrom pra facilitar a entrada, enfiou de novo o pau naquele buraco e dessa vez entrou um pouco mais da cabeça, o suficiente pra deixar ancorado lá dentro do cu dela e facilitar a tarefa de meter, dessa vez o grito da minha mulher foi mais forte e intenso.
- AAAAAIIIIIII!, AAAII, NÃO PELO AMOR DE DEUS, TIRA LOGO MELHOR.
Ele ignorou, e de novo cuspiu mirando bem no buraco, pra garantir que o pau dele continuasse entrando cada vez mais fundo naquela bunda profunda, a cena que eu tava vendo era nojenta pra caralho mas extremamente excitante, vendo minha mulher sendo dominada por um completo estranho que tinha conseguido o que eu nunca consegui em várias tentativas durante noites inteiras com ela, tinha tomado posse do melhor atributo da minha mulher, o velho já tinha mostrado que era experiente nessa área, até que finalmente enfiou o pau inteiro no buraco e deixou lá, empalada por um bom tempo pra que aquela caverninha se acostumasse com o tamanho do intruso, e enquanto isso minha mulher reclamava feito um cordeirinho que tão matando.
- AAAAAIIIII, tá machucando meu cu, dói pra caralho.
Com a carinha dela esmagada contra o sofá, ela se agarrou com força no tecido porque o velho tinha começado um vai e vem lento e sutil pra não machucar ela, dava pra ver que esse velho era um puta expert na matéria.
-AAAAAAI, TÁ DOENDO, NÃO ENFIA TÃO FUNDO, PARECE QUE VOCÊ VAI ME PARTIR, JESUS
Depois de um tempo assim, ela já não sentia tanta dor e começou a corresponder os movimentos do velho, e seus gritos, embora continuassem igualmente fortes, tinham mudado de tom, porque vinham acompanhados de gemidos.
Depois de vários minutos no mesmo ritmo, ele viu que ela já mexia os quadris por conta própria... nesse momento, ele a pegou pelos braços para começar as investidas como queria, já não havia mais dor alguma que atrapalhasse o prazer que os esperava, tanto para ela quanto para ele, e foi assim... puxando-a para perto, o pau dele entrava fundo, e ela, no compasso do movimento, empurrava a bunda para que ele tirasse e, de novo, recebesse a penetração completa, as bolas do velho batiam na buceta da minha mulher, o que servia de estímulo para ela.
E assim ficaram, durante 15 minutos, até que, de repente, vi que ela apertou os dentes e fechou os olhos com força, e o corpo dela começou a tremer, ela estava gozando.
-AAAAAAHHHHH, OUHHHHH, AAAAAHHHH.
Ele parou, e ela mudou de posição e se jogou no sofá de barriga para cima, se recuperando. Ele esperou pacientemente em pé que ela se recuperasse um pouco, porque ele ainda não tinha terminado, e minha esposa parecia querer mais, porque logo ela se deitou na borda do sofá, encolheu as pernas para o lado, provocando o velho a continuar. Ele entendeu e, na hora, obedeceu ao capricho dela, ajoelhando-se no chão, na altura perfeita da buceta dela e, sem pensar, meteu. E dessa vez não teve tanto problema, porque a buceta dela, completamente lubrificada pelo orgasmo que acabara de ter, engoliu ele rapidamente com vontade. Nessa posição, o clitóris dela ficava bem apertado, e a fricção que ele fazia no grande pau do amante era tão intensa que ela estremecia o corpo como se estivesse possuída. Aos poucos, o velho foi aumentando o ritmo e a velocidade. O vai e vem dela, enquanto eu observava as reações da minha esposa e ouvia os gemidos fortes que saíam da boca dela.
E assim ficaram por mais 15 minutos, até que os dois começaram a tremer, o velho estava prestes a gozar, assim como minha mulher, iam gozar juntos. Consegui ver como ele enfiou o pau bem fundo na buceta da minha esposa, enchendo ela por dentro, e ela também gozando num segundo orgasmo ao sentir os jatos de porra dentro dela. Depois de 5 minutos grudados, ele se separou, subiu pro quarto dele e deixou minha mulher largada naquele sofá, que não aguentava de cansaço, tinha ficado perdida. Aquele velho, em pouquíssimo tempo, satisfez ela de um jeito que eu nunca consegui em quase 3 anos de casamento. Pra mim era muito frustrante ver minha mulher sendo comida por um desconhecido que tinha o dobro da idade dela, além de ser feio e gordo, era uma situação ao mesmo tempo morbida e frustrante.
Depois de alguns minutos, o velho desceu de novo pelado e viu minha mulher ainda largada no sofá se recuperando. Ao vê-la tão frágil e exposta, o pau dele, já murcho, não demorou pra reagir e foi ficando duro de novo. Minha mulher, inocente, que achava que já tinha acabado tudo (e eu também), viu o pinto dele pronto pra caça de novo, e o velho com um sorriso safado deu a entender que aquilo era só o começo e disse:
- Seria muita falta de educação da minha parte deixar você ir embora sem antes te apresentar meu quarto.
Ela não disse nada, só deixou o velho levantá-la nos braços e subiu carregada com ele até o quarto dele. Mas infelizmente, a vista que eu tinha da janela não deixava ver lá dentro daquele quarto, mas já não adiantava mais, o que eu tinha visto já era mais que suficiente. Voltei pro meu carro e fui pra casa. O que aconteceu no quarto daquela casa é um mistério pra mim, embora com tudo que já foi dito aqui já dá pra imaginação de cada um montar a melhor cena. cenário sexual, e se ainda te contar que naquele dia Francys chegou só no fim da tarde, já dá pra imaginar que aquele velho comeu ela em todas as posições possíveis e imagináveis, considerando que o que eu consegui observar durou umas boas horas.
Como falei antes, isso foi um pouco antes da pandemia. Ainda não tomei nenhuma atitude, só tô esperando o confinamento acabar pra pensar no que vou fazer. Mas acho que vou largar ela. As coisas mudaram radicalmente entre nós, quase não tem mais diálogo, a gente só fala o necessário e de noite dormimos de costas um pro outro. Ela, talvez por culpa, e eu porque já sei de tudo, e não faz sentido continuar com isso. E vocês, o que me recomendam? Podem me escrever se quiserem, tô aberto a ouvir conselhos e receber sugestões.
Francys é uma garota linda; os traços delicados dela enganam qualquer um que ignore a idade, a inocência que o rosto dela reflete faz ela parecer uma menina de quinze anos, tem um cabelo lindo e liso até um pouco abaixo dos ombros, os atributos também são suaves, uns peitos pequenos mas que formam uma montanhazinha no busto e uma bunda enfeitada por uma cinturinha bem desenhada, com nádegas redondas e empinadas.
Assim que casamos, fomos morar num bairro conhecido da cidade que ficasse perto do trabalho para nós dois; eu trabalho como vendedor numa joalheria de prestígio e ela como professora num jardim de infância situado numa área residencial perto dali.
Um dia eu cheguei mais cedo do que o previsto em casa, vi chegando pela persiana minha esposa com a Maritza, que a trazia no carro; Maritza é colega dela e ao mesmo tempo sua melhor amiga, é outra professora daquele jardim de infância onde trabalhavam. As duas desceram do carro e vinham conversando, eu, por pura curiosidade, me escondi atrás da porta, aproveitando que minha esposa achava que eu não estava em casa, e ouvi uma conversa estranha entre elas que me surpreendeu. Maritza estava dizendo para minha esposa algo tipo:
— E além disso é muito tarado, mas fazer o quê, o que mais se pode esperar com essa cara de pervertido que ele tem.
— Por que você diz isso? (Perguntou Francys com um tom surpreso, e logo Maritza responde)
— Ué, que estranho você não ter reparado, mas te digo que aquele velho durante quase o mês inteiro ficou te olhando dos pés à cabeça bem descaradamente e quando pode fica muito de olho na sua bunda.
— Cala a boca, não seja doida...
— Sério, tô te falando, hoje por exemplo vi ele te olhando por trás, e Ela fez um gesto como se pensamentos sujos passassem pela cabeça dela.
—Ah, tá bom, deixa ele se torturar à vontade me olhando, eu nem ligo, ainda mais pra um velho que podia até ser meu avô. Também, falta só uns dias pra ele ir embora, a sala do segundo andar já tá quase pronta.
—É, você tem razão, mas toma cuidado, esses pedreiros além de serem vulgares são muito safados.
—Bom, amiga, valeu por me trazer, vou entrar em casa, meu marido já deve estar chegando. Amanhã você me traz de novo?
—Amanhã não dá, lembra que tenho atividade lúdica com meus alunos.
—Verdade! Então beleza, a gente se vê depois de amanhã. Tchau.
Assim que ouvi elas se despedindo com um beijo no rosto, eu me sentei no sofá na hora. Foi uma surpresa danada quando ela me viu e perguntou na mesma hora:
—Oi, amor, o que você faz aqui? Não te esperava tão cedo.
—Passei da cota diária de vendas e me liberaram mais cedo. E você? Como vão as coisas no jardim? Já terminaram a sala que você me falou umas semanas atrás?
—Ainda não, mas já já.
—E quem contrataram pra isso?
Francys me olhou bem nos olhos. Tarde demais eu percebi que não devia ter perguntado aquilo se queria disfarçar que tinha escutado a conversa que ela teve com a amiga agora pouco. Ela tinha me contado essa história umas duas semanas atrás e talvez não fosse o momento certo de pedir mais detalhes sobre a obra, mas eu me deixei levar pela curiosidade pra ver se ela me contava sobre aqueles olhares que, segundo a amiga, o velho dava nela. Mas não foi assim, ela não me deu mais informação e respondeu:
—Bom, a diretora chamou um arquiteto amigo dela, e ele mandou um mestre de obras que é o responsável por terminar a sala.
—Só uma pessoa?
—É, só uma. Também não tem tanta coisa pra terminar. Por que você tá tão curioso com isso?
—Nada, deixa pra lá... Vou tomar um banho, e que tal a gente comer fora hoje, já que o dia foi bom nas vendas? O que você acha?
—Valeu, Gostaria.
Cortei a conversa na hora e mudei de assunto, porque nesse ponto ela já tinha percebido o quanto minha pergunta era irrelevante. Em vez de disfarçar, acabei me entregando, mas eu só queria que ela me contasse o que tinha falado com a amiga. Embora já não tivesse mais dúvida de que era esse o cara de quem estavam falando, ela não quis me dizer nada, mas eu já tinha confirmado o que queria saber. E, pra não deixar o clima mais estranho, resolvi não dar importância.
No dia seguinte, bati a meta de vendas na joalheria de novo e me liberaram antes do horário normal. Cheguei em casa e lembrei da conversa que minha esposa tinha tido com a Maritza no dia anterior. A amiga dela tinha dito que hoje não podia trazê-la, então decidi surpreender a Francys indo buscá-la no meu carro.
Cheguei no jardim de infância e resolvi não me mostrar pra fazer uma surpresa. Lá estava ela, se despedindo toda meiga e carinhosa, distribuindo beijos pra todo lado entre os alunos pequeninos que estavam saindo da escola. Foi quando vi que, atrás dela, passou um velho de aparência bem ruim, barrigudo, com roupa suja, carregando um saco de cimento no ombro. Não tinha dúvida de quem era: o pedreiro sobre quem elas tinham conversado no dia anterior. E a Maritza tinha razão sobre o jeito que ele olhava pra minha esposa. Ele largou o saco no chão sem tirar os olhos da bunda da minha esposa e, em seguida, entrou num dos banheiros... Quando ela se despediu do último aluno, o velho saiu do banheiro trocado, já que também tinha terminado o turno de trabalho. Nisso, vi ele se aproximar da minha esposa pra perguntar alguma coisa, e ela olhou pra ele. Me aproximei o máximo que pude pra ouvir o que estavam falando, mas a distância ainda não deixava. Embora, pelos gestos dos dois, o velho estivesse elogiando a beleza dela. Ela balançava a cabeça concordando, mas tentava se esquivar (conheço perfeitamente essas reações cortantes da minha esposa, e aquela não era diferente). (sem dúvidas)
Quando finalmente consegui chegar perto o suficiente pra ouvir o que eles estavam falando, o velho se apresentou como Jesus, 49 anos, quase fazendo 50, e disse que admirava o trabalho que ela fazia com as crianças e que gostaria de conhecê-la melhor.
Ela, só por educação, disse que se chamava Francys, tinha 24 anos, e contou que amava a profissão dela e se sentia orgulhosa disso. O velho disse que gostaria de conversar mais com ela e, aproveitando que os dois já estavam de saída, perguntou se ela aceitaria um convite pra ir tomar alguma coisa:
— Não, sou casada, e meu marido tá me esperando em casa.
— Fica tranquila, entendo, fica pra outra vez.
Com essa resposta, o velho deixou claro que pretendia continuar insistindo, mas eu senti um baita alívio por dentro quando ouvi a resposta da Francys, uma prova da fidelidade dela. Além disso, ela não devia mesmo dar trela pra um velho assediador. Nisso, Jesus se afastou, e eu aproveitei pra dar a surpresa pra minha esposa:
— Oi, love, vim te buscar.
— Oi, Gus, que surpresa boa! Te deram saída mais cedo de novo?
— Isso mesmo, nessa época as vendas aumentaram.
— Fico feliz por você, me dá um minuto, vou deixar a atividade de amanhã pronta pros meus pequenos e aí a gente vai pra casa.
À noite, quando eu tentava dormir, vi que ela ficou sentada na cama com o celular na mão. Perguntei se ela não ia dormir, e ela disse que estava se despedindo da amiga e que já ia dormir também. Tentei não prestar atenção porque o sono já tava me dominando. No dia seguinte, como de costume, acordei mais cedo pra ir trabalhar. Vi o celular da Francys do lado do travesseiro dela. A curiosidade me pegou na hora, ainda mais quando vi que ela tinha deixado sem senha. Desde que a gente casou, nunca tinha sentido necessidade de espionar ela, ainda mais depois do que presenciei no dia anterior, quando ela foi tão firme com aquele velho. Eram detalhes que me faziam ter muita confiança nela, mas minha curiosidade foi mais forte e não me segurei: peguei o celular dela pra ver as mensagens. E, de fato, a última conversa tinha sido com a amiga Maritza pelo WhatsApp. Não foi uma conversa muito longa, na verdade foi bem curta. A primeira mensagem era da minha esposa, que escreveu:
«Mari, se você soubesse o que aconteceu comigo hoje. O que você acha daquele pedreiro atrevido? Ele me convidou pra sair pra tomar um negócio... Eu disse que era casada pra ele não encher o saco, mas agora acho que você tem razão: dá pra ver que aquele velho tá afim de mim, ele me olhava de cima a baixo, e quando eu disse que não, ele falou que depois ia me convidar de novo, ou seja, além de tarado, é insistente.»
No texto seguinte, Maritza respondia:
«Amiga, toma cuidado porque você não conhece ele, é mais velho e parece bem largado, além do que vão pensar se te virem saindo com um coroa que tem o dobro da sua idade.»
Francys:
«Mas nem ferrando, além do mais nem gosto dele, é feio de cara e parece muito bruto. Que tão interessante pode ser um encontro com ele? Bom, amiga, vou deixar você, vou dormir porque se o Gustavo me ver passando muito tempo no celular, ele pode pensar qualquer coisa... Beijos.»
Já não tava gostando nada daquilo. Mesmo que elas estivessem falando mal daquele velho, já tava dando importância demais pra esse assunto. Esse coroa tinha virado o centro das atenções delas e tava deixando as duas mulheres pensando. Deixei o celular dela exatamente onde encontrei, tomei um banho, me troquei e, bem na hora que ia sair, ela abriu os olhos e viu que eu já tava indo. Quase dormindo, ela me perguntou:
— Amor, hoje você também vai me buscar?
— Acho que não, hoje vou me atrasar porque tenho uma reunião com meu chefe. Se cuida.
Menti. Quando a tarde caiu, fui procurar ela sem ser visto. O último aluno já tinha ido embora e ela já tava terminando o expediente. Eu me aproximei o máximo que pude de onde ela estava, sem ser descoberto. O O velho, que já tava de saída, se aproximou dela, mas dessa vez pra se despedir:
—Tchau, gostosa.
—Me chamo Francys.
—Tá bom, Francys, me desculpa. Aliás, cê tá esperando alguém?
—Tô, minha amiga, que vai me levar pra casa.
—E seu marido não vem te buscar? Ontem vi ele chegando pra te pegar.
—Sim, mas hoje não dá. Perguntei pra ele de manhã e ele disse que não ia dar tempo.
—Entendi. Bom, eu já vou embora de vez. Finalmente terminei a sala e sua diretora amou. Não vamos mais nos ver. Foi um prazer te conhecer, gostosa... Digo... Francys. De novo, me desculpa, é que com essa sua beleza é impossível não soltar um elogio ou outro.
Ela só balançou a cabeça com um meio sorriso falso, pra não trocar mais palavra com aquele velho e ele cair fora. Cortante como sempre foi. Aquela cena que eu acabava de ver me fez lembrar da época que conheci ela, há muitos anos, quando ela tava começando a faculdade. Essa mesma atitude ela teve comigo, e por isso foi um parto conquistar ela. Lembro que virar namorado dela foi um trampo danado que levou anos. O velho tava indo embora e eu pensei em aparecer de surpresa de novo. Quando eu ia surgir, vi que o velho tinha voltado. Eu recuei de novo, me escondi e ouvi ele dizer:
—Ó, mas o carro da sua amiga não tô vendo não. Parece que já foi.
Ela tentou localizar com o olhar o carro da Maritza no estacionamento e também não viu. Francys pegou o celular e ligou pra amiga. Vi que trocaram umas palavras e quando desligou, o velho se aproximou de novo da minha esposa:
—E aí? O que houve?
—É, não tá mesmo. Ela acabou de me falar que hoje tinha consulta no ortodontista e foi embora mais cedo.
—Pô, que merda. Mas não se preocupa, se você me deixar, posso te levar pra casa.
—Não, fica tranquilo, de jeito nenhum. Posso pegar o metrô, é só caminhar um pouco até a estação. — Anda, mulher, não seja assim também, olha que não tô te convidando pra nada, é só uma oferta formal de te levar em casa e você tá me desprezando.
Ela pensou que talvez o velho tivesse razão, desde o início foi grossa com ele e deixou claro que era casada, mas mostrar falta de educação com as pessoas não fazia parte do caráter dela. Além disso, sabia que aquele era o último dia do velho no jardim, ele já tinha terminado o serviço e a sala já estava pronta, sabia que nunca mais veria aquele velho (ou pelo menos era o que pensava). E por outro lado, ser breve no que diz e responder qualquer pergunta com monossílabos é algo que ela domina perfeitamente, pra não prolongar conversas com pessoas em quem ainda não confia. No fim, sem estar totalmente convencida, aceitou, mas só por cortesia:
— Bom, ok, espera aí que vou deixar as coisas de amanhã prontas e a gente vai.
Uma coisa que não tava me agradando, nesse ponto nada do que acontecia fazia sentido pra mim. Não sei se era ciúme me dominando, mas o coração tava disparado pela insegurança que eu sentia.
Eu segui eles até o estacionamento, onde estava o carro daquele velho. Era um carro com uma aparência bem largada, modelo bem antigo, empoeirado e com a pintura dos lados meio arranhada, um carro tão descuidado quanto ele (bem dizem por aí que as coisas se parecem com o dono).
Entrei no meu carro e comecei a segui-los de perto, com cuidado. A única coisa que conseguia ver do que rolava dentro daquele veículo largado era que ele falava bastante pra conquistá-la, mas pelo amor de Deus, aquele homem era tão feio de verdade, eu tava muito seguro de que nunca rolaria nada entre eles. (OU PELO MENOS ERA O QUE EU ACHAVA) Pensar na Francys tão linda, meiga, delicada e, acima de tudo, com classe, se meter com aquele ogro que tinha o dobro da idade dela era um pesadelo pra mim.
Quando finalmente chegaram na minha casa, vi que aquele atrevido quis dar um beijo, ela não quis e ele insistia, aproximando a boca dela, ela desviou o rosto e ele tentava beijar o pescoço dela, assim até que ela desceu rápido como se estivesse assustada, ele também desceu e foi atrás dela, aquele cenário já estava saindo do controle, e se eu não agisse a tempo, o que quer que fosse acontecer depois podia virar coisa séria, então estacionei meu carro na esquina, queria chegar de surpresa, antes que me vissem, vi que o velho tarado pegou no braço dela, ela como conseguiu se soltou, não deu bola e seguiu o caminho dela pra entrar, quando ela tava procurando as chaves na bolsa pra abrir a porta, o velho chegou de novo por trás, e dessa vez agarrou uma bunda da minha esposa... Naquela hora eu senti o sangue ferver por dentro, ele tinha desrespeitado ela, e de que jeito, isso já tinha ido longe demais, então desci do carro e fui na direção deles pra controlar a situação, mas teve uma coisa que me parou, e foi ver a reação da minha esposa, que instintivamente, cheia de raiva, deu meia-volta e com a mão direita deu um tapaço na cara daquele velho, soou tão forte, que talvez me fez manter um pouco a calma.
—SEU VELHO NOJENTO, VAI EMBORA DAQUI, NÃO QUERO TE VER NUNCA MAIS!
O velho ficou tão atordoado com o tapa que eu nem vi a cara que ele fez, ele com uma mão tapou o rosto, na bochecha dele dava pra ver marcados os dedos da minha esposa, ele preferiu não complicar as coisas, simplesmente deu um passo pra trás e sem dizer nada entrou no carro dele e foi embora, finalmente não íamos mais saber dele nunca (ou era o que eu pensava até aquele momento).
Deixei passar um bom tempo antes de entrar em casa pra que ela, mais calma, me contasse o que tinha acontecido, quando entrei perguntei:
—Oi, amor, como foi seu dia?
—Bem, eu também acabei de chegar há pouco, e já tô preparando algo pra comer, se quiser vai tomar um banho, se troca e desce pra mesa que eu te sirvo.
Infelizmente não aconteceu como eu esperava, vi ela com aquela atitude tão... normal, que pra mim ela pareceu estranha e eu perguntei de novo:
— Tem certeza que cê tá bem?
— Claro que sim, por que eu não estaria?
A atitude dela já tava muito suspeita, ela agiu como se absolutamente nada tivesse acontecido, eu perguntei de novo:
— E a Maritza te trouxe?
— Não, amor, hoje ela saiu um pouco mais cedo porque tinha consulta de ortodontia.
— E então quem te trouxe?
— Vim de metrô.
Essa foi a estocada final, agora sim definitivamente não batia nada por três motivos: primeiro, porque minutos antes ela tinha sido apalpada por um velho tarado, que tentou passar dos limites com ela e ela tava levando na esportiva; segundo, ela mentiu pra mim; terceiro, e isso é o mais grave, pela falta de confiança que ela não teve em mim, de me contar o momento tão amargo que ela tinha passado há pouco, é que nem dava pra notar uma cara feia no rosto dela, muito pelo contrário, tava sorridente e quieta como sempre. Dentro de mim eu me perguntei: por que ela não me contava nada? Será que não confia em mim, ou simplesmente não quer me estragar o momento como tinha acontecido com ela há pouco? Talvez ela pensou que o melhor era não alterar meu humor, porque sabia que eu também ia ficar puto se descobrisse que alguém tocou na minha esposa. Sim, com certeza era isso, ou era o que eu queria pensar, porque, sinceramente, por mais que eu tentasse achar outras conclusões, naquele momento não encontrei outra explicação. Quando voltei pra mesa pra comer, ela me notou muito calado e perguntou se tinha alguma coisa, e eu disse que não, mas por dentro eu ainda tava tentando buscar respostas.
No dia seguinte era sábado e, como de costume nos nossos fins de semana, a Maritza veio jantar com o marido Pedro. Terminada a janta, nossas esposas disseram que iam pra cozinha preparar uma sobremesa pra gente. Eu fiquei com Pedro na mesa, e depois de um minuto falei pro meu amigo que ia no banheiro, mas não fui. Sorrateiramente, fui até a cozinha e me escondi atrás da parede pra escutar a conversa. elas, e a primeira coisa que ouvi foi a voz da Maritza exclamando baixinho:
— NÃO ACREDITO!
— Pois acredita, ele queria me beijar e tentava passar a mão nas minhas pernas, é um tarado e foi muito abusado, e quando a gente desceu do carro antes de eu entrar em casa, o sem-vergonha ainda agarrou minha bunda.
— Que filho da puta depravado, imagino que você se fez respeitar.
— Óbvio, se você visse como ficaram marcados meus dedos na cara dele.
— Claro, imagino a raiva que você deve ter sentido...
— Mas, pra ser sincera, não foi só raiva.
— Como assim?
Com o que minha esposa disse em seguida, eu fiquei totalmente perplexo, pálido, senti um nó na garganta, senti a alma saindo do corpo, meu coração começou a bater a mil por hora, senti como se tivesse caído do penhasco mais alto, e ainda explicava claramente por que ela tinha mentido pra mim no dia anterior:
— Raiva... E talvez, algo mais...
— Não entendi, se explica melhor.
— Ah, Mari... Só vou te contar porque você é minha melhor amiga e sei que posso confiar em você, mas é que não sei como explicar, tô confusa, tipo, sim, aquele velho me dá nojo, mas ao mesmo tempo... não sei se... posso chamar de prazer culposo, ou se é que minha libido tá alta, mas cheguei a sentir uma leve excitação muito estranha.
— Mas o que você tá dizendo, ficou maluca? Tá no período do cio? Quanto tempo faz que você não transa com o Gustavo?
— Faz mais de um mês que ele nem me toca, mas não é tanto por isso, é que a vida inteira os homens que me quiseram, tanto o Gustavo quanto os que tive antes dele, foram delicados, especiais, e sempre iam até onde eu permitia, mas ontem esse velho foi ousado, muito bruto, e me tocava com muito desejo, ninguém nunca teve a coragem de passar dos limites assim comigo... Então, sei lá... são sensações novas que nunca tinha experimentado e que ontem descobri, talvez seja só isso.
— Nada disso, Francys, o que você tem é tesão acumulado. Acumulada, hoje à noite tenta de novo com seu marido, arruma uma oportunidade pra uma noite apaixonada, vai, experimenta uma lingerie nova, provoca ele, brinca com ele, sei lá, mas inventa alguma coisa em vez de ficar pensando besteira com aquele velho.
— Tá bom, amiga, vou tentar, mas não é só isso, olha só, ontem, na pressa de descer do carro dele, esqueci lá a gabardina que o Gustavo me deu de aniversário. Queria te perguntar se você sabe onde ele mora, ou um número pra eu conseguir falar com ele? Porque não sei o que dizer pro Gustavo quando ele perguntar por ela.
— Fica tranquila, amiga, mais tarde quando chegar em casa, ligo pra diretora e pergunto o endereço dele, e amanhã cedo a gente vai buscar sua gabardina.
— Ai, amiga, você me salva mesmo, me sinto mais segura se for acompanhada, te amo, obrigada.
Voltei pro meu amigo de novo, e daqui a pouco elas chegaram, terminamos a reunião e eles foram embora antes da meia-noite. Quando fomos dormir, eu tava na cama e minha esposa no banheiro se trocando, quando de repente vi o celular da Francys vibrando. Antes dela sair, peguei o celular dela, e sim, era uma mensagem no WhatsApp da amiga dela, Maritza, dizendo:
«Francys, olha, já falei com a diretora, mas ela disse que não tem o número dele, só o endereço da casa dele, que amanhã cedo ela me manda a localização por geolocalização e eu já te encaminho. Mas tenho más notícias: não posso te acompanhar. Meu marido convidou os pais dele amanhã pra uma reunião aqui em casa e tenho que receber meus sogros... Desculpa, amiga, se cuida muito.»
Deixei o celular dela como tava, e daqui a pouco ela saiu, com um baby doll transparente, bem gostoso que eu dei no último aniversário dela. Ela olhou o celular, viu a mensagem da amiga, não respondeu nada, largou o celular, se enfiou debaixo da minha coberta e começou a me abraçar, me beijava, e eu fechei os olhos, fingindo cair no sono, mas na verdade não parava de pensar na conversa que tinha ouvido delas um tempo atrás. Francys, depois de vários minutos insistindo e vendo que eu não dava atenção, virou as costas e dormiu, entediada e decepcionada. Embora eu reconheça que não era pra menos, é que a conversa que eu tinha ouvido há pouco me deixou tão frio, sentia ciúmes, insegurança, culpa, uma combinação de sentimentos frustrantes que eu não tinha cabeça pra outra coisa, e muito provavelmente não conseguiria responder satisfatoriamente aos pedidos passionais dela, o que aumentaria ainda mais minha frustração. Eu só pensava naquela conversa, passei uma noite péssima, posso até garantir que não dormi nada, completamente acordado.
E de fato, ao amanhecer do domingo, vi ela se arrumando, eu fingia que estava dormindo. Ela deixou a porta do banheiro aberta e pude observar seu corpo esplêndido nu, sua bucetinha rosada e apertada foi coberta por uma calcinha preta e os peitos por um sutiã da mesma cor. Quando saiu, escolheu o vestido menos provocante e mais antiquado, um vestido inteiro vermelho que cobria até os pés, mas mesmo assim sua montanhazinha nos peitos se destacava, e suas curvas grandes nos quadris com uma cintura moldada perfeitamente. Por mais que tentasse parecer recatada, era impossível diante da sua figura. Eu fingi acordar e perguntei:
— O que você tá fazendo acordada tão cedo e pra onde vai?
— Tenho que comprar umas coisas, amor, pra fazer uma atividade com meus alunos essa semana.
— Ok, vou tomar um banho, me trocar e em cinco minutos tô pronto.
— Não, amor, não se preocupa, quero que você descanse, por isso não te acordei. Vou sozinha.
— Como assim? Não quer que eu vá com você?
— É que essas coisas são pra atividades infantis e você vai ficar entediado, além disso, na volta vou aproveitar e entrar um pouco na igreja, te garanto que não demoro.
— Tem certeza?
— Totalmente, fica aqui descansando e melhor me ajuda com Meu vestido, por favor.
Ele se aproximou até a cama, deu meia-volta e colocou a bunda bem na minha cara, mas era pra eu subir o zíper que prendia o vestido desde o cóccix até bem acima das costas dela (que corpo da minha mulher, meu Deus). E cinco minutos depois, o carro que ela pediu pelo Uber chegou pra buscá-la. Eu me vesti rapidinho com o que encontrei pela frente, saí escondido atrás dela e a segui no meu carro, porque obviamente ela não ia fazer compras, mas sim ir pra casa daquele velho.
Segui aquele Uber por um longo trajeto, até chegarmos a um bairro da cidade não muito bom, mais pra uma área de baixa renda. Até que chegou na casa daquele velho, ela desceu do Uber, passou por um portão quebrado na entrada, bateu na porta, porque nem campainha tinha. Eu estacionei meu carro na esquina e me aproximei o máximo que pude pelo lado. Depois de um tempo, o velho abriu a porta, ao vê-la ficou surpreso, nunca esperou que uma mulher como ela fosse procurá-lo, e na hora mandou ela entrar.
— Não, Jesus, não vou entrar, vim pegar minha gabardina que esqueci na sexta no teu carro, me dá ela e vou embora.
— Vamos, entra um pouquinho, esquece tudo, vou me comportar, juro que vou ser muito respeitoso.
— Não, Jesus, sério, não quero entrar, traz ela, espero aqui.
— Ok, como você quiser, vou buscar e não sei quanto tempo demoro, mas te aviso, cuidado que por aqui tem muito ladrão. Fica registrado que eu queria que você ficasse segura, mas você é muito mal-educada, e também não quero te obrigar a nada, problema seu.
Ele bateu a porta na cara dela, e ela ficou sozinha, no meio da rua. E sim, eu também percebi que o lugar tinha um clima muito pesado, perigoso pra uma mulher refinada como ela. Eu sabia que o medo ia vencer minha esposa, e depois de um tempo vi que ela bateu na porta de novo. O velho abriu, e minha esposa disse:
— Me jura que, se eu entrar, você me dá minha gabardina e eu vou embora.
— Se foi pra isso que você veio, pode ter certeza. Assim vai ser, como já te falei, não vou te obrigar a nada, então se você quiser, entra.
O velho abriu caminho e estendeu a mão pra dentro, indicando que ela podia entrar. Ela confiou e entrou naquela casa (sem saber que tava entrando na boca do lobo).
Eu me aproximei de uma das janelas da casa, tinha umas plantas e me escondi ali pra ver o interior. Era uma casa de dois andares, mas o segundo andar era só o terraço e um quarto, onde eu suponho que o velho dormia.
Ele ofereceu um lugar pra Francys sentar, mandou ela se sentar num sofá cor de vinho, bem surrado. Ele subiu pro segundo andar e depois de um tempo desceu com a gabardina. Como um dos vidros tava quebrado, eu ouvi o que o velho falou pra minha mulher:
— Você ficou com tesão naquele dia, e por isso veio, né?
— Chega, Jesus, você me disse pra esquecermos tudo, já passou.
— É que você me deixa duro, Francys, não viu como ficou?
— Vi, mas eu sou casada e amo meu marido.
— Mas isso não impede a gente de se divertir um pouco.
— Não, me dá a gabardina e vou embora. Foi isso que combinamos.
— Sabe o que é? É que algo me diz que você também gostou do que aconteceu, mas fica se fazendo de difícil.
Aí ele começou de novo a querer apalpar ela, mesmo ela resistindo, ele abraçava e queria beijar o pescoço dela. Ele começou a passar as mãos por cima do vestido, apertando a bunda dela. Ela percebeu que foi uma merda ter entrado naquela casa, mas já era tarde demais.
— Chega, Jesus, me deixa ir embora!
— Ok, me dá um beijo e eu deixo você ir.
Sem dar tempo dela responder, ele agarrou ela com mais força nos braços e começou a beijar ela. Ela respondeu instintivamente, mas ainda tentava se afastar, mas os esforços dela eram inúteis contra a força da fera que a dominava, sem deixar ela escapar e apertando a bunda dela, ele viu que a chantagem tava dando resultado. Ela, aos poucos, foi perdendo as forças, lembrou que aquela mesma brutalidade com que ele tava Tratando foi a mesma que a esquentou dois dias atrás.
Ele não quis perder tempo, já que a tinha confusa, e pelas costas dela puxou o zíper do vestido, o mesmo que eu há pouco tinha ajudado a subir pra cobrir o corpo gostoso dela. Sentou ela no sofá, assim tão rápido já tinha despido ela, deixando só com o sutiã preto e a calcinha da mesma cor, e continuou beijando o pescoço dela, descendo devagar até os peitos delicados. Arrancou o sutiã dela rapidinho e começou a chupar aqueles biquinhos rosados que ela tem.
— AII, EI, NÃO, NÃO QUERO, ME DEIXA IR PELO AMOR DE DEUS, ISSO NÃO PODE ACONTECER.
— Não consigo, sinto o teu tesão, e vou te fazer gozar como você nem imagina.
Depois de chupar os peitos dela por uns minutos, desceu devagar pela barriga branquinha até chegar na buceta dela, que já tava exposta. Francys nem percebeu quando ele tinha puxado a calcinha dela com maior habilidade. O velho juntou os lábios dele com os da buceta da minha mulher e chupou ela por 10 minutos, deixando ela toda molhada e lubrificada com a saliva dele misturada com os fluidos vaginais. Depois, com a língua, foi babando por toda a extensão das pernas brancas dela, como quem saboreia um sorvete de baunilha, e com o dedo indicador massageava o clitóris dela.
Daí a pouco ele se levantou rápido, tirou a camisa, desabotoou a calça e mostrou o pau dele, que tinha uns 20 centímetros de comprimento e bem grosso:
— Faz comigo o mesmo que eu fiz com você, e aí você vai.
Minha esposa, confusa pela excitação, suspirava, tentava olhar pra outros lados, disfarçando um pouco os sentimentos de vergonha e culpa. Não era minha esposa, a de sempre, tava perdida, não sabia o que fazia. Eu esperava que a qualquer momento ela caísse em si, criasse coragem e fosse embora dali, mas já tava praticamente nua, a chance de voltar atrás naquela situação era mínima. Ela só virava a cabeça de um lado pro outro, obedecendo aos últimos pensamentos de fidelidade, mas o velho tarado tentando dobrar a resistência dela, pegou a cabecinha dela e colocou o pau bem na entrada da boca da minha mulher e repetiu:
- Vai, sei que você quer fazer isso...
Cedendo à submissão do velho, ela abriu a boca e começou a enfiar. Ela ali sentada no sofá enquanto metia e tirava delicadamente o pau da boca, ele abria as pernas dela e esfregava o clitóris dela com os dedos, aumentando a excitação da minha mulher e isso fazia ela chupar o pau com mais vontade.
Ele deixou ela assim por 10 minutos, minha esposa já parecia segura do que estava fazendo porque não se via mais nenhuma tentativa de resistência, ela já tinha sido totalmente dominada pela lascívia, depois disso o velho tirou o pau da boca dela, pegou minha mulher, virou ela e colocou de quatro no sofá com a bunda branca bem aberta, cuspiu nos dedos e passou no cu, ela já pressentia o que o velho queria fazer com ela, com a cabeça enterrada no sofá, entregue e submissa ao velho que estava prestes a possuí-la, ela só conseguiu dizer umas palavras:
- Cuidado, meu marido nunca conseguiu fazer por aí.
O velho abriu um pouco as pernas dela se ajustando para que o pau ficasse na altura perfeita daquele cu que estava prestes a furar... Sabia que naquela posição a penetração seria profunda. Francys temia a dor que se aproximava, já que nas poucas vezes que tentamos sexo anal nunca conseguimos terminar com sucesso, e os motivos eram evidentes pela nossa inexperiência, já que ela sempre reclamava da dor, eu nunca conseguia penetrá-la porque não lubrificava o cu dela direito, igual esse velho nojento tinha acabado de me ensinar.
O velho colocou o pau na entrada do cu que tinha acabado de lubrificar com a saliva e empurrou, só entrou a cabeça do pau e fez minha mulher cravar os dentes no sofá e soltar um grito terrível:
- AIiii!, AI, AI, TÁ DOENDO, NÃO AGUENTO.
Com um movimento levou pra fora o velho tratei de tirar a cabeça e ela saiu expelida como se o cuzinho da minha mulher impedisse o acesso daquela besta que tentava entrar na caverna dela, não seria nada fácil penetrar aquele buraquinho, percebi que o negócio exigia mais experiência do que eu pensava. então o velho dessa vez preferiu mudar o método e aproximou o rosto até o cu e cuspiu naquela bunda marrom que se dilatava e contraía por causa do invasor que acabara de rejeitar.
Voltou a colocar o pau dele na entrada e com a cabeça do membro começou a espalhar a saliva pra dentro daquele buraquinho marrom pra facilitar a entrada, enfiou de novo o pau naquele buraco e dessa vez entrou um pouco mais da cabeça, o suficiente pra deixar ancorado lá dentro do cu dela e facilitar a tarefa de meter, dessa vez o grito da minha mulher foi mais forte e intenso.
- AAAAAIIIIIII!, AAAII, NÃO PELO AMOR DE DEUS, TIRA LOGO MELHOR.
Ele ignorou, e de novo cuspiu mirando bem no buraco, pra garantir que o pau dele continuasse entrando cada vez mais fundo naquela bunda profunda, a cena que eu tava vendo era nojenta pra caralho mas extremamente excitante, vendo minha mulher sendo dominada por um completo estranho que tinha conseguido o que eu nunca consegui em várias tentativas durante noites inteiras com ela, tinha tomado posse do melhor atributo da minha mulher, o velho já tinha mostrado que era experiente nessa área, até que finalmente enfiou o pau inteiro no buraco e deixou lá, empalada por um bom tempo pra que aquela caverninha se acostumasse com o tamanho do intruso, e enquanto isso minha mulher reclamava feito um cordeirinho que tão matando.
- AAAAAIIIII, tá machucando meu cu, dói pra caralho.
Com a carinha dela esmagada contra o sofá, ela se agarrou com força no tecido porque o velho tinha começado um vai e vem lento e sutil pra não machucar ela, dava pra ver que esse velho era um puta expert na matéria.
-AAAAAAI, TÁ DOENDO, NÃO ENFIA TÃO FUNDO, PARECE QUE VOCÊ VAI ME PARTIR, JESUS
Depois de um tempo assim, ela já não sentia tanta dor e começou a corresponder os movimentos do velho, e seus gritos, embora continuassem igualmente fortes, tinham mudado de tom, porque vinham acompanhados de gemidos.
Depois de vários minutos no mesmo ritmo, ele viu que ela já mexia os quadris por conta própria... nesse momento, ele a pegou pelos braços para começar as investidas como queria, já não havia mais dor alguma que atrapalhasse o prazer que os esperava, tanto para ela quanto para ele, e foi assim... puxando-a para perto, o pau dele entrava fundo, e ela, no compasso do movimento, empurrava a bunda para que ele tirasse e, de novo, recebesse a penetração completa, as bolas do velho batiam na buceta da minha mulher, o que servia de estímulo para ela.
E assim ficaram, durante 15 minutos, até que, de repente, vi que ela apertou os dentes e fechou os olhos com força, e o corpo dela começou a tremer, ela estava gozando.
-AAAAAAHHHHH, OUHHHHH, AAAAAHHHH.
Ele parou, e ela mudou de posição e se jogou no sofá de barriga para cima, se recuperando. Ele esperou pacientemente em pé que ela se recuperasse um pouco, porque ele ainda não tinha terminado, e minha esposa parecia querer mais, porque logo ela se deitou na borda do sofá, encolheu as pernas para o lado, provocando o velho a continuar. Ele entendeu e, na hora, obedeceu ao capricho dela, ajoelhando-se no chão, na altura perfeita da buceta dela e, sem pensar, meteu. E dessa vez não teve tanto problema, porque a buceta dela, completamente lubrificada pelo orgasmo que acabara de ter, engoliu ele rapidamente com vontade. Nessa posição, o clitóris dela ficava bem apertado, e a fricção que ele fazia no grande pau do amante era tão intensa que ela estremecia o corpo como se estivesse possuída. Aos poucos, o velho foi aumentando o ritmo e a velocidade. O vai e vem dela, enquanto eu observava as reações da minha esposa e ouvia os gemidos fortes que saíam da boca dela.
E assim ficaram por mais 15 minutos, até que os dois começaram a tremer, o velho estava prestes a gozar, assim como minha mulher, iam gozar juntos. Consegui ver como ele enfiou o pau bem fundo na buceta da minha esposa, enchendo ela por dentro, e ela também gozando num segundo orgasmo ao sentir os jatos de porra dentro dela. Depois de 5 minutos grudados, ele se separou, subiu pro quarto dele e deixou minha mulher largada naquele sofá, que não aguentava de cansaço, tinha ficado perdida. Aquele velho, em pouquíssimo tempo, satisfez ela de um jeito que eu nunca consegui em quase 3 anos de casamento. Pra mim era muito frustrante ver minha mulher sendo comida por um desconhecido que tinha o dobro da idade dela, além de ser feio e gordo, era uma situação ao mesmo tempo morbida e frustrante.
Depois de alguns minutos, o velho desceu de novo pelado e viu minha mulher ainda largada no sofá se recuperando. Ao vê-la tão frágil e exposta, o pau dele, já murcho, não demorou pra reagir e foi ficando duro de novo. Minha mulher, inocente, que achava que já tinha acabado tudo (e eu também), viu o pinto dele pronto pra caça de novo, e o velho com um sorriso safado deu a entender que aquilo era só o começo e disse:
- Seria muita falta de educação da minha parte deixar você ir embora sem antes te apresentar meu quarto.
Ela não disse nada, só deixou o velho levantá-la nos braços e subiu carregada com ele até o quarto dele. Mas infelizmente, a vista que eu tinha da janela não deixava ver lá dentro daquele quarto, mas já não adiantava mais, o que eu tinha visto já era mais que suficiente. Voltei pro meu carro e fui pra casa. O que aconteceu no quarto daquela casa é um mistério pra mim, embora com tudo que já foi dito aqui já dá pra imaginação de cada um montar a melhor cena. cenário sexual, e se ainda te contar que naquele dia Francys chegou só no fim da tarde, já dá pra imaginar que aquele velho comeu ela em todas as posições possíveis e imagináveis, considerando que o que eu consegui observar durou umas boas horas.
Como falei antes, isso foi um pouco antes da pandemia. Ainda não tomei nenhuma atitude, só tô esperando o confinamento acabar pra pensar no que vou fazer. Mas acho que vou largar ela. As coisas mudaram radicalmente entre nós, quase não tem mais diálogo, a gente só fala o necessário e de noite dormimos de costas um pro outro. Ela, talvez por culpa, e eu porque já sei de tudo, e não faz sentido continuar com isso. E vocês, o que me recomendam? Podem me escrever se quiserem, tô aberto a ouvir conselhos e receber sugestões.
5 comentários - Arrombaram a buceta da minha mulher