Aqui o link daGuiade leitura de todos os meus contos. Espero vocês lá @suaveplatense
Depois da primeira noite, por vários dias a chama continuou acesa, tudo era desculpa pra acabar se matando na cama. Ela foi tirando um tempinho pra encontrar o jeito e as palavras certas pra me excitar contando detalhes do encontro com o cara.
— ele não sabe, amor, assim que chegamos ele se despiu e mostrou uma bela rola grossa que já tava dura que nem pedra —
— ele usou minha boca como ninguém nunca tinha usado antes — o que me deu inveja porque comigo ela quase nunca deixa eu segurar pela nuca.
— ele gozou um litro de porra nos meus peitos — ela dizia toda vez que eu chupava aqueles peitos lindos dela, lembrando que ela tinha chupado ele antes de tomar banho.
O cara, claro, continuou mandando mensagem pra ela, e ela me mostrava os chats onde ele dizia como tinha sido bom. Ele também começou a apimentar as coisas, parando de me chamar pelo nome e se referindo a mim como o corno.
— adoraria que da próxima vez você nos levasse de carro até o hotel e depois viesse nos buscar — comentou enquanto a gente acertava o segundo encontro.
Uff, a coisa tava ficando quente, eu não só ia sofrer a humilhação do chat como também teria que ver ele e conhecer ele cara a cara.
Eu, sinceramente, não tava tão decidido, mas como sempre, Johana é quem acabava pesando a balança.
De novo ela me deixou uns dias antes em abstinência. No sábado à noite a gente tinha combinado com o Adrián. Eu acordei já de pau duro naquele dia, desde segunda a gente não transava, mas ela não quis fazer nada, então fui tomar banho com a intenção de bater uma pra relaxar, mas ela logo entrou no chuveiro.
— você tá me trapaceando — disse enquanto se despia e entrava comigo no box — dessa vez te perdoo, mas de castigo você vai ter que me ensaboar —
Ela me enlouqueceu fazendo eu passar a mão por todo aquele corpo lindo dela pra ensaboar — pensa que daqui a pouco o Adrián vai estar me tocando toda e me fazendo gozar que nem uma louca — meu pau tava explodindo, mas tive que segurar.
Já no fim da tarde ela começou com os preparativos. Que tal, cê acha que fica melhor nessa tanga ou na vermelha? - disse ela aparecendo na sala só de fio dental minúsculo e a outra vermelha na mão, exibindo os peitos lindos dela.
Engoli seco - acho que essa - gaguejei, enquanto meu pau já começava a reagir.
- Bom, vou terminar de me arrumar e você me leva.
- Já tô pronto.
Salto alto, meia arrastão, minissaia preta, blusinha decotada, toda perfumada, tava uma deusa.
Subimos no carro, ela atrás, claro, já que eu era tipo o motorista de aplicativo, e fomos até a casa do Adrián, que já esperava na porta.
- Oi, cê tá linda - disse ele assim que ela desceu, dando um beijo de língua apaixonado que ela correspondeu com muito tesão, enquanto eu via tudo pelo retrovisor.
- Oi, corno - falou ele, estendendo a mão pra me cumprimentar - eu sou o cara que vai fazer sua esposa feliz, já que pelo visto você não dá conta. Filho da puta! Me deixou pasmo, tanta humilhação e quanto me excitava, não dava pra acreditar. Enquanto eu levava eles até o hotel, os dois iam se pegando feito adolescentes no banco de trás, ele não parava de apalpar os peitos dela e ela deslizava a mão no pau dele, esfregando por cima da calça. Deixei eles no hotel e fui dar uma volta, não queria ir pra casa porque sabia que, de tão tarado, ia bater uma na hora.
Parei num bar com mesinhas ao ar livre pra tomar uma cerveja enquanto recebia fotos e vídeos deles. Primeiro ela posando de lingerie, depois pelada, chupando o pau dele, sendo comida de quatro, gritando que nem uma condenada. Eu tinha deixado o volume quase no mudo, mas não queria perder os gemidos da minha esposa enquanto o cara comia ela com tudo. A situação era super bizarra, num lugar público vendo comerem minha mulher.
Fui buscar eles, no caminho pra casa dele continuavam se beijando e se apalpando no banco de trás.
- Valeu, corno, tava mesmo com vontade de comer uma putinha gostosa - ele me cumprimentou enquanto dava um beijo nela. Na volta, Johana continuava no banco de trás.
- Você não tem ideia de como ele me comeu, se Vi que ela estava com muito tesão, me deixou de cama, tô com a buceta ardendo.
Assim que entramos, comecei a beijar apaixonadamente, não aguentava mais a excitação e o tesão de tudo que vivi, me deixava a mil.
– Humm, que quentinho você está, vem, me lambe toda e tira essa porra grudenta que ficou no meu corpo inteiro – ela disse, me fazendo descer até os peitos dela, onde ele tinha gozado um tempo antes.
Continuei descendo até a buceta dela, que cheirava a camisinha, e enquanto eu estava com a boca ocupada, ela aproveitava pra me contar partes do encontro dela. Eu já não aguentava mais e quis penetrar ela.
– Desculpa, love, ele deixou minha buceta super irritada, por que você não goza nos meus peitos? – enquanto pegava no meu pau e começava a me punhetar – Já estou bem satisfeita por hoje, você vai ter que esperar até amanhã – a voz sedutora dela, a confiança e a superioridade fizeram eu explodir em vários jatos de porra que escorreram pelos peitos dela e um pouco no rosto.
– Vem cá – ela me puxou pra beijar na boca, depois me fez descer pra limpar os restos de sêmen – Tô tão cansada que não quero levantar pra tomar banho, me deixa limpinha e amanhã você ganha seu prêmio – nem preciso dizer que obedeci a ordem e desci pra continuar dando prazer até ela ficar satisfeita, e aí dormimos abraçados.
Depois da primeira noite, por vários dias a chama continuou acesa, tudo era desculpa pra acabar se matando na cama. Ela foi tirando um tempinho pra encontrar o jeito e as palavras certas pra me excitar contando detalhes do encontro com o cara.
— ele não sabe, amor, assim que chegamos ele se despiu e mostrou uma bela rola grossa que já tava dura que nem pedra —
— ele usou minha boca como ninguém nunca tinha usado antes — o que me deu inveja porque comigo ela quase nunca deixa eu segurar pela nuca.
— ele gozou um litro de porra nos meus peitos — ela dizia toda vez que eu chupava aqueles peitos lindos dela, lembrando que ela tinha chupado ele antes de tomar banho.
O cara, claro, continuou mandando mensagem pra ela, e ela me mostrava os chats onde ele dizia como tinha sido bom. Ele também começou a apimentar as coisas, parando de me chamar pelo nome e se referindo a mim como o corno.
— adoraria que da próxima vez você nos levasse de carro até o hotel e depois viesse nos buscar — comentou enquanto a gente acertava o segundo encontro.
Uff, a coisa tava ficando quente, eu não só ia sofrer a humilhação do chat como também teria que ver ele e conhecer ele cara a cara.
Eu, sinceramente, não tava tão decidido, mas como sempre, Johana é quem acabava pesando a balança.
De novo ela me deixou uns dias antes em abstinência. No sábado à noite a gente tinha combinado com o Adrián. Eu acordei já de pau duro naquele dia, desde segunda a gente não transava, mas ela não quis fazer nada, então fui tomar banho com a intenção de bater uma pra relaxar, mas ela logo entrou no chuveiro.
— você tá me trapaceando — disse enquanto se despia e entrava comigo no box — dessa vez te perdoo, mas de castigo você vai ter que me ensaboar —
Ela me enlouqueceu fazendo eu passar a mão por todo aquele corpo lindo dela pra ensaboar — pensa que daqui a pouco o Adrián vai estar me tocando toda e me fazendo gozar que nem uma louca — meu pau tava explodindo, mas tive que segurar.
Já no fim da tarde ela começou com os preparativos. Que tal, cê acha que fica melhor nessa tanga ou na vermelha? - disse ela aparecendo na sala só de fio dental minúsculo e a outra vermelha na mão, exibindo os peitos lindos dela.
Engoli seco - acho que essa - gaguejei, enquanto meu pau já começava a reagir.
- Bom, vou terminar de me arrumar e você me leva.
- Já tô pronto.
Salto alto, meia arrastão, minissaia preta, blusinha decotada, toda perfumada, tava uma deusa.
Subimos no carro, ela atrás, claro, já que eu era tipo o motorista de aplicativo, e fomos até a casa do Adrián, que já esperava na porta.
- Oi, cê tá linda - disse ele assim que ela desceu, dando um beijo de língua apaixonado que ela correspondeu com muito tesão, enquanto eu via tudo pelo retrovisor.
- Oi, corno - falou ele, estendendo a mão pra me cumprimentar - eu sou o cara que vai fazer sua esposa feliz, já que pelo visto você não dá conta. Filho da puta! Me deixou pasmo, tanta humilhação e quanto me excitava, não dava pra acreditar. Enquanto eu levava eles até o hotel, os dois iam se pegando feito adolescentes no banco de trás, ele não parava de apalpar os peitos dela e ela deslizava a mão no pau dele, esfregando por cima da calça. Deixei eles no hotel e fui dar uma volta, não queria ir pra casa porque sabia que, de tão tarado, ia bater uma na hora.
Parei num bar com mesinhas ao ar livre pra tomar uma cerveja enquanto recebia fotos e vídeos deles. Primeiro ela posando de lingerie, depois pelada, chupando o pau dele, sendo comida de quatro, gritando que nem uma condenada. Eu tinha deixado o volume quase no mudo, mas não queria perder os gemidos da minha esposa enquanto o cara comia ela com tudo. A situação era super bizarra, num lugar público vendo comerem minha mulher.
Fui buscar eles, no caminho pra casa dele continuavam se beijando e se apalpando no banco de trás.
- Valeu, corno, tava mesmo com vontade de comer uma putinha gostosa - ele me cumprimentou enquanto dava um beijo nela. Na volta, Johana continuava no banco de trás.
- Você não tem ideia de como ele me comeu, se Vi que ela estava com muito tesão, me deixou de cama, tô com a buceta ardendo.
Assim que entramos, comecei a beijar apaixonadamente, não aguentava mais a excitação e o tesão de tudo que vivi, me deixava a mil.
– Humm, que quentinho você está, vem, me lambe toda e tira essa porra grudenta que ficou no meu corpo inteiro – ela disse, me fazendo descer até os peitos dela, onde ele tinha gozado um tempo antes.
Continuei descendo até a buceta dela, que cheirava a camisinha, e enquanto eu estava com a boca ocupada, ela aproveitava pra me contar partes do encontro dela. Eu já não aguentava mais e quis penetrar ela.
– Desculpa, love, ele deixou minha buceta super irritada, por que você não goza nos meus peitos? – enquanto pegava no meu pau e começava a me punhetar – Já estou bem satisfeita por hoje, você vai ter que esperar até amanhã – a voz sedutora dela, a confiança e a superioridade fizeram eu explodir em vários jatos de porra que escorreram pelos peitos dela e um pouco no rosto.
– Vem cá – ela me puxou pra beijar na boca, depois me fez descer pra limpar os restos de sêmen – Tô tão cansada que não quero levantar pra tomar banho, me deixa limpinha e amanhã você ganha seu prêmio – nem preciso dizer que obedeci a ordem e desci pra continuar dando prazer até ela ficar satisfeita, e aí dormimos abraçados.
7 comentários - Relatos do corno 2 - Adrian repete