Me considero especial nesse mundo! Tipo, às vezes eu analiso meu jeito de pensar de acordo com a forma que cada um vive e percebo que sou muito diferente comparando com meus amigos.
Muitos de nós costumam ser espontâneos ou impulsivos na hora de tomar uma decisão. Mas a gente se segura um pouco pra não acontecer algo ruim ou pra não se arrepender depois.
Digo isso porque eu sou assim o tempo todo, não me controlo nem um pouco, só quero me divertir e que não me encham o saco por fazer o que eu gosto. Além disso, tô bem, não peço grana pra ninguém e não me falta nada. Mas meu problema é que eu curto muito sexo e as vezes que mais me diverti foram 100% impulsivas, sem pensar nas consequências.
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Uns anos atrás, viajei pro interior pra ver meus avós, fomos a família toda passar as festas de fim de ano e reencontrar todo mundo. UM SACO TOTAL! E ainda não aguento nenhum primo, eles passam metade do dia olhando pra minha bunda ou fazendo piadas ruins pra causar uma boa impressão. São dois, David e Juan, caras de 18 e 20 anos.
Chegamos na casa, cumprimentamos todo mundo e fomos nos instalar nos quartos. Meus avós têm uma casa enorme, e o melhor de tudo, um quintal que dá pro rio. Ideal pra ir fumar um baseado e pegar um sol.
Uma tarde de muito calor, fomos todos pro rio passar a tarde. A água tava uma delícia e o sol brilhava sem nuvens por perto. Os caras compraram cerveja, então começamos bem a relação. Bebemos, nadamos e, quando todo mundo foi embora, ficamos fumando na beira.
O tempo passou e eu tinha uma opinião bem diferente sobre eles. Naquele momento, me senti em equilíbrio.
O sol parecia mais forte, e a gente colocou vários guarda-sóis juntos, formando uma parede protetora pra poder ficar lá até esvaziar o isopor. Entrávamos na água a cada 10 minutos pra nadar, mas quando saíamos, secávamos em 5 minutos por causa do ar quente, e começávamos de novo. transpirar na hora..
Nós três estávamos encostados na parede de guarda-sóis, cada um com uma cerveja na mão, olhando pro rio em silêncio total por causa daquela ressaca que a gente tava sentindo uwu... Meu celular tocou, tava dentro da minha mochila na nossa frente. Apoiei nos joelhos e curvei as costas pra pegar, deixando minha bunda toda à mostra. Vi os olhos deles pularem grudados no meu biquíni. Achei muita graça, mas me fiz de sonsa e falei pra eles colocarem uma música.
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Uns minutos passaram e ninguém se mexia. "Vamos entrar?" falei.. "Vai você, a gente já vai" – respondeu o Juan.
Fiquei ali com eles sem entender o que tava rolando.
Peguei um cigarro e comecei a catar o isqueiro no chão, aí percebi o que tava acontecendo. Vi a pica do David toda dura e não consegui disfarçar. Quando olhei pro lado, notei que o Juan tava igual e já tinha percebido que eu vi.
Comecei a rir pra caralho, eles se cobrindo com uma toalha.
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"Já foi, galera, não tem motivo pra vergonha" – falei, óbvio! Acontece com qualquer um, até porque não é a primeira pica que eu vejo.
David levou o que eu falei muito a sério e parou de se cobrir. A pica dele escapava pela manga da sunga, com a cabeça vermelha e inchada.
"Me desculpa" – ele disse. "A toalha tava arranhando" – e começou a rir.
Sentei de novo e tomei um gole longo de cerveja.
"Você se ajoelhou de quatro e a gente ficou de pau duro" – falou o Juan.
"É, vamos pra água ou a gente não se segura" – disse o David, levantando e ajeitando o volume.
"Melhor eu te ajudar" – respondi, e ali tudo começou.
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Sem falar nada, David ficou me encarando de boca aberta enquanto eu enfiava a mão pra tirar a pica dele. Tinha uma pica grossa e dura, coloquei na boca e comecei a passar a língua, abria a boca o máximo que podia mas não cabia toda.. As lágrimas escorriam e eu engasgava um pouco.
Juan, por sua vez, não ficou parado. Enquanto eu chupava a pica do irmão dele, começou a me tocar e dar uns beijos muito molhados. Num instante ele puxou minha sunga pro lado e passou a língua no meu cu, enquanto com a mão massageava meu clitóris. Ele tava sendo tão preciso que não consegui dizer não..
Do outro lado da parede de guarda-sóis, a poucos metros, nossas famílias estavam na casa. Logo alguém podia nos ver, então a gente tava bem ligada no que rolava ao redor.
Minha boca tava cheia de líquido, escorrendo a cada segundo! Nós três suávamos pra caralho, o suor deixava nossos corpos brilhando.
David me puxa forte pelo cabelo e suspira, sinto jatos de porra na boca. Ele não tira o pau de lá, enfia mais fundo fazendo eu engolir tudo.
João se ajoelha e passa o pau na minha buceta, mexendo de cima pra baixo. Ele me penetra bem devagar, me empurrando pelo ombro contra o corpo dele. João é gordinho e tem um pauzão. O suor da barriga dele molhava minhas costas.
Ele tira o pau e coloca na minha boca, enquanto David abria meu cu com os dedos.
João deita e eu montei nele, enfiei o pau dele todinho bem fundo. Me deito sobre a barriga enorme e peluda dele, me fazia parecer pequena. Ele continuava me penetrando com os movimentos.
Parei minha raba e olhei pro David, ele sacou na hora meu recado e chegou com o pau na mão, cuspiu na minha raba e enfiou o pau. Começaram a me comer os dois.
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Nossos corpos suados nos obrigaram a levantar.
— Você não levanta — fala David.
E me ajoelha, João vem do meu lado e coloca o pau na minha boca. — Faz eu gozar, vai — ele fala. Eu, super submissa, comecei a chupar ele, o líquido pré-gozo escorria pela minha garganta.
David me agarra pela cintura e me põe de quatro, enfiou o pau todinho no meu cu. Chegava bem fundo e eu amava.
Ele começou a meter bem forte. Não aguentava mais! Foi quando ele gozou dentro de mim, me encheu de porra.. O sêmen dele ardia pra caralho. Também sentia saindo do pau dele em cada espasmo de prazer..
— Não tira ainda — Eu falei enquanto chupava a pica do Juan, aí ele continuou me comendo bem devagar a bunda.
A pica do Juan parecia inchar mais, o líquido seminal dele escorria em bolhas pela minha boca. Aí eu senti, uma quantidade enorme de porra na minha boca. Tirei a pica e ele continuou gozando na minha cara... UAU! Foi impressionante, continuei mamando ele até sair a última gota de porra.
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Depois a gente entrou no rio pra se refrescar..
Minhas pernas tremiam e a bunda doía muito.. mas eu gostei do que a gente teve.
Muitos de nós costumam ser espontâneos ou impulsivos na hora de tomar uma decisão. Mas a gente se segura um pouco pra não acontecer algo ruim ou pra não se arrepender depois.
Digo isso porque eu sou assim o tempo todo, não me controlo nem um pouco, só quero me divertir e que não me encham o saco por fazer o que eu gosto. Além disso, tô bem, não peço grana pra ninguém e não me falta nada. Mas meu problema é que eu curto muito sexo e as vezes que mais me diverti foram 100% impulsivas, sem pensar nas consequências.
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Uns anos atrás, viajei pro interior pra ver meus avós, fomos a família toda passar as festas de fim de ano e reencontrar todo mundo. UM SACO TOTAL! E ainda não aguento nenhum primo, eles passam metade do dia olhando pra minha bunda ou fazendo piadas ruins pra causar uma boa impressão. São dois, David e Juan, caras de 18 e 20 anos.
Chegamos na casa, cumprimentamos todo mundo e fomos nos instalar nos quartos. Meus avós têm uma casa enorme, e o melhor de tudo, um quintal que dá pro rio. Ideal pra ir fumar um baseado e pegar um sol.
Uma tarde de muito calor, fomos todos pro rio passar a tarde. A água tava uma delícia e o sol brilhava sem nuvens por perto. Os caras compraram cerveja, então começamos bem a relação. Bebemos, nadamos e, quando todo mundo foi embora, ficamos fumando na beira.
O tempo passou e eu tinha uma opinião bem diferente sobre eles. Naquele momento, me senti em equilíbrio.
O sol parecia mais forte, e a gente colocou vários guarda-sóis juntos, formando uma parede protetora pra poder ficar lá até esvaziar o isopor. Entrávamos na água a cada 10 minutos pra nadar, mas quando saíamos, secávamos em 5 minutos por causa do ar quente, e começávamos de novo. transpirar na hora..
Nós três estávamos encostados na parede de guarda-sóis, cada um com uma cerveja na mão, olhando pro rio em silêncio total por causa daquela ressaca que a gente tava sentindo uwu... Meu celular tocou, tava dentro da minha mochila na nossa frente. Apoiei nos joelhos e curvei as costas pra pegar, deixando minha bunda toda à mostra. Vi os olhos deles pularem grudados no meu biquíni. Achei muita graça, mas me fiz de sonsa e falei pra eles colocarem uma música.
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Uns minutos passaram e ninguém se mexia. "Vamos entrar?" falei.. "Vai você, a gente já vai" – respondeu o Juan.
Fiquei ali com eles sem entender o que tava rolando.
Peguei um cigarro e comecei a catar o isqueiro no chão, aí percebi o que tava acontecendo. Vi a pica do David toda dura e não consegui disfarçar. Quando olhei pro lado, notei que o Juan tava igual e já tinha percebido que eu vi.
Comecei a rir pra caralho, eles se cobrindo com uma toalha.
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"Já foi, galera, não tem motivo pra vergonha" – falei, óbvio! Acontece com qualquer um, até porque não é a primeira pica que eu vejo.
David levou o que eu falei muito a sério e parou de se cobrir. A pica dele escapava pela manga da sunga, com a cabeça vermelha e inchada.
"Me desculpa" – ele disse. "A toalha tava arranhando" – e começou a rir.
Sentei de novo e tomei um gole longo de cerveja.
"Você se ajoelhou de quatro e a gente ficou de pau duro" – falou o Juan.
"É, vamos pra água ou a gente não se segura" – disse o David, levantando e ajeitando o volume.
"Melhor eu te ajudar" – respondi, e ali tudo começou.
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Sem falar nada, David ficou me encarando de boca aberta enquanto eu enfiava a mão pra tirar a pica dele. Tinha uma pica grossa e dura, coloquei na boca e comecei a passar a língua, abria a boca o máximo que podia mas não cabia toda.. As lágrimas escorriam e eu engasgava um pouco.
Juan, por sua vez, não ficou parado. Enquanto eu chupava a pica do irmão dele, começou a me tocar e dar uns beijos muito molhados. Num instante ele puxou minha sunga pro lado e passou a língua no meu cu, enquanto com a mão massageava meu clitóris. Ele tava sendo tão preciso que não consegui dizer não..
Do outro lado da parede de guarda-sóis, a poucos metros, nossas famílias estavam na casa. Logo alguém podia nos ver, então a gente tava bem ligada no que rolava ao redor.
Minha boca tava cheia de líquido, escorrendo a cada segundo! Nós três suávamos pra caralho, o suor deixava nossos corpos brilhando.
David me puxa forte pelo cabelo e suspira, sinto jatos de porra na boca. Ele não tira o pau de lá, enfia mais fundo fazendo eu engolir tudo.
João se ajoelha e passa o pau na minha buceta, mexendo de cima pra baixo. Ele me penetra bem devagar, me empurrando pelo ombro contra o corpo dele. João é gordinho e tem um pauzão. O suor da barriga dele molhava minhas costas.
Ele tira o pau e coloca na minha boca, enquanto David abria meu cu com os dedos.
João deita e eu montei nele, enfiei o pau dele todinho bem fundo. Me deito sobre a barriga enorme e peluda dele, me fazia parecer pequena. Ele continuava me penetrando com os movimentos.
Parei minha raba e olhei pro David, ele sacou na hora meu recado e chegou com o pau na mão, cuspiu na minha raba e enfiou o pau. Começaram a me comer os dois.
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Nossos corpos suados nos obrigaram a levantar.
— Você não levanta — fala David.
E me ajoelha, João vem do meu lado e coloca o pau na minha boca. — Faz eu gozar, vai — ele fala. Eu, super submissa, comecei a chupar ele, o líquido pré-gozo escorria pela minha garganta.
David me agarra pela cintura e me põe de quatro, enfiou o pau todinho no meu cu. Chegava bem fundo e eu amava.
Ele começou a meter bem forte. Não aguentava mais! Foi quando ele gozou dentro de mim, me encheu de porra.. O sêmen dele ardia pra caralho. Também sentia saindo do pau dele em cada espasmo de prazer..
— Não tira ainda — Eu falei enquanto chupava a pica do Juan, aí ele continuou me comendo bem devagar a bunda.
A pica do Juan parecia inchar mais, o líquido seminal dele escorria em bolhas pela minha boca. Aí eu senti, uma quantidade enorme de porra na minha boca. Tirei a pica e ele continuou gozando na minha cara... UAU! Foi impressionante, continuei mamando ele até sair a última gota de porra.
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Depois a gente entrou no rio pra se refrescar..
Minhas pernas tremiam e a bunda doía muito.. mas eu gostei do que a gente teve.
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