Tô saindo do escritório quando meu celular toca. Atendo sem olhar o número, já que tava esperando a ligação de um assessor executivo da Companhia. Por causa da situação econômica atual, os sinistros tavam sendo pagos muito mais tarde do que o normal.
Esta ligação é de um Centro Penitenciário, da parte de... Cholo ..., se quiser aceitar, aperte...", informa uma gravação. Apesar da surpresa, aperto o número indicado.
Claro que eu sabia que o Cholo tava preso. Ele tinha caído fazia um tempo por causa de um rolê de pirata do asfalto. A prisão da gangue teve uma puta cobertura na mídia, mas eu só fiquei sabendo depois, depois de passar várias vezes na casa dele e não encontrar ninguém.
Minha rotina todo fim de semana que a gente ia pra San Justo era sempre a mesma. No domingo eu acordava cedo e saía pra correr, mas só ia até a casa do Cholo, pra continuar suando na cama dele.
Depois de não encontrá-lo em duas oportunidades, na terceira perguntei pra uma vizinha que tava varrendo a calçada. Nunca mais esqueci.
—Você é uma das putinhas dele? — a mina me perguntou, me olhando de um jeito que nunca na vida me senti tão humilhada.
Obviamente não tinha muito apreço pelo Cholo.
Não respondi, virei as costas e fui embora, mas ainda deu pra ouvir ele me chamando:
—Vai procurando outro macho pra você, porque ele caiu na cana e, com a ficha que ele tem, vai levar uns bons anos pra sair...
Essa foi a última vez que saí pra correr em San Justo, sem o Cholo já não fazia sentido.
Por várias fontes fui ficando sabendo da batida, da captura e da condena. Pensei em visitar ele alguma vez, mas sempre ia adiando, deixando pra depois, e lá estava ele, me chamando.
A questão é que ele ia sair em uns dias, e não tinha ninguém pra buscar. Óbvio que me ofereci pra ajudar ele, e não só isso, como a casa de San Justo tava na justiça, também arrumei um lugar pra ele ficar, pelo menos até resolver essa parada no tribunal.
No dia em que soltaram ele, fui pro presídio de Ezeiza, que era onde ele tinha cumprido a pena. Embora a hora da liberação tivesse sido marcada pras 11, ele saiu quase perto da uma.
Fiquei esperando ele na frente da entrada, roendo as unhas de nervoso, até que vejo ele saindo pelo portão de grade, só com uma sacola plástica na mão. Mesmo tendo estado preso, não tava acabado, como a gente esperaria de alguém que acabou de sair da cadeia.
Eu tinha imaginado ele acabado, olheiras fundas, os ossos marcando por baixo da pele, mas lá estava ele, o mesmo Cholo de sempre, só um pouco mais musculoso, talvez.
Saio do carro e, quando ele se aproxima, dou um beijo na bochecha dele. Sem ele falar nada, compro um cachorro-quente e um refrigerante no bar pra ele comer enquanto a gente vai pra casa que vai ser a nova dele, pelo menos até resolver a situação da dele.
Durante o trajeto a gente falou de bobeira, em nenhum momento pergunto nada sobre a prisão dela ou a situação legal.
Antes de chegar na pensão onde tinha alugado um quarto pra ele, passamos num supermercado pra abastecer. Além de comida e bebida, também comprei cigarros e uma caixa de camisinha, claro.
O quarto que aluguei pra ela ficava no terceiro andar. Já tinha rodado várias pensões antes, mas escolhi essa porque tinha banheiro privativo e era o único quarto naquele andar. Lembro de ter pensado: "Aqui não vai ter problema com meus gritos...".
— Amanhã passo aí e vamos comprar umas roupas pra você, que tal? — falo enquanto guardo as compras num armário pequeno.
—Acho que tá bom... — ela concorda.
Me agacho pra arrumar as bebidas num frigobar que trouxe do escritório.
-Pronto!- exclamo quando já está tudo arrumado.
Levanto e pego minha bolsa.
-Então, a gente se vê amanhã...
—Já vai embora? — ele me pergunta, surpreso.
Tá deitado na cama, a cabeça apoiada num braço, me olhando como o lobo mau olharia pra Chapeuzinho Vermelho.
—Aposto que você quer descansar — falo pra ela, sem dar pista se vou embora ou fico.
—Já descansei bastante, além disso um amiguinho que ficou muito sozinho todo esse tempo quer te cumprimentar — responde, acariciando a entreperna com a mão livre.
-Kkkk...- eu rio -Vai me dizer que nenhuma das suas namoradinhas foi te visitar...-
—Algumas foram, mas nenhuma se compara a você... — ele me garante, deslizando agora a mão por um entorpecimento ainda mais pronunciado.
—Sério? — pergunto, emocionada.
—Muito sério —acena, com aquele sorriso safado que desarma qualquer possível negativa da minha parte.
Deixo a bolsa e me aproximo da cama. Olhando nos olhos dele, começo a tirar a roupa, enquanto ele desabotoa a calça e tira o pau pra fora, batendo uma gostoso.
Nua, subo em cima dele, beijo ele na boca e vou descendo até dar de cara com aquele gigante pequeno.
A primeira coisa que faço é afundar o nariz na moita macia de pelos e inspirar fundo, pra encher os pulmões com aquele cheiro que me vicia tanto.
Depois de ter ficado várias vezes com o Víctor, o sócio do meu marido, que raspa toda aquela área, é uma delícia esfregar o rosto por toda essa pelagem.
Beijo as bolas dele e subo pela ereção, desenhando com a língua a trama vigorosa de veias que se estende por todo o comprimento.
Chegando na ponta, encho ela de beijos, dou uma cuspidinha e, abrindo a boca, chupo ela até bater na parede da minha garganta.
A chupada que eu dou nele faz o Cholo se agarrar nas bordas da cama e soltar um gemido igual ao do Héctor Alterio em "Cavalos Selvagens".
A puta gostosa, que vale a pena estar vivo...!
Ou, no caso do Cholo, solto.
Enquanto tiro os sapatos, as meias, a calça, a cueca dele, jogando tudo pro alto, ele mesmo coloca uma das camisinhas que acabamos de comprar.
Sento em cima dele, de cócoras, pego ele e encaixo entre os lábios da minha buceta, sentindo aquele choque elétrico que rola quando dois corpos se encaixam desse jeito.
Desço até me encher bem de pica, me esfrego contra a barriga dele e subo sem deixar sair, curtindo toda essa extensão maravilhosa que, lá dentro, parece se alongar ainda mais.
Por um tempinho ali, tá o eixo do meu mundo, meu centro de gravidade, aquilo sem o qual minha vida não teria sentido nenhum.
Eu me movo pra cima e pra baixo, cada vez mais solta, quicando contra o corpo dele, me deixando levar por esse turbilhão de sensações que me nubla os sentidos.
Desabotoo a camisa dela e me jogo por cima, esmagando os peitos contra o peito dela. Estico as pernas e deixo que agora ele se mova por baixo, me segurando pela raba, fluindo impetuoso pelo meu interior melado.
Agora sim, esse é o Cholo que eu conheço, o Cholo de San Justo, o que eu sentia falta, o que me come como um animal, como uma besta safada cujo único objetivo é massacrar a presa.
Meus gritos devem ecoar porta afora, mas a gente tá no único quarto desse andar, então sem problema. Posso gritar à vontade.
Já completamente solto, ele me deita de costas, sobe em cima de mim, encaixa minhas pernas nos ombros e parte pra cima com tudo.
Se eu não o conhecesse, a cara de tarado que ele faz naquele momento me paralisaria de medo, mas ali estou eu, me mijando de tesão, do calor do caralho que esse cara me faz sentir.
É uma questão física, a gente tá junto, e a combustão é espontânea.
Ardemos, implodimos, entregues a um prazer que transborda luxúria e paixão.
Faz anos que a gente não se vê, nem se fala, mas mesmo assim nossos corpos se lembram, se reconhecem, sabendo muito bem o que o outro deseja e anseia.
Quando ele termina, deixa dentro de mim, me dando tempo suficiente pra eu gozar também, me juntando àquele prazer gostoso que eu tinha tanta saudade.
Quando ela se deita de costas e solta um suspiro, como se tivesse passado um tempão submersa na água e acabasse de vir à tona, eu tiro a camisinha e chupo a rola dela, engolindo o máximo de porra que der.
Depois do prazer, me levanto e vou pro banheiro, com aquele rebolado gostoso que sempre dedico pros meus amantes depois de transar. Paro na porta e olho pra ele por cima do ombro, dando um sorriso cúmplice. Ele se levanta e vem na minha direção, com a pica ainda dura balançando pesado entre as pernas.
Me abraça por trás, apertando meus peitos com as mãos, enquanto me faz sentir na bunda o rigor da sua virilidade.
Que gostoso sentir ela assim, ainda impregnada de porra, endurecendo de novo, crescendo, aumentando de tamanho como se não existisse limite nenhum.
Sentir como ele endurece entre minhas nádegas é a coisa mais gloriosa que existe.
Nos beijamos e entramos no banheiro, enroscados num abraço que parece que não queremos soltar. Entramos no chuveiro e abrimos o registro, nos molhando, deixando a água nos encharcar com seu calor.
Ele me encurrala de costas contra os azulejos e, depois de um beijo longo e gostoso, desce até meus peitos pra chupar eles com gosto. Tô com os bicos durinhos, empinados, tão duros que até doem, mas as chupadas dele são tão gostosas que a dor vira um prazer delicioso.
Desce um pouco mais e investe na minha buceta, me dando uma chupada que me faz ver as estrelas e as constelações mais distantes.
Ele se levanta, me vira de lado e, me colocando de frente pros azulejos, vai abrindo caminho com a rola por toda a racha.
Sei o que você quer, então empurro a raba pra trás, buscando aquele contato tão desejado.
Me deixa por um momento, mas quando volta, já com a camisinha colocada, me agarra firme na cintura e, com movimentos hábeis da pelve, me enfia no cu. Me arrepio ao sentir aquela dor já conhecida.
Me relaxo e me ajeito de um jeito que as estocadas dele fiquem mais efetivas. Não tô lubrificada, então a penetração é mais dolorosa e incisiva, o que é bem-vindo. Quero sentir ele por completo, com prazer e dor, com gozo e sofrimento, sem limite nem restrições.
Tanto tempo na sombra, o Cholo mereceu bem essa aliviada..., e eu também, claro.
Empurra, empurra, empurra, e... PLAC!, ele enfia quase até a metade, eu sei porque com mais um empurrão, vibrante, arrebatado, ele enfia o resto inteiro.
Com tudo dentro, ela morde meu pescoço. A primeira coisa que me vem à cabeça é que durante toda essa semana vou ter que me maquiar pra não aparecerem as marcas dos chupões.
Sem me dar nenhum descanso, me pega pelos cabelos, como se fosse a crina de uma gostosa, e começa a me macetar com um ritmo devastador, brutal, fulminante.
Com cada porrada parece que chega até no meu estômago, revirando órgãos e intestinos, empurrando minhas entranhas de um lado pro outro.
Foder com um ex-presidiário, a sensação de prazer não pode ser mais intensa.
Sem parar de me bombar, enfia dois dedos na minha buceta como se fosse um gancho e me masturba com força, arrancando um orgasmo que repercute até no meu nervo mais íntimo.
Continua me comendo por mais um tempo, até que, sem mais condições de manter o ritmo, ele tira a camisinha e goza, espirrando na minha bunda e nas minhas costas aquela essência gostosa dele. Adoro sentir escorrendo pela minha pele, quente, grosso, cheiroso, formando veios e sulcos.
Ficamos ali, abraçados, nos deixando envolver pela magia do momento.
Apesar da foda, a rola não amolece, continua dura e intimidadora, pronta pra voltar à ação.
—Quer continuar...? —pergunto, sem muita esperança de que ela me diga que não.
Eu já tava destruída, minhas pernas tremiam de ficar ali parada aguentando as investidas dele, e os buracos pulsavam de tanto que ele tinha me dado. Mas alheio a qualquer lamento, o Cholo concorda com um sorriso que promete despedaçamento.
Me ajoelho na frente dela e chupo a pica dela, na esperança de que ela goze na minha boca e não tenha mais forças pra continuar, mas essa porra tá com vontade de continuar perfurando buracos.
Levanto e me viro de novo de cara pros azulejos, na posição de revista policial. Plantado atrás de mim, o Cholo ataca de novo meu buraco mais apertado, agora alargado ao máximo pra aguentar uma enormidade dessas.
Aquela puta que me pega no banheiro daquela pensão merece uma placa comemorativa pra lembrar aquele dia pra posteridade. Porque, não sei se é possível, mas o que eu senti foi que ela tava me arrombando o cu de novo.
Depois de tantos caras, alguma coisa deve ter ficado inteira, sem rachadura ainda, que ele se encarregou de me quebrar sem piedade. Os restos de sangue que impregnam a pica dele confirmam essa nova e inesperada ruptura.
Agora sim, depois dessa foda, a terceira seguida que a gente mandou, abrimos o chuveiro e tomamos banho juntos. Não falei nada pra ele, mas imaginava a puta diferença que devia ser pra ele ter tomado banho até ontem com uma dúzia de caras, e agora estar ali comigo, ensaboando à vontade o meu corpo.
Nós nos beijamos, nos acariciamos, aproveitando o toque, a sensação do corpo um do outro, nos entregando a esse prazer que transcende todos os sentidos.
O Cholo tinha voltado pra minha vida, e meu corpo só podia agradecer...




Esta ligação é de um Centro Penitenciário, da parte de... Cholo ..., se quiser aceitar, aperte...", informa uma gravação. Apesar da surpresa, aperto o número indicado.
Claro que eu sabia que o Cholo tava preso. Ele tinha caído fazia um tempo por causa de um rolê de pirata do asfalto. A prisão da gangue teve uma puta cobertura na mídia, mas eu só fiquei sabendo depois, depois de passar várias vezes na casa dele e não encontrar ninguém.
Minha rotina todo fim de semana que a gente ia pra San Justo era sempre a mesma. No domingo eu acordava cedo e saía pra correr, mas só ia até a casa do Cholo, pra continuar suando na cama dele.
Depois de não encontrá-lo em duas oportunidades, na terceira perguntei pra uma vizinha que tava varrendo a calçada. Nunca mais esqueci.
—Você é uma das putinhas dele? — a mina me perguntou, me olhando de um jeito que nunca na vida me senti tão humilhada.
Obviamente não tinha muito apreço pelo Cholo.
Não respondi, virei as costas e fui embora, mas ainda deu pra ouvir ele me chamando:
—Vai procurando outro macho pra você, porque ele caiu na cana e, com a ficha que ele tem, vai levar uns bons anos pra sair...
Essa foi a última vez que saí pra correr em San Justo, sem o Cholo já não fazia sentido.
Por várias fontes fui ficando sabendo da batida, da captura e da condena. Pensei em visitar ele alguma vez, mas sempre ia adiando, deixando pra depois, e lá estava ele, me chamando.
A questão é que ele ia sair em uns dias, e não tinha ninguém pra buscar. Óbvio que me ofereci pra ajudar ele, e não só isso, como a casa de San Justo tava na justiça, também arrumei um lugar pra ele ficar, pelo menos até resolver essa parada no tribunal.
No dia em que soltaram ele, fui pro presídio de Ezeiza, que era onde ele tinha cumprido a pena. Embora a hora da liberação tivesse sido marcada pras 11, ele saiu quase perto da uma.
Fiquei esperando ele na frente da entrada, roendo as unhas de nervoso, até que vejo ele saindo pelo portão de grade, só com uma sacola plástica na mão. Mesmo tendo estado preso, não tava acabado, como a gente esperaria de alguém que acabou de sair da cadeia.
Eu tinha imaginado ele acabado, olheiras fundas, os ossos marcando por baixo da pele, mas lá estava ele, o mesmo Cholo de sempre, só um pouco mais musculoso, talvez.
Saio do carro e, quando ele se aproxima, dou um beijo na bochecha dele. Sem ele falar nada, compro um cachorro-quente e um refrigerante no bar pra ele comer enquanto a gente vai pra casa que vai ser a nova dele, pelo menos até resolver a situação da dele.
Durante o trajeto a gente falou de bobeira, em nenhum momento pergunto nada sobre a prisão dela ou a situação legal.
Antes de chegar na pensão onde tinha alugado um quarto pra ele, passamos num supermercado pra abastecer. Além de comida e bebida, também comprei cigarros e uma caixa de camisinha, claro.
O quarto que aluguei pra ela ficava no terceiro andar. Já tinha rodado várias pensões antes, mas escolhi essa porque tinha banheiro privativo e era o único quarto naquele andar. Lembro de ter pensado: "Aqui não vai ter problema com meus gritos...".
— Amanhã passo aí e vamos comprar umas roupas pra você, que tal? — falo enquanto guardo as compras num armário pequeno.
—Acho que tá bom... — ela concorda.
Me agacho pra arrumar as bebidas num frigobar que trouxe do escritório.
-Pronto!- exclamo quando já está tudo arrumado.
Levanto e pego minha bolsa.
-Então, a gente se vê amanhã...
—Já vai embora? — ele me pergunta, surpreso.
Tá deitado na cama, a cabeça apoiada num braço, me olhando como o lobo mau olharia pra Chapeuzinho Vermelho.
—Aposto que você quer descansar — falo pra ela, sem dar pista se vou embora ou fico.
—Já descansei bastante, além disso um amiguinho que ficou muito sozinho todo esse tempo quer te cumprimentar — responde, acariciando a entreperna com a mão livre.
-Kkkk...- eu rio -Vai me dizer que nenhuma das suas namoradinhas foi te visitar...-
—Algumas foram, mas nenhuma se compara a você... — ele me garante, deslizando agora a mão por um entorpecimento ainda mais pronunciado.
—Sério? — pergunto, emocionada.
—Muito sério —acena, com aquele sorriso safado que desarma qualquer possível negativa da minha parte.
Deixo a bolsa e me aproximo da cama. Olhando nos olhos dele, começo a tirar a roupa, enquanto ele desabotoa a calça e tira o pau pra fora, batendo uma gostoso.
Nua, subo em cima dele, beijo ele na boca e vou descendo até dar de cara com aquele gigante pequeno.
A primeira coisa que faço é afundar o nariz na moita macia de pelos e inspirar fundo, pra encher os pulmões com aquele cheiro que me vicia tanto.
Depois de ter ficado várias vezes com o Víctor, o sócio do meu marido, que raspa toda aquela área, é uma delícia esfregar o rosto por toda essa pelagem.
Beijo as bolas dele e subo pela ereção, desenhando com a língua a trama vigorosa de veias que se estende por todo o comprimento.
Chegando na ponta, encho ela de beijos, dou uma cuspidinha e, abrindo a boca, chupo ela até bater na parede da minha garganta.
A chupada que eu dou nele faz o Cholo se agarrar nas bordas da cama e soltar um gemido igual ao do Héctor Alterio em "Cavalos Selvagens".
A puta gostosa, que vale a pena estar vivo...!
Ou, no caso do Cholo, solto.
Enquanto tiro os sapatos, as meias, a calça, a cueca dele, jogando tudo pro alto, ele mesmo coloca uma das camisinhas que acabamos de comprar.
Sento em cima dele, de cócoras, pego ele e encaixo entre os lábios da minha buceta, sentindo aquele choque elétrico que rola quando dois corpos se encaixam desse jeito.
Desço até me encher bem de pica, me esfrego contra a barriga dele e subo sem deixar sair, curtindo toda essa extensão maravilhosa que, lá dentro, parece se alongar ainda mais.
Por um tempinho ali, tá o eixo do meu mundo, meu centro de gravidade, aquilo sem o qual minha vida não teria sentido nenhum.
Eu me movo pra cima e pra baixo, cada vez mais solta, quicando contra o corpo dele, me deixando levar por esse turbilhão de sensações que me nubla os sentidos.
Desabotoo a camisa dela e me jogo por cima, esmagando os peitos contra o peito dela. Estico as pernas e deixo que agora ele se mova por baixo, me segurando pela raba, fluindo impetuoso pelo meu interior melado.
Agora sim, esse é o Cholo que eu conheço, o Cholo de San Justo, o que eu sentia falta, o que me come como um animal, como uma besta safada cujo único objetivo é massacrar a presa.
Meus gritos devem ecoar porta afora, mas a gente tá no único quarto desse andar, então sem problema. Posso gritar à vontade.
Já completamente solto, ele me deita de costas, sobe em cima de mim, encaixa minhas pernas nos ombros e parte pra cima com tudo.
Se eu não o conhecesse, a cara de tarado que ele faz naquele momento me paralisaria de medo, mas ali estou eu, me mijando de tesão, do calor do caralho que esse cara me faz sentir.
É uma questão física, a gente tá junto, e a combustão é espontânea.
Ardemos, implodimos, entregues a um prazer que transborda luxúria e paixão.
Faz anos que a gente não se vê, nem se fala, mas mesmo assim nossos corpos se lembram, se reconhecem, sabendo muito bem o que o outro deseja e anseia.
Quando ele termina, deixa dentro de mim, me dando tempo suficiente pra eu gozar também, me juntando àquele prazer gostoso que eu tinha tanta saudade.
Quando ela se deita de costas e solta um suspiro, como se tivesse passado um tempão submersa na água e acabasse de vir à tona, eu tiro a camisinha e chupo a rola dela, engolindo o máximo de porra que der.
Depois do prazer, me levanto e vou pro banheiro, com aquele rebolado gostoso que sempre dedico pros meus amantes depois de transar. Paro na porta e olho pra ele por cima do ombro, dando um sorriso cúmplice. Ele se levanta e vem na minha direção, com a pica ainda dura balançando pesado entre as pernas.
Me abraça por trás, apertando meus peitos com as mãos, enquanto me faz sentir na bunda o rigor da sua virilidade.
Que gostoso sentir ela assim, ainda impregnada de porra, endurecendo de novo, crescendo, aumentando de tamanho como se não existisse limite nenhum.
Sentir como ele endurece entre minhas nádegas é a coisa mais gloriosa que existe.
Nos beijamos e entramos no banheiro, enroscados num abraço que parece que não queremos soltar. Entramos no chuveiro e abrimos o registro, nos molhando, deixando a água nos encharcar com seu calor.
Ele me encurrala de costas contra os azulejos e, depois de um beijo longo e gostoso, desce até meus peitos pra chupar eles com gosto. Tô com os bicos durinhos, empinados, tão duros que até doem, mas as chupadas dele são tão gostosas que a dor vira um prazer delicioso.
Desce um pouco mais e investe na minha buceta, me dando uma chupada que me faz ver as estrelas e as constelações mais distantes.
Ele se levanta, me vira de lado e, me colocando de frente pros azulejos, vai abrindo caminho com a rola por toda a racha.
Sei o que você quer, então empurro a raba pra trás, buscando aquele contato tão desejado.
Me deixa por um momento, mas quando volta, já com a camisinha colocada, me agarra firme na cintura e, com movimentos hábeis da pelve, me enfia no cu. Me arrepio ao sentir aquela dor já conhecida.
Me relaxo e me ajeito de um jeito que as estocadas dele fiquem mais efetivas. Não tô lubrificada, então a penetração é mais dolorosa e incisiva, o que é bem-vindo. Quero sentir ele por completo, com prazer e dor, com gozo e sofrimento, sem limite nem restrições.
Tanto tempo na sombra, o Cholo mereceu bem essa aliviada..., e eu também, claro.
Empurra, empurra, empurra, e... PLAC!, ele enfia quase até a metade, eu sei porque com mais um empurrão, vibrante, arrebatado, ele enfia o resto inteiro.
Com tudo dentro, ela morde meu pescoço. A primeira coisa que me vem à cabeça é que durante toda essa semana vou ter que me maquiar pra não aparecerem as marcas dos chupões.
Sem me dar nenhum descanso, me pega pelos cabelos, como se fosse a crina de uma gostosa, e começa a me macetar com um ritmo devastador, brutal, fulminante.
Com cada porrada parece que chega até no meu estômago, revirando órgãos e intestinos, empurrando minhas entranhas de um lado pro outro.
Foder com um ex-presidiário, a sensação de prazer não pode ser mais intensa.
Sem parar de me bombar, enfia dois dedos na minha buceta como se fosse um gancho e me masturba com força, arrancando um orgasmo que repercute até no meu nervo mais íntimo.
Continua me comendo por mais um tempo, até que, sem mais condições de manter o ritmo, ele tira a camisinha e goza, espirrando na minha bunda e nas minhas costas aquela essência gostosa dele. Adoro sentir escorrendo pela minha pele, quente, grosso, cheiroso, formando veios e sulcos.
Ficamos ali, abraçados, nos deixando envolver pela magia do momento.
Apesar da foda, a rola não amolece, continua dura e intimidadora, pronta pra voltar à ação.
—Quer continuar...? —pergunto, sem muita esperança de que ela me diga que não.
Eu já tava destruída, minhas pernas tremiam de ficar ali parada aguentando as investidas dele, e os buracos pulsavam de tanto que ele tinha me dado. Mas alheio a qualquer lamento, o Cholo concorda com um sorriso que promete despedaçamento.
Me ajoelho na frente dela e chupo a pica dela, na esperança de que ela goze na minha boca e não tenha mais forças pra continuar, mas essa porra tá com vontade de continuar perfurando buracos.
Levanto e me viro de novo de cara pros azulejos, na posição de revista policial. Plantado atrás de mim, o Cholo ataca de novo meu buraco mais apertado, agora alargado ao máximo pra aguentar uma enormidade dessas.
Aquela puta que me pega no banheiro daquela pensão merece uma placa comemorativa pra lembrar aquele dia pra posteridade. Porque, não sei se é possível, mas o que eu senti foi que ela tava me arrombando o cu de novo.
Depois de tantos caras, alguma coisa deve ter ficado inteira, sem rachadura ainda, que ele se encarregou de me quebrar sem piedade. Os restos de sangue que impregnam a pica dele confirmam essa nova e inesperada ruptura.
Agora sim, depois dessa foda, a terceira seguida que a gente mandou, abrimos o chuveiro e tomamos banho juntos. Não falei nada pra ele, mas imaginava a puta diferença que devia ser pra ele ter tomado banho até ontem com uma dúzia de caras, e agora estar ali comigo, ensaboando à vontade o meu corpo.
Nós nos beijamos, nos acariciamos, aproveitando o toque, a sensação do corpo um do outro, nos entregando a esse prazer que transcende todos os sentidos.
O Cholo tinha voltado pra minha vida, e meu corpo só podia agradecer...




16 comentários - Preso solto...
Buen post, van diez puntos.
Más fotos que nunca.