Con mi tío perdi mi virginidad

O que vou contar aconteceu no dia seguinte ao meu aniversário de 15 anos. Minha mãe era separada, morávamos só nós duas num apartamento bem pequeno, e ela trabalhava quase o dia todo pra sustentar a gente, já que meu pai não dava um centavo e não sabíamos dele há muito tempo. Com muito esforço, ela me deu de presente de aniversário um notebook e a internet, em vez da festa que não me interessava. Ah, ia esquecendo o mais importante: o dono dessa história é meu tio, irmão da minha mãe, quatro anos mais novo que ela, que trabalha na petroleira seis dias por dois de folga e quase sempre fica em casa nesses dias. Na época, ele tinha 32 anos, magro, 1,68m de altura, olhos castanhos, 72 kg, cabelo curto e uma puta facha. Eu tenho 1,63m, 85 de busto, 60 de cintura e 90 de quadril, cabelo castanho na altura do ombro. No dia seguinte ao meu aniversário, acordei cedo pra tomar café com minha mãe e estrear meu computador. Quando ela foi pro trabalho — já que naquele dia eu não tinha aula —, depois de comer e ela sair, liguei meu notebook, entrei na internet e fui num site de chat. Comecei a conversar com um cara que supostamente era dois anos mais velho que eu. A conversa foi ficando muito erótica, e minha excitação aumentava com as coisas que ele me dizia (porque nunca se sabe se a pessoa do outro lado é realmente quem diz ser e tem a idade que fala). Ele foi me contando detalhadamente o que faria comigo se estivesse ali naquele momento, e assim fui tirando minha roupa e comecei a me masturbar feito uma louca. Minha calcinha no chão, minha saia amarrada na cintura, sem nada em cima, meus peitos de fora e meus dedos brincando na minha buceta virgem e suculenta, pensando naquele cara que me falava coisas incríveis. Quando, de repente, a porta do apartamento abriu e entrou meu tio, que vinha me cumprimentar pelo meu aniversário. Aniversário, já que no dia anterior ele não estava na cidade e, como tinha a chave do apartamento, entrou e me pegou de surpresa na sala de estar daquele jeito. Na hora, não sabia o que fazer primeiro: se me cobria, se desligava o computador pra ele não ver o que eu estava escrevendo. Então fechei a tela do notebook, me virei pra ele não continuar me vendo, desamarrei a saia da cintura, abaixei, tapei meus peitos com as mãos e saí correndo pro banheiro, sem antes pegar minha calcinha e minha camiseta, que também estavam no chão. Me vesti no banheiro e saí já mais coberta pra cumprimentar meu tio, com o rosto todo vermelho de vergonha. Ele estava me esperando no mesmo lugar, como se tivesse ficado petrificado com a imagem que tinha visto. Me cumprimentou com um beijo na bochecha, me desejou feliz aniversário e disse, com uma voz muito séria e preocupante: "Sobrinha, precisamos conversar muito seriamente sobre o que aconteceu. Senta aqui."

"Olha, sobrinha, não sei nem por onde começar. O que eu vi me deixou quase sem palavras."

"Eu... sim, mas não só sem palavras. Também com um volume aí na sua calça."

"O quê, sobrinha?"

"É sim, olha como tá marcando o pacote." (Eu sempre me dei muito bem com meu tio, a gente se divertia pra caramba junto e tinha muita intimidade.)

"Ha ha ha, sobrinha, fica séria, senão não vou conseguir falar."

"Ok, tio, me conta."

"Vou ter que contar pra sua mãe o que eu vi."

"Não, tio, por favor! Ela vai me tirar o notebook e não vai me deixar usar internet."

"É, eu sei, mas não posso ficar calado. Não é errado você ficar excitada e se masturbar, isso é natural, toda mulher e todo cara faz. Mas não é certo você usar o computador e a internet pra esse tipo de coisa. Você tava vendo filme pornô?"

"Não, não, tio, nada disso. Eu tava só num chat com um garoto e a conversa foi pra esse lado, e eu fui ficando excitada a ponto de acontecer o que você viu. Aliás, é a primeira vez que eu me masturbo. Por favor, eu te imploro, me pede qualquer coisa que eu faço. Eu não tava procurando por isso, só aconteceu. Dio — Não é isso, sobrinha. Primeiro quero saber como você foi parar nessa situação, o que te levou a esse ponto em que te encontrei, pra ver se encontro uma explicação.

Eu — Se quiser, te mostro a conversa inteira, mas com a condição de não contar pra Mamãe.

Ele — Ver, me mostra.

Eu — Tá, tio. Abro o computador e lê o que tá escrito.

Então abri o computador e ele começou a ler com atenção tudo o que estava escrito, tanto da minha parte quanto do garoto. A cara do meu querido Tio foi mudando de cor. Notei que o volume dele voltava a crescer por baixo da calça e não conseguia disfarçar, por mais que tentasse. Eu ficava cada vez mais molhada lendo tudo de novo, então, enquanto meu Tio lia com toda atenção e estava distraído, cada vez mais excitado, comecei a me acariciar a buceta, que já tava completamente encharcada de tesão, mais do que antes dele entrar, porque agora eu podia ver o volume bem marcado na calça dele. E isso me excitava muito mais. Notei que meu tio começou a se acariciar o pau por cima do tecido, sem nenhum disfarce. Me olhou de canto de olho e viu que eu tava me masturbando de novo. Me encarou. Tentei disfarçar, mas com a excitação não consegui, e ele me perguntou se eu já tinha visto um pau antes. Eu olhei pra ele e disse que não, só vi o volume dele, que é bem grandinho, mas infelizmente a calça esconde.

Ele — Soltou uma risada, ficou bem vermelho e perguntou: O que você quer, sobrinha?

Eu — Nada, Tio. É que fiquei com mais curiosidade e queria poder ver um de verdade. Além disso, você já viu minhas intimidades e não é justo que eu não veja as suas. Ele ficou pensativo por um tempo e disse: Tá bom, só vou mostrar pra você ver como é um. Abriu o zíper, tirou o pau já duro. Fiquei surpresa com o tamanho, devia ter uns 18 cm de comprimento e grosso como um pepino, com umas veias bem marcadas. Ele ficou na minha frente pra eu ver ele inteiro. Automaticamente estendi a mão pra tocar, queria sentir a textura e como era ter ele na minha mão. O primeiro deu um passo pra trás e depois deixou eu pegar nela. Eu peguei com medo e senti o corpo dela tremer com meu toque, e ao mesmo tempo sentia minha buceta cada vez mais molhadinha e minha excitação aumentando. Aí ele disse: "Vou te ensinar como tem que tocar nela." Pegou minha mão e fez eu apertar ela — meus dedos nem conseguiam abraçar toda a grossura dela. Ele mandou eu começar a deslizar pra frente e pra trás, e de trás pra frente, primeiro devagarzinho e depois cada vez mais rápido, fazendo a cabecinha dela aparecer e se esconder toda, que do meu ponto de vista tava linda e tentadora. Eu, enquanto isso, sentia o calor daquela pica linda e tava morrendo de tesão, igual ele, sem dúvida. Aí ele falou: "Sobrinha, o que a gente tá fazendo não é certo e não tem volta. Tem certeza que quer continuar? Eu prometo não contar nada pra sua mãe sobre o que vi, e você vai guardar esse segredo pra sempre." Eu respondi: "Siiiiim, titio, eu prometo." Então seu titio vai te ensinar. Ele me pegou pelos ombros, me fez ajoelhar na frente da pica magnífica dele e mandou eu abrir a boca o máximo que pudesse. Eu comecei a chupar ela como se fosse um sorvete — o cheiro que saía daquela pica linda era delicioso. Eu meti a cabecinha da pica dele na minha boquinha e comecei a chupar bem devagarinho, enquanto ele dava uns gemidinhos e se contorcia. Ele: "Sobrinha, faz sua boca criar bastante saliva pra chupada ficar mais fácil." Eu tirava e ele mandava: "Cuspi nela, love, e mete de novo." Meu tio, cada vez mais excitado, me pegou pela nuca e começou a me comer pela boquinha, e eu com minhas mãos acariciava os ovos dele sem parar de chupar aquele pedaço de carne, até que percebi que as pernas do meu titio começaram a tremer. Ele me segurou e, com um empurrão, meteu quase toda a pica dele, e eu comecei a sentir um calor e um líquido que inundava minha boca toda. Ele foi tirando devagar... Um pouco já tava mole, um verdadeiro morcilhão, e minha boca tava toda inundada de cum dele. Ele falou pra eu continuar chupando até ficar tudo limpinho e engolir todo o cum dele. Fiz exatamente isso, engoli todos os sucos dele até ele ficar todo brilhoso de saliva e duro de novo, igual no começo. Eu perguntei se ele queria que eu continuasse. Ele disse: "Não, love, a segunda descarga você vai ter em outro lugar. Agora é sua vez de aproveitar." Ele mandou eu me despir completamente, e ele fez o mesmo. Ele disse como eu tava grande e gostosa, como tinha me tornado nos últimos anos. Me levou pra cama do meu quarto, me deu um beijo longo na boca e enfiou a língua. Eu repeti os movimentos da boca dele e nos beijamos apaixonadamente. Depois, ele foi mordendo meu pescoço, descendo até meus peitos, agarrou eles por baixo, massageou e chupou bem gostoso até meus bicos ficarem duros como pedra, enquanto esfregava o volume dele por toda minha buceta e eu me contorcia de prazer com as massagens que aquela pica enorme me dava. Ele continuou descendo com a língua pelo meu ventre, mandou eu abrir bem as pernas. Pensei que ele fosse meter, mas qual foi minha surpresa quando vi ele pegar minhas pernas, colocar nos ombros dele e começar a percorrer cada centímetro da minha buceta com a língua. Eu sentia como se fossem descargas elétricas por todo meu corpo por causa das carícias da língua dele, que me faziam sentir no céu. Ele mordeu meu clitóris com os lábios e, de repente, senti meu corpo todo tremer e um formigamento por toda parte, principalmente dentro da minha buceta, que começou a destilar sucos como nunca antes tinha acontecido. Eu disse: "Não sei o que tá acontecendo comigo, tio, nunca senti nada tão gostoso. O que tá acontecendo comigo?" Ele disse: "É que você tá gozando, amor, e eu quero que você me dê todos os seus sucos, assim como você tomou os do seu titio, eu vou comer todos os sucos da sua gozada, love." Ele aumentou o ritmo das carícias com a língua e uma nova descarga... elétrica invadiu meu corpo inteiro e senti mais umidade na minha buceta e um cheirinho muito estranho que emanava da minha buceta que me excitava ainda mais, e meu tio pegava com a boca e me dizia que cheirinho gostoso você tem, minha vida, olha como meu pau ficou só de sentir esse perfume dos deuses e sentir esse gostinho delicioso que você tem, seus fluidos, e as palavras dele me deixavam mais quente e faziam jorrar mais da minha buceta os sucos. Como era a primeira vez que eu tinha um orgasmo, não sei se foi um só, longo e interminável, ou se foi uma sequência de vários, mas juro que amei, não queria que parasse mais. Aí ele tirou o rosto da minha buceta toda molhadinha e cheia dos meus cheiros e me beijou de novo na boca e me deu pra provar dos meus próprios sucos que me deixaram a mil e disse: sobrinha, eu não sou quem pra tirar sua virgindade, isso vai ser quando você tiver namorado, mas você vai me dar a virgindade do seu cuzinho. Nisso ele me pegou, me fez ficar de quatro e com o cuzinho apontado pra ele e começou a chupar meu cuzinho e minha buceta nessa posição, pegou meu clitóris com os dedos, massageava e apertava bem de leve, arrancando suspiros de prazer enquanto com a língua enfiava no meu cu como se fosse uma minipica e chupava bem gostoso. Pegou um pote de creme da minha mesinha de cabeceira, passou no dedo e espalhou bem no meu cuzinho, começou enfiando primeiro um dedinho, depois dois, e quando estava bem dilatadinho, pegou o pauzão dele, passou bastante creme, colocou dois travesseiros debaixo de mim, me puxou pra ficar bem na beira da cama, apontou o pau grosso na entrada do meu cu virgem e começou a enfiar bem devagar. Eu dizia: tio, não acho que cabe todo o seu pau aí, e ele falou: relaxa que o titio sabe. Senti aquela cabeçona entrando no meu cu, senti um pouco de dor, avisei ele, ele ficou parado um tempo até meu cuzinho se acostumar e a dor passar um pouco, e eu sozinha Fui mexendo minha bunda pra ele ir entrando um pouquinho mais, e mais um pouquinho, e mais um pouquinho, e quando fui ver, já sentia os ovos dele batendo nas minhas nádegas e o pau inteirinho dentro do meu cu. Não era mais virgem. Ficamos parados um tempo, e depois começou o entra e sai: primeiro uns centímetros, depois um pouco mais, até que entrava e saía por completo do meu rabo. Aqueles 20 cm daquele pau lindo (a medida eu descobri depois, porque quando acabamos, medi com uma régua pra saber quanto o meu cu virgem tinha comido) que me perfurava e me fazia torcer de prazer. Ele sempre mexendo no meu clitóris pra minha excitação ser ainda maior, até que senti um calor de novo na minha buceta e aquela sensação de choque elétrico, mas muito mais forte do que quando ele chupou minha buceta, porque sentir aquele pau gostoso enfiado no meu cu me fazia tremer e suspirar de paixão. Até que meu tio começou a meter com fúria, e eu sentia que aquele pau estava mais grosso e mais duro do que antes, até sentir o gozo dele enchendo todo o meu cu. O calor do gozo dele e o calor daquele pau me levaram a ter, acho, meu terceiro orgasmo seguido. Sinceramente, ter aquele pedaço de carne enchendo meu cu me fez perder a conta, e se somar minha falta de experiência e não saber direito quando chegava ao orgasmo, não saberia dizer quantos foram de verdade. Ele tirou o pau do meu cu, ainda meio duro, e me deu pra chupar até deixar impecável e duro de novo, enquanto meu cu escorria o gozo dele. E eu pensei e falei: "Agora sim, titio, você vai meter tudo na minha buceta. Vou passar de menina pra mulher." Mas grande foi minha decepção quando ele disse: "Não, minha menininha, não é certo eu roubar sua virgindade." E eu comecei a chorar de desespero que tava, de vontade de sentir aquele pau lindo e grande enchendo minha buceta. E ameacei ele, dizendo que me fizesse mulher ou contaria pra minha mãe. tudo e eu acusaria ele de estupro e você ainda poderia ir preso, já chegamos até aqui, agora quero tudo de você, titio. Ele ficou muito bravo comigo, me jogou na minha cama de novo, colocou minhas pernas no ombro dele, chupou minha pussy até ficar toda molhadinha. Passou um pouco de creme no cock dele e enfiou tudo de uma vez. Senti muita dor, como se estivesse rasgando tudo lá dentro por causa do tamanho daquele cock enorme. Ele ficou parado um tempo porque lágrimas de dor caíam dos meus olhos, e ele disse: "Me perdoa, sobrinha, você me obrigou. Quer que eu tire?" E eu, em resposta, cruzei minhas pernas nas costas dele para que ele não se mexesse e não saísse de dentro de mim até a dor ir passando. Depois, comecei a soltar minhas pernas das costas dele e me mexi bem devagarinho até a dor desaparecer completamente. Aí o soltei e pedi: "Agora sim, tio, me dá todo o seu cock, me usa como quiser." E ele começou a meter e tirar, eu gritava de prazer e pedia: "Vai, Tiito, não para! Quero todo esse pedaço lindo de cock dentro de mim, quero que me encha de cum, que inunde minha pussy por completo com toda a sua carne e todo o seu cum. Que gostoso é ter um pedaço de cock desse tamanho todo dentro de mim." Ele agarrou meus peitos, chupava como se quisesse tirar leite deles, e eu mordia o pescoço dele e dizia: "Que transa gostosa você está me dando, quanto prazer, titio! Isso tem que se repetir todos os dias que você quiser. De hoje em diante, vou ser sua slut, só sua slut, e nada mais que sua slut. Melhor ainda, quando estivermos sozinhos, você não vai mais me chamar de sobrinha, e sim de minha slut. Vai, tiooo, me monta bem montadinha, que eu vou gozar e quero que a gente goze junto. Quero sentir seu cum dentro da minha pussy." Eu gemia e suspirava de prazer. Ele não dizia nada porque estava apertando meus peitos com as mãos e a boca. De repente, ele ficou bem tenso, senti o cock dele ficar bem quente e mais grosso, e senti o cum quente dele enchendo todo o meu interior. O calor daquele pedaço de carne e do esperma quentinho dele fez eu ter uma convulsão, mas de prazer, e meus orgasmos se multiplicaram às dúzias. Eu soltei um grito que acho que até os vizinhos ouviram. Cravei minhas unhas nas costas dele, mordi o pescoço dele e deixei marcado. Mais ainda, num momento acho que até perdi a consciência de tanto prazer que ele tava me dando. Ele saiu de dentro de mim, senti o cum dele escorrendo pelas minhas pernas. Levei as mãos, molhei meus dedos com o cum dele e meus sucos, e levei à boca. Chupei meus dedos e levei ao nariz pra sentir aquele cheiro gostoso de sexo que emanava do meu corpo e do cum do meu tio. Ele se jogou de lado, exausto pelo que aconteceu. Minhas pernas ainda tremiam. Ele me deu um beijo bem longo na boca e nós dois dormimos. Acordamos umas duas horas depois, tomamos banho juntos e fizemos de novo no chuveiro. Eu apoiadinha na parede e ele atrás, enchendo toda a minha pussy de novo. Gozei mais umas duas vezes. Depois mandei ele tirar antes de gozar e chupei ele até ele inundar minha boca toda. Nós nos secamos, limpamos e trocamos os lençóis da minha cama, que ficaram manchados com meu fluxo, o cum dele e meu sangue, porque ele tinha me desvirginado pra valer. E esperamos minha mãe, como sobrinha e tio que éramos. Isso não parou por aí, mas conto outro dia.

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