Bom, aqui vai a segunda e terceira parte dessa história.
espero que vocês gostem e que excite tanto quanto a mim
valeu pelos pontos e pelos comentários
segunda parte
De manhã, quando acordei, o Pedro já tinha ido trabalhar. Ainda tinha cheiro de sexo no meu corpo, e não me importei nem um pouco — na verdade, eu tava orgulhosa daquilo. Coloquei o roupão e desci pra sala de jantar. Os meninos estavam lá, dormindo, dava pra ver o cansaço deles. Preparei o café da manhã e fui chamar meu filho, que, estranhamente, tava deitado junto com eles. Acordei ele com carinhos e beijinhos, e ele respondeu pegando minha cabeça e levando direto pro pau dele. Não hesitei um segundo e chupei bem devagar por vários minutos. Depois, me levantei e fui pra mesa com ele atrás de mim. Ele esfregou o pau em mim, me abraçando por cima dos peitos, e me deu um beijo.
Jorge, te amo, você é divina, mas acima de tudo você é minha putinha e só minha.
Me virei, me ajoelhei e chupei o pau dele como nunca, não parei até ter o néctar dele na minha boca. A gente sentou e tomou café da manhã, enquanto os caras iam se levantando. Todos eles me cumprimentaram com um beijo e acariciando meus peitos, me fazendo sentir uma rainha, não me deixavam sair da mesa. Pablo saiu de casa e voltou com pães doces, a gente comeu com o café e depois deixei os caras trabalharem sossegados. Subi pro meu quarto e me deitei na cama pra descansar de tanto sexo, parecia que eu tinha recuperado meus encantos e tava adorando. Assim acabei dormindo de novo, não sei quanto tempo passou, mas quando acordei os quatro estavam no meu quarto, totalmente pelados. Não me deram tempo pra nada e, sem perceber, já estavam em cima de mim acariciando meu corpo todo, de novo entregue pra aqueles paus jovens. Minha buceta já tava encharcada e nem soube quem tava me penetrando porque tava ocupada chupando e chupando. A luxúria tinha tomado o quarto e assim, primeiro um por um e depois todos juntos, se apossaram de mim, me enchendo de dor e prazer até deixar eles exaustos. Terminei entre os lençóis encharcados da porra de todos eles, igual a mim. Mesmo sozinha, as palavras deles ainda ecoavam na minha cabeça e era isso que mais me excitava. Fiquei ali com meu corpo exausto de tantos orgasmos, esperando eles saírem de casa. Depois desci, tomei banho, troquei os lençóis e fui atrás do Jorginho, não queria que ele me dedurasse pro pai dele. Quando finalmente consegui a atenção dele, a gente sentou pra conversar.
Isso foi uma loucura e assim deve ficar, nem uma palavra pro teu pai, nunca mais vai se repetir.
Jorge, não, véia, tu tá enganada, vai se repetir quantas vezes eu quiser, esse é o preço do meu silêncio, além disso, sei que você curtiu pra caralho, uma puta como você não tem rival, ficou bem claro.
Me dei conta de que tava na mão dele, tinha perdido e não tinha chance nenhuma de ganhar, tava obrigada a ser a putinha dele. Só falei que tava tudo bem, que ele tinha vencido por enquanto, e ele disse que eu também tava ganhando. Preparei o jantar e quando o Pedro chegou, tudo tava normal em casa. Jantamos e o Jorge foi pro quarto dele falando que tinha que estudar. O Pedro me contou do trabalho dele e eu falei como os meninos se comportaram bem em casa. Como sempre, ele foi descansar e me deixou arrumando e limpando a cozinha. Já sabia que quando entrasse no quarto ele ia tar profundamente dormindo, então passei pelo quarto do Jorge com a intenção de dar um oi. Me convinha ficar de boa com ele, mas parece que ele tava me esperando. Quando entrei, encontrei ele completamente pelado. Sem ele falar nada, abaixei no pinto dele e chupei. Quando tava durasso, ele me colocou de quatro e me comeu com muita força, tanto na minha pussy quanto no meu cu. Assim fui dormir. Assim me tornei a mulher que satisfazia todos os caprichos dele e, sinceramente, não me desagradava.
terceira parte
Chegou a sexta-feira, os dias continuaram tensos pra mim, embora na verdade a única coisa que tinha mudado na rotina era transar com o Jorgito toda noite antes de dormir. De manhã, o Pedro me surpreendeu.
Pedro, amor, hoje viajo pra uma filial, tem que fazer uns reparos importantes. Volto na segunda à noite, com certeza.
Bom, amor, sem problema, eu fico com o Jorgito, já sabe, ele não sai muito, então a gente vai se divertir pra caralho.
Sozinha o fim de semana inteiro esperando as vontades do Jorginho e vendo como ele ia encarar elas, mas nunca imaginei que fosse tão longe, por isso troquei uma ideia com ele no café da manhã.
Teu pai não volta até segunda de manhã, surgiu um trampo muito importante pra ele, então pelo amor de Deus, se comporta nesses dias.
Jorge, que bom, agora vamos ter uns dias gostosos, vai se preparando que essa tarde a gente se encontra de novo, então tá com sorte.
De sorte? Por quê? Espero que não seja igual à quarta-feira.
Jorge não para por nada, vai ser muito melhor assim, então se prepara, te juro que você vai adorar.
Me deixou de boca aberta. Ele pegou as coisas dele e foi embora, me deixando curiosa sobre o que ia rolar. Então me dediquei a preparar tudo, fui fazer as compras, peguei umas cervejas e salgadinhos, queria agradar eles e garantir que o Jorge não passasse vergonha com os amigos, mesmo sem saber o que eles queriam. Esperava que não fosse a mesma coisa de sempre, porque minha tesão já tinha baixado com o Jorgito. Quando eles chegaram, já tinha tudo pronto e, por precaução, me vesti pra ocasião: um soltinho preto bem grande. Percebi que tinha mais dois caras, que não perderam tempo em se apresentar: um era o Leandro e o outro o Juan. Na hora, levei as cervejas pra mesa enquanto o Jorge colocava uma música. O Adrián, como sempre, tomou a dianteira, passou a mão na minha bunda e naquele momento eu soube que não tinha escapatória. O plano do Jorge era que eu fosse a puta de todos eles, isso tava na cara. Sentei e pensei comigo: não vou conseguir escapar deles, então por que não aproveitar o que tá pela frente? Começamos a beber enquanto eles riam entre si, e o Jorge quebrou o gelo. Em segundos, ele tava em cima de mim, me abraçando, me levou pro meio da sala e a gente começou a dançar na frente de todos os caras. Ele me apertava contra o corpo dele, me prendendo nos braços e passando as mãos nas minhas costas até uma delas chegar na minha bunda. Não sei por quê, mas eu gostei e deixei ele fazer. Ficou assim por um tempo até que ele levantou minha saia, deixando minha calcinha fio-dental e minhas nádegas à mostra pra quem quisesse ver. Isso durou pouco, porque o Adrián se grudou nas minhas costas e, em segundos, eu tava no meio dos dois, sendo apalpada por todos os lados. Assim, me levaram até o sofá e eu percebi que o sexo tava começando de verdade, e eu queria muito fazer.
Não, Jorginho, não faz isso, amor, por favor.
Jorge, se você adora uma puta, aproveitaaaaa
Assim, meu solero ficou na minha cintura e enquanto o Jorge tirava minha tanga, o Adrián chupava minha bunda e o Pablo já tava me dando o pau dele pra eu chupar. Fechei os olhos e meti na minha boca, pronta pra aproveitar esses paus. Em segundos, já tava sendo penetrada pelo Adrián, o que me arrancava gemidos, e as coisas que ele falava no meu ouvido me deixavam mais tesuda ainda, fazendo eu pedir mais e mais.
Adrian, coitado, teu marido merece esses chifrões, como é que pode não te comer, certeza que eu te como melhor que esse corno.
Siiim, tu é o melhoooorrr, me dá maaais, mais fooorrteeee, me enche toda, bebeeee, sou toda sua
Já tava louca e queria mais, esperava o primeiro orgasmo com ansiedade e faria qualquer coisa pra ter ele, o adrian me deixou na mão porque tirou sem gozar, isso me desmontou por completo e o jorge me disse
Jorge agora implora por cock slut, quero ouvir você implorar pra ser comida. Se não fizer assim gostosa, a gente vai te largar.
Por favor, não me deixa assimiiii... me dá uma pijamaaaa... quero pica jááá
Desci pra pista e fiquei de quatro, deixando minha buceta toda exposta. Na hora já tinha uma rola de novo no meu cu, outra na minha boca e, por último, na minha pussy. Tavam me enchendo de todos os lados enquanto eu sofria com a porrada que tavam me dando, e ao mesmo tempo chegava o primeiro orgasmo. Era maravilhoso pra mim, sentir duas picas dentro de novo me arrebentando por completo. Jorge saiu de baixo e, finalmente, o Adrian encheu meu cu e também saiu. Não me deram tempo pra nada, já tinha o Pablo penetrando meu cu e o Gustavo me fazendo mamar. Não me davam descanso, assim passaram todos pelo meu cu, me deixando de quatro com as pernas tremendo e sem conseguir me levantar. Consegui três orgasmos e agora esperava me recuperar pra ir buscar mais. Peguei uma cerveja e fui tomar um banho. Quando saí, Jorge me levou pro meu quarto e, enquanto ele me comia de novo, os amigos dele jantavam esperando a vez da nova puta deles.
Jorge, eles vão vir te comer uma por uma, atende eles direitinho, entendeu, puta?
Ele foi quem me tratou pior na cama. Por sorte, entre um boy e outro, teve um tempinho bom que me dava tempo de me recuperar. Depois dessas fodas, apaguei igual a eles. Perto do meio-dia, acordei envolvida num cheiro de sexo que matava — realmente tinham me dado com força e ainda tava doendo até o cu. Desci pra cozinha e encontrei vários deles acordados. Na hora me passaram chimarrão e me sentaram super educadamente. Falei que precisava sair pra fazer umas compras, mas era só uma desculpa pra não me foderem de novo. Não adiantou nada. Sabia que ia perder de novo e só esperava que isso tudo terminasse logo.
Pablo me disse, Jorge, que seu marido não te dá bola, que várias vezes ele te viu vestida sexy e mesmo assim não rolava nada.
Bom, não é bem assim, mas é verdade sim.
Leandro, e é por isso que vem a chifrada. Com quantos você já matou a vontade, hein? Porque, além do mais, você é uma mulher muito safada.
Não, eles nunca foram os primeiros e espero que hoje sejam os últimos.
Gustavo, não acredito, você adora sexo pra caralho, nasceu pra transar e curte muito, isso dá pra perceber de longe.
Pablo, segundo o Jorge, você é muito fogosa e já quer pica na hora — isso ficou bem claro ontem à noite.
Bom, sim, mas não o tempo todo, galera, não é assim.
Eles sabiam que eu estava mentindo, já estava molhada de novo e quando o Gustavo enfiou a mão entre minhas pernas, quis impedir, mas não consegui.
Gustavo, me parece que agora, se não for verdade, por algum motivo você tá toda molhada.
Leandro é divina, nada mais gostoso que uma puta tesuda.
Pablo, e além disso, com esse corpo gostoso, ela tá pra não parar de comer nunca. Por isso não entendo o corno.
Gustavo tem outra ou virou viado? Outra não tem... não é verdade, divina.
Não consegui responder, já tinha as mãos dela em todo lugar e a única coisa que consegui falar foi
Não, rapazes. Aqui na cozinha não. Vamos pro meu quarto.
Assim me levaram andando e me acariciando por todos os lados, a conversa tinha dado muito certo, mas por dentro eu queria acabar com tudo isso, não conseguia, meu tesão de ser tão puta me vencia e isso me fazia perder, era capaz de tudo por um novo orgasmo. Então me ajoelhei no chão e comecei a chupar os paus delas enquanto elas castigavam minha cara, até que o Gustavo enfiou o dele na minha buceta já toda molhada, eu só queria gozar e nada mais importava, logo veio o orgasmo e eu quis parar eles, mas não consegui, e mesmo não querendo mais, eles continuavam me comendo, não pararam até meter os paus em todos os buracos ao mesmo tempo. O que mais sofria era meu cu, não sei em que momento me colocaram na cama e ali fiquei derrotada na poça de porra dos caras. Nem preciso dizer que, enquanto me comiam, os amigos foram acordando e a sessão de sexo ficou interminável, por sorte meus orgasmos também eram. Eles tinham descoberto como me excitar a ponto de me entregar por uma rola, por isso me xingavam, me chamavam de puta o tempo todo e zoavam meu marido e os chifres dele. No final, tive que descer e preparar comida, parecia que eles não tinham intenção de ir embora. O Jorge juntou dinheiro para as compras e saiu com o André para o supermercado mais próximo. Dava pra ver que eles estavam adorando, e eu, no fundo, também, porque depois do sexo me tratavam muito bem e até me ajudavam com as coisas. No fim das contas, não estava passando mal, muito pelo contrário.
espero que vocês gostem e que excite tanto quanto a mim
valeu pelos pontos e pelos comentários
segunda parte
De manhã, quando acordei, o Pedro já tinha ido trabalhar. Ainda tinha cheiro de sexo no meu corpo, e não me importei nem um pouco — na verdade, eu tava orgulhosa daquilo. Coloquei o roupão e desci pra sala de jantar. Os meninos estavam lá, dormindo, dava pra ver o cansaço deles. Preparei o café da manhã e fui chamar meu filho, que, estranhamente, tava deitado junto com eles. Acordei ele com carinhos e beijinhos, e ele respondeu pegando minha cabeça e levando direto pro pau dele. Não hesitei um segundo e chupei bem devagar por vários minutos. Depois, me levantei e fui pra mesa com ele atrás de mim. Ele esfregou o pau em mim, me abraçando por cima dos peitos, e me deu um beijo.
Jorge, te amo, você é divina, mas acima de tudo você é minha putinha e só minha.
Me virei, me ajoelhei e chupei o pau dele como nunca, não parei até ter o néctar dele na minha boca. A gente sentou e tomou café da manhã, enquanto os caras iam se levantando. Todos eles me cumprimentaram com um beijo e acariciando meus peitos, me fazendo sentir uma rainha, não me deixavam sair da mesa. Pablo saiu de casa e voltou com pães doces, a gente comeu com o café e depois deixei os caras trabalharem sossegados. Subi pro meu quarto e me deitei na cama pra descansar de tanto sexo, parecia que eu tinha recuperado meus encantos e tava adorando. Assim acabei dormindo de novo, não sei quanto tempo passou, mas quando acordei os quatro estavam no meu quarto, totalmente pelados. Não me deram tempo pra nada e, sem perceber, já estavam em cima de mim acariciando meu corpo todo, de novo entregue pra aqueles paus jovens. Minha buceta já tava encharcada e nem soube quem tava me penetrando porque tava ocupada chupando e chupando. A luxúria tinha tomado o quarto e assim, primeiro um por um e depois todos juntos, se apossaram de mim, me enchendo de dor e prazer até deixar eles exaustos. Terminei entre os lençóis encharcados da porra de todos eles, igual a mim. Mesmo sozinha, as palavras deles ainda ecoavam na minha cabeça e era isso que mais me excitava. Fiquei ali com meu corpo exausto de tantos orgasmos, esperando eles saírem de casa. Depois desci, tomei banho, troquei os lençóis e fui atrás do Jorginho, não queria que ele me dedurasse pro pai dele. Quando finalmente consegui a atenção dele, a gente sentou pra conversar.
Isso foi uma loucura e assim deve ficar, nem uma palavra pro teu pai, nunca mais vai se repetir.
Jorge, não, véia, tu tá enganada, vai se repetir quantas vezes eu quiser, esse é o preço do meu silêncio, além disso, sei que você curtiu pra caralho, uma puta como você não tem rival, ficou bem claro.
Me dei conta de que tava na mão dele, tinha perdido e não tinha chance nenhuma de ganhar, tava obrigada a ser a putinha dele. Só falei que tava tudo bem, que ele tinha vencido por enquanto, e ele disse que eu também tava ganhando. Preparei o jantar e quando o Pedro chegou, tudo tava normal em casa. Jantamos e o Jorge foi pro quarto dele falando que tinha que estudar. O Pedro me contou do trabalho dele e eu falei como os meninos se comportaram bem em casa. Como sempre, ele foi descansar e me deixou arrumando e limpando a cozinha. Já sabia que quando entrasse no quarto ele ia tar profundamente dormindo, então passei pelo quarto do Jorge com a intenção de dar um oi. Me convinha ficar de boa com ele, mas parece que ele tava me esperando. Quando entrei, encontrei ele completamente pelado. Sem ele falar nada, abaixei no pinto dele e chupei. Quando tava durasso, ele me colocou de quatro e me comeu com muita força, tanto na minha pussy quanto no meu cu. Assim fui dormir. Assim me tornei a mulher que satisfazia todos os caprichos dele e, sinceramente, não me desagradava.
terceira parte
Chegou a sexta-feira, os dias continuaram tensos pra mim, embora na verdade a única coisa que tinha mudado na rotina era transar com o Jorgito toda noite antes de dormir. De manhã, o Pedro me surpreendeu.
Pedro, amor, hoje viajo pra uma filial, tem que fazer uns reparos importantes. Volto na segunda à noite, com certeza.
Bom, amor, sem problema, eu fico com o Jorgito, já sabe, ele não sai muito, então a gente vai se divertir pra caralho.
Sozinha o fim de semana inteiro esperando as vontades do Jorginho e vendo como ele ia encarar elas, mas nunca imaginei que fosse tão longe, por isso troquei uma ideia com ele no café da manhã.
Teu pai não volta até segunda de manhã, surgiu um trampo muito importante pra ele, então pelo amor de Deus, se comporta nesses dias.
Jorge, que bom, agora vamos ter uns dias gostosos, vai se preparando que essa tarde a gente se encontra de novo, então tá com sorte.
De sorte? Por quê? Espero que não seja igual à quarta-feira.
Jorge não para por nada, vai ser muito melhor assim, então se prepara, te juro que você vai adorar.
Me deixou de boca aberta. Ele pegou as coisas dele e foi embora, me deixando curiosa sobre o que ia rolar. Então me dediquei a preparar tudo, fui fazer as compras, peguei umas cervejas e salgadinhos, queria agradar eles e garantir que o Jorge não passasse vergonha com os amigos, mesmo sem saber o que eles queriam. Esperava que não fosse a mesma coisa de sempre, porque minha tesão já tinha baixado com o Jorgito. Quando eles chegaram, já tinha tudo pronto e, por precaução, me vesti pra ocasião: um soltinho preto bem grande. Percebi que tinha mais dois caras, que não perderam tempo em se apresentar: um era o Leandro e o outro o Juan. Na hora, levei as cervejas pra mesa enquanto o Jorge colocava uma música. O Adrián, como sempre, tomou a dianteira, passou a mão na minha bunda e naquele momento eu soube que não tinha escapatória. O plano do Jorge era que eu fosse a puta de todos eles, isso tava na cara. Sentei e pensei comigo: não vou conseguir escapar deles, então por que não aproveitar o que tá pela frente? Começamos a beber enquanto eles riam entre si, e o Jorge quebrou o gelo. Em segundos, ele tava em cima de mim, me abraçando, me levou pro meio da sala e a gente começou a dançar na frente de todos os caras. Ele me apertava contra o corpo dele, me prendendo nos braços e passando as mãos nas minhas costas até uma delas chegar na minha bunda. Não sei por quê, mas eu gostei e deixei ele fazer. Ficou assim por um tempo até que ele levantou minha saia, deixando minha calcinha fio-dental e minhas nádegas à mostra pra quem quisesse ver. Isso durou pouco, porque o Adrián se grudou nas minhas costas e, em segundos, eu tava no meio dos dois, sendo apalpada por todos os lados. Assim, me levaram até o sofá e eu percebi que o sexo tava começando de verdade, e eu queria muito fazer.
Não, Jorginho, não faz isso, amor, por favor.
Jorge, se você adora uma puta, aproveitaaaaa
Assim, meu solero ficou na minha cintura e enquanto o Jorge tirava minha tanga, o Adrián chupava minha bunda e o Pablo já tava me dando o pau dele pra eu chupar. Fechei os olhos e meti na minha boca, pronta pra aproveitar esses paus. Em segundos, já tava sendo penetrada pelo Adrián, o que me arrancava gemidos, e as coisas que ele falava no meu ouvido me deixavam mais tesuda ainda, fazendo eu pedir mais e mais.
Adrian, coitado, teu marido merece esses chifrões, como é que pode não te comer, certeza que eu te como melhor que esse corno.
Siiim, tu é o melhoooorrr, me dá maaais, mais fooorrteeee, me enche toda, bebeeee, sou toda sua
Já tava louca e queria mais, esperava o primeiro orgasmo com ansiedade e faria qualquer coisa pra ter ele, o adrian me deixou na mão porque tirou sem gozar, isso me desmontou por completo e o jorge me disse
Jorge agora implora por cock slut, quero ouvir você implorar pra ser comida. Se não fizer assim gostosa, a gente vai te largar.
Por favor, não me deixa assimiiii... me dá uma pijamaaaa... quero pica jááá
Desci pra pista e fiquei de quatro, deixando minha buceta toda exposta. Na hora já tinha uma rola de novo no meu cu, outra na minha boca e, por último, na minha pussy. Tavam me enchendo de todos os lados enquanto eu sofria com a porrada que tavam me dando, e ao mesmo tempo chegava o primeiro orgasmo. Era maravilhoso pra mim, sentir duas picas dentro de novo me arrebentando por completo. Jorge saiu de baixo e, finalmente, o Adrian encheu meu cu e também saiu. Não me deram tempo pra nada, já tinha o Pablo penetrando meu cu e o Gustavo me fazendo mamar. Não me davam descanso, assim passaram todos pelo meu cu, me deixando de quatro com as pernas tremendo e sem conseguir me levantar. Consegui três orgasmos e agora esperava me recuperar pra ir buscar mais. Peguei uma cerveja e fui tomar um banho. Quando saí, Jorge me levou pro meu quarto e, enquanto ele me comia de novo, os amigos dele jantavam esperando a vez da nova puta deles.
Jorge, eles vão vir te comer uma por uma, atende eles direitinho, entendeu, puta?
Ele foi quem me tratou pior na cama. Por sorte, entre um boy e outro, teve um tempinho bom que me dava tempo de me recuperar. Depois dessas fodas, apaguei igual a eles. Perto do meio-dia, acordei envolvida num cheiro de sexo que matava — realmente tinham me dado com força e ainda tava doendo até o cu. Desci pra cozinha e encontrei vários deles acordados. Na hora me passaram chimarrão e me sentaram super educadamente. Falei que precisava sair pra fazer umas compras, mas era só uma desculpa pra não me foderem de novo. Não adiantou nada. Sabia que ia perder de novo e só esperava que isso tudo terminasse logo.
Pablo me disse, Jorge, que seu marido não te dá bola, que várias vezes ele te viu vestida sexy e mesmo assim não rolava nada.
Bom, não é bem assim, mas é verdade sim.
Leandro, e é por isso que vem a chifrada. Com quantos você já matou a vontade, hein? Porque, além do mais, você é uma mulher muito safada.
Não, eles nunca foram os primeiros e espero que hoje sejam os últimos.
Gustavo, não acredito, você adora sexo pra caralho, nasceu pra transar e curte muito, isso dá pra perceber de longe.
Pablo, segundo o Jorge, você é muito fogosa e já quer pica na hora — isso ficou bem claro ontem à noite.
Bom, sim, mas não o tempo todo, galera, não é assim.
Eles sabiam que eu estava mentindo, já estava molhada de novo e quando o Gustavo enfiou a mão entre minhas pernas, quis impedir, mas não consegui.
Gustavo, me parece que agora, se não for verdade, por algum motivo você tá toda molhada.
Leandro é divina, nada mais gostoso que uma puta tesuda.
Pablo, e além disso, com esse corpo gostoso, ela tá pra não parar de comer nunca. Por isso não entendo o corno.
Gustavo tem outra ou virou viado? Outra não tem... não é verdade, divina.
Não consegui responder, já tinha as mãos dela em todo lugar e a única coisa que consegui falar foi
Não, rapazes. Aqui na cozinha não. Vamos pro meu quarto.
Assim me levaram andando e me acariciando por todos os lados, a conversa tinha dado muito certo, mas por dentro eu queria acabar com tudo isso, não conseguia, meu tesão de ser tão puta me vencia e isso me fazia perder, era capaz de tudo por um novo orgasmo. Então me ajoelhei no chão e comecei a chupar os paus delas enquanto elas castigavam minha cara, até que o Gustavo enfiou o dele na minha buceta já toda molhada, eu só queria gozar e nada mais importava, logo veio o orgasmo e eu quis parar eles, mas não consegui, e mesmo não querendo mais, eles continuavam me comendo, não pararam até meter os paus em todos os buracos ao mesmo tempo. O que mais sofria era meu cu, não sei em que momento me colocaram na cama e ali fiquei derrotada na poça de porra dos caras. Nem preciso dizer que, enquanto me comiam, os amigos foram acordando e a sessão de sexo ficou interminável, por sorte meus orgasmos também eram. Eles tinham descoberto como me excitar a ponto de me entregar por uma rola, por isso me xingavam, me chamavam de puta o tempo todo e zoavam meu marido e os chifres dele. No final, tive que descer e preparar comida, parecia que eles não tinham intenção de ir embora. O Jorge juntou dinheiro para as compras e saiu com o André para o supermercado mais próximo. Dava pra ver que eles estavam adorando, e eu, no fundo, também, porque depois do sexo me tratavam muito bem e até me ajudavam com as coisas. No fim das contas, não estava passando mal, muito pelo contrário.
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