Mi excepcional Cuñada I

Autor Ferlo ***** Eu a vi quando cheguei da escola. Era parecida com a que eu tinha visto nas fotos do casamento: branca, uns 28 anos, estatura média, cerca de 1,65m eu diria, rosto agradável com um par de olhos alegres e emoldurados por uma cabeleira negra até os ombros, seios médios a grandes, mas o que chamava atenção era a bunda, generosa e empinada. A calça preta destacava aquele rabo de cair o cu da bunda, mas não me permitiu analisar as pernas. Enfim, era minha excepcional cunhada, tão falada pelo José, meu irmão mais velho, desde o casamento deles há 5 anos. Mas por morar em outra cidade, eu não a conhecia, já que quando meus pais viajaram para o casamento, eu, por motivos de estudo e pela minha idade, não fui. Agora ela parecia mais madura que nas fotos e mais gostosa, pensei eu, que com meus 17 anos tinha os hormônios à flor da pele.

- “Olá, então este é o Fernando, o bebê da casa”, disse, dirigindo-se a mim e beijando minhas bochechas. Aspirei seu perfume suave. José disse: “Fernandito vai te acompanhar e atender quando eu não estiver, então, meu amor, retribua as atenções da melhor forma que puder”. Ela disse: “Ainda bem que já arrumei quem me acompanhe, porque o José, com suas ocupações, nunca tem tempo pra mim. Ou você também vai me deixar sozinha?”. Eu me coloquei à disposição, já que estava terminando o curso e no meu tempo livre podia atendê-la, pois meu irmão, que estava em comissão de auditoria na nossa cidade para o banco onde trabalha, estava bastante ocupado. Então ele me diz:

- “Bom, irmãozinho, você não sabe no que se meteu com essa promessa de atenção, porque a Virgínia é hiperativa e absorvente. Agora, nos ajude a subir as malas, porque tomamos de assalto o seu quarto, que é maior e tem banheiro interno. Você passa para o quarto ao lado, mas pode continuar se banhando aí mesmo, só enquanto estivermos aqui de visita. Isso foi sugerido pelos nossos pais”.

Resignadamente, tive que xingar pra mim mesmo por essa expropriação sem consulta, mas é que o José sempre foi o filho preferido e... porque ajudo meus pais financeiramente, então subi as malas para o segundo andar, onde fica meu quarto, já que meus pais dormem no primeiro. Naquela noite fiquei estudando na sala para as provas finais até tarde, quando ouvi passos na escada. Era minha cunhada Virgínia descendo. Ela se surpreendeu ao me ver, já que só estava com um pijama curto. Finalmente pude ver suas pernas grossas. Ela disse suavemente: "Não sabia que você estava acordado, só desci para pegar água na geladeira. Continue estudando." Passou ao meu lado e a saia curtinha mal cobria sua bunda. Agora pude observar suas pernas torneadas, com coxas grossas mas firmes. Mas o melhor foi quando ela abriu a geladeira e se inclinou para pegar uma jarra – pude ver seu cu! Ela não estava de calcinha! As nádegas grandes me impressionaram e a luz interna deixou ver entre suas pernas um tufo de pelos escuros. Foi só um instante, mas foi uma visão gloriosa. Ela voltou para mim e através do pijama dava para ver os mamilos e uma mancha escura na virilha. Colocou um dedo na boca pedindo silêncio e sussurrou no meu ouvido: "Não fala nada, senão alguém pode acordar e me ver assim vestida na sua frente." Ao subir as escadas, vi novamente a parte inferior de suas nádegas, e conforme ela subia, mais apareciam. Me abaixei para melhorar o ângulo e observar melhor como as massas carnudas de sua bunda se moviam. No topo da escada, via seu cu completamente, quando ela virou e me pegou espiando. Quase morri de susto! Fingi que estava pegando um lápis, mas fiquei pálido. No dia seguinte, meu irmão tomou banho bem cedo e saiu para trabalhar. Eu precisava usar o chuveiro, então, com certo medo e vergonha, às 8h bati na porta. "Pode entrar, Fernando, não precisa bater. É seu quarto, e assim você não me acorda. Eu durmo até tarde, viu? Esta tarde você me acompanha para fazer umas compras, quando voltar da escola." Ela estava coberta com um cobertor até a cintura, a... O pijama, com seu grande decote, deixava ver parte dos seus seios até perto dos mamilos, e estes, através do tecido, ficavam visíveis. - "Ok. O que você disser". Só consegui responder e entrei no banheiro fechando a porta. A visão das tetas me deixou excitado, mas não tive coragem de me masturbar com minha cunhada tão perto. Quando saí, ela estava dormindo de bruços e o cobertor havia escorregado, e o pijama subiu, revelando agora uma parte de suas nádegas e das costas. Ela continuava sem calcinha; pude ver uma nádega branca com pelos curtos e macios, escuros sobre a pele clara, e entre a parte superior da fenda, um pouco mais longos. Parei silenciosamente ao seu lado e, aproximando meu rosto da racha, observei-a detalhadamente. Deu vontade de acariciá-la ou de lambê-la. A pele lisa convidava ao toque. Um leve movimento de sua perna me encheu de pânico: ela havia acordado!... Ufa,... foi apenas um reflexo involuntário, mas o cobertor deslizou e a racha ficou exposta quando ela recolheu uma de suas coxas grossas. Ambas as nádegas apareceram. Que beleza!... A separação de sua bunda havia se aberto, os pelos macios entre suas nádegas e, no fundo, o anel carnudo e um pouco saliente de seu ânus. Algo me impulsionava a tocá-lo. Pequenas estrias se perdiam no buraco rosado. Pareceu um século olhar em detalhe seu buraco traseiro e, ao fundo, sua suave maranha de pelos negros que fechavam o panorama... Minha cunhada indefesa me proporcionava todo um espetáculo mórbido. Quis ficar, mas meu medo de ser descoberto foi maior e, silenciosamente, saí para o meu quarto, onde pude me masturbar à vontade.

Naquela tarde, saímos para fazer compras. Pensei que ela iria comentar algo sobre minha tentativa de ver sua bunda nas escadas, mas ela não mencionou nada. Ela estava muito linda, com uma saia até a metade da coxa, sem meias, e uma blusa colada ao corpo. Entramos em vários shoppings, comemos sorvete; na verdade, estivemos como velhos amigos. Depois, insisti para subirmos em alguns brinquedos mecânicos, onde, com a cumplicidade dos movimentos bruscos, mais de uma vez... Apertei seus seios, até num brinquedo que era um tobogã sobre trilhos para duplas, eu fiquei na parte de trás e ela entre minhas pernas, senti suas nádegas duras contra meu pau e coloquei um braço em volta da sua cintura. "Me abraça forte que tô com medo", ela disse. Quando começamos, minha mão caiu no peito dela e ali deixei, minha cunhada nem se mexeu, senti sua massa macia de carne na minha mão, podia sentir o mamilo com meus dedos e em cada curva eu apertava, meu pau empurrava sua bunda. Quando descemos, minha ereção era evidente mas disfarcei. Chegamos a uma área de brinquedos infantis que, por causa do horário, estava vazia, onde ela quis que subíssemos num escorregador. Ela começou a subir a escada e eu a segui, suas nádegas começaram a aparecer assim que ela subiu os primeiros degraus e sua calcinha, que estava enfiada na fenda do seu cu, generosamente me deu a visão total das suas nádegas a apenas 50 cm do meu rosto. Claro que ela sabia o que estava me mostrando. Quando subia cada degrau, suas pernas se abriam e os lábios grossos ficavam claramente visíveis, alguns pelos escapavam pelos lados. Ao chegar no topo, ela se lançou e eu a segui, impactado pela visão. Depois caminhamos a tarde toda e exaustos chegamos em casa, ainda não tinha ninguém. Nos sentamos para ver TV na sala, minha cunhada parecia exausta pela caminhada e deitou no sofá. Ela me diz: "Fernandito, desculpa o incômodo, mas como você é meu cunhadinho, vou pedir uma massagem nas pernas porque tô morta. Sobe lá, na minha mala tem um creme de massagem que o José usa em mim". Nem lento nem preguiçoso, trouxe o creme. Ela deitada no sofá e eu me ajoelhei ao seu lado, levantando um pouco a saia acima da metade da coxa, comecei a esfregar suas pernas grossas e firmes. Ela fechou os olhos enquanto eu continuava subindo minhas mãos pelas suas coxas, mas só até onde a saia levantada permitia. Eu queria ver sua calcinha, mas não me atrevia a subir mais as mãos. Depois de um tempo, ela me diz... cunhada, - "Bom, somos cunhados e sei que posso confiar em você, fico até com um pouco de vergonha, mas preciso de uma boa massagem na perna toda. O problema é que minha calcinha é pequena e você vai ver bastante coisa, nada de outro mundo, mas algo diferente pra você que é tão jovem. Espero que não se escandalize, mas acho que entre cunhados não deve haver vergonha e me parece que você é muito discreto e respeitoso, certo? Vou levantar minha saia, você pode olhar o que quiser, mas me massageie só até o começo da minha calcinha". Ao que respondi: "Tranquila, não se preocupa, sou a discrição em pessoa e além do mais você é a esposa do meu irmão". Ela levantou a saia totalmente até o umbigo e pude apreciar uma vulva volumosa. A calcinha pequena e semitransparente só cobria uma parte da buceta, e os pelos escapavam pelos lados. Fazia tempo que ela não depilava os lados das pernas e a linha do biquíni, e os pelos eram curtos mas grossos. O Monte de Vênus formava uma protuberância por causa da quantidade de pelo que tinha ali. Nunca tinha visto tanto pelo junto, pra ser sincero minha experiência era limitada - só tinha tocado no cinema duas das minhas únicas namoradas, as periquitas delas quase sem pelos, mas isso era outra coisa. Isso que eu tinha na minha frente era uma verdadeira cosota. Tentando não tremer e disfarçar minha ereção, comecei a massagear as coxas, subindo minhas mãos até chegar na fronteira entre a pele e a zona peluda da perna. A pele das coxas dela era macia e o creme deslizava minhas mãos. Decidi subir até os pelos do lado da perna, esfreguei com delicadeza e subi meus dedos pelo vinco entre a perna e a vulva. Aí sim os pelos estavam compridos. Cheguei até a borda da calcinha, tocando já os fios pretos que escapavam da calcinha e escorriam entre meus dedos. Fiquei um bom tempo esfregando-os. Minha cunhada respirava suavemente com os olhos fechados. O volumoso Monte de Vênus foi meu alvo, e passei meus dedos receosos pela própria vulva. Me senti ousado e introduzi meus dedos sob sua... Calcinhas brincando com seus fios, delicadamente as estirei, afastei sua calcinha, apareceu em toda sua dimensão a buceta mais esplêndida que eu poderia imaginar e toquei seus lábios carnudos. Virgínia abriu os olhos e viu minha mão brincando sobre seu Monte de Vênus. Continuei massageando sua vulva e examinando os pelos, onde começa a abertura de sua racha eram os mais longos. Então ela, com calma, tirou minha mão de sua xoxota, olhou para minha virilha, meu pau estava quase explodindo, uma mancha úmida me traía. Ela me olhou sorrindo: "Gosta do que vê? Pode olhar, mas só isso, lembre-se que somos cunhados, ontem e hoje você conheceu minhas nádegas, certo? Gostou? Pode me ver o quanto quiser, mas até aí, então...". Nesse momento, o som de um carro nos alertou da chegada de meu irmão. Apressadamente, Virgínia baixou sua saia, escondeu o creme debaixo do sofá e me jogou uma almofada para cobrir o volume abaixo da minha cintura. Quando José abriu a porta e entrou, Virgínia já estava em outra cadeira. Ele beijou sua mulher na boca e afagou meu cabelo, dizendo: "Bem, Fernando, como foi? Espero que tenha sido um bom companheiro, conforme você se comportar, assim será seu presente de Natal". Virgínia se estendeu em elogios pela minha paciência em acompanhá-la. José vinha buscar Virgínia para jantar com outros executivos do banco. Ela tomou banho e se vestiu muito linda, com um vestido justo até a metade da perna, por isso se marcavam as meias-calças. Enquanto José tomava banho, comentei com ela. Ela me disse: "Se eu for sem calcinha, será que dá para notar? Vou tirar e você me diz". Levantando o vestido, ela desceu lentamente a pequena calcinha fio dental. Finalmente pude ver sua virilha descoberta, com toda sua pelagem, a grande mancha de pelos dava um toque exótico a seu ventre. Ela baixou o vestido novamente, os pelos pressionavam, fazendo-se notar como um volume suave. Ela me disse: "O lugar é uma taverna com meia-luz, então os amigos de José nem vão perceber, é nosso segredo. Além disso, depois de cada saída, José tira e... Ele me faz amor, então pra que eu preciso dessa calcinha?" Ela me entregou a calcinha fio-dental. Cheirei, tinha cheiro de pecado. Ela se virou como se estivesse desfilando e eu aproveitei pra dar uma palmadinha leve na sua bunda e disse: "Que sorte tem meu irmão", ela só sorriu. Quando eles foram embora, minha tesão não dava espera, uma punheta na cozinha me acalmou a febre. Esperei meus pais e jantei com eles, depois vi televisão e fomos dormir. De madrugada senti que meu irmão chegou, subiu pesadamente a escada, estava meio bêbado. Abri um pouco a porta do meu quarto e vi que Virginia empurrava o José. Saí de cueca e ajudei a deitá-lo na cama, meu irmão, de tão tonto, nem percebeu. Fiquei na porta e minha cunhada acendeu uma pequena luz na mesa e, olhando pra mim, começou a se despir. Tirou o vestido, continuava sem calcinha, ficando só de sutiã, com suas grandes bundas à minha vista. Chegou até a porta e me disse: "Vou cumprir meus deveres conjugais, você vai deitar ou quer ver?" Assenti com a cabeça. "Bom, faça isso em silêncio, é pra você ver como se faz." Ela meio que fechou a porta e começou a despir meu irmão, que, ao sentir que tiravam sua roupa, começou a reagir. Quando terminou de baixar suas cuecas, saiu um pau médio mas grosso, estava meio mole. Virginia subiu na cama e colocou na boca o pau que começou a endurecer. Eu podia ver claramente como ela o chupava agora até o fundo, por estar ajoelhada, mas o pau do meu irmão foi ficando duro e ela o enfiou até o fundo, enquanto eu podia ver como ela levantava as lindas bundas com sua fenda aberta. Ela ficou de quatro, apontando com seu cu empinado na minha direção, eu podia ver seus lábios peludos e úmidos, o olho único do seu ânus me encarava diretamente, ela estava me mostrando tudo!! Depois de um tempo, Virginia girou de forma que sua vulva ficou sobre a boca do marido, cobrindo seu rosto com seus quadris largos, tirou o sutiã e ficou totalmente nua, seus mamilos estavam durinhos, então ela se abaixou e reiniciou uma Mamada espetacular, ela estava fazendo um 69 perfeito, enquanto esfregava e movia a buceta no rosto do marido, sempre olhando para a porta onde me via observando a performance. Ela piscou pra mim, não aguentei mais e tirei o pau pra fora, começando a me masturbar. Como meu irmão não podia me ver, com a cara enterrada na vulva da mulher, abri a porta pela metade pra ver melhor e pra Virginia ver minha masturbação. Eu esfregava meu pau duro, que era tão grande e grosso quanto o que ela tinha entre os lábios. Virginia me olhava com olhos cheios de desejo enquanto eu ordenhava minha rola, lambia a cabeça do pau do meu irmão e enfiava na boca. Ela acelerou as chupadas e foi aí que o marido começou a gozar... A porra jorrou no rosto dela, e ela abriu a boca pra receber mais jatos. Sêmen escorria pelas bochechas. Minha porra não aguentou mais e disparou, caindo no chão, para o espanto de Virginia, que continuava chupando, mas com uma mão fazia sinais pra eu ir embora. Minha mão pingava porra, fechei a porta, tremendo de excitação pela demonstração da minha cunhada, e fui pro meu quarto, surpreso com o ponto a que havíamos chegado. Minha cunhada tinha me mostrado suas intimidades, eu tinha acariciado seus pelos púbicos e ela tinha me mostrado o que é uma mamada profissional. Dois dias antes, eu nunca teria imaginado... Dormi num instante. ... Continua...

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