Foi no colégio que comecei a experimentar sexualmente com uns coleguinhas. Dei minhas primeiras chupadas de pau no banheiro, em caras que eu curtia ou em troca de favores. Diria que fiquei popular na escola por causa das minhas habilidades com a boca.
Claro que não demorou muito pra que, em vez de abrir só a boca, eu passasse a abrir também as pernas. Percebi que agora podia estimular meus amiguinhos com a boca, deixar eles bem duros, antes de partirem pra me bombar selvagemente no meu corpinho adolescente. Minha mãe, a Yanina, claro que me levou primeiro no ginecologista pra me orientar e, principalmente, pra me receitar pílulas. Sempre tive um papo muito aberto com a mamãe, inclusive sobre sexo.
Sou a Natália, acho que sou gostosa, meu principal trunfo é minha bunda, durinha, redondinha, empinada e bem grande, diria que sou uma bunda grande. Já peito quase não tenho, igual minha mãe, a Yanina, só que ela colocou silicone uns anos atrás e agora tem um par de melões do caralho.
Foi naqueles anos do ensino médio, durante um verão quente, que a Yanina insistiu pra gente ir visitar, junto com meu irmãozinho Franco, meu avô, que morava no interior. Ele tinha ficado viúvo uns anos antes e vivia sozinho num casarão, com um quintalzão e piscina.
A ideia não me atraía muito, eu me dava super bem com meu vovô, que sempre me dava presentes quando nos visitava, mas a ideia de passar algumas semanas na casa dele não me parecia divertida. Falo "meu vovô", mas na verdade ele é um homem ainda gostoso, na casa dos 60 e poucos anos, com um corpo trabalhado.
Do mesmo jeito, a Yanina insistiu e aí fui com o Franco passar umas semanas com o avô. Eu tinha levado só uma mochila com calcinhas fio dental e sutiãs, shorts, biquínis pra piscina e pouco mais. O avô nos recebeu feliz e fomos pra casa dele. Como era uma casa grande, não precisei dividir o quarto com o Franco, o que me deixou um pouco melhor.
Nossos dias passavam na piscina, pegando sol à tarde, enquanto a vovó estava numa espreguiçadeira lendo ou só descansando. Eu uso, pra piscina e pra praia, igual minha mãe Yanina, umas microtangas, um fiozinho que se perde na minha bunda e sutiãs pequenininhos, já que quase não tenho peitos.
Com o Franco a gente se divertia na piscina, enquanto meu avô ficava olhando. Um dia comecei a perceber que ele me observava com outros olhos quando eu saía da água, meu sutiãzinho molhado deixava transparecer meus pezinhos de adolescente, e minha bunda nua (só com o fiozinho...) parecia perturbá-lo, ou pelo menos foi o que pensei.
Um dia saio da piscina e vou até o vovô contar alguma coisa que não lembro. Ele geralmente estava de short de banho e sem camisa, pra se bronzear. Naquele dia, ao me aproximar, notei que meu avô tinha uma ereção violenta, óbvio, dava pra ver no short.
Naquela tarde fomos pro centro comprar roupa que meu avô queria dar de presente pra gente. Visitamos várias lojas até que finalmente compramos umas camisetas e calças pro Franco e umas saias curtas pra mim. Na volta andando, já que a casa dele não era longe, o Franco parou numa loja de videogame e a gente seguiu em frente. Na quadra seguinte, passamos por uma loja de lingerie e eu parei um instante pra olhar a vitrine. Vô me perguntou se eu queria comprar alguma coisa, mas fiquei com vergonha e falei que não, mas ele sem hesitar me pegou pela mão e a gente entrou.
A vó se aproximou da vendedora e falou que eu era neta dela. A mulher me olhou com uma cara que dizia "todo mundo fala a mesma coisa", e me perguntou o que eu queria. Me mostrou fio-dental e sutiãs, a vó olhava meio sem graça, até que eu escolhi uns fio-dental fininhos e uns sutiãs minúsculos que davam pra cobrir meus peitinhos de adolescente.
Quando cheguei em casa, fui pro meu quarto, o Franco ainda não tinha chegado e eu experimentei a lingerie, maravilhosa, de uma das melhores marcas. Coloquei a tanga e um sutiãzinho branco, tudo minúsculo, ficou divino em mim. Me olhei no espelho e minha bunda pequena tava uma delícia.
Contente, resolvi mostrar pra vovó como ficou em mim, ele tava na cozinha, quando me viu entrar quase pelada se assustou e eu falei:
- Abu, ficou bonito em mim?, enquanto dava uma voltinha pra ele me ver por trás.
Quando virei e fiquei de costas, ouvi um gemido: oooohhhh, mistura de excitação e tesão. Fiquei surpreso de ouvir isso do vô. Ao ouvir aquilo, senti uma onda de vergonha, curiosidade e, acima de tudo, um puta tesão, e quase instintivamente, empinei bem a bundinha com a microtanga, mostrando pra ele, e fiquei uns segundos assim.
Depois me aproximei dele pra agradecer pelo presentinho, quando abracei ele, quase peladinha do jeito que tava, sinto na minha barriguinha o pauzão enorme dele todo duro, por baixo da calça. Aí percebi que meu vovô tinha uma piroca daquelas.
Dei um beijo na bochecha dele e, quando soltei, não sei bem que manobra fiz com a mão, mas acabei passando a mão no volume dele. Tava duríssimo, um pau duro total. Ele agiu como se nada tivesse acontecido. Quando fui pro meu quarto, senti o olhar do meu avô perfurando minha bucetinha. Naquele momento, percebi que uma garota gostosa esquenta muito os homens, não importa idade ou parentesco...
Uns dias depois, numa noite, minha vó fez um churrasco e convidou um amigo dela, Seu Ricardo, um senhor de uns 62 anos, com uma barriguinha, barba por fazer de três dias e um visual bem desagradável. Comemos e depois meu irmão Franco saiu pra encontrar um conhecido. A gente tinha bebido vinho, coisa que eu não tava acostumada, então eu tava me sentindo bem alegre, digamos.
Depois de comer, o Dom Ricardo ficou de lavar a louça e eu ajudei ele na cozinha. Eu tava como sempre, de shortinho e camiseta. A gente tava conversando sobre qualquer besteira com esse senhor quando, de repente, ele me pergunta:
- Neném, tá usando a roupinha que seu avô te deu?
Fiquei surpresa porque eu não tinha contado nada daquilo pra ele, obviamente, então entendi que meu avô tinha falado. Mas como ele tava bem animado, eu falei:
- Sim, tô usando uma das tangas que ele me comprou. Quer ver...?
Dom Ricardo assentiu, eu me aproximei e levantei o fiozinho vermelho da tanga por cima do short. Ele olhava cheio de desejo e eu perguntei: quer ver mais?
Excitada com a situação, decidi abaixar o short de costas pra ele, devagarinho e bem sensual, empinando minha bunda minúscula ao máximo. Tirei o short, mostrando meus bundãozinhos teen empinados, só com o fiozinho enterrado na minha buceta. Quando virei, e enquanto perguntava se ele tinha gostado, uma onda quente percorreu meu corpo... Seu Ricardo tinha aberto a calça e tava com o pau pra fora, massageando ele...
O que ele tinha na mão media uns 15 cm, mas o que mais me chamou a atenção era a grossura, super gorda e carnuda. Ver aquele pedaço de carne com a bebida que eu já tinha na cabeça foi o suficiente pra eu me aproximar do Dom Ricardo e perguntar, num tom safado, se ele queria um boquete. Sem esperar resposta, me ajoelhei, peguei no pau com a mão, puxei a pele pra trás e meti na boca. Custou, mas entrou, e comecei a chupar o pau inteiro, bem no fundo, tirando da boca só pra respirar. Os fios de baba escorriam pela minha camisa enquanto eu continuava chupando ele.
Comecei a acariciar os ovos dele também, eles eram peludos, igual à rola, mas isso só me deixava mais excitada. Eu continuava puxando a borracha e ouvia o Dom Ricardo, que começava a gemer cada vez mais enquanto a rola dele crescia na minha boca.
Tirei ela de entre os lábios pra pegar ar e, entre os fios de baba escorrendo, perguntei com carinha de menina safada:
- Você gosta??
- continua chupando, gostosa, passa a língua nas minhas bolas também...
Eu sou uma menina obediente, então peguei a rola dele pelo tronco, levantei e comecei a passar a língua nos ovos dele, igual tinha visto em vários pornôs. O velho tinha as bolas caídas, então comecei a chupá-las e até enfiei na boca, enquanto olhava pra ele com carinha de adolescente safada. Ele começou a me xingar, vendo como eu chupava as bolas dele.
- filha da puta, tu é uma chupadora de rola do caralho, Natalia... e outras delicias desse tipo que só me deixaram mais excitado.
Lembro que tava com o ovo direito do Seu Ricardo na minha boquinha de menina quando vejo de canto de olho minha vó entrando na cozinha com um prato e me fala:
- Natalia!!! O que você tá fazendo???
Eu larguei o ovo do Seu Ricardo, fiquei olhando pra ele toda babada e falei entre risadas:
- Vovó!!! Como você demorou, comecei a provar a sobremesa... Seu Ricardo me ofereceu uns bolinhos de carne...
Eu percebia que a pica do meu avô, debaixo da calça, aumentava de tamanho, então falei pra ele:
- vó, posso provar suas bolas... de frade??
Meu avô não hesitou, se aproximou, abriu a calça, puxou o pau pra fora por cima da cueca e balançou ele na minha cara. Eu soltei um gritinho de puta quando vi o tamanho daquela barra de carne, calculei uns 20 cm no mínimo. Me agarrei naquele tronco e comecei a dar um boquete intenso, igual ia fazer com meu pai um tempo depois.http://www.poringa.net/posts/relatos/3935113/Todo-en-familia-II-ayudo-a-papi-a-lograr-una-ereccion.html). Minha avó passava a mão no meu cabelo enquanto dizia: "Isso, gatinha, assim, continua chupando, sua piranha...
Eu tava com uma mão segurando cada pau, e comecei a alternar o boquete pra manter os dois bem duros. Tava toda babada e minha camiseta toda molhada de saliva, me fizeram tirar e fiquei só de sutiãzinho enquanto continuava chupando os paus do meu avô e do amigo dele. Uma excitação enorme percorreu meu corpo quando percebi que tava dando a buceta pra dois senhores que tinham quatro vezes a minha idade cada um...
Eu continuei chupando igual uma atriz pornô novinha, e ficava toda excitada ouvindo o que eles diziam enquanto os boqueteava:
- que horrível como a Natalia tira a camisinha... (Dom Ricardo)- Deve ter puxado a mãe dela, a Yanina, que tem uma cara de puta velha (vovó, que depois também ia curtir as habilidades de boca da mãe Yanina). http://www.poringa.net/posts/relatos/3957713/Tudo-em-familia-V-meu-sogro-tem-22-cm-na-entreperna.html
- infernal como a mina bate uma...
- vai, gatinha, chupa minhas bolas também!
Engole tudo, Natalia, finge que é uma mamadeira...
Tudo isso me excitava mais e eu acelerava o ritmo da siririca, as picas do meu vô e do Seu Ricardo já estavam no osso total, mas eu continuava chupando, apertando meus lábios naquelas rolas milf pra esquentar eles ainda mais.
Dom Ricardo me fez tirar o sutiãzinho, quase arrancou ele pra apalpar minhas tetinhas de adolescente enquanto eu continuava chupando eles. Eu sentia as mãos ásperas dele acariciando meus peitos e beliscando meus mamilos, tudo isso aumentava minha tesão.
Percebi que eles estavam prestes a gozar, dei mais uma chupada nas bolas de cada um, bem pornô e do jeito mais puta que encontrei, olhando nos olhos deles enquanto tinha as bolas deles na minha boquinha de novinha safada. Os paus pulsavam na minha boca, até que olhei pra eles e falei com vozinha e carinha de menina:
- sou uma bebezinha, me dão a porra na boca??
Eles começaram a se punhetar sem controle e a soltar grossos e espessos jatos de porra quente na minha boquinha de garota adolescente. Eu engolia o que dava, era incrível como essas pirocas milf cuspiam porra, até que deixaram elas penduradas, murchas na altura da minha boca, e o Dom Ricardo me disse:
Agora, garota, lambe elas com a língua, deixa elas bem sequinhas.
Eu obedeci, limpei as picas deles com a língua até não sobrar nenhum vestígio do infernal milkshake de porra que eles tinham feito em mim, coloquei elas de volta dentro das cuecas, subi as calças deles e pronto, nada tinha acontecido...
Levantei, dei um beijinho na boca dos dois e falei:
- amei a sobremesa...
Claro que não demorou muito pra que, em vez de abrir só a boca, eu passasse a abrir também as pernas. Percebi que agora podia estimular meus amiguinhos com a boca, deixar eles bem duros, antes de partirem pra me bombar selvagemente no meu corpinho adolescente. Minha mãe, a Yanina, claro que me levou primeiro no ginecologista pra me orientar e, principalmente, pra me receitar pílulas. Sempre tive um papo muito aberto com a mamãe, inclusive sobre sexo.
Sou a Natália, acho que sou gostosa, meu principal trunfo é minha bunda, durinha, redondinha, empinada e bem grande, diria que sou uma bunda grande. Já peito quase não tenho, igual minha mãe, a Yanina, só que ela colocou silicone uns anos atrás e agora tem um par de melões do caralho.
Foi naqueles anos do ensino médio, durante um verão quente, que a Yanina insistiu pra gente ir visitar, junto com meu irmãozinho Franco, meu avô, que morava no interior. Ele tinha ficado viúvo uns anos antes e vivia sozinho num casarão, com um quintalzão e piscina.
A ideia não me atraía muito, eu me dava super bem com meu vovô, que sempre me dava presentes quando nos visitava, mas a ideia de passar algumas semanas na casa dele não me parecia divertida. Falo "meu vovô", mas na verdade ele é um homem ainda gostoso, na casa dos 60 e poucos anos, com um corpo trabalhado.
Do mesmo jeito, a Yanina insistiu e aí fui com o Franco passar umas semanas com o avô. Eu tinha levado só uma mochila com calcinhas fio dental e sutiãs, shorts, biquínis pra piscina e pouco mais. O avô nos recebeu feliz e fomos pra casa dele. Como era uma casa grande, não precisei dividir o quarto com o Franco, o que me deixou um pouco melhor.
Nossos dias passavam na piscina, pegando sol à tarde, enquanto a vovó estava numa espreguiçadeira lendo ou só descansando. Eu uso, pra piscina e pra praia, igual minha mãe Yanina, umas microtangas, um fiozinho que se perde na minha bunda e sutiãs pequenininhos, já que quase não tenho peitos.
Com o Franco a gente se divertia na piscina, enquanto meu avô ficava olhando. Um dia comecei a perceber que ele me observava com outros olhos quando eu saía da água, meu sutiãzinho molhado deixava transparecer meus pezinhos de adolescente, e minha bunda nua (só com o fiozinho...) parecia perturbá-lo, ou pelo menos foi o que pensei.
Um dia saio da piscina e vou até o vovô contar alguma coisa que não lembro. Ele geralmente estava de short de banho e sem camisa, pra se bronzear. Naquele dia, ao me aproximar, notei que meu avô tinha uma ereção violenta, óbvio, dava pra ver no short.
Naquela tarde fomos pro centro comprar roupa que meu avô queria dar de presente pra gente. Visitamos várias lojas até que finalmente compramos umas camisetas e calças pro Franco e umas saias curtas pra mim. Na volta andando, já que a casa dele não era longe, o Franco parou numa loja de videogame e a gente seguiu em frente. Na quadra seguinte, passamos por uma loja de lingerie e eu parei um instante pra olhar a vitrine. Vô me perguntou se eu queria comprar alguma coisa, mas fiquei com vergonha e falei que não, mas ele sem hesitar me pegou pela mão e a gente entrou.
A vó se aproximou da vendedora e falou que eu era neta dela. A mulher me olhou com uma cara que dizia "todo mundo fala a mesma coisa", e me perguntou o que eu queria. Me mostrou fio-dental e sutiãs, a vó olhava meio sem graça, até que eu escolhi uns fio-dental fininhos e uns sutiãs minúsculos que davam pra cobrir meus peitinhos de adolescente.
Quando cheguei em casa, fui pro meu quarto, o Franco ainda não tinha chegado e eu experimentei a lingerie, maravilhosa, de uma das melhores marcas. Coloquei a tanga e um sutiãzinho branco, tudo minúsculo, ficou divino em mim. Me olhei no espelho e minha bunda pequena tava uma delícia.
Contente, resolvi mostrar pra vovó como ficou em mim, ele tava na cozinha, quando me viu entrar quase pelada se assustou e eu falei:
- Abu, ficou bonito em mim?, enquanto dava uma voltinha pra ele me ver por trás.
Quando virei e fiquei de costas, ouvi um gemido: oooohhhh, mistura de excitação e tesão. Fiquei surpreso de ouvir isso do vô. Ao ouvir aquilo, senti uma onda de vergonha, curiosidade e, acima de tudo, um puta tesão, e quase instintivamente, empinei bem a bundinha com a microtanga, mostrando pra ele, e fiquei uns segundos assim.
Depois me aproximei dele pra agradecer pelo presentinho, quando abracei ele, quase peladinha do jeito que tava, sinto na minha barriguinha o pauzão enorme dele todo duro, por baixo da calça. Aí percebi que meu vovô tinha uma piroca daquelas.
Dei um beijo na bochecha dele e, quando soltei, não sei bem que manobra fiz com a mão, mas acabei passando a mão no volume dele. Tava duríssimo, um pau duro total. Ele agiu como se nada tivesse acontecido. Quando fui pro meu quarto, senti o olhar do meu avô perfurando minha bucetinha. Naquele momento, percebi que uma garota gostosa esquenta muito os homens, não importa idade ou parentesco...
Uns dias depois, numa noite, minha vó fez um churrasco e convidou um amigo dela, Seu Ricardo, um senhor de uns 62 anos, com uma barriguinha, barba por fazer de três dias e um visual bem desagradável. Comemos e depois meu irmão Franco saiu pra encontrar um conhecido. A gente tinha bebido vinho, coisa que eu não tava acostumada, então eu tava me sentindo bem alegre, digamos.
Depois de comer, o Dom Ricardo ficou de lavar a louça e eu ajudei ele na cozinha. Eu tava como sempre, de shortinho e camiseta. A gente tava conversando sobre qualquer besteira com esse senhor quando, de repente, ele me pergunta:
- Neném, tá usando a roupinha que seu avô te deu?
Fiquei surpresa porque eu não tinha contado nada daquilo pra ele, obviamente, então entendi que meu avô tinha falado. Mas como ele tava bem animado, eu falei:
- Sim, tô usando uma das tangas que ele me comprou. Quer ver...?
Dom Ricardo assentiu, eu me aproximei e levantei o fiozinho vermelho da tanga por cima do short. Ele olhava cheio de desejo e eu perguntei: quer ver mais?
Excitada com a situação, decidi abaixar o short de costas pra ele, devagarinho e bem sensual, empinando minha bunda minúscula ao máximo. Tirei o short, mostrando meus bundãozinhos teen empinados, só com o fiozinho enterrado na minha buceta. Quando virei, e enquanto perguntava se ele tinha gostado, uma onda quente percorreu meu corpo... Seu Ricardo tinha aberto a calça e tava com o pau pra fora, massageando ele...
O que ele tinha na mão media uns 15 cm, mas o que mais me chamou a atenção era a grossura, super gorda e carnuda. Ver aquele pedaço de carne com a bebida que eu já tinha na cabeça foi o suficiente pra eu me aproximar do Dom Ricardo e perguntar, num tom safado, se ele queria um boquete. Sem esperar resposta, me ajoelhei, peguei no pau com a mão, puxei a pele pra trás e meti na boca. Custou, mas entrou, e comecei a chupar o pau inteiro, bem no fundo, tirando da boca só pra respirar. Os fios de baba escorriam pela minha camisa enquanto eu continuava chupando ele.
Comecei a acariciar os ovos dele também, eles eram peludos, igual à rola, mas isso só me deixava mais excitada. Eu continuava puxando a borracha e ouvia o Dom Ricardo, que começava a gemer cada vez mais enquanto a rola dele crescia na minha boca.
Tirei ela de entre os lábios pra pegar ar e, entre os fios de baba escorrendo, perguntei com carinha de menina safada:
- Você gosta??
- continua chupando, gostosa, passa a língua nas minhas bolas também...
Eu sou uma menina obediente, então peguei a rola dele pelo tronco, levantei e comecei a passar a língua nos ovos dele, igual tinha visto em vários pornôs. O velho tinha as bolas caídas, então comecei a chupá-las e até enfiei na boca, enquanto olhava pra ele com carinha de adolescente safada. Ele começou a me xingar, vendo como eu chupava as bolas dele.
- filha da puta, tu é uma chupadora de rola do caralho, Natalia... e outras delicias desse tipo que só me deixaram mais excitado.
Lembro que tava com o ovo direito do Seu Ricardo na minha boquinha de menina quando vejo de canto de olho minha vó entrando na cozinha com um prato e me fala:
- Natalia!!! O que você tá fazendo???
Eu larguei o ovo do Seu Ricardo, fiquei olhando pra ele toda babada e falei entre risadas:
- Vovó!!! Como você demorou, comecei a provar a sobremesa... Seu Ricardo me ofereceu uns bolinhos de carne...
Eu percebia que a pica do meu avô, debaixo da calça, aumentava de tamanho, então falei pra ele:
- vó, posso provar suas bolas... de frade??
Meu avô não hesitou, se aproximou, abriu a calça, puxou o pau pra fora por cima da cueca e balançou ele na minha cara. Eu soltei um gritinho de puta quando vi o tamanho daquela barra de carne, calculei uns 20 cm no mínimo. Me agarrei naquele tronco e comecei a dar um boquete intenso, igual ia fazer com meu pai um tempo depois.http://www.poringa.net/posts/relatos/3935113/Todo-en-familia-II-ayudo-a-papi-a-lograr-una-ereccion.html). Minha avó passava a mão no meu cabelo enquanto dizia: "Isso, gatinha, assim, continua chupando, sua piranha...
Eu tava com uma mão segurando cada pau, e comecei a alternar o boquete pra manter os dois bem duros. Tava toda babada e minha camiseta toda molhada de saliva, me fizeram tirar e fiquei só de sutiãzinho enquanto continuava chupando os paus do meu avô e do amigo dele. Uma excitação enorme percorreu meu corpo quando percebi que tava dando a buceta pra dois senhores que tinham quatro vezes a minha idade cada um...
Eu continuei chupando igual uma atriz pornô novinha, e ficava toda excitada ouvindo o que eles diziam enquanto os boqueteava:
- que horrível como a Natalia tira a camisinha... (Dom Ricardo)- Deve ter puxado a mãe dela, a Yanina, que tem uma cara de puta velha (vovó, que depois também ia curtir as habilidades de boca da mãe Yanina). http://www.poringa.net/posts/relatos/3957713/Tudo-em-familia-V-meu-sogro-tem-22-cm-na-entreperna.html
- infernal como a mina bate uma...
- vai, gatinha, chupa minhas bolas também!
Engole tudo, Natalia, finge que é uma mamadeira...
Tudo isso me excitava mais e eu acelerava o ritmo da siririca, as picas do meu vô e do Seu Ricardo já estavam no osso total, mas eu continuava chupando, apertando meus lábios naquelas rolas milf pra esquentar eles ainda mais.
Dom Ricardo me fez tirar o sutiãzinho, quase arrancou ele pra apalpar minhas tetinhas de adolescente enquanto eu continuava chupando eles. Eu sentia as mãos ásperas dele acariciando meus peitos e beliscando meus mamilos, tudo isso aumentava minha tesão.
Percebi que eles estavam prestes a gozar, dei mais uma chupada nas bolas de cada um, bem pornô e do jeito mais puta que encontrei, olhando nos olhos deles enquanto tinha as bolas deles na minha boquinha de novinha safada. Os paus pulsavam na minha boca, até que olhei pra eles e falei com vozinha e carinha de menina:
- sou uma bebezinha, me dão a porra na boca??
Eles começaram a se punhetar sem controle e a soltar grossos e espessos jatos de porra quente na minha boquinha de garota adolescente. Eu engolia o que dava, era incrível como essas pirocas milf cuspiam porra, até que deixaram elas penduradas, murchas na altura da minha boca, e o Dom Ricardo me disse:
Agora, garota, lambe elas com a língua, deixa elas bem sequinhas.
Eu obedeci, limpei as picas deles com a língua até não sobrar nenhum vestígio do infernal milkshake de porra que eles tinham feito em mim, coloquei elas de volta dentro das cuecas, subi as calças deles e pronto, nada tinha acontecido...
Levantei, dei um beijinho na boca dos dois e falei:
- amei a sobremesa...
2 comentários - Sobremesa: porra do vovô e do amigo dele