Foi no colégio que comecei a experimentar sexualmente com uns coleguinhas. Dei minhas primeiras chupadas de pau no banheiro, em caras que eu curtia ou em troca de favores. Diria que fiquei popular na escola por causa das minhas habilidades com a boca.
Claro que não demorou muito pra que, em vez de abrir só a boca, eu passasse a abrir também as pernas. Percebi que agora podia estimular meus amiguinhos com a boca, deixar eles bem duros, antes de partirem pra me bombar selvagemente no meu corpinho adolescente. Minha mãe, a Yanina, claro que me levou primeiro no ginecologista pra me orientar e, principalmente, pra me receitar os anticoncepcionais. Sempre tive um papo muito aberto com a mamãe, inclusive sobre sexo.
Sou a Natalia, acho que sou gostosa, meu principal trunfo é minha bunda, durinha, redondinha, empinada e bem grande, diria que sou uma bunda grande. Já peito quase não tenho, igual minha mãe, a Yanina, só que ela colocou silicone uns anos atrás e agora tem um par de melões do caralho.
Foi naqueles anos do ensino médio, durante um verão quente, que a Yanina insistiu pra gente ir visitar, junto com meu irmãozinho Franco, meu avô, que morava no interior. Ele tinha ficado viúvo há uns anos e vivia sozinho num casarão, com um grande quintal e piscina.
Pra mim, a ideia não me atraía muito. Eu me dava super bem com meu vovô, que sempre me dava presentes quando nos visitava, mas a ideia de passar algumas semanas na casa dele não me parecia divertida. Falo "meu vovô", mas na verdade ele é um homem ainda gostoso, na casa dos 60 e poucos anos, com um corpo trabalhado.
Do mesmo jeito, a Yanina insistiu e aí fui com o Franco passar umas semanas com o avô. Eu tinha levado só uma mochila com fio-dental e tops, shorts, biquínis pra piscina e pouco mais. O avô nos recebeu feliz e fomos pra casa dele. Como era uma casa grande, não precisei dividir o quarto com o Franco, o que já me deixou um pouco mais aliviada.
Nossos dias passavam na piscina, tomando sol à tarde, enquanto a vovó ficava numa cadeira de descanso lendo ou só relaxando. Eu uso, tanto na piscina quanto na praia, igual minha mãe Yanina, umas microtangas, um fiozinho que se perde na minha bunda e sutiãs pequenininhos, já que quase não tenho peitos.
Com o Franco, a gente se divertia na piscina, enquanto meu avô olhava. Um dia, comecei a notar que ele me observava com outros olhos quando eu saía da água, meu sutiãzinho molhado deixava transparecer meus biquinhos de adolescente, e minha bunda nua (só com o fiozinho...) parecia perturbá-lo, ou pelo menos foi o que pensei.
Um dia saio da piscina e vou até o vovô contar alguma coisa que não lembro. Ele geralmente estava de sunga e sem camisa, pra se bronzear. Naquele dia, quando me aproximei, notei que meu avô tinha uma ereção violenta, claro, dava pra ver na sunga.
Naquela tarde fomos pro centro comprar roupa que meu avô queria dar de presente pra gente. Visitamos várias lojas até que finalmente compramos umas camisetas e calças pro Franco e umas saias curtas pra mim. Na volta andando, já que a casa dele não era longe, o Franco parou numa loja de videogame e a gente seguiu em frente. Na quadra seguinte, passamos por uma loja de lingerie e eu parei um instante pra olhar a vitrine. Vô perguntou se eu queria comprar alguma coisa, mas fiquei com vergonha e falei que não, mas ele sem hesitar me pegou pela mão e a gente entrou.
Abuela se aproximou da vendedora e disse que eu era neta dela. A mulher me olhou com uma cara que dizia "todo mundo fala a mesma coisa", e me perguntou o que eu queria. Ela me mostrou fio-dental e sutiãs, abuela olhava com um certo desconforto, até que eu escolhi uns fio-dental fininhos e uns minissutiãs suficientes pra cobrir meus peitinhos de adolescente.
Quando cheguei em casa, fui direto pro meu quarto, o Franco ainda não tinha chegado e eu experimentei a lingerie, maravilhosa, de uma das melhores marcas. Coloquei a tanga e um corpete branco, tudo minúsculo, ficou divino em mim. Me olhei no espelho e vi que minha bunda pequena tava uma delícia.
Contente, resolvi mostrar pra vovó como tava em mim, ele tava na cozinha, quando me viu entrar quase pelada se assustou e eu falei:
— Abu, fica gostoso em mim? — enquanto dava uma voltinha pra ele me ver por trás.
Ao me virar e ficar de costas, ouço um gemido: oooohhhh, mistura de excitação e tesão. Me surpreendi ao ouvir isso do vovô. Ao escutar aquilo, senti uma onda de vergonha, curiosidade e, principalmente, um puta tesão, e quase instintivamente, empinei bem a rabetinha com a micro fio dental, mostrando pra ele, e fiquei uns segundos assim.
Depois me aproximei dele pra agradecer o presentinho, quando abracei ele, quase peladinha do jeito que tava, sinto na minha barriguinha o pauzão enorme dele todo duro, por baixo da calça. Ali percebi que meu vovô tinha uma piroca daquelas.
Dei um beijo na bochecha dele e, quando soltei, não sei bem que manobra fiz com a mão, mas acabei passando a mão no volume dele. Tava duríssimo, um pauzão total. Ele agiu como se nada tivesse acontecido. Quando fui pro meu quarto, sentia o olhar do meu avô perfurando minha bunda minúscula. Naquele momento, percebi que uma garota gostosa esquenta muito os homens, sem importar idade ou parentesco...
Uns dias depois, uma noite minha avó fez um churrasco e convidou um amigo dela, Seu Ricardo, um senhor de uns 62 anos, com uma barriguinha, barba por fazer de três dias e um aspecto bem desagradável. Comemos e depois meu irmão Franco saiu pra encontrar um conhecido. A gente tinha bebido vinho, coisa que eu não tava acostumada, então eu tava me sentindo bem alegre, digamos.
Depois de comer, o Dom Ricardo ficou de lavar a louça e eu ajudei ele na cozinha. Eu tava como sempre, de shortinho e camiseta. A gente tava conversando sobre qualquer coisa com esse senhor quando, de repente, ele me pergunta:
- Neném, você tá usando a roupinha que seu avô te deu?
Fiquei surpresa porque obviamente eu não tinha contado nada daquilo pra ele, então entendi que meu avô tinha falado. Mas como ele tava bem animado, eu falei:
- sim, tô usando uma das tangas que ele me comprou. Quer ver...?
Dom Ricardo concordou, eu me aproximei e levantei o fiozinho vermelho da tanga por cima do short, ele olhava cheio de vontade e eu perguntei: quer ver mais?
Excitada com a situação, decidi abaixar o short de costas pra ele, devagarinho e bem sensual, empinando minha bundinha minúscula ao máximo. Tirei o short, mostrando meus peitinhos teen empinados, só com o fiozinho enterrado na minha buceta. Ao me virar, e enquanto perguntava se ele tinha gostado, uma onda quente percorreu meu corpo... Seu Ricardo tinha aberto a calça e tava com o pau pra fora, massageando ele...
O que ele tinha na mão media uns 15 cm, mas o que mais me chamou a atenção era a grossura, super gorda e carnuda. Ver aquele pedaço de carne com a bebida que eu já tinha na cabeça foi o suficiente pra eu me aproximar do Dom Ricardo e perguntar, de um jeito safado, se ele queria um boquete. Sem esperar resposta, me ajoelhei, peguei com a mão, puxei a pele pra trás e meti na boca. Foi difícil, mas entrou, e comecei a chupar o pau inteiro, bem no fundo, tirando da boca só pra respirar. Os fios de baba escorriam pela minha camisa enquanto eu continuava chupando ele.
Comecei a acariciar os ovos dele também, eles eram peludos, assim como a rola, mas isso só me excitava mais. Eu continuei puxando a borracha e ouvia o Dom Ricardo começando a gemer cada vez mais enquanto a rola dele crescia na minha boca.
Tirei ela de entre os lábios pra pegar ar e, entre os fios de baba escorrendo, perguntei com carinha de menina safada:
- Você gosta??
- continua chupando, gostosa, passa a língua nas minhas bolas também...
Sou uma garota obediente, então peguei a pica dele pelo tronco, levantei e comecei a passar a língua nas bolas dele, igual tinha visto em vários pornôs. O velho tinha as sacas caídas, então comecei a chupá-las e até enfiei na boca, enquanto olhava pra ele com carinha de adolescente safada. Ele começou a me xingar vendo como eu chupava as bolas dele.
- filha da puta, tu é uma chupadora de rola do caralho, Natalia... e outras delicias desse tipo que só me deixaram mais excitado.
Lembro que tava com o ovo direito do Seu Ricardo na minha boquinha de menina quando vejo de canto de olho minha vó entrando na cozinha trazendo um prato e me fala:
- Natalia!!! O que você tá fazendo???
Eu soltei o ovo do Seu Ricardo, fiquei olhando toda babada e falei entre risadas:
- Vovó!!! Como você demorou, comecei a provar a sobremesa... Seu Ricardo me ofereceu bolinhas de padre... mas de carne...
Eu percebia que a pica do meu avô, por baixo da calça, aumentava de tamanho, então falei pra ele:
- vó, posso provar suas bolas...de frade??
Meu avô não hesitou, chegou perto, abriu a calça, puxou o pau pra fora por cima da cueca e balançou ele na minha cara. Eu soltei um gritinho de puta quando vi o tamanho daquela barra de carne, calculei uns 20 cm no mínimo. Agarrei naquele tronco e comecei a dar um boquete intenso, igual ia fazer com meu pai um tempo depois.http://www.poringa.net/posts/relatos/3935113/Todo-en-familia-II-ayudo-a-papi-a-lograr-una-ereccion.html). Minha vó passava a mão no meu cabelo enquanto me dizia: "Isso, neném, assim, continua chupando, pirralha...
Eu tava com uma mão em cada pau, e comecei a alternar o boquete pra manter os dois bem duros. Tava toda babada e minha camiseta toda molhada de saliva, me fizeram tirar e fiquei só no sutiãzinho enquanto continuava chupando os paus do meu vô e do amigo dele. Uma excitação enorme percorreu meu corpo quando percebi que tava mamando dois senhores que tinham quatro vezes a minha idade cada um...
Eu continuei chupando igual uma atriz pornô novinha, e ficava toda excitada ouvindo o que eles diziam enquanto eu os boqueteava.
- Que terrível como a Natalia tira a camisinha... (Dom Ricardo)- Deve ter puxado a mãe dela, a Yanina, que tem uma carinha de puta master (vovó, que depois também ia curtir as habilidades de buceta da mamãe Yanina). http://www.poringa.net/posts/relatos/3957713/Tudo-em-familia-V-meu-sogro-tem-22-cm-na-entreperna.html
- infernal como a mina bate uma...
- vai, gatinha, chupa minhas bolas também!
- engole tudo, Natalia, finge que é uma mamadeira...
Tudo isso me excitava ainda mais e eu acelerava o ritmo da siririca, as picas do meu avô e do Seu Ricardo já estavam duronas, mas eu continuava chupando, apertando meus lábios naquelas rolas milf pra esquentar eles ainda mais.
Dom Ricardo me fez tirar o corpete, quase arrancou ele de mim pra apalpar minhas tetinhas de adolescente enquanto eu continuava chupando eles. Eu sentia as mãos ásperas dele acariciando meus peitos e beliscando meus mamilos, tudo isso só aumentava minha tesão.
Percebi que eles estavam prestes a gozar, dei mais uma chupada nas bolas de cada um, bem pornô e do jeito mais puta que encontrei, olhando nos olhos deles enquanto tinha os testículos na minha boquinha de novinha safada. Os paus deles pulsavam na minha boca, até que olhei pra eles e falei com vozinha e carinha de menina:
- sou uma bebezinha, me dão o gozo na boca??
Eles começaram a se punhetar sem controle e a jorrar grossos e espessos jatos de porra quente na minha boquinha de garota adolescente. Eu engolia o que dava, era inacreditável como essas rolas milf cuspiam porra, até que deixaram elas penduradas, murchas na altura da minha boca e o Dom Ricardo me disse:
- Agora, garota, lambe elas com a língua, deixa elas bem sequinhas
Eu obedeci, limpei as picas deles com a língua até não sobrar nenhum vestígio do maldito milkshake de porra que eles tinham feito em mim, coloquei elas de volta dentro das cuecas, subi as calças deles e pronto, como se nada tivesse acontecido...
Levantei, dei um beijinho na boca de cada um e falei:
- adorei a sobremesa...
Claro que não demorou muito pra que, em vez de abrir só a boca, eu passasse a abrir também as pernas. Percebi que agora podia estimular meus amiguinhos com a boca, deixar eles bem duros, antes de partirem pra me bombar selvagemente no meu corpinho adolescente. Minha mãe, a Yanina, claro que me levou primeiro no ginecologista pra me orientar e, principalmente, pra me receitar os anticoncepcionais. Sempre tive um papo muito aberto com a mamãe, inclusive sobre sexo.
Sou a Natalia, acho que sou gostosa, meu principal trunfo é minha bunda, durinha, redondinha, empinada e bem grande, diria que sou uma bunda grande. Já peito quase não tenho, igual minha mãe, a Yanina, só que ela colocou silicone uns anos atrás e agora tem um par de melões do caralho.
Foi naqueles anos do ensino médio, durante um verão quente, que a Yanina insistiu pra gente ir visitar, junto com meu irmãozinho Franco, meu avô, que morava no interior. Ele tinha ficado viúvo há uns anos e vivia sozinho num casarão, com um grande quintal e piscina.
Pra mim, a ideia não me atraía muito. Eu me dava super bem com meu vovô, que sempre me dava presentes quando nos visitava, mas a ideia de passar algumas semanas na casa dele não me parecia divertida. Falo "meu vovô", mas na verdade ele é um homem ainda gostoso, na casa dos 60 e poucos anos, com um corpo trabalhado.
Do mesmo jeito, a Yanina insistiu e aí fui com o Franco passar umas semanas com o avô. Eu tinha levado só uma mochila com fio-dental e tops, shorts, biquínis pra piscina e pouco mais. O avô nos recebeu feliz e fomos pra casa dele. Como era uma casa grande, não precisei dividir o quarto com o Franco, o que já me deixou um pouco mais aliviada.
Nossos dias passavam na piscina, tomando sol à tarde, enquanto a vovó ficava numa cadeira de descanso lendo ou só relaxando. Eu uso, tanto na piscina quanto na praia, igual minha mãe Yanina, umas microtangas, um fiozinho que se perde na minha bunda e sutiãs pequenininhos, já que quase não tenho peitos.
Com o Franco, a gente se divertia na piscina, enquanto meu avô olhava. Um dia, comecei a notar que ele me observava com outros olhos quando eu saía da água, meu sutiãzinho molhado deixava transparecer meus biquinhos de adolescente, e minha bunda nua (só com o fiozinho...) parecia perturbá-lo, ou pelo menos foi o que pensei.
Um dia saio da piscina e vou até o vovô contar alguma coisa que não lembro. Ele geralmente estava de sunga e sem camisa, pra se bronzear. Naquele dia, quando me aproximei, notei que meu avô tinha uma ereção violenta, claro, dava pra ver na sunga.
Naquela tarde fomos pro centro comprar roupa que meu avô queria dar de presente pra gente. Visitamos várias lojas até que finalmente compramos umas camisetas e calças pro Franco e umas saias curtas pra mim. Na volta andando, já que a casa dele não era longe, o Franco parou numa loja de videogame e a gente seguiu em frente. Na quadra seguinte, passamos por uma loja de lingerie e eu parei um instante pra olhar a vitrine. Vô perguntou se eu queria comprar alguma coisa, mas fiquei com vergonha e falei que não, mas ele sem hesitar me pegou pela mão e a gente entrou.
Abuela se aproximou da vendedora e disse que eu era neta dela. A mulher me olhou com uma cara que dizia "todo mundo fala a mesma coisa", e me perguntou o que eu queria. Ela me mostrou fio-dental e sutiãs, abuela olhava com um certo desconforto, até que eu escolhi uns fio-dental fininhos e uns minissutiãs suficientes pra cobrir meus peitinhos de adolescente.
Quando cheguei em casa, fui direto pro meu quarto, o Franco ainda não tinha chegado e eu experimentei a lingerie, maravilhosa, de uma das melhores marcas. Coloquei a tanga e um corpete branco, tudo minúsculo, ficou divino em mim. Me olhei no espelho e vi que minha bunda pequena tava uma delícia.
Contente, resolvi mostrar pra vovó como tava em mim, ele tava na cozinha, quando me viu entrar quase pelada se assustou e eu falei:
— Abu, fica gostoso em mim? — enquanto dava uma voltinha pra ele me ver por trás.
Ao me virar e ficar de costas, ouço um gemido: oooohhhh, mistura de excitação e tesão. Me surpreendi ao ouvir isso do vovô. Ao escutar aquilo, senti uma onda de vergonha, curiosidade e, principalmente, um puta tesão, e quase instintivamente, empinei bem a rabetinha com a micro fio dental, mostrando pra ele, e fiquei uns segundos assim.
Depois me aproximei dele pra agradecer o presentinho, quando abracei ele, quase peladinha do jeito que tava, sinto na minha barriguinha o pauzão enorme dele todo duro, por baixo da calça. Ali percebi que meu vovô tinha uma piroca daquelas.
Dei um beijo na bochecha dele e, quando soltei, não sei bem que manobra fiz com a mão, mas acabei passando a mão no volume dele. Tava duríssimo, um pauzão total. Ele agiu como se nada tivesse acontecido. Quando fui pro meu quarto, sentia o olhar do meu avô perfurando minha bunda minúscula. Naquele momento, percebi que uma garota gostosa esquenta muito os homens, sem importar idade ou parentesco...
Uns dias depois, uma noite minha avó fez um churrasco e convidou um amigo dela, Seu Ricardo, um senhor de uns 62 anos, com uma barriguinha, barba por fazer de três dias e um aspecto bem desagradável. Comemos e depois meu irmão Franco saiu pra encontrar um conhecido. A gente tinha bebido vinho, coisa que eu não tava acostumada, então eu tava me sentindo bem alegre, digamos.
Depois de comer, o Dom Ricardo ficou de lavar a louça e eu ajudei ele na cozinha. Eu tava como sempre, de shortinho e camiseta. A gente tava conversando sobre qualquer coisa com esse senhor quando, de repente, ele me pergunta:
- Neném, você tá usando a roupinha que seu avô te deu?
Fiquei surpresa porque obviamente eu não tinha contado nada daquilo pra ele, então entendi que meu avô tinha falado. Mas como ele tava bem animado, eu falei:
- sim, tô usando uma das tangas que ele me comprou. Quer ver...?
Dom Ricardo concordou, eu me aproximei e levantei o fiozinho vermelho da tanga por cima do short, ele olhava cheio de vontade e eu perguntei: quer ver mais?
Excitada com a situação, decidi abaixar o short de costas pra ele, devagarinho e bem sensual, empinando minha bundinha minúscula ao máximo. Tirei o short, mostrando meus peitinhos teen empinados, só com o fiozinho enterrado na minha buceta. Ao me virar, e enquanto perguntava se ele tinha gostado, uma onda quente percorreu meu corpo... Seu Ricardo tinha aberto a calça e tava com o pau pra fora, massageando ele...
O que ele tinha na mão media uns 15 cm, mas o que mais me chamou a atenção era a grossura, super gorda e carnuda. Ver aquele pedaço de carne com a bebida que eu já tinha na cabeça foi o suficiente pra eu me aproximar do Dom Ricardo e perguntar, de um jeito safado, se ele queria um boquete. Sem esperar resposta, me ajoelhei, peguei com a mão, puxei a pele pra trás e meti na boca. Foi difícil, mas entrou, e comecei a chupar o pau inteiro, bem no fundo, tirando da boca só pra respirar. Os fios de baba escorriam pela minha camisa enquanto eu continuava chupando ele.
Comecei a acariciar os ovos dele também, eles eram peludos, assim como a rola, mas isso só me excitava mais. Eu continuei puxando a borracha e ouvia o Dom Ricardo começando a gemer cada vez mais enquanto a rola dele crescia na minha boca.
Tirei ela de entre os lábios pra pegar ar e, entre os fios de baba escorrendo, perguntei com carinha de menina safada:
- Você gosta??
- continua chupando, gostosa, passa a língua nas minhas bolas também...
Sou uma garota obediente, então peguei a pica dele pelo tronco, levantei e comecei a passar a língua nas bolas dele, igual tinha visto em vários pornôs. O velho tinha as sacas caídas, então comecei a chupá-las e até enfiei na boca, enquanto olhava pra ele com carinha de adolescente safada. Ele começou a me xingar vendo como eu chupava as bolas dele.
- filha da puta, tu é uma chupadora de rola do caralho, Natalia... e outras delicias desse tipo que só me deixaram mais excitado.
Lembro que tava com o ovo direito do Seu Ricardo na minha boquinha de menina quando vejo de canto de olho minha vó entrando na cozinha trazendo um prato e me fala:
- Natalia!!! O que você tá fazendo???
Eu soltei o ovo do Seu Ricardo, fiquei olhando toda babada e falei entre risadas:
- Vovó!!! Como você demorou, comecei a provar a sobremesa... Seu Ricardo me ofereceu bolinhas de padre... mas de carne...
Eu percebia que a pica do meu avô, por baixo da calça, aumentava de tamanho, então falei pra ele:
- vó, posso provar suas bolas...de frade??
Meu avô não hesitou, chegou perto, abriu a calça, puxou o pau pra fora por cima da cueca e balançou ele na minha cara. Eu soltei um gritinho de puta quando vi o tamanho daquela barra de carne, calculei uns 20 cm no mínimo. Agarrei naquele tronco e comecei a dar um boquete intenso, igual ia fazer com meu pai um tempo depois.http://www.poringa.net/posts/relatos/3935113/Todo-en-familia-II-ayudo-a-papi-a-lograr-una-ereccion.html). Minha vó passava a mão no meu cabelo enquanto me dizia: "Isso, neném, assim, continua chupando, pirralha...
Eu tava com uma mão em cada pau, e comecei a alternar o boquete pra manter os dois bem duros. Tava toda babada e minha camiseta toda molhada de saliva, me fizeram tirar e fiquei só no sutiãzinho enquanto continuava chupando os paus do meu vô e do amigo dele. Uma excitação enorme percorreu meu corpo quando percebi que tava mamando dois senhores que tinham quatro vezes a minha idade cada um...
Eu continuei chupando igual uma atriz pornô novinha, e ficava toda excitada ouvindo o que eles diziam enquanto eu os boqueteava.
- Que terrível como a Natalia tira a camisinha... (Dom Ricardo)- Deve ter puxado a mãe dela, a Yanina, que tem uma carinha de puta master (vovó, que depois também ia curtir as habilidades de buceta da mamãe Yanina). http://www.poringa.net/posts/relatos/3957713/Tudo-em-familia-V-meu-sogro-tem-22-cm-na-entreperna.html
- infernal como a mina bate uma...
- vai, gatinha, chupa minhas bolas também!
- engole tudo, Natalia, finge que é uma mamadeira...
Tudo isso me excitava ainda mais e eu acelerava o ritmo da siririca, as picas do meu avô e do Seu Ricardo já estavam duronas, mas eu continuava chupando, apertando meus lábios naquelas rolas milf pra esquentar eles ainda mais.
Dom Ricardo me fez tirar o corpete, quase arrancou ele de mim pra apalpar minhas tetinhas de adolescente enquanto eu continuava chupando eles. Eu sentia as mãos ásperas dele acariciando meus peitos e beliscando meus mamilos, tudo isso só aumentava minha tesão.
Percebi que eles estavam prestes a gozar, dei mais uma chupada nas bolas de cada um, bem pornô e do jeito mais puta que encontrei, olhando nos olhos deles enquanto tinha os testículos na minha boquinha de novinha safada. Os paus deles pulsavam na minha boca, até que olhei pra eles e falei com vozinha e carinha de menina:
- sou uma bebezinha, me dão o gozo na boca??
Eles começaram a se punhetar sem controle e a jorrar grossos e espessos jatos de porra quente na minha boquinha de garota adolescente. Eu engolia o que dava, era inacreditável como essas rolas milf cuspiam porra, até que deixaram elas penduradas, murchas na altura da minha boca e o Dom Ricardo me disse:
- Agora, garota, lambe elas com a língua, deixa elas bem sequinhas
Eu obedeci, limpei as picas deles com a língua até não sobrar nenhum vestígio do maldito milkshake de porra que eles tinham feito em mim, coloquei elas de volta dentro das cuecas, subi as calças deles e pronto, como se nada tivesse acontecido...
Levantei, dei um beijinho na boca de cada um e falei:
- adorei a sobremesa...
2 comentários - TEF (11): de sobremesa, a porra do meu vovô e do amigo dele