Trabalhei duro naquele dia, mas minha mente estava a mil com o que tinha rolado com minha sobrinha. Porra, a gente se beijou no sofá e ela me deu um boquete daqueles, mas o que ia acontecer depois? Eu ou ela queríamos mais. Eu tinha parado pra dar uma pausa quando meu celular tocou, era a Andrea.
"Oi", ela disse, "trabalhando duro?"
"Sim, mas só tomando uma cerveja. O que foi?" respondi.
"Mamãe quer saber se você quer algo especial pra janta?"
"Você já seria bom", eu ri.
"Ha ha, talvez na sobremesa", ela respondeu na hora.
Esse comentário me pegou de surpresa. 'Porra', pensei.
"Bom", comecei, "que tal a gente sair pra jantar todos juntos, já que vocês estão me deixando ficar aqui?"
Teve uma pausa e vozes abafadas do outro lado. "Tá bom, mamãe disse obrigada."
"Show, vou ligar pro restaurante e garantir uma mesa pras 8 da noite."
"A gente se arruma?" Andrea perguntou, com um tom safado na voz. "Claro, por que não? A gente não se arruma muito", respondi.
Desliguei e liguei pra um restaurante de um amigo que conheço há muito tempo, e o lugar dele é um dos melhores da cidade. É o restaurante, bar e point de música favorito da minha ex-mulher. A gente ia lá na maioria das nossas ocasiões especiais, e também conhecíamos quase todo o pessoal. Meu amigo ficou felizão em ajudar e ainda reservou um camarote no salão de música pra gente curtir a noite. Continuei trabalhando durante a tarde, depois peguei umas roupas e fui pra casa do meu cunhado.
Cheguei lá e encontrei a maior bagunça, já que duas gostosas estavam tentando se arrumar e usando toda a água e o tempo do banheiro.
Eu e o Manuel pegamos uma cerveja, sentamos na sala e relaxamos até a costa ficar limpa. Batemos um papo sobre futebol, trabalho e vida, quando de repente ele me perguntou se eu tava saindo com alguém.
Respondi rápido "Não", mas fiquei meio curioso pra saber onde isso ia dar. "Não sei quando devo seguir em frente, e pode que ela não saiba até acontecer, mas acho que um dia vai saber". Não tinha falado com ninguém sobre isso e nem tinha parado pra pensar direito ainda.
Natalia gritou que o banheiro estava livre, então terminei minha cerveja e fui me lavar. Tava na sala quando as minas entraram. Caralho, estavam uma delícia. Natalia já tinha dito que ia sair pra dançar depois, então se vestiu pra noitada na cidade. Tava com uma saia preta curta que colava na bunda e nas pernas, enquanto a blusa era de seda cor de marfim, só com uma regata por baixo. Tava de salto que fazia a bunda dela balançar ainda mais quando desfilava na nossa frente. Andrea tava vestida de um jeito mais conservador, mas tava arrasadora; o vestido dela era um modelo asiático com uma fenda na lateral que deixava a perna dela de fora quando andava. Assobiei pra provocar elas e tomei um soco da Natalia e um sorriso da Andrea. Até o Manuel achou graça e entrou na brincadeira.
No restaurante, o Pedro, o dono, cumprimentou a gente e mostrou nossa mesa, com a Natalia e a Andrea sentadas de cada lado de mim, e o Manuel e a Maria na frente. Foi uma noite relaxante e gostosa, comida boa, companhia excelente e um jeito maravilhoso de desestressar. A música começou no salão lá pelas 10:30, então sugeri irmos pro bar. Uma banda local foda tava tocando, que era o tipo de música que deixou o Manuel de bom humor e, pelas caras de vergonha da Andrea e da Natalia, parecia que o Manuel e a Maria também tavam flertando. Nenhum filho gosta de ver os pais se provocando tão abertamente, embora todo mundo saiba que rola.
Depois do jantar, as minas decidiram não ficar muito tempo, então saíram pra encontrar as amigas delas no clube, enquanto a gente pedia bebidas e se acomodava pra ouvir a música. O Pedro sentou com a gente por um tempo e ficou me zoando sobre o "talento" no salão, fazendo de tudo pra apontar pra Todas as mulheres solteiras e disponíveis. Manuel e Maria se levantaram pra dançar, e um tempo depois, uma mulher muito gostosa se aproximou e sentou do meu lado.
"Oi", ela disse. "Não te vejo aqui há muito tempo."
"Faz um tempo", respondi. Era uma ex-aluna da faculdade chamada Lourdes, com quem eu tinha tido um caso. (Isso vai ser outra história) Alta, magra, com uma bunda enorme e uns peitos bonitos, e talvez em qualquer outra noite eu pudesse ter topado o convite, mas não essa noite. Essa noite era sobre família. Movi minha mão pra mesa e ela viu minha aliança de casamento. Ainda uso porque não tô pronto pra tirar ainda.
"Ah, você ainda é casado?" ela começou. "Tudo bem, isso nunca importou no passado."
"Lourdes, você é linda, mas tô com uns parentes. E não, eu era casado, mas separamos há mais de um ano", respondi.
"Desculpa", ela murmurou. "Vou embora agora, mas volto pra te pegar" e com isso ela se levantou. Essa noite era a família, mas também tava pensando na Andrea e no que mais podia rolar entre a gente.
Manuel e Maria voltaram de dançar, precisando de uma bebida, e pelos amassos e beijos, um quarto também, e rápido!
"Vamos pra casa", disse Manuel com uma piscada. Maria deu um tapa de brincadeira nele e um beijo. "Você vem também?" Maria disse rindo ao perceber como aquilo soou.
"Não", falei rápido, "acho que vou ficar e curtir a música. Quer meu carro?"
"Não, vamos pegar um táxi, o Manuel tá muito bêbado pra dirigir."
Nos despedimos. Me acomodei no bar pra ouvir a música ao vivo, lembrando como eu e minha esposa costumávamos passar horas dançando, nos beijando e nos abraçando, e depois transando por horas depois de chegar em casa. Sentia muita falta daquilo, mas não conseguia tirar a Andrea da cabeça depois da noite passada, até pensando que seria bom estar com ela agora.
Meu telefone tocou e vi que era a Andrea. "Oi, gostosa, tava pensando em você", falei sorrindo.
"Onde Tá aí? Ainda tá no salão?
- Ela tava gritando porque o barulho onde eles estavam era alto o suficiente pra ouvir na linha.
“Tô no bar, sua mãe e seu pai acabaram de ir embora. Acho que tão precisando de um quarto urgentemente” – eu tava rindo agora.
“Não se sinta sozinho, seu idiota”, ela gritou. “Fica aí, a gente vai voltar. Dá pra arrumar lugar pra quatro de nós hoje à noite, por favor?”
“Claro, o Pedro reservou uma mesa no bar pra todo mundo” – “Ok, a gente vai” – e desligou.
Andrea, Natalia e duas amigas chegaram mais tarde e a gente se acomodou. Andrea sentou do meu lado e roçou de leve minha coxa com a perna dela. Dava pra ver um brilho nos olhos dela, que dizia que tava feliz de estar aqui comigo. A gente continuou conversando e dançando, e com certeza eu peguei uns olhares dançando com quatro mulheres jovens que pareciam UMA DELÍCIA. Umas duas da manhã, Natalia e as amigas pegaram um táxi pra casa de uma delas, enquanto eu e Andrea ficamos até fechar, batendo papo e dançando e só curtindo, tomando cuidado pra não fazer nada que um tio e uma sobrinha não deviam fazer, pelo menos em público.
Dirigindo pra casa, Andrea sentou perto de mim, acariciando de leve minha coxa e meu ombro. “Vamos pra sua casa pra sobremesa”, ela disse com um sorriso safado. “Tô com fome” – Chegamos na minha casa e só entramos no salão.
“Nossa, preciso ver e sentir seu pau de novo, tio Fer”, ela gemeu, agarrando minha camisa e me ajudando a tirar. A gente se deitou junto no sofá, se inclinou e se beijou de leve no começo, mas depois com paixão.
“Queria ter ficado com você o tempo todo no restaurante, porque você me faz sentir tão bem”, ela disse, quebrando o beijo. “Não queria ter parado ontem à noite, mas sabia que era arriscado em casa, porque a mãe tem um sono leve”
“Bom, ninguém mais tá aqui agora. Só nós dois”, eu sussurrei.
Me inclinei mais perto e desabotoei devagar o vestido dela até a barriga, deixando à mostra a... sutiã de renda. Comecei a beijar os peitos dela através da renda, prestando atenção nos biquinhos durinhos.
“Ah, meu Deus, isso é delicioso, não para, por favor. Chupa meus peitos!”
Não tinha intenção de parar, então fui devagar tirando o sutiã dela, liberando os peitos lindos, e depois chupei suavemente um mamilo na minha boca. Tava tão duro, igual um docinho, e eu rolei ele devagar entre minha língua e meus dentes. O corpo da Andrea se contorcia no ritmo da minha chupada, e ela massageava furiosamente o peito livre.
“Ah, porra, ah, porra, ah, porra” – ela gemeu. “Nicolas não é tão bom quanto você.” Aí eu afastei a mão dela, peguei o peito livre e fui girando devagar o outro mamilo enquanto chupava mais do peito dela na minha boca.
Nicolas é o namorado da Andrea, um cara até que legal, mas tem cara de quem não tem muita imaginação e é bem sem graça. Depois eu descobri que ele não satisfaz ela sexualmente.
Eu precisava saborear ela, e beijei a barriga dela e desabotoei o resto do vestido. Ela levantou o quadril e a roupa sumiu. Agora eu tava de frente com uma calcinha fio dental de renda e beijei ela de leve. Ela agarrou minha cabeça e me empurrou pra perto. “O tio vai me comer agora, preciso da sua língua em mim.” Tirei a calcinha encharcada dela e respirei fundo. Tava quente e molhado, e eu precisava chupar.
“Caralho, você tem um gosto delicioso”, falei, enquanto me aproximava e dava um beijo suave no topo da montanhinha dela, depois abri delicadamente os lábios dela e lambi desde a bunda até o clitóris. Os pelinhos pubianos dela eram macios e emolduravam suavemente a buceta. Não lembrava da última vez que vi pelo na buceta de uma mina, mas tava ocupado demais pra me importar.
“Ah, porra, porra, porra, que gostosooo”, ela gemeu enquanto eu enfiava minha língua na bucetinha apertada dela. Tava quente e molhada, e eu queria mais. Trabalhei na buceta e no clitóris dela até ela gozar, forte e alto.
“AI MEU DEUS, não para, tô gozando!!” – O orgasmo dela pareceu durar uma minuto ou mais até se jogar no sofá com os olhos vidrados e um sorrisão.
"Tio Fer" —ela fez uma pausa pra respirar— "Isso foi foda. Achei que você ia arrancar meu clitóris do corpo. Foi tão intenso que quase desmaiei."
"De nada, gata, feliz em ajudar", eu ri. Ela me deu um tapinha de leve e riu também. A gente se beijou, e ela lambeu um pouco do próprio mel da minha barba, depois desceu pelo meu peito, dando atenção pros meus mamilos, me fazendo gemer. Meus mamilos sempre foram sensíveis, e eu adoro a sensação de serem lambidos e chupados. A mão dela continuou descendo pela minha barriga até minha calça, lentamente tirando meu cinto e abrindo o zíper.
Ela enfiou a mão e puxou meu pau, meio duro e pronto pra muito mais.
"MEU DEUS, seu pau é lindo." Ela se moveu pra baixo e soprou suavemente o hálito quente na ponta da minha cabeça pulsante. Agora ela tinha uma mão enrolada no meu eixo e me masturbava devagar, deixando a pele do prepúcio cobrir e descobrir a cabeça inchada e roxa. Eu me sentia melhor do que há muito tempo e queria que aquilo nunca acabasse. O ritmo dela acelerou, e então senti os lábios dela formarem um "O" em volta da cabeça, e ela começou a chupar. Minha esposa não costumava me fazer boquete, mas era ótima em outras coisas. A Andrea parecia ter muita prática — apesar do que tinha dito na noite passada, ela sabia exatamente o que fazer e como controlar um pau de carne pulsante.
"Porra, você é boa, já treinou", eu grunhi. Ela só chupou mais fundo até ter quase metade do meu pau na garganta. Continuou subindo e descendo no meu pau, enquanto também esfregava devagar meus mamilos com a mão livre.
A Andrea agora conseguiu enfiar a maior parte do meu pau na garganta e acelerou, o que significava que eu já tava sentindo aquele fervendo familiar nas bolas. "Vou gozar", e um minuto depois, ela soltou uma série de disparos pela garganta ansiosa dela. Ela diminuiu o ritmo e depois limpou meu pau amolecido, antes de se deitar ao meu lado. Nós dois estávamos suando e respirando como se tivéssemos dado voltas no quarteirão. Eu beijei ela, provando meu esperma salgado na língua dela, e depois coloquei ela por cima de mim, esmagando os peitos dela contra o meu peito.
Ficamos meio dormindo por uns minutos, e depois Andrea se inclinou pra trás e pegou meu pau meio duro e começou a chupar de novo. Quando meu pau ficou duro, ela se ajoelhou e enfiou devagar na buceta dela.
"AI MEU DEUS, você vai me partir ao meio e ainda não tá totalmente duro", ela gemeu enquanto afundava.
Ela era tão apertada que eu só consegui deslizar até a metade, mesmo com ela pingando muito mel. Ela cavalgou devagar pra cima e pra baixo, a sensação maravilhosa de ver minha sobrinha subindo e descendo, pelada em cima de mim, me trouxe de volta à dureza total.
"Porra, porra, você é grande demais." Andrea foi descendo devagar até eu sentir meu pau empurrar o colo do útero dela. "Tô tão cheia, você tá empurrando meu colo do útero", ela gemeu e começou a subir e descer lentamente. "Ah, vou gozar de novo", e o corpo dela tremeu. Dava pra sentir a buceta dela apertando meu pau quase sem parar. Quando o orgasmo passou, ela começou a montar meu pau de novo, dessa vez com mais gosto. Meu pau agora batia no colo do útero dela toda vez, e então abriu caminho e afundou até bater na minha virilha.
Andrea gritou e ficou parada, colada no meu peito. Eu não sabia se era dor, prazer ou os dois.
"Tá bem?" sussurrei no ouvido dela.
"Porra, não consigo me mexer, é incrível! Parece que você tá quase no meu estômago."
Ela começou a girar o quadril devagar, garantindo que meu pau ficasse no colo do útero dela. A velocidade aumentou e o clitóris dela esfregou em mim, levando ela de volta ao limite. O corpo dela tremeu de novo e ela cavalgou meu pau. fazendo com que eu gozasse dentro dela. Nós desabamos um sobre o outro, nos beijando e nos tocando, antes que ela se levantasse e deixasse meu pau cair livre com um plop descuidado. Estávamos encharcados com o esperma e o suor um do outro, e o cheiro doce de sexo pairava no ar.
"Ah, meu Deus, eu te amo", ela disse. "Você me satisfaz em muitos níveis, especialmente sexualmente."
"Eu também te amo, sempre amei", respondi. Andrea também me satisfazia de muitas maneiras.
Fomos para o banheiro principal e abri o chuveiro. Tomamos banho juntos, nos lavando suave e apaixonadamente. Ela pegou no meu pau e me deixou duro de novo. Colocou entre as pernas dela e, de costas para mim, apertou lentamente a buceta dela contra meu pau. Agarrei o peito dela e massageei o mamilo. Andrea se inclinou para frente e meu pau deslizou pela fenda da bunda dela e empurrou contra o buraquinho enrugado. Ela parou de se mexer e então se afastou um pouco de mim.
"Não, tio Fer, não tô preparada pra isso. Talvez outra hora", e com uma mão livre guiou meu pau de volta pra buceta molhada e encharcada dela. Afundei com pouca resistência e a puxei pra perto, esfregando o clitóris dela entre dois dedos.
"Não para, fode minha buceta e me enche de novo com seu esperma", ela gritou. Sendo o cavalheiro, eu a satisfiz e fodi com força até gozar. Nos secamos e nos vestimos, antes de voltar pra casa dela. Estávamos muito satisfeitos e exaustos, e minhas bolas estavam totalmente drenadas.
"Tio Fer, você me faz sentir tão amada. Quero ficar com você pra sempre."
"Adoro estar com você também, mas não sei até onde isso pode ir. Precisamos conversar mais sobre isso."
Não tinha certeza de onde isso ia dar, mas ambos concordamos que não queríamos parar ainda. Voltamos pra casa dela e fomos pros nossos quartos, não sem antes trocar outro beijo apaixonado. Antes de dormir, só pensava que tinha comido minha sobrinha de 23 anos.
Por favor, me sigam no Twitter para qualquer notificação. inquietação e poder conseguir as fotos das minhas sobrinhas e da minha cunhada.
Minha conta do Twitter: Fernando Morante @Fernand14355389
Meu e-mail para qualquer comentário: fmoreno60x@gmail.comF O T O S D A M I N H A S O B R I N H A A N D R E A


"Oi", ela disse, "trabalhando duro?"
"Sim, mas só tomando uma cerveja. O que foi?" respondi.
"Mamãe quer saber se você quer algo especial pra janta?"
"Você já seria bom", eu ri.
"Ha ha, talvez na sobremesa", ela respondeu na hora.
Esse comentário me pegou de surpresa. 'Porra', pensei.
"Bom", comecei, "que tal a gente sair pra jantar todos juntos, já que vocês estão me deixando ficar aqui?"
Teve uma pausa e vozes abafadas do outro lado. "Tá bom, mamãe disse obrigada."
"Show, vou ligar pro restaurante e garantir uma mesa pras 8 da noite."
"A gente se arruma?" Andrea perguntou, com um tom safado na voz. "Claro, por que não? A gente não se arruma muito", respondi.
Desliguei e liguei pra um restaurante de um amigo que conheço há muito tempo, e o lugar dele é um dos melhores da cidade. É o restaurante, bar e point de música favorito da minha ex-mulher. A gente ia lá na maioria das nossas ocasiões especiais, e também conhecíamos quase todo o pessoal. Meu amigo ficou felizão em ajudar e ainda reservou um camarote no salão de música pra gente curtir a noite. Continuei trabalhando durante a tarde, depois peguei umas roupas e fui pra casa do meu cunhado.
Cheguei lá e encontrei a maior bagunça, já que duas gostosas estavam tentando se arrumar e usando toda a água e o tempo do banheiro.
Eu e o Manuel pegamos uma cerveja, sentamos na sala e relaxamos até a costa ficar limpa. Batemos um papo sobre futebol, trabalho e vida, quando de repente ele me perguntou se eu tava saindo com alguém.
Respondi rápido "Não", mas fiquei meio curioso pra saber onde isso ia dar. "Não sei quando devo seguir em frente, e pode que ela não saiba até acontecer, mas acho que um dia vai saber". Não tinha falado com ninguém sobre isso e nem tinha parado pra pensar direito ainda.
Natalia gritou que o banheiro estava livre, então terminei minha cerveja e fui me lavar. Tava na sala quando as minas entraram. Caralho, estavam uma delícia. Natalia já tinha dito que ia sair pra dançar depois, então se vestiu pra noitada na cidade. Tava com uma saia preta curta que colava na bunda e nas pernas, enquanto a blusa era de seda cor de marfim, só com uma regata por baixo. Tava de salto que fazia a bunda dela balançar ainda mais quando desfilava na nossa frente. Andrea tava vestida de um jeito mais conservador, mas tava arrasadora; o vestido dela era um modelo asiático com uma fenda na lateral que deixava a perna dela de fora quando andava. Assobiei pra provocar elas e tomei um soco da Natalia e um sorriso da Andrea. Até o Manuel achou graça e entrou na brincadeira.
No restaurante, o Pedro, o dono, cumprimentou a gente e mostrou nossa mesa, com a Natalia e a Andrea sentadas de cada lado de mim, e o Manuel e a Maria na frente. Foi uma noite relaxante e gostosa, comida boa, companhia excelente e um jeito maravilhoso de desestressar. A música começou no salão lá pelas 10:30, então sugeri irmos pro bar. Uma banda local foda tava tocando, que era o tipo de música que deixou o Manuel de bom humor e, pelas caras de vergonha da Andrea e da Natalia, parecia que o Manuel e a Maria também tavam flertando. Nenhum filho gosta de ver os pais se provocando tão abertamente, embora todo mundo saiba que rola.
Depois do jantar, as minas decidiram não ficar muito tempo, então saíram pra encontrar as amigas delas no clube, enquanto a gente pedia bebidas e se acomodava pra ouvir a música. O Pedro sentou com a gente por um tempo e ficou me zoando sobre o "talento" no salão, fazendo de tudo pra apontar pra Todas as mulheres solteiras e disponíveis. Manuel e Maria se levantaram pra dançar, e um tempo depois, uma mulher muito gostosa se aproximou e sentou do meu lado.
"Oi", ela disse. "Não te vejo aqui há muito tempo."
"Faz um tempo", respondi. Era uma ex-aluna da faculdade chamada Lourdes, com quem eu tinha tido um caso. (Isso vai ser outra história) Alta, magra, com uma bunda enorme e uns peitos bonitos, e talvez em qualquer outra noite eu pudesse ter topado o convite, mas não essa noite. Essa noite era sobre família. Movi minha mão pra mesa e ela viu minha aliança de casamento. Ainda uso porque não tô pronto pra tirar ainda.
"Ah, você ainda é casado?" ela começou. "Tudo bem, isso nunca importou no passado."
"Lourdes, você é linda, mas tô com uns parentes. E não, eu era casado, mas separamos há mais de um ano", respondi.
"Desculpa", ela murmurou. "Vou embora agora, mas volto pra te pegar" e com isso ela se levantou. Essa noite era a família, mas também tava pensando na Andrea e no que mais podia rolar entre a gente.
Manuel e Maria voltaram de dançar, precisando de uma bebida, e pelos amassos e beijos, um quarto também, e rápido!
"Vamos pra casa", disse Manuel com uma piscada. Maria deu um tapa de brincadeira nele e um beijo. "Você vem também?" Maria disse rindo ao perceber como aquilo soou.
"Não", falei rápido, "acho que vou ficar e curtir a música. Quer meu carro?"
"Não, vamos pegar um táxi, o Manuel tá muito bêbado pra dirigir."
Nos despedimos. Me acomodei no bar pra ouvir a música ao vivo, lembrando como eu e minha esposa costumávamos passar horas dançando, nos beijando e nos abraçando, e depois transando por horas depois de chegar em casa. Sentia muita falta daquilo, mas não conseguia tirar a Andrea da cabeça depois da noite passada, até pensando que seria bom estar com ela agora.
Meu telefone tocou e vi que era a Andrea. "Oi, gostosa, tava pensando em você", falei sorrindo.
"Onde Tá aí? Ainda tá no salão?
- Ela tava gritando porque o barulho onde eles estavam era alto o suficiente pra ouvir na linha.
“Tô no bar, sua mãe e seu pai acabaram de ir embora. Acho que tão precisando de um quarto urgentemente” – eu tava rindo agora.
“Não se sinta sozinho, seu idiota”, ela gritou. “Fica aí, a gente vai voltar. Dá pra arrumar lugar pra quatro de nós hoje à noite, por favor?”
“Claro, o Pedro reservou uma mesa no bar pra todo mundo” – “Ok, a gente vai” – e desligou.
Andrea, Natalia e duas amigas chegaram mais tarde e a gente se acomodou. Andrea sentou do meu lado e roçou de leve minha coxa com a perna dela. Dava pra ver um brilho nos olhos dela, que dizia que tava feliz de estar aqui comigo. A gente continuou conversando e dançando, e com certeza eu peguei uns olhares dançando com quatro mulheres jovens que pareciam UMA DELÍCIA. Umas duas da manhã, Natalia e as amigas pegaram um táxi pra casa de uma delas, enquanto eu e Andrea ficamos até fechar, batendo papo e dançando e só curtindo, tomando cuidado pra não fazer nada que um tio e uma sobrinha não deviam fazer, pelo menos em público.
Dirigindo pra casa, Andrea sentou perto de mim, acariciando de leve minha coxa e meu ombro. “Vamos pra sua casa pra sobremesa”, ela disse com um sorriso safado. “Tô com fome” – Chegamos na minha casa e só entramos no salão.
“Nossa, preciso ver e sentir seu pau de novo, tio Fer”, ela gemeu, agarrando minha camisa e me ajudando a tirar. A gente se deitou junto no sofá, se inclinou e se beijou de leve no começo, mas depois com paixão.
“Queria ter ficado com você o tempo todo no restaurante, porque você me faz sentir tão bem”, ela disse, quebrando o beijo. “Não queria ter parado ontem à noite, mas sabia que era arriscado em casa, porque a mãe tem um sono leve”
“Bom, ninguém mais tá aqui agora. Só nós dois”, eu sussurrei.
Me inclinei mais perto e desabotoei devagar o vestido dela até a barriga, deixando à mostra a... sutiã de renda. Comecei a beijar os peitos dela através da renda, prestando atenção nos biquinhos durinhos.
“Ah, meu Deus, isso é delicioso, não para, por favor. Chupa meus peitos!”
Não tinha intenção de parar, então fui devagar tirando o sutiã dela, liberando os peitos lindos, e depois chupei suavemente um mamilo na minha boca. Tava tão duro, igual um docinho, e eu rolei ele devagar entre minha língua e meus dentes. O corpo da Andrea se contorcia no ritmo da minha chupada, e ela massageava furiosamente o peito livre.
“Ah, porra, ah, porra, ah, porra” – ela gemeu. “Nicolas não é tão bom quanto você.” Aí eu afastei a mão dela, peguei o peito livre e fui girando devagar o outro mamilo enquanto chupava mais do peito dela na minha boca.
Nicolas é o namorado da Andrea, um cara até que legal, mas tem cara de quem não tem muita imaginação e é bem sem graça. Depois eu descobri que ele não satisfaz ela sexualmente.
Eu precisava saborear ela, e beijei a barriga dela e desabotoei o resto do vestido. Ela levantou o quadril e a roupa sumiu. Agora eu tava de frente com uma calcinha fio dental de renda e beijei ela de leve. Ela agarrou minha cabeça e me empurrou pra perto. “O tio vai me comer agora, preciso da sua língua em mim.” Tirei a calcinha encharcada dela e respirei fundo. Tava quente e molhado, e eu precisava chupar.
“Caralho, você tem um gosto delicioso”, falei, enquanto me aproximava e dava um beijo suave no topo da montanhinha dela, depois abri delicadamente os lábios dela e lambi desde a bunda até o clitóris. Os pelinhos pubianos dela eram macios e emolduravam suavemente a buceta. Não lembrava da última vez que vi pelo na buceta de uma mina, mas tava ocupado demais pra me importar.
“Ah, porra, porra, porra, que gostosooo”, ela gemeu enquanto eu enfiava minha língua na bucetinha apertada dela. Tava quente e molhada, e eu queria mais. Trabalhei na buceta e no clitóris dela até ela gozar, forte e alto.
“AI MEU DEUS, não para, tô gozando!!” – O orgasmo dela pareceu durar uma minuto ou mais até se jogar no sofá com os olhos vidrados e um sorrisão.
"Tio Fer" —ela fez uma pausa pra respirar— "Isso foi foda. Achei que você ia arrancar meu clitóris do corpo. Foi tão intenso que quase desmaiei."
"De nada, gata, feliz em ajudar", eu ri. Ela me deu um tapinha de leve e riu também. A gente se beijou, e ela lambeu um pouco do próprio mel da minha barba, depois desceu pelo meu peito, dando atenção pros meus mamilos, me fazendo gemer. Meus mamilos sempre foram sensíveis, e eu adoro a sensação de serem lambidos e chupados. A mão dela continuou descendo pela minha barriga até minha calça, lentamente tirando meu cinto e abrindo o zíper.
Ela enfiou a mão e puxou meu pau, meio duro e pronto pra muito mais.
"MEU DEUS, seu pau é lindo." Ela se moveu pra baixo e soprou suavemente o hálito quente na ponta da minha cabeça pulsante. Agora ela tinha uma mão enrolada no meu eixo e me masturbava devagar, deixando a pele do prepúcio cobrir e descobrir a cabeça inchada e roxa. Eu me sentia melhor do que há muito tempo e queria que aquilo nunca acabasse. O ritmo dela acelerou, e então senti os lábios dela formarem um "O" em volta da cabeça, e ela começou a chupar. Minha esposa não costumava me fazer boquete, mas era ótima em outras coisas. A Andrea parecia ter muita prática — apesar do que tinha dito na noite passada, ela sabia exatamente o que fazer e como controlar um pau de carne pulsante.
"Porra, você é boa, já treinou", eu grunhi. Ela só chupou mais fundo até ter quase metade do meu pau na garganta. Continuou subindo e descendo no meu pau, enquanto também esfregava devagar meus mamilos com a mão livre.
A Andrea agora conseguiu enfiar a maior parte do meu pau na garganta e acelerou, o que significava que eu já tava sentindo aquele fervendo familiar nas bolas. "Vou gozar", e um minuto depois, ela soltou uma série de disparos pela garganta ansiosa dela. Ela diminuiu o ritmo e depois limpou meu pau amolecido, antes de se deitar ao meu lado. Nós dois estávamos suando e respirando como se tivéssemos dado voltas no quarteirão. Eu beijei ela, provando meu esperma salgado na língua dela, e depois coloquei ela por cima de mim, esmagando os peitos dela contra o meu peito.
Ficamos meio dormindo por uns minutos, e depois Andrea se inclinou pra trás e pegou meu pau meio duro e começou a chupar de novo. Quando meu pau ficou duro, ela se ajoelhou e enfiou devagar na buceta dela.
"AI MEU DEUS, você vai me partir ao meio e ainda não tá totalmente duro", ela gemeu enquanto afundava.
Ela era tão apertada que eu só consegui deslizar até a metade, mesmo com ela pingando muito mel. Ela cavalgou devagar pra cima e pra baixo, a sensação maravilhosa de ver minha sobrinha subindo e descendo, pelada em cima de mim, me trouxe de volta à dureza total.
"Porra, porra, você é grande demais." Andrea foi descendo devagar até eu sentir meu pau empurrar o colo do útero dela. "Tô tão cheia, você tá empurrando meu colo do útero", ela gemeu e começou a subir e descer lentamente. "Ah, vou gozar de novo", e o corpo dela tremeu. Dava pra sentir a buceta dela apertando meu pau quase sem parar. Quando o orgasmo passou, ela começou a montar meu pau de novo, dessa vez com mais gosto. Meu pau agora batia no colo do útero dela toda vez, e então abriu caminho e afundou até bater na minha virilha.
Andrea gritou e ficou parada, colada no meu peito. Eu não sabia se era dor, prazer ou os dois.
"Tá bem?" sussurrei no ouvido dela.
"Porra, não consigo me mexer, é incrível! Parece que você tá quase no meu estômago."
Ela começou a girar o quadril devagar, garantindo que meu pau ficasse no colo do útero dela. A velocidade aumentou e o clitóris dela esfregou em mim, levando ela de volta ao limite. O corpo dela tremeu de novo e ela cavalgou meu pau. fazendo com que eu gozasse dentro dela. Nós desabamos um sobre o outro, nos beijando e nos tocando, antes que ela se levantasse e deixasse meu pau cair livre com um plop descuidado. Estávamos encharcados com o esperma e o suor um do outro, e o cheiro doce de sexo pairava no ar.
"Ah, meu Deus, eu te amo", ela disse. "Você me satisfaz em muitos níveis, especialmente sexualmente."
"Eu também te amo, sempre amei", respondi. Andrea também me satisfazia de muitas maneiras.
Fomos para o banheiro principal e abri o chuveiro. Tomamos banho juntos, nos lavando suave e apaixonadamente. Ela pegou no meu pau e me deixou duro de novo. Colocou entre as pernas dela e, de costas para mim, apertou lentamente a buceta dela contra meu pau. Agarrei o peito dela e massageei o mamilo. Andrea se inclinou para frente e meu pau deslizou pela fenda da bunda dela e empurrou contra o buraquinho enrugado. Ela parou de se mexer e então se afastou um pouco de mim.
"Não, tio Fer, não tô preparada pra isso. Talvez outra hora", e com uma mão livre guiou meu pau de volta pra buceta molhada e encharcada dela. Afundei com pouca resistência e a puxei pra perto, esfregando o clitóris dela entre dois dedos.
"Não para, fode minha buceta e me enche de novo com seu esperma", ela gritou. Sendo o cavalheiro, eu a satisfiz e fodi com força até gozar. Nos secamos e nos vestimos, antes de voltar pra casa dela. Estávamos muito satisfeitos e exaustos, e minhas bolas estavam totalmente drenadas.
"Tio Fer, você me faz sentir tão amada. Quero ficar com você pra sempre."
"Adoro estar com você também, mas não sei até onde isso pode ir. Precisamos conversar mais sobre isso."
Não tinha certeza de onde isso ia dar, mas ambos concordamos que não queríamos parar ainda. Voltamos pra casa dela e fomos pros nossos quartos, não sem antes trocar outro beijo apaixonado. Antes de dormir, só pensava que tinha comido minha sobrinha de 23 anos.
Por favor, me sigam no Twitter para qualquer notificação. inquietação e poder conseguir as fotos das minhas sobrinhas e da minha cunhada.
Minha conta do Twitter: Fernando Morante @Fernand14355389
Meu e-mail para qualquer comentário: fmoreno60x@gmail.comF O T O S D A M I N H A S O B R I N H A A N D R E A


3 comentários - Andrea e Natalia, minhas sobrinhas gostosas