Já fazem algumas semanas desde que eu e a mamãe viramos parceiras naquela pica enorme. Eu já tinha decidido não ir mais pra escola, sempre dizia que ia pra casa do Gustavo. Depois descobri que a mamãe pedia dinheiro pra ele e que esse era o suposto trabalho dela, a desculpa que usava. Também descobri que o Gustavo tinha tudo: musculoso, gostoso, maduro, grana suficiente pra dar um "salário" pra mamãe e não se importar, aquela perna de pica que ele tem e um porco completo, como não se apaixonar por ele?
Com a mamãe, combinamos de mentir pro papai juntas, dizendo que ela ia me levar pra escola no caminho do trabalho. Obviamente, a gente ia foder. E um dia começamos a falar sobre ela e o Gustavo.
— Mamãe, com o Gus você sempre foi assim?
— Assim como?
— Viciada na pica dele e que gosta de apanhar?
— Sim, sempre me excitei com isso, por quê?
— Curiosidade, já que eu sou igual. E... por que vocês se separaram na época?
— Bom... no começo foi difícil decidir, mas tudo aconteceu quando... — Ela disse enquanto estacionava. — Depois te conto.
Entramos no lobby da casa, um quartinho entre a porta da entrada e a da casa. Lá, tirei da mochila dois conjuntos. Pra mamãe, um vestido preto cortado na altura dos peitos, e use a palavra: buceta. Os peitos dela ficavam de fora do vestido. Pra mim, uma camiseta completamente transparente e uma saia com tanga incluída, com um brinquedinho dentro. Quando coloquei, o brinquedo ficou no meu cu.
Assim que entramos, nos vimos num espelho no meio do corredor. Sinceramente, a gente se via bem puta, e eu amei. Mas naquele momento de "modelagem", fomos interrompidas pelo Gustavo.
— Como estão minhas putinhas favoritas? — Ele disse de bem mais atrás do espelho.
— Quentes — Respondemos ao mesmo tempo, como se já estivéssemos treinadas pra dizer isso.
Lá estava o Gus, sentado num sofá feito um trono, completamente nu e imponente, com a pica pendurada e o quarto todo fechado e iluminado com velas.
— Perfeito, mas hoje mudei os planos. Sofi, você me espera no quarto, e... Flor, vem comigo. Nós fomos correndo fazer o que ele mandava. Depois de um tempo, ela entrou no quarto com o cuzinho escorrendo e uma cara de alegria sem igual. Antes que caísse outra gota, pulei pra pegar direto da fonte.
—Boa, Sofi, boa, por isso que você é minha favorita, faz o que eu quero sem eu precisar falar.
—Sim, obrigada, senhor.
Assim que eu falei, ele me deu uma joelhada.
—De novo, Sofi... como eu te disse pra me chamar?
—Desculpa. Sim, obrigada, papai.
—Assim tá melhor. Agora, papai acha que essa puta tá meio desconfortável. O que foi?
—Esse brinquedo em forma de ovo tá me incomodando.
—Deixa eu ver se posso ajudar. Vira de costas e fica de quatro.
Ali, na posição de puta, de quatro, ele enfiou os dedos no meu cu sem avisar e sem lubrificar nada.
—Além de puta, retardada e viadona, essa coisa tá te incomodando e tá desligada.
—Des...ligada?
—É, olha — ele disse enquanto enfiava de novo. — E agora, como é que fica?
Assim que apertou o botão...
—AAAAAH SIM, PAPAI, MUITO MELHOR, SUA PUTA TÁ BOA E PRONTA PRA VOCÊ COMER.
—Isso que eu queria ouvir.
Ele começou a me foder brutalmente, como sempre. Ali estava eu, sentindo o maior orgasmo em muito tempo, e a gente mal tinha começado o dia. Só conseguia pensar em como ele me macetava enquanto meu cu tremia de tão forte que era aquela porra.
Quando Gustavo gozou, mal consegui me levantar. Senti que tinha passado uma hora, mas quando olhei o relógio, vi que só tinham se passado 20 minutos. Sabia que não ia aguentar muito tempo assim sem enlouquecer, então tentei segurar um pouco.
—Papai, cadê a minha mãe agora?
—Ah, ela... deixei ela ocupada com uma coisa. Quer ver ela?
—Se meu papai quiser, eu vou.
—Boa resposta, Sofi. Não se limpa, vai assim mesmo.
Saímos do quarto e finalmente prestei atenção na casa dele. Era gigante. Todas as vezes que fui, acabei sendo comida na sala ou no quarto dele, mas caminhamos um pouco e eu não imaginava que fosse tão grande.
—Sabe, passamos por muitos quartos, né?
—Sim~?
—O que você acharia se eu te dissesse que em todos eles eu comi a sua mãe, várias vezes, por sinal?
—Acharia que você sempre foi o cara. Mesmo tipo que fode como um animal, papai, e ela sempre foi a putinha feliz que é. —Beleza, Sofi, chegamos. Era um quarto escuro, afastado do resto por um corredor. Desliguei por um momento o vibrador que ainda estava usando, e ouvia ao longe os gemidos da mamãe. Ao abrir a porta, vi a mamãe amarrada numa cama, cheia de porra escorrendo de todos os buracos e 5 caras ao redor dela. —Aí está, Sofi, uma imagem mais clara da sua mãe. Você achava que ela era puta por causa da minha pica, mas a verdade é que ela sempre foi uma puta. Eu, que já não me surpreendia mais vê-la assim, respondi: —Quem são eles? E por que estão fodendo ela no seu lugar? —A verdade é que eu prostituí a sua mãe, e ela era tão gostosa que fez isso sem questionar nada, e gozava com todos. Ela nunca se incomodou ou se surpreendeu com a gente. Vocês, continuem com o que estão fazendo, só estava mostrando uma coisa pra filha da Flor — disse antes de fechar a porta. —Por que me mostrou ela assim? —Pra você ver quem é sua verdadeira mãe. Primeiro foi uma santa pra você, depois uma puta igual a você, e agora vê a verdadeira: uma ninfomaníaca viciada em pica e quase impossível de satisfazer. —Mas com o papai ela é feliz? Ele começou a puxar meus mamilos. —Duvida da minha pica, garota? Até essa chupadora de pica da sua mãe fica satisfeita comigo. Assim que me soltei, pulei em cima dele. —Quero que o papai me use como quiser e, se quiser, me prostitua igual à mamãe. —Que putinha boa você é, Sofi, mas você eu quero só pra mim — depois de me dizer isso, senti ele endurecer de novo e fiquei toda por cima dele. —Vamos subir de novo, papai? —Não, temos só algumas horas, hoje quero aproveitar pra fazer enquanto você ouve sua mãe foder em grupo. —Como meu papai mandar —mas, toda vez que sua mãe gemer, vou bater nos seus peitos. Ele ligou o maldito vibrador de novo, começou a me foder contra a porta. Eu podia ver por um buraco: a mamãe estava chupando uma pica enquanto outros dois a fodiam, e ela começou a gemer tão alto quanto podia, mesmo com a boca ocupada. Aí eu soube que ia sofrer. Muito mal, mas não conseguia evitar de sorrir. Depois de 3 horas, já estava mais surrada e cheia que o normal. — Temos que parar, eu devia estar na escola, mas a mamãe sempre chega antes. — Ela não te contou? — Me contar o quê? — Ela mentiu pro seu pai, disse que depois da escola iam visitar uma tia e voltavam amanhã. — Que bom, assim posso passar mais tempo com meu papai — falei enquanto a porta se abria. — Assim nós duas podemos passar mais tempo, você quis dizer. Os 5 caras saíram exaustos, pelados, e aí notei que os paus deles eram grandes, não iguais ao do papai, mas eram grandes. Mamãe continuava de boa, como se nada tivesse acontecido, e no vestido cheio de porra tinha um bolso escondido, de onde tirou um maço gigante de notas e deu pro Gus. — Belo trabalho hoje, Flora, mas a putinha da sua filha aguentou como uma campeã, devia ter orgulho de ter uma filha tão gostosa quanto você. Mamãe, sem dizer uma palavra, me olhou com ódio e foi tomar banho. Quando saiu, eu não aguentava mais e pedi pra ela tomar meu lugar. Ela correu pro Gus e ficaram por horas sem parar, de verdade que não é fácil de satisfazer. Enquanto isso, eu respondia as mensagens do papai. ^ Tudo bem? Falei pra sua mãe avisar quando chegassem e ela nunca falou, liguei 10 vezes e nada. ^ Sim, sim, tranquilo, é que o sinal tá ruim 😊 chegamos há um tempão, e elas estão conversando 🥱 já quero ir embora. ^ Só aguenta até amanhã, elas não se veem há tempos e precisam colocar o papo em dia, não vou encher mais, nos vemos 😙 ^ Tchau tchau 🤏 ^ ??? ^ Ué, desculpa, me enganei 😚* ^ Prefiro nem perguntar pra que você usa o outro. — Pro meu namorado, que é tão tarado quanto você, mas você é um idiota que não percebe, não enche, papai — quando terminei de gritar pro telefone desligado, percebi uma coisa. — Merda, não perguntei onde vou dormir, já era, durmo aqui no sofá. Adormeci ouvindo eles trepando, queria me juntar, mas meu corpo não aguentava mais. No dia seguinte, acordei com um chute, muito suave pra ser do Gus e suave demais pra ser do ódio da mamãe, mas Era ela mesmo, só que tava sentando na minha cara e os pés dela balançavam. —Bom dia, filhinha— disse mamãe doce e ofegante. —Bom dia, vocês dois não pararam a noite toda? —Dormimos, sim— interrompeu o Gus— mas essa putinha que você tem por mãe acordou com fome de novo, e aqui estamos. Agora levanta. Antes que eu termine de acordar, vejo ele gozando dentro da mamãe bem em cima da minha cara, e como boa aprendiz de puta, não pensei em outra coisa senão abrir a boca. Enquanto as duas fomos nos limpar, quando voltamos o Gustavo disse: —Já fiz o café da manhã pra vocês, cereal com porra. —Deixa eu adivinhar, você usou seu leite no cereal? —Não, garota. Agora senta e engole isso. —Se é porra normal, deve estar vencida, tem gosto estranho. —Ah, é porque usei a porra dos caras de ontem à noite. Onde você pensou que sua mãe se limpou? —Você disse que era porra normal. —Não, eu disse que não era minha. Agora termina o prato, sua mãezinha já deixou limpinho, olha ela. Depois de um tempo, limpamos tudo e trepamos uma última vez antes de ir embora. Olhando eles com atenção, percebi que os dois são máquinas de foder imparáveis. Quando terminamos, trocamos as roupas de puta, mamãe me ensinou a maquiar os hematomas e nos vestimos casual de novo. Assim que saímos, retomamos a conversa indo pro carro. —Mamãe? —Fala? —Você não terminou de contar. —O quê? —Você tava me dizendo por que se separou do papai? —Ahhh, isso. Bem, resumindo, porque mesmo amando foder juntos, ele não queria ser pai e eu engravidei. —...— parei no meio da rua. —O que foi? —Quer dizer que ele é meu pai de verdade? —Quê? NÃO, BURRA. Eu engravidei trabalhando. Ele me disse que é estéril. —Ah, bom, bom. Subimos no carro e voltamos pra casa com o corno. Eu subi até meu quarto pra pegar alguma coisa, com a dúvida na cabeça me pergunto por quê. O Gustavo disse pra mamãe que era estéril, e eu só sou comida por ele... Esse teste de gravidez deu positivo.
Com a mamãe, combinamos de mentir pro papai juntas, dizendo que ela ia me levar pra escola no caminho do trabalho. Obviamente, a gente ia foder. E um dia começamos a falar sobre ela e o Gustavo.
— Mamãe, com o Gus você sempre foi assim?
— Assim como?
— Viciada na pica dele e que gosta de apanhar?
— Sim, sempre me excitei com isso, por quê?
— Curiosidade, já que eu sou igual. E... por que vocês se separaram na época?
— Bom... no começo foi difícil decidir, mas tudo aconteceu quando... — Ela disse enquanto estacionava. — Depois te conto.
Entramos no lobby da casa, um quartinho entre a porta da entrada e a da casa. Lá, tirei da mochila dois conjuntos. Pra mamãe, um vestido preto cortado na altura dos peitos, e use a palavra: buceta. Os peitos dela ficavam de fora do vestido. Pra mim, uma camiseta completamente transparente e uma saia com tanga incluída, com um brinquedinho dentro. Quando coloquei, o brinquedo ficou no meu cu.
Assim que entramos, nos vimos num espelho no meio do corredor. Sinceramente, a gente se via bem puta, e eu amei. Mas naquele momento de "modelagem", fomos interrompidas pelo Gustavo.
— Como estão minhas putinhas favoritas? — Ele disse de bem mais atrás do espelho.
— Quentes — Respondemos ao mesmo tempo, como se já estivéssemos treinadas pra dizer isso.
Lá estava o Gus, sentado num sofá feito um trono, completamente nu e imponente, com a pica pendurada e o quarto todo fechado e iluminado com velas.
— Perfeito, mas hoje mudei os planos. Sofi, você me espera no quarto, e... Flor, vem comigo. Nós fomos correndo fazer o que ele mandava. Depois de um tempo, ela entrou no quarto com o cuzinho escorrendo e uma cara de alegria sem igual. Antes que caísse outra gota, pulei pra pegar direto da fonte.
—Boa, Sofi, boa, por isso que você é minha favorita, faz o que eu quero sem eu precisar falar.
—Sim, obrigada, senhor.
Assim que eu falei, ele me deu uma joelhada.
—De novo, Sofi... como eu te disse pra me chamar?
—Desculpa. Sim, obrigada, papai.
—Assim tá melhor. Agora, papai acha que essa puta tá meio desconfortável. O que foi?
—Esse brinquedo em forma de ovo tá me incomodando.
—Deixa eu ver se posso ajudar. Vira de costas e fica de quatro.
Ali, na posição de puta, de quatro, ele enfiou os dedos no meu cu sem avisar e sem lubrificar nada.
—Além de puta, retardada e viadona, essa coisa tá te incomodando e tá desligada.
—Des...ligada?
—É, olha — ele disse enquanto enfiava de novo. — E agora, como é que fica?
Assim que apertou o botão...
—AAAAAH SIM, PAPAI, MUITO MELHOR, SUA PUTA TÁ BOA E PRONTA PRA VOCÊ COMER.
—Isso que eu queria ouvir.
Ele começou a me foder brutalmente, como sempre. Ali estava eu, sentindo o maior orgasmo em muito tempo, e a gente mal tinha começado o dia. Só conseguia pensar em como ele me macetava enquanto meu cu tremia de tão forte que era aquela porra.
Quando Gustavo gozou, mal consegui me levantar. Senti que tinha passado uma hora, mas quando olhei o relógio, vi que só tinham se passado 20 minutos. Sabia que não ia aguentar muito tempo assim sem enlouquecer, então tentei segurar um pouco.
—Papai, cadê a minha mãe agora?
—Ah, ela... deixei ela ocupada com uma coisa. Quer ver ela?
—Se meu papai quiser, eu vou.
—Boa resposta, Sofi. Não se limpa, vai assim mesmo.
Saímos do quarto e finalmente prestei atenção na casa dele. Era gigante. Todas as vezes que fui, acabei sendo comida na sala ou no quarto dele, mas caminhamos um pouco e eu não imaginava que fosse tão grande.
—Sabe, passamos por muitos quartos, né?
—Sim~?
—O que você acharia se eu te dissesse que em todos eles eu comi a sua mãe, várias vezes, por sinal?
—Acharia que você sempre foi o cara. Mesmo tipo que fode como um animal, papai, e ela sempre foi a putinha feliz que é. —Beleza, Sofi, chegamos. Era um quarto escuro, afastado do resto por um corredor. Desliguei por um momento o vibrador que ainda estava usando, e ouvia ao longe os gemidos da mamãe. Ao abrir a porta, vi a mamãe amarrada numa cama, cheia de porra escorrendo de todos os buracos e 5 caras ao redor dela. —Aí está, Sofi, uma imagem mais clara da sua mãe. Você achava que ela era puta por causa da minha pica, mas a verdade é que ela sempre foi uma puta. Eu, que já não me surpreendia mais vê-la assim, respondi: —Quem são eles? E por que estão fodendo ela no seu lugar? —A verdade é que eu prostituí a sua mãe, e ela era tão gostosa que fez isso sem questionar nada, e gozava com todos. Ela nunca se incomodou ou se surpreendeu com a gente. Vocês, continuem com o que estão fazendo, só estava mostrando uma coisa pra filha da Flor — disse antes de fechar a porta. —Por que me mostrou ela assim? —Pra você ver quem é sua verdadeira mãe. Primeiro foi uma santa pra você, depois uma puta igual a você, e agora vê a verdadeira: uma ninfomaníaca viciada em pica e quase impossível de satisfazer. —Mas com o papai ela é feliz? Ele começou a puxar meus mamilos. —Duvida da minha pica, garota? Até essa chupadora de pica da sua mãe fica satisfeita comigo. Assim que me soltei, pulei em cima dele. —Quero que o papai me use como quiser e, se quiser, me prostitua igual à mamãe. —Que putinha boa você é, Sofi, mas você eu quero só pra mim — depois de me dizer isso, senti ele endurecer de novo e fiquei toda por cima dele. —Vamos subir de novo, papai? —Não, temos só algumas horas, hoje quero aproveitar pra fazer enquanto você ouve sua mãe foder em grupo. —Como meu papai mandar —mas, toda vez que sua mãe gemer, vou bater nos seus peitos. Ele ligou o maldito vibrador de novo, começou a me foder contra a porta. Eu podia ver por um buraco: a mamãe estava chupando uma pica enquanto outros dois a fodiam, e ela começou a gemer tão alto quanto podia, mesmo com a boca ocupada. Aí eu soube que ia sofrer. Muito mal, mas não conseguia evitar de sorrir. Depois de 3 horas, já estava mais surrada e cheia que o normal. — Temos que parar, eu devia estar na escola, mas a mamãe sempre chega antes. — Ela não te contou? — Me contar o quê? — Ela mentiu pro seu pai, disse que depois da escola iam visitar uma tia e voltavam amanhã. — Que bom, assim posso passar mais tempo com meu papai — falei enquanto a porta se abria. — Assim nós duas podemos passar mais tempo, você quis dizer. Os 5 caras saíram exaustos, pelados, e aí notei que os paus deles eram grandes, não iguais ao do papai, mas eram grandes. Mamãe continuava de boa, como se nada tivesse acontecido, e no vestido cheio de porra tinha um bolso escondido, de onde tirou um maço gigante de notas e deu pro Gus. — Belo trabalho hoje, Flora, mas a putinha da sua filha aguentou como uma campeã, devia ter orgulho de ter uma filha tão gostosa quanto você. Mamãe, sem dizer uma palavra, me olhou com ódio e foi tomar banho. Quando saiu, eu não aguentava mais e pedi pra ela tomar meu lugar. Ela correu pro Gus e ficaram por horas sem parar, de verdade que não é fácil de satisfazer. Enquanto isso, eu respondia as mensagens do papai. ^ Tudo bem? Falei pra sua mãe avisar quando chegassem e ela nunca falou, liguei 10 vezes e nada. ^ Sim, sim, tranquilo, é que o sinal tá ruim 😊 chegamos há um tempão, e elas estão conversando 🥱 já quero ir embora. ^ Só aguenta até amanhã, elas não se veem há tempos e precisam colocar o papo em dia, não vou encher mais, nos vemos 😙 ^ Tchau tchau 🤏 ^ ??? ^ Ué, desculpa, me enganei 😚* ^ Prefiro nem perguntar pra que você usa o outro. — Pro meu namorado, que é tão tarado quanto você, mas você é um idiota que não percebe, não enche, papai — quando terminei de gritar pro telefone desligado, percebi uma coisa. — Merda, não perguntei onde vou dormir, já era, durmo aqui no sofá. Adormeci ouvindo eles trepando, queria me juntar, mas meu corpo não aguentava mais. No dia seguinte, acordei com um chute, muito suave pra ser do Gus e suave demais pra ser do ódio da mamãe, mas Era ela mesmo, só que tava sentando na minha cara e os pés dela balançavam. —Bom dia, filhinha— disse mamãe doce e ofegante. —Bom dia, vocês dois não pararam a noite toda? —Dormimos, sim— interrompeu o Gus— mas essa putinha que você tem por mãe acordou com fome de novo, e aqui estamos. Agora levanta. Antes que eu termine de acordar, vejo ele gozando dentro da mamãe bem em cima da minha cara, e como boa aprendiz de puta, não pensei em outra coisa senão abrir a boca. Enquanto as duas fomos nos limpar, quando voltamos o Gustavo disse: —Já fiz o café da manhã pra vocês, cereal com porra. —Deixa eu adivinhar, você usou seu leite no cereal? —Não, garota. Agora senta e engole isso. —Se é porra normal, deve estar vencida, tem gosto estranho. —Ah, é porque usei a porra dos caras de ontem à noite. Onde você pensou que sua mãe se limpou? —Você disse que era porra normal. —Não, eu disse que não era minha. Agora termina o prato, sua mãezinha já deixou limpinho, olha ela. Depois de um tempo, limpamos tudo e trepamos uma última vez antes de ir embora. Olhando eles com atenção, percebi que os dois são máquinas de foder imparáveis. Quando terminamos, trocamos as roupas de puta, mamãe me ensinou a maquiar os hematomas e nos vestimos casual de novo. Assim que saímos, retomamos a conversa indo pro carro. —Mamãe? —Fala? —Você não terminou de contar. —O quê? —Você tava me dizendo por que se separou do papai? —Ahhh, isso. Bem, resumindo, porque mesmo amando foder juntos, ele não queria ser pai e eu engravidei. —...— parei no meio da rua. —O que foi? —Quer dizer que ele é meu pai de verdade? —Quê? NÃO, BURRA. Eu engravidei trabalhando. Ele me disse que é estéril. —Ah, bom, bom. Subimos no carro e voltamos pra casa com o corno. Eu subi até meu quarto pra pegar alguma coisa, com a dúvida na cabeça me pergunto por quê. O Gustavo disse pra mamãe que era estéril, e eu só sou comida por ele... Esse teste de gravidez deu positivo.
1 comentários - Mamãe e o Ex 4 (Fim, de Verdade, pra Sempre)