Saí do médico e, como era horário de pico, mas eu tinha que viajar pro centro e não pra zona (que de tarde é o "lado contrário" da ação), fui reto até Tribunais, pra voltar pro lado da zona pelo menos umas duas estações e pegar alguém. Já na plataforma, um coroa de terno me piscou o olho assim que chegou, e ficava esfregando o volume sutilmente com a mão no bolso da calça. O trem chegou, lotado até o talo (como eu esperava). Assim que subimos, colado na porta, encontro um cara que já tinha pego umas duas semanas antes usando a mesma estratégia, e que tem um pau muito bom. Então, foda-se o coroa, me dediquei a esse assim que as portas fecharam! O cara já veio duro, e assim que passei a mão, reagiu na hora. Pau bonito, comprido e grosso de lado. Ficava apalpando, apertando, esfregando... De vez em quando, eu descia a mão até a virilha dele pra acariciar os ovos. E o cara respondia passando a mão na minha bunda descaradamente. O coroa de terno não abandonei de vez, peguei um pouco, mas ele desceu em duas estações. Com meu "amigo", tivemos que nos reorganizar em Pueyrredon, que desceu muita gente, mas subiu mais do que desceu. Embora tenham subido caras mais gostosos (e que, no decorrer da viagem, percebi que estavam na mesma), continuei com minha presa. Dessa vez, fiquei de costas, e o cara me encostava e esfregava o pau na minha bunda. Assim até Plaza Italia. Já sabia o que ia rolar (porque foi o que ele fez da outra vez): ele desceu e foi direto pra lanchonete que fica na saída. Dessa vez, entrei com ele de novo. Na primeira vez que a gente se pegou, o banheiro do lugar tava lotado e não deu pra ficar. Dessa vez, tava vazio. Bati uma punheta pra ele já com o pau de fora. Tava duro, mas era bem comprido e grosso. Irresistível. Mas toda vez que eu ia descer pra engolir ele inteiro, entrava alguém no banheiro. Embora os dois primeiros tenham sido um velho e um cara que estavam na mesma Mesma vibe, aí quando entrou uma galera, peguei e vazei. O cara ficou lá dentro uns 5 minutos a mais, e acabou descendo. Eu tinha ficado procurando no celular um cyber perto dali que ouvi dizer que tinha pegação nas cabines. Batemos um papo rapidinho e trocamos telefone. Mas eu tinha ficado com vontade de fechar o negócio...
Fiquei dando um rolê pela região da Plaza Italia, procurando o tal "famoso" cyber que rola putaria nas cabines, e não achava de jeito nenhum. Tava andando por lá, meio perdido, quando cruzo com um porteiro. A gente trocou olhares, mas me fiz de desentendido e continuei procurando o cyber. Mas claro que o tesão subiu pra caralho quando esse cara, com o uniforme dele e toda a masculinidade, me devorou com o olhar... Tava dividido entre aquilo e o cyber na cabeça, quando o porteiro em questão chega perto e me pergunta o clássico "tudo bem? como cê tá? tá perdido? precisa de ajuda?". Fiquei super nervoso, e falei que tava tudo bem, que ia pegar uma compra de um site de venda, mas não tinha conferido direito o endereço. Aí ele falou que se eu quisesse, ele me ajudava a achar o lugar, era só dizer a rua que ele me guiava... "Olha, NO QUE VOCÊ PRECISAR, eu posso dar uma mão"... Pronto, o cara tava super a fim, e eu também. — É, você podia me ajudar numa coisa... — Ah é? O que cê tá procurando? Que ajuda eu posso te dar? Aí me joguei de cabeça: "Quero um macho bom que meta o pau até o talo e me dê gozo na boca". Claro que ele pegou na hora. Falou pra irmos pro prédio dele, que na sala da portaria, ou na escada, ou na sala das máquinas do elevador a gente podia fazer o que quisesse. Entramos no prédio e fomos pra escada. Tudo escuro. Mal subimos uns andares e ele já puxou o pau na hora, e eu agarrei de boca. O safado nem de cueca tava, já tava preparado pra pegar o primeiro promíscuo que aparecesse pra mamar ele. E esse promíscuo parecia que era eu! Engoli ele inteiro. O cara gemia pra caralho no meio da escada. Eu chupava o pau, lambia os ovos, e o porteiro tava alucinado. "Você chupa melhor que minha mulher, viado!". E ele falava isso, e eu chupava com mais vontade... Nisso, a gente ouviu barulho num dos corredores, parecia que iam entrar na escada, e aí descemos de novo pro térreo. Pallier de entrada. "Vamos pra sala das máquinas, lá ninguém vai entrar". Subimos nos comendo de boca e nos agarrando na pika. Entro no apê dele pra pegar as chaves, falei pra alguém "já volto", e subimos pro terraço. Ele ficou pelado assim que atravessamos a porta, e eu tirei a camisa. De novo comecei a chupar ele com toda a dedicação do mundo. Ele pedia mais. Meteu minha garganta fundo. Pedia pra eu chupar os ovos dele. Num momento passei a língua no períneo dele e ele solta "vai chupar cu?", e quase sem me dar tempo de responder, virou e me ofereceu a bunda. Como aquele cara gritava de prazer! Que nunca tinham chupado o cu dele assim. Eu tava com a pika explodindo de tão dura. De tanto que eu ouvia ele gemer, e de tão aberto que aquele cu tava ficando com minhas lambidas, me joguei. Levantei, encostei só a pontinha, e ele diz "também vai meter?". Minha resposta? Meti inteira, de uma vez. Entrou sem nenhuma resistência. E comecei a foder ele. Quanto mais o porteiro gemia, já praticamente aos berros (abafados pela barulheira do motor do elevador), mais forte eu metia. O cara tava nas nuvens. "Como você fode bem! Nunca me deram uma pika assim! Não para!". O que até minutos atrás era um machão comedor de viados, agora tava empalado gostoso. E pedia mais. E mais. Aos berros. Como a mais desesperada das putas. "Vem me ver todo dia! Te quero numa cama só pra mim! Traz um amigo e fazem dupla em mim!"... Fiquei serrando a bunda dele por uns meia hora, quase sem parar (só umas duas vezes que quase gozei, mas nem ele nem eu queríamos terminar). Tava segurando ele pelo pescoço e ombro com um braço, e pela cintura com o outro. E com uma mão ou outra ia roçando os mamilos dele, ou batendo uma punheta leve. E ele delirava. Pegava ele pelos cabelos, e pedia pra eu dar tapas na bunda. Nós dois suadões e gemendo aos berros. Numa hora ele solta "você vai me fazer gozar". E eu já tinha falado que queria que ele me ajudasse. Assim que ouvi essa frase, tirei ele pra fora, virei ele de costas, me ajoelhei e fiz um boquete nele com a garganta até que, com um grito de vitória, ele gozou na minha boca. Ele não aguentava mais de tanto prazer. E eu, saboreando a essência de macho dele, ainda com o pau na boca, me masturbando sem parar, enchi o chão dele com minha porra. A gente deu uma pausa na varanda pra pegar um ventinho que tava batendo e pelo menos secar o suor que a gente tava ensopado. Foi lá que ele me contou que era casado, que a mulher tava no apartamento esperando ele terminar pra tomar uns mates. Mas que queria repetir. Que eu fosse quando a mulher tivesse trabalhando, pra gente ficar sozinho na cama dele. Que passasse no prédio dele quando quisesse. E foi assim! Passei várias vezes, e mesmo nunca tendo entrado na casa dele, a sala das máquinas virou nosso point de putaria selvagem por vários meses. Até que, de repente, nunca mais vi ele. Mas foi muito bom enquanto durou!
Fiquei dando um rolê pela região da Plaza Italia, procurando o tal "famoso" cyber que rola putaria nas cabines, e não achava de jeito nenhum. Tava andando por lá, meio perdido, quando cruzo com um porteiro. A gente trocou olhares, mas me fiz de desentendido e continuei procurando o cyber. Mas claro que o tesão subiu pra caralho quando esse cara, com o uniforme dele e toda a masculinidade, me devorou com o olhar... Tava dividido entre aquilo e o cyber na cabeça, quando o porteiro em questão chega perto e me pergunta o clássico "tudo bem? como cê tá? tá perdido? precisa de ajuda?". Fiquei super nervoso, e falei que tava tudo bem, que ia pegar uma compra de um site de venda, mas não tinha conferido direito o endereço. Aí ele falou que se eu quisesse, ele me ajudava a achar o lugar, era só dizer a rua que ele me guiava... "Olha, NO QUE VOCÊ PRECISAR, eu posso dar uma mão"... Pronto, o cara tava super a fim, e eu também. — É, você podia me ajudar numa coisa... — Ah é? O que cê tá procurando? Que ajuda eu posso te dar? Aí me joguei de cabeça: "Quero um macho bom que meta o pau até o talo e me dê gozo na boca". Claro que ele pegou na hora. Falou pra irmos pro prédio dele, que na sala da portaria, ou na escada, ou na sala das máquinas do elevador a gente podia fazer o que quisesse. Entramos no prédio e fomos pra escada. Tudo escuro. Mal subimos uns andares e ele já puxou o pau na hora, e eu agarrei de boca. O safado nem de cueca tava, já tava preparado pra pegar o primeiro promíscuo que aparecesse pra mamar ele. E esse promíscuo parecia que era eu! Engoli ele inteiro. O cara gemia pra caralho no meio da escada. Eu chupava o pau, lambia os ovos, e o porteiro tava alucinado. "Você chupa melhor que minha mulher, viado!". E ele falava isso, e eu chupava com mais vontade... Nisso, a gente ouviu barulho num dos corredores, parecia que iam entrar na escada, e aí descemos de novo pro térreo. Pallier de entrada. "Vamos pra sala das máquinas, lá ninguém vai entrar". Subimos nos comendo de boca e nos agarrando na pika. Entro no apê dele pra pegar as chaves, falei pra alguém "já volto", e subimos pro terraço. Ele ficou pelado assim que atravessamos a porta, e eu tirei a camisa. De novo comecei a chupar ele com toda a dedicação do mundo. Ele pedia mais. Meteu minha garganta fundo. Pedia pra eu chupar os ovos dele. Num momento passei a língua no períneo dele e ele solta "vai chupar cu?", e quase sem me dar tempo de responder, virou e me ofereceu a bunda. Como aquele cara gritava de prazer! Que nunca tinham chupado o cu dele assim. Eu tava com a pika explodindo de tão dura. De tanto que eu ouvia ele gemer, e de tão aberto que aquele cu tava ficando com minhas lambidas, me joguei. Levantei, encostei só a pontinha, e ele diz "também vai meter?". Minha resposta? Meti inteira, de uma vez. Entrou sem nenhuma resistência. E comecei a foder ele. Quanto mais o porteiro gemia, já praticamente aos berros (abafados pela barulheira do motor do elevador), mais forte eu metia. O cara tava nas nuvens. "Como você fode bem! Nunca me deram uma pika assim! Não para!". O que até minutos atrás era um machão comedor de viados, agora tava empalado gostoso. E pedia mais. E mais. Aos berros. Como a mais desesperada das putas. "Vem me ver todo dia! Te quero numa cama só pra mim! Traz um amigo e fazem dupla em mim!"... Fiquei serrando a bunda dele por uns meia hora, quase sem parar (só umas duas vezes que quase gozei, mas nem ele nem eu queríamos terminar). Tava segurando ele pelo pescoço e ombro com um braço, e pela cintura com o outro. E com uma mão ou outra ia roçando os mamilos dele, ou batendo uma punheta leve. E ele delirava. Pegava ele pelos cabelos, e pedia pra eu dar tapas na bunda. Nós dois suadões e gemendo aos berros. Numa hora ele solta "você vai me fazer gozar". E eu já tinha falado que queria que ele me ajudasse. Assim que ouvi essa frase, tirei ele pra fora, virei ele de costas, me ajoelhei e fiz um boquete nele com a garganta até que, com um grito de vitória, ele gozou na minha boca. Ele não aguentava mais de tanto prazer. E eu, saboreando a essência de macho dele, ainda com o pau na boca, me masturbando sem parar, enchi o chão dele com minha porra. A gente deu uma pausa na varanda pra pegar um ventinho que tava batendo e pelo menos secar o suor que a gente tava ensopado. Foi lá que ele me contou que era casado, que a mulher tava no apartamento esperando ele terminar pra tomar uns mates. Mas que queria repetir. Que eu fosse quando a mulher tivesse trabalhando, pra gente ficar sozinho na cama dele. Que passasse no prédio dele quando quisesse. E foi assim! Passei várias vezes, e mesmo nunca tendo entrado na casa dele, a sala das máquinas virou nosso point de putaria selvagem por vários meses. Até que, de repente, nunca mais vi ele. Mas foi muito bom enquanto durou!
2 comentários - Do metrô pra sala de máquinas