Nunca pensei que ver minha mina com outros caras pudesse me excitar tanto. Mas quando aconteceu…Eram praticamente duas da manhã e aquela noite tinha sido animal. Dá pra dizer que a gente realmente se divertiu pra caralho. Como toda noite, depois do esquema do boteco na porta da loja com o Diego e a galera, a gente saiu do camping pra tomar uns drinks no povoado. Como também já tinha rolado outras vezes, o calor infernal que fez o dia inteiro e que ainda tava naquelas horas da madrugada acabou com todo mundo dentro d'água, tentando baixar a temperatura do corpo que, agora, seja pelo calor ou pela bebida, tava alta pra cacete.
No meu caso, o banho não conseguiu me esfriar, muito pelo contrário. É engraçado e não sei se todo mundo sente o mesmo, mas quando bebo algo e ainda fumo um baseado, fico todo elétrico; naquela noite eu tinha fumado mais de um. Então, dentro d’água de sunga, toda vez que chegava perto da LucÃa, que tava mais gostosa do que nunca de biquÃni, e roçava nela, eu ficava a mil por hora. Mais que isso, ela também ficava a mil por hora, e nem me perguntem como eu sei, porque quando você conhece alguém como eu conheço ela, essa pergunta não tem resposta; simplesmente você sente. E sente com tudo que isso envolve: abraça ela um pouco mais forte que o normal, encosta o quadril na bunda molhada dela enquanto ela mexe devagar mas com malÃcia, sentindo aquilo crescer e endurecer mais do que já tava, e até quando pego ela por trás, uma mão escapa pra frente e faz ela se contorcer de leve, ao mesmo tempo que tenta resistir com menos vontade que um pirralho quando diz que não quer um doce porque a mãe não deixa comer guloseima…

Entre risadas, pulos e uns tropeços aqui e ali, passou a hora do banho e, aos poucos, todo mundo foi saindo da água. A noite continuava quente pra caralho, e geral ainda tava com muita vontade de farra. Eu confesso que também tava a fim de farra, mas não do mesmo tipo que os outros, ainda mais quando a LucÃa, usando a desculpa de que podia pegar um resfriado se continuasse molhada, se enrolou na toalha minúscula que a gente tinha levado pra ocasião e, com uma habilidade impressionante, tirou as duas partes do biquÃni quase sem ninguém perceber. A LucÃa tem altura média e um corpo de dar inveja: tipo fino, peitos de tamanho médio e bem empinados, e uma bunda redonda e durinha que, quando você aperta, parece que nunca mais vai conseguir soltar. Então, podem imaginar como eu tava, vendo ela com aquela toalha que mal cobria um centÃmetro abaixo da rachinha da bunda, sabendo que o biquÃni tava na mão dela.

Eu não aguentava mais. E ela, mesmo ainda meio bêbada, também não. Então a gente se despediu dos outros e foi andando pro camping. Nunca pensei que podia rolar o que aconteceu depois.
O Camping fica entre duas praias, e enquanto a gente se afastava da que a gente tava há um tempinho, como o calor continuava de matar, a gente brincava sobre a possibilidade de ir pra outra praia perto pra "dar um mergulho", mas dessa vez com mais privacidade… Quando a gente já tava na entrada do Camping, quase do nada, e num instante em que minha mão tava um centÃmetro abaixo da toalha que não cobria nada do corpo da LucÃa, cinco caras mais ou menos da nossa idade saÃram do Camping de sunga, com toalhas enroladas no pescoço e várias garrafas de bebida, umas quase vazias e outras ainda lacradas. A LucÃa, assustada com o encontro, se afastou de mim uns centÃmetros bem na hora que um deles nos viu e falou pros outros:
— Olha só outros que também estão com calor — disse se referindo a nós, enquanto se aproximava num tom amigável e festivo, com os outros quatro seguindo um passo atrás.
O que aconteceu nos dez minutos seguintes também não tem muita importância. Só ficamos conversando com eles, rindo, bebendo e, aos poucos, fomos ganhando confiança e ficando mais excitados. Sim, é verdade, mais excitados. Até hoje não consigo explicar, mas conforme os minutos passavam, e depois que os cinco já tinham percebido que a LucÃa, que agora começava a perder o equilÃbrio de vez em quando por causa da bebida que já tinha tomado, estava com o biquÃni na mão, eu ficava excitado vendo como eles olhavam pra ela, como um deles ia um pouco além e passava a mão nos ombros nus dela, como até brincavam e riam, dizendo pra ela tomar cuidado pra não entrar nada por baixo da toalha.

Eles estavam bêbados e meio tarados, mas eu tava prestes a explodir. Então, sem saber como aconteceu, um pouco mais tarde eles nos convenceram a ir com eles nadar na outra praia, onde nossos amigos não estavam.
Três dos cinco caras agora estavam andando na minha altura, batendo papo entre a gente sobre Deus sabe o quê, e nós quatro rindo mais por causa da cachaça do que por qualquer piada que alguém tivesse contado. A LucÃa, uns dois metros na frente, caminhava com os outros dois caras se comportando de um jeito que eu nunca tinha visto nela. Ela levava um de cada lado, e os três estavam de braço dado na cintura, pulando e rindo como se estivessem num bloco de carnaval. Que gostosa ela tava com aquela toalha, e ainda mais olhando ela agora por trás e de uns dois metros de distância, vendo como a toalha balançava no ritmo dos pulos dela, quase querendo escapar do corpo. Naquele exato momento, e de forma tão repentina que todos nós ficamos parados de boca aberta, a parte de cima do biquÃni caiu da mão da LucÃa, e meio sem jeito ela se abaixou pra pegar, quase sem dobrar os joelhos, tendo que apoiar as mãos no chão pra não cair de cara. Que visão! A toalha que antes cobria um pouco, agora, com ela se abaixando desse jeito, batia bem na altura do quadril, e como ela demorou uns segundos pra se levantar (segundos que pra mim pareceram uma eternidade), nós quatro que estávamos atrás vimos a bunda dela toda exposta, deixando escapar entre as pernas e as nádegas parte do tesouro. Ela nem percebeu.

Em outro momento, aquilo teria me deixado puto. Mas naquele dia, eu tava enfeitiçado. Era uma sensação estranha. Lúcia, minha querida Lúcia, que nunca tinha ficado com outro cara além de mim, que desde sempre sabia que ia ser minha pra vida toda, assim como eu ia ser dela, naquele momento tava sendo o objeto de desejo de cinco caras que não acreditavam no que tavam vendo. Nem eu conseguia acreditar, mas, em vez de sentir ciúmes, tava orgulhoso. Tava orgulhoso de que minha mina, minha pequenininha, fosse capaz de deixar aqueles cinco malucos do jeito que tava deixando, e essa sensação de orgulho desenfreado tava me excitando. Tava me excitando como nunca nada tinha me excitado antes.
Quando ela se levantou, continuou andando como se nada tivesse acontecido, com os dois que a seguravam agora apertando mais forte pra ela não cair de novo. Nós quatro que vinhamos atrás ficamos um segundo parados, pensando. Eles, esperando pra ver qual era minha reação ao que tinha rolado uns segundos atrás, e eu, tentando disfarçar pra não mostrar que aquilo tinha me excitado tanto ou mais que eles.
– O quê?. Ela é gostosa ou não?.– eu disse.
Hoje estou convencido de que aquelas palavras foram as que abriram a porteira.
O resto do caminho até chegar na praia não aconteceu mais nada. Durante esse trajeto, não saÃa da minha cabeça a imagem da bunda dela, e o que já não era mais bunda, convidando cada um de nós que estávamos vendo a esticar o braço e enfiar a mão entre as pernas dela bem na hora em que ela se abaixava pra pegar o biquÃni. Além disso, essa imagem se repetia várias vezes, mas em cada uma era um cara diferente que esticava o braço, que acariciava com a ponta dos dedos o tesouro que acabava de descobrir.
Pouco depois chegamos na praia. Essa praia não é como a outra de onde viemos, é só uma pequena enseada que raramente tem gente durante o dia, e de noite nunca tem ninguém. Assim que pisamos na areia, a LucÃa, que já fazia um tempo que não andava agarrada nos dois marmanjos, chegou perto de mim, me abraçou e disse entre sorrisos:
— Tô meio bebada — enquanto me dizia isso, tive que segurá-la pra não cair. — Preciso vestir o biquÃni, porque vou acabar perdendo ele.
– Que isso, o que você tá dizendo! – respondo apressadamente – Não tá vendo que ainda tá molhado? Me dá aqui que eu guardo no bolso da sunga.
– Você tem razão. – ela me diz com um sorriso malicioso, enquanto com a mão livre agarra meu pau, que já fazia um tempo que estava marcando na calça. – O que que você tem? – pergunta de forma safada.
– Nada boba. Anda, senão a gente fica pra trás.
Os outros cinco, que tinham se adiantado uns metros, estavam agora procurando um lugar pra sentar e terminar de beber o que ainda restava nas garrafas. Quando chegamos até eles, já estavam sentados na areia formando um cÃrculo, conversando baixinho sobre algo que nunca vou saber, mas que imagino, porque quando chegamos perto, todos se calaram. Um deles, o que parecia ter pego mais intimidade com a LucÃa, um cara moreno, alto e bem forte, com uma expressão mais madura do que realmente devia ser, chamou ela, convidando pra sentar do lado dele. Ela, aceitando o convite, se aproximou, e quando ia sentar ao lado dele, como já tinha acontecido antes, perdeu o equilÃbrio e caiu em cima dele. E de verdade teria caÃdo por cima se não fosse que ele, com uns reflexos que honram ele, esticou os braços, abriu as mãos enormes e segurou ela. E digo enormes, porque foi assim que pareceram enquanto estavam à vista, bem antes de ficarem cobertas pela mesma toalha que a LucÃa usava. Uma mão segurando ela pela bunda nua e a outra na frente do corpo dela, um pouco abaixo da cintura. Não dá pra precisar muito mais, porque como eu disse, as mãos dele não dava pra ver. Nessa posição ficaram por um instante, até que devagar, ele foi deixando ela pousada na areia. Enquanto ia baixando ela, a mão esquerda dele, que era a que segurava ela pela frente, foi deslizando no mesmo ritmo pra baixo, acabando como por acaso enfiada entre as duas pernas dela, fazendo uma leve pressão vertical que dava pra perceber pelo gesto do braço dele. Pelo gesto do braço dele, e porque quando ele pousou ela na areia, quem tava na frente viu como os três dedos do meio dessa mão deslizaram pela virilha dela, simulando um carinho feito de novo como por acaso, e como ao tirar a mão, ele teve que esfregar a ponta desses três dedos com a do polegar, mostrando pra si mesmo, e pra gente, com esse leve e gesto despercebido de que a LucÃa estava pingando. Quando já estava na areia, ela desajeitadamente se ajeitou sentando sobre os tornozelos com os joelhos cravados no chão, e disse rindo:
– Opa, foi mal – pausa – se eu não tomar cuidado, vão ver tudo.
Aquilo tinha sido o máximo. Não era mais só que alguém, ou até vários, diferentes de mim, tivessem podido ver aquilo que só eu tinha direito de olhar, mas que outro cara, um desconhecido, tinha conseguido tocar naquela buceta estando eu na frente sem que ela tivesse se sentido incomodada. Eu também não tava incomodado; tava satisfeito.
Não sei quanto tempo ficamos os sete ali sentados, mas tenho certeza de que foi um bom tempo. Bebemos, rimos, cantamos… tudo isso enquanto a LucÃa continuava vestida só com a toalha, que nessa altura já ameaçava soltar de vez, seja porque a posição não era a mais adequada pra usar só uma toalha, seja porque a LucÃa cada vez se comportava de forma mais desleixada. Ela se levantava, sentava de novo, ficava de cócoras… Não parava quieta e, a cada movimento que fazia, a temperatura do pessoal subia mais um grau.
De repente, um dos caras olhou pra água do mar e, com a voz cheia de provocação, falou:
– Aposto que não tem coragem de se banhar pelada.
Um dos outros quatro, antes que os outros respondessem e sem se importar nem um pouco com quem pudesse estar na frente dele, que dessa vez era a LucÃa, baixou a sunga deixando o pau de fora. Os outros riram e aplaudiram a ação. Em menos de um minuto, todo mundo, menos a LucÃa, estava completamente pelado. Eu estar nu na frente dela não era novidade, mas cinco caras completamente estranhos balançando o pau na frente da minha namorada era novidade pra caralho. Ela tentava bancar a mártir, mas a cara dela dizia que o que ela tava vendo tava agradando, e muito. Enquanto três deles foram que nem loucos pra dentro da água, os outros dois, um deles era o das mãos grandes, começaram a pressionar a LucÃa pra entrar também. Ela, tentando resistir, se escondia atrás de mim pra não ser pega. Numa tentativa desesperada de escapar do banho, saiu correndo pela praia, tropeçou, caiu na areia, perdeu a toalha, se levantou e continuou correndo completamente nua enquanto os outros dois, também pelados, corriam atrás dela. Uns metros adiante de onde tinha largado a toalha, um deles alcançou ela e, segurando ela firme pela cintura, a derrubou de um jeito que ela acabou deitada de bruços, não na areia, mas em cima dele. O outro que vinha atrás, quando alcançou eles, pegou a LucÃa pelas axilas e a levantou.

separando os dois corpos nus. Enquanto um pegava ela pelos braços, o que tava no chão segurou pelas pernas, e os dois levaram ela no colo pra dentro da água enquanto ela tentava se soltar. E mesmo que tentasse se livrar, era impossÃvel, porque o que segurava ela pelos tornozelos abriu as pernas dela, deu um passo à frente e apertou mais forte as coxas, fazendo o pau roçar nela cada vez que ela tentava se soltar; o outro, que antes tinha as mãos bem nas axilas, agora apoiava os antebraços ali, deixando as mãos livres pra segurar os peitos dela.

Assim, levaram ela até onde os outros três estavam se banhando e a jogaram com força num ponto onde a água mal batia no joelho. Quando ela se levantou, se viu molhada, nua e cercada pelos cinco caras que tinham nos acompanhado a noite toda, também pelados. Rindo, ela tentou várias vezes sair do cÃrculo de paus, mas toda vez que chegava perto da barreira formada por eles, várias mãos impediam a passagem enquanto aproveitavam a brincadeira pra passar a mão nela inteira. Tocavam os peitos dela, acariciavam e apertavam a bunda, e até alguma mão ia um pouco mais longe.

Com uma ereção de cavalo, comecei a andar em direção ao grupo, não sei se pra tirar ela dali ou pra participar da brincadeira. Mas quando eu tava me aproximando, a LucÃa, que me viu chegando, se aproximou devagar de dois dos caras e, com doçura, começou a acariciar o pau deles. Eles, meio desconcertados, relaxaram, e ela aproveitou a chance pra sair do cÃrculo e vir correndo na minha direção. Quando chegou do meu lado, sem dizer nada, se ajoelhou e começou a chupar meu pau com uma vontade que eu nunca tinha visto até então.
Como eu não me aguentava em pé, sentei no chão enquanto ela não parava de chupar. Os outros que tinham ficado na água foram se aproximando aos poucos e, quando estavam perto da gente, o das mãos grandes se ajoelhou atrás da LucÃa e, segurando ela pela cintura, começou a meter nela. Nisso tudo, ela continuava chupando, e só parou um segundo, bem na hora que ele enfiou pela primeira vez, pra soltar um gemido suave.
Senti prazer. Nunca tinha chupado assim antes, e nunca tinha ficado tão excitado. E olha que um cara tava comendo minha namorada enquanto outros quatro batiam uma vendo ela. Tanta excitação acabou comigo em pouco tempo, e sem conseguir me controlar, gozei violentamente na cara dela. A Lúcia, que parecia possuÃda, virou rápido, empurrou o cara que tava metendo nela por trás, sentou em cima dele e agora começou a cavalgá-lo. Os outros quatro, que também queriam a parte deles, se aproximaram, e ela, como se não tivesse o suficiente, esticou os braços, pegou duas picas e enfiou na boca, primeiro uma, depois a outra, e à s vezes as duas ao mesmo tempo. O terceiro, por enquanto, se contentava em acariciar os peitos dela como se estivesse jogando videogame, e o quarto já tinha ido embora sozinho. Primeiro o que tava no chão, depois os outros dois, foram gozando um por um, dentro dela e por cima.



Quando esses já não conseguiam dar mais prazer pra ela, ela se deitou no chão de barriga pra cima, abriu as pernas, e o cara que tava espremendo os peitos dela subiu em cima e começou a meter; mas não aguentou nem duas estocadas. Quando ele saiu, como a LucÃa continuava se contorcendo e gemendo que nem uma puta no cio enquanto enfiava três dedos de uma mão nela mesma, um dos cinco caras se deitou no chão e começou a chupar a buceta dela. Eu, que nessa hora já tinha recuperado a ereção inicial, afastei ele e meti com mais força do que nunca. Assim, comecei a meter sem parar enquanto ela começava a gritar como se tivesse louca. Ela gemia, gritava e se contorcia de prazer até ter o maior orgasmo da vida dela e ficar estirada na areia. Eu tirei o pau da buceta dela e me masturbei na frente dela, gozando de novo no corpo dela.
Deitei do lado dela, cobri ela com a toalha que eu tinha usado a noite toda, e abracei ela. Os outros cinco se levantaram em silêncio, pegaram as roupas e foram embora sem falar nada. Nunca mais a gente falou sobre o que aconteceu naquela noite.
No meu caso, o banho não conseguiu me esfriar, muito pelo contrário. É engraçado e não sei se todo mundo sente o mesmo, mas quando bebo algo e ainda fumo um baseado, fico todo elétrico; naquela noite eu tinha fumado mais de um. Então, dentro d’água de sunga, toda vez que chegava perto da LucÃa, que tava mais gostosa do que nunca de biquÃni, e roçava nela, eu ficava a mil por hora. Mais que isso, ela também ficava a mil por hora, e nem me perguntem como eu sei, porque quando você conhece alguém como eu conheço ela, essa pergunta não tem resposta; simplesmente você sente. E sente com tudo que isso envolve: abraça ela um pouco mais forte que o normal, encosta o quadril na bunda molhada dela enquanto ela mexe devagar mas com malÃcia, sentindo aquilo crescer e endurecer mais do que já tava, e até quando pego ela por trás, uma mão escapa pra frente e faz ela se contorcer de leve, ao mesmo tempo que tenta resistir com menos vontade que um pirralho quando diz que não quer um doce porque a mãe não deixa comer guloseima…

Entre risadas, pulos e uns tropeços aqui e ali, passou a hora do banho e, aos poucos, todo mundo foi saindo da água. A noite continuava quente pra caralho, e geral ainda tava com muita vontade de farra. Eu confesso que também tava a fim de farra, mas não do mesmo tipo que os outros, ainda mais quando a LucÃa, usando a desculpa de que podia pegar um resfriado se continuasse molhada, se enrolou na toalha minúscula que a gente tinha levado pra ocasião e, com uma habilidade impressionante, tirou as duas partes do biquÃni quase sem ninguém perceber. A LucÃa tem altura média e um corpo de dar inveja: tipo fino, peitos de tamanho médio e bem empinados, e uma bunda redonda e durinha que, quando você aperta, parece que nunca mais vai conseguir soltar. Então, podem imaginar como eu tava, vendo ela com aquela toalha que mal cobria um centÃmetro abaixo da rachinha da bunda, sabendo que o biquÃni tava na mão dela.

Eu não aguentava mais. E ela, mesmo ainda meio bêbada, também não. Então a gente se despediu dos outros e foi andando pro camping. Nunca pensei que podia rolar o que aconteceu depois.
O Camping fica entre duas praias, e enquanto a gente se afastava da que a gente tava há um tempinho, como o calor continuava de matar, a gente brincava sobre a possibilidade de ir pra outra praia perto pra "dar um mergulho", mas dessa vez com mais privacidade… Quando a gente já tava na entrada do Camping, quase do nada, e num instante em que minha mão tava um centÃmetro abaixo da toalha que não cobria nada do corpo da LucÃa, cinco caras mais ou menos da nossa idade saÃram do Camping de sunga, com toalhas enroladas no pescoço e várias garrafas de bebida, umas quase vazias e outras ainda lacradas. A LucÃa, assustada com o encontro, se afastou de mim uns centÃmetros bem na hora que um deles nos viu e falou pros outros:
— Olha só outros que também estão com calor — disse se referindo a nós, enquanto se aproximava num tom amigável e festivo, com os outros quatro seguindo um passo atrás.
O que aconteceu nos dez minutos seguintes também não tem muita importância. Só ficamos conversando com eles, rindo, bebendo e, aos poucos, fomos ganhando confiança e ficando mais excitados. Sim, é verdade, mais excitados. Até hoje não consigo explicar, mas conforme os minutos passavam, e depois que os cinco já tinham percebido que a LucÃa, que agora começava a perder o equilÃbrio de vez em quando por causa da bebida que já tinha tomado, estava com o biquÃni na mão, eu ficava excitado vendo como eles olhavam pra ela, como um deles ia um pouco além e passava a mão nos ombros nus dela, como até brincavam e riam, dizendo pra ela tomar cuidado pra não entrar nada por baixo da toalha.

Eles estavam bêbados e meio tarados, mas eu tava prestes a explodir. Então, sem saber como aconteceu, um pouco mais tarde eles nos convenceram a ir com eles nadar na outra praia, onde nossos amigos não estavam.
Três dos cinco caras agora estavam andando na minha altura, batendo papo entre a gente sobre Deus sabe o quê, e nós quatro rindo mais por causa da cachaça do que por qualquer piada que alguém tivesse contado. A LucÃa, uns dois metros na frente, caminhava com os outros dois caras se comportando de um jeito que eu nunca tinha visto nela. Ela levava um de cada lado, e os três estavam de braço dado na cintura, pulando e rindo como se estivessem num bloco de carnaval. Que gostosa ela tava com aquela toalha, e ainda mais olhando ela agora por trás e de uns dois metros de distância, vendo como a toalha balançava no ritmo dos pulos dela, quase querendo escapar do corpo. Naquele exato momento, e de forma tão repentina que todos nós ficamos parados de boca aberta, a parte de cima do biquÃni caiu da mão da LucÃa, e meio sem jeito ela se abaixou pra pegar, quase sem dobrar os joelhos, tendo que apoiar as mãos no chão pra não cair de cara. Que visão! A toalha que antes cobria um pouco, agora, com ela se abaixando desse jeito, batia bem na altura do quadril, e como ela demorou uns segundos pra se levantar (segundos que pra mim pareceram uma eternidade), nós quatro que estávamos atrás vimos a bunda dela toda exposta, deixando escapar entre as pernas e as nádegas parte do tesouro. Ela nem percebeu.

Em outro momento, aquilo teria me deixado puto. Mas naquele dia, eu tava enfeitiçado. Era uma sensação estranha. Lúcia, minha querida Lúcia, que nunca tinha ficado com outro cara além de mim, que desde sempre sabia que ia ser minha pra vida toda, assim como eu ia ser dela, naquele momento tava sendo o objeto de desejo de cinco caras que não acreditavam no que tavam vendo. Nem eu conseguia acreditar, mas, em vez de sentir ciúmes, tava orgulhoso. Tava orgulhoso de que minha mina, minha pequenininha, fosse capaz de deixar aqueles cinco malucos do jeito que tava deixando, e essa sensação de orgulho desenfreado tava me excitando. Tava me excitando como nunca nada tinha me excitado antes.
Quando ela se levantou, continuou andando como se nada tivesse acontecido, com os dois que a seguravam agora apertando mais forte pra ela não cair de novo. Nós quatro que vinhamos atrás ficamos um segundo parados, pensando. Eles, esperando pra ver qual era minha reação ao que tinha rolado uns segundos atrás, e eu, tentando disfarçar pra não mostrar que aquilo tinha me excitado tanto ou mais que eles.
– O quê?. Ela é gostosa ou não?.– eu disse.
Hoje estou convencido de que aquelas palavras foram as que abriram a porteira.
O resto do caminho até chegar na praia não aconteceu mais nada. Durante esse trajeto, não saÃa da minha cabeça a imagem da bunda dela, e o que já não era mais bunda, convidando cada um de nós que estávamos vendo a esticar o braço e enfiar a mão entre as pernas dela bem na hora em que ela se abaixava pra pegar o biquÃni. Além disso, essa imagem se repetia várias vezes, mas em cada uma era um cara diferente que esticava o braço, que acariciava com a ponta dos dedos o tesouro que acabava de descobrir.
Pouco depois chegamos na praia. Essa praia não é como a outra de onde viemos, é só uma pequena enseada que raramente tem gente durante o dia, e de noite nunca tem ninguém. Assim que pisamos na areia, a LucÃa, que já fazia um tempo que não andava agarrada nos dois marmanjos, chegou perto de mim, me abraçou e disse entre sorrisos:
— Tô meio bebada — enquanto me dizia isso, tive que segurá-la pra não cair. — Preciso vestir o biquÃni, porque vou acabar perdendo ele.
– Que isso, o que você tá dizendo! – respondo apressadamente – Não tá vendo que ainda tá molhado? Me dá aqui que eu guardo no bolso da sunga.
– Você tem razão. – ela me diz com um sorriso malicioso, enquanto com a mão livre agarra meu pau, que já fazia um tempo que estava marcando na calça. – O que que você tem? – pergunta de forma safada.
– Nada boba. Anda, senão a gente fica pra trás.
Os outros cinco, que tinham se adiantado uns metros, estavam agora procurando um lugar pra sentar e terminar de beber o que ainda restava nas garrafas. Quando chegamos até eles, já estavam sentados na areia formando um cÃrculo, conversando baixinho sobre algo que nunca vou saber, mas que imagino, porque quando chegamos perto, todos se calaram. Um deles, o que parecia ter pego mais intimidade com a LucÃa, um cara moreno, alto e bem forte, com uma expressão mais madura do que realmente devia ser, chamou ela, convidando pra sentar do lado dele. Ela, aceitando o convite, se aproximou, e quando ia sentar ao lado dele, como já tinha acontecido antes, perdeu o equilÃbrio e caiu em cima dele. E de verdade teria caÃdo por cima se não fosse que ele, com uns reflexos que honram ele, esticou os braços, abriu as mãos enormes e segurou ela. E digo enormes, porque foi assim que pareceram enquanto estavam à vista, bem antes de ficarem cobertas pela mesma toalha que a LucÃa usava. Uma mão segurando ela pela bunda nua e a outra na frente do corpo dela, um pouco abaixo da cintura. Não dá pra precisar muito mais, porque como eu disse, as mãos dele não dava pra ver. Nessa posição ficaram por um instante, até que devagar, ele foi deixando ela pousada na areia. Enquanto ia baixando ela, a mão esquerda dele, que era a que segurava ela pela frente, foi deslizando no mesmo ritmo pra baixo, acabando como por acaso enfiada entre as duas pernas dela, fazendo uma leve pressão vertical que dava pra perceber pelo gesto do braço dele. Pelo gesto do braço dele, e porque quando ele pousou ela na areia, quem tava na frente viu como os três dedos do meio dessa mão deslizaram pela virilha dela, simulando um carinho feito de novo como por acaso, e como ao tirar a mão, ele teve que esfregar a ponta desses três dedos com a do polegar, mostrando pra si mesmo, e pra gente, com esse leve e gesto despercebido de que a LucÃa estava pingando. Quando já estava na areia, ela desajeitadamente se ajeitou sentando sobre os tornozelos com os joelhos cravados no chão, e disse rindo:
– Opa, foi mal – pausa – se eu não tomar cuidado, vão ver tudo.
Aquilo tinha sido o máximo. Não era mais só que alguém, ou até vários, diferentes de mim, tivessem podido ver aquilo que só eu tinha direito de olhar, mas que outro cara, um desconhecido, tinha conseguido tocar naquela buceta estando eu na frente sem que ela tivesse se sentido incomodada. Eu também não tava incomodado; tava satisfeito.
Não sei quanto tempo ficamos os sete ali sentados, mas tenho certeza de que foi um bom tempo. Bebemos, rimos, cantamos… tudo isso enquanto a LucÃa continuava vestida só com a toalha, que nessa altura já ameaçava soltar de vez, seja porque a posição não era a mais adequada pra usar só uma toalha, seja porque a LucÃa cada vez se comportava de forma mais desleixada. Ela se levantava, sentava de novo, ficava de cócoras… Não parava quieta e, a cada movimento que fazia, a temperatura do pessoal subia mais um grau.
De repente, um dos caras olhou pra água do mar e, com a voz cheia de provocação, falou:
– Aposto que não tem coragem de se banhar pelada.
Um dos outros quatro, antes que os outros respondessem e sem se importar nem um pouco com quem pudesse estar na frente dele, que dessa vez era a LucÃa, baixou a sunga deixando o pau de fora. Os outros riram e aplaudiram a ação. Em menos de um minuto, todo mundo, menos a LucÃa, estava completamente pelado. Eu estar nu na frente dela não era novidade, mas cinco caras completamente estranhos balançando o pau na frente da minha namorada era novidade pra caralho. Ela tentava bancar a mártir, mas a cara dela dizia que o que ela tava vendo tava agradando, e muito. Enquanto três deles foram que nem loucos pra dentro da água, os outros dois, um deles era o das mãos grandes, começaram a pressionar a LucÃa pra entrar também. Ela, tentando resistir, se escondia atrás de mim pra não ser pega. Numa tentativa desesperada de escapar do banho, saiu correndo pela praia, tropeçou, caiu na areia, perdeu a toalha, se levantou e continuou correndo completamente nua enquanto os outros dois, também pelados, corriam atrás dela. Uns metros adiante de onde tinha largado a toalha, um deles alcançou ela e, segurando ela firme pela cintura, a derrubou de um jeito que ela acabou deitada de bruços, não na areia, mas em cima dele. O outro que vinha atrás, quando alcançou eles, pegou a LucÃa pelas axilas e a levantou.

separando os dois corpos nus. Enquanto um pegava ela pelos braços, o que tava no chão segurou pelas pernas, e os dois levaram ela no colo pra dentro da água enquanto ela tentava se soltar. E mesmo que tentasse se livrar, era impossÃvel, porque o que segurava ela pelos tornozelos abriu as pernas dela, deu um passo à frente e apertou mais forte as coxas, fazendo o pau roçar nela cada vez que ela tentava se soltar; o outro, que antes tinha as mãos bem nas axilas, agora apoiava os antebraços ali, deixando as mãos livres pra segurar os peitos dela.

Assim, levaram ela até onde os outros três estavam se banhando e a jogaram com força num ponto onde a água mal batia no joelho. Quando ela se levantou, se viu molhada, nua e cercada pelos cinco caras que tinham nos acompanhado a noite toda, também pelados. Rindo, ela tentou várias vezes sair do cÃrculo de paus, mas toda vez que chegava perto da barreira formada por eles, várias mãos impediam a passagem enquanto aproveitavam a brincadeira pra passar a mão nela inteira. Tocavam os peitos dela, acariciavam e apertavam a bunda, e até alguma mão ia um pouco mais longe.

Com uma ereção de cavalo, comecei a andar em direção ao grupo, não sei se pra tirar ela dali ou pra participar da brincadeira. Mas quando eu tava me aproximando, a LucÃa, que me viu chegando, se aproximou devagar de dois dos caras e, com doçura, começou a acariciar o pau deles. Eles, meio desconcertados, relaxaram, e ela aproveitou a chance pra sair do cÃrculo e vir correndo na minha direção. Quando chegou do meu lado, sem dizer nada, se ajoelhou e começou a chupar meu pau com uma vontade que eu nunca tinha visto até então.
Como eu não me aguentava em pé, sentei no chão enquanto ela não parava de chupar. Os outros que tinham ficado na água foram se aproximando aos poucos e, quando estavam perto da gente, o das mãos grandes se ajoelhou atrás da LucÃa e, segurando ela pela cintura, começou a meter nela. Nisso tudo, ela continuava chupando, e só parou um segundo, bem na hora que ele enfiou pela primeira vez, pra soltar um gemido suave.
Senti prazer. Nunca tinha chupado assim antes, e nunca tinha ficado tão excitado. E olha que um cara tava comendo minha namorada enquanto outros quatro batiam uma vendo ela. Tanta excitação acabou comigo em pouco tempo, e sem conseguir me controlar, gozei violentamente na cara dela. A Lúcia, que parecia possuÃda, virou rápido, empurrou o cara que tava metendo nela por trás, sentou em cima dele e agora começou a cavalgá-lo. Os outros quatro, que também queriam a parte deles, se aproximaram, e ela, como se não tivesse o suficiente, esticou os braços, pegou duas picas e enfiou na boca, primeiro uma, depois a outra, e à s vezes as duas ao mesmo tempo. O terceiro, por enquanto, se contentava em acariciar os peitos dela como se estivesse jogando videogame, e o quarto já tinha ido embora sozinho. Primeiro o que tava no chão, depois os outros dois, foram gozando um por um, dentro dela e por cima.



Quando esses já não conseguiam dar mais prazer pra ela, ela se deitou no chão de barriga pra cima, abriu as pernas, e o cara que tava espremendo os peitos dela subiu em cima e começou a meter; mas não aguentou nem duas estocadas. Quando ele saiu, como a LucÃa continuava se contorcendo e gemendo que nem uma puta no cio enquanto enfiava três dedos de uma mão nela mesma, um dos cinco caras se deitou no chão e começou a chupar a buceta dela. Eu, que nessa hora já tinha recuperado a ereção inicial, afastei ele e meti com mais força do que nunca. Assim, comecei a meter sem parar enquanto ela começava a gritar como se tivesse louca. Ela gemia, gritava e se contorcia de prazer até ter o maior orgasmo da vida dela e ficar estirada na areia. Eu tirei o pau da buceta dela e me masturbei na frente dela, gozando de novo no corpo dela. Deitei do lado dela, cobri ela com a toalha que eu tinha usado a noite toda, e abracei ela. Os outros cinco se levantaram em silêncio, pegaram as roupas e foram embora sem falar nada. Nunca mais a gente falou sobre o que aconteceu naquela noite.
3 comentários - Minha namorada, eu e 5 estranhos 😢