Minhas Inocentes Sobrinhas I

Créditos ao autor Ferlo. Foi há muito tempo que Julia, minha irmã mais nova, se casou com um produtor de café da Serra e foi morar com ele na fazenda que ele administrava. É um homem meio reservado, conservador nas tradições e costumes rurais, mas muito trabalhador, e mal conseguia sustentar minha irmã e suas duas filhas, Mariela de 22 anos e Sonia de 19 anos, duas gostosas inquietas até onde eu me lembrava. Quando eu era solteiro e as visitava, enchia elas de presentes e adorava ensinar o básico, mas depois que casei e por causa do trabalho, praticamente as abandonei. Fazia tantos anos que não via minha irmã que falei pra Laura, minha esposa: "Negona, que tal uma viagem pra Serra pra mudar de ares e visitar a Julia, que não vejo há mais de 6 anos?" A viagem de 5 horas por uma estrada subindo nos levou até a região fria onde meu cunhado tem sua fazendinha, meio afastada da cidade mais próxima. Quando chegamos, fomos recebidos pela família, que feliz desempacotou os presentes que trouxemos, principalmente roupas, que foram muito bem recebidas, porque dava pra ver a situação difícil que estavam passando. Julia, que quando jovem era uma beleza com seu cabelo preto e olhos lindos, agora aos 37 anos parecia desanimada. José, o marido dela, também mostrava o peso da situação. Minhas sobrinhas caipiras tinham crescido. Mariela era o retrato jovem da mãe, com a cabeleira preta e abundante, a pele branca do rosto, sobrancelhas grossas e bem desenhadas, meio alta, mas como estava tão coberta de roupa, não dava pra apreciar o corpo dela. Parecia meio tímida. E tinha a Sonia, uma menina alegre e espontânea, parecida com a irmã, magra mas com uns peitões enormes pra idade dela, parecida fisicamente mas diferente no temperamento, e que desde que cheguei não fez outra coisa senão sentar no meu colo e encher o tio de beijos em agradecimento pelo urso de pelúcia que dei pra ela. No começo me senti meio desconfortável, mas em algum momento... Comecei a gostar do contato dela porque ela sentava em uma das minhas coxas com as pernas abertas e eu sentia a buceta dela. Naquela manhã, eu tinha vestido um shorts de futebol e estava sentado lendo num banco nos fundos de casa, enquanto minha mulher e minha irmã estavam na cozinha. Minha sobrinha, como de costume, veio me fazer companhia e estava usando uma saia que ficava meio curta. Ela começou a conversar comigo, sentando na minha frente com as pernas cruzadas, e em algum momento eu consegui ver de relance a calcinha dela. Continuamos batendo papo e, de repente, ela levantou uma perna, e aí eu pude ver claramente a calcinha dela, com alguns pelinhos pretos escapando pela lateral. Isso me deu coragem pra falar: "Vem, senta aqui no meu colo". Sem maldade, ofereci minha coxa descoberta, mas quando ela foi sentar, eu abri a saia dela pra que ela se sentasse de pernas abertas, montada em mim, e senti a calcinha dela na minha coxa. Continuamos falando das coisas dela enquanto eu ajustava minha coxa pra ficar mais em contato com a buceta dela. Depois de um tempo, já dava pra sentir os pelos dela na minha pele. Então eu falei: "Sônia, tem alguma coisa fazendo cócegas na minha coxa, o que é?". Sônia levantou a saia dela, olhou e disse: "É que essa calcinha tá tão velha que tá saindo do lugar, olha só!" E levantou a saia, me deixando ver que o elástico da calcinha tinha perdido a pressão e um lado da boceta dela, bem peluda, tava exposto, com todos os pelos encostando na minha coxa. Calmamente, eu baixei a mão, abri completamente a abertura da calcinha e, acariciando a moita de pelos dela, falei: "Na próxima visita, vou te trazer umas novas e bonitas". Ela sorriu e me deu um beijo bem estalado, dizendo: "Valeu, você é o melhor tio". Nessa hora, meu pau tava totalmente duro, a centímetros de ficar exposto, saindo do shorts. Sônia abaixou a saia sem dar muita importância pro fato de que o tio dela tinha acabado de ver a xota dela, e continuou conversando enquanto eu ainda sentia os lábios peludos dela na minha pele. Aí me deu uma ideia: "Sônia, sobe mais um pouco em cima de mim". minha perna pra não dormir" E ela levantou tanto que o movimento descobriu a cabeça da pica e a buceta dela ficou em cima da minha pica parada, só coberta pela saia. Pensei que ela ia se assustar e parar, mas aceitou o contato com o pau, não sei se por ignorância ou por confiança total no tio. Com a glande, eu sentia os pelos da buceta dela. Fiquei parado com uma tesão que ameaçava gozar. Continuamos conversando como se nada, enquanto sentia a Sonia se ajeitar na minha pica e a cabeça pulsando nos lábios já molhados dela. Não entendia se ela não percebia por causa da ignorância infantil da roça ou se gostava e não via maldade em ter a glande do tio entre os pelos da buceta. Descuidadamente, com a mão, levantei mais minha bermuda, que ficou toda descoberta, e puxei a Sonia pra perto de mim. A pica deslizou entre os lábios molhados e ela começou a procurar a cabeça com o buraco. A cabeça entrou na gruta quente dela e eu senti a cabeça ficar dentro da buceta. Ela me olhava, mas só ria safada, enquanto se mexia cadenciadamente na glande. Minha porra tava quase saindo. De dentro de casa, ouvi minha irmã chamar a Sonia, que rapidamente se levantou, deixando à mostra o pedaço de pica que subia ereto da bermuda. Ela olhou pra cabeça vermelha do meu pau e, com olhos safados, disse: "Preciso ir, mas depois você me deixa sentar de novo no seu colo, né, tio?" Saiu pra atender o chamado da mãe. Eu, com a pica de fora, esfreguei e cheirei minha mão, que tinha aquela fragrância suave de buceta jovem. De tarde, deixei minha esposa com minha irmã e saí pra caminhar sozinho. Quando, numa curva do caminho, encontro minha sobrinha mais nova, Sonia, que vinha da cidade vizinha e me diz: "Oi, tio, como vai? Conhecendo a fazenda? Vem que eu te mostro a cachoeira." Pegamos uma trilha afastada e logo chegamos no lugar. Era lindo mesmo e terminava num poço cristalino, então eu disse: "Dá vontade de se molhar!" Ao que ela minha sobrinha respondeu: "então faz isso", e eu falei: "mas não tenho roupa de banho". Ela respondeu: "vou te contar um segredo, aqui é muito isolado, já tomei banho sem roupa e ninguém vem por aqui". Eu disse: "sim, mas fico com vergonha porque você está aqui". Ela falou: "fica tranquilo que eu não conto pra ninguém que vi meu tio favorito tomando banho, e virei as costas pra você entrar na água". Pensei um pouco e achei excitante tomar banho pelado na frente da minha sobrinha. Falei: "vira e não olha". Comecei a me despir em pé, apoiando uma mão nas costas da Sonia, e quando estava abaixando o short, ela se virou e disse: "me dá a roupa, tio, eu seguro pra não sujar". Fiquei surpreso com a naturalidade com que ela falou e, me olhando, começou a me examinar de cima a baixo. De relance, olhou pro meu pau já meio alongado e decidi me exibir na frente dela. "Bom, já me viu, pra que vou me esconder, né?" Fiquei de frente pra ela sem nenhum pudor, e ela me observava sem alarde, o que me deixou com tesão, e ela via como a pica ia endurecendo devagar, mostrando a cabeça vermelha. Quando tava bem dura, entrei na água que batia na cintura. A Sonia olhava pro meu pau com curiosidade enquanto eu me lavava, e eu falei: "por que você não vem e toma banho comigo? Tira essa roupa e vem". Com toda calma, ela respondeu: "beleza, vou me despir, mas é nosso segredo, ok?" Começou a desabotoar a camisa de manga comprida que tava usando e tirou. Como na região nessa idade não usam sutiã, os peitos dela, que já tinham me parecido grandes, confirmaram minhas suspeitas: dois peitos divinos e durinhos apareceram (tamanho 34B, pensei), e meu pau começou a pulsar. Notei que ela não depilava as axilas porque um tufo de pelos enfeitava debaixo do braço. Quando tirou a saia, tava de costas, e vi que usava uma calcinha nada sexy, de pano comum, mas quando ela abaixou, a vista foi excepcional: umas bundinhas duras e empinadas, e quando se abaixou, pareceu que a racha do cu Eu tava com pelos, quando ela virou, ficou de frente e eu pude ver uma buceta bem peluda vindo na minha direção, com dois peitos empinados e os biquinhos rosados durinhos. Pensei que tava no Paraíso Terrestre. Tentando manter a pose de tio e dar uma naturalidade pra situação, comecei a jogar água nela pra iniciar uma brincadeira, mas minha pica continuava dura. Porque um homem de 38 anos, por mais tio que seja, não toma banho com uma mina de 19, mesmo que seja sua sobrinha, e ainda por cima parecendo super natural. Mesmo assim, tentei tirar a malícia do momento e continuei a brincadeira. Ela segurou minhas mãos, e eu tentei mergulhar ela, mas pra evitar, ela se grudou em mim, e eu senti os peitos duros dela no meu peito, e a ponta da minha roça encostou no monte peludo dela. Na brincadeira, ela me empurrou, eu caí de costas rindo, e fiquei assim com a pica em riste. E ela, pra evitar que eu levantasse e continuasse jogando água, pulou em cima de mim e sentou no meu peito, com as pernas abertas e os joelhos do lado da minha cara. Senti os pelos dela nas minhas tetas, e quando vi a boceta dela a 15 cm do meu rosto, foi que apreciei bem: um Monte de Vênus bem peludo, com pelos pretos brilhantes e uns lábios bem cabeludos, que na entrada da racha se enrolavam feito um cacho. Os fios longos, uns 4 cm, caíam molhados, e o triângulo peludo se espalhava pros lados das pernas. Ela ria da minha indefensão. Naquele momento, na brincadeira, puxei ela inconscientemente pro meu rosto, e a moita de pelos dela chegou até minha boca. Por reflexo, num instante, coloquei a língua pra fora e provei o gosto da boceta dela, e o cheiro ácido da vulva me invadiu, o cheiro de urina jovem. Ela se assustou um pouco quando sentiu minha língua na racha dela, porque ficou sentada na minha boca por uns segundos, e os pelos entraram na minha boca quando chupei. Ela se levantou e disse: “Que vergonha, tio, coloquei minha boceta na sua boca e mal lavei ela”. Respondi: “Mas se tem gosto e cheiro gostoso”. Aí a Sonia respondeu: “Sério? Eu pensei que cheirava mal”. “Bom, deixa eu cheirar ela.” De novo porque eu gostei" — me abaixei e enfiei meu nariz entre os lábios peludos dela e aspirei o aroma. "Não cheira nada mal. Agora vou te provar, sobe a perna no meu ombro." A buceta dela se abriu e comecei a afastar os pelos longos com a língua e toquei o clitóris dela, senti o tremor e segui até o buraco da buceta dela, já um suco ácido descia e eu sorvi. "Tá uma delícia", falei, me levantando. Ela fixou o olhar no pedaço de carne ereto que tinha na frente e diz: "Tio, eu quero saber como cheira e sabe a coisa dos homens, posso fazer com a sua?" — "Claro, pode chupar", falei. Se abaixando, pegou meu pau com uma mão e começou a cheirar, e com a outra mão continuou pegando e cheirando minhas bolas. Umas gotas de porra começaram a aparecer na ponta do pau. "Posso provar agora como é o gosto?" — "Claro, pode chupar, se quiser", falei. Ela esticou a língua e saboreou as gotas que saíam e começou a chupar minha cabeça, que delícia de sensação ver minha sobrinha me mamando na ponta da pica. Eu comecei a meter lentamente o tronco restante na boca dela e ela foi recebendo quase tudo, chupava suave e recolhia a pele do pau, pegando o ritmo da minha cintura. Agarrou minhas nádegas e eu iniciei a bombada dentro da boca pequena mas quente dela. Quando ia gozar, tirei e ela me diz: "Tô com vontade de sentir sua coisa na minha rachinha." Levantei e sentei numa pedra grande. "Quer que eu meta na sua caverna?" E respondeu: "Como você quiser, tio." Pensei em penetrar ela, desvirgar e sentir a xoxota peluda engolindo meu pau, mas me arrependi e abri as pernas dela e sentei ela de pernas abertas em cima do meu pau ereto, de um jeito que separei os fios pretos dela de modo que só esfregasse na racha em cima do clitóris sem penetrar. O contato do pau com a racha dela foi impactante e ela espontaneamente começou uma esfregada lenta no meu pau, amolecida pela quantidade de suco que soltava. Olhei os lábios vaginais dela, estavam abertos e os pelos longos encharcados me cobriam e se enrolavam na caceta da qual só aparecia a cabeça, e com o rostinho jovem dela tão perto, beijei seus lábios suavemente, e isso acendeu a paixão juvenil dela, e começamos uma troca de línguas desajeitada mas intensa, ela aumentando a pressão da buceta no meu pau e, sentindo a iminência do orgasmo, intensificou a esfregada. Percebi, agarrei suas nádegas e acelerei o movimento da minha pica contra o clitóris dela. Ela me apertou e começou a morder meu ombro, ouvi seus gemidos e ela gritou até desfalecer: "Tio... Tio!... Tio lindo!..." Tinha gozado. Isso me excitou ao máximo e um jato de porra inundou a boceta peluda dela com coágulos de esperma grosso que molharam até o umbigo. Ela colocou a mão na minha glande e o próximo jato caiu na palma dela, ela olhou e levou à boca, chupando e engolindo. "Agora sim sei qual é o seu gosto, tio, e gostei. Espero que a gente repita, mas bem dentro da minha coisinha." Já caía a tarde e o frio, nos vestimos e nos beijamos. Como cúmplices, voltamos pra casa cada um pelo seu lado. Na hora do jantar, dois comensais já tinham matado o apetite; só os olhos alegres da Sonia me lembravam que os tios devem ajudar na educação familiar. Continua...

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