Na minha casa, desde sempre, sexo era tão normal quanto tomar banho. Você sempre sabia que eles estavam fazendo, ouvia tudo, ninguém enchia o saco e era com uma certa discrição. Mal vejo minha irmã, só nos cumprimentamos quando ela passa com alguém novo indo pro quarto dela, ou na hora da comida, depois disso ela quase não fica em casa.
Minha mãe sempre foi mais puta, somos filhos das rapidinhas que ela deu. Nunca teve namorado nem nada, só dava mesmo. Já eu continuava virgem e mal, mal tinha minha primeira namorada, a Camila. Sempre que eu trazia uma mina em casa, os gemidos e gritos das vadias ferravam meu encontro, mas dessa vez não. Dessa vez elas me fizeram o favor de transar lá fora.
Começamos a conversar de boa quando ela sugeriu subir pro meu quarto. Eu, sendo novo nisso tudo, não entendia as indiretas dela. Tudo que eu conhecia era conversar como amigos e partir direto pra foda, ou pelo menos foi assim que fui criado. Depois de umas horas conversando, ela me pergunta se pode dormir aqui e eu, óbvio, aceitei. Mas, feito um idiota, dormi sem entender o que ela realmente queria.
No meio da noite, acordo com uns gemidos que vinham do quarto da minha irmã. Ela tava com o parceiro da noite. E eu, como de costume, comecei a bater uma enquanto ouvia ela. Quando terminei, fui no banheiro me limpar e ouvi os gritos pararem. Ao sair, vejo o namorado da minha irmã. Ele me superava em tudo: musculoso, todo definido, gato, e como eu que vinha de bater uma e ele de transar, nós dois estávamos de pau pra fora. Até nisso ele me humilhou, e muito (e apesar de tudo isso, a puta da minha irmã chifrava ele sempre que podia).
Mesmo estando nós dois quase colados e com o pau de fora, não achamos tão estranho e começamos a conversar:
— E aí, brother in law, beleza?
— Beleza, beleza, e você? Tudo certo com a Pauli?
— Sim, espero que você não tenha acordado por nossa causa.
— Não, relaxa, acordei por outra coisa. Podem continuar (mesmo sendo o corno da minha irmã, ele é mais gente boa que aquela vadia).
— Valeu, então falou. Tchau tchau. Ao entrar no meu quarto, lembrei que tinha esquecido completamente da Cami. Fui ver se você ainda tava dormindo no colchão, e tava completamente vazio. De repente, ouço alguém atrás de mim: — Tá procurando aquela puta? Era minha irmã, Paula. — Não fala assim, cadê ela? — Mas é o que ela é, tá na minha cama, me ajudando com meu namorado. — VOCÊ É UMA FILHA DA PUTA. — Nós dois somos, querido, aproveita um pouco disso. Fui correndo ver se era verdade. Abri a porta de uma vez e vejo a Camila chupando o pau daquele babaca, nem se incomodou quando entrei, só continuou chupando e enfiando os dedos. — Viu? Falei que era uma puta. — Mano, você conhece ela? A Paula falou que era amiga dela. — É a namorada desse corno, falei isso pra você comer ela sem fazer muitas perguntas. Pensei na hora como reagir, não podia culpar ele, também foi enganado, minha irmã é uma vadia, mas foi a Camila que aceitou ser tão puta quanto ela. Saí correndo chorando e pensando nisso, mas quando cheguei no meu quarto, só pensei numa coisa. Ao ouvir a Camila gemer pela casa, só pensei em bater uma. Só podia aceitar minha vida de corno. Na manhã seguinte, acordei com a voz da Cami, com lágrimas no rosto: — Me perdoa, não sei por que fiz isso. Eu, completamente resignado com meus chifres, queria xingar ela, mas não conseguia. — Tá tudo bem, calma, te perdoo, mas me fala o que aconteceu ontem à noite, por que você fez isso? — Acordei de noite, te vi dormindo e saí pra pegar algo pra beber, comecei a ouvir os gritos da sua irmã, pensei que tava acontecendo algo, que alguém tava atacando ela, entrei sem bater e rápido, e lá vi eles, ela gritava de prazer, e o pau dele tava lindo, quis ir embora, mas quando percebi já tava de quatro pronta pra ele. Só de ouvir isso já endureceu, tentei esconder. — Quando entrei, queria parar, mas tava como hipnotizada por ele, não se sinta mal, mas só de ver me deixou com muito tesão. — Calma, isso eu entendo, mas, você podia continuar? Quero saber o que aconteceu exatamente, não quero me matar. imaginando que ele fez com você Naquele momento, acho que ela percebeu meu pau duro, porque ficou com um tom mais sexy e mudou de posição - Ele me deixou amarrada de pés e mãos e disse que só ia me soltar quando a caixa de camisinhas acabasse. A gente ficou transando sem parar por um tempo e mal acabava uma vez, já ficava mais duro que antes, parecia que o gozo ajudava ele a melhorar - E... ele fez você... gozar? - várias vezes, ninguém nunca tinha me comido assim Isso me pegou de surpresa, até onde eu sabia ela era virgem, se mentiu sobre isso, como será a verdadeira Cami? - Quando a caixa acabou, eu já não conseguia pensar em nada além daquele pau dela, esqueci de fugir, da sua irmã, até esqueci completamente de você, ele foi ao banheiro e quando voltou pulei em cima dele pra chupar e foi aí que você entrou, depois a gente continuou mais um tempo, e sua irmã se juntou a nós - e continuaram por muito tempo? - Como vou te explicar, lindo? Acabou de dormir, tenho a buceta cheia do gozo dele, e antes de sair peguei as camisinhas e tomei - Cami, tudo isso que você me contou, foi pra eu te perdoar ou pelo seu tesão? - e... o que você acha, corno manso? De repente ela se jogou em cima de mim, meu pau durão ficou bem debaixo dela e ela segurava minhas mãos, se aproximou devagar até minha boca e me beijou de língua Senti todo o gosto do gozo e babou meu rosto, já entre meu tesão, a puta da minha namorada e tudo que ela me contou, meu pau tava prestes a explodir, e gozei nas costas dela toda - EH? Só de falar e um beijo você gozou? Que patético, espera até todo mundo saber disso Cami se levantou e esmagou minha cabeça com a bunda dela - você fica tão excitado sendo corno? Então, limpa minha xota e talvez eu deixe você bater uma me vendo, da próxima vez Obedientemente, limpei tudo com a língua enquanto ela ria Eu estava entre lágrimas de tristeza e felicidade, finalmente entendi que minha vida era de corno, fosse quem fosse, minha namorada, minha irmã e minha mãe, eu tinha que estar ali pra ver ou pelo menos ouvir elas comendo e sendo o escravo dela
Minha mãe sempre foi mais puta, somos filhos das rapidinhas que ela deu. Nunca teve namorado nem nada, só dava mesmo. Já eu continuava virgem e mal, mal tinha minha primeira namorada, a Camila. Sempre que eu trazia uma mina em casa, os gemidos e gritos das vadias ferravam meu encontro, mas dessa vez não. Dessa vez elas me fizeram o favor de transar lá fora.
Começamos a conversar de boa quando ela sugeriu subir pro meu quarto. Eu, sendo novo nisso tudo, não entendia as indiretas dela. Tudo que eu conhecia era conversar como amigos e partir direto pra foda, ou pelo menos foi assim que fui criado. Depois de umas horas conversando, ela me pergunta se pode dormir aqui e eu, óbvio, aceitei. Mas, feito um idiota, dormi sem entender o que ela realmente queria.
No meio da noite, acordo com uns gemidos que vinham do quarto da minha irmã. Ela tava com o parceiro da noite. E eu, como de costume, comecei a bater uma enquanto ouvia ela. Quando terminei, fui no banheiro me limpar e ouvi os gritos pararem. Ao sair, vejo o namorado da minha irmã. Ele me superava em tudo: musculoso, todo definido, gato, e como eu que vinha de bater uma e ele de transar, nós dois estávamos de pau pra fora. Até nisso ele me humilhou, e muito (e apesar de tudo isso, a puta da minha irmã chifrava ele sempre que podia).
Mesmo estando nós dois quase colados e com o pau de fora, não achamos tão estranho e começamos a conversar:
— E aí, brother in law, beleza?
— Beleza, beleza, e você? Tudo certo com a Pauli?
— Sim, espero que você não tenha acordado por nossa causa.
— Não, relaxa, acordei por outra coisa. Podem continuar (mesmo sendo o corno da minha irmã, ele é mais gente boa que aquela vadia).
— Valeu, então falou. Tchau tchau. Ao entrar no meu quarto, lembrei que tinha esquecido completamente da Cami. Fui ver se você ainda tava dormindo no colchão, e tava completamente vazio. De repente, ouço alguém atrás de mim: — Tá procurando aquela puta? Era minha irmã, Paula. — Não fala assim, cadê ela? — Mas é o que ela é, tá na minha cama, me ajudando com meu namorado. — VOCÊ É UMA FILHA DA PUTA. — Nós dois somos, querido, aproveita um pouco disso. Fui correndo ver se era verdade. Abri a porta de uma vez e vejo a Camila chupando o pau daquele babaca, nem se incomodou quando entrei, só continuou chupando e enfiando os dedos. — Viu? Falei que era uma puta. — Mano, você conhece ela? A Paula falou que era amiga dela. — É a namorada desse corno, falei isso pra você comer ela sem fazer muitas perguntas. Pensei na hora como reagir, não podia culpar ele, também foi enganado, minha irmã é uma vadia, mas foi a Camila que aceitou ser tão puta quanto ela. Saí correndo chorando e pensando nisso, mas quando cheguei no meu quarto, só pensei numa coisa. Ao ouvir a Camila gemer pela casa, só pensei em bater uma. Só podia aceitar minha vida de corno. Na manhã seguinte, acordei com a voz da Cami, com lágrimas no rosto: — Me perdoa, não sei por que fiz isso. Eu, completamente resignado com meus chifres, queria xingar ela, mas não conseguia. — Tá tudo bem, calma, te perdoo, mas me fala o que aconteceu ontem à noite, por que você fez isso? — Acordei de noite, te vi dormindo e saí pra pegar algo pra beber, comecei a ouvir os gritos da sua irmã, pensei que tava acontecendo algo, que alguém tava atacando ela, entrei sem bater e rápido, e lá vi eles, ela gritava de prazer, e o pau dele tava lindo, quis ir embora, mas quando percebi já tava de quatro pronta pra ele. Só de ouvir isso já endureceu, tentei esconder. — Quando entrei, queria parar, mas tava como hipnotizada por ele, não se sinta mal, mas só de ver me deixou com muito tesão. — Calma, isso eu entendo, mas, você podia continuar? Quero saber o que aconteceu exatamente, não quero me matar. imaginando que ele fez com você Naquele momento, acho que ela percebeu meu pau duro, porque ficou com um tom mais sexy e mudou de posição - Ele me deixou amarrada de pés e mãos e disse que só ia me soltar quando a caixa de camisinhas acabasse. A gente ficou transando sem parar por um tempo e mal acabava uma vez, já ficava mais duro que antes, parecia que o gozo ajudava ele a melhorar - E... ele fez você... gozar? - várias vezes, ninguém nunca tinha me comido assim Isso me pegou de surpresa, até onde eu sabia ela era virgem, se mentiu sobre isso, como será a verdadeira Cami? - Quando a caixa acabou, eu já não conseguia pensar em nada além daquele pau dela, esqueci de fugir, da sua irmã, até esqueci completamente de você, ele foi ao banheiro e quando voltou pulei em cima dele pra chupar e foi aí que você entrou, depois a gente continuou mais um tempo, e sua irmã se juntou a nós - e continuaram por muito tempo? - Como vou te explicar, lindo? Acabou de dormir, tenho a buceta cheia do gozo dele, e antes de sair peguei as camisinhas e tomei - Cami, tudo isso que você me contou, foi pra eu te perdoar ou pelo seu tesão? - e... o que você acha, corno manso? De repente ela se jogou em cima de mim, meu pau durão ficou bem debaixo dela e ela segurava minhas mãos, se aproximou devagar até minha boca e me beijou de língua Senti todo o gosto do gozo e babou meu rosto, já entre meu tesão, a puta da minha namorada e tudo que ela me contou, meu pau tava prestes a explodir, e gozei nas costas dela toda - EH? Só de falar e um beijo você gozou? Que patético, espera até todo mundo saber disso Cami se levantou e esmagou minha cabeça com a bunda dela - você fica tão excitado sendo corno? Então, limpa minha xota e talvez eu deixe você bater uma me vendo, da próxima vez Obedientemente, limpei tudo com a língua enquanto ela ria Eu estava entre lágrimas de tristeza e felicidade, finalmente entendi que minha vida era de corno, fosse quem fosse, minha namorada, minha irmã e minha mãe, eu tinha que estar ali pra ver ou pelo menos ouvir elas comendo e sendo o escravo dela
2 comentários - As putas da minha família 1