Meu marido chegou eufótico naquela tarde, com um buquê de rosas vermelhas (minhas favoritas) e uma garrafa de champanhe.
—Dá pra fazer, a parada do Malbec dá pra fazer...! — exclama, como se tivesse feito o gol da vida dele.
—Os galegos tão bobões, já tão fazendo as contas e é um negócio da porra — me explica, enquanto abre o champanhe e enche duas taças.
—Este ano sim que a gente vai poder viajar de férias, pra onde você quiser... — ele me promete, estendendo uma pra mim.
Não quero furar a bolha dela com essa história de pandemia e todas as possíveis restrições, então vamos brindar à boa notícia, selando a promessa com um beijo.
Beijo que começa com um selinho, pra continuar com um chupão de respeito.
Deixamos os copos de lado e nos abraçamos, deixando nossas línguas mostrarem o caminho a seguir.
Uma transa com meu marido num dia de semana às três da tarde?
Nessa hora, numa quinta-feira, me imagino num hotel com qualquer outro, Cacho, Víctor, ou alguém do momento, mas meu marido tá especialmente motivado.
Os sucessos no trabalho turbinam a masculinidade dele, principalmente aqueles que envolvem comissões generosas.
Sentia a ereção dele se esfregando na minha virilha e agradecia por não ter encontrado o Víctor naquela mesma tarde, senão estaria com toda aquela parte sensibilizada de tanto transar, e aí teria que apelar para a desculpa mais comum: "Hoje não, estou naqueles dias...", e com o tesão que ele vinha, não merecia que eu cortasse o barato dele desse jeito.
Fodemos no sofá da sala, rolamos depois pelo tapete. Ali gozamos a primeira, a segunda foi na cama.
—O ruim é que vou ter que ir pra Mendoza no fim de semana — ela me diz depois de fazer o love.
Os escritórios da vinícola ficam em Mendoza, então o lógico era que o contrato fosse assinado lá.
—Viajo na sexta à tarde, sábado assino e domingo já tô de volta—
O Ro ainda tá na casa dos avós, então um fim de semana só pra mim, relaxada, vendo filme na Netflix, não me parece uma má ideia.
Até aí tudo parecia normal, meu marido viajou, como ele disse, na sexta à tarde. De noite ele me liga de Mendoza pra avisar que chegou bem, sem problemas. A gente ficou conversando um pouco, depois nos despedimos, e eu desejei a ele muito sucesso e mais sucesso ainda.
Enquanto a gente conversava, eu tinha deixado a banheira enchendo pra tomar um banho de imersão bem relaxante.
Fecho a torneira, adiciono sais e óleos na água, acendo um par de velas aromáticas, e... tá faltando algo. A música!
Vou pegar meu celular e, quando tô voltando pro banheiro, tocam a campainha.
São nove da noite, quem pode ser a essa hora?
—Quem é? — perguntei pelo interfone.
—E aí, Víctor — ela me responde com aquela voz inconfundível dela.
Levo um tempinho pra processar a surpresa.
—Você não devia estar em Mendoza? — pergunto surpresa.
—Se me convidar pra entrar, te explico — ela me diz.
-Ah sim, desculpa...- peço desculpas, apertando o botão que abre a porta da rua.
—Já assinei tudo o que tinha que assinar, do resto meus advogados cuidam — ele me esclarece quando abro a porta do apartamento.
Ele me envolve a cintura com um braço, me cola contra o corpo dele e me beija na boca. Bom, pra falar a verdade, a gente se beija, porque eu mesma me entrego de mansinho aos desígnios da língua dele.
—Me caiu a ficha que a gente podia brindar por essa nova sociedade — ela me fala, me mostrando uma garrafa de champanhe, mas não uma terrena como a que meu marido tinha trazido, e sim um "Dom Pérignon", daqueles que custam em Euros.
—Na verdade, o brinde quem devia fazer é com meu marido — esclareci pra ele.
—Acho que vou me divertir mais com a esposa dele — ela responde, me beijando de novo.
Depois fiquei sabendo que, na real, não precisava do meu marido viajar pra Mendoza, que podiam ter mandado todos os documentos. O negócio é que o Víctor queria me ter a noite inteira só pra ele.
Um cara se dar todo esse trabalho, só pra te levar pra cama, é realmente digno de admiração.
Abre o champanhe, serve nas respectivas taças, e depois de brindar por nós, eu digo:
- Tava prestes a tomar um banho de imersão... - e indo pro banheiro, acrescento provocante: - Quer vir? Tem espaço pra dois... -
Claro que vem, pega o copo dela, o champanhe e me segue, igual cachorro no cio atrás da cadela do bando.
Nós nos despimos e entramos na banheira, cada um numa ponta, de frente um pro outro, nossos corpos se roçando debaixo d'água.
Passo uma mão pelas pernas dela e agarro a buceta dela. Obviamente que já tá molhada.
Ele também desliza os dedos ao redor da minha buceta, acariciando só por fora, sem chegar a entrar.
Nós nos masturbamos de forma mútua e no mesmo ritmo, sem pressa, já que não estamos atrás de um orgasmo imediato, só queremos entrar no clima.
—Esse é o melhor contrato que assinei em muito tempo... — suspira, relaxado, se deixando embriagar pelo cheiro afrodisíaco dos sais de banho.
— Já comemorou assim com outras esposas? — pergunto sem parar de mexer na pica dela.
—Acredite se quiser, essa é minha primeira vez... — ela me garante, enfiando agora os dedos dentro da minha buceta.
—Tem razão, não acredito em você — respondi, apertando a pica dele.
Ela treme, soltando um gemido.
-É que não consegui resistir- ele me elogia, intensificando as carícias.
Me levanto de repente, escorrendo espuma pra fora da banheira, e sento praticamente na cara dele, de um jeito que minha buceta fica servida de bandeja, pra ele chupar à vontade.
A primeira coisa que ela faz é meter a língua e lamber tudo por dentro, me provocando naqueles lugares onde a sensação fica mais gostosa.
Depois ela morde meu clitóris e os lábios, me fazendo tremer o corpo inteiro.
Víctor realmente sabe usar a boca pra dar prazer, alternando entre chupadas e mordidas, pra não ficar tão monótono.
Enquanto ele me chupa, eu continuo batendo uma pra ele, sentindo a rola endurecer cada vez mais. Ela fica tão tentadora que eu tiro da boca dele e me sento em cima.
Ainda não enfio, só vou esfregando ela entre os lábios, que ao sentir essa vibração por perto, se abrem com vontade de devorar. Mas, como um bom amante, ele se adianta ao meu desejo, e me segurando pelas nádegas, empurra pra cima, mandando ela se enfiar bem lá dentro. Tudo lá dentro se aperta em volta desse elemento vital, apertando, engolindo, se alimentando da energia dele.
Arqueio as costas e, jogando a cabeça para trás, me liberto numa cachoeira de gemidos plácidos e exultantes.
Víctor solta minhas nádegas e aperta meus peitos, espremendo-os, amassando-os, me fazendo gemer ainda mais.
- Sua putinha... putinha gostosa! - ele exclama enquanto seu pau começa a se mover dentro de mim, preenchendo até o último cantinho com sua grossura.
Eu também me mexo, indo ao encontro dessa potência avassaladora que me captura e me mantém refém sem me dar nenhuma saída. Saída que, aliás, eu não procuro nem quero.
PLAP PLAP PLAP...
A água com espuma espirra pra todo lado por causa da agitação dos nossos corpos.
PLAP PLAP PLAP...
Não nos damos trégua, nos encarando fixo enquanto nos metemos, desafiadores, brincando de segurar o orgasmo até o último instante. Eu não consigo, gozo no meio de um estrondo, desabando sobre o corpo dele, encharcada e não só pela água.
Levanto e saio da banheira, preciso de um respiro, uma pausa, mas Víctor se levanta atrás de mim, e me espremendo de frente contra o box, os peitos contra o vidro, enfia no meu cu.
Duas, três, quatro estocadas e ele goza dentro de mim, quente, violento, impetuoso.
Minha cabeça tá rodando, o coração batendo forte no peito, a buceta ardendo, mas a satisfação que isso me dá é muito mais intensa, muito mais gostosa.
Quando saímos do banheiro, nós dois já estamos mais calmos, com aquela relaxação que vem depois do sexo, do sexo bom.
Nos vestimos com o mínimo, ele só de cueca, eu com a camisa dele. Na cozinha, preparo uma salada pro jantar, que dividimos com um bom vinho.
Falamos de tudo um pouco, trocando histórias de vida e de trabalho. Por um acordo tácito, ninguém menciona o parceiro nem os filhos, só importamos nós, e aquele momento, como se estivéssemos numa bolha que nos mantém longe do mundano.
Depois do jantar, voltam os beijos, as carícias, a mão dele deslizando entre minhas pernas. Não coloquei calcinha, então a mão acessa sem nenhum obstáculo minha intimidade.
—Você tá molhada...! — ele sussurra.
— Tô sempre... — concordo com um suspiro.
Nós nos beijamos. A mão que não está me explorando acaricia meus peitos, enquanto eu amasso o volume dele por cima da cueca.
Eu abaixo ele e dou uma sacudida. Entre meus dedos, ele atinge a plenitude. Glorioso, onipotente.
Me inclino e meto ele na boca, deixando o paladar se encher com o gosto da virilidade dele. Ele geme quando começo a chupar, comendo ele todo, até os pelos, segurando ele por um bom tempo lá dentro, sugando, me empanturrando, pra depois soltar, ele todo dormente, babado, e lamber dos lados, enchendo de beijos, de carícias, de lambidas.
Engasgo de novo naquele pedaço inteiro, sugando com força, sentindo as veias dele incharem a cada chupada. Mas, mesmo curtindo pra caralho, ele me afasta, me joga de lado. Me olha todo babado e me beija. Levanta, me pega pela cintura e me senta em cima da mesa.
Enquanto tira a cueca, eu abro as pernas e me acaricio a buceta. A umidade impregna nos meus dedos.
Ela vem em minha direção, o pau como um aríete, e me penetra, fazendo-me soltar um suspiro cheio de prazer e emoção. Ela me fode num ritmo lento, cadenciado, curtindo aquela fluidez escorregadia que nos deixa completamente unidos, por inteiro, sem brechas.
Ele me levanta nos braços e, sem tirar a pica de dentro, me leva pra fora da cozinha.
Assim, no colo, atravessamos o corredor cujas paredes estão cobertas de retratos de família. É ali, ao ver uma foto do meu marido e do Ro num dia de acampamento, que me lembro que no dia seguinte, cedo, tenho que ir buscar meu filho na casa dos avós.
Entramos no meu quarto. O Victor ainda me segura nos braços dele, se movendo dentro de mim com movimentos hábeis da pelve. Eu também me mexo, ansiosa pra sentir ele inteiro, o mais fundo possível, me preenchendo, me impregnando do ser dele.
Quando ele me deita de costas na cama, me entrego a ele sem hesitar, sem guardar nada. Toda aberta, molhada, lubrificada.
Deitado em cima de mim, ele me come com mais força, já sem tanta delicadeza, deixando aflorar o instinto primitivo, primordial, a verdadeira natureza de um homem.
Nós nos beijamos com avidez, com gosto, nos chupando, nos mordendo, escorregando, fluindo um dentro do outro.
Quando ele se afasta, eu vou atrás, empurrando minha pélvis pra cima; quando sou eu que me afasto, ele vem ao meu encontro, me batendo, sempre buscando o encaixe perfeito.
Ela se remexe dentro de mim, me fazendo sentir por completo essa força magnânima que se potencializa lá no fundo.
Abraço ele, beijo ele, chupo ele, me embriagando com o sabor dele, sentindo que podia ficar a noite toda curtindo esse delicioso ronco nas minhas entranhas.
Víctor sai de dentro de mim e se deita de costas, soltando uma sequência de suspiros. Ele tá naquele ponto em que a excitação é tanta que não consegue gozar, então eu subo em cima dele e, enfiando a pica com a habilidade que a experiência dá, começo a cavalgar.
Pra cima, pra baixo, sem parar, meus peitos balançando soltos e pesados, a pica do parceiro do meu marido afundando toda em mim, escorrendo até o fundo do meu cu.
A respiração dela fica mais ofegante, os gemidos também, os sinais são claros e inequívocos, então acelero o ritmo, praticamente pulando em cima do corpo dela, até sentir o corpo todo dela se tensar, tremer, e uma umidade transbordante se espalhar por toda a minha virilha. Eu também gozo, nos unindo os dois num prazer daqueles que deixam marca no corpo.
Demoramos um tempinho, um bom tempão, pra recuperar a calma, pra voltar a respirar normal. A poeira, aquela poeira terrível, alucinante e espetacular, tinha nos deixado imersos numa bruma gostosa, da qual fomos saindo devagarzinho.
Por um momento ninguém diz nada, os suspiros ainda falam mais alto que as palavras, mas só de nos olharmos e nos tocarmos, a gente expressa o que sente.
Dormimos abraçados, de conchinha, nos sentindo a noite toda, ainda cheirando a sexo, compartilhando o calor um do outro.
Pela manhã, com os primeiros raios de sol passando pelas frestas da janela, a gente acorda. Damos bom dia e nos beijamos, sentindo que aquela vontade ainda tá ali, latente, indissolúvel.
Nunca tinha sido tão gostoso um matinal de domingo.
Depois a gente toma banho junto, toma café da manhã, e aos poucos vai voltando à realidade. Ele tem que pegar um voo pra voltar pra Mendoza, eu tenho que ir pra San Justo buscar meu filho.
Nos despedimos com uma longa sequência de beijos e carícias, e embora não prometamos nada, sabemos que vamos ficar juntos de novo como naquela noite, talvez não na minha casa, mas sim pernoitando num hotel ou no apartamento dela nas torres "O Farol".
Antes de sair pra casa dos meus pais, limpo a casa toda, me livrando de qualquer possível evidência que me incrimine. Deixo tudo impecável, com aquele cheirinho de lar que impossibilita notar o menor vestígio do sexo sem limites vivido ali mesmo umas horas antes.
Passei muito bem ontem à noite...", me escreve o Víctor, com certeza já do aeroporto.
Leio a mensagem, apago e vou pra San Justo buscar meu filho...


—Dá pra fazer, a parada do Malbec dá pra fazer...! — exclama, como se tivesse feito o gol da vida dele.
—Os galegos tão bobões, já tão fazendo as contas e é um negócio da porra — me explica, enquanto abre o champanhe e enche duas taças.
—Este ano sim que a gente vai poder viajar de férias, pra onde você quiser... — ele me promete, estendendo uma pra mim.
Não quero furar a bolha dela com essa história de pandemia e todas as possíveis restrições, então vamos brindar à boa notícia, selando a promessa com um beijo.
Beijo que começa com um selinho, pra continuar com um chupão de respeito.
Deixamos os copos de lado e nos abraçamos, deixando nossas línguas mostrarem o caminho a seguir.
Uma transa com meu marido num dia de semana às três da tarde?
Nessa hora, numa quinta-feira, me imagino num hotel com qualquer outro, Cacho, Víctor, ou alguém do momento, mas meu marido tá especialmente motivado.
Os sucessos no trabalho turbinam a masculinidade dele, principalmente aqueles que envolvem comissões generosas.
Sentia a ereção dele se esfregando na minha virilha e agradecia por não ter encontrado o Víctor naquela mesma tarde, senão estaria com toda aquela parte sensibilizada de tanto transar, e aí teria que apelar para a desculpa mais comum: "Hoje não, estou naqueles dias...", e com o tesão que ele vinha, não merecia que eu cortasse o barato dele desse jeito.
Fodemos no sofá da sala, rolamos depois pelo tapete. Ali gozamos a primeira, a segunda foi na cama.
—O ruim é que vou ter que ir pra Mendoza no fim de semana — ela me diz depois de fazer o love.
Os escritórios da vinícola ficam em Mendoza, então o lógico era que o contrato fosse assinado lá.
—Viajo na sexta à tarde, sábado assino e domingo já tô de volta—
O Ro ainda tá na casa dos avós, então um fim de semana só pra mim, relaxada, vendo filme na Netflix, não me parece uma má ideia.
Até aí tudo parecia normal, meu marido viajou, como ele disse, na sexta à tarde. De noite ele me liga de Mendoza pra avisar que chegou bem, sem problemas. A gente ficou conversando um pouco, depois nos despedimos, e eu desejei a ele muito sucesso e mais sucesso ainda.
Enquanto a gente conversava, eu tinha deixado a banheira enchendo pra tomar um banho de imersão bem relaxante.
Fecho a torneira, adiciono sais e óleos na água, acendo um par de velas aromáticas, e... tá faltando algo. A música!
Vou pegar meu celular e, quando tô voltando pro banheiro, tocam a campainha.
São nove da noite, quem pode ser a essa hora?
—Quem é? — perguntei pelo interfone.
—E aí, Víctor — ela me responde com aquela voz inconfundível dela.
Levo um tempinho pra processar a surpresa.
—Você não devia estar em Mendoza? — pergunto surpresa.
—Se me convidar pra entrar, te explico — ela me diz.
-Ah sim, desculpa...- peço desculpas, apertando o botão que abre a porta da rua.
—Já assinei tudo o que tinha que assinar, do resto meus advogados cuidam — ele me esclarece quando abro a porta do apartamento.
Ele me envolve a cintura com um braço, me cola contra o corpo dele e me beija na boca. Bom, pra falar a verdade, a gente se beija, porque eu mesma me entrego de mansinho aos desígnios da língua dele.
—Me caiu a ficha que a gente podia brindar por essa nova sociedade — ela me fala, me mostrando uma garrafa de champanhe, mas não uma terrena como a que meu marido tinha trazido, e sim um "Dom Pérignon", daqueles que custam em Euros.
—Na verdade, o brinde quem devia fazer é com meu marido — esclareci pra ele.
—Acho que vou me divertir mais com a esposa dele — ela responde, me beijando de novo.
Depois fiquei sabendo que, na real, não precisava do meu marido viajar pra Mendoza, que podiam ter mandado todos os documentos. O negócio é que o Víctor queria me ter a noite inteira só pra ele.
Um cara se dar todo esse trabalho, só pra te levar pra cama, é realmente digno de admiração.
Abre o champanhe, serve nas respectivas taças, e depois de brindar por nós, eu digo:
- Tava prestes a tomar um banho de imersão... - e indo pro banheiro, acrescento provocante: - Quer vir? Tem espaço pra dois... -
Claro que vem, pega o copo dela, o champanhe e me segue, igual cachorro no cio atrás da cadela do bando.
Nós nos despimos e entramos na banheira, cada um numa ponta, de frente um pro outro, nossos corpos se roçando debaixo d'água.
Passo uma mão pelas pernas dela e agarro a buceta dela. Obviamente que já tá molhada.
Ele também desliza os dedos ao redor da minha buceta, acariciando só por fora, sem chegar a entrar.
Nós nos masturbamos de forma mútua e no mesmo ritmo, sem pressa, já que não estamos atrás de um orgasmo imediato, só queremos entrar no clima.
—Esse é o melhor contrato que assinei em muito tempo... — suspira, relaxado, se deixando embriagar pelo cheiro afrodisíaco dos sais de banho.
— Já comemorou assim com outras esposas? — pergunto sem parar de mexer na pica dela.
—Acredite se quiser, essa é minha primeira vez... — ela me garante, enfiando agora os dedos dentro da minha buceta.
—Tem razão, não acredito em você — respondi, apertando a pica dele.
Ela treme, soltando um gemido.
-É que não consegui resistir- ele me elogia, intensificando as carícias.
Me levanto de repente, escorrendo espuma pra fora da banheira, e sento praticamente na cara dele, de um jeito que minha buceta fica servida de bandeja, pra ele chupar à vontade.
A primeira coisa que ela faz é meter a língua e lamber tudo por dentro, me provocando naqueles lugares onde a sensação fica mais gostosa.
Depois ela morde meu clitóris e os lábios, me fazendo tremer o corpo inteiro.
Víctor realmente sabe usar a boca pra dar prazer, alternando entre chupadas e mordidas, pra não ficar tão monótono.
Enquanto ele me chupa, eu continuo batendo uma pra ele, sentindo a rola endurecer cada vez mais. Ela fica tão tentadora que eu tiro da boca dele e me sento em cima.
Ainda não enfio, só vou esfregando ela entre os lábios, que ao sentir essa vibração por perto, se abrem com vontade de devorar. Mas, como um bom amante, ele se adianta ao meu desejo, e me segurando pelas nádegas, empurra pra cima, mandando ela se enfiar bem lá dentro. Tudo lá dentro se aperta em volta desse elemento vital, apertando, engolindo, se alimentando da energia dele.
Arqueio as costas e, jogando a cabeça para trás, me liberto numa cachoeira de gemidos plácidos e exultantes.
Víctor solta minhas nádegas e aperta meus peitos, espremendo-os, amassando-os, me fazendo gemer ainda mais.
- Sua putinha... putinha gostosa! - ele exclama enquanto seu pau começa a se mover dentro de mim, preenchendo até o último cantinho com sua grossura.
Eu também me mexo, indo ao encontro dessa potência avassaladora que me captura e me mantém refém sem me dar nenhuma saída. Saída que, aliás, eu não procuro nem quero.
PLAP PLAP PLAP...
A água com espuma espirra pra todo lado por causa da agitação dos nossos corpos.
PLAP PLAP PLAP...
Não nos damos trégua, nos encarando fixo enquanto nos metemos, desafiadores, brincando de segurar o orgasmo até o último instante. Eu não consigo, gozo no meio de um estrondo, desabando sobre o corpo dele, encharcada e não só pela água.
Levanto e saio da banheira, preciso de um respiro, uma pausa, mas Víctor se levanta atrás de mim, e me espremendo de frente contra o box, os peitos contra o vidro, enfia no meu cu.
Duas, três, quatro estocadas e ele goza dentro de mim, quente, violento, impetuoso.
Minha cabeça tá rodando, o coração batendo forte no peito, a buceta ardendo, mas a satisfação que isso me dá é muito mais intensa, muito mais gostosa.
Quando saímos do banheiro, nós dois já estamos mais calmos, com aquela relaxação que vem depois do sexo, do sexo bom.
Nos vestimos com o mínimo, ele só de cueca, eu com a camisa dele. Na cozinha, preparo uma salada pro jantar, que dividimos com um bom vinho.
Falamos de tudo um pouco, trocando histórias de vida e de trabalho. Por um acordo tácito, ninguém menciona o parceiro nem os filhos, só importamos nós, e aquele momento, como se estivéssemos numa bolha que nos mantém longe do mundano.
Depois do jantar, voltam os beijos, as carícias, a mão dele deslizando entre minhas pernas. Não coloquei calcinha, então a mão acessa sem nenhum obstáculo minha intimidade.
—Você tá molhada...! — ele sussurra.
— Tô sempre... — concordo com um suspiro.
Nós nos beijamos. A mão que não está me explorando acaricia meus peitos, enquanto eu amasso o volume dele por cima da cueca.
Eu abaixo ele e dou uma sacudida. Entre meus dedos, ele atinge a plenitude. Glorioso, onipotente.
Me inclino e meto ele na boca, deixando o paladar se encher com o gosto da virilidade dele. Ele geme quando começo a chupar, comendo ele todo, até os pelos, segurando ele por um bom tempo lá dentro, sugando, me empanturrando, pra depois soltar, ele todo dormente, babado, e lamber dos lados, enchendo de beijos, de carícias, de lambidas.
Engasgo de novo naquele pedaço inteiro, sugando com força, sentindo as veias dele incharem a cada chupada. Mas, mesmo curtindo pra caralho, ele me afasta, me joga de lado. Me olha todo babado e me beija. Levanta, me pega pela cintura e me senta em cima da mesa.
Enquanto tira a cueca, eu abro as pernas e me acaricio a buceta. A umidade impregna nos meus dedos.
Ela vem em minha direção, o pau como um aríete, e me penetra, fazendo-me soltar um suspiro cheio de prazer e emoção. Ela me fode num ritmo lento, cadenciado, curtindo aquela fluidez escorregadia que nos deixa completamente unidos, por inteiro, sem brechas.
Ele me levanta nos braços e, sem tirar a pica de dentro, me leva pra fora da cozinha.
Assim, no colo, atravessamos o corredor cujas paredes estão cobertas de retratos de família. É ali, ao ver uma foto do meu marido e do Ro num dia de acampamento, que me lembro que no dia seguinte, cedo, tenho que ir buscar meu filho na casa dos avós.
Entramos no meu quarto. O Victor ainda me segura nos braços dele, se movendo dentro de mim com movimentos hábeis da pelve. Eu também me mexo, ansiosa pra sentir ele inteiro, o mais fundo possível, me preenchendo, me impregnando do ser dele.
Quando ele me deita de costas na cama, me entrego a ele sem hesitar, sem guardar nada. Toda aberta, molhada, lubrificada.
Deitado em cima de mim, ele me come com mais força, já sem tanta delicadeza, deixando aflorar o instinto primitivo, primordial, a verdadeira natureza de um homem.
Nós nos beijamos com avidez, com gosto, nos chupando, nos mordendo, escorregando, fluindo um dentro do outro.
Quando ele se afasta, eu vou atrás, empurrando minha pélvis pra cima; quando sou eu que me afasto, ele vem ao meu encontro, me batendo, sempre buscando o encaixe perfeito.
Ela se remexe dentro de mim, me fazendo sentir por completo essa força magnânima que se potencializa lá no fundo.
Abraço ele, beijo ele, chupo ele, me embriagando com o sabor dele, sentindo que podia ficar a noite toda curtindo esse delicioso ronco nas minhas entranhas.
Víctor sai de dentro de mim e se deita de costas, soltando uma sequência de suspiros. Ele tá naquele ponto em que a excitação é tanta que não consegue gozar, então eu subo em cima dele e, enfiando a pica com a habilidade que a experiência dá, começo a cavalgar.
Pra cima, pra baixo, sem parar, meus peitos balançando soltos e pesados, a pica do parceiro do meu marido afundando toda em mim, escorrendo até o fundo do meu cu.
A respiração dela fica mais ofegante, os gemidos também, os sinais são claros e inequívocos, então acelero o ritmo, praticamente pulando em cima do corpo dela, até sentir o corpo todo dela se tensar, tremer, e uma umidade transbordante se espalhar por toda a minha virilha. Eu também gozo, nos unindo os dois num prazer daqueles que deixam marca no corpo.
Demoramos um tempinho, um bom tempão, pra recuperar a calma, pra voltar a respirar normal. A poeira, aquela poeira terrível, alucinante e espetacular, tinha nos deixado imersos numa bruma gostosa, da qual fomos saindo devagarzinho.
Por um momento ninguém diz nada, os suspiros ainda falam mais alto que as palavras, mas só de nos olharmos e nos tocarmos, a gente expressa o que sente.
Dormimos abraçados, de conchinha, nos sentindo a noite toda, ainda cheirando a sexo, compartilhando o calor um do outro.
Pela manhã, com os primeiros raios de sol passando pelas frestas da janela, a gente acorda. Damos bom dia e nos beijamos, sentindo que aquela vontade ainda tá ali, latente, indissolúvel.
Nunca tinha sido tão gostoso um matinal de domingo.
Depois a gente toma banho junto, toma café da manhã, e aos poucos vai voltando à realidade. Ele tem que pegar um voo pra voltar pra Mendoza, eu tenho que ir pra San Justo buscar meu filho.
Nos despedimos com uma longa sequência de beijos e carícias, e embora não prometamos nada, sabemos que vamos ficar juntos de novo como naquela noite, talvez não na minha casa, mas sim pernoitando num hotel ou no apartamento dela nas torres "O Farol".
Antes de sair pra casa dos meus pais, limpo a casa toda, me livrando de qualquer possível evidência que me incrimine. Deixo tudo impecável, com aquele cheirinho de lar que impossibilita notar o menor vestígio do sexo sem limites vivido ali mesmo umas horas antes.
Passei muito bem ontem à noite...", me escreve o Víctor, com certeza já do aeroporto.
Leio a mensagem, apago e vou pra San Justo buscar meu filho...


21 comentários - A noite passada...
Van diez puntos.
¿es la primera vez que tenes un amante durmientdo en tu casa?
besos Misko
Calculo eras vos la otra vez en la plaza cerca de tu casa que tiene el hospital y estaban con un conjunto negro y verde medio flúor no?
Sin dudas se firmo un buen contrato y vos te encargaste de cerrarlo y asegurarlo