Mami 4 (conto ilustrado)

Abri os olhos e vi ela de novo do meu lado na cama. Que mulherão. Tava com vontade de fazer coisas com ela de novo e só tinham passado 7 horas desde a última vez que a gente tinha transado. De todos os caras que existem no mundo, eu sou o sortudo que tá comendo ela. Mamãe tinha virado Maria e eu ainda não tinha caído a ficha direito.Mami 4 (conto ilustrado)Bom dia. Bom dia, madrugador. Pô, tem que ir levantar o país. Claro que sim. Também digo eu... tenho tempo de sobra pra um boquete de bom dia. Que cara de pau! E eu ganho o quê? Me ver feliz. Mas se preferir, a gente pode fazer outra coisa juntos. Vai acabar gastando de tanto usar. Melhor deixar pra mais tarde, tá? Tô meio sem tempo. Nem pra um boquetinho rápido? Vai ficar com vontade, aproveitador. Pois vou te esperar com mais vontade ainda. Assim que eu gosto. Tomei café rápido pra ter mais tempo de me arrumar. Enquanto me vestia, recebi uma mensagem da Andrea dizendo que hoje não ia pra aula, mas queria falar comigo. Mesmo nas nuvens, eu ainda tinha namorada e problemas sérios pra resolver com ela. No fim, decidimos nos encontrar na casa dela quando eu saísse da aula, já que a mãe não ia estar à tarde. Naquele momento, tava todo confuso, não sabia por onde a Andrea poderia vir, mas uma voz na minha cabeça dizia que ela provavelmente queria que a gente se acertasse. Mãe, vou pra aula. Tá bem, querido. Depois da aula vou na casa da Andrea. Legal. Então não te espero pra almoçar, né? Não, vou almoçar com ela. Tá bem, diverte-se. Igualmente, que o trabalho seja leve. A manhã foi muito estranha. Estive presente em todas as aulas, mas só meu corpo estava lá. Minha cabeça tava metade no que eu tava vivendo com a mãe e no que ia rolar com a Andrea. Tava jogando completamente com as duas, mentindo pra elas e usando só pra foder. É verdade que com minha mãe era recíproco, a gente se aproveitava um do outro na cama e tava de acordo, mas eu tinha escondido muitas coisas. E com a Andrea... nem preciso falar mais. As aulas acabaram e fui pra casa da minha namorada. Quando bati na porta, ela abriu vestida com uma saia jeans e uma daquelas blusinhas que mais me deixavam com tesão. Era uma declaração de intenções. Dei um beijo nela e ela não se opôs em momento nenhum. Oi, meu amor. Oi, Dani. Senti sua falta. E eu a você também, mas precisamos conversar sobre uma coisa. Claro. Vamos lá, como te digo isso. Sua relação com sua mãe... Sim? Você e sua mãe se dão super bem? Sê sincero, por favor. O quê? Se entre vocês já rolou algo mais sério, toques ou algo do tipo. Não! De jeito nenhum, Andrea. Isso foi algo pontual. Tá bem. Esquece isso, por favor. Te peço desculpas em vinte idiomas se precisar, a última coisa que queria era te machucar. Marquei com você justamente pra isso. Obrigado, Andrea, obrigado. Você é a melhor. Mas tem umas regras. Se você brincar de novo com ela com essas brincadeirinhas, nada de vídeos nem fotos nem porra nenhuma, ok? Claro que sim, lógico. Tá bem. Vem, me dá um beijo, vai. Andrea e eu nos abraçamos e nos beijamos como se não houvesse amanhã. Eu tinha feito a bola ficar ainda maior e continuava mentindo descaradamente, mas não tinha outra escolha. E pra quê nos enganar, eu sabia o que ia rolar e tava morrendo de vontade. Depois de cada briga, a gente tem o costume de encerrar tudo transando, mas não uma transa qualquer. Se normalmente ela fode como uma deusa, nas transas de reconciliação ela dá o dobro. Uma maravilha. E dessa vez não ia ser diferente. Enquanto a gente se pegava, íamos passando a mão um no outro e ficamos muito tarados. Peguei ela no colo e levei pro quarto dela, jogando ela na cama onde a gente mais tinha fodido de longe. A saia não durou nada. Por baixo, ela tava com uma das calcinhas fio dental que eu mais gostava e me deixava louco. A safada sabia que hoje eu ia arrebentar ela. Coloquei ela de quatro na cama e tirei a calcinha com a boca. Comecei a lamber a buceta molhadinha dela e o cu, alternando com meter os dedos nas duas áreas. A desgraçada se contorcia de prazer. Depois de tirar o top dela e sem dizer uma palavra, meti a pica e comecei a empurrar bem forte como se ela fosse uma puta e eu tivesse pagando pra foder a buceta dela. A foda que a gente tava dando era de outro mundo. Puxava o cabelo dela como se fosse arrancar, dava tapas na bunda que marcavam na pele branca, e ela gemia e pedia mais, mais, mais. Virei ela de costas, levantei as pernas dela e continuei metendo sem parar, olhando nos olhos dela enquanto ela gozava. Gozei junto com ela, enchendo ela toda, e caímos exaustos, suados, um abraçado no outro. Nalgadas que doía até a minha mão, e a filha da puta tava aproveitando como uma cadela no cio. De vez em quando, eu também tirava e roçava no clitóris dela. Essa técnica ela adorava, e os gemidos entregavam tudo. Continuei metendo nela por mais um tempo até encher a buceta dela com minha porra, enquanto me jogava por cima e agarrava os peitos dela como se fossem me arrancar. Seguimos por mais alguns minutos até ela atingir o auge. Enquanto gozava, arranhava os lençóis e gritava como uma possessa. Que loucura de transa. Tinha esquecido como ela era boa na cama. Deitamos pra descansar abraçados na cama. Não era pra menos, tínhamos perdido toda a energia. Depois, fomos pra sala e vimos uns dois episódios de uma série. Antes da mãe dela chegar, nos despedimos e fui pra minha casa. No caminho, as dúvidas voltaram na minha cabeça. Será que tava fazendo a coisa certa? Não queria terminar meu relacionamento com a Andrea, mas também não queria largar a minha mãe. No começo, tudo tinha começado pela falta de sexo com minha namorada, mas agora não tinha desculpa. Também não tava disposto a perder a chance de poder foder quando quisesse com a mulher dos meus sonhos. Nós dois estávamos viciados um no outro. O que eu tinha certeza é que, a partir de agora, acabaram-se as mentiras pra mamãe. Entrei pela porta de casa e ela tava no sofá lendo um livro. Oi, mãe. Oi, Dani. Como foi? Bem, bem. Só isso? Bom... E com a Andrea? A gente transou. Fez-se um breve silêncio bem constrangedor, que a mamãe quebrou com naturalidade. Bom, é o mais normal entre namorados, né? É, mas... O que foi? Você não liga? Olha, você e eu não temos exclusividade. Eu também posso fazer o que quiser e não daria em nada, mas tendo você, não preciso de mais nada. Sério? Você não se importa que a gente faça? Claro. Você tem namorada, é normal que vocês façam. O sexo com ela era tão bom que eu tava disposta a continuar fazendo, mesmo que não me falte com você. Andrea. Ela tinha encontrado o que procurava: sexo sem compromisso com alguém de confiança que não ia querer um relacionamento sério. E eu não podia estar mais grato. Legal, mãe. Mas eu não quero perder o que a gente tem. E não vamos perder. Depois o viciado sou eu... Você não pode me dar droga e achar que não vou ficar viciada. Eu te como da minha droga quando quiser. Descansa, gostoso, que você acabou de foder agora. Tenho bateria pra caramba. Coloca pra carregar um pouquinho. Quer que eu te mostre que posso fazer o que quiser com você? Vou me trocar, tarado. Vou jantar com a Virgínia. Porra, que duas putas se juntaram. Ei! Me respeita ou fica sem amiga de foda. Tá bom, tá bom, retiro. Mas da Virgínia não. Te dá tesão? Meio que sim, um pouco. Antes me dava muito mais. Não tanto quanto você, mas me deixava a mil. Sabia. Ultimamente ela tá comendo todo mundo. Ultimamente? Essa mina já comeu o triplo de paus que você. Lembrando que eu quase nunca chupava pau de ninguém. Bom, então ela comeu o triplo. Sim, com certeza. Desde que você virou adulto, ela já me disse mais de uma vez que você é uma boa foda. Porra! Ela vem jantar aqui? Não, vou na casa dela. Mas eu levo o jantar. Que pena... Por quê? Não ia te animar um ménage? Dani, você tem namorada, te lembrando. O estrago já tá feito. Vai, me fala que não te deixaria duro. Até deixaria, mas não com meu filho. Por quê? Porque é incompreensível, querido. Que diferença faz, mulher mais aberta não existe. Nunca foi tão bem dito. Como você consegue me fazer pensar nisso? Essa é a minha Maria! Vai, liga pra ela e fala pra vir pra cá. E como a gente propõe? Depois de umas duas garrafas de vinho. Ela aguenta bem álcool? Pouco. Perfeito. Vai, liga e fala que prefere que ela venha ou algo assim. E que a gente janta os três. Vou nessa. Que loucura, eu tinha acabado de convencer a mãe a tentar um ménage com ela e a amiga mais gostosa, uma foxe de manual que já comeu mais caras que uma atriz pornô. Ela é muito gostosa, não no nível da mãe, mas não fica muito atrás. Tem cinco anos. menos que ela. Só de pensar nas tetonas dela e na cara de putinha já fico de pau duro. Dani, ela disse que sim, que vem. Vamos! Ela também perguntou se você ainda tem namorada e ficou super feliz quando eu falei que não. Assim sim! Mais feliz ainda vai ficar quando ver o que tá por vir. Cê acha que é uma boa ideia? Ótima. E com a química que vocês têm, ela não vai contar pra ninguém. Isso sim, no começo vai estranhar pra caralho. Já te falei. Bom, vamos preparar as coisas. Depois de arrumar tudo, fomos nos vestir. Mamãe colocou um dos vestidos mais ousados dela, deixando claro que tava uma gostosa. Tava na cara que não queria ficar em segundo plano. Uma hora depois, Virginia bateu na porta. Também não ficou atrás. Apareceu com um vestido decotado que praticamente deixava ver os peitos. Aposto que eram até maiores que os da minha mãe. Duas mulheres de respeito. Depois de cumprimentar minha mãe, chegou a hora de me cumprimentar. E aí, Virginia. Dani! Cada vez que te vejo, você tá mais gato e forte que da outra vez. O que que eu faço pra arrumar um igual? É o que eu digo! Você é como vinho, com o tempo só melhora. Não posso reclamar, tô igualzinha sua mãe. Pois é, vocês estão mil vezes melhores que as da minha idade. Como é bom ouvir isso! Vamos jantar, meninas, né? Claro, vamos. Durante o jantar, não consegui parar de olhar pros peitos da Virginia, e acho que ela percebeu e adorou. Aliás, num momento ela ajeitou o vestido e mostrou um pouco mais do peito enquanto me olhava e sorria. Tava me devorando com o olhar e dava pra ver. Já estávamos na sobremesa e as garrafas de vinho e os shots começavam a fazer efeito. Enquanto contavam histórias antigas, começaram a falar de sexo e achamos o momento perfeito pra atacar. Hoje você tá jantando com duas amigas, Dani. Se a gente te contasse tudo que já fizemos... Conta, conta. Pois nos nossos tempos, sua mãe e eu já transamos na mesma barraca de acampamento com... Vários caras, e quando terminava, a gente trocava. — O quê? — Sim, filho, sim... Vocês eram tão putinhas assim? — Bom, sua mãe se acalmou, mas eu hoje em dia não consigo ficar transando com o mesmo cara por mais de um mês. Me entedia. — E olha que eu me acalmei mesmo, um ano sem sexo até uns dias atrás. — Como assim? E isso? — Então, olha, um amigo com benefícios que eu arrumei. E não é um qualquer. — Quem? Mamãe e eu nos olhamos e começamos a rir. — NÃO! — Sim. — Vocês tão me zoando. — Juro, Virgínia. — Vocês tão de sacanagem. — Nada disso. Você sabe como sempre foi nossa relação. Há três dias a gente deu o primeiro. A gente tava bebendo uns drinks, ficamos com tesão e... rolou. — Sério? — Sim, claro. — Porra, que forte! Achava que isso só acontecia em pornô. — E nós, mas olha. Sei que pode não parecer normal, mas a gente se dá o que precisa e gosta. Não precisamos procurar fora de casa. — Bom, muito normal não é. Mas se vocês tão felizes, é o que importa. Só que nem uma palavra disso pra ninguém, hein. — Não, não, claro. Pra ninguém, Virgínia. — Que isso, cara. Sei guardar um segredo tão importante. — Ótimo. Na verdade, a gente te chamou aqui pra te propor uma coisa. — O quê? — Você lembra que quando éramos jovens a gente tinha uma fantasia pendente juntas? Começamos a olhar pra Virgínia, os dois, pra ver como ela reagia. — Não, não acredito. — O filho da puta aqui do lado me convenceu a te pedir. — Olha o menino! Ele sabe de tudo. — Como não, não vou ter uma chance dessas na vida. — Sei lá... É claro que seu filho é gostoso, mas... Porra, que constrangedor. — Vamos! Quantas vezes a gente quis fazer um menage juntas e não fez porque o cara não era o certo? Hoje não temos esse problema. A gente gosta dele, as duas, e tem confiança.vadiaTem confiança da sua parte, mas você vai me ver comendo seu filho. Em condições normais, eu comeria ele, mas com você olhando, fico sem jeito. Virgínia, você já me propôs um menage com seu namorado. Vamos, é a chance de realizar uma fantasia que a gente tem desde que éramos molecas da idade deles. Bom, então tá, por que não? Vai, Dani, hoje à noite você tem que dar conta como nunca. Você acha que aguenta as duas? Quantas vezes forem necessárias. Não podia acreditar. Minha mãe e a amiga gostosa dela iam realizar a fantasia sexual delas juntas comigo. Agora entendo por que minha mãe topou tão rápido e quase sem insistir: desde adolescentes, elas fantasiavam em comer um cara juntas. Hoje ia ser o dia, com um cara mais de 20 anos mais novo e filho de uma delas. Virgínia tinha tirado minhas fraldas quando eu era pequeno e hoje ia tirar minha cueca pra me comer junto com minha mãe. Parecia mesmo um filme pornô. Nós três estávamos tesudos e fomos pro quarto da mamãe. Tava nervoso, e não era pra menos. Minha mãe quebrou o gelo me beijando de língua. Enquanto a gente se pegava, passei a mão e senti a buceta bem molhadinha, dava pra ver que ela tava realizando um sonho. Não queria esquecer da Virgínia e fiz o mesmo com ela. A buceta dela tava ainda mais molhada. Enfiei dois dedos e a putinha começou a gemer. Coloquei a mão no decote dela e comecei a massagear os peitos. Tirei o vestido da Virgínia, vi os peitos dela à mostra e comecei a chupá-los. Eram uma loucura, maiores que os da minha mãe, mas diferentes. Os bicos eram maiores e isso me deixava doido. Mas mamãe continuava sendo mamãe, era mais gostosa. Deixei a Virgínia de calcinha fio dental e fiz o mesmo com minha mãe: tirei o vestido, massageei e chupei os peitos dela e deixei de fio dental. Coloquei as duas de quatro pra ver as bundas e comparar. Minha mãe ganhava de lavada, embora se eu tivesse que comer o cu da Virgínia, também não reclamaria. Tirem as calcinhas uma da outra. As duas As vadias tiraram tudo deles entre risadas. Queria provar a buceta da Virgínia, mas primeiro tava afim de experimentar a boca dela. Aproximei a pica e ela começou a chupar sem cerimônia nenhuma. Porra, que boquete. Ela alternava chupar meu pau com as bolas e isso me deixava muito tarado. Enquanto isso, eu dedava minha mãe. As putas viraram o jogo e agora era minha mãe que me deixava todo babado. O boquete da Virgínia era nota 9,5, mas o da mamãe era 10. Ela já conhecia e adorava chupar. Eu dedava a amiga dela e a safada ficava louca de tesão. Maria, fala pro seu filho meter em mim. Pede diretamente pra mim, né? Querem que eu alterne um pouco com cada uma? Beleza. Virgi, a gente fode sem camisinha, algum problema? Não. Sempre uso camisinha por segurança, mas com vocês não tem problema. E tomo pílula. Então vem cá. Virgínia sentou na minha pica e começou a cavalgar. A buceta dela tava bem quentinha e o pau quase escapava de tão lubrificado. Desde o primeiro momento senti a experiência sexual dela. Que movimentos ela fazia, fodía melhor que minha mãe. Os peitos dela balançavam e eu mordia os bicos com força. Apesar de achar que tava causando dor, a putinha adorava. Enquanto ela me montava, eu acariciava o clitóris dela pra dar mais prazer. Mamãe também tava se tocando enquanto via a melhor amiga rebolando na pica do filho dela. Você me deixa louco, Dani. E você me deixa, Virgínia. Embora eu amasse como a Virgínia fodía, não queria que minha mãe ficasse sem a dose de pica dela. Agora é a vez da outra. Mamãe veio rapidinho ao chamado e começou a me foder com muita vontade. Queria fazer melhor que a amiga. Alternando movimentos rápidos com lentos, fez meu pau ficar várias vezes à beira de gozar. Adorava agarrar as nádegas dela enquanto ela me montava e eu chupava os peitos dela, era estar no paraíso. Enfiei um dedo na boca dela e, com a saliva, aproveitei pra enfiar no cu dela. A promíscua Encantou e meti mais um. A Virgínia também tava se dedando olhando pra gente foder. Parei de fazer com a mamãe e fui de novo pra cima da amiga dela. Joguei ela na cama e decidi que dessa vez quem ia controlar a situação era eu. Depois de chupar um pouco a buceta dela, subi em cima e comecei a foder ela bem forte. Segurava o pescoço dela de um jeito que parecia que ia sufocar. Os gemidos dela no meu ouvido aumentavam cada vez mais. Tava quase gozando, mas me deu um puta receio de gozar dentro. Tirei rápido, meti sem falar nada na minha mãe e na hora gozei dentro dela. Deixei ela com minha porra na buceta e fui chupar a Virgínia pra finalizar o serviço. Não precisei me esforçar muito, só uns dois minutos depois ela jogou o fluido vaginal dela na minha boca. Que jeito de chupar buceta. É muito gostosa. Meu Deus, vou gozar, Dani... Porraaaaa. Depois de gozar, a Virgínia chupou meu pau um tempinho até eu ficar duro de novo. Era hora de dar o que era dela pra minha mãe. Coloquei ela de quatro e comecei a meter bem devagar, mas aos poucos o sexo virou selvagem. O de sempre. Puxões de cabelo se misturavam com cusparadas na bunda e os dedos delas. Por baixo, a Virgínia acariciava o clitóris da minha mãe pra fazer ela gozar. E foi o que aconteceu. Mamãe soltou uns gritos que deviam ter ouvido no quarteirão inteiro. Aproveitei a situação um pouco mais. Querem brincar de um jogo? Depende. Vocês têm que chupar meu pau um minuto cada. Vamos ver qual das duas consegue me fazer gozar. Tá bom. Quem começa? Quem quiser. A Virgínia se jogou pra chupar primeiro. Depois foi a vez da mamãe, que jeito de chupar: olhando nos olhos, alternando velocidades, cuspindo no meu pau... Mas quem levou o prêmio foi a Virgínia. No terceiro turno dela, chupou de um jeito que enchi a boca dela de leite, devolvendo o que ela tinha feito antes. Antes de engolir, a putinha abriu a boca e mostrou pra gente. Fomos dormir logo depois. os três na mesma cama e do jeito que a gente conseguiu. Nunca imaginei que meu primeiro ménage ia ser assim, nem nos meus melhores sonhos eu teria conseguido comer duas gostosas desse jeito. Mas eu tinha conseguido. Tava claro que a vida não podia me sorrir mais.gostosa

relato

3 comentários - Mami 4 (conto ilustrado)

y bue que le falta a la novia para comerse a la madre?
Estas en la cúspide, esta bueno darle a 2, pero 3, cuida'o, porque la amiga de mamá se va a enviciar Jajajaja, habrá que esperar el 5 capítulo, vendrá la novia a ser parte del rebaño, digo del harén?
Jaja espero que no! La infidelidad le suma al morbo de lo prohibido!
@LaPajaEnPersona a lo mejor le gusta la idea, también podría disfrutar, a estas alturas ni a él le importa si esta haciendo mal o no, bueno habrá que ver.