Faz umas duas semanas que começaram as aulas e, pra ser sincera com vocês, já tava sentindo falta da escola. Eu, a Mia e a Jéssica estamos na mesma sala, o que é fantástico. Mas também sinto falta do meu namorado, porque, pra que negar, ele tem uma língua muito boa com a qual me fazia passar momentos divertidos durante o recreio. Agora ele tá na Universidade do Vale de Tlaxcala, mas a gente se fala todo dia e ele vive me dizendo o quanto sente falta de dar palmada na minha bunda. Ele fala tanto que, pra ser sincera, já tá me entediando. Quem me diverte mais é o pai dele. Vejo ele a cada quatro dias, quando ele me liga no meu celular. Fico molhada e meu corpo pede o trato de um macho como ele. Mas também não posso reclamar, porque tô muito bem atendida pelos meus professores, e mais ainda pelo meu diretor. No primeiro dia de aula, só passei uma hora na minha sala quando a secretária dele me mandou chamar. Ela me acompanhou até a sala do diretor e fechou a porta. Ele tava sentado atrás de uma mesa e disse:
— Chega mais, putinha. Não sabe a vontade que eu tava de te ver.
Eu, sorrindo, me aproximei dele. Já de pé, frente a frente, ele me pegou pelos pulsos e me fez sentar no colo dele. Me segurou pela nuca com a mão esquerda e me beijou. Agarrou minha cabeça e, com a outra mão, começou a acariciar meu corpo todo: minhas pernas, minha cintura, meus peitos, que no contato dele endureceram na hora. Eu amava o que ele tava fazendo. Cada vez ele ficava mais bruto comigo, apertava meus peitos até eu reclamar de dor. E não parava de falar como eu sou gostosa e como a gente ia se divertir junto durante todo o ano letivo, durante todo o tempo que eu estivesse no colégio. Ele deu um tapinha na minha bochecha e mandou eu levantar. Me pegou pela cintura e me deitou em cima da mesa. Senti o frio da mesa na minha bochecha e, sem poder ver o que ele tava fazendo atrás de mim, pude sentir ele pegando minha saia e levantando, derrubando minha calcinha branca pequenininha e as... descia até o meio da coxa, senti as mãos dele nas minhas nádegas acariciando, enterrando os dedos e separando elas pra ver a bunda que eu tenho no meio das minhas nádegas, ele me deu um tapa na bunda e falou.
- Que bucetao gostoso você tem, putinha, vou me divertir muito com isso - ele disse enquanto enfiava o dedo mindinho dentro do meu cu e meu corpo tremia com aquela invasão repentina - mas não vai ser aqui, vai ser num lugar mais privado onde eu possa aproveitar seu corpo do meu jeito. Ele tirou o dedo e eu ouvi o zíper da calça dele abrindo, senti o pau dele acariciando os lábios já inchados da minha bucetinha, minha respiração ficou mais profunda e pausada, eu tava nervosa com a pica enorme que ele tinha e porque ainda não entendia como ele não se importava da secretária saber o que a gente tava fazendo, mas isso só passou uns segundos pela minha cabeça até eu sentir a cabeça do pau dele se encaixar no meio dos meus lábios vaginais, minha respiração ficou ainda mais cortada enquanto ele passava a ponta de um lado pro outro, minha rachinha acariciava meu clitóris e depois chegava naquele pedacinho de pele que divide minha buceta e meu cu.
- Assim que eu gosto, já tá preparada, molhada e apertada do jeito que eu gosto - ele falava enquanto enfiava o tronco dele bem devagar, curtindo como minha buceta apertava ele sem querer - haaaaa... como é bom estar dentro de você, putinha, grgrgrgrg... você é muito apertadinha, garota, assim que eu gosto, bem apertadinha - ele deu outro tapa na minha bunda quando percebeu que já tinha o pau todo dentro de mim.
Enquanto tudo isso acontecia, eu mordia a manga do meu suéter pra controlar os gemidos que queriam sair do fundo da minha garganta, não queria que a secretária percebesse o que a gente tava fazendo; mas quem eu quero enganar, ela sabe perfeitamente o que a gente tá fazendo, é algo que uma hora tenho que perguntar pro meu diretor: ele também tá comendo ela? Meus joelhos tremeram enquanto ele tirava a vara toda de dentro de mim. Como ele puxava o ar... Pra não desmaiar, ele me segurou com as duas mãos na cintura e começou a se mover cada vez mais rápido, sem se importar se a secretária ouvia, porque os gemidos dele eram de um verdadeiro macho montando a sua puta. Os esforços que eu fazia pra não soltar gemidos involuntários faziam eu apertar minhas pernas, que por sua vez apertavam minha buceta, e isso dava mais prazer pra ele, fazendo ele me montar cada vez mais rápido. Chegou um momento em que as investidas foram tão fortes que a mesa pesada dele começou a tremer igual ao meu corpo. Ele puxou meu cabelo pra trás, abri os olhos e vi o reflexo de nós dois nos vidros polarizados da entrada do escritório. O corpo do meu diretor dominava toda a imagem em cima de mim, eu bem pequenininha com uma cara de satisfação, prazer e luxúria que não deu pra segurar um gemido.
- Isso, puta, já tá gostando - ele me deu mais um tapa na bunda e puxou meu cabelo um pouco mais forte. - Como você é gostosa, vagabunda. Desde que você entrou no primeiro ano eu já queria você. Se eu soubesse que você era tão puta, tinha aberto essas pernas desde aquela época.
- Haaaa!!!! Haaaa!!!! - Eu já tava gemendo sem me importar com nada. A mão esquerda dele, que tava na minha cintura, foi descendo por baixo da minha blusa até chegar nos meus peitos, mas o sutiã atrapalhava. Ele agarrou com o punho e puxou com tanta força que rasgou, e assim teve caminho livre pra apalpar meus peitos do jeito que quisesse. Pegou meu mamilo entre os dedos, apertou e girou, o que fez um arrepio dos meus peitos se conectar com o choque elétrico da minha buceta e explodir num orgasmo que me fez tremer, que me fez dar um pequeno chute com uma perna sem saber como reagir a tanto prazer. Meu diretor gostou tanto que começou a rir e a se mover em círculos, aproveitando as contrações da minha buceta; depois começou a se mover pra dentro e pra fora de novo, cada vez mais rápido. Nessa hora, eu já queria parar, mas... Não quis pedir pra ele tirar porque não sabia como explicar, mas sempre que tô com um macho alfa igual ele, meu único instinto de mulher é satisfazer ele, é fazer ele se sentir feliz comigo sendo a putinha dele. Por outro lado, também não queria que ele gozasse dentro de mim, preferia que gozasse na minha boca porque ainda lembrava da quantidade de porra que ele jorrou na minha buceta na primeira vez que meteu aqui mesmo, no escritório dele, e depois tive que ficar vários minutos no banheiro me limpando direto toda a cum que escorria de mim. Mas também não falei nada porque um macho goza onde quiser, e é isso que eu gosto, saber que satisfiz bem o meu macho da vez.
Tava aproveitando tanto a metida que não consegui evitar gozar pela segunda vez. As contrações da minha buceta fizeram ele acelerar as estocadas e começar a tremer. Parecia que ele queria prolongar mais a foda porque aguentou mais uns minutos, e começou a tremer tanto que, num urro, gozou dentro de mim. Me puxou tão forte pelo cabelo e apertou meu peito esquerdo com tanta força que também soltou um grito, um pouco mais de dor do que prazer, enquanto ele apertava a vara dele dentro de mim descarregando toda a cum.
Ficamos uns minutos assim, eu deitada de bruços na mesa e ele em pé atrás de mim com o pau dentro e a boca bem perto do meu ouvido.
— Assim que eu gosto de você, puta e obediente. — Ele se endireitou, tirou o cock, me deu um tapa na bunda e mandou eu me arrumar. Na hora comecei a sentir toda a cum dele escorrendo da minha buceta, começando a descer pelas minhas pernas até chegar nos meus joelhos. Quando me levantei, cambaleei como se estivesse tonta, mas era pelo prazer que ainda sentia daquela foda monstra.
— Já pode ir, putinha. Quando eu quiser te usar, mando minha secretária te chamar. — Ele falou enquanto eu ajeitava minha calcinha e esticava minha saia. — Então não quero que você faça planos com Suas amigas, que se preocupam com as notas, enquanto você me dá essa raba, você já tem um dez garantido. Além disso, você é quem sai ganhando também, não vai negar que adora ser uma putinha. Ou tô errado?
- A verdade é que você não tá errado, jijijijji - eu ri que nem uma bobinha animada.
- Você é minha melhor puta, a melhor de todas.
- Sério?
- Sim, e de longe.
Eu ri de novo que nem uma animadinha de filme, abracei ele e enfiei minha língua o mais fundo que pude em agradecimento pelas palavras dele. Ele apertou minha bunda e mandou eu sair do escritório dele. Obediente, fiz o que ele ordenou.
Passei pela secretária, que só me olhou e continuou fazendo o que tava fazendo. Fiquei meio sem graça, mas a verdade é que já tava me acostumando com a ideia. Saí do escritório e fui direto pro banheiro. Peguei todo o papel que consegui e comecei a limpar minha entreperna pra não continuar me sujando com tanta porra que tava saindo da minha buceta.
Já tava de volta na sala de aula, minhas amigas me perguntaram por que eu tinha demorado tanto.
- Claro que não demorei tanto.
- Claro que sim - disse a Jéssica - você passou duas horas, o que tanto cvs com o diretor? Com a puta que você é, não me surpreenderia se já tivesse um esquema com ele.
- hahahaha óbvio que não, só me distraí conversando com a secretária - minhas aventuras com o diretor iam ser segredo só entre ele e eu, não tava a fim de que minhas outras amigas soubessem das coisas que o diretor tá fazendo comigo.
- Vamos ao cinema? - disse a Jéssica pulando na pontinha dos pés e batendo palmas - tão passando uns filmes muito bons.
- Hoje eu não posso ir pra lugar nenhum, meu boy quer que eu vá com ele num jogo de futebol - disse a Mia.
- Eu pensei que você já tinha terminado com seu namorado.
- Mas eu nunca disse que voltei com ele.
- Tem namorado novo?
- hahaha... o que vocês acham?
- Que rápido você esqueceu seu galã, pelo menos o outro tem carro novo?
- hahaha... Sim, graças ao pai dele, mas é um carro. do ano.
Nos dias seguintes, meu professor de biologia, o de matemática e o de química ficavam dando um jeito de puxar papo comigo. O de matemática não tinha tanta dificuldade, porque a gente já tinha uma puta intimidade — desde que entrei no primeiro ano do colégio, comecei a abrir as pernas pra ele no apartamento dele. O de biologia tava meio nervoso, porque na vez que ele meteu o pau em mim, tava meio bêbado e achava que tinha me forçado. Mas quando me encontrou no corredor e roçou os dedos na minha bochecha, esqueceu todo esse medo, porque eu agarrei a rola dele e apertei com um sorriso no rosto, como resposta.
Com meu professor de química, eu tinha que tomar cuidado, porque ele não ligava se vissem a gente conversando muito perto. Uma vez, ele entrou no banheiro das meninas enquanto eu tava lavando as mãos e não deixou eu sair até eu fazer um boquete nele. Acabei aceitando, e a gente se trancou num cubículo até ele gozar dentro da minha boca. Depois, ele disse que os encontros seriam na casa dele.
Já sabem, se quiserem me escrever, podem mandar praDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.jijiji, o e-mail é andreitar2013rica@gmail.com
Vou ler com gosto e responder.
— Chega mais, putinha. Não sabe a vontade que eu tava de te ver.
Eu, sorrindo, me aproximei dele. Já de pé, frente a frente, ele me pegou pelos pulsos e me fez sentar no colo dele. Me segurou pela nuca com a mão esquerda e me beijou. Agarrou minha cabeça e, com a outra mão, começou a acariciar meu corpo todo: minhas pernas, minha cintura, meus peitos, que no contato dele endureceram na hora. Eu amava o que ele tava fazendo. Cada vez ele ficava mais bruto comigo, apertava meus peitos até eu reclamar de dor. E não parava de falar como eu sou gostosa e como a gente ia se divertir junto durante todo o ano letivo, durante todo o tempo que eu estivesse no colégio. Ele deu um tapinha na minha bochecha e mandou eu levantar. Me pegou pela cintura e me deitou em cima da mesa. Senti o frio da mesa na minha bochecha e, sem poder ver o que ele tava fazendo atrás de mim, pude sentir ele pegando minha saia e levantando, derrubando minha calcinha branca pequenininha e as... descia até o meio da coxa, senti as mãos dele nas minhas nádegas acariciando, enterrando os dedos e separando elas pra ver a bunda que eu tenho no meio das minhas nádegas, ele me deu um tapa na bunda e falou.
- Que bucetao gostoso você tem, putinha, vou me divertir muito com isso - ele disse enquanto enfiava o dedo mindinho dentro do meu cu e meu corpo tremia com aquela invasão repentina - mas não vai ser aqui, vai ser num lugar mais privado onde eu possa aproveitar seu corpo do meu jeito. Ele tirou o dedo e eu ouvi o zíper da calça dele abrindo, senti o pau dele acariciando os lábios já inchados da minha bucetinha, minha respiração ficou mais profunda e pausada, eu tava nervosa com a pica enorme que ele tinha e porque ainda não entendia como ele não se importava da secretária saber o que a gente tava fazendo, mas isso só passou uns segundos pela minha cabeça até eu sentir a cabeça do pau dele se encaixar no meio dos meus lábios vaginais, minha respiração ficou ainda mais cortada enquanto ele passava a ponta de um lado pro outro, minha rachinha acariciava meu clitóris e depois chegava naquele pedacinho de pele que divide minha buceta e meu cu.
- Assim que eu gosto, já tá preparada, molhada e apertada do jeito que eu gosto - ele falava enquanto enfiava o tronco dele bem devagar, curtindo como minha buceta apertava ele sem querer - haaaaa... como é bom estar dentro de você, putinha, grgrgrgrg... você é muito apertadinha, garota, assim que eu gosto, bem apertadinha - ele deu outro tapa na minha bunda quando percebeu que já tinha o pau todo dentro de mim.
Enquanto tudo isso acontecia, eu mordia a manga do meu suéter pra controlar os gemidos que queriam sair do fundo da minha garganta, não queria que a secretária percebesse o que a gente tava fazendo; mas quem eu quero enganar, ela sabe perfeitamente o que a gente tá fazendo, é algo que uma hora tenho que perguntar pro meu diretor: ele também tá comendo ela? Meus joelhos tremeram enquanto ele tirava a vara toda de dentro de mim. Como ele puxava o ar... Pra não desmaiar, ele me segurou com as duas mãos na cintura e começou a se mover cada vez mais rápido, sem se importar se a secretária ouvia, porque os gemidos dele eram de um verdadeiro macho montando a sua puta. Os esforços que eu fazia pra não soltar gemidos involuntários faziam eu apertar minhas pernas, que por sua vez apertavam minha buceta, e isso dava mais prazer pra ele, fazendo ele me montar cada vez mais rápido. Chegou um momento em que as investidas foram tão fortes que a mesa pesada dele começou a tremer igual ao meu corpo. Ele puxou meu cabelo pra trás, abri os olhos e vi o reflexo de nós dois nos vidros polarizados da entrada do escritório. O corpo do meu diretor dominava toda a imagem em cima de mim, eu bem pequenininha com uma cara de satisfação, prazer e luxúria que não deu pra segurar um gemido.
- Isso, puta, já tá gostando - ele me deu mais um tapa na bunda e puxou meu cabelo um pouco mais forte. - Como você é gostosa, vagabunda. Desde que você entrou no primeiro ano eu já queria você. Se eu soubesse que você era tão puta, tinha aberto essas pernas desde aquela época.
- Haaaa!!!! Haaaa!!!! - Eu já tava gemendo sem me importar com nada. A mão esquerda dele, que tava na minha cintura, foi descendo por baixo da minha blusa até chegar nos meus peitos, mas o sutiã atrapalhava. Ele agarrou com o punho e puxou com tanta força que rasgou, e assim teve caminho livre pra apalpar meus peitos do jeito que quisesse. Pegou meu mamilo entre os dedos, apertou e girou, o que fez um arrepio dos meus peitos se conectar com o choque elétrico da minha buceta e explodir num orgasmo que me fez tremer, que me fez dar um pequeno chute com uma perna sem saber como reagir a tanto prazer. Meu diretor gostou tanto que começou a rir e a se mover em círculos, aproveitando as contrações da minha buceta; depois começou a se mover pra dentro e pra fora de novo, cada vez mais rápido. Nessa hora, eu já queria parar, mas... Não quis pedir pra ele tirar porque não sabia como explicar, mas sempre que tô com um macho alfa igual ele, meu único instinto de mulher é satisfazer ele, é fazer ele se sentir feliz comigo sendo a putinha dele. Por outro lado, também não queria que ele gozasse dentro de mim, preferia que gozasse na minha boca porque ainda lembrava da quantidade de porra que ele jorrou na minha buceta na primeira vez que meteu aqui mesmo, no escritório dele, e depois tive que ficar vários minutos no banheiro me limpando direto toda a cum que escorria de mim. Mas também não falei nada porque um macho goza onde quiser, e é isso que eu gosto, saber que satisfiz bem o meu macho da vez.
Tava aproveitando tanto a metida que não consegui evitar gozar pela segunda vez. As contrações da minha buceta fizeram ele acelerar as estocadas e começar a tremer. Parecia que ele queria prolongar mais a foda porque aguentou mais uns minutos, e começou a tremer tanto que, num urro, gozou dentro de mim. Me puxou tão forte pelo cabelo e apertou meu peito esquerdo com tanta força que também soltou um grito, um pouco mais de dor do que prazer, enquanto ele apertava a vara dele dentro de mim descarregando toda a cum.
Ficamos uns minutos assim, eu deitada de bruços na mesa e ele em pé atrás de mim com o pau dentro e a boca bem perto do meu ouvido.
— Assim que eu gosto de você, puta e obediente. — Ele se endireitou, tirou o cock, me deu um tapa na bunda e mandou eu me arrumar. Na hora comecei a sentir toda a cum dele escorrendo da minha buceta, começando a descer pelas minhas pernas até chegar nos meus joelhos. Quando me levantei, cambaleei como se estivesse tonta, mas era pelo prazer que ainda sentia daquela foda monstra.
— Já pode ir, putinha. Quando eu quiser te usar, mando minha secretária te chamar. — Ele falou enquanto eu ajeitava minha calcinha e esticava minha saia. — Então não quero que você faça planos com Suas amigas, que se preocupam com as notas, enquanto você me dá essa raba, você já tem um dez garantido. Além disso, você é quem sai ganhando também, não vai negar que adora ser uma putinha. Ou tô errado?
- A verdade é que você não tá errado, jijijijji - eu ri que nem uma bobinha animada.
- Você é minha melhor puta, a melhor de todas.
- Sério?
- Sim, e de longe.
Eu ri de novo que nem uma animadinha de filme, abracei ele e enfiei minha língua o mais fundo que pude em agradecimento pelas palavras dele. Ele apertou minha bunda e mandou eu sair do escritório dele. Obediente, fiz o que ele ordenou.
Passei pela secretária, que só me olhou e continuou fazendo o que tava fazendo. Fiquei meio sem graça, mas a verdade é que já tava me acostumando com a ideia. Saí do escritório e fui direto pro banheiro. Peguei todo o papel que consegui e comecei a limpar minha entreperna pra não continuar me sujando com tanta porra que tava saindo da minha buceta.
Já tava de volta na sala de aula, minhas amigas me perguntaram por que eu tinha demorado tanto.
- Claro que não demorei tanto.
- Claro que sim - disse a Jéssica - você passou duas horas, o que tanto cvs com o diretor? Com a puta que você é, não me surpreenderia se já tivesse um esquema com ele.
- hahahaha óbvio que não, só me distraí conversando com a secretária - minhas aventuras com o diretor iam ser segredo só entre ele e eu, não tava a fim de que minhas outras amigas soubessem das coisas que o diretor tá fazendo comigo.
- Vamos ao cinema? - disse a Jéssica pulando na pontinha dos pés e batendo palmas - tão passando uns filmes muito bons.
- Hoje eu não posso ir pra lugar nenhum, meu boy quer que eu vá com ele num jogo de futebol - disse a Mia.
- Eu pensei que você já tinha terminado com seu namorado.
- Mas eu nunca disse que voltei com ele.
- Tem namorado novo?
- hahaha... o que vocês acham?
- Que rápido você esqueceu seu galã, pelo menos o outro tem carro novo?
- hahaha... Sim, graças ao pai dele, mas é um carro. do ano.
Nos dias seguintes, meu professor de biologia, o de matemática e o de química ficavam dando um jeito de puxar papo comigo. O de matemática não tinha tanta dificuldade, porque a gente já tinha uma puta intimidade — desde que entrei no primeiro ano do colégio, comecei a abrir as pernas pra ele no apartamento dele. O de biologia tava meio nervoso, porque na vez que ele meteu o pau em mim, tava meio bêbado e achava que tinha me forçado. Mas quando me encontrou no corredor e roçou os dedos na minha bochecha, esqueceu todo esse medo, porque eu agarrei a rola dele e apertei com um sorriso no rosto, como resposta.
Com meu professor de química, eu tinha que tomar cuidado, porque ele não ligava se vissem a gente conversando muito perto. Uma vez, ele entrou no banheiro das meninas enquanto eu tava lavando as mãos e não deixou eu sair até eu fazer um boquete nele. Acabei aceitando, e a gente se trancou num cubículo até ele gozar dentro da minha boca. Depois, ele disse que os encontros seriam na casa dele.
Já sabem, se quiserem me escrever, podem mandar praDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.jijiji, o e-mail é andreitar2013rica@gmail.com
Vou ler com gosto e responder.
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